Ignorar ataques a chegar!

Boa tarde Comunidade tribal,

A dica que temos para vocês desta semana é sobre ignorar ataques.

Sabias que tem uma opção em que quando ativada, tens a opção de puder ignorar ataques a chegar? Pois é isso mesmo, basta só ires a:

Configurações >> Opções do jogo >>1

E seleccionar a caixinha de Ignorar Tropas a Chegar:2

Feito isto, quando fores aos ataques a chegar, terás novos separadores,3

Logo se tiveres ajuda da torre de vigia, ou caso queiras apenas concentrar-te nos ataques que recebes no próprio dia, não no dia seguinte, basta criar os filtros ou seleccionar os comandos e clicar em Ignorar, que eles desaparecerão da lista de ataques, 4

Depois sempre que quiseres consultar os ataques ignorados, basta seleccionares o separador de ataques ignorados,5

Desta forma focas-te apenas nos ataques laranjas, vermelhos e nos nobres!!

Ekimilson

Entrevista a blade20, líder da tribo vencedora do Mundo 44

Boa tarde blade20!
Primeiramente, em nome da Equipa de Tribos, felicitamos-te pela vitória no mundo 44, parece ter sido feita história no servidor português.

1- Antes de falarmos de tribos, podes falar um pouco de quem és fora do jogo?

Durante o meu percurso no tribos já fui um pouco de tudo fora dele, desde estudante, a desempregado, e agora trabalhador. Felizmente o meu emprego actual obriga-me a estar no computador muito tempo o que me facilita vir dar umas espreitadelas ao jogo.

2- Tiveste mais algum nick para além de blade20?

Joguei no mundo 18 como Pandora corp. a pedido de uns amigos, mas de resto sempre joguei com o mesmo nick, e caso jogue em mais algum mundo o nick blade20 será para manter. É com este nick que fiz coisas boas e más, mas principalmente é este nick que os amigos reconhecem.

3- Qual foi o teu 1º mundo no servidor português?

O primeiro foi o mundo 5, mas quase nem conta porque nem sabia distinguir tropas de defesa de tropas de ataque e entrei nesse mundo já ele ia bem avançado. Onde a dedicação começou a ser maior foi sem dúvida a partir do mundo 12, onde aprendi muito com jogadores como Lili.p, minha líder na altura, ou VITORO, meu companheiro de ataque desse mundo.

4- Quais são as características que mais gostas num mundo?

Uma das que mais gosto será as igrejas, por um lado retiram tropas que podiam ser usadas em guerra mas por outro permite o uso de um maior numero de jogadas estratégicas, além de obrigar até os jogadores mais inexperientes a jogar em núcleos o que acaba por ser benéfico para todos. Depois claro, um bom grupo de adversários é sempre essencial. Não gosto de coisas demasiado fáceis.

5- Para ti, o que é o mais importante numa tribo?

União, jogadores que joguem para a tribo e não o contrário.

6- Como te consideras como líder?

Quem poderia avaliar melhor serão os meus jogadores, eles é que sentiram na pele quando eu estava alegre e quando estava mal disposto. Mas aquilo que procuro seguir é ser o primeiro a fazer aquilo que peço aos meus jogadores, ou seja, dar sempre o exemplo. Depois é ouvir todas as opiniões, desde o jogador mais experiente ao mais inexperiente. Claro que não é possível seguir tudo que nos dizem mas de certa forma cada opinião transmite o que cada jogador sente no papel que esta a desempenhar na tribo, e permite-nos tentar adaptar o que eles gostavam de fazer ao que a tribo precisa.

7- És um jogador mais defensivo ou ofensivo?

Depende um pouco de mundo para mundo, no 44 fui obrigado a ser um pouco mais defensivo devido a desvantagem com que jogamos muito tempo, mas gosto mais de atacar apesar de me considerar melhor defensor que atacante.

8- Happy Friends, desde o inicio achaste que a HF seria a grande vencedora do mundo?

Sempre tive essa esperança e objetivo, consegui reunir um bom grupo de jogadores de mundos por onde já tinha passado antes, desde os velhinhos do mundo 12, aos mais recentes do mundo 36, por isso sempre acreditei. Mas desde cedo que vi nomes conhecidos do tribos entrarem no mundo 44, por isso com respeito por todos os adversários, fomos dando um passito de cada vez, cientes que seria complicado.

9- Primeira guerra oficial contra 14 tribos ao mesmo tempo, como é que o número de tribos adversárias chegou a 14?

Se por um lado o grupo que juntei tinha bons jogadores na fase endurance, por outro tinha alguns dos melhores jogadores no sprint que nos levou desde cedo para top 1. Isso aliado ao facto de eu e o grupo que reuni para este mundo usarmos o mesmo nick desde sempre, para as tribos que estavam próximas de nós foi fácil perceberem que nós seriamos uma tribo dura de ser vencida. Como todas que tentaram ser nossas aliadas foram rejeitadas, as alianças entre todas acabou por surgir naturalmente com objetivo de nos derrotar.

10- A HF foi durante os primeiros 4 meses top1 e os últimos 7 meses top1, que achas destes dados estatísticos?

Acho que isso mostra que a tribo foi bem construída, com equilíbrio de jogadores endurance e sprinters. TOP 1 na fase inicial graças aos sprinters ajudou a atrair bons jogadores que nos eram desconhecidos, e os jogadores de endurance foram cruciais na fase final do mundo. Essas estatísticas mostram também que jogamos contra boas tribos que conseguiram os seus feitos e nos deixaram para trás a certa altura do mundo, mas que com a nossa persistência voltamos ao TOP.

11- Excluindo a HF, qual era a tribo em que vias mais potencial para ganhar o mundo?

Por incrível que pareça via com mais potencial a PIB que se perdeu a meio, e não a SMF que chegou até à final. O motivo da minha opinião é porque a PIB apesar de estar a perder as guerras que se encontrava envolvida, mostrou ter um grupo unido, que bem lapidado poderia dar a reviravolta. Após a fusão com a SMF, eu que assisti de fora penso que começaram os problemas internos, mais jogadores a desistir, e não via grande ajuda entre jogadores EX Pib e os SMF de origem e isso numa tribo pode ser fatal.

12- Segundo palavras tuas, depois da fusão entre PIB e SMF, a HF viu-se com cerca de 25% de dominância. Foi devastador para ti ver que estavam a 5% de dominância de perder o mundo?

Foi devastador ver a diferença em relação ao número de aldeias e principalmente de território. A SMF + PIB nunca chegaram a atingir os 75% numa só tribo pois a fusão foi feita demasiado cedo e não cabiam todos os jogadores numa só tribo, havia muitas barbaras em todos os K. No entanto a nível de território dominado aí sim, os 75% aplicavam-se pois nós só controlávamos o canto nordeste do mundo. Mas se nada fosse feito da nossa parte, e com os surgimento natural de desistências, eles acabariam por conseguir ter os 75% numa só tribo e nem precisavam de nos conquistar aldeias para o conseguir, apenas não nos podiam deixar crescer, e foi um pouco corrida contra o tempo.
E foi aqui que ter um grupo de jogadores já conhecidos ajudou bastante, pois fomos dando força uns aos outros e transmitindo vontade de lutar nem que fosse só para lhes dificultar a vitória que entretanto já estava a ser proclamada e anunciada.

13- Janeiro e Fevereiro, estatisticamente, foram o ponto de viragem do mundo, que se passou durante esses 2 meses?

Como tribo em desvantagem nós fomos focando as nossas energias pelos cantos do mundo, que são por norma e tendencialmente menos reforçados que o centro e neste não foi diferente ainda por cima no centro é onde estavam a maioria da liderança dos inimigos. Como controlávamos menos território acabamos por ficar compactos no mapa e a chegar mais rápido a certas zonas deles que eles com defesa. Quando a SMF nos atacava para nos atacarem com mais força esperavam muitas vezes pelos fulls que vinham do outro lado do mundo a dias de viagem e isso foi-nos dando margem de manobra pois no espaço que eles faziam 1 coordenado grande, nós fazíamos 2 com tudo que tínhamos. A certa altura ao atacarmos como sempre pelas laterais, vimos que a zona estava especialmente bunkada, e foi então que nos começamos a preparar para avançar com tudo pelo centro pois presumimos e bem que estivesse mais desprotegida. E a partir dai as coisas começaram a mudar pois eliminamos um dos Tops deles.
Para isso muito contribuiu o espírito de sacrifício dos meus jogadores. Aqueles que estavam no centro até aquela data praticamente só mandavam limpezas para as laterais do mundo para ajudar nessas alas e aguentavam com os coordenados sem poder dar resposta. A ideia nisso era não dispersar as tropas e avançarmos sempre como um só. Mas esses jogadores com isso foram acumulando nobres, muitos nobres. E nesse coordenado grande ao centro foram enviados perto de 1200 nobres num só jogador no primeiro dia de coordenado graças a essa contenção dos meus jogadores, e ao facto de estarmos a certa altura bloqueados sem ter por onde avançar nem barbaras para conquistar. Com o excesso de nobres podemos fazer algumas jogadas que até ali não tínhamos conseguido.

14- Em Fevereiro já se via a HF no top1, que sentiste nessa altura?

Senti que o esforço estava a valer a pena, e foi um incentivo extra para continuar a dar 100% por este grupo de jogadores fantásticos.

15- Que atitude tiveste quanto aos jogadores que, no inicio, trocaram a HF pela SMF, mas, no final, mostraram arrependimento?

O arrependimento só vem quando te apercebes que mudas para pior. Ninguém é prisioneiro de tribo nenhuma, mas quando uma tribo luta pelos membros, o mínimo que se deve a essa tribo é respeitar, mesmo que a decisão seja abandonar. Quem nos abandonou esperou que fizéssemos coordenado, para nos atacar no nosso interior quando estávamos sem defesa que estaria a proteger a fronteira e sem ataque que tinha seguido no coordenado, e a isso chamo falta de respeito para com uma tribo que sittou e defendeu ataques a esses jogadores quando precisaram. 95% das tribos cairiam com essa jogada, esta não caiu nessa altura devido ao grupo espetacular que me acompanhava. Acabei por dar 2ª oportunidade a um deles, porque precisava da localização dessa conta para desbloquear ainda mais a guerra a nosso favor.

16- De todos os jogadores, qual foi o que mais te surpreendeu ou os que mais te surpreenderam?

Vários jogadores surpreenderam neste mundo, uns pela positiva, outros pela negativa. A destacar alguns seriam os da minha tribo por razões óbvias sobre os quais já fiz uma dedicatória a todos no Fórum externo do mundo 44, todos os membros da minha tribo foram importantes na vitoria. Mas os mais importantes foram sem duvida a minha companheira de liderança, a Desumana que embora pequenina deu o cabo dos trabalhos ao TOP 1 inimigo foi uma autentica muralha naquela zona, e organizou a tribo defensivamente na perfeição. Pedraxix não foi surpresa para mim, já o conhecia de outros mundos, mas é um dos melhores jogadores de tribos de todos os tempos, além de ajudar a moralizar as tropas, dava o exemplo na frente de guerra.
Para terminar o nico pela sua recuperação quando sofreu coordenado interno quando ainda estava nos nossos inimigos PIB, migrou para a nossa beira conquistando meia dúzia de barbaras e revoltado com o que lhe fizeram, e com apoio e ajuda da -HF- fez uma recuperação surpreendente, sendo posteriormente parte fundamental da tribo quer pelo que fazia na sua conta quer pela ajuda que dava a sittar contas sob ataque.

17- Algum conselho a dar a líderes que passem pela vossa situação?

Nunca desistam, se for para perder que seja a lutar sempre. E não importa o numero de aldeias que os outros têm a mais. Ninguém consegue ter 100% das aldeias a trabalhar para a equipa numa tribo, por isso independentemente do número de aldeias que uma tribo tenha, importa aquela que tem mais aldeias a serem usadas para ajudar a tribo, seja a apoiar a fronteira ou a atacar inimigos, pois muitas vezes o que os outros têm a mais não está a ser usado nem para nos atacar nem para apoiar. Façam bem essa gestão, e a gestão da satisfação do vosso plantel e todo o resto vem por acréscimo.

18- Tens algum inimigo em especial que te surpreendeu?

Tive vários a surpreender. Citando 3 deles, o blackshot e thrandir, porque nunca desistiram, chegaram ambos a perder quase a totalidade das aldeias em fronteira num só dia, mas isso não os fez desistir, passado uns tempos estavam de volta, sempre humildes e com respeito por nós, algo que me levou no fim a recrutá-los, -Kirgonix- pela evolução que teve na sua postura no jogo, inicialmente não olhava a meios para atingir os fins, e no fim bem humilde, chegou até a entregar seus próprios espiões.

19- Achas que as coisas seriam diferentes se a SMF tivesse a liderança original/jogadores originais, do mundo 16?

Não, até porque a liderança do mundo 16 estava toda ou praticamente toda cá, pelo menos o fundador Carlos Serra esteve e vieram com todos os principais jogadores desse mundo, ainda recrutaram os jogadores da PIB que continha muitos vencedores do mundo 37 e vencemos.

20- Achas grande ou pequeno o impacto dos eventos nas guerras?

Tem grande impacto. Desde itens para acelerar o recrutamento, a itens de potenciar o ataque ou defesa têm sempre grande impacto.

21- Terminado o mundo, tens planos para o futuro ou vais descansar?

O meu plano para já é somente descansar deste mundo desgastante. No futuro quem sabe não volte com este grupo e agora reforçados com as amizades feitas com jogadores que neste mundo foram nossos inimigos.

22- Já é o 3º mundo que ganhas, 17, 36 e agora 44. De todos, qual achas que foi o mais difícil?

O mais difícil é uma escolha complicada. Posso eleger o mais fácil que foi o mundo 36, que venci sem passar por grandes sobressaltos. Mas tanto este mundo 44 como o 17 exigiram muita dedicação, e muitas horas sem dormir.

23- Antes de terminar, a pergunta do costume. Mudarias alguma coisa no tribos? Se sim, o quê?

Mudaria algumas coisas, uma seria ser apenas permitido comprar nobres passados 90 dias de mundo, para não haver tanto aquelas discrepâncias iniciais em jogadores. Afinal no inicio de mundo é quando os pps fazem mais diferença e desequilibra as guerras. Penso que isso facilitaria até a introdução de novos jogadores ao jogo.
Outra seria ser permitida a troca de itens que se ganham nos eventos entre jogadores da mesma tribo. A certa altura tornar-se-ia importante ter essas opções pois há sempre jogadores que são mais atacados e não conseguem sair para o ataque e para esses jogadores era importante ter itens de defesa, assim como quem parte mais para o ataque convém ter itens de ataque, só para citar 1 exemplo.

Obrigado pela disponibilidade blade20!

 

Entrevista realizada por Ekimilson

A História dos Mundos

Há quase 10 anos atrás, a 12 de Fevereiro de 2008, abre em Portugal o primeiro Mundo de Tribos.
Desenvolvido pela InnoGames, o Tribos é um jogo de estratégia baseado na idade média, em tempo real, onde o objetivo consiste em extinguir as tribos inimigas.

Decorridos quase 10 anos, o servidor Português já conta com 56 mundos e 4.397.496 registos!

Assim, sob forma de curiosidade, foi feito um levantamento estatístico e do historial dos mundos passados tendo-se verificado situações bastante interessantes.


[H10], do Mundo 47, é recordista, tendo sido a tribo mais rápida a fechar um mundo, em apenas 362 dias.
No que diz respeito ao número total de pontos, a a W35T, do Mundo 4, foi a tribo a somar mais, com um total de 1.661.679.159 pontos.
Temos outra recordista se nos centrarmos no número total de aldeias, tendo a .:U:., do Mundo 1, sido a Tribo que mais aldeias conquistou, com um total de 206.864 aldeias.

Portugal possui, sem dúvida, um servidor bastante competitivo, sendo comprovado com o facto de apenas uma Tribo ter alcançado a Vitória em Mundos diferentes.
HMetal é a Tribo que mais vitórias soma no servidor português com um total de 2 títulos conquistados, nos Mundos 19 e 25.

Ainda assim, apesar do elevado número de jogadores, tem vindo a ser possível verificar, quase que numa relação de proporcionalidade direta, que a duração e dimensão dos Mundos do servidor tem vindo a diminuir.
A título de curiosidade, se compararmos as Tribos vencedoras do primeiro (.:U:.) e do último (~TLM~) mundo encerrados podemos verificar que a ~TLM~ alcançou apenas 23% do total de pontos da .:U:., 17% das aldeias totais e a duração do mundo 49 foi de apenas 20% da duração do mundo 1.

Atualmente, oito mundos encontram-se ativos e, certamente, muitas histórias haverão para contar e novos recordes serão alcançados.
O Tribos é um jogo apaixonante e que faz parte do dia-a-dia de muitas pessoas. A alucinante aventura que é debater-se pela vitória de um mundo, move milhares de jogadores a, todos os dias, marcarem a sua presença.

Mas, se há algo que quer numa tribo de um mundo antigo quer numa de um mundo mais recente está, com toda a certeza presente, são os valores coletivos como a união, a entre-ajuda e companheirismo.
Estes são, indubitavelmente, fatores decisivos para que uma Tribo vença.

Votos de um bom jogo a toda a comunidade,
MárioC

Fórum Externo

Cara comunidade, Zeus falou. Disse-nos que existe uma segunda casa a nível de Grepolis, um lugar único e fascinante onde Atenas partilha a sua sabedoria com aqueles que a procuram, o lugar em que Artémis comunica com Hera, até Poseidon juntamente com Hades debatem ideias sobre as suas batalhas. Até parecia uma fantasia mas existe mesmo, sejam bem vindos ao nosso Fórum Externo, esperamos que se sintam em casa e que se divirtam nesta segunda casa onde muitos heróis já deixaram os seus feitos da Grécia Antiga e onde tu podes deixar os teus.
Curioso?  Vê o video aqui

Fórum Externo

Cerco para “totós”


O que é um mundo cerco?


 

Cerco é o nome dado ao ataque a uma cidade com intenção de conquista, ou seja, quando o navio colonizador aterra na cidade adversaria e inicia o processo de conquista com um tempo limitado (dependendo das configs do mundo), e no fim desse tempo a cidade é adquirida por quem envia o Navio Colonizador.

Como quebro/parto um cerco?


 

Um cerco pode ser interrompido de duas maneiras, caso o jogador ataque e destrua as unidades Navais na totalidade (Birremes, Navios Incendiários, Navio Colonizador etc..) e unidades terrestres que apoiem a cidade como espadachins, arqueiros, pegasus etc..

Na normalidade uma cidade em cerco, o jogador que sofre o cerco não tem acesso total há cidade, somente aos comandos da mesma. Caso o jogador possua tropas atacantes de outras cidades que tenha, ou possíveis amigos de aliança (caso pertença a alguma, algo que é importante), podem e devem atacar a cidade e nunca apoiar.

Como ajudar alguém a fazer um cerco?


 

Deveras de sincronizar os ataques com o teu amigo(s), coordenar muito bem os tempos de envio e de chegada há cidade do adversário. Ter uma boa frota de defesa, pois como alguns dizem “No cerco o melhor ataque é a defesa” e vice-versa. Usar as unidades de apoio para apoiar a cidade cercada com unidades terrestres defensivas mistas e essencialmente abastecer navalmente com: Birremes, Navios Incendiários, Hidras, etc..

Posso reduzir o meu tempo de cerco ou ter algum fator surpresa?


 

Sim é possível, utilizando Heróis uma chamada Helena que permite a redução de 5,5% do tempo de Cerco caso evoluas de nível maior será a redução de tempo. Um dos principais fatores de cerco é o fator surpresa que devemos usar que é a forma como enviamos o Navio Colonizador existe outro Herói desta vez a Atalanta que nos permite reduzir o tempo de deslocação das tropas e com isto poderá reduzir o tempo de envio do Navio Colonizador, podendo ir totalmente escondido sem ser perceptível para o adversário.

Artigo de Bicho Bmx

A empresa, o Jogo

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Hoje iremos saber mais da empresa que criou Grepolis.

Grepolis é um dos produtos base da Innogames.

A InnoGames GmbH é um dos principais desenvolvedores e fornecedores mundiais de jogos online – baseados em browser e dispositivos móveis com cerca de 150 Milhões de jogadores registrados.

150 MILHÕES JOGADORES

400 PROFISSIONAIS

30 PAÍSES

6 JOGOS

A empresa é sediada em Hamburgo, emprega mais de 400 profissionais provenientes de 30 países.

Em 2003, os fundadores Hendrik e Eike Klindworth lançaram um jogo online chamado Tribal Wars sendo o mesmo criado nas horas vagas destes dois programadores.

No final de 2005, o jogo alcançou mais de 50.000 jogadores activos. Devido a este sucesso, ambos decidiram se dedicar em exclusivo no desenvolvimento e lançamento de jogos de browser. InnoGames foi fundada no inicio de 2007 para tomar conta da produção e futuro desenvolvimento do jogo Tribal Wars. Desde essa data a empresa já desenvolveu novos jogos e publicou os mesmos em vários mercados pelo mundo.

Em Maio de 2010 o investidor Fidelity Growth Partners Europe (FGPE) juntou-se a InnoGames como um sócio minoritário. Também em 2010 o executivo Gerhard Florin da Electronic Arts se juntou à InnoGames como CEO.

Os jogos que pertencem a empresa são:

  • Tribal Wars – Jogo estratégico que tem lugar na Idade Média
  • The West – Jogo de representação que tem lugar no Velho Oeste (EUA)
  • Grepolis– Jogo de estratégia que tem lugar na Grécia Antiga
  • Forge of Empires– Jogo de Estratégia de desenvolvimento de uma cidade desde a Idade da Pedra até ao Futuro.
  •  Tribal Wars 2– Remake do Tribal Wars
  •  Elvenar – Jogo de Construção de cidades do reino da fantasia.

Agora que sabem mais da empresa na semana que vem falarei do nosso, vosso Jogo – Grepolis.

Boas Conquistas!

Artigo de Corujax

Meios de transporte úteis (ou incomuns) no velho Texas

Sabias que já houveram camelos selvagens que habitaram as planícies do Texas?

Esta foi sem dúvida uma das ideias mais extravagantes da história americana, a Camel Corps USA foi fundada em 1856, em Camp Verde no Texas.transferir-1

Tendo em conta que o sudoeste árido com vastas planícies secas, no Velho   Oeste, era muito parecida com os   desertos do Egito, o Exército americano importou 66 camelos do Médio Oriente .

Estes camelos cuspiam, eram inquietos e desafiavam qualquer ordem. A experiência do uso de camelos por esta altura foi considerada um sucesso.

Quando a Guerra Civil eclodiu, a exploração da fronteira foi reduzida. Depois da guerra, a maioria dos camelos foram vendidos, na sua maioria ao circo “Ringling Brothers “ e outros escaparam para a vida selvagem.

O último avistamento relatado de um no Texas foi em 1941. Presumivelmente, há descendentes remanescentes de membros do Camel Corps que permanecem vivos ainda hoje.

Assim sendo, pode-se considerar que o camelo foi um animal de excelente qualidade no Velho Oeste, apesar de raro a sua qualidade é incontestável.

Coincidência ou não, o Camelo é também um animal raro no próprio jogo, sendo possível adquirir apenas a partir do conjunto de colecionador, sendo assim tão raro e tão útil quer em jogo, quer na realidade do Velho Oeste.screenshot_13

 

 

 

 

Peacemaker (colt.45) – A arma mais usada no Velho Oeste

A arma mais frequentemente usada no Velho Oeste (1850-1890) era a Colt .45, que mais tarde veio a ganhar um apelido irónico de Peacemaker, ou Pacificador, em português.

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Colt do Billy no jogo

O nome Peacemaker surgiu nomeadamente por não haver um Xerife sempre presente para ajudar a população em geral e visto que este foi um periodo com muitos confrontos e as saltos, os donos das quintas precisavam de uma arma para se defender à altura dos agressores, então praticamente toda gente por esta altura possuia uma Colt 45, por ser extremamente fácil de usar e barata e tinha também uma excelente eficácia.

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Colt 45. (Peacemaker) original do Billy the Kid

Este revolver em particular, foi também muito usado por uma figura lendária do Velho Oeste, Billy the Kid, que supõe-se ter adquirido a mesma após ter trabalhado para um agricultor inglês chamado John Tunstall, que foi mais tarde assassinado e por quem Billy the Kid jurou vingança.

ENTREVISTA Tribos: Líder da tribo vencedora do mundo PT 28: -DarK-

ENTREVISTA AO LÍDER DA TRIBO VENCEDORA DO PT28

Antes de começarmos a entrevista, gostaria, em nome do suporte do Tribos, de te felicitar pela vitória conseguida no mundo 28, e agradecer por partilhares conosco a tua experiência enquanto líder da tribo vencedora.
1- Antes de irmos ao factor jogo propriamente dito, fala-nos um pouco da tua vida pessoal. De que te ocupas durante os dias além do Tribos?

Tenho 23 anos, sou web developer e estudante de engenharia informática em regime pós laboral. Para além disso tento estar com a familia e amigos e claro, muita copofonia 😀
2- Qual foi o primeiro mundo que jogaste? Como foi essa experiência inicial?

Entrei em vários mundos mas o primeiro mais a sério foi o pt22. Conheci muita gente e criaram-se laços que ainda hoje perduram.

3- Se tivesses que fazer um auto-retrato sobre a tua liderança, que palavras-chave escolherias e porquê?

Justo, icentivador, liberdade – Penso que sempre fui o mais justo possível no entanto não se pode agradar a gregos e a troianos, sempre tentei icentivar a malta nas alturas mais complicadas, muitos sittings às costas e sobretudo sempre ouvi as opiniões dos outros deixando-os ter liberdade para tomar decisões pois estávamos todos a trabalhar para o mesmo. Mais que um líder, temos de ser mais um a remar para o mesmo lado.
4- Qual foi o vosso primeiro objetivo no mundo enquanto tribo?

Entramos no pt28 como premade, um projeto que incialmente eu só viria ajudar e sem responsabilidades o que passado algum tempo se tornou uma realidade. Com a falta de tempo dos outros líderes, fui digamos que automaticamente nomeado para suportar a tribo provisoriamente o que acabou por durar o resto do mundo.
5- De entre as várias fases do mundo, qual foi a que trouxe mais dificuldades à Velha Guarda?

A fase de que me recordo em que estivemos mais aflitos foi quando um grupo decidiu virar a casaca e começar a apoiar o inimigo. Para ajudar tinhamos uma fronteira enorme e que muitos de nós estavamos em várias zonas a defender ao mesmo tempo. A juntar a isso temos os inativos que são sempre complicados de gerir, nunca sabemos se voltam mesmo, se devemos absorver ou tentar segurar o maximo a conta.
6- Houve alguma coordenado vosso que tenha corrido menos bem? Como fizeste para inverter a situação?

Houve coordenados a não conquistarmos nada ou simplesmente conquistar uma aldeia ou duas. A solução foi reunir novamente a malta e voltar a atacar, podemos nao conquistar mas matamos defesa e uma coisa todos sabíamos, a defesa demora mais a refazer logo era uma questão de tempo até conseguirmos aquilo que queríamos – destruir os bunkers. Entretanto variávamos nas frentes para mexer com a defesa deles, atacávamos aleatoriamente etc. Foi muito tempo de jogo como podes calcular foram inumeros coordenados das mais diversas formas inclusive a forma descoordenada 😀 (simplesmente tudo para cima deles!!! carreguem-lhes!)
7- Qual foi o vosso coordenado mais bem sucedido em termos de aldeias conquistadas?

… difícil escolher um, todos foram importantes para o chegarmos onde chegamos. Pelo menos sempre foi esse o nosso pensamento. Ganhar, ganhar e ganhar.
8- Podemos afirmar que a tribo que mais vos atrasou na chegada à vitória no mundo foi a 666, ou consideras que houve outra mais complicada?

Obviamente a 666 foi a mais complicada pois para além de ter sido nossa aliada a maior parte do tempo do mundo e ter forçado uma guerra connosco criando conflitos constantes (devido a alguns membros que tinha na altura amigos da antiga RUN). Tambem a RUN foi uma guerra forte e que durou bastante tempo. Esta já teria rivalidade com muitos de nós uma vez que muitos deles tinham sido adversários da Velha Guarda no pt22 de onde viemos vários jogadores.
9- Quais são os colegas em quem mais confias no Tribos e na Velha Guarda e que te ajudam nos períodos difíceis do jogo?

São muitos, muitos assim como eu já estão reformados do jogo outros não sei do que é feito deles pois apesar de termos os contactos uns dos outros cada um tem a sua vidapessoal fora do jogo e à qual se dedica agora. Mas alguns nomes são Biogul, Dj Fénix, 4SakenMafia, AntunVanOut, Tekker3000, Skyblue entre muitos outros não menos importantes mas estes foram aqueles que sempre estiveram lá para o que era preciso. Desde planear coordenados, defesas, segurar uma conta, atacar com outra etc etc. contudo todos foram fundamentais para vencer o mundo. A todos as maiores felicidades e preparem-se pois um dia podem ser convocados para mais uma guerra!
10- Jogas atualmente em algum mundo ou pensas vir a jogar?

Para já não estou a jogar em nenhum mundo pois a minha vida não o permite. No futuro nunca se sabe senão voltamos a entrar todos para vencer mais um :p
11- Que ensinamentos achas que deves deixar aos aspirantes a líderes do servidor português?

Levem as coisas com calma, respeitem-se uns aos outros, sejam pessoas de palavra e unidos aos vossos membros. Não se esqueçam que podem ser lideres mas tambám são mais um soldado a lutar ao lado deles. Divididos cairemos, unidos venceremos.
12- Para terminar, o que mudarias no jogo?

Penso que o jogo está ir muito para o caminho de quem tem dinheiro é que ganha servidores, compreendo que o jogo tem custos mas não precisam de abusar. Estão a afastar quem vem jogar pelo divertimento e pela competição para ficarem apenas com quem gasta dinheiro à parva aqui. Tornaram um ciclo vicioso, se o jogador A gasta X, o jogador B 90% das vezes terá de o fazer também para o acompanhar. Basta avaliar os inicios dos mundos, quem compra muito recurso facilmente se destaca dos outros. É a diferença entre demorar 1 semana até a primeira conquista ou demorar 1 mês.

A Helénica

Olá Maltinha do Blog,

Trago-vos hoje uma novidade para a comunidade Grepoliana!

Como já tinham sido informados no decorrer do ano 2016 iriam existir grandes novidades no jogo, mas também fora dele já está On-Line o novo Fórum Externo com uma maior versatilidade e futurismo apresentado, mas a nossa equipa não ficou só por aqui, decidiu ir um pouco mais além…

Apresentamos-vos assim a mais recente novidade a Helénica.

O que é a Helénica?

A Helénica é um jornal que fala um pouco de tudo, engloba assuntos do jogo, política, desporto, anedotas e outros passatempos. O objetivo deste jornal passa para dar algum conforto aos leitores, será de uma leitura fácil para proporcionar fontes de relaxamento e descontração ao jogador e também ficar a par das novidades, também nunca esquecendo a comunidade Emigrante que joga o jogo no nosso Servidor.

Agora basta ficarem atentos, ao nosso fórum e redes-socias que irá ser lançado o jornal mensalmente com as mais recentes novidades, até lá divirtam-se no jogo e no nosso blog.

Vê a primeira edição aqui:

Aqui podes consultar artigos, entrevistas e dicas sobre o teu jogo favorito.