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Páscoa – A Ressurreição de Jesus

“No primeiro dia da semana, muito cedo, as mulheres foram ao sepulcro, levando os perfumes que haviam preparado. Encontraram removida a pedra da porta do sepulcro e, entrando, não acharam o corpo do Senhor Jesus. Estando elas perplexas com o caso, apareceram-lhes dois homens em trajes resplandecentes. Como estivessem amedrontadas e voltassem o rosto para o chão, eles disseram-lhes: «Porque buscais entre os mortos aquele que está vivo? Não está aqui, mas ressuscitou! Lembrai-vos de como vos falou, quando ainda estava na Galileia, dizendo que o Filho do Homem havia de ser entregue às mãos dos pecadores, ser crucificado e ressuscitar ao terceiro dia.»

Recordaram-se, então, das suas palavras. Voltando do sepulcro, foram contar tudo isto aos Onze e a todos os restantes. Eram elas Maria de Madalena, Joana e Maria, mãe de Tiago. Também as outras mulheres que estavam com elas diziam isto aos Apóstolos; mas as suas palavras pareceram-lhes um desvario, e eles não acreditaram nelas. Pedro, no entanto, pôs-se a caminho e correu ao sepulcro. Debruçando-se, apenas viu as ligaduras e voltou para casa, admirado com o sucedido.”

Esta citação bíblica (Lc 24, 1-12) relembra-nos a ressurreição de Jesus Cristo. Esta morte deu-se no terceiro dia após a sua morte, e é simbolizada pelos cristão como a Páscoa.

Porém a história da Páscoa é anterior a Cristo. Esta era uma prática judaica onde os judeus comemoravam a libertação e fuga do seu povo escravizado do Egipto. Páscoa significa passagem, e este sentido é dado não apenas pela libertação do povo judeu, mas também pela passagem de Inverno para Primavera.

Porém não se deve confundir a Páscoa Cristã com a Páscoa Judaica (Pessach – origem da palavra Páscoa) embora a Páscoa derive de Pessach não são a mesma coisa. Enquanto que os cristão celebram a ressurreição de Jesus, os Judeus celebram em lembrança da morte dos primogénitos do Egipto e da libertação dos Israelitas.

Num dos meus artigo (Sim, é Carnaval) eu referi como era calculada a Páscoa, voltando a relembrar, a Páscoa celebra-se no primeiro domingo após a primeira lua cheia que se segue ao Equinócio de Primavera. Por outras palavras, há dois dias do ano em que o dia tem a mesma duração que a noite (Equinócio de Primavera e Equinócio de Outono), e isto marca a mudança de estação. A Lua tem várias fases, sendo uma delas a lua cheia, ora, a Páscoa dá-se, pois, no primeiro domingo após a primeira lua cheia seguida do equinócio primaveril.

Desejo-vos, em nome de toda a equipa de suporte,  uma santa e feliz Páscoa a todos, a cristãos, a judeus, a muçulmanos, a outros fiéis, a ateus e a agnósticos também.


Sexta-Feira Santa

A pedido do povo e dos Sumo Sacerdotes Caifás e Anás,  Pôncio Pilatos ordenou que Jesus fosse crucificado.

A Crucificação era um método de execução tipicamente romano. Pensa-se que foi  criado na Pérsia. Este acto começava com a flagelação do castigado, após este ter despido as suas vestes. Os soldados fixavam pregos, pedaços de ossos, entre outras coisas, nos seus açoites. Esta tortura era, por vezes, tão forte que os castigados morriam durante a execução da mesma. Após isto, seguia-se a crucificação.

Este método tem uma enorme influência do Cristianismo, uma vez que Jesus foi crucificado.

Após Cristo ter sido flagelado e coroado pelos soldados, Pilatos tentou a sua libertação, apelando ao facto de todos os anos soltar um prisioneiro, e nesse ano poderia ser  Jesus o libertado. O povo, no entanto, insistiu na crucificação do Filho de Maria, pedindo a libertação de Barrabás . Seguiu-se pois a crucificação, no Calvário. Jesus foi pregado na cruz, e assim morreu. Removeram-no da cruz e sepultaram-no.

Nos dias de hoje, este tempo de quaresma é imensamente vivido pelos cristãos havendo, inclusive, procissões. Um pouco por todo o mundo, os passos de Cristo no caminho para a cruz são recriados pelos fiéis. Em Jerusalém, milhares de peregrinos encheram as ruas da Cidade Velha e o Santo Sepulcro. Nas Filipinas fiéis flagelam-se e outros crucificam-se. Em Portugal, posso falar-vos do Enterro do Senhor, em Braga, ao qual já assisti e digo-vos que é interessante, e se um dia tiverem oportunidade de visitaram a cidade dos Arcebispos, venham nesta altura.

Walking on Six!

Depois de escrever umas palavras sobre a versão 6.0, com o objectivo de informar os leitores do blog sobre as novas funcionalidades desta versão, decidi então vasculhar a opinião de diversos jogadores, moderadores do fórum, moderadores do jogo, co-administradores e até o administrador.

Foi então que abracei este artigo com o intuito do revelar a opinião dos mais variados usuários, moderadores, e até administradores.

Optei por ser breve nos inquéritos, mas objectivo. Aos jogadores fiz três perguntas, e aos restantes apenas uma.

Começando pelo lado dos usuários, inquiri o BrunoFF, o Sir Filip, o Tschüss e o Infectedking. Usei três meras perguntas:

  • O que acha da versão 6.0?
  • Acha que o Tribos melhorou em relação à versão anterior?
  • Tem dúvidas sobre a versão 6.0? Se sim, quais?

Começando pela  primeira e  mais obvia pergunta, Tschüss disse-me que era um passo em frente na optimização do Tribos, nomeadamente o sistema de reservas, tal como Sir Filip e BrunoFF que elogiaram o sistema de reservas, Infectedking adjectivou esta versão com algum potencial.

Em relação à pergunta que se seguiu – Acha que o Tribos melhorou em relação à versão anterior? – todos responderam que sim, uns mais enfaticamente do que outros, mas o opinião geral foi positiva.

Por fim, sobre as dúvidas, ficou-se pelo cinquenta/cinquenta, Tschüss e Infectedking afirmaram não ter dúvidas sobre esta versão, e BrunoFF e Sir Filip disseram ter ainda algumas dúvidas sobre o acampamento.

Quanto aos restantes, isto é, quanto aos moderadores do fórum, os moderadores do jogo, os co-administradores e o administrador obtive respostas concretas quanto a esta nova versão. Shanan disse-me que gostava imenso, Rafita King está um pouco cauteloso quanto aos acampamentos, Aquarius optou por dizer que os acampamentos são uma fonte de novas estratégias, embora seja um pouco complicado de usar devido à necessidade de cunhar moedas. Arodrigues afirmou enfaticamente que esta versão é uma das mais interessantes que surgiram no TW, Ogait87 gostou da implementação do sistema de reservas e do acampamento. Por fim, o administrador Ricardo disse-me que a versão 6.0 veio trazer aquilo que sempre foi pedido e suplicado.

No meu caso, à semelhança dos anteriores, gostei bastante do sistema de reservas, embora ainda haja jogadores “às escuras”.

A última ceia

Foi mesmo antes de morrer, mesmo antes de ser levado pelos soldados, mesmo antes de ir para o monte das oliveiras que Jesus de Nazaré fez a sua última ceia com os seus doze apóstolos.

Estamos já habituados (os cristãos) a ouvir a citação que narra os acontecimentos desta ceia: “Jesus pegou no pão em suas mãos, deu graças e disse aos Seus discípulos: “Este é o meu corpo que será entregue a vós”. Do mesmo modo, ao fim da ceia, Ele pegou o cálice em suas mãos, levantou ao alto e disse aos seus discípulos: “este é o meu sangue, o sangue da vida que será derramado por vós.”

Pelo que se conta, esta última ceia teve lugar numa sala, hoje chamada de Sala da Última Ceia, no Monte Sião.

Esta ceia, Jesus fez referência que um dos doze o iria entregar. Esse apóstolo era Judas. Não irei abordar este tema, pois aqui entram em cena questão da liberdade do Homem ( se Jesus sabia o que iria fazer Judas, então é porque já estava escrito, por isso ele foi, como que, “obrigado” a fazê-lo).

Esta ceia é, nos dias de hoje, simbolizada nas nossas igrejas – A Eucaristia. Segundo a Igreja Católica, a Eucaristia é um do Sete Sacramentos. O Papa João Paulo II dizia que a Eucaristia é verdadeiramente um pedaço de céu que se abre sobre a terra; é um raio de glória da Jerusalém celeste, que atravessa as nuvens da nossa história e vem iluminar o nosso caminho.

Segundo a Igreja Católica há uma  presença real de Cristo, em seu corpo, sangue, alma e Divindade após a transubstanciação do pão e do vinho, ou seja, a aparência permanece de pão e vinho, porém a substância se modifica, passa a ser o próprio Corpo e Sangue de Cristo.

No Protestantismo (outra vertente do Cristianismo), a  Eucaristia também é vista como um sacramento. O entendimento da ceia, nas igrejas Luteranas, é dado como essência ou substância do corpo de Cristo, e não transformada no mesmo. A essa forma de entendimento dá-se o nome de consubstanciação.

Dentro do Evangelismo  a Eucaristia é chamada  geralmente por “Santa Ceia” ou “ceia do Senhor”.

Leonardo Da Vinci tem uma representação desta última ceia, ao qual vos deixo a imagem, porém, não venham falar no Código Da Vinci.

Quem és tu, Versão 6?

Mais uma versão para o Tribal Wars… a esta chamam-lhe 6.0 e trouxeAldeiabastantes melhorias ao nosso jogo.

Foi  no vigésimo quinto dia do segundo mês do ano corrente, simplificando, a 25 de Fevereiro de 2010 que abriu o mundo 16, trazendo consigo a Versão 6.0 com melhorias como o tão aguardado Sistema de Reservas, a possibilidade de atribuir cores aos grupos, alteração da cor das aldeias neutras, possibilidade de uma pré-visualização  de uma mensagem que queremos colocar no fórum da nossa tribo, e muitos mais afins… sem esquecer, claro, os acampamentos.

Descendo e vasculhando a particularidade das alterações e modificações a que mais polémica soa é o Sistema de Reservas. Não menosprezando os acampamentos, mas o sistema de reservas facilitou a organização das tribos neste parâmetro de reversas e conquistas. Com este modelo utilizado, que é ainda simplificado aos utilizadores de conta premium, uma vez que lhes permite fazer uma reserva directa da aldeia. Também considero esta uma brilhante mudança pois terminaram (espero) as discussões dentro da tribo, infantis e desnecessárias sobre a posse de uma aldeia –  “Aí eu reservei primeiro…”, “Mas eu baixei primeiro a lealdade…” , “Tu puseste uma barra (/) e não um traço (|)…” – enfim…salvaguarda a paciência dos líderes e dos moderadores do fórum de qualquer tribo.

Prosseguindo nas mudanças e arrumações, o que se segue são os acampamentos. Suponho que a maior parte dos jogadores do mundo 16 (único mundo do servidor português com acampamentos) não sabe como utilizar esta nova ferramenta que temos à disposição. Antes de mais convém saber como construir/montar os acampamentos militares de uma tribo. Ora bem, para tal há necessidade de haver uma cunhagem de moedas por de parte dos membros da tribo – são necessárias 100 moedas de ouro. Após a criação do acampamento (o que é necessário permissões para tal), os membros da tribo podem enviar tropas para lá, e de movimentar as suas tropas, tanto para ataque, como para defesa. Com isto o tempo de apoio/ataque é reduzido, mas cada jogador pode mover as suas próprias tropas.

De uma forma mais geral, queria salientar as restantes alterações, sendo elas: o melhoramento do Login; a criação de uma versão móvel do Tribal Wars;  melhoramento no recrutamento (para conta premium);  notificação sobre uma aldeia reservada (somos avisados quando atacamos uma aldeia reservada por um membro da nossa tribo); pré-visualização de uma mensagem no fórum da tribo; solicitação de apoio mais rápida e eficaz (para conta premium); as alterações na cor das aldeias neutras e a possibilidade de atribuir cores aos grupos; atribuição da religiosidade automática no simulador, quando os batedores a detectarem; e por fim, e-mails de notificação quando o armazém atinge o limite de capacidade, ou quando fica inactivo, caso o deseje receber.

São mudanças que vêm a acontecer de versão em versão e que tornam um pouco diferente o jogo.

Sim, é Carnaval.

“Então? Vamos correr o Carnaval?”, “De que te vais mascarar este ano?”

Sim, é Carnaval.

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Não sou grande amante do Entrudo, mas os três dias em que um estudante fica na caminha, preso ao PC valem a pena, ou talvez não…

É, de facto, uma altura pequena mas alegre, em que tudo gira em volta da fantasia e da imaginação. Ora Super-Homens, Homens-Aranha, Peter Pans ou Princesas para os pequenos, e fatinhos de mulher, Padres e afins para os graúdos.

Uns desfiles e umas serpentinas… É tempo de festa.

Mas como começou esta festa?

Predispus-me a elaborar o meu primeiro artigo no Jornal, e há que fazer algo em grande. Fui “bisbilhotar ” as ilusões carnavalescas de cinco usuários do Fórum Tribos, sendo as minhas vítimas a Moderadora Shanan, o “brazuca” Uchitel, a Master Owl, o Goncalo.n.rocha, e o Pistas.

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Fiz algumas perguntinhas às minhas vítimas, sendo que as respostas foram curiosas, interessantes, e com imensa variedade.

Primeiramente perguntei aos seleccionados o que sabiam sobre as origens do Carnaval. A nossa moderadora respondeu-me que o Carnaval surgiu no século XI, a partir da implantação, da Semana Santa pela Igreja Católica, antecedida pela Quaresma, a que Mastel Owl acrescentou a vivência actual – Hoje em dia, para nos, é uma época festiva onde vários países a comemoram independentemente das crenças religiosas. O nosso brasileiro optou por contar as influências do grande festival carnavalesco do Brasil dizendo que o Carnaval chegou ao Brasil em meados do século XVII, sob influência das festas carnavalescas que aconteciam na Europa. Os outros dos seleccionados partilham da mesma opinião.

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E é realmente o que se passa, o Carnaval é um dia precedente à Quarta-feira de Cinzas que inicia a entrada na Quaresma por parte dos Cristãos, onde ocorre a desligação de determinados prazeres, sendo o tradicional a carne, de onde origina o nome da festa.

Certamente estão se a perguntar como se calcula o Carnaval. Mas eu também pouco sabia, e após uma pesquisa, o que vos posso afirmar é que o Carnaval antecede a Páscoa em 47 dias, e esta é realizada no primeiro domingo após a primeira lua cheia, depois do equinócio de Primavera.

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“Bisbilhotando” continuadamente, não hesitei em perguntar sobre os hábitos dos participantes. Há excepção da Mastel Owl, nenhum dos inquiridos elogiou as máscaras desta época, mesmo já não se mascarando. Pistas referiu que tinha por hábito fazê-lo, mas já não o faz actualmente, tal como Mastel Owl. O goncalo.n.rocha respondeu que gostava imenso de ver os seus filhos mascarados, enquanto que Uchitel falou-me dos desfiles que via no Brasil mas não tem grande interesse nesta época de máscaras, dizendo o mesmo a Shanan que nunca fui muito adepta do Carnaval. E há semelhança destes dois últimos, eu próprio já gostei mais do Carnaval, nos tempos de “Primária” (bons tempos).

Mas fui mais longe no inquérito, e decidi perguntar aos inquiridos como é que eles “viviam o seu Carnaval”.   Todos responderam que passavam o Carnaval observando os desfiles, que são bem simpáticos, cómicos e com uma boa quantidade de estética. Mais uma vez referiram que não se mascaram, e goncalo.n.rocha falou novamente da sua vivência em família.

Tendo em conta que as minhas vítimas não vivem intensamente o Carnaval, decidi perguntar-lhes o que é realmente para eles o Carnaval, que significado desce sobre eles. Pistas disse muito directamente que o Carnaval é festa, e goncalo.n.rocha tocou no assunto e acrescentou folia, alegria, fantasia e serve para desanuviar. Por sua vez, Shanan disse que aproveitava para tirar férias, e Uchitel defendeu que significa uma confraternização apenas com a família. A Master Owl demonstrou-se a mais adepta do Carnaval e disse que o Carnaval é a festa onde se pode ser o que nos apetecer.

E por fim terminei o inquérito aos seleccionados. A divergência não foi muita, e pode verificar que o Carnaval pouco atinge os graúdos, mas alegra os mais pequenos e É a festa onde se pode ser o que nos apetecer.

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A Equipa de Suporte deseja um excelente Carnaval, cheio de alegria e fantasia.