À conversa com… Badworld

Boa Noite badworld!

Antes de mais e em nome da Equipa quero agradecer-te por teres aceite o nosso convite para a realização desta entrevista.

1) Em primeiro lugar gostaria que falasses um pouco de quem é o badworld. Quem é a pessoa que assume essa identidade. Fala-nos um pouco de ti e de quem és fora do jogo.

R: Boa Noite, antes de mais, o meu nome é Ruben e sou um rapaz de 21 anos com algumas desavenças com o estado actual da sociedade, talvez utópico, curioso por esse motivo em relação
a tudo o que tenha a ver com a relações interpessoais e o estado actual da sociedade.

2) Qual foi o teu primeiro mundo?

R: O meu primeiro mundo foi algures pelo br10, na altura por incentivo do meu tio que jogava tribalwars naquela altura, mas era mais um construtor de casinhas que outra coisa,
se formos a falar de contacto sério com o jogo na sua essência estaremos a falar do pt2 provalvelmente.

3) Tiveste mais algum nick para além deste?

R: Joguei com vários, FLAMIG, istosoueu., Prados, etc… estes serão talvez os mais relevantes.

4) Além do Mundo 49, venceste mais algum? Se sim, quais?

R: Oficialmente venci também o mundo 37, a jogar em co-playing com o dono original da conta Prados, o Rafael Simões, o único rapaz com quem me entendo a 100% em relação ao jogo. Um grande amigo e parceiro.
Deveriam lhe realizar uma entrevista também.

5) Em que mundos jogaste? Qual foi, para ti, o melhor?

R: Os mais relevantes foram o 2,17,21,22,29,37. Diria que todos tiveram o seu sabor especial, o pt2 por ter sido o primeiro mundo onde comecei a perceber realmente no que consetia o jogo,
o pt17 pois foi onde aprendi a defender melhor a minha conta, pt21 pela organização e gestão de contas grandes, pt22 pela cultura de jogo em geral que lá adquiri por ajuda de dois grandes jogadores,
pt29 pelas amizades e técnicas que apliquei e aprendi nesse mesmo mundo.

Mas talvez o último, o pt37 tenha sido o melhor, pois foi onde encontrei o grupo de jogadores com o qual mais identifico, seja dentro do jogo ou fora dele, e quando me refiro a grupo de jogadores,
refiro-me também aos inimigos que fomos defrontando, pois conheci alguns fora de jogo e sempre foram pessoas de um fair-play incrivel, não tanto pela vitória, mas pelo convivio que esse mundo me trouxe
fora do jogo, o melhor de todos.

6) Existiu algum jogador que te marcou em especial? Se sim, porque motivo?

R: Houve 2 de facto, como já referi, o Lionstar e o NCFever, foi com eles que realmente aprendi a ser jogador, a entender o jogo na totalidade, quer a nível mais teorico como prático,
toda a cultura na hora de atacar, na hora de defender, como gerir diplomacias, o estado de espirito dos membros, como gerir egos, tudo isso foi importante para que hoje seja o jogador que sou.

7) Qual consideras ser o segredo para uma Tribo vencer um mundo? Uma Liderança forte ou um plantel forte?

R: Um misto dos dois.

-» Uma liderança forte em organização e trabalho é o essencial, mas que sobretudo de o exemplo aos restantes membros, o líder não têm que ser o melhor jogador do grupo,
mas tem que ser o primeiro a chegar-se a frente, para mandar apenas, qualquer um manda, é preciso mostrar, e com esse tipo de atitudes os membros vão atrás, pois acaba por ser também uma motivação para quem o segue.
O tópico motivação também é importante numa liderança forte, saber como agir para motivar todos os jogadores é essencial, e para isso é necessário fazer uma análise mais complexa do carácter de cada um nos diversos momentos
do jogo, para quando esse jogador apresenta uma maior desmotivação saber como motiva-lo, pois nem todos se motivam com um ‘Bora lá, tu consegues!’, as vezes é preciso dizer-lhe que não percebe nada disto para ele querer nos provar o contrario,
isto tudo depende de quem gerimos.

-» Um plantel forte sim, é importante, mas se for um plantel trabalhador, planteis fortes em individualidades, com egos do tamanho do mundo nunca vão longe, pois nunca será jogado um jogo colectivo, os interesses pessoais surgiram sempre na frente.
Forte em trabalho e que perseve o colectivo e essa tribo estará um passo a frente para ganhar o mundo.

8) Consideras que o jogo em equipa influenciou as tuas capacidades de liderança pessoal?

R: Eu diria que sim, pois lidar com pessoas com estilos de vida diferentes, ideais de vida diferentes, sobretudo atrás de um computador torna-se complicado, tendo eu sempre ocupado cargos de gestão e organização dentro das tribos por onde passei, sim,
diria que ajudou bastante.

9) Que pontos positivos retiras de um jogo deste género? Crês que o facto de ser um jogo que preza o coletivo e no qual se lida com diversas pessoas e caráteres, ajudou-te a evoluir também na vida real?

R: Tudo na vida, até a coisa mais insignificante é uma apredizagem, cabe-te a ti analisar e ver o que consegues tirar dali, e sendo isto um jogo de relação com outros, organização colectiva em tempo real, lidar com pessoas diferentes, gestão de objectivos e
prioridades acabas sempre por aprender e ajuda-te sem dúvida a evoluir a nível pessoal, mas também não só na vertente ao que ao jogo diz respeito, porque através do mesmo conheces pessoas com histórias de vida que também te ajudam a crescer e a perceber o mundo.

Agradecer também pela oportunidade de falar um pouco sobre mim e desejar a continuação de um excelente trabalho a toda a equipa. Obrigado.

Obrigado pela disponibilidade badworld.
Com os melhores cumprimentos,

A Equipa

Contar o Apoio a Chegar!

Boa noite comunidade tribal,

A dica que temos para vós esta semana é de contar o apoio a chegar.

Sabem quando estamos a receber um coordenado do inimigo, pedimos uns quantos apoios à tribo, eles mandam, mas, não sabemos se é suficiente e queremos saber quanto é que a aldeia está a receber de apoio no total.

Às vezes até fazemos umas contas de cabeça para ver mais ou menos quanto a aldeia está a receber para vermos se está ou não está “bunk”.

Ora esta dica bem simples de se fazer irá mostrar-vos uma maneira mais fácil de vermos quanto a aldeia está a receber sem puxarmos pelo nosso cérebro.

Bem primeiramente escolhemos a aldeia que está a ser apoiada:

>> Depois vamos à Praça de Reuniões

>> Uma vez na Praça de Reuniões, vamos onde diz “Pedido”

Uma vez na aba Pedido, iremos saber a quantidade total de apoio que estamos a receber a ainda podemos pedir apoio as nossas próprias aldeias, ou seja, seleccionamos aldeias para mandarem apoio e depois clicamos em Pedir e as aldeias seleccionadas já estão a enviar apoio para a aldeia a ser atacada.

Depois é só fazer o mesmo para as outras aldeias na fronteira com o inimigo a serem atacadas.

 

ekimilson

ENTREVISTA A gravedigger man, LÍDER DA TRIBO VENCEDORA DO MUNDO 45

Boa tarde GraveDigger Man!
Antes de começarmos a entrevista gostaria em nome da Equipa de Tribos, felicitar-te pela vitória do mundo 45

1- Antes de falarmos sobre o jogo podes falar nos um pouco de quem és fora do jogo?
R:
De forma sucinta, sou homem de 20 anos, com um gosto peculiar por matemática e computação, gosto de encontrar várias soluções para o mesmo problema, apenas por delírio meu de encontrar a melhor solução.
Gosto de levar uma vida serena, e não sou muito dado ás relações interpessoais, não que não goste, mas para mim é algo estranhamente complexo.
Tenho como hobbies, Jogar,Cinema(Muito frequente) e refletir sobre várias teorias insólitas que leio,recentemente fiz uma auto-análise do “efeito borboleta”.
2- Qual foi o primeiro mundo em que jogaste?
R:
Mundo 5
nick:trol100
3- Tiveste mais algum nick para além desse?
R:
trol100
4- Quais sao as caracteristicas que mais gostas num mundo?
R:
Velocidade2, com arqueiros.
5- O que mais consideras importante numa tribo?
R:
Não há peça mais importante,tudo o que constitui a tribo esta adstrito a si própria.
Por exemplo, a inatividade de um membro, independentemente do seu tamanho, pode submeter um jogador a deixar de enviar apoio a outro, e assim sucessivamente.Uma única falha pode comprometer a tribo inteira. Todas as peças se interligam para formar algo conexo,metaforicamente falando, um puzzle completo.
Não posso deixar de frisar, que confiança e bom ambiente no seio da tribo é fulcral.
6- Como te consideras como um líder?
R:
Fui constrito a ser líder, na sequência da inatividade e posterior desistência dum grande tutor meu, Jah Gaia.
Ainda assim, foi de coração que aceitei pilotar a VT@.
Dentro de algumas decisões impulsivas,incompreendidas,imaturas, etc, algumas são corretas e aceites pela maioria.Reconheço que tenho um grande caminho a percorrer para ser o tipo de líder que idealizo.
7- O que mais gostas no tribos?
R:
Jogo tribos pelo facto de gostar de jogos de estratégia,somado a isto é um jogo da era medieval.
Para além disso é um jogo que exige de forma imprescindível, união,companheirismo, espírito de sacrifício e lidar com outrém.
Não basta ser um craque do tw, sem equipa nada feito.É preciso que haja uma harmonia e sincronia para o sistema funcionar em pleno.
8- Qual é o teu estilo de jogo?
R:
É definido à custa do adversário.O rácio de ataque/defesa é conforme a exposição da tribo.Quanto mais exposta, maior quantidade de defesa.Valido é também o contra-recíproco da afirmação anterior.Jogadores ativos, gosto de os desgastar, ser atacado diariamente embora que com menos força é mais difícil do que uma vez semanalmente.Em relação a defender, a chave é estar rodeado por jogadores ativos, para que quando for preciso defender se canalize tropa de forma rápida para a zona atacada.
9- Fala-nos um pouco da VT@ no 45, qual foi a vossa estratégia inicial?
R:
A estratégia não foi muito ortodoxa. Estavamos no centro do mapa contra todas as tribos. A atividade e amizade de todos foi crucial para o nosso sucesso, os vastos pontos inimigos foram a pouco e pouco desvanecendo.
10- No inicio da guerra contra a >>H<< , estavam a perder por mais de 600 aldeias conquistadas de diferença, como é que lidaste com isto tudo e qual foi a chave para ultrapassar essa barreira?
R:
Relembro-me de uma altura que estavamos contra Hypnotic, TJ e F.O.W. Foram meses muito duros…tentamos segurar ao máximo possível os portôes da tribo, mas nem todos os membros tinham o mesma astúcia que o núcleo duro da tribo e perdiam aldeias sem garra, com ênfase no k46.
Face a este ambiente sombrio houve muitas desistências, ainda que naturalmente decepcionados, os verdadeiros guerreiros da VT@ fortificaram a sua união.
11- Nem todas as fusões correm bem, mas qual foi o fator que fez com que a fusão com a FOW fosse um sucesso?
R:
Face ás desistências e ao monstro que era a <H> na altura , com o dobro das aldeias de F.O.W e VT@, não havia outra forma de encarar o mundo com bons olhos sem que uníssemos forças menores para combater com equilíbrio uma maior.
12- Qual foi o coordenado que teve mais impacto no mundo?
R:
Coordenado ao soberano W@tchman que durou mais de 1 mês com várias bombocas rumo ás aldeias dele.Este coordenado devido à zona central(k55) e à grande quantidade de ataque do jogador, constituiu um ponto de viragem no mundo.
13- Depois de virar a dominância do mundo a vosso favor, como conseguiste manter a mente de todos os jogadores focada sem tomarem o mundo por garantido?
R: Até cerca de 70% de dominância a atividade da tribo foi forte, atingindo este marco muitos quase que deixaram de aparecer devido à falta de competitividade. Não houve qualquer problema, pois o desinteresse de uns contrabalançou com o interesse de outros para conquistarem aldeias de forma descomplicada.
14- Qual foi a sensação ao ver que atingiram os 80% de dominância e tinham ganho o mundo?
R:
Nessa altura predominou a alegria e festejo, nunca julgamos possível após tantas vezes de estarmos entre a espada e a parede fôssemos ser a equipa vencedora.
15- De certa forma desde o mundo 45 que parece ter surgido uma relação entre UNION e VT@ em que sempre que existe a UNION existe uma VT@, que tens a dizer em relação a isso?
R:
A Union foi uma boa rival e é uma boa tribo, para além disso a guerra Union x VT@ foi vivida por ambas as partes com os nervos à flor da pele, nunca chegando a haver diálogos construtivos entre as duas. Felizmente, no que toca a boas guerras, havendo estes dois nomes num mundo teremos que ser adversários, é algo naturalmente impelido.
16- Terminaste o mundo com 1.419. Como é gerir tanta aldeia?
R:
Com uma boa organização de grupos dinâmicos e manuais, tarefas como construir edifícios ou recrutar unidades, são feitas de forma simplificada com o gestor de conta.A parte mais difícil e dispensiosa em termos de tempo esta em movimentar inúmeros fulls de ataque e defesa.
17- Da C.O.E qual foi o jogador que mais te surpreendeu ou que mais gostaste? Porquê?
R: Jah Gaia por me ter ensinado a jogar o jogo na sua plenitude. Não posso deixar de mencionar nomes de jogadores que jamais esquecerei, cada um por motivos diferentes. Js7395,pk???(S.K.),Sr.maluco,Cenaita,- Happy Panda,Castle,The nevk,RONDAR,antmachados,deathlok e PESTER.
18- Tens algum conselho a dar aos líderes de tribos que passam por situações como a que vocês passaram antes da vitória no mundo 45?
R: Trabalhar árduamente aparentemente para algo inatingível, pode ter frutos.
19- Tem algum inimigo em especial que te surpreendeu?
R: Dj Fénix, tem uma resistência incrédula. Não falando apenas de ser duro no tribos, mentalmente é forte.
20- Já agora porquê o nick GraveDigger Man?
R:
Resultou de uma mudança de um nick prévio, simplesmente achei engraçado e que se adequa ao jogo.
21- Por fim, mudarias alguma coisa no tribos?
-Dar continuidade à proibição de compra de nobres e número de ataques limitado, implementado no PT56
-Fim do mercado livre, no que toca à troca de recursos por pontos premium e vice-versa.
-Fim dos pontos premium ou da sua transferência,no âmbito de diminuir o número de casos ilícitos ou duvidosos.
-Discutir a possibilidade de ser possível a remoção de aldeias do mapa pela administração ou alterar a sua localização de forma aleatória para que se mantenha o mapa com uma densidade de aldeias por campo razoável.
-Cativar os novos jogadores, neste âmbito podem ser dados prémios a outros mais experientes que os ensinem, após concluído determinado patamar, como bandeiras, metas ou recompensas premium.
Obrigado pela disponibilidade GraveDigger Man!

Co-playing? Todas as explicações

Vamos começar por esclarecer o que é o co-playing: Co-playing é uma abreviação de “co-operative play“, que significa jogo em cooperação.

O que quer isto dizer? Quer dizer que algumas pessoas se juntam, na mesma conta, para trabalhar em conjunto, maximizando o tempo de actividade dessa conta.

Como funciona? Começamos por recordar que, em primeiro lugar, o co-playing é algo sério, que deve ser declarado com alguém em quem possam confiar. Trata-se de duas ou três pessoas (máximo), a jogar na mesma conta, a partir de partilha de palavra-chave.

Então, mas não é proibido partilhar a nossa palavra-chave? Sim, é. Excepto aqui, neste caso específico.

Posso convidar o meu amigo para jogar comigo? Podes convidar sim, mas tem atenção que existem várias restrições ao co-playing. Antes de revelares a palavra-chave a alguém, deves começar por declarar ao suporte, via solicitação de suporte, que irás jogar em modo co-playing. Lá terás de responder a algumas perguntas e declarar que tomaste conhecimento das restrições do co-playing e que concordas com as mesmas.

Então e quais são as restrições? Para começar, só pode haver uma conta no mundo onde irão jogar, se vais jogar numa conta com o teu amigo, nem tu nem o teu amigo podem ter outras contas no mesmo mundo, mas, nada vos impede de jogarem noutros mundos, com outras contas.
A conta onde se declara co-playing só pode estar no mundo em questão.
A partir do momento em que se declara co-playing, não se pode ser substituído (sitting) por ninguém, mas pode-se substituir outras contas.
Não é possível declarar o co-playing se a conta tiver começado a jogar no mundo há menos de 30 dias.
Não se pode declarar co-playing em mundos clássicos, casuais e speeds.
Não se pode declarar co-playing se, nos 15 dias anteriores ao pedido de aprovação, tiver havido algum tipo de partilha de equipamento ou meio de ligação, ou seja, não pode ser substituído, nem aceder na casa dum amigo que também jogue, ou, no ponto de encontro de ambos, no café da esquina. As redes da universidade ou do local de trabalho são também ligações públicas, o que significa que, mesmo acedendo a partir de pontos diferentes, a rede é apenas uma, logo, o IP será o mesmo e existe sempre o risco de partilhar a ligação com outros jogadores. Quem tem ainda maior probabilidade de partilhar a ligação com terceiros, são os jogadores que acedem através dos dados móveis, as operadoras gostam bastante de atribuir o mesmo IP a muita gente.

Como devo declarar? Deves começar por abrir as solicitações de suporte e criar um novo ticket, na categoria de “Outros” e no mundo que pretendes, no assunto deves colocar um título directo que não deixe dúvidas sobre o que pretendes (algo como “Declarar co-playing“) e na mensagem deves expressar a tua intenção.
Para quem já declarou antes, fica a dica, não vale a pena quererem apressar o processo dando logo as respostas. Porquê? Porque vamos olhar para a declaração de co-playing como um novo contrato com a empresa, não podes chegar e assinar antes dos termos serem apresentados. Nem vale a pena reclamar que já sabem tudo e que basta aceitar e pronto, para ser realmente legal tem de haver realmente uma declaração em como aceita as condições.
Posto isto, declaras então que queres jogar em co-playing e receberás uma mensagem com as regras de co-playing e com alguns dados a indicar para poder aprovar o pedido. Após a resposta a estas perguntas, o suporte irá verificar se as contas envolvidas estão todas conforme as regras e, se estiver tudo bem, o co-playing será finalmente aprovado.

Que dados são esses? Apenas o estritamente necessário para jogar, nada que invada a privacidade do jogador. A conta que fica para jogar, os jogadores que vão jogar e quais as contas que todos os jogadores estão a usar noutros mundos.

Co-playing declarado, e agora? Agora é jogar, não esquecendo as regras, principalmente que não podem ter outras contas no mesmo mundo e que não podem ser substituídos ou partilhar a ligação com outros jogadores.
Não se esqueçam também que, a titularidade da conta, independentemente de quem tenha comprado pontos premium a partir da mesma, será sempre atribuída ao proprietário original, que tenha acesso ao e-mail de registo.
Ainda, em caso de infracção, independentemente de qual dos co-players a tenha cometido, o bloqueio é sempre aplicado à conta infractora, quer o culpado tenha sido o dono original ou um dos outros co-players. Portanto, certifiquem-se de que estão a jogar com pessoas de confiança, que querem tanto quanto vocês jogar até ao final do mundo sem problemas.

Gráficos Clássicos!

Caros companheiros tribais,

A dica, desta semana, que temos para vocês, é sobre uma opção que temos para alterar o aspecto do mapa.

O Tribos disponibiliza uma opção que tem como objetivo a troca do visual do mapa para um design mais clássico.

Queres saber como o podes fazer? Então vamos lá!

Configurações >> Opções do jogo >>

image

 

Puxa agora a página mais para baixo até “Configurações do mapa” e encontrarás o seguinte:

image (1)

Feito isto, é só selecionar a caixa “Aldeia e gráficos de mapa clássicos” e o resultado será o seguinte:

image (2)

Deste modo, temos um mapa completamente diferente e com visualização clássica.

 

 

 

Renomear Ataques a Chegar!

Bom dia a toda a comunidade tribal,

Hoje temos uma dica, bastante boa, que tem como objetivo renomear ataques a chegar.

É muito simples de efetuar e consiste no seguinte:

1) Entrar na lista de ataques a chegar encontrada no canto superior direito:

1

2) Os ataques a chegar irão mostrar-se da seguinte forma:

2

3) Para verificar qual o tipo da unidade mais lenta que vem nos ataques, selecionam-se todos os ataques em “Selecionar Tudo” e, de seguida, novo clique em “Etiqueta”.

O resultado final será o seguinte:

3

No caso de receberem mais ataques depois de alguns já terem sido renomeados, o facto de “selecionar tudo” novamente não vai interferir nos que já foram previamente renomeados.

Desta forma, o jogador que se defende consegue organizar-se mais eficazmente nas suas manobras de proteção tendo uma noção clara do tipo de unidade que vem a caminho das suas aldeias.

diogorocha18 e MárioC

Ignorar ataques a chegar!

Boa tarde Comunidade tribal,

A dica que temos para vocês desta semana é sobre ignorar ataques.

Sabias que tem uma opção em que quando ativada, tens a opção de puder ignorar ataques a chegar? Pois é isso mesmo, basta só ires a:

Configurações >> Opções do jogo >>1

E seleccionar a caixinha de Ignorar Tropas a Chegar:2

Feito isto, quando fores aos ataques a chegar, terás novos separadores,3

Logo se tiveres ajuda da torre de vigia, ou caso queiras apenas concentrar-te nos ataques que recebes no próprio dia, não no dia seguinte, basta criar os filtros ou seleccionar os comandos e clicar em Ignorar, que eles desaparecerão da lista de ataques, 4

Depois sempre que quiseres consultar os ataques ignorados, basta seleccionares o separador de ataques ignorados,5

Desta forma focas-te apenas nos ataques laranjas, vermelhos e nos nobres!!

Ekimilson

Entrevista a blade20, líder da tribo vencedora do Mundo 44

Boa tarde blade20!
Primeiramente, em nome da Equipa de Tribos, felicitamos-te pela vitória no mundo 44, parece ter sido feita história no servidor português.

1- Antes de falarmos de tribos, podes falar um pouco de quem és fora do jogo?

Durante o meu percurso no tribos já fui um pouco de tudo fora dele, desde estudante, a desempregado, e agora trabalhador. Felizmente o meu emprego actual obriga-me a estar no computador muito tempo o que me facilita vir dar umas espreitadelas ao jogo.

2- Tiveste mais algum nick para além de blade20?

Joguei no mundo 18 como Pandora corp. a pedido de uns amigos, mas de resto sempre joguei com o mesmo nick, e caso jogue em mais algum mundo o nick blade20 será para manter. É com este nick que fiz coisas boas e más, mas principalmente é este nick que os amigos reconhecem.

3- Qual foi o teu 1º mundo no servidor português?

O primeiro foi o mundo 5, mas quase nem conta porque nem sabia distinguir tropas de defesa de tropas de ataque e entrei nesse mundo já ele ia bem avançado. Onde a dedicação começou a ser maior foi sem dúvida a partir do mundo 12, onde aprendi muito com jogadores como Lili.p, minha líder na altura, ou VITORO, meu companheiro de ataque desse mundo.

4- Quais são as características que mais gostas num mundo?

Uma das que mais gosto será as igrejas, por um lado retiram tropas que podiam ser usadas em guerra mas por outro permite o uso de um maior numero de jogadas estratégicas, além de obrigar até os jogadores mais inexperientes a jogar em núcleos o que acaba por ser benéfico para todos. Depois claro, um bom grupo de adversários é sempre essencial. Não gosto de coisas demasiado fáceis.

5- Para ti, o que é o mais importante numa tribo?

União, jogadores que joguem para a tribo e não o contrário.

6- Como te consideras como líder?

Quem poderia avaliar melhor serão os meus jogadores, eles é que sentiram na pele quando eu estava alegre e quando estava mal disposto. Mas aquilo que procuro seguir é ser o primeiro a fazer aquilo que peço aos meus jogadores, ou seja, dar sempre o exemplo. Depois é ouvir todas as opiniões, desde o jogador mais experiente ao mais inexperiente. Claro que não é possível seguir tudo que nos dizem mas de certa forma cada opinião transmite o que cada jogador sente no papel que esta a desempenhar na tribo, e permite-nos tentar adaptar o que eles gostavam de fazer ao que a tribo precisa.

7- És um jogador mais defensivo ou ofensivo?

Depende um pouco de mundo para mundo, no 44 fui obrigado a ser um pouco mais defensivo devido a desvantagem com que jogamos muito tempo, mas gosto mais de atacar apesar de me considerar melhor defensor que atacante.

8- Happy Friends, desde o inicio achaste que a HF seria a grande vencedora do mundo?

Sempre tive essa esperança e objetivo, consegui reunir um bom grupo de jogadores de mundos por onde já tinha passado antes, desde os velhinhos do mundo 12, aos mais recentes do mundo 36, por isso sempre acreditei. Mas desde cedo que vi nomes conhecidos do tribos entrarem no mundo 44, por isso com respeito por todos os adversários, fomos dando um passito de cada vez, cientes que seria complicado.

9- Primeira guerra oficial contra 14 tribos ao mesmo tempo, como é que o número de tribos adversárias chegou a 14?

Se por um lado o grupo que juntei tinha bons jogadores na fase endurance, por outro tinha alguns dos melhores jogadores no sprint que nos levou desde cedo para top 1. Isso aliado ao facto de eu e o grupo que reuni para este mundo usarmos o mesmo nick desde sempre, para as tribos que estavam próximas de nós foi fácil perceberem que nós seriamos uma tribo dura de ser vencida. Como todas que tentaram ser nossas aliadas foram rejeitadas, as alianças entre todas acabou por surgir naturalmente com objetivo de nos derrotar.

10- A HF foi durante os primeiros 4 meses top1 e os últimos 7 meses top1, que achas destes dados estatísticos?

Acho que isso mostra que a tribo foi bem construída, com equilíbrio de jogadores endurance e sprinters. TOP 1 na fase inicial graças aos sprinters ajudou a atrair bons jogadores que nos eram desconhecidos, e os jogadores de endurance foram cruciais na fase final do mundo. Essas estatísticas mostram também que jogamos contra boas tribos que conseguiram os seus feitos e nos deixaram para trás a certa altura do mundo, mas que com a nossa persistência voltamos ao TOP.

11- Excluindo a HF, qual era a tribo em que vias mais potencial para ganhar o mundo?

Por incrível que pareça via com mais potencial a PIB que se perdeu a meio, e não a SMF que chegou até à final. O motivo da minha opinião é porque a PIB apesar de estar a perder as guerras que se encontrava envolvida, mostrou ter um grupo unido, que bem lapidado poderia dar a reviravolta. Após a fusão com a SMF, eu que assisti de fora penso que começaram os problemas internos, mais jogadores a desistir, e não via grande ajuda entre jogadores EX Pib e os SMF de origem e isso numa tribo pode ser fatal.

12- Segundo palavras tuas, depois da fusão entre PIB e SMF, a HF viu-se com cerca de 25% de dominância. Foi devastador para ti ver que estavam a 5% de dominância de perder o mundo?

Foi devastador ver a diferença em relação ao número de aldeias e principalmente de território. A SMF + PIB nunca chegaram a atingir os 75% numa só tribo pois a fusão foi feita demasiado cedo e não cabiam todos os jogadores numa só tribo, havia muitas barbaras em todos os K. No entanto a nível de território dominado aí sim, os 75% aplicavam-se pois nós só controlávamos o canto nordeste do mundo. Mas se nada fosse feito da nossa parte, e com os surgimento natural de desistências, eles acabariam por conseguir ter os 75% numa só tribo e nem precisavam de nos conquistar aldeias para o conseguir, apenas não nos podiam deixar crescer, e foi um pouco corrida contra o tempo.
E foi aqui que ter um grupo de jogadores já conhecidos ajudou bastante, pois fomos dando força uns aos outros e transmitindo vontade de lutar nem que fosse só para lhes dificultar a vitória que entretanto já estava a ser proclamada e anunciada.

13- Janeiro e Fevereiro, estatisticamente, foram o ponto de viragem do mundo, que se passou durante esses 2 meses?

Como tribo em desvantagem nós fomos focando as nossas energias pelos cantos do mundo, que são por norma e tendencialmente menos reforçados que o centro e neste não foi diferente ainda por cima no centro é onde estavam a maioria da liderança dos inimigos. Como controlávamos menos território acabamos por ficar compactos no mapa e a chegar mais rápido a certas zonas deles que eles com defesa. Quando a SMF nos atacava para nos atacarem com mais força esperavam muitas vezes pelos fulls que vinham do outro lado do mundo a dias de viagem e isso foi-nos dando margem de manobra pois no espaço que eles faziam 1 coordenado grande, nós fazíamos 2 com tudo que tínhamos. A certa altura ao atacarmos como sempre pelas laterais, vimos que a zona estava especialmente bunkada, e foi então que nos começamos a preparar para avançar com tudo pelo centro pois presumimos e bem que estivesse mais desprotegida. E a partir dai as coisas começaram a mudar pois eliminamos um dos Tops deles.
Para isso muito contribuiu o espírito de sacrifício dos meus jogadores. Aqueles que estavam no centro até aquela data praticamente só mandavam limpezas para as laterais do mundo para ajudar nessas alas e aguentavam com os coordenados sem poder dar resposta. A ideia nisso era não dispersar as tropas e avançarmos sempre como um só. Mas esses jogadores com isso foram acumulando nobres, muitos nobres. E nesse coordenado grande ao centro foram enviados perto de 1200 nobres num só jogador no primeiro dia de coordenado graças a essa contenção dos meus jogadores, e ao facto de estarmos a certa altura bloqueados sem ter por onde avançar nem barbaras para conquistar. Com o excesso de nobres podemos fazer algumas jogadas que até ali não tínhamos conseguido.

14- Em Fevereiro já se via a HF no top1, que sentiste nessa altura?

Senti que o esforço estava a valer a pena, e foi um incentivo extra para continuar a dar 100% por este grupo de jogadores fantásticos.

15- Que atitude tiveste quanto aos jogadores que, no inicio, trocaram a HF pela SMF, mas, no final, mostraram arrependimento?

O arrependimento só vem quando te apercebes que mudas para pior. Ninguém é prisioneiro de tribo nenhuma, mas quando uma tribo luta pelos membros, o mínimo que se deve a essa tribo é respeitar, mesmo que a decisão seja abandonar. Quem nos abandonou esperou que fizéssemos coordenado, para nos atacar no nosso interior quando estávamos sem defesa que estaria a proteger a fronteira e sem ataque que tinha seguido no coordenado, e a isso chamo falta de respeito para com uma tribo que sittou e defendeu ataques a esses jogadores quando precisaram. 95% das tribos cairiam com essa jogada, esta não caiu nessa altura devido ao grupo espetacular que me acompanhava. Acabei por dar 2ª oportunidade a um deles, porque precisava da localização dessa conta para desbloquear ainda mais a guerra a nosso favor.

16- De todos os jogadores, qual foi o que mais te surpreendeu ou os que mais te surpreenderam?

Vários jogadores surpreenderam neste mundo, uns pela positiva, outros pela negativa. A destacar alguns seriam os da minha tribo por razões óbvias sobre os quais já fiz uma dedicatória a todos no Fórum externo do mundo 44, todos os membros da minha tribo foram importantes na vitoria. Mas os mais importantes foram sem duvida a minha companheira de liderança, a Desumana que embora pequenina deu o cabo dos trabalhos ao TOP 1 inimigo foi uma autentica muralha naquela zona, e organizou a tribo defensivamente na perfeição. Pedraxix não foi surpresa para mim, já o conhecia de outros mundos, mas é um dos melhores jogadores de tribos de todos os tempos, além de ajudar a moralizar as tropas, dava o exemplo na frente de guerra.
Para terminar o nico pela sua recuperação quando sofreu coordenado interno quando ainda estava nos nossos inimigos PIB, migrou para a nossa beira conquistando meia dúzia de barbaras e revoltado com o que lhe fizeram, e com apoio e ajuda da -HF- fez uma recuperação surpreendente, sendo posteriormente parte fundamental da tribo quer pelo que fazia na sua conta quer pela ajuda que dava a sittar contas sob ataque.

17- Algum conselho a dar a líderes que passem pela vossa situação?

Nunca desistam, se for para perder que seja a lutar sempre. E não importa o numero de aldeias que os outros têm a mais. Ninguém consegue ter 100% das aldeias a trabalhar para a equipa numa tribo, por isso independentemente do número de aldeias que uma tribo tenha, importa aquela que tem mais aldeias a serem usadas para ajudar a tribo, seja a apoiar a fronteira ou a atacar inimigos, pois muitas vezes o que os outros têm a mais não está a ser usado nem para nos atacar nem para apoiar. Façam bem essa gestão, e a gestão da satisfação do vosso plantel e todo o resto vem por acréscimo.

18- Tens algum inimigo em especial que te surpreendeu?

Tive vários a surpreender. Citando 3 deles, o blackshot e thrandir, porque nunca desistiram, chegaram ambos a perder quase a totalidade das aldeias em fronteira num só dia, mas isso não os fez desistir, passado uns tempos estavam de volta, sempre humildes e com respeito por nós, algo que me levou no fim a recrutá-los, -Kirgonix- pela evolução que teve na sua postura no jogo, inicialmente não olhava a meios para atingir os fins, e no fim bem humilde, chegou até a entregar seus próprios espiões.

19- Achas que as coisas seriam diferentes se a SMF tivesse a liderança original/jogadores originais, do mundo 16?

Não, até porque a liderança do mundo 16 estava toda ou praticamente toda cá, pelo menos o fundador Carlos Serra esteve e vieram com todos os principais jogadores desse mundo, ainda recrutaram os jogadores da PIB que continha muitos vencedores do mundo 37 e vencemos.

20- Achas grande ou pequeno o impacto dos eventos nas guerras?

Tem grande impacto. Desde itens para acelerar o recrutamento, a itens de potenciar o ataque ou defesa têm sempre grande impacto.

21- Terminado o mundo, tens planos para o futuro ou vais descansar?

O meu plano para já é somente descansar deste mundo desgastante. No futuro quem sabe não volte com este grupo e agora reforçados com as amizades feitas com jogadores que neste mundo foram nossos inimigos.

22- Já é o 3º mundo que ganhas, 17, 36 e agora 44. De todos, qual achas que foi o mais difícil?

O mais difícil é uma escolha complicada. Posso eleger o mais fácil que foi o mundo 36, que venci sem passar por grandes sobressaltos. Mas tanto este mundo 44 como o 17 exigiram muita dedicação, e muitas horas sem dormir.

23- Antes de terminar, a pergunta do costume. Mudarias alguma coisa no tribos? Se sim, o quê?

Mudaria algumas coisas, uma seria ser apenas permitido comprar nobres passados 90 dias de mundo, para não haver tanto aquelas discrepâncias iniciais em jogadores. Afinal no inicio de mundo é quando os pps fazem mais diferença e desequilibra as guerras. Penso que isso facilitaria até a introdução de novos jogadores ao jogo.
Outra seria ser permitida a troca de itens que se ganham nos eventos entre jogadores da mesma tribo. A certa altura tornar-se-ia importante ter essas opções pois há sempre jogadores que são mais atacados e não conseguem sair para o ataque e para esses jogadores era importante ter itens de defesa, assim como quem parte mais para o ataque convém ter itens de ataque, só para citar 1 exemplo.

Obrigado pela disponibilidade blade20!

 

Entrevista realizada por Ekimilson

A História dos Mundos

Há quase 10 anos atrás, a 12 de Fevereiro de 2008, abre em Portugal o primeiro Mundo de Tribos.
Desenvolvido pela InnoGames, o Tribos é um jogo de estratégia baseado na idade média, em tempo real, onde o objetivo consiste em extinguir as tribos inimigas.

Decorridos quase 10 anos, o servidor Português já conta com 56 mundos e 4.397.496 registos!

Assim, sob forma de curiosidade, foi feito um levantamento estatístico e do historial dos mundos passados tendo-se verificado situações bastante interessantes.


[H10], do Mundo 47, é recordista, tendo sido a tribo mais rápida a fechar um mundo, em apenas 362 dias.
No que diz respeito ao número total de pontos, a a W35T, do Mundo 4, foi a tribo a somar mais, com um total de 1.661.679.159 pontos.
Temos outra recordista se nos centrarmos no número total de aldeias, tendo a .:U:., do Mundo 1, sido a Tribo que mais aldeias conquistou, com um total de 206.864 aldeias.

Portugal possui, sem dúvida, um servidor bastante competitivo, sendo comprovado com o facto de apenas uma Tribo ter alcançado a Vitória em Mundos diferentes.
HMetal é a Tribo que mais vitórias soma no servidor português com um total de 2 títulos conquistados, nos Mundos 19 e 25.

Ainda assim, apesar do elevado número de jogadores, tem vindo a ser possível verificar, quase que numa relação de proporcionalidade direta, que a duração e dimensão dos Mundos do servidor tem vindo a diminuir.
A título de curiosidade, se compararmos as Tribos vencedoras do primeiro (.:U:.) e do último (~TLM~) mundo encerrados podemos verificar que a ~TLM~ alcançou apenas 23% do total de pontos da .:U:., 17% das aldeias totais e a duração do mundo 49 foi de apenas 20% da duração do mundo 1.

Atualmente, oito mundos encontram-se ativos e, certamente, muitas histórias haverão para contar e novos recordes serão alcançados.
O Tribos é um jogo apaixonante e que faz parte do dia-a-dia de muitas pessoas. A alucinante aventura que é debater-se pela vitória de um mundo, move milhares de jogadores a, todos os dias, marcarem a sua presença.

Mas, se há algo que quer numa tribo de um mundo antigo quer numa de um mundo mais recente está, com toda a certeza presente, são os valores coletivos como a união, a entre-ajuda e companheirismo.
Estes são, indubitavelmente, fatores decisivos para que uma Tribo vença.

Votos de um bom jogo a toda a comunidade,
MárioC

Fórum Externo

Cara comunidade, Zeus falou. Disse-nos que existe uma segunda casa a nível de Grepolis, um lugar único e fascinante onde Atenas partilha a sua sabedoria com aqueles que a procuram, o lugar em que Artémis comunica com Hera, até Poseidon juntamente com Hades debatem ideias sobre as suas batalhas. Até parecia uma fantasia mas existe mesmo, sejam bem vindos ao nosso Fórum Externo, esperamos que se sintam em casa e que se divirtam nesta segunda casa onde muitos heróis já deixaram os seus feitos da Grécia Antiga e onde tu podes deixar os teus.
Curioso?  Vê o video aqui

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