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ROM vs FNX

Trazemos para vós, um novo formato de entrevista. Procurámos saber qual das presentes guerras seria uma das mais antigas, e chegamos a uma guerra do Mundo 1. Então, convidámos para um debate os líderes das tribos, os quais aceitarão.

Nickname: Blaspel
Nome Verdadeiro: Ruben Gouveia
Idade: 17 anos
Localidade: Vila Nova de Gaia
Tribo: FNX

Nickname: Ciganita
Nome Verdadeiro: Maria do Carmo Gonçalves
Idade: 55
Localidade: Porto
Tribo: ROM

Juntamos os líderes das Tribos FNX e da ROM e 3 moderadores (Mc Peralta, Rafita King e Sir Paulo Ferreira), e abrimos o debate:

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Mc Peralta: Bom, para começar peço que ambos nos falem um pouco da vossa passagem pelo primeiro mundo do Tribos.

Blaspel: Eu comecei a jogar em Março ou Abril de 2008. Iniciei-me a solo e fui jogando no centro/norte do k43. Quando já tinha algumas aldeias, entrei para a Fuk 43. Nessa tribo, conheci alguns jogadores influentes, como o snaga, o beemer e muitos outros. Porém como estava numa zona afastada da tribo e tinha recebido uma proposta do jogador lacd para entrar na Reino dos Céus, acabei por deixar a Fuk 43 e ingressei na referida. Lá era quase como que o braço direito do lacd, e embora nunca me tenham sido atribuídos privilégios, tornei-me no gestor real daquilo, o que me permitiu arranjar muitos contactos e fazermos guerras onde saíamos sempre vitoriosos. Mas com o tempo os melhores jogadores foram desistindo e não eram repostos. Então, num último acto de rebeldia por parte do lacd, juntou-se à missanita, nossa inimiga durante muito tempo, e fundiram a =tr= e a rc. Nessa altura éramos inimigos dos nks, clancim e ainda mais algumas tribos e pertencíamos à família Irmandade Elementar, constituída pela cova, ROM e rc. Bom, há ainda a história do snaga. Ele era meu amigo na Fuk 43 e apresentou-me o cef. Eles eram os líderes nk e nós estávamos em guerra com eles. Mas a rc cedeu e decidiu face a acontecimentos com a rom, devido à fusão com a =te=, forçámos o término da aliança com eles. E trocamos no plano diplomático os nk pela rom.

Ciganita: Eu comecei em Abril de 2008 e não percebia nada disto. Foi um amigo que me convidou a jogar e juntos formamos a alcateia do atlântico, que viria a transformar-se na lusitanus. Mas como em tudo o que é humano, a expansão leva a confrontos. A =te= estava no k42 assim como nós, o que os impedia de progredirem no terreno. Isto levou-nos a várias escaramuças com a =te= que na altura tinha como líder a missanita. A 28 de Agosto de 2008, três jogadores decidiram juntar-se a formar a ROM. Esses jogadores eram o blackvolt, o lobo40 e o shylock. Eu só conhecia o lobo40, que foi quem me colocou a jogar. Fui convidada para a tribo e entrei. A ROM tinha uma aliança com a eok nessa altura e isto durou julgo que até Novembro. Nessa altura o shylock abandonou praticamente o jogo, vindo, como se costuma dizer, apenas marcar presença. Então o blackvolt resolveu negociar uma aliança com a =te= e rc, abandonando a aliança com a eok. Mas tanto a rc como a =te= tinham elementos um pouco imprevisíveis e por vezes rudes e agressivos. Como o blaspel disse acima, o snaga foi atacado pela ROM e refugiou-se na Irmandade Elementar. Fizeram-se jogos de bastidores e a eok conseguiu uma aliança com a Irmandade Elementar. Logo não seria possível a ROM manter a mesma aliança, como tal quebrou-a. E aí começou a guerra ROM. Neste intervalo, o shylock desistiu do jogo e passou o jogo a uma pessoa que o transfere, para na altura, Irmandade. Aí foi finalmente o fim de qualquer hipótese de paz.

Rafita King: Então, digam-me, como conheceram o Tribos?

Blaspel: Eu comecei há seis anos no mundo 1 e 2 de outro servidor. Descobri-o através de publicidade num outro jogo online.

Ciganita: Eu conheci-o através do jogador lobo40.

Mc Peralta: Ouvi dizer que esta é a guerra mais antiga do mundo 1. Quando começou? O que tem acontecido desde então?

Blaspel: Não tenho a certeza. Mas sei que estava desde Dezembro de 2008 em contactos com o cef e o snaga. Mas não fazia ideia dos planos e tão pouco fui eu quem o convidou para a rc, mas sim o lacd. Depois apenas peguei nessa jogada e virei o jogo.

Ciganita: Julgo que terá começado em Fevereiro de 2009.

Mc Peralta: Ciganita, para si foi uma jogada de bastidores e de refugiados… Contem mais pormenorizadamente a vossa versão.

Blaspel: Bastidores foi da nossa parte, mas refugiados foi parte da ROM, pois aproveitaram muitos antigos jogadores da =te=.

Ciganita: Não houveram refugiados de nossa parte. As pessoas refugiaram-se na Irmandade quando foram atacadas.

Blaspel: Então o que foram aquelas contratações todas, como o bads, meires, pc444, lu123 e ainda outros?

Ciganita: Esse último joga comigo desde o início do jogo. Foi sempre de tribos onde eu também estive. Os outros, segundo me parece, não estavam de acordo com a política da Irmandade, e embora ainda não estivessem a ser atacados, pediram para vir para a ROM. Na actualidade, a FNX tem procurado fazer alianças de jeito que possam atacar a ROM. Porque afinal temos poucos jogadores mas vamos fazendo alguma coisa.

Blaspel: Desde Dezembro não tem sido bom para vós.

Ciganita: Natural. É um jogo de guerra. Mas quando são precisos vários jogadores para me atacarem só a mim, algo deve estar mal.

Blaspel: Claro, tens 700 aldeias. Mas guerra é guerra, nem sempre se sai vitorioso.

Ciganita: Vocês metem medo aos jogadores da fronteira para que eles se mudem para a FNX.

Blaspel: Talvez, mas não o podes dizer quando são eles a pedir. Além disso nós assustámo-los através de ataques e não de falsos testemunhos como deves pensar. Afinal, se tu recebeste 2000 ataques com três ou quatro jogadores imagina alguém na fronteira de duas tribos inteiras. É de ter medo.

Ciganita: Ainda assim, para mim, o pior deste jogo é o facto de ser um jogo de equipa e grande parte não o joga como tal. Deixam de jogar sem mais nem menos, o que atrapalha tudo.

Blaspel: Pois, mas isso acontece em todo o lado. Se assim fosse, a RC estaria em primeiro.

Ciganita: Assim como a ROM, embora não sejamos a junção de várias tribos, uma vez que fomos só nós desde o início.

Blaspel: Por isso digo RC. A FNX foi um projecto mal feito, por jogadores que só pensam em aldeias dadas por inactivas e fáceis.

Mc Peralta: Sendo que a guerra dura há bastante tempo, certamente terão existido boas conquistas, assim como pesadas derrotas. Qual acham que foi a maior e pior derrota e porquê?

Ciganita: A maior vitória foi expulsar a FNX do k40, ficando lá apenas a aldeia do jorgus. A minha maior derrota foi provavelmente provocada pelos inactivos na minha tribo.

Blaspel: As minhas maiores derrotas foram perder o k40 e o shilock, se bem que não levei em consideração este primeiro, uma vez que já era território perdido mesmo. As maiores vitórias foram ter iniciado a expansão do bloco do k43 e já ter um bloco considerável no k42.

Rafita King: Qual o ponto de vista de cada um de vós em relação à tribo adversária?

Blaspel: Sei que a ROM no início era muito boa, muito activos e eliminaram perfeitamente o k40. Recentemente são inactivos, medrosos e como o k40 ficou sem FNX muitos começaram a desistir de lá, sendo lá que estava o verdadeiro coração ofensivo da ROM.

Ciganita: Respeito a FNX, embora por vezes julgue que não joga limpo. Mas como o blaspel disse, isto é um jogo de Homens e os Homens, ao longo da história sempre foram assim. Sim, temos gente inactiva, mas não jogamos com eles como a FNX faz, que tem muita gente inactiva e que de repente aparece a jogar. Sei que na guerra vale tudo, não sei o que irá acontecer e tão pouco sei quanto tempo mais continuarei a jogar, mas se continuar tentarei jogar sempre como sei. Não sou política, sou educadora, e como tal não ensino o que não devo. Sei que estão em melhor posição que a ROM no k42, porque de momento estão aliados a uma das maiores famílias, a U.

Blaspel: Eu estou na mesma, a motivação para o jogo já não é tanta.

Sir Paulo Ferreira: Acho que vocês já ouviram imensas vezes aquela famosa frase: “Uma tribo cai, na maior parte das vezes, ou quase sempre, por questões internas e não por ser eliminada”. Acham que é isto o que vai acontecer nesta guerra?

Blaspel: Sim, esta guerra vai ser ganha pelos inactivos da ROM. Essa é a razão pela qual eles não estão a dar luta.

Ciganita: Estou totalmente de acordo com essa citação. É como na política: o partido cai por questões do partido que o apoia. Eu nunca pensei ficar por cá tanto tempo.

Sir Paulo Ferreira: Então é assumido que não entram questões quer de diplomacia, quer de organização interna nesta guerra?

Blaspel: Organização interna por parte da FNX sim. Graças a isso é que temos sucesso. Afinal se estivemos um ano parados, por alguma coisa era. Quanto a diplomacia, não.

Ciganita: Diplomacia julgo que dificilmente. Mas a ROM precisa de mais organização interna. Mas ainda temos mais algo contra nós: é que a maioria dos nossos jogadores são pessoas com compromissos no meio de trabalho e nem sempre podem estar presentes, e isso impede muita coisa.

Blaspel: Pois, lá está. Mas eu tenho muita sorte noutro campo, que é o tal que te faz confusão. Eu já jogo este jogo há seis anos e conheci muitos bons jogadores pelo caminho. Uma curiosidade: Eu gosto mais de jogar com brasileiros, porque é complicado convencer os portugueses de que o segredo do jogo está no ataque e não nos pontos. Mas fui muitos amigos portugueses, alguns que considero amigos reais.

Sir Paulo Ferreira: Porque diz isso blaspel?

Blaspel: As pessoas jogam isto a olhar para os pontos, mas esquecem-se de que os pontos não se mexem.

Sir Paulo Ferreira: Pelo que vejo neste tópico: http://forum.tribos.com.pt/showthread.php?t=23585, entre ambas as tribos, existe apenas uma frente de batalha.

Ciganita: Neste momento temos duas, porque se aliaram à u-tx que se encontra a Sul de nós.

Blaspel: Com a ROM sim, só o k42. Já tivemos o k40, mas não tivemos tanto sucesso porque tínhamos todas as frentes comprometidas.

Sir Paulo Ferreira: Pelas cartas que estão lançadas, são capazes de prever um vencedor?

Blaspel: Eu sendo sincero aposto na FNX e na u-tx.

Ciganita: É assim, eu morro de pé. Mas de momento a FNX, tendo a U como aliada, tem muitas mais hipóteses que nós.

Mc Peralta: Há algo que queiram dizer um ao outro, de forma oficial e pública?

Blaspel: Acho que entre nós será quem desiste primeiro. Mas bom, direi o que sempre pensei dela. A Ciganita é a alma da ROM e sem ela a mesma não existiria. Ainda assim penso que ela exagera, porque não delega trabalho e armazena tudo para ela. E tem demasiada consideração por quem não liga nada ao jogo. Ela é boa pessoa e jogadora e se estivesse numa tribo mais activa seria ainda melhor.

Ciganita: Quero desejar tudo de bom ao blaspel e que vença o melhor. Tenho consideração e como eu só não viria jogar se não pudesse penso o mesmo dos outros.

Blaspel: Gostava ainda de referir que quantas mais meninas uma tribo tem, mais activa é e falo por experiência própria. As mulheres é que comandam os homens e os homens é que jogam isto. Mas já agora, a FNX não seria o mesmo sem a shanan. Assim como a ROM não seria nada sem a Ciganita.

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Quero agradecer aos presentes os líderes das tribos, Blaspel e Ciganita, o tempo dispensado para este debate, e desejo um bom jogo, e que a guerra seja o mais saudável possível.

Espero que a comunidade tenha gostado deste debate, e esperamos em fazer mais vezes este tipo de entrevistas.

2000 Aldeias…

Hoje chegou-se a um facto histórico no Tribos.pt

Um jogador chegou, pela 1ª vez, a deter 2000 aldeias.  O jogador SCPPedro76. Poderá ver a classificação neste link: http://pt2.tribalwars.com.pt/guest.php

Neste momento tem 2013 Aldeias, e continua a somar, o que é um feito inédito até agora, e com uma diferença de tantas aldeias do 2º classificado que tem 1643.

Aproveitei para umas perguntas rápidas ao jogador em questão:

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2000 Aldeias é um feito inédito, e como sabe, é o 1º Jogador a chegar a este feito. Como se sente?

SCP: Cansado. Um pouco farto do jogo. Sem a mesma energia que tinha para o jogar até há um mês atrás.
Ainda assim é óbvio que ao fim de quase dois anos de tanta dedicação a este jogo sinto-me satisfeito por ter alcançado esta marca tanto mais que, neste momento, tenho mais de 300 aldeias que qualquer outro jogador no mundo

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Se já é dificil ter 1000, que foi o Spydon o 1º a chegar, quanto mais 2000… Como é que é organizar tantas aldeias?

SCP:A organização das aldeias permanece igual à que desde há muito tenho. Nos últimos dias limpei e conquistei mais de 100 aldeias que pertenciam a um amigo que ficou inactivo, e isso envolve um pouco mais de tempo com organização, mas a verdade é que já tenho tudo direitinho. A manutenção da conta leva 10 minutos diários. Aliás no último mês, excepção feita a esta última semana em que estive activo foi esse o tempo que dispendi com a minha conta.

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A sua diferença para o 2º Lugar é substancial. O que é que o difere dos outros?

SCP: Sinceramente não sei responder à sua questão. Tento ter uma boa organização das aldeias que me permita utilizar ao máximo os recursos que tenho disponíveis, não deixo nunca encher totalmente os armazéns. Cunho moedas.. faço nobres e gasto-os. Além disso tenho tido a sorte de não ter perdido muitas aldeias o que me permite manter um elevado grau de cunhagem de moedas.

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O que prevê para o seu Futuro?

Para lhe ser franco não tenho grande perspectiva relativamente à minha continuidade no tribos. Estou à vontade para o dizer pois já o referi quer aos meus amigos e companheiros de tribo quer a diversos jogadores com quem me dou e que “vestem as cores” das tribos com quem ando em guerra.
Estou numa fase em que me parece mais provável deixar o jogo do que continuar por cá. A motivação já não é a mesma. Mas ainda não apaguei a conta.. e por isso se verá!

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Sendo que o SCPedro76 demonstra alguma indecisão quanto ao seu futuro, veremos quem será o jogador a chegar à marca de 3000 Aldeias.

Continuação de Bom Jogo a todos.

Entrevista a SCPPedro76

Apresento hoje uma nova entrevista com o líder do Mundo 2. É um jogador conhecido da maioria de vós nomeadamente dos que frequentam o Fórum externo, e também esteve envolto em algumas polémicas. Estou a falar do SCPPedro76.

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Nickname: SCPPedro76

Nome Verdadeiro: Pedro Monteiro

Idade: 33

Localidade: Lisboa

Mundos Activos: M2

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Mc: Bons dias. Para começar quero agradecer-lhe por ter aceitado o convite para a entrevista.

SCPPedro76: Permita-me antes de mais agradecer-lhe o convite que me dirigiu e manifestar-lhe que é com muito gosto que irei responder às suas perguntas.

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Mc: Vou começar com a pergunta da Praxe. Quando começou a jogar Tribos, e como conheceu o jogo?

SCP76: Comecei a jogar tribos no dia 22 de Abril de 2008, no mundo 2, único onde continuo a jogar apesar de ter entrado em alguns outros mas apenas por breves períodos. Conheci o jogo num anúncio online. Resolvi experimentar e por cá continuo.

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Mc: Qual foi o nome da sua primeira tribo? E conte-nos o percurso até à sua presente tribo.

SCP76: Ao fim de 4 dias de jogo entrei na |RVT3|, tribo na qual fiquei até Janeiro deste ano altura em que a |RVT3| transitou para a família metal, e eu, juntamente com o núcleo duro da |RVT3| passei para a hmetal.

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Mc: Conte-nos um pouco sobre o tempo em que esteve na RVT3.E o porquê desse nome?

Scp76: Começarei pelo nome da |RVT3|. Era a 3ª tribo da família |RVT|, sigla de Revoltados, e acabou por se tornar na única grande tribo dessa família no mundo 2, aliás única que verdadeiramente subsiste, agora no seio da família metal.

Na |RVT3| aprendi a jogar tribos. A organizar o fórum. A planear ataques conjuntos. A jogar em equipa. Ao fim de 10 dias de permanência na tribo já era eu que geria o dia-a-dia. O então líder e fundador da |RVT3| suma2 concedeu-me o título de barão e deu-me poderes de duque ao fim de um mês.

Desde essa data e até Janeiro deste ano exerci essas funções e em conjunto com grandes jogadores da |RVT3|, a maioria dos quais estão hoje comigo na hmetal, e ainda com um que não posso deixar de referir por ser sem dúvida dos melhores e mais completos jogadores que conheci, o karrasko, levámos a |RVT3| até ao 2º lugar da classificação da geral.

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Mc: Há muita discussão sobre o porquê dessa fusão, e também dizem que você abandonou alguns colegas de tribo. Conte-nos a sua versão.

Scp76: A fusão foi decidida em conselho de tribo depois de devidamente discutida entre mim e o meu actual líder bakkkano. Desde sempre as relações entre a |RVT3| e a hmetal foram muito boas. A |RVT3| era uma tribo de elite, com excelentes jogadores e que não pertencendo a nenhuma família chegou ao 2º lugar da geral.

Mas o mundo 2 está em constante ebulição. É muito renhido, muito combativo, e sempre em evolução.

O conselho da tribo decidiu, e a meu ver muito bem, por unanimidade, que era chegada a altura de dar outra dimensão à |RVT3|. Uma dimensão que lhe possibilitasse, no seio de uma família forte, continuar em jogo até ao fim do mundo 2, aportando, neste caso à metal, o “know-how” e a capacidade dos bons jogadores da |RVT3|.

Era uma questão de juntar dois projectos vencedores e bons jogadores de ambos os lados, que estavam estrategicamente colocados no mapa, e que permitiria – como está à vista – um largo domínio do mundo 2, nos K’s a sul.

Estas foram as razões da fusão. Quanto à “polémica”. Só fiz duas exigências ao bakkkano para que a fusão fosse para a frente.

A 1ª foi que a |RVT3| integrasse a família metal e mantivesse o seu nome. Ainda hoje jogo com a |RVT3| todos os dias. Ajudo a tribo a crescer, dou conselhos, apoios, limpo aldeias para os meus companheiros dessa “minha” tribo continuarem a crescer.

A 2ª foi que os jogadores que vinham da |RVT3| pudessem no seio da hmetal continuar a guerra que tinham com a 666.

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Mc: Creio que a pergunta seguinte está na mente de todos os jogadores. Como é possível gerir tantas Aldeias?

Scp76: Já tive oportunidade de responder a essa questão a muitos que efectivamente ma colocam. Gerir as quase 1600 aldeias que tenho não é algo que me tire o sono ou que crie dificuldades. Encontrei uma excelente organização para a minha conta, através das capacidades inequívocas que a utilização da conta premium permite.

Se organizarmos devidamente por grupos a nossa conta, independentemente da quantidade de aldeias que tivermos as coisas tornam-se muito mais simples.

O que me tira tempo no tribos não é a gestão das aldeias, com as quais gasto não mais de 30 minutos por dia, a construir, recrutar tropas e editar grupos, mas sim a organização de ataques conjuntos, a resposta às cerca de 100 mensagens diárias que recebo (quando não são mais), a resolução de conflitos entre jogadores da família relacionados com conquistas e reservas.

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Mc: Falando um pouco na sua vida privada. O que faz na vida real?

Scp76: Sou advogado.

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Mc: Em que escola tirou o curso de direito? E à quantos anos é que é advogado?

SCP76: Licenciei-me pela Faculdade de Direito da Universidade Católica de Lisboa em 1999, ao que se seguiu o obrigatório estágio profissional junto da Ordem dos Advogados. Exerço a profissão como Advogado desde Fevereiro de 2002.

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Mc: Sendo você advogado, terá certamente uma opinião própria sobre os vários “incidentes” na justiça portuguesa. Quer partilhar algumas opiniões connosco?

Scp76: A justiça que conheço, com a qual lido no dia-a-dia, não é a “justiça” das televisões e dos jornais. O que vem a público retracta apenas os problemas, as incoerências e os defeitos do sistema judicial.

É frequente todos acharem que têm uma opinião muito informada sobre os grandes casos mediáticos que se discutem na praça pública. A verdade é que para a opinião pública não passam notícias, mas sim apenas o que se pretende que passe, para criar um clima de suspeição e de desinformação. Sou terminantemente contra o julgamento em praça pública. Não é isso que deve suceder num Estado de Direito.

É um facto que infelizmente em Portugal as decisões judiciais levam muito tempo a ser tomadas na generalidade dos casos. Mas existem tribunais que funcionam muito bem, e desses ninguém fala. A justiça tem de fazer o seu trabalho de forma serena, e não com constante pressão de quem controla os órgãos de comunicação social, e de quem “faz” a opinião pública.

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Mc: Não sei se posso meter desta forma a seguinte pergunta, mas tem algum “caso” ou situação que goste mais de defender em tribunal que outros?

Scp76: Eu de casos em que intervenha não posso falar em público, na medida em que a tal estou obrigado por dever de sigilo profissional. No entanto, de um modo geral posso dizer que dispenso sempre que possível questões de natureza criminal, preferindo sempre lidar com matérias cíveis – como contratos, por exemplo – ou de direito comercial.

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Mc: Quais são os seus interesses e hobbies?

SCP76: Para além do tribos que ocupa actualmente grande parte do meu tempo disponível, tenho diversos outros hobbies, que estão uns mais que outros “arrumados” num canto.

Gosto de jogar futebol, o que continuo a conseguir fazer uma a duas vezes por semana, toco guitarra, o que tento fazer todas as noites enquanto estou no tribos.

E antes de jogar tribos jogava vários jogos online na minha xbox360, a qual está agora quase sempre desligada.

Outro dos meus interesses é, como o meu nick indica, o Sporting, clube do meu coração que sigo sempre com expectativa e fervor, pese embora a péssima época que está a realizar.

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Mc: Acha que o novo treinador do Sporting, Carlos Carvalhal, é o indicado para a presente situação do Sporting?

SCP76: Acho que é o treinador possível num momento difícil. Tem experiência. Pelo menos muito mais do que o primeiro que foi falado, a quem não conheço qualquer façanha, e tem por hábito tentar colocar as suas equipas a jogar bom futebol. E isso, para quem já anda cansado de ver o Sporting a jogar pauperrimamente, é um bom sinal. A ver vamos.

É preciso dar tempo ao tempo, mas tenho grandes dúvidas e creio que dificilmente prolongará o seu vínculo para lá do final da temporada.

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Mc: Voltando para o Tribos, à uns meses atrás esteve envolvido num bug que causa imensa polémica, já que apareceram relatórios com tropas negativas. Conte-nos o que aconteceu para que isso acontece-se.

SCP76: Essa questão foi muito debatida na altura. Não faço a mínima ideia do que terá estado na origem desse bug. O que conheço são as circunstâncias que rodearam esse “acontecimento”.

Decorria a guerra entre a hmetal e a 666. Na madrugada de 9 de Março de 2009,pela 1:15 começaram a cair os primeiros ataques dos 32 que o rickyb – excelente jogador diga-se – dirigiu à minha aldeia 312|642.

O que fiz foi simples. Como tinha muitas tropas nessa aldeia, e tinha identificado todos os ataques do rickyb, sabendo que os nobres, num total de 5, cairiam à 1:23, retirei as tropas próprias da aldeia, cancelando essa ordem por forma a que regressassem um segundo antes do 1º nobre cair.

Matei os 18 primeiros nukes e depois deixei o rickyb ver 7 relatórios a verde. De seguida, matei-lhe os nobres. De imediato recebi uma msg dele a dar-me os parabéns. E um minuto depois era 1h24 surgiu o tal relatório.

Após os nobres havia mais dois ataques com aríetes que eu não sabia se eram ou não fakes. Para evitar perder as tropas da aldeia dei ordem de saída às mesmas assim que o último nobre caiu – tinha posto a praça da reunião a construir por forma a estar pronta no segundo seguinte ao último nobre cair.

O relatório que se seguiu mostrou um ataque com 45 espadas, 45 arcos e 1 cata, e na minha aldeia “encontravam-se” -1 lança, -1 espada e – 1 arco.

De imediato abri uma solicitação de suporte, e perante as injustificadas suspeitas que se levantaram dizendo que eu matava nobres com tropas negativas – esse relatório é vermelho para mim, como é óbvio, e o ricky não tem nenhuma baixa – enviei ao rickyb os relatórios que mostravam como tinha morto os nobres – para ele eram relatórios a vermelho.

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Mc: A guerra em que isso aconteceu, foi uma das mais comentadas no fórum. Você passou por várias guerras comentadas no fórum, como essa contra a 666, e presentemente contra os “Lobos”. Das várias guerras porque passou, qual a que mais gostou? Qual é que lhe deu mais luta e que encontrou melhores jogadores do lado inimigo?

SCP76: Existem bons e maus jogadores em todas as tribos.

A 666 tinha um nível de organização e de entreajuda muito semelhante ao que temos na hmetal. Era uma tribo com muitos bons jogadores. Que atacava e defendia em bloco. Que contra-atacava. Que estudava o mapa.

Dessa tribo e como inimigos destaco, sem sombra de dúvida, o Rickyb, jogador com quem trocava mensagens de forma assídua e sempre com elevação.

Na guerra que actualmente travamos com a família WW enfrentamos um inimigo maior, mais espalhado pelo mapa, com uma zona de conflito mais abrangente e que poderia criar muitas dificuldades. Sucede que, ao contrário da 666 e da família metal, a família WW tem denotado grande desorganização, e excepção feita à WWRA. O avanço da metal tem sido constante e de acordo com os planos que foram traçados.

Se me permite gostaria de relembrar a primeira guerra que travei no K64, continente onde tive as minhas primeiras aldeias com o então inimigo histórico (numa rivalidade que vinha da |RVT|), a PAX. A Nobre Kasta da pax. Uma tribo constituída por bons e fortes jogadores que desapareceram do K64.

Em síntese posso afirmar que a guerra com a 666 foi até hoje a que mais dificuldade nos criou.

Na guerra actual tivemos perdas naturais, em continentes em que tínhamos aldeias ou jogadores isolados, e algumas perdas em continentes disputados como é o caso do K62 – que já fora palco da guerra com a 666 – e que se encontra rodeado a norte, sul e oeste por K’s dominados pela família WW.

Com a 666 tivemos jogadores que quase desapareceram e, por isso, quase desistiram.

Este é um jogo em que se investe muito tempo e quando se perdem muitas aldeias as pessoas desmotivam e acabam por desistir. Essa é sem dúvida uma das tácticas que utilizamos e que dá os seus frutos inequívocos. A chave para aguentar e prosseguir é jogar em equipa, e isso nós fazemos cada vez melhor.

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Mc: Já joga o Tribos à imenso tempo, para ter conseguido enormes feitos, tal como alguns erros. Indique o feito que mais se orgulha, e um erro, cometido no Tribos.

SCP76: O que mais me motiva neste jogo é a capacidade de jogar em conjunto. De jogar em equipa e de poder ajudar a minha tribo a crescer. A este título posso dizer que fico muito satisfeito quando vejo por exemplo o meu grande amigo Hannibal que foi um dos tais jogadores que quase foi aniquilado pela 666 ter hoje perto de 300 aldeias, num processo de crescimento para o qual pude contribuir

Limpando aldeias para ele conquistar. Ao mesmo tempo o Hannibal ajudava-me com os seus nobres baixando a lealdade das aldeias para eu conquistar enviando apenas um nobre. Jogando assim em equipa conquistávamos às 20 aldeias de cada vez em ataques conjuntos, quando se fossemos sozinhos não passaríamos das 5 ou 6. É este o feito de que mais me orgulho neste jogo. Crescer em conjunto com os outros.

Jogar sempre em equipa. Continuo a fazê-lo com diversos jogadores. Todos os dias.

Quanto a erros cometidos. Creio que no início cometi muitos, como enviar dois nobres no mesmo ataque, convencido de que assim poderia retirar mais depressa a lealdade a uma aldeia.

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Mc: O que mais lhe cativa no jogo?

SCP76: O que mais me tem cativado é o espírito de grupo que se cria. Conhecer novas pessoas. Fazer novos amigos. Conhecer alguns deles.

Jogar em conjunto com todos estes novos companheiros de armas é sem dúvida o que este jogo tem de mais aliciante.

Do ponto de vista do meu jogo propriamente dito e do papel que desempenho na tribo o que mais me cativa é a parte de estratégia atacante e defensiva. Isto quer a nível da organização de ataques e/ou apoios em larga escala quer ao nível do ataque e defesa isolado. Este é um jogo de guerra, não é um jogo para construir aldeias… mas sim para as conquistar.

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Mc: Prevê a sua entrada nalgum mundo brevemente?

SCP76: Não prevejo jogar em qualquer outro mundo. Tentei o mundo 3 por cerca de dois meses e mais tarde creio que o 6 para experimentar a igreja, onde joguei na tribo LR do grande jogador Spydon. Mas estive lá pouco tempo, tal como sucedeu no mundo 8 e no mundo 10 onde entrei apenas para dar uma ajuda a uma tribo de um amigo. O tempo que o mundo 2 me consome é mais do que aquele que eu tenho disponível.

A isto acresce o facto de o espírito de união que temos na hmetal não ser fácil de encontrar. E o que me prende ao jogo é, como já disse, jogar em conjunto com os amigos que cá fiz.

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Mc: Há alguma coisa que gostaria de ver implantado no Tribos?

SCP76: Não vou dizer nada de original a este respeito. Creio que já tudo foi dito. Mas acho que era importante que a partir do momento em que o mundo é fechado a novos jogadores, como já sucedeu com o mundo 2, deveria deixar de existir a regra da moral. Acho que não faz sentido manter essa regra num mundo em que todos os que restam, ou pelo menos a grande maioria estão por cá há mais de um ano.

Se uns pouco evoluíram não devem beneficiar dessa vantagem, tanto mais que pertencendo a uma das boas tribos subsistentes, o facto de ao serem atacados terem o benefício de o adversário atacar com uma moral de 30% acaba por ter um efeito perverso.

Outra das coisas que penso poderia ser introduzida neste momento do jogo era a possibilidade de as tribos terem 120 membros. Somos pouco mais de 1500 jogadores, seremos cada vez menos. Existem 4 blocos de tribos activas e julgo ser uma ideia que beneficiaria todos.

Em jeito de brincadeira diria que era uma excelente medida oferecerem 100 nobres a quem passou das 1000 aldeias.

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Mc: Quem é que gostaria de ver entrevistado?

SCP76: Creio que seria interessante entrevistar o líder da hmetal, o meu caro amigo bakkkano, que sabe muito mais deste jogo do que se calhar muitas das pessoas que só vêm o lado provocador dele no fórum público pensam.

E acho também que seria interessante e justo entrevistar o líder da família PAX, um grande companheiro e senhor do mundo 2, o Rastafara1982.

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Mc: Agradeço o tempo dispendido nesta entrevista, e desejo-lhe boa sorte, tanto no jogo, como na vida real.

SCP76: Agradeço esses seus desejos que retribuo bem como o facto de ter considerado ser interessante realizar esta entrevista.

Conta Premium – Benefícios

Este artigo foi feito com ajuda do Sudritter, já que o mesmo tem uma vasta experiência de jogo, e bastante mais conhecimento que eu.

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O que é Vantagens Premium?

A conta premium é o nome que se dá a um certo tipo de vantagens, ou seja, o responsável da conta, paga um valor monetário à empresa criadora do jogo (Innogames) para ajudar no desenvolvimento do jogo, a empresa criadora (Innogames) oferece uma vantagem premium. As vantagens são variadas e distintas, que de seguida passarei a explicar pormenorizadamente.

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Quais as Vantagens?

1.Mais Energia: Esta vantagem é muito boa durante toda a “vida” do The West. Aumenta a recuperação de energia em 50% e aumenta também os pontos de energia, para um máximo de 150 pontos. Esta vantagem custa 5 Pepitas de Ouro, e tem uma duração de 14 dias

2.Automatização: Esta vantagem dá a possibilidade de colocar até 4 tarefas numa fila de espera. Excelente no inicio do jogo, nomeadamente quando está longos períodos de tempo sem aceder ao TW. Esta vantagem custa 5 Pepitas de Ouro, e tem uma duração de 14 dias.

3.Maiores Salários: Esta vantagem dá a possibilidade de aumentar os salários em 50% e os itens que encontrar durante o trabalho serão mais valiosos. Aumenta também em 50% as possibilidades de encontrar um produto. Esta vantagem custa 5 Pepitas de Ouro, e tem uma duração de 14 dias.

4.Bónus de Personagem: Esta vantagem multiplica por dois, o bónus da classe da personagem. Esta vantagem custa 5 Pepitas de Ouro, e tem uma duração de 14 dias.

5.Mudar a imagem de Perfil: Dá a possibilidade de escolher uma nova imagem de perfil para a sua personagem. Esta mudança pode ser efectuada a qualquer altura, em troca de 2 Pepitas de ouro.

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Quando se deve usar?

Certamente existe diversas opiniões diferentes sobre o assunto, já que é impossível de indicar quais as vantagens mais importantes. Irei portanto indicar e justificar duas opções, sendo que são única e exclusivamente a minha opinião pessoal, e com alguma discussão com Sudritter.

Aventureiro: A meu ver, a principal vantagem é a Mais Energia. O aumento de energia, é excelente para utilizar para trabalhar, tal como para recuperar de longas viagens e das mais variadas situações ocorrentes do jogo. A segunda vantagem depende do estilo de jogo de cada jogador. Eu pessoalmente, e tendo em conta a característica da classe, escolheria o Maiores Salários. O aumento dos salários dá-nos mais dinheiros para as várias evoluções da cidade, tal como todos os outros bónus.

Soldado e Pistoleiro: Juntei os dois num só, pois a meu ver, ambos devem usar as mesmas vantagens, as de Mais Energia e a de Bónus de Personagem. Sendo estas classes mais de ataque e defesa de fortes (Soldado) e ataques interpersonagens (Pistoleiro), creio que estas duas vantagens são as mais indicadas, entre as várias opções, devido à força “militar” que lhes é cobrada numa cidade.

Construtor: Nesta classe, creio que a vantagens principais são a Automatização e Maiores Salários. Devido à especificidade da classe, creio que a automatização ajudará imenso tanto a nível individual, como a nível colectivo da cidade, e um maior ganho é também proveitoso tanto a nível individual, como colectivo.

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Neste artigo tem as várias vantagens, e também a minha opinião pessoal em algumas opções. É indicado também como se deve usar, e uma explicação sobre as vantagens.

Este é um artigo bastante discutível, pois cada pessoa terá tácticas diferentes, mas será bom que alguns jogadores comentem isso mesmo, para que jogadores menos experiente possam compreender e perceber outras tácticas.

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Concluo, que no The West, praticamente todas as vantagens dão jeito, em qualquer classe, mas claramente algumas vantagens são mais importantes que outras, e sendo que tem que se escolher, deixo aqui uma das várias possibilidades, e alguma justificação do porque escolhi essas vantagens.

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Mc Peralta

Dia a Dia de um moderador: Baby-kel

Aqui está mais um artigo sobre o dia a dia de um moderador, nomeadamente Baby-kel.

Olá,

O meu nome é Raquel e vivo no distrito de Lisboa.
Actualmente encontro-me em formação profissional numa empresa de segurança privada dado ao facto de ter sido obrigada a adiar o meu curso de psicologia criminal um ano.

O meu dia-a-dia não é muito rotineiro uma vez que o meu horário profissional actual varia durante a semana, podendo entrar em formação nas variadas horas da manhã ou nas variadas horas da tarde, não sendo garantido em que momentos estarão livres de mim na moderação do fórum ou no suporte do jogo 😛

Entrando de manhã em formação, acordo cedo, faço do meu pequeno-almoço um manjar dos deuses, apronto-me e parto para a azáfama matinal que se sente bastante nesta zona. A formação, por norma, acaba à hora do almoço pelo que aproveito a companhia dos meus colegas para essa refeição do dia. Venho para casa, faço o que tenho a fazer de lides domésticas, venho à Internet desempenhar o trabalho que me compete quanto membro da equipa do The-West e dou uma espreitadela aos meus emails.
Às quartas-feiras tenho 1 hora de cardiofitness e musculação e quando tenho as tardes livres, há sempre que fazer, que mais não seja ajudar os outros naquilo que não podem fazer por estarem a trabalhar como ir ao banco, às compras, à lavandaria, enfim, aproveitam-se do meu tempo livre para tudo 😛 O final da tarde é para os amigos, que se não puderem estar presentes pessoalmente, é através do Messenger que se coloca a conversa em dia e que se prolonga pela noite, sendo então este momento de todo o dia, em que mais tempo passo em frente ao computador e, consequentemente, na moderação do The-West.

Se entrar em formação à tarde, o dia é muito menos proveitoso. Adoro dormir, pelo que a manhã é passada na cama, levanto-me para almoçar, apronto-me e lá vou eu mais uma vez, se bem que durante a tarde a confusão nas ruas é menor. Chego a casa mais tarde, pelo que o tempo é essencialmente dedicado à família e ao meu trabalho no The-West.

Quando tinha mais tempo e sendo eu uma adepta do desporto, fazia não só cardiofitness e musculação como andava quilómetros por dia, tinha danças de salão, mas tive que desistir de algumas coisas.

Ao fim-de-semana, sexta-feira à noite incluída, é tempo de me divertir, estar com os amigos, vamos passear, temos grandes jantaradas, saímos para dançar, vamos ao cinema… Há Domingos em que fazemos grandes almoços de família que, ao contrário de muito pessoal que eu conheço, adoro pelo facto de ter uma família enorme e serem todos muito unidos e extremamente divertidos e é esta a minha vida, de momento.

Para o ano podemos actualizar isto, com certeza a minha vida será bastante diferente, pelo menos assim espero 😀

Baby-kel

Dia-a-Dia de um Moderador: Sudritter

Ora boas, a pedido de alguém, decidi escrever um pouco mais sobre mim. Chamo-me Paul (Sim, já me disseram que Paul ainda é pior do que sudritter a nível fonético), tenho 18 anos (mais uma vez, sim, vocês são massacrados por um mero teenager 😉 ), e vivo… Bom, vivo no centro de Portugal, literalmente =P

Como estudante que sou, tenho um dia-a-dia mais ou menos rotineiro certo? Nem por isso, na verdade o meu horário faz com que entre tanto as 8:25, como as 13:55, que chegue a casa tanto as 14, como as 18, fora os dias em que há festas no IST, aí simplesmente não há aulas para ninguém (não, não estudo no IST) 😛

Como todos, de semana acordo de manha, em dias que acorde antes da hora, bebo café e observo o que se passou durante a noite no nosso jogo e fórum, ou seja, começo logo pela manha por vos chatear a cabeça, caso acorde tarde, vou a correr para o autocarro sem café para ninguém.

Indo para a escola, vou ver das minhas aulas, dos amigos, (não levo PC para a escola, nesse tempo vocês tem uma folguinha), tento fazer-me passar por pessoa cómica e sempre bem-disposta, o que até nem corre muito mal, não seria uma ajuda para mim nunca, mas nunca estar penteado e nunca saber o nome dos meus colegas de turma (só alguns) =P

Voltando, e como já referi, depende muito das horas, geralmente ligo o PC, vou lanchar, volto ao PC, ligo MSN, tribos, West, fórum, CNN, e youtube (afinal preciso de ouvir musica), o que faz com que tenha cerca de 10 abas sempre abertas, vejo o que se passa, e vou apodrecendo em frente do PC, isto claro, em dias sem testes ou coisas de mais avultado a fazer para a escola.

Chegando a noite, vejo as minhas coisinhas para a escola, ou continuo meio morto em frente do PC, raramente saio de casa de semana para além de casa-escola, escola-casa, o que me dá um bom tempo para analisar tudo o que me apetece, isto inclui, uma vasta lista de animes e mangas, acompanhada de séries, e quando tenho tempo ainda gosto de ler um pouco do meu livro (tenho sempre um livro inacabado de ler, quando acaba, tenho um bom monte para começar), infelizmente, esse tempo muitas vezes não existe.

Ou seja? Conclusão inicial: Este moderador é um nerd que não faz nada.

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Talvez… durante a semana! Já ao fim de semana a historia sobre apodrecer na Net é falaciosa, tal como todos, saio, passeio com os amigos, jantaradas e churrascos, amigos, amigos e por fim, amigos. São sem dúvida os dias de descanso da Net. Deixo o fórum, deixo o tribos em modo de substituição (Sim, tenho um substituto que já sabe que no fim de semana, tem sempre 2 contas). Mas… não, não podem fazer spam, como já diziam algures “Big Brother is watching you” (George Orwell)

Enfim, é isto, traduzido, acordo quando calha, vou dormir quando calha, modero quando estou presente, que por sua vez é quando calha, mas no fundo, bem no fundo, tenho uma espécie de rotina! Quem não tem? 😉

Sudritter

Dia-a-Dia de um Moderador: Pekenino

Olá a todos! Este artigo foi editado e creio que ficou melhor… Agradeço a todos as sugestões que deram, porque assim, consegui melhorar o meu artigo!

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QUEM SOU EU:

O meu nome é João Brito e moro na cidade da Amadora, distrito de Lisboa. Já muitos de vocês ouviram falar do Pekenino, alcunha essa que será fácil perceber a razão da sua existência… Mas conto-vos uma breve história veredicta: Uma vez no meu trabalho, estava a repor uma palete como é habitual, mas nessa semana havia uma promoção especial então teria que colocar um objecto no local em que a empresa decidiu. Eu com a mão na folha do Layout e outra mão na testa a pensar como é que iria colocar aquele objecto lá no alto… Ora, como não tinha nada por perto que me ajudasse tive que desenrascar-me… Eu estiquei-me mas as tentivas foram em vão… L  Um caro cliente teve a feliz ideia de me chamar ‘pequenino’… ao menos ajudou-me a colocar o dito objecto lá no alto.
Dias mais tarde num dos cafés que tive com pessoal amigo contei-lhes a história… a partir daí começaram a chamar-me ‘pequenino’ (anteriormente já me chamavam).
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SER MODERADOR:

Na minha opinião, a capacidade de ser moderador passa principalmente por saber avaliar as situações de cabeça fria e de um modo completamente imparcial. Moderar, ou seja, ser responsável por diversas actividades dos jogadores no jogo e fórum, é algo que me dá imenso prazer, pelo facto de poder “pôr ordem” nas coisas e fazer com que se faça justiça e de ajudar os membros da comunidade, nas dúvidas ou problemas que possam surgir. Este meu gosto existe talvez por ter familiares ligados à justiça, o que fez com que, desde muito novo, visse e assistisse a muitas coisas ligadas com leis, direitos e deveres.

Dedico bastante tempo à moderação. Cerca de 2 a 4 horas diárias, no jogo e no fórum. Muitos amigos já me perguntaram quanto tempo gasto no jogo e dizem que é tempo a mais para algo aparentemente simples. Mas para moderar é preciso muito mais do que simplesmente avaliar actos menos correctos. Passa também por aprendizagens, reuniões, conversas com outros moderadores/adminstradores sobre diversos assuntos.

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VIDA PESSOAL:

A minha vida pessoal é também feita a trabalhar. Sim, trabalho a part-time, em horários mais ou menos rotativos, num supermercado de nome conhecido de todos vós (em Portugal – Europa), nome esse que julgo desnecessário revelar. As várias horas livres que tenho, permitem-me realizar as minhas tarefas no Tribos, a que me dedico voluntariamente e com todo o prazer – o ser moderador. O que mais me entristece é ter que, por vezes, trabalhar aos fins-de-semana, o que me deixa sem oportunidade para sair com os amigos, quando todos eles têm tempo livre.

Faço questão de ocupar os meus dias da melhor maneira possível, o que nem sempre consigo. Quando não estou a trabalhar, gosto de estar com os amigos ou então no computador, não só a moderar, mas a jogar, consultar sites, entre muitas outras coisas. Gosto muito de jantar fora, de ir ao cinema, de tomar café com os amigos, de conversar, de ouvir música ou de visitar algum sítio do país ou até outros países. Também adoro viajar, principalmente se for de avião… Adoro música e os meus géneros favoritos passam pela música House e Techno.

Gosto muito de dormir também. Como nem sempre me deito cedo, muitas vezes só acordo tarde. Para os que não sabem, vivo sozinho. Isso faz com que tenha muitos outros afazeres, tais como tratar da minha roupa, preparar refeições, limpar, arrumar, organizar e esquematizar toda a minha vida. Não o faço com a frequência que desejava, mas sempre faço os possíveis para ter uma vida harmoniosa. Para eu conseguir conciliar tudo, que por vezes é complicado, tenho que planear, e por norma faço um plano semanal.

A noite é algo que não me agrada. Além da solidão, que por vezes parece bater à porta, é quando tenho que preparar o jantar, algo que não gosto muito de fazer. Uma vez ou outra, costumo ir dar uma volta durante a semana, à noite, mas na maioria das vezes passo-a à frente ao computador falando com a equipa, a ver televisão ou a ler.

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NOTAS FINAIS:

Espero que tenham gostado da partilha do que é o meu dia-a-dia. Aguardo ansioso os vossos comentários e as vossas críticas, tanto positivas, como as negativas também! Beijos e abraços.

João Brito aka Pekenino

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Comentários a este artigo, devem ser feitos no Fórum do Tribos.

Dia-a-Dia de um Moderador: Mc Peralta

Um jogador deu a ideia de falarmos acerca do nosso dia-a-dia. Porque não? Para que os jogadores nos conheçam um pouco melhor, eu próprio vou ser o pioneiro.

Antes de mais, para quem não sabe, chamo-me Bruno Peralta.O meu dia-a-dia é sempre bastante preenchido, já que eu mesmo faço questão que isso aconteça.

Devido ao meu trabalho, começo o meu dia bastante cedo. Sendo que trabalho no aeroporto de Lisboa, acordo sempre por volta das 4h, já que começo a trabalhar entre as 4h30 e as 5h da manhã. Admirados? Sim, há imensa gente que paga muito dinheiro para viajar a essa hora, e até mais cedo.

Os meus dias de trabalho, começam sempre por volta 4h e acabam entre as 13h e as 14h. Após as 14h, vem o tempo para a moderação.

Normalmente, logo após o almoço, acedo à internet, e verifico tudo o que tenho de fazer na internet, como os emails, e claro, a Moderação.

Em média, dedico entre 2h a 3h por dia, tentando efectuar todo o trabalho que tenho, desde moderação ao jogo, como no fórum, e ainda o blog. Após, mais ou menos, 1h30 de moderação, o suficiente para que saia de casa sem trabalho de moderação por fazer, começa o meu tempo livre.

Sair para tomar café, jogar à bola, qualquer coisa que possam imaginar, que um rapaz de 24 anos, pode fazer no tempo livre. De referir, que é um rapaz de 24 anos, sem namorada, pois se tivesse, certamente que não teria tempo livre para mim :p

Continuando, por volta das 19h/20h, volto para casa, para jantar e volto à internet. Nesta altura, verifico o que se passou durante o dia, possíveis reuniões e preparação de várias situações, como também do blog.

O que vou dizer agora, é o que mais admira, incluindo à equipa de suporte, quando entre as 21h e as 22h, informo que está na altura de dormir. Quando se acorda muito cedo, tem que ser assim.

Estou na equipa de suporte à quase um ano, e só o Ricardo e o Arodrigues, não me fazem a pergunta da praxe: “Já?”

Isto seria um dia normal, já que quando há reuniões de trabalho da equipa de suporte, lá vou eu “dormir” para o aeroporto no dia a seguir. Nada que alguns cafés não ajudem 😉

Isto é uma boa maneira de mostrar aos jogadores o nosso dia-a-dia, para que percebam que também temos outros afazeres, e que não podemos, e não estamos, todos os minutos online, para responder logo que efectuam uma solicitação. A moderação tem um “limite” imposto internamente, de 24h, que fazemos tudo para o cumprir, como eu já fiz e certamente todos os meus colegas, abdicando de afazeres e situações da vida real, em prol da moderação, da comunidade e dos jogadores.

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Mc Peralta

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Comentários ao Artigo, devem ser efectuados neste tópico do fórum:

The West

Tribos

Entrevista a Manowar

(Esta entrevista foi efectuada pelo Moderador do The West: Sudritter)

É com prazer que vos trago a primeira entrevista a um jogador do nosso The-West, e quem melhor que o nosso conhecido Manowar? Primeiro a chegar ao nível 99, representa uma meta a qual muitos gostariam de chegar, sem mais introduções, comecemos:

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Nome: Paulo

Idade: 36

Profissão: Professor

Localidade: Caldas da Rainha

Mundos em que joga: mundo 1

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Sudritter: Antes de mais, queria felicita-lo por ser o primeiro a chegar ao nível 99, e agradecer por ter aceitado a entrevista para o nosso jornal, começo por questiona-lo de como conheceu o The-west?

Manowar: Antes de responder à pergunta, queria agradecer o convite. Conheci o The-West por intermédio de um amigo, o gilinho, que me convidou para jogar com ele. Ele já jogava há uns dias e disse-me que tinha descoberto um jogo muito porreiro. Lembro-me que na altura não estava com vontade nenhuma de jogar mais jogos online, mas lá fui só para lhe fazer a vontade…

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Sudritter: De algum modo foi uma vontade que até ao fim não acabou, como se sente por ser o “top1” do quadro de honra do mundo 1 português, chegando até primeiro que o top 1 do .net até ao lvl99?

Manowar: Cheguei primeiro que no .Net !? :O Não sabia dessa!!

É verdade, a vontade de jogar foi crescendo à medida que evoluía no jogo. À medida que ia avançando, ia estabelecendo novos objectivos. O primeiro que estabeleci foi entrar no top 500. Nessa altura entrar no top 10 era uma miragem. A verdade é que continuava a subir e a querer sempre mais.

Agora que acabou, sinto que atingi os meus objectivos, e sinto-me de férias. Lol

Não posso evoluir mais, já não tenho que manter aquele rigor de ter o personagem sempre ocupado e de andar sempre com um olho no Burro e outro no cigano.

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Sudritter: Já está a avançar para a minha próxima pergunta, que como eu devem haver muitos outros com essa dúvida. Nível 99, e agora? Como vai continuar o seu jogo?

Manowar: Essa “limitação” do jogo é algo que é frustrante. Não só para mim, mas para todos os jogadores que estão perto de atingir este nível. Foi algo que comecei a equacionar quando já devia estar num nível elevado. O que fazer depois? Houve uma actualização que nos levou a todos a acreditar que o tampão do nível 99 tinha sido levantado. Mas numa actualização posterior verificámos todos que afinal tinha sido um erro de tradução.

Nesta altura mantenho-me no jogo apenas a jogar em prol da minha aliança e para me divertir um pouco com os amigos que fiz no jogo. Provavelmente farei login cada vez menos vezes até que um dia a personagem é apagada.

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Sudritter: Talvez uma actualização futura o permita reactivar a vontade de jogo, alias, com a nova actualização já poderá ganhar mais experiencia, mas teremos de esperar pelo anuncio oficial para ver os efeitos. Passando para a próxima pergunta, muitos consideram que foi uma “luta” no final entre você e o Mav3rick, por fim você passou-o o e acabou por ser o primeiro, como vê isto? Acha que foi realmente o melhor dos 2, ou ambos poderiam ter ganho o “título”?

Manowar: Acho que o vencedor poderia perfeitamente ser o Mav3rick, e se tivesse sido seria inteiramente merecido. É um excelente jogador e esteve na primeira posição durante muitos meses. Na fase final, foram vários dias em que no mesmo dia nos ultrapassávamos várias vezes. Houve alturas em que achei que poderia ganhar, outras em que pensava que ele já me tinha “arrumado”.

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Sudritter: Foi de algum modo um despique interno, considerando a aliança, pergunto então, porque SF?

Manowar: Porque fui membro da SF?

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Sudritter: Sim, porque não outra aliança? O que faz da SF a melhor na sua opinião?

Manowar: Eu não escolhi a SF. Nem escolhi a Gotham City. Fui escolhido!!!

Antes de ingressar nessa cidade, habitava uma pequena cidade – West Punks. Durante algum tempo recebi muitos convites, de cidades SF, UT e outras que não eram de nenhuma destas alianças. Mas os meus objectivos não passavam por mudar de cidade nem de me envolver numa guerra que não tinha iniciado. Por isso fui rejeitando os convites. Até que um dia o Mav3rick me faz o convite directamente. Argumentou sobre as vantagens do meu ingresso na Gotham e lá acabei por mudar de ideias e juntar-me à família Gotham. Foi uma decisão da qual não me arrependi, apesar de me ter custado sair da cidade onde deixei outros amigos, um deles o meu grande amigo gilinho.

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Sudritter: De certo modo entrou numa aliança com bastantes jogadores respeitados e considerados por alguns “os melhores”, considera que a aliança e os companheiros o ajudaram a chegar a esta “meta dos 99”?

Manowar: Absolutamente!

Sempre tive o apoio de todos os habitantes de Gotham City e de muitos outros de cidades SF.

Aprendi algumas coisas com eles e acredito que alguém possa ter aprendido qualquer coisa comigo.

Por isso a minha vitória também é deles.

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Sudritter: A actualização 1.22 tem sido bastante polémica devido à redução da importância dos reflexos e da resistência, considera-a justa, e como vai/iria esta actualização afectar o seu jogo?

Manowar: Confesso que não tenho dado grande importância a esta actualização já vai sair nesta fase em que… pouco me importa.

Supondo que esta actualização tivesse sido anunciada há algum tempo e que havia jogo além do 99, esta não iria afectar em nada o meu jogo habitual.

Quando constatei que o jogo ia acabar no 99, alterei radicalmente a minha forma de jogar para tentar ganhar vantagem através dos duelos nos últimos níveis. Se soubesse que o jogo continuava, teria mantido o meu ritmo e provavelmente ainda estaria a tentar a aproximação ao primeiro lugar.

Respondendo à outra parte da pergunta, se a acho justa… considero que não estou suficientemente informado para a considerar justa ou injusta.

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Sudritter: Mas ainda há coisas para desvendar, vejamos o exemplo do significado das “3 chaves”, perde tempo com estes mistérios do The-West, e tem teorias sobre elas que queira partilhar com a comunidade?

Manowar: Para ter as 3 chaves teria que fazer as aventuras todas. Para isso teria que mudar as habilidades quase todas e mais do que uma vez. Não ganhando experiência não vou sequer equacionar concluir essas aventuras.

O meu jogo baseava-se na evolução e na aquisição de novas habilidades e atributos e dessa forma nunca fiquei curioso com o significado das chaves.

Daquilo que é conhecido das chaves, estas não me iam trazer qualquer vantagem, no entanto sei que há algumas teorias sobre elas…

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Sudritter: E sobre a igreja, é religioso dentro do jogo?

Manowar: Acho que rezei umas 5 vezes quando comecei a jogar. Mas nunca cheguei a nenhuma conclusão sobre a utilidade deste edifício. Assim preferi não desperdiçar esses 15 min. a rezar. Preferi aproveitá-los para fazer o melhor trabalho que me fosse permitido.

É hoje que me vão revelar se a igreja funciona?

Ok, já sei, se me contas vais ter que me matar…

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Sudritter: Bom, eu questionaria isso aos criadores, pois nesse ponto estamos no mesmo ponto de sabedoria 🙂

E sobre os fortes? Considera que foram propícios para a dinâmica de jogo?

Manowar: Foram uma lufada de ar fresco no jogo,

Gostei bastante da introdução dos fortes, acho que tornou o jogo mais divertido e certamente mais dinâmico.

Com os fortes muitos jogadores passaram a movimentar-se mais no mapa, E jogadores mais fracos puderam combater com jogadores mais fortes

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Sudritter: Fugindo um pouco do dia-a-dia do The West, fale-nos um pouco de si, é complicado gerir o The-west com a sua vida pessoal?

Manowar: Não é muito fácil incluir o jogo na vida pessoal.

Há várias alturas em que o jogo e a vida pessoal não são compatíveis. Isto obriga a planear muito bem o que fazer com o personagem quando não vou poder jogar.

No meu caso, não posso aceder ao jogo no local de trabalho. Antes de sair de casa tinha que garantir que o “boneco” estivesse sempre ocupado durante a minha ausência.

Em casa também nem sempre é fácil… Há o trabalho que se trás para casa e a família que requer atenção.

E depois há as férias. Gosto muito do jogo, mas não deixei de ir de férias.

Há que arranjar solução para tudo e estabelecer prioridades.

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Sudritter: Certamente que sim, por último, como todos sabemos o The-west continua em constantes actualizações, tem alguma sugestão para o melhoramento do jogo?

Manowar: Acho que uma sugestão é óbvia. Acabar com o limite do nível 99!

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Sudritter: Para infinito? Ou tem uma ideia de outra “meta” futura?

Manowar: Para infinito. Muitos jogadores como eu jogam para evoluir sempre cada vez mais. E a ideia de andar meses a evoluir uma conta para depois acabar de repente provoca uma sensação de todo o esforço ter sido para nada.

O que não impede que haja mundos especiais com limite, para os que gostam.

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Sudritter: 🙂 Em nome da equipa do The-West, gostaria de lhe agradecer pelo tempo dispensado, talvez os seus pedidos sejam solucionados, afinal cada vez mais gente se irá deparar com a sua frustração, até lá, adianto que já na próxima actualização a sua experiencia poderá subir, segundo os nossos dados actuais, basta esperar para ver o que a Innogames irá fazer desta vez para nos surpreender, certamente será algo que melhorará ainda mais o “nosso” jogo.

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Manowar: Eu é que agradeço a oportunidade de falar com a equipa e de vos fazer chegar algumas das minhas ideias.

Apesar de ter muita pena que o jogo tenha acabado para mim, quero salientar que adorei jogá-lo e que é um jogo fantástico. O melhor que joguei até hoje!!!

Aproveito para desejar felicidades a toda a equipa do The-West e a todos os jogadores que jogaram comigo, sejam eles aliados ou adversários.

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Sudritter: Igualmente para si, talvez uma actualização futura lhe dê de novo a oportunidade de jogar, ou talvez um mundo novo, quem sabe… De qualquer forma, um jogador que correu atrás do resultado, que não conhecia o jogo quando entrou no servidor, e que ainda passou a frente dos nossos companheiros do .net, merece sem dúvida o respeito e orgulho de toda esta comunidade.

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E acabamos assim a nossa entrevista. Devo dizer que foi muito agradável falar com o Paulo, com alguns off topics (devidamente censurados nesta versão) pelo meio ainda se partilharam algumas preocupações e experiencias.

Sudritter

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Comentários à entrevista no tópico do Fórum do The West: http://forum.the-west.com.pt/showthread.php?t=15467

Conta Premium – Benefícios

Conta Premium – Benefícios

Como conversado com o Lamios anteriormente sobre este artigo, vou editá-lo pois a meu ver, o anterior estava bastante incompleto.

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Antes que comecemos a falar das vantagens da Conta Premium, temos que explicar o que é uma Conta Premium do Tribos. O que é uma Conta Premium?

A conta premium é nome que se dá a um certo tipo de conta, ou seja, o responsável da conta ou não, paga um valor monetário à empresa criadora do jogo (Innogames) para ajudar no desenvolvimento do jogo, a empresa criadora (Innogames) oferece uma conta premium. Essa conta premium têm várias vantagens…  mais à frente iremos falar sobre as vantagens.

Para quem não sabe, a abreviatura de Conta Premium é CP.

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Quando se deve usar?

A meu ver pessoal, não tem significado algum usar a Conta Premium (CP) no início. Só verá a real diferença, quando começar a ter algumas aldeias. A título pessoal, conseguia gerir bem a minha conta, sem CP, até mais ou menos às 20 aldeias, mas a partir dessa altura, a CP dá um grande jeito, principalmente na poupança de tempo para efectuar o recrutamento, como a mudança entre as aldeias. Antes de ter premium, demorava cerca de 30 mins a efectuar o recrutamento, a verificar as aldeias e construções, e depois de ter a premium, demorava uns 15 mins. Este tempo, com uma média de 20 aldeias, claro.

Por isso, acho que a partir de um certo número de aldeias, a CP é essencial para a continuação de Jogo.

Se for Líder de uma tribo a meu ver acho que é aconselhável ter CP desde o ínicio, pois um brasão da tribo fica sempre bem, porque infelizmente ou não vários jogadores dão importância a isso.

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Agora iremos falar sobre as várias vantagens que uma Conta Premium oferece:

– Fila de Construção:

A meu ver, é a única vantagem que justifica ter CP no início do jogo. Com a CP, poderá efectuar até 5 ordens de construção, tanto no Edifício Principal, como no Ferreiro. Poderá adicionar mais construções mas, a partir das 5, será cobrado um extra de recursos por cada ordem extra.

– Tamanho do Mapa: O tamanho do mapa pode ser ajustado do padrão 7×7 até o máximo de 15×15 campos, o que permite um estudo mais rápido dos nossos vizinhos e não só…

– Visualização geral da aldeia: Com esta opção, poderá ver o progresso das construções e recrutamento, em tempo real, e sem ser preciso aceder ao edifício, tudo na visualização gráfica da sua aldeia. Também verá a movimentação de suas tropas na visualização geral da aldeia.

– Marcar jogador com cores e símbolos de ataques: Uma das recentes actualizações trouxe um código de cores, para marcar os jogadores no seu mapa. Também terá símbolos sobre as aldeias, quando está a enviar comandos para as aldeias em questão, diferenciando os símbolos para uma melhor compreensão, tanto em atacar, como em ser atacado.

– Barra de acesso rápido: Para mim, uma das melhores coisas que a CP tem, para ganhar tempo a efectuar as variadas acções possíveis em cada aldeia, tal como pode colocar scripts que facilitem as suas acções.

– Menus de um clique: Outra coisa que nos poupa tempo é estes menus, que ao colocar o rato por cima deles aparece uma lista flutuante em queda com todas as opções dentro do mesmo. (exemplo: ao por o rato em cima de tribo, podemos aceder directamente a propriedades ou diplomacia)

– Scripts: A conta premium permite a utilização de vários scripts úteis, disponíveis no fórum do tribos. Alguns scripts, como o “script do mercado” ou o “recrutar em massa” são extremamente úteis principalmente quando já temos mais de 50 aldeias.

– Outras visualizações estão disponíveis: Terá outro tipo de visualizações das suas aldeias, como combinado (sumario de produção, pesquisas e tropas) forças (sumário de tropas nas próprias aldeias) comandos, em chegada construções, pesquisas, grupos. Estas opções faz com que possa organizar as suas aldeias como quer, e nomeadamente os grupos dão muito jeito, para as poder dividir por continentes ou por tipo de aldeia, o que facilita numa altura que está a ser atacado, e precisa de agir rapidamente.

– Navegar entre aldeias: A opção que mais gosto, e que me faz ganhar mais tempo, que é o navegar entre aldeias muito facilmente, e rápido. Ao pé do nome das aldeias aparecerá umas setas que poderão ir para as aldeias seguinte, conforme tiver as aldeias organizadas, sempre por ordem alfabética ou numérica. Uma outra boa opção, é na praça de reunião, que poderá visualizar as suas aldeias, como as aldeias recentemente atacadas, e até pode criar um favorito de aldeias.

– Informações do mapa: Aqui está uma das informações que foram trazidas recentemente, numa das actualizações e que ajudam bastante. Poderá ver, numa barra de informação, quando passar o rato por cima da aldeia, inúmeras informações, desde o tempo que cada tipo de tropa demora até chegar àquela aldeia, como a moral. Se for a uma aldeia sua, até verá os recursos e as tropas que tem na aldeia.

– Mapa político: Poderá, no seu mapa, activar o mapa político, e visualizar como estão distribuídas as áreas dominadas por si, e pela sua tribo.

Brasão: Poderá carregar um brasão para o seu perfil, e se for duque de uma tribo, para a sua tribo também.

– Recrutamento: Para mim, esta é também uma das vantagens de ter CP, que mais ajuda, quando tiver muitas aldeias, já que poderá efectuar o recrutamento das suas tropas, de uma só vez, sem ter que ir individualmente a cada aldeia, o que dá para ganhar imenso tempo para estudar os inimigos e claro atacar.

– Perfil dos Inimigos: Com a CP, terá um link directo (“Arquivo de Utilizador”) para o Twstats, nos perfis dos jogadores, tal como poderá adicionar o jogador à lista de contactos e marcar o jogador no mapa.

– Perfil das aldeias: poderá enviar recursos através do link da aldeia, como também poderá adicionar a aldeia aos favoritos, que aparecerá na praça de reunião ou mercado, quando necessitar de enviar recursos ou tropas.

– Academia: Excelente ajuda, para quando já estamos bem evoluídos. Podemos Armazenar recursos/Cunhar moedas em massa, sem ter que ir aldeia a aldeia.

Bloco de Notas: Pode guardar informações aqui, ajuda imenso quando é para sitting para troca de informações entre contas para que não se cometa alguma ilegalidade.

Amigos: Pode adicionar amigos, e verificar quando os mesmo se encontram online.

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Aqui estão os factores principais, para que devamos usar Conta Premium, e o porquê. Certamente este artigo irá sofrer algumas actualizações, até porque acho que ainda poderá faltar algumas coisas para adicionar, e também em futuras actualizações de benefícios da conta Premium.

Concluo que, é impossível jogar sem ter Conta Premium, principalmente quando começamos a ter imensas aldeias, a meu ver pessoal, a partir das 20 aldeias, começa a ser essencial e de uma grande ajuda.

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Agradeço ao Lamios, e nomeadamente ao Pekenino, para completar este artigo.

Poderá comentar este artigo no Seguinte link: http://forum.tribos.com.pt/showthread.php?t=20842