Todos os artigos de downdx

Cerco para “totós”


O que é um mundo cerco?


 

Cerco é o nome dado ao ataque a uma cidade com intenção de conquista, ou seja, quando o navio colonizador aterra na cidade adversaria e inicia o processo de conquista com um tempo limitado (dependendo das configs do mundo), e no fim desse tempo a cidade é adquirida por quem envia o Navio Colonizador.

Como quebro/parto um cerco?


 

Um cerco pode ser interrompido de duas maneiras, caso o jogador ataque e destrua as unidades Navais na totalidade (Birremes, Navios Incendiários, Navio Colonizador etc..) e unidades terrestres que apoiem a cidade como espadachins, arqueiros, pegasus etc..

Na normalidade uma cidade em cerco, o jogador que sofre o cerco não tem acesso total há cidade, somente aos comandos da mesma. Caso o jogador possua tropas atacantes de outras cidades que tenha, ou possíveis amigos de aliança (caso pertença a alguma, algo que é importante), podem e devem atacar a cidade e nunca apoiar.

Como ajudar alguém a fazer um cerco?


 

Deveras de sincronizar os ataques com o teu amigo(s), coordenar muito bem os tempos de envio e de chegada há cidade do adversário. Ter uma boa frota de defesa, pois como alguns dizem “No cerco o melhor ataque é a defesa” e vice-versa. Usar as unidades de apoio para apoiar a cidade cercada com unidades terrestres defensivas mistas e essencialmente abastecer navalmente com: Birremes, Navios Incendiários, Hidras, etc..

Posso reduzir o meu tempo de cerco ou ter algum fator surpresa?


 

Sim é possível, utilizando Heróis uma chamada Helena que permite a redução de 5,5% do tempo de Cerco caso evoluas de nível maior será a redução de tempo. Um dos principais fatores de cerco é o fator surpresa que devemos usar que é a forma como enviamos o Navio Colonizador existe outro Herói desta vez a Atalanta que nos permite reduzir o tempo de deslocação das tropas e com isto poderá reduzir o tempo de envio do Navio Colonizador, podendo ir totalmente escondido sem ser perceptível para o adversário.

Artigo de Bicho Bmx

A empresa, o Jogo

csm_innogames-employees-images_b7dfc3aede

 

Hoje iremos saber mais da empresa que criou Grepolis.

Grepolis é um dos produtos base da Innogames.

A InnoGames GmbH é um dos principais desenvolvedores e fornecedores mundiais de jogos online – baseados em browser e dispositivos móveis com cerca de 150 Milhões de jogadores registrados.

150 MILHÕES JOGADORES

400 PROFISSIONAIS

30 PAÍSES

6 JOGOS

A empresa é sediada em Hamburgo, emprega mais de 400 profissionais provenientes de 30 países.

Em 2003, os fundadores Hendrik e Eike Klindworth lançaram um jogo online chamado Tribal Wars sendo o mesmo criado nas horas vagas destes dois programadores.

No final de 2005, o jogo alcançou mais de 50.000 jogadores activos. Devido a este sucesso, ambos decidiram se dedicar em exclusivo no desenvolvimento e lançamento de jogos de browser. InnoGames foi fundada no inicio de 2007 para tomar conta da produção e futuro desenvolvimento do jogo Tribal Wars. Desde essa data a empresa já desenvolveu novos jogos e publicou os mesmos em vários mercados pelo mundo.

Em Maio de 2010 o investidor Fidelity Growth Partners Europe (FGPE) juntou-se a InnoGames como um sócio minoritário. Também em 2010 o executivo Gerhard Florin da Electronic Arts se juntou à InnoGames como CEO.

Os jogos que pertencem a empresa são:

  • Tribal Wars – Jogo estratégico que tem lugar na Idade Média
  • The West – Jogo de representação que tem lugar no Velho Oeste (EUA)
  • Grepolis– Jogo de estratégia que tem lugar na Grécia Antiga
  • Forge of Empires– Jogo de Estratégia de desenvolvimento de uma cidade desde a Idade da Pedra até ao Futuro.
  •  Tribal Wars 2– Remake do Tribal Wars
  •  Elvenar – Jogo de Construção de cidades do reino da fantasia.

Agora que sabem mais da empresa na semana que vem falarei do nosso, vosso Jogo – Grepolis.

Boas Conquistas!

Artigo de Corujax

A Helénica

Olá Maltinha do Blog,

Trago-vos hoje uma novidade para a comunidade Grepoliana!

Como já tinham sido informados no decorrer do ano 2016 iriam existir grandes novidades no jogo, mas também fora dele já está On-Line o novo Fórum Externo com uma maior versatilidade e futurismo apresentado, mas a nossa equipa não ficou só por aqui, decidiu ir um pouco mais além…

Apresentamos-vos assim a mais recente novidade a Helénica.

O que é a Helénica?

A Helénica é um jornal que fala um pouco de tudo, engloba assuntos do jogo, política, desporto, anedotas e outros passatempos. O objetivo deste jornal passa para dar algum conforto aos leitores, será de uma leitura fácil para proporcionar fontes de relaxamento e descontração ao jogador e também ficar a par das novidades, também nunca esquecendo a comunidade Emigrante que joga o jogo no nosso Servidor.

Agora basta ficarem atentos, ao nosso fórum e redes-socias que irá ser lançado o jornal mensalmente com as mais recentes novidades, até lá divirtam-se no jogo e no nosso blog.

Vê a primeira edição aqui:

Pontos Vs Tropas

É a eterna questão do Grepolis, o que fazer? Desenvolver cidades até atingirem 17.786 pontos (maior número de pontos que uma cidade pode ter) melhorando a classificação geral do jogador ou criar tropas e dominar os oceanos e os restantes jogadores não permitindo que estes cresçam?

O ideal é manter um equilíbrio! Se apenas desenvolvermos cidades e não existirem tropas estamos vulneráveis! No entanto também é necessário desenvolver as cidades, senão não é possível obter certas unidades para destruir os inimigos!

Como já referi uma cidade pode ter no máximo17.786 pontos (este valor poderá sofrer alterações devido a arredondamentos). A classificação geral é atualizada normalmente a cada 15 minutos, logo poderá por vezes poderá notar diferença na soma dos pontos das suas cidades e da classificação geral.

Artigo de DaniCV

Entrada tardia no jogo

Se entrar no jogo na fase final de um mundo a adaptação da sua estratégia é muito importante. A produção rápida de recursos desempenha um papel fundamental para que o desenvolvimento da cidade seja mais rápido. Também é de extrema importância que se proteja dos ataques dos inimigos. Para evitar a perda de recursos, a expansão do armazém e da muralha é essencial! As unidades defensivas também! Depois de alguns dias a desenvolver a sua cidade e a aumentar o número de tropas deve agora tentar ganhar mais recursos! Hora do ataque! Começar com cidades fantasmas e cidades de jogadores mais fracos e ir aumentando o “nível de dificuldade”, ou seja, escolher cidades com mais pontos de jogadores mais experientes. Não esteja a querer acelerar o processo de expansão para outras ilhas. Obviamente que esse é o passo a seguir, no entanto é necessário fortalecer bem a cidade inicial, já que terá de passar a defender duas cidades. Escolha com cuidado a localização. É preciso ter mente que isto é um jogo de estratégia! Se investir os seus recursos somente nas unidades atacantes será um alvo fácil para os seus inimigos! A melhor estratégia que existe consiste na construção de uma cidade com uma forte defesa, com uma guarnição de inúmeros espadachins e arqueiros. Você, por ter começado mais tarde será um alvo atraente para os jogadores maiores, no entanto, se perderem muita tropa na sua cidade, eventualmente deixarão de o atacar.

Artigo de DaniCV011

Curiosidade – Esparta

Sabias que os espartanos eram descendentes de um povo oriunda da região da Macedónia chamado Dório?

A sociedade estava dividida em esparciatas, periecos e hilotas, esparciatas era educados para serem soldados, periecos eram geralmente comerciantes e artesãos e os hilotas eram propriedade do estado.

Apenas o estado podia comprar ou vender escravos.

Para um espartano, a única profissão nobre era a de soldado. Orgulhavam-se de tal sendo uma honra morrer no campo de batalha.

Aos 7 anos os jovens passar a ser propriedade do estado sendo tirados as mães e forçados a ter treino militar.

Os esparciatas passavam maior parte da sua vida em tendas do exército e mesmo uma esparciata com mais de 50 anos podia ser chamado para combater.

Os espartanos combatiam nus para criar resistência ao frio.

Esparta nunca gostou da supremacia Ateniense, com o passar dos anos Esparta acabou por declarar guerra a Atenas. As guerras de Peloponeso duraram 30 anos e abaram por ter um papel importante para o fim da Grécia.

Artigo de Ivo2012

Diferenças entre Atenas vs. Esparta

ATENAS
  • Ficou conhecida pela organização democrática, pela ciência e literatura.

Sociedade dividida em 3 grupos:

  • Cidadãos- eram os proprietários da terra e o grupo mais poderoso
  • Metecos- estrangeiros que se envolviam com o comércio e artesanato
  • Escravos- não tinham direitos politicos, assim como as mulheres

 

Comércio activo:

  • Exportavam: Vinho, Azeite e artesanato
  • Importavam: Cobre, ferro e Trigo.

 

Antes de se tornar uma democracia Atena conheceu a Monarquia, Oligarquia, e a Tirania.

 

Líderes:

  • Drácon- Legislador
  • Sólon- Governador
  • Pisístrato- Tirano
  • Hípias- Tirano
  • Hiparco- Tirano
  • Iságoras- Último tirano
  • Clístenes – Sob o seu comando Atenas entrou em um período de reformas políticas que beneficiavam os mais pobres.

Inseriu o Ostracismo (condenação ao exílio po 10 anos) tentando evitar que se repetisse um governo tirano em Atenas.

ESPARTA
  • Ficou conhecida pelos seus novos metodos de batalha e defesa que será reutilizada pelos romanos aquando do império dos mesmos.
  • Legislação Severa
  • Militarismo
  • Estrutura social rígida. Dividia a sociedade em 3 grupos:
    • Elite- eram os espartanos ou esparciatas. Por seres os únicos considerados cidadãos, podiam controlar a região politica e os assuntos militares.
    • Penecos- Eram livres e se dedicavam ao comércio e ao artesanato
    • Hilotas- Prisioneiras de Guerra, eram a maioria da população.

 

Os espartanos temias rebeliões dos Hilotas, por esta razão fizeram da cidade um verdadeiro campo militar.

Aos sete anos, os meninos passavam a pertencer ao Estado e eram educados para a Guerra, se desobedecessem eram punidos. Toda essa submissão causava transtornos entre as famílias, pois o cidadão espartano servia ao exército até aos 60 anos.

O Governo espartano era diárquico: dois reis comandavam os exércitos e representavam os interesses das principais famílias espartanas.

Tinha duas assembleias:

  • Apela- formada por representantes do Povo
  • Gerúsia- Conselho de anciãos.

O poder dos reis era limitado; magistrados conhecidos como éforos vigiavam as suas actividades.

As leis de Esparta foram elaboradoras por Licurgo- legislador que transformou a cidade em um estado militarista.

Foi graças a Esparta que a Grécia se transformou numa potência mundial.

Se Esparta ficou conhecida como uma potência militar, Atenas era a estratégia por detrás do mesmo. Juntas eram imparáveis, separadas eram fracas.

Artigo de Corujax

Problemas Grécia Antiga

Em um dado momento, as diferenças entre as cidades-estado promoveram o acirramento dos interesses politicos entre as mesmas. Com isso, apartadas entre as Ligas de Delos e do Peloponeso, as cidade da Grécia Antiga se desgastaram em uma prolongada Guerra que acabou permitindo a dominação de outros povos sobre esta civilização.

Tudo começou no sec. V e IV a.c. os gregos se envolveram em várias guerras.

1ª)

Guerras médicas: lutaram contra os persas, pois estes haviam construindo um império o que ameaçava as colônias gregas.

2ª)

Guerra do Peloponeso: Atenas vs Esparta -> Esparta saiu vencedora (Inicio do declinio)

Tebas vs Esparta: → Tebas saiu vencedora.

A Grécia fez importantes contribuições no campo da arte, literatura,filosofia, ciência: seus escultores e arquitectos, poetas e dramaturgos, filósofos e legisladores, cientistas e matemáticos, estrategas e comandantes lançaram as bases longínquas de toda a cultura ocidental; suas colónias estenderam-se até ao Mar Negro, norte de África e sul de Itália e França mas a constante rivalidade sobretudo entre Esparta e Atenas, acabou enfraquecendo a civlização grega permitindo a sua conquista por Filipe da Macedónia em 338 a.C.

Seu filho, Alexandre o Grande, difundiu largamente a civilização helénica devido a sua paixão pela cultura em vez de a eliminar promoveu-a tendo sido de suma importância para que os valores helênicos perduram-se ao longo do tempo

Artigo de Corujax

Aldeias bárbaras

Aldeias bárbaras – tudo o que tem de saber

O que são?

As Aldeias bárbaras são aldeias criadas pelo próprio jogo, que não tem nenhum jogador a exercer controlo. Servem apenas para obtenção de recursos ou tropas. Cada aldeia tem um nome específico como Rosstri, Draros, Thosgan, Gipsi, Thosky, Dounosga e Rosfrahy, embora exista uma infinidade de nomes. São facilmente identificáveis uma vez que se encontram no meio de algumas ilhas e não na periferia como as cidades normais de cada jogador.

Imagem 1

As aldeias bárbaras representadas com uma bandeira verde são as já conquistadas e as com bandeira vermelha as por conquistar.

Cada jogador, ao fundar a sua primeira cidade, obtém automaticamente uma aldeia bárbara.

Como conquistar aldeias bárbaras?

Nas ilhas onde existem aldeias bárbaras podem ser conquistadas 8 aldeias bárbaras, mesmo que o jogador tenha mais do que uma cidade na mesma ilha. Conforme o número de aldeias bárbaras conquistadas naquela ilha, a dificuldade aumenta para conquistar as restantes.

Tabela

* Não esquecer que a primeira aldeia bárbara na primeira cidade já se encontra conquistada.

O que obter através das aldeias bárbaras?

Como já foi referido através das aldeias bárbaras é possível obter recursos e tropas.

Os recursos podem ser obtidos de 3 formas diferentes: através de pedidos, pilhagens ou trocas. As unidades podem ser obtidas no separador “Unidades” (apenas a partir

O pedido de recursos é, normalmente, mais proveitoso já que não afeta a moral da aldeia. Tanto as pilhagens como o recrutamento de unidades afetam a moral das

A obtenção de recursos ou tropas é aconselhada no menor tempo possível já que irá obter mais recursos.

Imagem 2

(Imagem obtida num servidor de velocidade 3x)

Compensa melhorar as aldeias bárbaras?

O desenvolvimento das aldeias bárbaras de uma ilha é feito por todos os jogadores presentes naquela ilha, ou seja, cada recurso enviado para a aldeia bárbara ir ajudar toda a ilha e não só um jogador.

As aldeias bárbaras podem ser melhoradas através do desenvolvimento de níveis (entre 1 e 6), cada melhoria tem o seu custo, mas também terá mais vantagens!

Para mais informações consulte a nossa wiki aqui!

Artigo de DaniCV

Grécia Antiga

a8f31e010aa8898387596c408c2701bc

Neste espaço iremos todas as semanas vos mostrar a história por detrás do jogo.

A Grécia foi o início da civilização que hoje conhecemos, desde a democracia passando por técnicas militares a Grécia foi um estado, pensamento e filosofia demasiado avançado na idade do planeta na altura.

Espero que gostem e apreendem um pouco da história e especialmente do nosso passado como Humanidade!

 


A Grécia nasceu na região sul da península balcânica e também dominou outras regiões vizinhas como a Península Balcânica e também dominou outras regiões vizinhas como a Península Itálica, a Ásia Menor e algumas ilhas do Mar Egeu. Com o passar do tempo, várias cidades politicamente autônomas entre si apareceram e fundaram diversas práticas que influenciaram profundamente os costumes que hoje definem a feição do mundo ocidental.

Do ponto de vista geográfico, o espaço que deu origem ao Mundo Grego é repleto de vários acidentes geográficos. A variação no relevo teve enorme importância para que cada cidade consolidasse uma cultura própria e impedisse a formação de um possível estado unificado. Devido a esta característica e com o crescimento da população e o consequente aumento de consumo de alimentos, houve a necessidade de descobrir terras mais férteis para aumentar a produção originando assim a sua expansão por via marítima.

Tal como indicado devido a uma diferença de povos, culturas e religiões a grécia nunca foi um estado unificado tendo sido criado as denominadas Cidades-Estado.

Sumariamente, as cidades-estado de Atenas e Esparta são exemplos de um amplo mosaico de culturas – palavra chave em que se define a Grécia. Devido a tal diversidade cultural se mostram dotadas de práticas e costumes que influenciaram a cultura ocidental.

Artigo de Corujax