Todos os artigos de cukacuks

SHELDON BLAKE – Capitulo II – A armadilha

 

Ficção da autoria do jogador Antoniomanu

The Shooter andava à procura do Governador e quando o encontrou, apontou-lhe a pistola na cara e caiu. Foi o Xerife da cidade que o alvejou.

– Tudo Bem Ricky? Perguntou o Xerife (recém chegado).

– Tudo óptimo.  – Disse Ricky.

– Que aconteceu? – Perguntou Johny.

– Foi o The Shooter que veio e “Tum Tum” caiu no chão.  – Disse Sheldon.

The Shooter foi parar à prisão, e Johny e Sheldon foram contar à irmã deste último, o que tinha acontecido.

– Onde está ela? – Perguntou Johny.

– Desapareceu!!!!! – Disse Sheldon.

Johny encontrou uma carta que dizia:

Querido Sheldon, sei que foste tu que prendeste o meu marido o The Shooter, e por isso raptei a tua irmã. Se a quiseres ter de volta vem ter  à montanha DeadEye já!

Assinado: Sara Kringle

Sheldon e Johny foram ao DeadEye e encontraram Sara e o seu irmão Peter Kringle com a irmã de Sheldon.

– Está aqui a tua irmã mas só a vais ter se me derrotares num Duelo de Saque Rápido (Showdown), porque eu sou a mais rápida a sacar a pistola. Disse Sara.

– Veremos! – Disse Sheldon.

Fizeram um duelo mas Sara não se apercebeu que Sheldon deu um tiro na mão dela, o que fez com que a sua pistola caisse ao chão.

– Liberta a minha irmã. –  Disse Sheldon.

Peter agarrou na sua irmã e fugiu no seu cavalo a rir.

Sheldon achou esquisito o riso e, logo se apercebeu que aquilo era tudo uma armadilha, pois havia imensas velas de dinamite à sua volta.

Que acontecerá?

Continua…

Sheldon Blake – Capitulo I Concurso de pistoleiros e o começo da guerra!

Ficção da autoria do jogador Antoniomanu

 

Sheldon Blake, um rapaz com muita mira queria ser um herói, por isso foi a um concurso de pistoleiros.

Ganhava sempre até que chegou a final contra Johny Black o melhor pistoleiro da cidade.

Foi renhido porque ambos acertavam sempre no 10, até que houve um tiro fortuito, vindo do público que alvejou o Governador.

Sheldon e Johny foram junto do Governador.

– Tem… qu… seg… aque…cavalo – Disse o Governador quase morto.

E ambos foram atrás do cavalo.

Então vocês é que são os melhores pistoleiros da cidade não é? – Disse o Bandido.

– Sim somos, e se te armas em esperto levas já um tiro na cabeça – disse Johny.

– Gostava de ver isso! … que eu sou “The Shooter” o melhor duelista de todos os tempos.

O The Shooter dispara então dois tiros em quase meio segundo, um acerta de raspão no Johny, mas o outro acerta na coxa de Sheldon que o faz cair do cavalo.

– Sheldon!!!! Gritou Johny

– Estou bem, só acho que não me consigo levantar – Disse Sheldon.

Johny deixou fugir o The Shooter e foi ajudar Sheldon levando-o ao médico da cidade.

Já no consultório médico:

– Não és aquele senhor que foi alvejado no concurso? – Perguntou Sheldon

– Sim sou. Chamo-me Rick James, mas todos me tratam por Ricky James. Sou o Governador da cidade aqui ao lado.

– Conhecia aquele bandido? Perguntou Sheldon.

– Sim! … o The Shooter o pior bandido de sempre. Já acabou com 49 cidades.

Enquanto Sheldon e Ricky falavam ouviram um tiro era o The Shooter.
Que acontecerá?

Continua…

Wild Bill Hickok

Olá a todos, hoje apresento-vos a primeira crónica (de muitas) do The-West!

Vou falar-vos de uma das grandes lendas do oeste americano. Julgo que todos os jogadores do The-West deverão saber um pouco mais sobre as grandes histórias de cowboys por isso hoje deixo-vos aqui o nome Wild Bill Hickok. Conhecem?

Wild Bill Hickok nasceu em Homer, Illinois a 27 Maio de 1837 com o nome de James Butler Hickok, que mais tarde viria a ser Wild Bill Hickok. Morreu a 21 de Agosto de1876, e foi tido como um dos melhores pistoleiros do oeste americano.Hickok tornara-se num bom atirador desde muito jovem.

Com 18 anos de idade, teve uma zaragata com Charles Hudson e ambos caíram num canal. Pensando que tinha morto Hudson, Hickok fugiu e juntou-se ao Exército do Estado Livre do General Jim Lane (“The Red Legs”), onde viria a conhecer o jovem William Cody, mais tarde conhecido por “Buffalo Bill“.

Em 1859, tornou-se condutor de diligências numa companhia de transporte do Kansas. Em 1861, já com bigode, envolveu-se num tiroteio chamado “o incidente McCanles”, foi a partir daí que começou a ser conhecido por “Wild Bill”. A imagem de marca de Hickok está principalmente ligada a este tiroteio.

Em 21 de Julho de 1865, em Springfield , Hickok matou num duelo Davis Tutt, um velho amigo que, depois de algumas desavenças  pessoais, se tornou seu inimigo.

Hickok envolveu-se nas guerras contra os índios e serviu como batedor do general Custer.

Na guerra civil Hickok serviu com a União em Kansas e Missouri. Estabeleceu uma grande amizade com “Buffalo Bill Cody”, Robert Denbow e David L. Payne, todos eles batedores do Exército.

Em 1876, foi-lhe diagnosticado uma doença.

Em 21 de Agosto de 1876, enquanto jogava póquer Hickok não encontrou vazio o seu lugar habitual (de costas para uma parede e de frente para a porta), e então sentou-se de costas para a porta.

Recebeu um tiro na cabeça, dado por Jack McCall. A lenda diz que Hickok estava a jogar póquer quando foi morto, e que segurava um par de ases, um par de oito e uma dama. Essas cinco cartas ficaram conhecidas como a “Mão do Homem Morto” (Dead Man’s Hand).

Depois de dois julgamentos, McCall foi enforcado.

 

Ensinamento que tiro desta história de vida:

“ Nunca vires as costas aos teus inimigos, enfrenta-os “


 

 

 

 

Túmulo de Will Bill hickok

 

Bom jogo a todos!

MC

 

Especialização de tropas

Objectivo de tropas (por cidade):

No que toca à quantidade mínima exigida está terá quer ser:

Cidades Navais – ≥ 250 Faróis / Birremes

Cidades terrestre:

• Defesa – 600 mistas (espadachins, arqueiros e Hoplita + 110 barcos rápidos)

• Ataque – 600 mistas (300 cavaleiros, 300 fundibulários + 110 barcos rápidos + 20 ~ 50 faróis)

Nota: Existem determinadas unidades que não tem qualquer interesse ter. São elas:

Trirremes e Incendiários são muito lentos, gastam muita população e recursos não sendo por isso viáveis. No caso dos trirremes apenas se pode considerar fazer alguns no caso de mundos com sistema de revolta desactivo (= cerco) no caso da revolta não tem qualquer significado. A vantagem dos trirremes é que tanto podem atacar como defender, i.e., se a cidade tiver alguns faróis os trirremes podem conseguir destruir os mesmos e caso o cerco sofra ataque eles tem também valores de defesa enquanto o resto dos apoios não chega a cidade. Mas tal como informei não deve existir tropas full de trirremes. Os incendiários são barcos incendiados que supostamente quando em contacto com outros barcos pega-lhes fogo destruindo os mesmos. No caso do Grepolis ele apenas destróis faróis na proporção de 1:1 não destruindo bt’s nem mesmo colono. Não podem atacar sendo exclusivamente de defesa e como são extremamente lentos não convém move-los da cidade de origem. Considero uma unidade sem qualquer valor no jogo.

Os Birremes, ao contrário da crença popular, não são unidade de defesa de faróis mas sim de colono. Cada farol elimina birremes na proporção de 1:3.

• Certos divinos também não valem a pena fazê-los devido a quantidade de população + valor de pts divinos utilizados. As unidades que mais utilidade tem são os pégasos e centauros, no caso da defesa, Manticoras, no caso de ataque, e, por vezes dependendo da situação do server em si Cérberos e Hidras. Todos os outros não tem qualquer valor. Mais a frente falarei sobre unidades mitológicas até lá ficam com esta nota.

Nota: Muitos jogadores usam a técnica de especialização completa nas cidades, isto é, produzem apenas um tipo de tropa na cidade o que, em caso de ataque, e muito fácil a conquista da mesma devido a defesa não se encontrar equilibrada. Se gostam de jogar assim, o meu conselho, é que usem cidades puramente especializadas em zonas, onde a presença da vossa ally, seja superior a 85% diminuindo assim as hipóteses de serem conquistados pois podem pedir apoios rapidamente. Enquanto nas outras cidades mantenham defesa equilibrada ou ataque equilibrado dependendo de que especialização seja a vossa cidade.

Relembro que isto é apenas um modelo, a maneira de jogar depende de cada um de nós desde como o gostamos de fazer (mais atacante ou mais defensivo) passando pelo próprio server em si (mais activo, mais pacifico);

No fina,l o jogo é vosso e apenas vocês saberão como o efectuar! 

O que fazer em cada ilha:

As ilhas como todos sabem são ricas em determinado mineral e pobres em outro. Dependendo do que a ilha dá a mais especializamos as cidades dependente a esse valor.

Assim sendo temos:  

Defesa Terrestre:

+ Pedra (Hoplitas)

+ Prata (Bigas, Espadachins e Arqueiros)

Cidade Navais:

Ataque:

+ Madeira e – Prata

+ Pedra e – Prata

Defesa:

+ Madeira – Prata

+ Pedra – Prata

 

Bom Trabalho! Bom Jogo!

Vânia Pereira

 

 

Entrevista a lobito–23


A equipa de conteúdos do Tribos agradece desde já toda a disponibilidade do lobito–23
 para responder às nossas questões e pela partilha de conhecimento, uma mais valia, com toda a comunidade Tribos.

1-Pode-nos dar uma breve introdução ao seu começo no tribos? (Como teve conhecimento do tribos? O que o motivou e como aprendeu a jogar?)

Comecei a jogar tribos a mais ou menos 9 anos, e tive conhecimento deste jogo através do meu irmão que era viciado nele, eu como o via a jogar muito e tinha tempo aprendi com ele a jogar. De início parecia um jogo chato, mas com o passar dos tempos fui-me viciando…

2-Primeira tribo?

Sinceramente não me lembro.

3-Estilo de jogo?

Atacante, de início só fazia tropas de defesa mas com o passar dos tempos percebi que o interesse do jogo era atacar…

4-Primeiro nick? 

lobito23

5-No pt17 conseguiu chegar às 3839 aldeias. Como se gere tanta aldeia?

Hoje em dia e fácil gerir esse número de aldeias devido as muitas funcionalidades que os pp nos dão, se fosse a 9 anos atrás não sei como conseguiria. 

6-Que tempo dedicou ao tribos para manter e evoluir o seu jogo?

Dediquei tempo de mais, mas por mais incrível que parece dediquei mais tempo em contas de sitters a defender ataques do que na minha.

7-Foi líder da tribo TW que venceu o mundo pt17. Quais foram os maiores desafios que enfrentou enquanto líder?

Tw foi uma tribo que foi criada para acabar com o mundo, por isso não poderei falar dessa tribo mas sim da *fot*. Os maiores desafios que eu, e outros líderes enfrentamos provavelmente serão as desistências, porque são essas desistências que podem fazer perder guerras. 

8- Enquanto líder da TW é normal haverem conflitos internos. Como foi gerir conflitos na tribo?

Gerir conflitos numa tribo e muito difícil, porque temos que lidar por vezes com garotos de 15 anos e homens com 30 e 40 anos com mentalidades de 15, por vezes tive que tomar atitudes menos corretas para lidar com isso. 

9- Deixou de fazer alguma coisa na sua vida pessoal para dedicar-se ao jogo (porque recebia ataques ou porque tinha de gerir a tribo)?

Deixei de fazer muitas coisas principalmente de dormir.

 10- Se voltasse ao jogo assumia novamente um cargo de líder numa tribo? Porquê?

Primeiro espero nunca mais voltar a jogar tw, segundo nunca mais serei líder.

11- Com a experiencia que teve na liderança da tribo TW que conselho pode dar aos jogadores que lideram tribos?

Não percam tempo com uma tribo no fim ninguém vos agradece, e depois ainda são postos em causa

12- Sabemos que ganhou a medalha de melhor atacante do dia 71 vezes, 25 vezes o melhor defensor do dia e 23 vezes a melhor potência do dia. Claramente é um jogador que prefere o ataque?

Sem duvida, no ataque e que esta o interesse do jogo. 

13- Delinear estratégias de ataque requer um estudo intensivo do mapa e algum tempo disponível. Que estratégia utiliza para planear um coordenado?

Por norma deixava esse trabalho para outras pessoas em quem confiava.

14-Quais são as características que mais aprecia num mundo? Porquê?

Velocidade 2.

15-Jogadores em quem confia plenamente?

São muitos e eles sabem quem são se me esquecer de alguns desculpem, psynesk (meu irmão), espartag grande companheiro de batalhas e noitadas sem ele não tinha aguentado tanto, allura grande amiga que fiz no jogo, bruno (não me lembro do nick lol) quando precisava estava lá, beta mais uma grande amiga de jogo, nefelibata só estava bem a provocar conflitos com os inimigos mas é bom rapaz pfjorge outro que não podia esquecer, ao resto do pessoal que me esqueci desculpem.

16-Pretende voltar a jogar em algum mundo?

Não pretendo, e se voltar a jogar é disfarçado (outro nick) e sem me dedicar ao jogo…

17-Para terminar: Sugestões a fazer? O que acrescentaria/mudava no jogo?

Não acrescentava nada, e retirava muita coisa principalmente as funcionalidades dos pp em comprar recursos e reduzir os tempos de construção, isso só beneficia quem tem dinheiro…

Ataques? O que fazer?

A primeira coisa que deves fazer é não entrar em pânico e analisar a situação, nomeadamente ver quanto tempo demora o ataque a chegar e qual a cidade de destino.

Depois disso, aconselha-se a lançar-se o encantamento de Atena “Sabedoria” no ataque.

Se o ataque vier de outra ilha há uma grande probabilidade de virem Navios de ataque e transporte (a alternativa seria as criaturas míticas voadoras). Aqui deve-se também lançar o encantamento “Tempestade no mar” que destruirá de 10% a 30% da frota do atacante. Depois, caso venha com tropa terrestre, lançar-se o encantamento da “Saudade” e aí já não poderão ser lançados mais encantamentos.

Caso sejam só barcos de ataque não vale a pena estarem a defender pois os navios-faróis tem superioridade sobre o birremes, o que só vai benefeciar o atacante.

Caso venha com tropa, deixem as tropas na cidade e metam a “milicia” e gastem os recursos todos antes de o ataque chegar, para que no caso de o atacante vencer a batalha, não leve recursos.

Esta dica apenas aconselhamos se só estiveres a receber um ataque.

Se vierem vários, retirem a tropa toda e metam só a milicia, pois vão estar a queimar tropa, que poderão vir a precisar se a revolta entrar (em caso de cerco esta estratégia anula-se).

Caso a revolta entre, tentem identificar o navio colonizador, e meter os apoios uns segundos antes, caso o navio colonizador não seja identificado, peçam os apoios para o princípio da segunda fase. 

 

Diogo Madeira (WoodMaster)

O que é o Tribos?

Bravos guerreiros,

nesta crónica vou falar-vos sobre o que é o Tribos, numa perspetiva mais pessoal.

A grande maioria das pessoas provavelmente responderia a esta questão desta forma: “O Tribos é um jogo online da época medieval”. No entanto, o Tribos é muito mais do que um mero jogo de browser. O Tribos é um jogo onde existem milhões de pessoas e é, portanto, um ótimo local para conhecer novas pessoas.

Infelizmente, nem todas as pessoas são como gostariamos que fossem, algumas delas simplesmente temos de lidar com elas, e podem haver alguns percalços pelo meio (traições de membros, por exemplo). Apesar disto, temos de levar as coisas de uma forma positiva.

O Tribos é um lugar onde nos podemos divertir, fazer novas amizades que durem muito tempo (ou até mesmo encontrar a nossa cara metade), e é um lugar onde obviamente podemos aprender bastante e partilhar conhecimento com outros jogadores, não só a nível do jogo, bem como a nível pessoal.  Isto, porque o Tribos é um jogo coletivo em que se criam laços, em que há união (tal como em alguns desportos). Não se trata de um jogo individual.

A minha estadia no Tribos, começou logo no final de 2008, o mesmo ano em que o Tribos (versão de Portugal do TribalWars) foi lançada, no mundo 1. Lá fiquei por bastante tempo, passei por momentos menos bons, mas também passei por momentos fascinantes e construí algumas amizades além do jogo, que felizmente hoje ainda existem, e espero que não deixem de existir. 

Despeço-me com mais uma crónica.

 

Votos de boas batalhas,

Berunoxxx

Capitulo 2º – Prioridades e objetivos

Prioridades e objetivos

Antes de se atirarem de cabeça num mundo, assim como em tudo na vida, devem tirar algum tempo para definir as vossas prioridades, os vossos objetivos a curto prazo e a longo prazo. Trazendo esse pensamento para o vosso consciente permite-vos ter sempre uma direção para seguir e uma referência tangível, (uma memória, mesmo que não tomem nota) para ajudar-vos a decidir as próximas ações em vez destas serem determinadas pelo vosso estado de espirito.

Ao fazerem isso serão capazes de trabalhar o vosso caminho ao contrário, quais os passos a percorrer e apurar o “como”.

Deixamos aqui uma demonstração, no entanto poderão faze-lo de forma diferente.

Prioridades:

1.        Trabalhar como uma tribo

2.        Jogar competitivamente

Objetivos a curto prazo:

1.        Foco no ataque

2.        Chegar á fase de conquista com o maior número de tropas possível

3.        Conquistar um alvo muito bom

Objetivos a longo prazo:

1.        Dividir em núcleos densos. Um dentro das linhas da tribo e um em cada frente onde são esperadas as futuras guerras.

Agora que definiram objetivos e prioridades vamos retroceder e analisar o que temos que fazer para os alcançar.

Prioridades:

1.        Manter contato próximo com a tribo em todos os momentos. Trabalhar em conjunto num espirito de entreajuda. O que significa:

 A)          Uma vez que é possível provocar danos nas aldeias (enviando arietes/catapultas), devemos construir uma defesa mínima, para que possamos apoiar elementos da tribo que estejam sob ataque e sermos capazes de segurar a nossa própria aldeia (e não sugar a nossa tribo) quando estamos sob ataque.

B)           Entrem em contato com os colegas da tribo que estejam perto e garantam que não se estão a prejudicar um ao outro com o vosso crescimento e façam questão de informar que estão disponíveis para ajudar.

C)           Perto da fase de conquistas, podem planear para que construam a academia ao mesmo tempo e ajudem-se ou limpando aldeias ou a conquistar (com co-noble train), permitindo assim conquistarem alvos melhores.

2.        Para jogar competitivamente têm que se manter muito ativos. Têm que ser eficientes fazendo o que quer que seja e manterem se focados em evoluir em todos os aspetos da forma mais rápida que conseguirem.

A)           Devem considerar apenas o que planearam fazer e joguem menos por impulso.

B)           Devem preservar as vossas tropas para que possam ter um maior retorno no saque (farm) e serem capazes de limpar alvos com menos perdas possíveis.

C)           Devem manter sob controlo a concorrência e garantirem que não estão sob ameaça.

 

Objetivos a curto prazo:

1.        Para além do mínimo de tropas de defesa que recrutaram para a defesa da tribo, devem-se focar nas tropas ofensivas.

2.        Devem ter cuidado com o que ou quem atacam.

A)           Não devem limpar aldeias sem nenhuma razão.

B)           Devem preservar as vossas tropas.

C)           Se/Quando conseguirem manter as filas de construção ativas, devem evoluir estábulos/quarteis para aumentar a velocidade de produção.

3.        Devem estar atentos a vossa área e ajustar-vos à mesma.

A)           Devem considerar à medida que vão jogando, a vossa concorrência, e quando agir contra eles. (se estes forem os vossos primeiros alvos)

B)           Não devem jogar muito agressivamente para que algumas aldeias se possam tornar potenciais alvos.

C)           Podem trabalhar com os membros da tribo e derrubar alvos maiores mais rapidamente. (Mais alvos para serem considerados)

Objetivos a longo prazo:

1.        Devem considerar de acordo com a situação do mundo se querem que as vossas conquistas sejam mais próximas (para uma base mais solida) ou se se podem dar ao luxo de se espalharem e começarem a construir postos avançados logo desde o início (diminuindo a sobreposição do farm e aumentando o retorno no geral bem como o crescimento). Quando conquistarem os vossos primeiros alvos podem ser a longa distancia (com ajuda dos membros da tribo ou depois de ter noble train).

Este foi um exemplo da forma como podem planear, não precisam de escrever ou ordenar como no exemplo. Podem faze-lo com mais ou menos detalhe. É ao vosso critério. Desde que tenham uma orientação e um plano de jogo estão no caminho certo.

 

Allura

Feiras Medievais

Estamos no verão, se para alguns é sinónimo de calor, praia, férias, para outros pode significar o regresso ao passado.

Um passado tão longínquo, esse mesmo que data de grandes batalhas e guerras entre grandes guerreiros. Regresso esse que tão bem é representado pelas famosas e recorrentes feiras medievais.

De norte a sul, nos meses de verão, podemos visitar grandes feiras medievais. Por esse mesmo motivo achei interessante fazer referência a este tema que muito tem a ver com o Tribos.

Por vezes pergunto o porquê de haverem tantas feiras relacionadas com a idade média e não com outra época histórica. Ainda não obtive resposta. Contudo, e à semelhança do Tribos, podemos realmente viver o espirito medieval e passar do jogo para a realidade, no que toca ao ambiente desta grande Era.

Se por um lado nesta época eram muito típicas as cruzadas e guerras entre regiões, por outro também havia a vertente de convívio. Pois é, verdade seja dita que por onde se passava se ouvia musica. Musica que estimulava o convívio, meio pelo qual se estabelecia um contacto também ele espiritual. Era muito típico as pessoas saírem, conviverem e comerem em grupo. As comidas eram bastante simples, à base de caldos de hortaliças e frutos secos onde se juntava a carne e obviamente o vinho. Já o pão era o alimento base, à semelhança dos dias que correm onde também o pão faz parte integrante da alimentação diária.

Quem ainda não visitou uma feira ou mercado medieval e não viu uma recriação de uma batalha ou contactou de perto com as magnificas cobras? Podiamos referir dezenas de feiras espalhadas por Portugal, no entanto aconselho a deslocarem-se mesmo à feira mais próxima do vosso local de férias. Tenho a certeza que vão apreciar bastante todo o envolvimento proporcionado.

Jogar Tribos é um meio que nos leva a conhecer um pouco do que se passava na idade média. Conhecer as unidades de combate de ataque e defesa ou até mesmo através das imagens podemos perceber que tipo de vestiário era utilizado, contudo podemos aprofundar esse conhecimento nas feiras medievais.

Visitem, pesquisem e tentem saber um pouco mais do que existiu e que ainda hoje se mantém como herança material.

Boas feiras!

CukaCuks

Entrevista Sandro1333

A equipa de conteúdos agradece a disponibilidade do jogador Sandro1333 em responder às nossas perguntas e dar a conhecer um pouco mais de si enquanto jogador do Tribos.

1-Pode-nos dar uma breve introdução ao seu começo no tribos? Como teve conhecimento do tribos, o que o motivou e como aprendeu a jogar?

R: tive conhecimento do jogo, através de uns amigos nas férias de 2009, no princípio não gostei muito do jogo pois não o percebia nem me sentia motivado a jogar. Tal como todos jogadores em início as tropas não eram o meu forte. Apos ter sido conquistado fiquei bastante irritado, o que me levou quer saber mais do jogo. Tive também alguns bons jogadores que me foram ensinando segredos do mesmo principalmente no servidor BR. 

2-Primeiro nick?

R: O meu primeiro nick no servidor pt: sandro1333 mundo 18,

no servidor BR master005.

3-Quais são as características que mais aprecia num mundo?

R: as características que mais aprecio num mundo é algo complicado, porque adoro jogar com igrejas pois acho que tornam os mundos mais estratégicos é pena que normalmente velocidade destes mundos é muito baixa V1, acho que é um erro e que poderiam melhorar.

 4-Concretamente no mundo pt22, sabemos que atingiu um patamar bastante elevando com 2243 aldeias. Como se consegue gerir tanta aldeia?

R: Sim realmente no mundo 22 atingi muitas aldeias mas na minha opinião mais fácil gerir 500 aldeias do que 50 basta usar gestor de conta e claro que quantas mais aldeias temos mais fácil se torna o jogo 🙂 tanto atacar como defender.

5- O facto de possuir claramente um lugar de topo num mundo, sente que é criado algum tipo de estatuto perante os restantes jogadores? (se é temido pelos demais ou pelo contrário é o grande alvo do inimigo).

R: Sim ter atingido um patamar neste jogo tao elevado tem sempre as duas facetas como tudo na vida, há sempre quem se intimide e sempre quem nos queira tornar um alvo mas isso para mim é o que menos importa pois jogo o jogo porque gosto e pelas amizades que faço também nele acho que sou um jogador como os outros há mundos que estamos bem outros que não correm bem mas o que conta no final são amizades.

6-Como fazia para repartir o seu tempo livre na gestão de tanta aldeia?

R: Era fácil como disse já anteriormente usava gestor de conta e tive também ajuda de alguns amigos co-play principalmente Carlos Cunha. Então raramente ficava sobrecarregado. 

7-Foi líder da – »R.K«, tribo vencedora do mundo pt22. Como é gerir uma tribo?

R: A RK foi fusão de duas tribos eu vim da RUN uma das tribos que teve na fusão, na RUN fiz parte da liderança com o Amalia e com o João, foi ai que mais aprendi liderar uma tribo pois Amalia Rodrigues por muito que seja um dos jogadores mais detestados do pt é talvez o melhor líder que o pt já teve e tive o privilegio de aprender alguns coisas com ele em relação a como gerir uma tribo e principalmente como motivar os jogadores depois da fusão e quando passamos a RK dividi liderança com zegazozo, jogador também ele fantástico, logo com um jogador desse nível liderança torna-se fácil.

8-Para além de jogador, acumulava este cargo de líder na – »R.K«. Queremos saber se alguma vez deixou de lado as suas conquistas para colocar à frente o trabalho e dedicação à tribo (que é necessária para vingar num top)?

R: Tal como todos jogadores que lideram uma tribo é impossível não perder tempo com ela pois quando se quer ganhar é preciso trabalho duro para levar tribo a bom porto e é impossível dedicar só o teu tempo ao jogo tens sempre mensagens para ler, coordenados para organizar, tens sempre problemas entre jogadores que tens resolver. Na minha opinião devem criar uma forma de comunicar fora do jogo tipo grupo de skype ou através de chamada podem sempre ir resolvendo problemas internos da tribo com maior facilidade e ao mesmo tempo ir jogando.

9- Enquanto jogador e líder de uma tribo, considera mais importante a conquista de aldeias (a titulo pessoal) ou ambicionar o top 1 da classificação das tribos? 

R: Eu sinceramente prefiro minha tribo em top 1 eu no último lugar do top se for necessário isto é jogo de equipa, top individual aparece com naturalidade já top de tribos aparece com a união de todos. 

10-Acha que o Tribos teve influência na sua vida? (deixou de fazer alguma coisa para estar no tribos para defender ataques?)

R: Claro que sim este jogo ocupa sempre tempo temos de nos levantar a meio da noite para enviar ataques ou para defender. Às vezes deixamos de sair porque estamos a ser atacados. Tentava sempre evitar essas situações mas algumas vezes foram necessárias. 

11-Fez bons amigos no tribos? Quer referir nomes dos que o acompanharam no seu percurso?

R: Ui esta pergunta é complicada pois foram já tantos vou deixar aqui alguns nicks :

Amalia rodrigues

Parente

D.joao

dragao0069

zegazozo

Cyber

Sands

allura

lmcs94

omega

enestle

Piwy

LOPcarlo

etc…….

12-O que mais gosta no Tribos?

R: Sem dúvida as amizades que fazemos e almoços e jantares que combinamos.

13-Sabemos que ainda entrou no mundo 34. Neste momento já não joga. O que aconteceu para deixar o mundo 34?

R: Sim entrei e foi um erro pois nos RK tínhamos jogado pt 22 durante quase 3 anos e passado 3 meses entramos noutro mundo. Sinceramente não jogamos ao nosso nível pois com o plantel que tínhamos podíamos e devíamos ter feito mais mas muitos de nós já não tínhamos a paciência para começar tudo de novo.

14- Tem intenções de voltar a jogar?

R: Sim estou jogar no pt 37 mas numa versão mais calma. Entrei há pouco tempo, dia 5, espero só divertir-me nesse mundo, nada serio.

 

15-Sugestões a fazer? O que acrescentaria/mudaria no jogo em si?

R: Acho que o jogo poderia ter uma forma mais fácil de comunicar  no fórum com áudio algo assim. Acho que tornaria o jogo muito mais apelativo, haveria mais comunicação entre os membros de cada tribo. Fica ideia.