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Aniversário do Tribos e do Grepolis ’14

No dia 1 de março de 2014 a equipa encontrou-se em Lisboa, para celebrar o 6.º aniversário do Tribos e o 4.º aniversário do Grepolis em Portugal.

Olá! Foi com agradável surpresa que recebi convite para participar no jantar de celebração do Aniversário do Tribos em Portugal, realizado a 1 de março de 2014.

Cerca das 18h30 lá estava eu a caminho do ponto de encontro, estação do Rossio, já há um tempo que não passeava pela baixa de Lisboa, aproveitei para recordar momentos há um tempo adormecidos, obrigada por isso.

Allura

Primeiro jantar na equipa, onde estava com receio que fosse difícil encontrar membros da equipa.

downdx

O que tenho a dizer sobre o jantar… Foi agradável? A paparoca está boa? Os outros convivas eram pessoas simpáticas? Para mim, o jantar não foi apenas isso… Começou uns dias mais cedo, aquando da minha inscrição… “Hum”, pensei para os meus botões, “vamos lá conhecer o pessoal que joga Grepolis” e também quem nos chateia (no bom sentido) nos comentários do FE do jogo.

mrmarques64

Nunca fui bom nesta coisa de escrever, mas vou tentar dar o meu melhor.

Por natureza sou um a pessoa tímida, embora não pareça. Durante o dia do jantar estive a trabalhar o dia todo pelo que ponderei não ir, estava muito cansado.

Guerreiro Mal Cheiroso

Sábado, dia 1 de março, tinha chegado, aquele dia que eu ansiava há algum tempo, aquele dia em que eu ia conhecer pessoalmente.

Acordar cedo, porque havia que preparar o encontro, nomeadamente aparar a barba, pois se aparecesse em Lisboa com aquela barba e de mochila às costas, muito provavelmente era preso por suspeita de ser um bombista suicida. Barba aparada, mochila às costas e chega a hora de entrar no comboio e esperar que as 2 horas e meia de comboio passassem muito rápido.

Entro no comboio e verifico que no meu lugar está ocupado por um senhor de idade, pergunto-lhe se está no lugar certo, ao que me responde “Houve um engano e venderam o meu lugar duas vezes, espero que não se importe de estar no seu lugar”. Fiquei um pouco desconfiado, mas fui para o banco livre que estava atrás. Mais tarde, quando o pica chega, verifico que o senhor que estava sentado no meu lugar se tinha enganado no dia em que viajava e só viajava no dia a seguir. No meio da minha viagem para cima, estava eu muito bem a rejubilar a bonita paisagem alentejana quando reparo que a janela começa a ser tapada e eu a não perceber o porquê. Era a senhora de idade que viajava atrás de mim que estava farta da paisagem e decidiu tapar a janela.

Enfim, entre senhores sentados no meu lugar, senhoras a taparem-me a janela e a mandarem olhares pouco amigáveis quando olhava para elas, passou-se a viagem e cheguei a Entrecampos onde tinha combinado com o senhor alexmix e com a RIFS, irmos para o local do encontro.

Ao sair do comboio, reparei num senhor com um aspeto indiano, após alguns olhares travados entre nós, reparei que não era ele. Continuei a andar e vi lá ao fundo, no horizonte um rapaz com aspeto indiano, mas vi que tinha óculos e não tinha flores na mão e percebi que aquele sim, era o senhor alexmix.

Após nos termos cumprimentado e falado um pouco, fomos ter com a RIFS que ainda estava no Saldanha. Foram precisos passarem dois metros para a RIFS chegar, aquela rapariga pequena com voz de menina de 12 anos, quer dizer, voz de 12 anos até ter falado comigo, pois aí já ficou com a idade que tem, ahh Skype, a mudar vozes desde que foi criado. A Larkin tinha dado as instruções ao senhor alexmix e tínhamos que ir para o Rossio e tínhamos 15 minutos, segundo a informação do senhor alexmix.

Saímos do metro e depois de já nos termos enganado uma ou duas vezes no caminho, fomos para norte até perguntarmos a uma senhora que passava onde era o Rossio, ao que ela nos responde que era para sul, mais uma vez enganados…

mretfc

Bem, começamos a aventura na parte que não fiz uma boa gestão do tempo e quando chega a hora de estar já a encontrar-me com o senhor alexmix e com o mretfc ainda estava eu em direção a casa pelo que já não foi possível ir trocar de roupa, senão era mais 1h. Lá fui eu a correr para o Saldanha para apanhar o metro o mais rápido possível, toda stressada já, finalmente encontro os dois meninos, o senhor alexmix já o conhecia, mas o mretfc só o tinha visto em fotos, mas ao olhar para um ser estranho no fundo da estação vi logo que vinha do sul, aqueles suspensórios não enganaram ninguém.

Já descansada na companhia deles, o senhor alexmix lembrou-se brilhantemente que afinal eles é que deviam ter ido na minha direção e não o contrário, poderíamos ter poupado uns 15/20 minutos, aquele senhor alexmix… eheheh.

Lá fomos nós em direção ao Rossio, onde já se encontrava o resto da equipa, no caminho eu e o senhor alexmix alternávamos com os palpites do caminho, nunca acertávamos numa direção e chegamos mesmo a ser “repreendidos” pelo segurança do comboio na estação do Rossio (a culpa das cancelas estarem abertas não era nossa, nunca lá tinha ido àquela estação, não a conhecia).

RIFS

Como sou de Lisboa, e como não foi o meu primeiro evento, já não estava com o “bichinho” na barriga para o evento. Claro que estava com imensa vontade, mas já não tive a necessidade de uma grande viagem, nem de pernoitar em algum outro local que não a minha casa.

O plano era simples: apanhar o mretfc em Entrecampos e ir ter a casa da RIFS. Quando cheguei a Entrecampos, lá me lembrei que era mais fácil se a RIFS viesse ter connosco e íamos juntos para lá. Na verdade, não era. Quando fôssemos apanhar o metro, passávamos por ela. Primeira falha minha, do dia. Lá tivemos de esperar uma meia hora pela RIFS… Mulheres.

senhor alexmix

Mais um dia de encontro de equipa e tudo começou por ir buscar o ogait87 e o Castela95 a Aveiro. Uma vez lá, começou o desafio para os encontrar, visto que supostamente estavam na paragem de autocarros e eu via autocarros parados em todo o lado, até que vejo 2 indivíduos a correr atrás do carro.

A seguinte paragem viria na estação de serviço de Pombal onde esperamos pelo outro carro. Uma vez que o Ricardo, a Larkin e o EnteiRocks tinham chegado seguimos viagem para Lisboa, onde o Castela95 revelou o seu pequeno trauma de andar a altas velocidades.

Logo a seguir ao almoço fomos então conhecer o hotel onde iriamos passar a noite e passar um pouco o tempo à espera dos restantes colegas de equipa, e entre conversas e um joguinho de bilhar foi a hora de ir embora ter com o resto dos colegas ao ponto de encontro, onde, como de costume, foram aparecendo caras novas. Finalmente consegui conhecer o LIKE A NOOB, depois de 2 anos.

euu17

Ponto de encontro na estação do Rossio onde a conta-gotas se juntava mais pessoal para este celebre jantar.

cukacuks

Mas quando cheguei ao ponto de encontro foi fácil de descobrir onde estava o pessoal da equipa.

downdx

Apesar de já fazer parte do suporte do Tribos há 3 anos, nunca tinha ido a nenhum encontro da equipa, tendo este sido o 1.º em que estive presente, assim sendo, conhecia apenas algumas pessoas pelas fotos, mas ninguém pessoalmente, o que, no início, me fez percorrer, por duas vezes, a estação do Rossio de uma ponta à outra, em busca dos restantes, mas sem conseguir avistar ninguém conhecido, até que, finalmente, vejo o Ricardo, um dos poucos que conhecia pela foto, e disse para comigo: “Finalmente!”.

Sylux

Depois da viagem de metro e de alguma chuva, finalmente tínhamos chegado ao destino: a estação do Rossio. Até lá chegarmos tive centenas de chamadas da Larkin. É tão bom quando se preocupam connosco!

Caras novas, caras menos novas, caras velhas. Havia de tudo quando lá chegamos. Tudo com boa disposição. Até mesmo quem já lá esperava há mais de três horas. Estranhamente, os membros do The West ficaram muito felizes por me ver. Tenho mel?

senhor alexmix

Bo tem mel…

Este convívio começa com a chamada recebida do Ricardo, mas que verifiquei que afinal quem estava no outro lado do telemóvel seria a Larkin. Eu a pensar que a concentração seria às 18h30, mas afinal estava errado, já que às 16h30 o pessoal já se estava a juntar.

Quando verifiquei já estava a receber a chamada a perguntar onde me encontrava. Apesar de já ter passado várias vezes no ponto de concentração, nunca pensei que ali fosse uma estação, principalmente devido ao facto de eu ser do Porto e estar em Lisboa há pouco tempo.

Mais fácil que encontrar a estação de comboios foi encontrar o grupo! Minutos antes, liguei ao Ricardo que me confirmou que ainda estavam à espera na estação e eu pessoalmente não conhecia ninguém, exceto de imagens de perfil do Skype e do Ricardo que já o tinha visto anteriormente de outros eventos.

A parte mais engraçada foi curiosamente conhecer a minha adversária rival, pois já estamos num mundo com mais de 4 anos e, como é óbvio, a conversa durante a noite toda foi em redor desse mundo.

rescuer

Quando cheguei à Starbucks do Rossio, foi um pouco estranho, porque iria ser o meu primeiro jantar com a equipa. Mal olhei para dentro da estação vi logo quem era a solutions, um grupo de pessoal cheio de energia, a falar de cada jogo. Juntei-me à Allura e à cukacuks que, por acaso, falavam de Tribos, fartei-me de rir, logo no início.

TomaslinoSoares

Chego à estação do Rossio deparo me com um grupo gigantesco de escuteiros aparcados em pleno adro da estação, durante alguns segundos ponderei a hipótese de ser o grupo da Innogames… eheheh. Então procuro melhor e vejo um rosto que me pareceu familiar,  tinha encontrado a minha equipa.

Allura

Por volta das 15:50 saí de casa em direção ao ponto de encontro que era na estação de comboios do Rossio.

Cheguei por volta das 16:30 e liguei para a Larkin a perguntar se estava no sítio correto e que não sabia se já estava lá alguém, pois nunca antes tinha visto nenhum membro da equipa. Entretanto na chamada, o Ricardo disse que estava a sair do hotel e que em 15 minutos estava no sítio combinado.

Assim que a Larkin chega e vai em direção a um grupo de cerca de 6 pessoas que já estavam lá há algum tempo, e que já eu já os tinha visto, reconheço-a logo e junto-me com todos.

Após 3 horas de alguma conversa e de nos conhecermos todos uns aos outros, vamos para o restaurante a pé, que não era muito longe do ponto de encontro.

LIKE A NOOB

Ao chegarmos ao ponto de encontro, vimos, à porta, um círculo em que só se encontravam homens, entre eles destacava-se um homem pela sua altura, era o Ricardo. Entrei no círculo e cumprimentei todos, mas houve um que me surpreendeu, foi o Castela95. Pelas fotos que tinha visto deduzi que fosse mais alto, mas foi fogo-de-vista, conseguia ser mais baixo que o Costinha. Depois fui lá dentro acabar de cumprimentar o resto das pessoas, coisa que não consegui, pois chamaram-me lá fora e esqueci-me depois.

Enquanto falava com o euu17, vem ao pé de nós uma senhora, já com a sua idade, e com um BI muito velho na mão. Chega ao pé do euu17, mostra-lhe o tal BI e diz umas palavras que ninguém percebeu o que a senhora falou e foi-se embora. Segundos a seguir voltou e veio ter comigo e, fez a mesma coisa que ao euu17, mas eu, como deduzi que ela tivesse encontrado o BI no chão e estava a à procura do dono, disse que não era meu, ao que ela responde “fgibhkbv, parvo”, sim, eu não percebi nada do que disse a não ser a palavra parvo. A senhora foi ter com o Ricardo e ele responde, a apontar para mim mais do que uma vez, “É aquele rapaz que está ali”. Eu, para fugir, fui lá para dentro sentar-me e conversar com algumas pessoas que ali estavam. Ao fim de 1 minuto a senhora voltou ao meu encontro e aproveitando que ela se distraiu eu tive que fugir outra vez. Entretanto o círculo já tinha vindo cá para dentro e juntei-me a eles. Parece que estava tudo contra mim, pois o senhor carlos alex36 e o senhor PThugo decidiram imitar o Ricardo e começaram a apontar para mim e lá veio a senhora outra vez. Após me esconder lá fora a senhora foi-se embora, DE VEZ!

Ainda estivemos à conversa algum tempo, pois faltavam algumas pessoas chegarem. Após todas as pessoas presentes, quem tinha malas/mochilas foi por no carro, pois não iriam andar com aquilo atrás, quer dizer, todas menos eu, pois não estava atento e por causa disso passei a noite toda com a mochila às costas.

mretfc

Finalmente comecei a ver caras familiares, já tínhamos chegado até eles.

Vejo dois grupos, uns estavam sentados, outros em pé. No grupo que estava em pé veio logo um senhor de casaco vermelho, mais conhecido por big boss, ou então por Ricardo, intimidar-me com um grande “RIIIIIIIFS”, e no grupo que estava sentado apenas reconheci um rapaz, o euu17. De repente vejo alguém de vermelho a fazer-me adeus e eu para mim própria “Aaaaaa, quem é?! Rápido brain ajuda-me a reconhecer as pessoas… Uiii, calma, é a Larkin?! Ups, espero que ela não tenha percebido que não a tinha reconhecido”. À medida que me fui aproximando fui reconhecendo algumas caras.

Ao que parece a Leoa, antes de ir embora, esperou que eu chegasse para me conhecer, o que, na verdade, na altura, quando me disseram, fiquei um pouco atrapalhada sem saber que reação ter, perante o facto de alguém estar à espera para me querer conhecer, mas foi engraçado.

Estivemos lá na conversa à espera que o pessoal todo chegasse.

RIFS

A partir deste momento foi a troca habitual, creio eu, por ser novata nestes eventos, de nicks, de histórias de jogo, de guerras, foi fácil sentir-me no grupo como se há muito lhe pertencesse, o jantar decorreu a um ritmo alucinante.

Allura

Rumo à Cervejaria Trindade, no Bairro Alto, cerca de 30 pessoas tomaram conta do evento de celebração dos 6 anos do Tribos.

cukacuks

Mais à frente, quando nos dirigíamos para a Cervejaria Trindade, tivemos de fazer ainda uma caminhada, diria que passou rápido com a boa companhia que se fazia sentir, foram cerca de 10 minutos a subir com alguns chuviscos…

Quando entrámos no Restaurante, aí vi que era um grupo ainda maior do que o que eu pensava, notou-se ainda mais as conversas de cada grupo. Onde estava, passámos o jantar a falar de Tribos… Sou sincero, não percebia nada! Mas com a boa comida lá se passou bastante bem.

TomaslinoSoares

Durante o evento tentei ficar a conhecer todos os presentes, tendo obviamente acabado por falar mais com uns do que com outros, principalmente durante e após o jantar, pois acabou por ser a altura mais propícia.

Sylux

Fui quase dos últimos a chegar ao jantar, fiquei numa ponta da mesa onde não conhecia ninguém, pois era a primeira vez que ia a um evento destes. Foi difícil começar a falar com desconhecidos, os quais nunca tinha tido contacto, pena não existir um quebra-gelo para estas ocasiões. Foi uma sensação estranha só ao fim de 2 ou 3 canecas é que consegui começar a sentir-me mais à vontade.

Durante o jantar penso que deveria haver espaço para todos serem apresentados em voz alta e cada um fazer a sua apresentação estilo “Chamo-me X e moro em Lisboa, o meu nick na equipa é Guerreiro Mal Cheiroso, e por ai fora…”.

Em relação ao jantar propriamente dito, gostei de tudo o que comi e bebi, senti-me satisfeito. Gostei do local, e das pessoas.

Guerreiro Mal Cheiroso

Já no restaurante, no quentinho e todos sentados, fiquei ao lado do Sylux, do Enteirocks e do euu17, em que até chegamos a dividir um croquete por 4 pessoas.

LIKE A NOOB

Seguimos em direção para o jantar. Pelo caminho (na verdade, naquelas subidas) devo ter sido capaz de escorregar umas 10x (ou mais) naquela calçada molhada, sem cair, atenção.

No restaurante, grande confusão com grupos, todos queriam ficar com o x, com o y e com o z, trapalhada, mas lá foi a chefa por ordem naquilo. Acabei por ficar mesmo em frente ao giraço do francês, nada mau 🙂 (espero que ele não tenha acesso a este texto).

Já vem de jantares anteriores a minha reputação da quantidade de comida que eu como por refeição, mas até eu olhei para a sopa e pensei, “Bem, isto deve ser daqueles restaurantes que está sempre a chegar mais comida!”, neste caso era a sopa. Posso dizer que a tigela tinha tanta sopa que eu quase que via o fundo, no entanto, a comida estava divinal ou então eu estava com muita fome. Os meninos do The West, que ficaram numa ponta, fizeram questão de irem várias vezes ao meu lugar certificarem-se se eu comia tudo e se estava tudo do meu agrado, obviamente que sempre tudo com um sentido de brincadeira.

Deu para dialogar com a Allura (estava ao meu lado direito), ao longo do jantar, conhecer um pouco mais os moderadores mais recentes, excelentes pessoas, pelo menos os que conheci. Já do lado esquerdo era preciso mais cuidado, eheh, (Ricardo, Larkin e EnteiRocks). RIFS

O jantar decorreu até que chegou a parte de “ir sair”.

RIFS

Após subirmos umas ruas chegamos finalmente ao restaurante onde iriamos jantar e aí é que se deu um dos problemas da noite! Quem se sentava onde. A equipa do The West queria estar toda junta, mas o Ricardo tinha virado quatro cadeiras para a krislete e os seus acompanhantes e foi impossível, naquele momento, estarem todos juntos. Quando o Castela96 e a Larkin acabaram o seu diálogo, chegou-se à conclusão que tínhamos que pôr uma mesa ao lado e assim, finalmente, a equipa do The West pôde ficar toda junta.

Entre muitas conversas e partidas ao Castela95, acabámos de jantar, mas ficámos por lá a conversar. Eu saí do meu lugar, ao pé dos The West, e fui ter com alguns elementos da minha equipa, fiquei algum tempo à conversa com a Allura, com a cukacuks e o namorado e com o TomaslinoSoares. Entre muitas conversas cheguei à conclusão que o meu futuro iria ser pela via dos arrumadores de carros, pois a cukacuks, que tem um curso parecido ao que eu quero tirar, avisou-me do que se passava hoje em dia.

mretfc

Depois de uma espera ainda mais longa por um membro atrasado, e já com a fome a apertar, lá fomos em direção ao restaurante.

Um bom jantar, com um grande espírito de grupo a evidenciar-se. Houve dois episódios que tiveram imensa piada: primeiro, o facto do C0rrupt3D preferir usar a casa de banho das mulheres e o facto do Costinha gostar imenso de mousse de chocolate com pitada de pimenta.

senhor alexmix

O restaurante escolhido foi a Trindade. “Bom, sei onde é ou pelo menos sabia, a última vez que lá entrei vão para mais de 10 anos, à vontade. Okay, sei que é perto do Largo do Camões e tenho de arranjar estacionamento para a viatura. Porreiro, existe por baixo um parque. É mesmo lá que vou estacionar.”

Sábado, saio à pressa de casa, “Bolas, estou atrasado tenho de ir pela A8. O tempo também não ajuda, sempre a chover e tenho de conduzir com cuidado. O atraso está garantido. Espero não apanhar muito trânsito em Lisboa.” Tenho sorte, venho pela beira rio e é sempre a andar, exceto no Poço do Bispo onde estão uns radares.

Chego ao Largo de Camões e vou direto ao parque. É complicado estacionar, os lugares são mesmo pequenos, vê-se mesmo que quem projetou não estaciona lá a viatura. Lá consegui estacionar, não ficou lá muito bem, mas escapa. Espero que o estacionamento não me custe os olhos da cara…

Lá vou eu em passo acelerado, à chuva, noite tenebrosa esta, em direção à Trindade. Passam uns 5 minutos das 8, assomo à entrada e vejo um grupo. Será este o pessoal do jantar? Nada melhor que telefonar ao boss Ricardo, e diz-me que ainda vêm a caminho. “Bom, afinal não cheguei atrasado.” O grupo chega e entramos para a cervejaria. Dirigimo-nos às nossas mesas e aí cumprimento algum do pessoal presente. Não sei porque carga de água, há um que percebo que era do Brasil. Afinal, ele chamava-se Basil e era estrangeiro… gaffe minha.

Nessa altura entra em cena a Larkin, aliás uma pessoa extremamente simpática e faz as honras da casa, dizendo de uma forma geral quem é quem. Entretanto já tinha conhecido o downdx.

Pouco depois, aparece o Guerreiro Mal Cheiroso e finalmente a Moon.Goddess. O pessoal do Grepolis fica junto (eu, Guerreiro Mal Cheiroso e downdx), já que a Moon.Goddess, entretanto, muda de lugar.

Foi agradável conhecer outras pessoas, estivemos em amena cavaqueira, deu para reparar que a malta mais jovem é “addicted” no jogo não dispensando os seus telemóveis. O nível do serviço da Trindade continua na mesma – bom.

Depois de comidos e bebidos, chega a altura da “nigth”, coisa que não posso alinhar, tenho o meu regresso a casa para fazer. Continua a chover, noite complicada, esta! O pessoal vai divertir-se e muito bem, para o Bairro Alto.

Desejo a todos uma boa noite e lá vou eu fazer mais uns 100 km para casa.

mrmarques64

Já no jantar tive a oportunidade de falar com a minha companheira de moderação no mundo 34 do fórum e colocar em prática várias situações ocorridas e resolvidas. Juntamente com uma parte do grupo do Tribos, encontravam-se o grupo do Grepolis, que passaram grande parte do jantar a falar sobre métodos de detetar bots no jogo! Brincadeira, brincadeira foi o Guerreiro Mal Cheiroso, que curiosamente não parava de falar e de chamar o empregado da mesa para servir mais uma dose… Ora de bebida… Ora de comida… E no final de contas devia pensar que precisava de vários artigos para levar já que quando me levantei para sairmos do restaurante deparo-me que o casaco tem um peso substancialmente mais pesado do que o normal. Com o grau de admiração de tamanha faceta, foi descoberto logo o culpado há saída do restaurante.

rescuer

Se há momentos onde nos apetecia ter um controlo remoto, e parar o tempo quando a conversa é boa e a companhia encantadora, garantidamente este foi um deles.

Allura

O evento continuou com muita chuva e muita animação pelo Bairro Alto de Lisboa.

senhor alexmix

Já com a barriga cheia de muita comida regada com uma “moderada” bebida, deslocamo-nos até à zona dos bares onde a chuva miudinha foi uma constante.

cukacuks

Ao sairmos do restaurante, eram por volta das 23h30, começou a chover, para nossa sorte, tínhamos lá os meus pais, que deram uma boa ajuda nesse aspeto. Fomos andando à procura do bar “ideal”… Andámos ainda mais, e acabámos por descobrir um, pequenino, mas chegava para o que o pessoal queria… Beber uns copos e conviver, mas, o que me marcou mais foi mesmo a Larkin e o Ricardo a falarem com os meus Pais, no geral, um ótimo ambiente e convívio.

TomaslinoSoares

Seguido do restaurante foi deslocação ao Bairro Alto. Tirando o pequeno problema que o bar onde iriamos estava a fechar precisamente na altura que chegamos às suas portas e que a chuva só dificultava a nossa noite, o resto da noite foi porreira. Ao final de caminharmos 10 km, decidimos parar no primeiro bar que encontramos. Foi a invasão da equipa de suporte ao respetivo bar, que no final foi curto para tamanho do grupo presente.

rescuer

Só o São Pedro poderia ter-se portado melhor! De resto foi maravilhoso! Cereja em cima do bolo, negociei com o rescuer a fusão que porá o fim a 4 anos de jogo no pt17.

Allura

Saímos do restaurante e andamos sem saber por onde é que íamos. Finalmente decidimos ir para o Bairro Alto, pois era ali ao pé. Apenas uma pessoa sabia onde era e lá fomos nós, pelo caminho tivemos que parar no meio daquela chuva imensa que caia, pois perdemos o Basil. Quando o encontrámos seguimos diretos até ao Bairro Alto, e entre bares pequenos, bares “alternativos”, como diria o carlos alex36, fomos passando a noite até que chegou a hora de ir para o hotel, com o nosso transporte, o táxi.

mretfc

Quando saímos do restaurante estava combinado irmos a um bar já previamente marcado, no entanto, acabámos por sair do restaurante já bastante tarde, dado que o bar em causa fechava às 00:00 e, tendo em conta que nós éramos cerca de 30 pessoas e chegámos lá por volta das 23:55, já não nos permitiram entrar, ainda tentámos convencer a mulher do estabelecimento a deixar-nos entrar, mas sem sucesso. Sugeri então ao Ricardo que fôssemos para um bar que eu conhecia, que tinha bom ambiente e espaço para todos e, mais importante, não fechava à meia-noite; havia apenas um problema, ainda ficava razoavelmente longe, ainda tentámos ir para lá, no entanto, a chuva não ajudou, portanto acabámos por ficar num bar que encontrámos a meio do caminho para não nos molharmos mais, onde ficámos até ao fim da noite.

Sylux

Após estarmos de barriga cheia, fomos andando para o bar combinado juntamente com o frio, com a chuva e com o azar de o bar escolhido para passar a noite fechar à meia-noite e estar cheio. Apesar dos contratempos nada fez com todos se divertissem e assim fomos procurar algum outro lugar para conviver.

Mais à frente, encontramos um bar e por lá ficamos, até eu ter ido embora, de boleia com a Allura.

Para mim, o dia foi excelente, no entanto há coisas que não esquecemos e uma delas é sem duvida a Larkin e a RIFS a tentarem pintar os olhos ao Costinha, eheheh.

Quanto às pessoas, foram todas 5 estrelas.

LIKE A NOOB

Deparamo-nos com vários problemas… Estava a chover e no Bairro Alto não havia sítio algum onde coubéssemos todos, pois éramos alguns 15/20 e já não era propriamente “cedo”. Estivemos ainda algum tempo à chuva a tentar arranjar um sítio abrigado para todos.

Até que chegaram os pais de um moderador novito, e o Castela95 e a Larkin estavam a dar a boa impressão da equipa, mas houve um momento que olhei e já só estava a Larkin com os pais do moderador, mas na altura o olhar dela era algo do género, “Vá equipa a ver se não fazem porcaria aqui à frente dos  Srs., a ver se desta parecemos normais.” E ao mesmo tempo estava subentendido algo como, “Se se portarem mal, é só deixarem-me chegar à frente do computador, que verão, suas criaturas demoníacas!” (Exagerei… Não era bem criaturas demoníacas, eheh).

Mas lá arranjámos um local, aliás dois, basicamente um servia para irmos buscar as bebidas e ficarmos um pouco chocados, o outro foi para estarmos sentados a conversar. Ainda houve uma tentativa de maquilharmos o Costinha, mas sem sucesso.

RIFS

Depois do jantar ainda fomos para alguns bares onde depois o pessoal foi indo embora até que chegou a hora de ir para o hotel dormir.

euu17

Às 5h fomos todos para o hotel, uns foram dormir, já outros preferiram ficar nos sofás à entrada, na conversa, o que mais tarde nos fez ficarmos um pouco fartos e juntando a vontade de ir “acordar” um bocadinho, fomos passear pelas ruas perto do hotel, onde encontrámos um sujeito bastante semelhante ao Popeye.

Ainda não satisfeitos com o reconhecimento da área em volta ao hotel, houve a ideia de irmos reconhecer o hotel em si. O que não teve muita piada, porque todos os pisos eram exatamente iguais. Falta dizer que enquanto estivemos no hall de entrada do hotel, lá nos sofás, vimos cerca de quase 100 asiáticos a saírem, quer dizer estávamos nós a chegar ao hotel, ainda de noite, e já se viam alguns.

Às 10h50 o  Ricardo decide avisar-nos que às 11h tínhamos de estar “prontos”, sorte a nossa que ainda/já estávamos acordados.

Os membros resistentes ainda tiveram direito a almoçar algures na baixa e passear um bocadinho.

RIFS

Desta vez tive sorte que o meu colega de quarto decidiu fazer direta assim tive um quarto só para mim.

euu17

Já dentro do táxi demos as indicações ao taxista e ele, como bom taxista que é, enganou-se no caminho… Enfim, lá chegámos ao hotel, mas tanto eu, como o Costinha, o Castela95, o PThugo e o Bjardinhas não tínhamos sono nenhum (dizíamos nós). Estávamos todos na receção com o EnteiRocks e com a RIFS e as palavras do EnteiRocks, antes de ir dormir, foram simplesmente “Certifiquem-se que a RIFS entra no táxi e vão dormir”, e a RIFS responde, “Eu vou para casa quando vocês forem dormir”. Ora, ninguém foi dormir e ficamos todos ali sentados na receção a falar, uns a fecharem os olhos uns minutos, mas lá ficamos nós.

Enquanto estávamos na receção, a partir das 5 da manhã até às 10 da manhã, era só ver saírem chineses ou coreanos ou lá de onde eles eram. Eram às dezenas, centenas, milhares! Nunca mais paravam de sair, parecia uma fábrica.

Chegadas as 10 e tal da manhã e eu com uma fome imensa, pois não me deixaram ir comer ao Take Way do bar, sim na minha terra diz-se Take Way e não Buffet, e lá fui eu, a RIFS e o Castela95 à procura de um café aberto a um domingo, quando o encontrámos, o que comi, até soube a pato!

Após o pequeno-almoço tardio, fomos todos para o meu quarto, pois o euu17 já tinha acordado e ficamos por lá até recebermos uma mensagem do Ricardo a dizer que daquele momento a 10 minutos era para estarem todos prontos para ir embora e assim foi, ficamos na receção, no circulozinho de sofás com uma mesa que continha uma garrafa no meio e começamos um jogo de ver quem conseguia acertar, com um chapéu de rede que tinham trazido do Bairro Alto, para ver quem acertava mais. Não é preciso dizer que eu ganhei ao Castela95, 6-3 😀

Fomos, pelo menos eu fui, conhecer mais um pouco de Lisboa enquanto caminhávamos para o almoço que, após um pequeno-almoço tardio e pequeno, soube muito bem!

De resto, fui com a RIFS e o PThugo para Oriente, entretanto deixamos a RIFS pelo caminho.

Quando já estava sozinho no Parque das Nações, fui ao Vasco da Gama e, como bom algarvio que não vai a Lisboa assim tantas vezes, que sou, consegui-me perder lá no centro comercial.

E não me lembro de mais nada, pois passei a viagem toda a dormir. 😀

mretfc

Ótimas memórias que vou guardar e que venha o próximo evento!

Allura

Tirando a parte da chuva que apanhamos até ao Bairro alto, gostei bastante do meu primeiro encontro.

downdx

Pontos fortes? Sem dúvida o convívio, a partilha de experiências “tribais” e finalmente o conhecer de caras de quem até então se dava a conhecer por detrás de um monitor. Jantar bastante animado onde se presenciaram varias gerações demonstrando que o Tribos não é um jogo apenas para miúdos, mas também para graúdos.

cukacuks

Apesar de tudo, acabei por me divertir bastante e penso que valeu a pena ir, embora não prometa estar presente no próximo. 🙂

Sylux

Foi bom, pois consegui conhecer pessoalmente as pessoas com quem falo diariamente através da internet. Gostei imenso de conhecer o resto da equipa, gostei de todos com quem falei.

Penso que se existissem mais reuniões presenciais poderia ser benéfico para a equipa, mas por outro lado compreendo a questão da distância.

Sem mais nada a acrescentar, fico a aguardar uma próxima jantarada.

Guerreiro Mal Cheiroso

Depois de várias conservas sobre o jogo ou não.. Cheguei ao fim da agradável noite passada com pessoal que todos os dias falamos atrás dos monitores… Agora só resta esperar pelo próximo evento.

rescuer

Estando eu na equipa há 2 anos e depois de já ter falado bastante com algumas pessoas como a Larkin, o Ricardo, o euu17 e o EnteiRocks, foi bom conhecê-los pessoalmente e ver que são ótimas pessoas, mesmo não estando atrás do computador. Foi bom ver o grande sentido de humor do EnteiRocks, que esteve sempre a pôr um sorriso na cara das pessoas.

Outra coisa que marcou e que não hei de esquecer é a maneira como fui recebido e tratado, pois não fui tratado com diferença por ser mais novo como a maior parte das pessoas.

Fiquei bastante contente, pois todos são excelentes pessoas e simpáticos.

Para acabar, tive a enorme sorte de a Allura ser de perto da minha casa e então deu-me boleia para casa.

Espero ir ao próximo evento e voltar a estar com a equipa, que são maravilhosas pessoas.

LIKE A NOOB

E como todos os eventos mais um fim-de-semana 5 estrelas em equipa, ficamos a aguardar o próximo.

euu17

Para finalizar queria apenas dizer que gostei bastante do jantar, de conhecer as pessoas com quem falava todos os dias, não vou dizer nomes porque poderia esquecer de alguém, mas é isso, agora é esperar pelo próximo. 😀

mretfc

Com as habituais despedidas a que a RIFS já nos habituou, até ao próximo artigo!

Fim.

RIFS

O desafio de liderar uma tribo – Dz ! (Mundo 32), por ArilsonLucas02

Tribo: Dz ! – Differenz !

 Entrevistados:

Felgueiras.tw

YoungChild

ArilsonLucas02: Antes de mais gostaria de agradecer o facto de terem aceitado o meu convite para esta entrevista.

YoungChild: Agradecidos estamos nós.

ArilsonLucas02: Poderia contar um pouco sobre a história da Differenz !? Como surgiu este projeto?

YoungChild: O projeto surgiu cerca de duas semanas antes do mundo ser aberto (mais ou menos). Eu antes tinha pensado em levar o projeto Differenz! para um servidor BR, no caso deste seria para o BR52, mas não cheguei a levar, pois o outro líder cortou-se e sozinho sabia que não conseguia, até que encontrei o Felgueiras.tw aqui no Skype. A gente dava-se bem, ele também estava a pensar em criar um projeto para o PT32, foi então que nos juntamos, e criamos a Dz !. Fomos falando com amigos para saber quem queria ir conosco, sabíamos que num mundo de estreia teríamos que nos destacar. Passados um ou dois dias encontramos o nosso amigo PureBody, ele quis de imediato juntar-se a nós, trouxe alguns dos seus bons amigos connosco, sempre foi muito participativo, e como já tinha alguma experiência decidimos dar-lhe cargo de líder juntamente conosco, formamos o nosso plantel e estávamos prontos para a ação.

ArilsonLucas02: Porquê o nome Differenz !?

YoungChild: Queria criar algo diferente de todas as tribos, mas que ao mesmo tempo tivesse algum significado, então surgiu Differenz !.

ArilsonLucas02: Como é que vocês (os líderes) se encontraram? Eram amigos de longa data?

YoungChild: Sim, podemos dizer que sim. Já conhecia o Felgueiras.tw há algum tempo, joguei com ele na Unum e em outros mundos que já não me recordo.

ArilsonLucas02: Qual é a vossa experiência neste cargo? É a primeira vez que lideram uma tribo?

Felgueiras.tw: Em conjunto é a primeira vez que o fazemos, já tive oportunidade de liderar algumas tribos formadas in-game (casos de premades destruídas). O que aconteceu connosco na Dz ! não acontece facilmente, fomos formando uma estrutura muito forte, onde os nossos membros se identificam. Já joguei em várias potencias do PT, mas estrutura como a da Dz ! nunca encontrei, se uma parte da estrutura cai a base continua de pé, temos jogadores com funções específicas, mas todas as decisões são tomadas em conjunto.

Na verdade a Differenz ! tem sido o alvo a abater do PT32 sendo top 1, encontrou como inimigas as restantes tribos do top 5, 3 delas com uma mega aliança (dessas 3, 2 já venceram mundos: VoD, SMF), não só in-game, mas também com mind-games. Somos o alvo número 1 e a prova disso é que mudamos a identidade de varias tribos só para que essas mesmas pudessem acompanhar o nosso avanço (caso da URUZ, foi obrigada a fazer um género de mass, uma vez que a tribo normalmente joga com menos de 20 jogadores e neste caso recrutou cerca de 30 inimigos – quando eram inimigos só se deitavam a baixo uns aos outros). Como a aliança entre as tribos do top 5 não resultou contra a Dz !, decidiram fundir as tribos: “Dz ! vs. Resto do mundo” numa fase de jogo inicial -.-

Esta fusão ao fim de umas semanas acabou em “Dissolver tribo”.

ArilsonLucas02: Quando criaram a tribo, qual era o objetivo ou meta?

YoungChild: O objetivo foi entrar no mundo, desde que não seja para o vencer, pelo menos mostrar do que somos capazes, que defendemos princípios e nunca iremos abdicar deles, ganhar uma reputação que seja boa, e como já disse, caso não seja para vencer, pelo menos ser finalista neste mundo de estreia.

ArilsonLucas02: Qual é o vosso jeito de lidar com os jogadores que desrespeitam alguma decisão imposta pela liderança? E como esse modo de agir está influenciando a tribo neste mundo?

Felgueiras.tw: Corrigindo e tentamos que eles entendam o porquê do erro, em todas as tribos existem jogadores que lutam pelo top individual (eu já fui desses players).

Aqui na Dz !, por exemplo, haviam alguns jogadores com essa mentalidade e nós conseguimos com que eles mudassem e que o objetivo primordial fosse em termos global.

ArilsonLucas02: Como você imagina esta tribo daqui a alguns meses? O que você gostaria que acontecesse e do que tem medo?

YoungChild: Medo não tenho de nada, já tivemos Dz ! vs. todo o mundo, quando a ImF decidiu juntar tudo. Pode vir VoD, SMF, URUZ, medo é coisa que não temos. Gostaria que continuássemos o mesmo bom percurso que temos levado até agora.

ArilsonLucas02: O que você acha que é a chave do sucesso da tribo no mundo?

YoungChild: Organização, atividade coletiva, entreajuda e disponibilidade.

ArilsonLucas02: No início do mundo existiam 3 tribos que já foram campeãs de outros mundos (HMetal, VoD & SMF). Isso aumenta a dificuldade de uma tribo novata ser campeã?

YoungChild: Penso que não, a HMetal já não existe, SMF praticamente já não durará muito, VoD é que tem andado bem, mas penso que apesar disso não há muita diferença em a tribo ser nova ou não.

ArilsonLucas02: Agora para o lado mais pessoal, o líder precisa de mais tempo livre para gerenciar a conta, como você consegue conciliar a vida pessoal e o jogo?

Felgueiras.tw: Por vezes abdico da conta e do top para gerir a tribo. Há semanas em que estamos menos ativos e é nisso que a Dz ! difere das outras tribos, mesmo estando um ou outro ausente os que estão on dão o dobro do trabalho e completam as lacunas.

ArilsonLucas02: Que conselhos sobre liderança daria a outros líderes?

YoungChild: Ter calma, saber que liderar não é chegar, pôr os membros e dar ordens, é necessário muita paciência, vontade e muito querer para que tudo resulte.

ArilsonLucas02: Gostaria de deixar alguma mensagem para quem está lendo a entrevista neste momento?

YoungChild: Sim, que não nos julguem sem nos conhecerem, ainda há muito que fazer e que conquistar, e boa sorte a todos em todos os seus projetos.

Jantar de Natal ’13

Era uma vez…

Não “era uma vez” coisa nenhuma, isto é o “Jantar – Parte II – The Revenge”, ou pelo menos a vingança da comida, visto que no último jantar saímos de lá com mais fome do que quando lá entramos…

Bjardinhas

Bem dito, bem feito… chegou o dia pelo qual tantos ansiaram e poucos se dignaram ou pelo menos tiveram a coragem de comparecer… nem sabem o que perderam…

9Gomez

Como habitual mais um jantar de Natal.

E tudo começou com escolher a prenda até que, de um momento para o outro, surgiu a ideia de fazer publicidade à empresa onde trabalho. :p

euu17

O jantar de Natal foi bastante divertido e nem o frio que se fez sentir impediu a convivência e o espírito natalício.

WolfGirl

Bem, começando pela viagem até ao Porto… digamos que foi interessante, vim a dormir. 🙂
Quando cheguei, ainda não tinha saído do carro, mas comentei que só de ver parecia estar frio lá fora, curiosamente, estava muito certa.

Fomos almoçar um cachorro típico de uma casa que a krislete fez questão que conhecêssemos. Estava maravilhoso, mas não sei se era mesmo do cachorro ou se da fomeca, uma vez que já eram 17h e qualquer coisa.

Fomos trocar de roupa para ficarmos ainda mais bonitos, e seguimos caminho para Famalicão.

RIFS

No dia 7 de dezembro, pelas 17 horas, estava eu e o Minicopar a sair de Viseu. Embalada por conversas sobre o projeto de cada um, e pelo meio, anedotas e brincadeiras, a viagem até ao Porto fez-se bem.

Castela95

Naquela solarenga, mas fria, tarde de inverno de 7 de dezembro de 2013 sai do conforto do meu lar para uma aventura inesquecível, o meu primeiro jantar de Natal com a malta dos jogos.

À hora combinada, com mais um estreante nestas andanças de jantares, lá fui eu rumo a casa do Castela95, quase a chegar e ainda a faltarem 2 minutos toca o telemóvel. Era o Castela95 para saber se me tinha esquecido de o ir buscar. Parei no local e vejo-o a aproximar, assim que entrou no carro tive o primeiro calafrio da tarde. Não era por causa do Castela95, mas do que ele trazia nas mãos. Um singelo saco com uma prenda dentro, pensei “Xiii, era para levar prenda? Esqueci-me completamente, a Larkin vai dar-me com o chicote, se calhar é melhor ficar em casa… Não… Tenho de comprar qualquer coisa quando chegar ao Porto”.

Lá fomos nós, estrada fora, rumo ao Porto.

Minicopar

O pior, veio a seguir. Chegando ao Porto, recebo uma mensagem do EnteiRocks avisando que teve um imprevisto e que deveríamos seguir para Famalicão, onde encontraríamos o Ricardo. Decidimos ligar ao Ricardo, anunciando a nossa ida e aguardando instruções para chegar ao local onde se encontrava. Após 3 tentativas falhadas de falar com o Ricardo, ele lá decidiu retribuir as chamadas. As instruções foram para sairmos da autoestrada em direção a “Braga”. Mas quando desligámos a chamada vimos um aviso que a saída estava fechada. Voltámos a ligar ao Ricardo, desta vez ele atendeu à primeira, e disse-nos que devíamos “sair na anterior” e voltarmos a ligar. Lá saímos na anterior e quando ligámos ao Ricardo ele disse-nos que tínhamos que seguir a Nacional. O que se passou foi que tínhamos acabado de passar a entrada para a Nacional quando o Ricardo nos avisou. A consequência foi que tivemos de seguir até Famalicão por “montes e vales, aldeias e vilas, e pontes romanas”. Nem tudo foi mau, uma vez que, muito graças à nossa boa disposição, serviu para nos rirmos um bocadinho. 😀

Castela95

Quase a chegar a Famalicão, nos placares da A3 um aviso: “Saída para Famalicão cortada, alternativa Trofa” e lá fomos nós bem-mandados.

Assim que saímos o GPS insistia em mandar fazer inversão de marcha, mas teimosos seguimos até uma rotunda, o que nos fez sentir em casa, à falta de informação viramos à esquerda e finalmente foi recalculado o itinerário. Quando demos por nós andávamos em estradas esburacadas e a apertadas questionando, “Mas por onde nos metemos?” e o Castela95 “Se calhar é melhor voltar para trás”. Sem medo partimos para a aventura e seguimos as instruções dadas. Até que chegamos à Ponte da Lagonchinha construída no século XI, mas que estava lá para nos por no bom caminho, rumo ao tão esperado jantar de Natal.

Uns minutos depois chegamos, mais um telefonema ao Ricardo e depois de umas indicações… “Seguir em frente, na rotunda terceira saída, onde há árvores, continuar em frente passar ao lado do túnel e virar à direita, no fim da rua e após passar umas passadeiras elevadas há um largo com uma igreja à esquerda, em frente está um Audi branco… é ai.”

Minicopar

Desta vez a minha viagem era muito mais curta, o que me deu tempo de sobra para a minha “futebolada” de sábado à tarde. Decidi que iria diretamente para o local do jantar.

Estava eu sossegado nos meus aprontes quando a menina RIFS me questionou via Skype. “- Então ainda aí estás? Não vens?”. Apressado, pus-me a caminho do restaurante. Quando dei por mim estava em frente ao dito cujo, que apresentava uma silhueta sombria. Estava situado a um canto de um pequeno parque no meio de uma área verdejante coberta pelo orvalho da noite. Menos de meia dúzia de carros estacionados ali a cerca de 30 metros e nem vivalma por perto.

Questionei-me por alguns momentos se estaria no local certo, alguns momentos que rapidamente passaram a longos e longos minutos, pois por culpa da RIFS cheguei com 40 minutos de antecedência do que tinha inicialmente previsto.

Estava perante uma noite digna de um verão na Sibéria, a zona era pouco iluminada, e os olhares que troquei com os poucos transeuntes que passavam em busca de um sinal de familiaridade, foram todos em vão. A espera, além de demorada, tornava-se agora também ela gelada.

O Bjardinhas desta feita não encontrou um bingo, mas perdeu-se e só após as minhas indicações é que se apercebeu que não estava no sítio certo. Ainda assim demorou 15 minutos para percorrer 1 km. Como se apresentou com a esposa decidi por bem não questionar o porquê da demora, mas tanto um como outro apresentavam um sorriso de orelha a orelha.

9Gomez

Uma viagem, desta vez mais curta, ou seja, até Famalicão, com as coordenadas do restaurante marcadas no meu GPS, e lá fomos nós. Chegando lá, deparei-me sozinho, apenas acompanhado com a minha esposa, num local escuro como breu. Passou-me mil e uma coisas pela cabeça, mas lembrei-me que decidi portar-me bem essa noite…

Fartando-me de esperar lembrei-me de uma pessoa que tinha ido acampar para o restaurante e que, curiosamente, não se encontrava no local onde o meu GPS topo de gama tinha-me indicado. Telefonei então ao Sr. 9Gomez, que me explicou onde se encontrava, por meio de gemidos e dos bateres de maxilares, visto estar congelado na sua tenda.

Bjardinhas

Chegados a Famalicão, o Ricardo dá as instruções até ao local onde se encontra, usando o seu gigante automóvel/tanque de guerra para ser localizado ao longe. Em conversas sobre os jogos, futebol e política, passou-se uma hora. Estava na altura de ir para o Restaurante, ter com os restantes elementos.

Castela95

Finalmente no parque de outro restaurante, e já cheio de larica, começo eu a pensar que nos enganamos de novo, até que, ao longe, começamos a ver umas luzes a piscar, tipo código morse… Mas quem será? Sinais para negócio? Nada disso. Era apenas o Ricardo a ordenar a nossa marcha…

Bjardinhas

Entretanto já alguns veículos tinham estacionado nas imediações, mas a penumbra da noite impedia que os vultos que saíam dos ditos fossem mais do que isso mesmo. Um dos tipos, muito maior que os restantes, tirou algo do bolso, apontou na nossa direção e antes que pudéssemos reagir ele começou a disparar… flashes brancos de forma perfeitamente sincronizada. Refeito do sobressalto, rapidamente percebi que era o Ricardo a mandar-nos uma mensagem em código morse: “J-Á– P-A-R-A– A-Q-U-I– I-M-E-D-I-A-T-A-M-E-N-T-E”.

9Gomez

Chegámos ao local, a krislete telefona ao Ricardo para ver onde andavam e, ao que parece, obteve uma resposta do género “Estamos a sair daqui”, meia hora depois chegaram… O incrível é que chegaram exatamente às 20h, o Ricardo surpreendeu-me. :p

Pelo que rapidamente perdeu pontos, quando estava eu e o senhor alexmix meio antissociais dentro do carro por causa do frio e ainda meios a dormir da viagem, e decide abrir a porta. Uma pessoa até fica naquele estado de não conseguir pensar momentaneamente e tentar perceber o que se passou.

RIFS

Quando cheguei ao restaurante já lá estava a krislete, a RIFS e o senhor alexmix onde deu para por um pouco a conversa em dia, apesar do frio. Entretanto foi chegando o resto do pessoal grande parte já conhecidos dos outros eventos.

euu17

Bem, lá sai do carro para ir cumprimentar o pessoal, e nesse momento é que vi o que era frio, por momentos pensei que as minhas extremidades fossem congelar…

RIFS

No restaurante, estava já à nossa espera o euu17, com a sua acompanhante envergonhada, a krislete e a RIFS. Mas, entretanto, chegam alguns dos elementos da equipa do The West, esses que eram daqueles que eu mais desejava conhecer, após tantas horas em chamadas e tantas “puxadelas de orelhas”. Ambos altos, “elegantes” e com o aspeto mais jovem do que a idade indica. Não foi difícil de os reconhecer, principalmente por já estar habituado às suas vozes. O Bjardinhas trouxe a sua acompanhante que me havia já ameaçado com o rolo da massa por motivos do jogo. Ainda assim, o grupo começou a trocar vivências “westianas”, anedotas e histórias há muito guardadas.

Castela95

Esperava ansiosamente conhecer os meus dois supervisores. Sabia de antemão que a Sonha não estaria presente, pois apesar de ter saído da Suíça há três dias atrás e ter feito escala em GENEVE – HELSÍNQUIA – MOSCOVO – TÓQUIO – SIDNEY – BRASÍLIA – NOVA IORQUE – MADRID – PORTO, ao levantar as malas partiu uma unha e ficou muito consternada voltando de imediato para casa.

Restava o Castela95, como seria ele? Alto, imponente, forte? Faria a sua figura fazer-nos temer pela vida tanto quanto as suas intervenções na sala de trabalho? Até que ouvi uma voz que me estarreceu… Era ele… virei-me ansiosamente… E nada… Não vi ninguém… Voltei as costas desiludido, deve ser da ansiedade, pensei. De repente voltei a ouvir a tal voz em amena cavaqueira com o Bjardinhas, voltei-me e deparei-me com o Bjardinhas de joelhos a falar com um mocito, pequeno, magro, onde no meio do escuro só se via claramente o aparelho dentário a reluzir, mas com um ar importante e de sobeja sapiência, era o Castela95… Que vergonha tinha acabado de o cumprimentar e nem me tinha apercebido que era o meu supervisor… Alguém vai ficar sem Premium… Ai vai, vai… 🙁

Por uns breves e corajosos instantes, devo dizer, mantivemo-nos ao gélido luar a trocar cumprimentos e conversa de circunstância à porta do restaurante.

9Gomez

O pessoal parecia estar a curtir o frio, até que houve um génio que se lembrou que podíamos entrar, génio esse que curiosamente foi o Ricardo, só curiosamente…

RIFS

Após o fantástico jantar de aniversário dos cinco anos de existência do jogo The West, chega finalmente a hora de um jantar de tradição devido à época natalícia mas, acima de tudo, um bom jantar entre amigos. Assim sendo e já preparado, sigo rumo ao Tapas, local onde se iria realizar o jantar de Natal da equipa da Solutions. Chegado ao local, já se encontrava um bom grupo de pessoas cá fora nas suas conversas esquecendo por completo o frio que estava.
Destacando-se como sempre, o Ricardo pergunta quem sou ao qual respondo que era “aquele tal estranho que era apanhado a caminho…”. Após isso o Ricardo lá se lembrou de mim e deixou-me juntar ao grupo e, por sua vez, jantar entre amigos. Vendo ao redor, vi a krislete, pessoa que já não via e conversava há algum tempo. Foi muito bom o reencontro, suficiente para recordarmos momentos passados entre a equipa neste tipo de eventos. Escusado será dizer que uma dessas recordações foram os famosos cogumelos do Ricardo, lol.

A certa altura, e entre sorrisos, vejo um telemóvel a chegar até mim e dizem-me para falar. Ao princípio pensava que era apenas uma brincadeira, uma vez que eu falava mas não recebia resposta do outro lado. A certo ponto resolvi olhar para o telefone para ter a certeza que não era uma brincadeira e fico contente e surpreso quando verifico que é Sr. Arodrigues. Excelente pessoa e amigo. Já não falava com ele há bastante tempo. Conversa para lá e conversa para cá, passo o telefone à krislete, a qual passa para o Ricardo. Foi um momento engraçado e ao mesmo tempo alegre. Também recordamos outros jantares de Natal onde ficaram bastantes momentos inesquecíveis.

Novamente, é sempre muito bom este tipo de eventos, juntam-se algumas pessoas, conhece-se outras, uma vez que poucas são estas alturas em que podemos conversar pessoalmente.

Me God

Por esta altura, quase todos os participantes do jantar se haviam reunido, à exceção de dois dos elementos mais aguardados, a Larkin, e o EnteiRocks.

Castela95

Por questões profissionais, a Larkin decide ficar com o papel que calhou ao Me God no último jantar, mas desta vez esperámos lá dentro ao quentinho.

RIFS

O EnteiRocks decidiu juntar-se à nossa companhia, estávamos nós ainda fora do restaurante. Cumprimentou todos com um “Boa noite”, e seguiu a correr, deixando para trás um “Vou só ali à casa de banho”. Após uma das pausas para fumar, decidimos entrar então para o Restaurante. Eu fiz questão de me sentar junto da minha equipa, a equipa do The West, e desde logo havia a promessa de muitas risadas durante o jantar, até porque contávamos também com a presença da RIFS e do senhor alexmix.

Castela95

Chega ao momento de entrar e sentar no quente e na companhia do resto da malta. Uma vez sentado e já com entradas na mesa, ao olhar para o lado, não vejo ninguém a comer e como alguém tem de ser o primeiro, lá arranquei eu ao ataque. As entradas estavam deliciosas, ainda foram algumas coisas que para mim e alguns, era novo. Um bom exemplo seria o feijão-verde panado em massa, diferente mas estava bom até. E então, terminando as entradas, chega a paparoca principal e pelo meu espanto e de quem estava ao meu lado esquerdo, Minicopar salvo erro, confirmamos ambos que tinha sido o nosso jantar no dia anterior, lol. Embora, de minha parte, a única diferença seriam as castanhas, que estavam uma delícia.

Me God

Até que entramos para o restaurante e começaram a servir as entradas e, enquanto esperávamos pela comida, lá fiz a minha boa ação do dia levando a minha acompanhante ao café mais próximo para comprar tabaco.

euu17

As entradas foram servidas, os espinafres estavam muito bons. 🙂 A alheira, ao que parece, o Castela95 gostou muito.

RIFS

Estávamos nós a comer as entradas, é então que acontece o tão aguardado momento, a chegada da “Rainha da Noite”, a Larkin. Estavam agora reunidos todos os participantes do jantar.

Castela95

Já no restaurante, começam por vir as entradas. Pratos e mais pratos e nunca mais terminavam… Até que chega a comida principal e penso eu “Mas vamos deixar aqui o ordenado todo? É que não pára de vir comida…” Nesse mesmo instante olho para o prato da menina RIFS e então percebo “Não veio assim tanta comida… Eles é que não comem.” A RIFS, após comer uma azeitona, sentia-se a abarrotar, até o meu gato come mais do que ela, mas ao olhar para o meu lado direito reparo na menina Larkin, e então coloco as minhas mãos na cabeça. Ela não parava de comer, e disse para mim: “Será que ela tem alguém dentro dela, e como tal está a comer por dois? Ou então, já não come há uma semana?” Pensamentos e incógnitas com que fiquei até então…

Bjardinhas

Sem comentários ao teu cavalheirismo, Bjardinhas, sem comentários…

Na mesa havia uma sequência de passagem de comida: O Bjardinhas tirou, literalmente, tudo o que era entrada, o que via que gostava ficava no prato dele, o que não gostava passava ao prato seguinte, que era da esposa, que, pelo que ele diz, gosta sempre de tudo.
E começou a galhofa… Ri tanto que os meus olhos, por vezes, ficavam cheios de lágrimas com a comédia dos “The Westianos”.

RIFS

Da água para o vinho (e que bom que ele estava), este jantar, comparando com o último, acho que toda a gente deve ficar agradecida ao trio maléfico que tratou da saúde ao último organizador de eventos.

Comida gourmet em quantidade, bebida de qualidade em copo cheio, e gente fantástica à volta da mesa, pouco mais se poderia pedir, “Magnifique!”.

9Gomez

A comida estava excecional, o local era aconchegante e os funcionários simpáticos.

WolfGirl

Devo ressalvar dois ou três momentos durante o jantar…

…primeiro, o grupo de “tias” que ficou na mesa ao lado da nossa, que fazia com que a cada 15 minutos um grupo de homens e o Castela95 se levantassem da mesa para ir “fumar”. Volta e meia lá apareciam todos de novo, sempre com o EnteiRocks um pouco mais atrás procurando disfarçar o facto de estar todo despenteado e todo desalinhavado.

9Gomez

O jantar decorreu às mil e uma maravilhas, o pessoal super bem-disposto… Mas pensava eu: “Mas porque é que o pessoal está tão bem disposto? Será que sabem alguma coisa que se vai passar e eu não? Será que o Castela95 vai pedir a mão de alguma moderadora em casamento? Será que o 9Gomez se vai assumir?”… Eram perguntas que eu me fazia… Até que olho para a mesa que se encontrava à minha frente e “voilá”… Recheada de meninas… Mas não vou alongar mais este pensamento, (tenho amor à vida… e ao corpo).

Bjardinhas

A carne de porco à alentejana, acompanhada com um vinho tinto, ou uma coca-cola, ou até mesmo uma água, regada com histórias do velho oeste, e com bastantes risadas, salpitada com uma excelente companhia, foi daquelas que me soube melhor.

Castela95

Chegou a comidinha, ao que parece “típica alentejana”, que de alentejana tinha tudo menos a carne, eheh, embora estivesse divinal (não tanto como a alentejana, obviamente), pois cheguei a provar dois pedacinhos.

Tive direito a 4 designers de pratos, 9Gomez (o que serviu o arroz), o Castela95 (que me pôs no prato a quantidade astronómica de batatas e legumes), o Bjardinhas e o senhor alexmix, que fizeram questão de se juntar aos outros dois e com a faca andar a ajeitar a disposição da comida do meu prato… Sugiro que até ao próximo jantar aperfeiçoem esse estilo de decoração alimentar, digamos que não foi suficiente…

Aproveitei todos os pequenos momentos, em que estavam concentrados na comida e não falavam, para beber água, caso contrário o Bjardinhas não chegava a casa seco… Conclusão, cheguei ao fim do jantar com sede, literalmente…

Eis que surge um empregado, umas vezes mais jeitoso outras vezes menos…

RIFS

…segundo, o facto de a RIFS fazer pinturas rupestres com a comida e comer menos que o meu periquito, além obviamente de me obrigar a mim e ao Ricardo a pedir o número de telefone ao empregado de mesa, já que ela tinha medo de intimidar o rapaz.

9Gomez

O 9Gomez fez questão de testar a orientação sexual do moço, mas não percebi se era na brincadeira… eheheh

Saí do jantar sem perceber se eram dois empregados ou se era o mesmo, mas também com a vergonha que já tinha passado não fui tentar saber mais pormenores acerca do(s) moço(s).

RIFS

…terceiro facto, a troca de prendas, onde os dados de que eu ganhei e o boneco reluzente e meloso que tocou ao senhor alexmix, fizeram sucesso nas mais diversas mãos.

9Gomez

A troca de prendas foi o ponto alto da noite, e bastante divertido, com algumas prendas super engraçadas.

WolfGirl

Finalizado o jantar, fomos efetuar a troca de prendas, a minha tinha de ser a primeira a sair, como era de esperar, um bonequinho antisstress que dava luz, que saiu a quem estava a fazer o sorteio… (cheira-me a batota), mas o curioso é que quem não largava aquilo era a menina Larkin. Tanto apertava o boneco que por momentos já sentia pena dele, por ser tão massacrado. Isto até o Sr. Ricardo começar também a brincar com ele… Cenas impróprias para cardíacos…

Bjardinhas

Após um delicioso jantar e respetiva sobremesa e/ou café, chega à melhor altura do evento, a troca de prendas. Infelizmente não reparei a quem saiu a minha prenda, mas a mim calhou-me um cubo colorido do tipo puzzle. Foi engraçado, pois era justamente o presente que ia trazer, mas à última da hora troquei. Seria engraçado se não o tivesse feito 🙂

Me God

Troca de prendas… Estava ansiosa, mas ao mesmo tempo com receio e assustada, pois aquela gente é meio avariada da cabeça e nunca se sabe o que estaria dentro do embrulho… Relativamente à minha prenda não tive queixas, mas confirmei a maluqueira deles quando vi a prenda de alguns, nomeadamente a do euu17, a do 9Gomez, a do Ricardo, e mais uns (que deviam de ter bolinha vermelha)… O karma descobriu o Castela95, ficando sem prenda, para ver se ele aprende a ser mais meiguinho com o tema das rastas :c

A prenda do senhor alexmix foi muito cobiçada, pelo Big Boss (Ricardo) que fez questão de andar a “mandar” à cabeça das pessoas, e pela lady Larkin, que parecia que descarregava nela a raiva que acumulou enquanto ouvia o Sr. Castela95 a difama-la, opssss

Ahh esqueci, o Castela95 é pequeninoooo, não vamos comparar comigo, porque não sou exemplo, mas ele parecia um anãozinho quando o Ricardo estava por perto.

RIFS

No fim, houve a troca de prendas, cada uma acompanhada com alguns presentes da InnoGames. O pior foi que o meu nome não saiu, ou seja, EU-FIQUEI-SEM-PRENDA. Não fosse a bondade do Minicopar, que, ao não trazer prenda, decidiu não ser merecedor de receber…

Castela95

Ao fim do jantar, como habitual, veio a troca das prendas onde recebi uma prenda muito engraçada que até nem vale a pena comentar 😛

euu17

Após o jantar, houve tempo ainda para algumas conversas, mais algumas risadas, um copo de whisky, do qual o Bjardinhas se assumiu como grande fã e alguma troca de experiências.
Mas, como tudo na vida, chegou o pior momento da noite, o momento de dizer adeus, de nos despedirmos de todas aquelas pessoas que, de alguma forma, já fazem parte da nossa vida há algum tempo. Abraços aqui, beijinhos ali, para mim e para o Minicopar, foi o fim de uma noite muito bem passada.

Atenção, não pensem que ficou por aqui. No fim, houve trocas de promessas para que volte a acontecer. “Não percam o próximo episódio, porque eu, também não!”.

Castela95

No final do jantar já algumas pessoas tinham ido embora. O pessoal sobrevivente ainda teve motivo de galhofa na rua, frisando que estávamos novamente ao frio, mas, graças aos presentinhos que o Ricardo trouxe lá dos alemães, o frio diminuiu, mas também por pouco tempo, graças ao 9Gomez que teve a infeliz ideia de conseguir adulterar a ideia que tínhamos do processo dos cachecóis desde serem produzidos até estarem nas nossas mãos…

RIFS

Bom, foram poucos os momentos que consegui destacar e juntar para recordar, porém, seja apenas um momento a recordar, temos sempre o evento, jantar de Natal entre amigos que já é e sempre será uma excelente prenda e recordação a levar para casa.

Despeço-me desta forma, um tanto ansioso que chegue mais evento da equipa 🙂

Me God

Depois da troca de prendas chegaram as despedidas de alguns e os resistentes ainda fomos até um bar no centro de Famalicão onde o tempo passou a voar a dar umas tretas com o pessoal.

euu17

Querem saber o que aconteceu depois? E o que se passou? Bem…. Apareçam no próximo… E tragam boa disposição, pois nunca escrevi um diário e não vou começar agora, e este já está a ficar longo… 😛

Bjardinhas

O jantar foi 5 estrelas, o convívio espetacular, foi ótimo viver momentos com os elementos da equipa em ambiente festivo e conhecer o lado alegre e bem-disposto de quem nos dá na cabeça quando tem que ser.

A noite até podia ter terminado na esquadra… Mas isso fica para quem foi… Quem não foi, fosse, nem sabem o que perderam. Aos que foram o meu obrigado por fazerem parte deste excelente momento, que espero poder repetir um dia destes.

9Gomez

A festa continua, num barzinho algures em Famalicão. Já se notava o cansaço presente, no entanto, a Larkin parecia que tinha despertado, não sei se pela música brasileira que estava a passar… 🙂

RIFS

Até que chegou a hora de me despedir e aguardar até o próximo evento.

euu17

Ainda houve tempinho para uma suposta conversa do Bjardinhas com o Ricardo que aparentemente tinha começado por causa de linguagens de programação, mas sempre que alguém apanhava parte da conversa era algo completamente aleatório, no entanto a desculpa mantinha-se “linguagens de programação”.

Et voilá, fomos para a toca, dormir.

Dia seguinte outra viagem interessante na qual não me lembro, pois o sono apoderou-se de mim novamente.

RIFS

“Side by Side, We Fight!”

Castela95

Feliz Natal!

9Gomez

“Os três irmãos” por Guilherme zc – Capítulo VIII


Guilherme zc
Membro do fórum do The West desde de outubro de 2010.
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Socorro!
Meio sem pensar, Bob gritou pedindo socorro, mas Thomas falou:
– Cala a boca garoto, nós estamos no meio de um bosque, ninguém vai te escutar!
Daveira:
– E podem largar as armas ago…
Quando ele estava terminando a frase, ocorreu uma explosão atrás dele, e quando se virou viu três homens parados. Aproveitando a oportunidade, os três irmãos começaram a atacá-los. Era tiro para todo lado, até depois de alguns segundos de tiroteio, só sobraram vivos Daveira e Thomas, gravemente feridos.
Bob:
– O que vocês querem?
Thomas:
– Queríamos o dinheiro e o mapa.
Jack:
– Como sabiam que estávamos com o mapa?
Thomas:
– Temos um amigo que trabalha no museu em Austin, e ele viu vocês copiando um pedaço mapa que estava exposto e deduziu que tinham o resto.
Enquanto todos prestavam atenção em Thomas, Daveira tinha se arrastado pelos arbustos, mas para o azar dele Joe escutou e gritou:
– Olhem lá! O canalha está fugindo!
Não foram necessários 3 segundos para que Jack sacasse a arma e acabasse com o sofrimento do homem. Aproveitando estes segundos de distração, Thomas, que estava menos ferido que o irmão saiu correndo, e não demorou muito para que Joe atirasse uma faca em suas costas.
Após esses breves acontecimentos, Jack foi conversar com seus salvadores:
– Olá, muito obrigado pela ajuda, nós não sabemos o que aconteceria se vocês não tivessem aparecido.
Arrepiado:
– Não foi nada, estávamos indo garimpar ouro num rio aqui perto quando escutamos um grito. Ah! Prazer, Arrepiado.
Jack:
– O que? Arrepiado? Nossa… Quanto tempo! Lembra de mim? Jack! Brincávamos juntos quando éramos crianças! Lembra?
Arrepiado:
– Jack? Meu Deus! Você está tão diferente! Não me diga que esses são Joe e Bob?
Jack:
– Exatamente! E quem são estes?
Arrepiado:
– Destroer e Penadinho. Destroer é especialista em dinamites e canhões. O Penadinho é médico. Os dois eram do exército, mas após um ataque mal sucedido, só sobraram eles e o sargento de sua divisão, então receberam permissão para se afastar.
Jack:
– Que bom que estão aqui, alguns dias atrás fomos atacados por um puma e precisamos de cuidados médicos, e meu irmão foi atingido por uma bala e precisa verificar os ferimentos.
Penadinho:
– Sem problemas.
Depois de receberem os cuidados médicos, enterraram Daveira, Thomas e sua gang e seguiram viagem.
Mal chegaram à cidade viram cartazes de procurado com o desenho de Daveira e sua gang. Foram correndo ao xerife para lhe mostrar as covas, mas o xerife não acreditou, então tiveram que desenterrá-los. Quando o xerife percebeu deu logo a recompensa de $1.000,00 pela gangue toda e voltou ao seu escritório. Com o dinheiro compraram mais comida, munição e um cavalo novo para Penadinho, que perdera o seu no tiroteio, quando foi atingido por uma bala no meio do crânio.
Após as compras, seguiram viagem em busca do tesouro.

“Os intocáveis” por killermike – Capítulo X


killermike
Membro do fórum do The West desde de abril de 2010.
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Chegaram, pediram as bebidas e dirigiram-se à sala de póquer. Estavam lá dois homens, um estava vestido com um chapéu cinzento e uma camisa preta coberta por um colete amarelo e o outro todo vestido em tons acastanhados.
– Olá, amigos, importam-se que nos juntemos? – perguntou Jimmy.
– Com certeza. – respondeu o do colete amarelo.
Sentaram-se e cada um entrou com 200 dólares. Ao fim de algumas rondas o do casaco castanho perdeu.
– Então amigo, posso saber como tu te chamas? – perguntou Clint.
– Por este sítio chamam-me Killer.
– Um pouco convencido, não achas?
– Não, eu acho que é merecido, eu não preciso de vos perguntar o nome, são Clint Estewood, Jimmy Carter e Jack Marston. São conhecidos nesta zona desde que mataram aquele dono do restaurante.
– Eu sei o que as pessoas pensam, mas não fomos nós. – retorquiu Clint.
Na jogada seguinte Jimmy perdeu seguido de Jack, apenas restando Clint e Killer em jogo.
Após várias jogadas Clint estava a ganhar por muito e Killer disse.
– Parece que vou perder, mais vale retirar-me e ganhar dinheiro de outra maneira.
Levantou-se e apontou a arma a Clint.
– A bolsa ou a vida Clint Estewood!

“Os três irmãos” por Guilherme zc – Capítulo VII


Guilherme zc
Membro do fórum do The West desde de outubro de 2010.
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Desventuras
No momento em que eles tentaram sair da tenda, foram barrados pelos cinco soldados, então eles se olharam e Jack falou:
– Tudo bem, é verdade, mas o que vão fazer com nós três?
Chefe Navajo:
– Terei de cumprir a lei, serão mortos!
Nesse momento, Bob passou no meio das pernas de um dos soldados e saiu correndo em direção dos cavalos, e foi seguido pelos seus irmãos. O soldado nem teve tempo de raciocinar quando o Shamã mandou todos segui-los. Montaram nos cavalos e saíram correndo. Alguns segundos depois viram flechas passando por cima deles, aí Jack falou:
– Vamos nos separar, enquanto estivermos juntos seremos alvos fáceis.
Jack continuou em frente, enquanto Joe foi para a direita e Bob para a esquerda. Saíram do território navajo e foram em direção a um bosque próximo onde acamparam.
No meio da noite Joe acordou e aqueceu o café, enquanto o estava tomando percebeu um movimento atrás de uns arbustos e pegou seu winchester, passaram-se alguns minutos e não aconteceu nada, ele largou a arma e voltou a tomar o seu café, mal começou a tomar, um puma saiu dos arbustos e pulou para atacá-lo, ele pegou a winchester e deu um tiro em seu peito, que não matou o puma na hora, mas serviu para atordoá-lo. Jack e Bob acordaram com o barulho e perguntaram se estava tudo bem, ele falou que sim, mas de repente o puma atacou Jack por trás e Joe engatilhou a arma e deu um tiro certeiro na cabeça do puma, que o matou na hora.
Bob:
– Jack! Como você está?
Jack:
– Estou bem, eu acho. Aiiiii!
Joe:
– Jack! Cuidado, deite-se aqui. Você teve sorte! O puma só o arranhou, se ele tivesse dado uma patada mais forte você estaria morto! Fique deitado enquanto o Bob faz os curativos, eu vou tirar a pele do puma, para vendermos na próxima cidade onde passarmos.
Bob:
– Vai doer um pouco, mas tenho que passar esse remédio nos seus ferimentos, para não infeccionar.
Jack:
– Aaaaaahhhhhhhhh!!!
Bob:
– Calma! Já vai passar!
Depois disso todos voltaram a dormir. Quando Jack acordou pela manhã, Joe e Bob já tinham levantado acampamento e estavam indo acordá-lo. Jack já se sentia melhor e foi arrumar seu cavalo para continuarem a viajem. Depois de viajarem a manhã inteira, pararam num campo para almoçar, assim não seriam surpreendidos durante a refeição. Depois de comer, foram deitar um pouco, mas sempre um deles ficava de vigia.
Depois de todos terem descansando, montaram e seguiram viagem. Quando estava anoitecendo, pararam e começaram a montar acampamento, Bob cuidou dos cavalos, Jack arrumou os sacos de dormir e Joe da lenha, depois aqueceram o café e começaram a conversar. Nisso apareceu um grupo de bandidos, liderado por Daveira e Thomas, dois irmãos, além deles tinham mais 8 bandidos, todos armados com revólveres e espingardas, menos Thomas, que tinha um sabre. Eles mandaram os três irmãos ficarem de pé e dar todo o dinheiro.

Aniversário do The West ’13

Dia 12 de outubro de 2013 fica marcado com a celebração do 5.º aniversário do The West e o 1.º encontro oficial do The West, na companhia dos jogadores, no Porto.

As expectativas estavam ao rubro!

Esta história começa por ser bastante atribulada.

Bjardinhas

Preparem-se!

Eis que chega mais um dia festivo, não apenas por ser o 5.º aniversário do The West, mas, também, por ser mais um convívio de excelência. São estas datas que nos deixam ansiosos o ano inteiro.

Me God

Estava bastante curioso de ver como iria correr o primeiro encontro oficial entre jogadores do The West organizado pelo pessoal do suporte.

Costinha

Ao invés do habitual jogo de futebol, das correrias desenfreadas, dos passes milimétricos, dos dribles desconcertantes, dos GOOOOLLL…aaiiiii…, havia algo diferente programado para aquela tarde/noite.

Aquele era dia de rever velhos companheiros de duras guerras e batalhas, de rever companheiros de duelos infindáveis, mas também de conhecer adversários e melhor que tudo isto finalmente poder associar algumas caras a alguns “nicks” que insistentemente fazem agora parte do meu mundo já não tão virtual.

9Gomez

Não faltaram claro as habituais brincadeiras de bom e mau gosto, mas inocentes, a que já habituamos os nossos leitores, tudo com o ambiente brincalhão do costume.

Quase a passarem 6 horitas dentro de um autocarro, lá estava eu a pensar “E agora?! E se eu não reconheço a Larkin?! Ainda bem que trouxe bolachas…” Eheheh, que na verdade não foram necessárias.

After that, fui conhecer a cidade das Antas, até aos locais “onde oz abiõez passam lá ‘tráz”.

RIFS

Estava um sábado solarengo e a viagem até Rio Tinto/Gondomar não foi longa. Fui recebido como sempre naquela casa, com enorme alegria e boa disposição… Ah grande Agitatoo, é sempre um prazer rever este companheiro. Como “habitué”, Darkness4018 já lá estava, outro guerreiro de longa data, com tantas aventuras e desventuras para contar.

Pergunto-me às vezes se, com tantos anos disto, já não faremos parte da mobília neste grande jogo, que nos trouxe tantas novas amizades e para alguns até mesmo amores, que seriam impossíveis de acontecer de outra forma.

Seguiram-se duas horitas de boa conversa com as habituais queixas e lamúrias do nosso “velhinho” Agitatoo:

– Vocês tendes tudo, eu nunca tenho nada… Eu que me lixo… Amigos d’um raio.

9Gomez

A saída e preparação de duas mulheres que vinham comigo para o jantar. As horas passavam e elas nunca mais estavam prontas… 😀 Finalmente prontas, e tendo já previamente configurado o GPS para não me perder pelo caminho, visto ter duas beldades no carro, lá fomos os três para o Porto.

Bjardinhas

Assim, tanto eu como a minha esposa, prontos e empiriquitados, demos rumo ao Porto onde se iria realizar o evento. Determinado a chegar a horas desta vez, resolvi utilizar o GPS de forma a chegar ao local exato uma vez que desconhecia por completo.

Me God

O ponto de encontro era o café “Enjoy It” desta vez, para variar, foi dos últimos a chegar lá. Uma vez lá seguimos para um café perto de onde íamos jantar. Quando chegámos já estavam alguns dos moderadores do The West e alguns jogadores.

euu17

Bem, estava a ficar na hora de nos deslocarmos até ao famoso “Piolho” e conhecer as meninas do The West. A primeira fez-nos esperar por ela perto da Câmara do Porto.

– Esperem ai, já estou mesmo a chegar. – dizia “ela” ao telemóvel com o seu sotaque típico do litoral centro.

Volvidos 15 minutos… Bem, talvez um bocadito mais, 20… 25 vá. Lá nos apareceu o carlosalex36. 🙂 Mas assim como apareceu todo sorridente a acenar, desapareceu rua abaixo dentro da sua carrinha de dois lugares.

Por momentos ficamos a pensar, será que era aquele o carlosalex36 ou era um maluquinho que se lembrou de nos acenar? Está visto que no Porto tudo é possível. Passados mais 10 minutos, a figura que tínhamos vislumbrado anteriormente finalmente reapareceu, dobrava a esquina o nosso grande organizador de eventos com um sorriso estampado no rosto. A figura que dele tinha imaginado, não sei porquê, era de um tipo assim para o alto e muito magrito, de óculos de massa, assim para o arredondado e com uns olhos perdidos no meio de umas grandes olheiras. Mas não, ali estava a minha frente um tipo baixito, gordito, e todo “saltitão” a transbordar boa disposição e importância, ou pelo menos a querer mostrar isso mesmo.

Próxima paragem, até que enfim o “Piolho”… Ups… Antes tivemos ainda que usufruir do detalhado conhecimento das ruas e arrumadores que a cidade do Porto nos tinha para oferecer, de modo a podermos estacionar os veículos em que nos fazíamos transportar, tudo claro oferecido pelo nosso magnífico organizador de eventos.

Agora é que era… a caminho do “Piolho”. Por essa altura já esperava uma caminhada infernal por entre becos e vielas, subidas íngremes em calçada portuguesa, e sob olhar desconfiado dos moradores. Percurso que teria de ser feito com um olho ao nível térreo e outro nos andares mais acima, não fosse uma “local” se querer ver livre do balde da água em que tinha acabado de lavar a louça do dia anterior, isto para não dizer outra coisa.

Mas não, por incrível que pareça o passeio foi mais curto, mais simples e mais limpo do que esperava, não houve lugar a surpresas e lá estávamos nós em frente ao “Piolho”.

Começava a demanda curiosa de descobrir entre os presentes aqueles que realmente queríamos encontrar. Um grupo aqui, outro acolá, mas e agora? Mesmo à entrada do estabelecimento, encostados a um dos cantos estavam três indivíduos com um ar suspeito. Em amena cavaqueira pareciam congeminar qualquer coisa com cuidado de não deixar escapar do conteúdo da conversa. Estariam eles a planear o próximo assalto? Estariam a pensar liquidar algum dos presentes? Ou seria apenas uma conspiração política?

Um era alto e maior que os outros dois, tinha todo aspeto de ser o cabecilha. O segundo, o mais pequeno e mais magro do gang, mas com um olhar maléfico escondido atrás dos óculos, talvez o assessor do cabecilha, aquele que faria o trabalho sujo se assim fosse preciso. O terceiro encontrava-se de costas, certamente seria de confiança e um elemento importante no gang, mas não lhe consegui imaginar nenhuma função.

A medo aproximei-me o suficiente para os poder ouvir, estarreci com o que o ouvi… Os sotaques eram inconfundíveis e surpreendentemente familiares, felizmente nunca os tinha ouvido em “modo: dar na cabeça”, mas sim, eram eles. Ali estavam Ricardo “O Cabecilha”, EnteiRocks, o do olhar maléfico 🙂 e o terceiro elemento do gang, o ogait87.

Enchi-me de coragem e decidi interromper aquela suposta conspiração apresentando-me meio atrapalhado, pronto lá se tinha ido a minha oportunidade de causar boa impressão.

O astuto cabecilha do gang agora com mais elementos sugeriu por bem fazermos um lanche reforçado, algo que apesar de estranhar não levei muito a sério.

Feitas as devidas apresentações era hora de esperar pelos restantes convivas. Mesmo antes de nos sentarmos chegaram mais alguns, um dos quais adversário no jogo, Stalk3rzinho. Tinha aspeto e trejeitos linguísticos de um típico rufia do Porto, mas cheio de boa vontade. Outro era o seu nobre escudeiro ThWolf, figura tímida que contrastava com a normal tagarelice no jogo. Como alguém durante o jantar disse: “… aqui não podes colar os links ‘pras gajas boas do Facebook”, não era mesmo a praia dele… 🙂

9Gomez

A viagem corria bem, já estávamos no Porto quando o GPS indicava para uma rua que não era possível atravessar. Tive de dar várias voltas e, azar dos azares, era uma noite em que a baixa do Porto estava completamente a abarrotar e o trânsito era impressionante. Voltas e mais voltas, as horas passavam e cada vez mais me distanciava da hora do evento. Ainda às voltas, recebo uma chamada do Ricardo a perguntar se demorava muito ao qual respondi que estava relativamente muito perto, mas que estava imenso trânsito e não conseguia arranjar estacionamento e ao qual responde para me despachar.

Me God

Estacionar, o próximo problema… Onde haveríamos de estacionar o carro? Até que me lembrei: “Bingo do Salgueiros”, já não ia lá ao tempo, e se jogasse alguns cartões tinha o parque pago… Bem… E porque não? Arriscava a ganhar um “prémiozinho” pelo valor que ia pagar pelo parque caso estacionasse noutro lugar.

Bem dinheiro saiu, mas foi do bolso, nem um bocado de sorte tivemos. Esperando que tivéssemos mais sorte no jantar…

Telefonei ao Costinha e ele veio-nos buscar, visto que o Porto é bastante perigoso, ele teria todo o gosto em ser o nosso segurança nesta viagem pelos becos.

Bjardinhas

Ainda continuava às voltas e, por incrível que pareça, nem sequer sabia onde era o restaurante, nem muito menos o tinha visto alguma vez nas voltas todas que dei.

Me God

O próximo… Oh o próximo… Estava prestes a chegar uma figura mítica do The West PT. No ecrã do telemóvel que vibrava, “Costinha”, de imediato olhei em redor, estava iminente, finalmente iria conhecer pessoalmente a figura por de trás do “nick”, por de trás do bicho de olhos amarelos que usa no skype, por de trás daquela voz que me atrofia os ouvidos. 🙂

Olhei, voltei a olhar e nada, decidi baixar um metro o nível da minha visão periférica e nada, esperem, o que era aquele animal de cor castanha? Cabelo? Será? Baixei novamente a minha visão periférica uns 30cm e lá estava ele, o nosso Costinha. 🙂

A conversa continuou por entre comes e bebes durante uma boa horita, até que alguns elementos foram chamados para uma conversa particular com o “Big boss”, o primeiro foi o nosso organizador de eventos, o segundo foi o tipo de olhar maléfico. Certo é que momentos depois a despesa estava paga. No meio daquela algazarra deu-me a ideia ter visto o empregado que nos serviu a cuspir uns quantos dentes junto a uns baldes de lixo, mas deve ter sido impressão minha, assim como o facto de se apresentar todo desalinhado e com as roupas rasgadas. Se bem me lembro a última coisa que pensei foi, “deve ter caído, coitado”.

Inversamente a isto o EnteiRocks apresentava um sorriso de satisfação e os punhos um tanto ao quanto avermelhados. “Nada de relevante”, voltei a pensar.

A noite estava a ficar gélida e Darkness4018, que só tinha trazido uma camisinha de verão, tilintava de frio. Pensei seriamente em oferecer-lhe o casaco que trazia vestido, mas rapidamente me vieram à ideia duas razões para não o fazer. Primeiro, se o fizesse seria eu a tilintar de frio e, segundo, o Darkness4018 estava longe de ser uma menina que precisasse do meu cavalheirismo. Por esta hora o desespero era sinal bem patente na cara do Darkness4018, que já equacionava a hipótese de abdicar do investimento de dois meses de Premium no jogo para comprar um casaco caso encontrasse alguma loja aberta.

Foi nesta altura que EnteiRocks o demoveu da ideia, dizendo que o frio conserva, obviamente que sem segundas intenções.

9Gomez

E entre conversas chegou a hora de ir para o restaurante onde já estavam mais jogadores.

euu17

A espera foi longa junto da porta do restaurante, segundo percebi estávamos todos á espera que o Bjardinhas acabasse de jogar Bingo para pagar o parque de estacionamento. Só que ele embirrou que tinha de colecionar todos os cartões de bingo diferentes e dai a demora. 🙂

9Gomez

Houve bom convívio, o pessoal deu-se todo bem, haviam vários jogadores que não conheciam ninguém pessoalmente, mas mal foram feitas as apresentações começaram logo a falar como se já jogassem juntos há bastante tempo.

Costinha

Chegando ao restaurante, o grupo já se encontrava bastante grande, todos a olhar para nós (eu, Gogas84 e Maggyyyyy). Cumprimentei-os a todos, sem qualquer problema, e descansado, pois a minha “fragoneta” estava bem escondida de tantos olhos… 😉

Bjardinhas

Chega a hora do jantar e as ladys RIFS e Larkin são quase as últimas a chegar, não fosse termos que estar a espera que Sr. Me God decidisse estacionar o carro depois de mais de meia hora a passear nas mesmas ruas.

Mas, no momento em que estamos a descer a rua e já avistávamos o pessoal apenas me vinha à cabeça “Oh God… Aquele é o Ricardo?! É tão grande… E agora como o trato: por tu ou por você?!” Se ele já metia respeito atrás do ecrã, pessoalmente é de morte… lol Mas depois lá percebi que não eram nenhuns bichos.

RIFS

Quando finalmente o triunvirato (Bjardinhas, Gogas84, Maggyyyyy) chegou, já o grupo era bem maior. De destacar a presença da Larkin e da RIFS, que sendo “meninas” merecem sempre o meu destaque.

A Larkin mais “soft” que por norma nas reuniões da equipa, onde nós, e de propósito, fazemos asneiras só para a ouvir ralhar connosco pelas nossas imbecilidades.

A RIFS a espantar o mundo com a ausência das suas míticas rastas e o trejeito de “bad girl” e apresentar-nos um ar simpático e de menina de coro.

9Gomez

Mais algumas voltas recebi desta vez uma chamada da Ana, a qual me ajuda a encontrar o restaurante e fico completamente de boca aberta quando por fim vejo o restaurante e algumas pessoas à porta, inclusive o Ricardo e penso, “já passei por aqui três vezes!!! Impressionante como sou trapalhão…” Com a ajuda da Ana lá encontramos um local para estacionar e daí fomos a pé para o restaurante.

Me God

Não sabendo que só faltava o seu supervisor, euu17 remata:

E finalmente depois de algum tempo à porta do restaurante à espera de algum moderador lá decidimos entrar na ausência dele 😀

euu17

(euu17, espero que o Me God não leia isto.)

Finalmente chegamos ao restaurante (finalmente mesmo!), tanta gente junta!… Fiquei contente por ver tanta gente reunida, elementos da equipa e, também, jogadores do projeto em causa. É sempre bom fazer parte deste tipo de convívio, fico sempre ansioso quando se está para se realizar algum. E pronto, lá entramos e encontramos uma mesa enorme, vejo o Sr. EnteiRocks, o qual já não via há algum tempo, o Mister ogait87 e mais elementos da equipa, e ainda conheci alguns que ainda não tinha conhecido pessoalmente. Um deles era um jogador do The West. Já nos conhecíamos desde os primeiros mundos, excelente pessoa, e por fim conhecemos-nos, foi um momento gratificante devo dizer, conhecer alguém pessoalmente que já conhecia há bastante tempo, anos devo referir.

Me God

Finalmente pude conhecer ao vivo o “Tio Bob” aka Me God, que é nem mais nem menos aquilo que esperava dele, uma simpatia em pessoa.

9Gomez

Já sentados, verificava-se que o espaço era curto ou seja, estávamos no canto da mesa um pouco apertados e na tentativa de ajuda de um empregado, este resolve arranjar uma pequena mesa do lado para juntar à nossa. Mas, com um enorme azar, ou simplesmente não sabia, ao retirar a tal mesa pequena, dá de caras com uma tábua apenas entre duas mesas e com essa mesma distração, ao retirar a tábua, a mesa caiu por completo partindo praticamente tudo o que se encontrava em cima, pratos, copos, etc. Foi um momento embaraçoso, mas ao mesmo tempo um momento completamente memorável, digo eu :s

Chega o momento dos pedidos – finalmente – e, mais uma vez, existe o pedido de cogumelos do Ricardo, mas desta vez não tive a oportunidade de comer algum, lol.

Me God

Trocámos algumas palavras e eu a morrer de fome, até que, após uma atribulada espera, pratos e copos partidos, lá chegou a comida que tanto esperava… Mas… A quantidade apenas dava para a cova de um dente. “Bem”, pensei eu, “porque não lanchei como a Gogas84 no café? Ela é que foi esperta”.

Bjardinhas

Resolvo pedir uma alheira assada no forno e estava particularmente boa e saborosa. O jantar estava a ser deveras excelente, gente boa reunida, conversas e brincadeiras para trás e para a frente, momentos vibrantes e que mexe com as pessoas ver toda a gente de bem com toda a gente.

Me God

O jantar foi agradável apesar de ter comido uma das piores lasanhas de todos os tempos :p

euu17

Após revelado pelo Ricardo que a comida do restaurante não seria propriamente agradável, foi bastante ponderado descer a rua e ir ao McDonald’s, ou então roubar a pizza ao funcionário da PizzaHut que subia a rua de mota, no entanto, acabámos por dar uma oportunidade à comida do restaurante, que até estava, como dizia a Larkin, “comestível”.

WolfGirl

Uma ou duas coisas que podiam estar “melhorzitas” era a quantidade de comida. Quando estávamos a jantar, ainda nem eu tinha acabado de comer, já tinha o C0rrupt3D a perguntar-me se eu ia comer tudo…

Costinha

Durante o jantar, perdi a conta das vezes que olhei para o Ricardo e o via a olhar para os seus bifinhos com cogumelos com ar de quem mal saísse dali ia a correr ao Mac.

RIFS

Está visto que o carlosalex36 é um bom apreciador da gastronomia, ah não, não era isto, apreciador de Bingo… :p

Perto do final de comer a minha alheira, o Ricardo, como sempre, resolve brincar, ou seja, na falta de babete, resolve levar-me a comida à boca, mas isso ainda não foi o pior, o pior foi eu ter pegado numa batata frita de uma travessa, que até já estava de parte porque já ninguém iria comer mais. Não a comi uma vez que já se encontrava fria e esponjosa. Resolvo então colocar no sítio, mas ao olhar para o lado tinha o Ricardo a olhar com cara de mau e diz, “Isso faz-se?!” E eu, “O quê?”. “Então, tiras a batata, não comes e voltas a por no sítio?! Agora vais comê-la e todas as que tocaste!”.

Impressionante como ele consegue ser tão persuasivo, bolas :s

Me God

Depois de algum tempo voltei a ver Me God num jantar e como não podia faltar o “puxão de orelhas dele”. 😀

euu17

(Reparaste nele a tempo, euu17…)

Os jogadores que compareceram foram extremamente agradáveis e com o passar das horas e o “aumento” do convívio, mesmo não existindo grandes conhecimentos prévios entre os jogadores e a maioria dos novos elementos da equipa, acabámos por nos transformar num grupo de pessoas a conviver e a discutir assuntos dos mais variados temas.

WolfGirl

E eis que chega à hora do bolo de aniversário onde até, foram dois e não um. Também, com tanta gente tinha mesmo de ser, lol :p Lá cantamos os parabéns e lá vem o champanhe. Chega aos momentos em que alguém tem uma máquina para nos fazer recordar estes momentos para podermos partilhar futuramente, lembrar e recordar, e ainda rirmos-nos à custa disso.

Me God

Entretanto conversávamos. Chegou o bolo. Depois de cantar os parabéns “ao menino The West” o carlos alex36 decidiu cortar o bolo, ou pelo menos tentar, porque aquilo foi uma chacina ao bolo.

euu17

Falou-se, cantou-se os parabéns ao The West, pelo meio um dos empregados atirou ao chão uma das tábuas que unia duas mesas e as dezenas de pratos e copos que estavam em cima da mesma, comeu-se, não muito (e finalmente percebi o porquê da sugestão do Ricardo, quanto ao lanche reforçado), bebeu-se alguma coisa, mas acima de tudo divertimo-nos. Conhecemos amigos, “inimigos” e afins. Fizemos o que tinha de ser feito, ou seja, uma festa.

9Gomez

Bem tenho apenas a dizer que adorei o jantar e o convívio que se formou antes durante e após o mesmo.
Finalmente conheci pessoalmente alguns dos jogadores com quem já jogo há algum tempo e isso foi bastante positivo.
Foi engraçado jantar em contraplacados e jogar bingo para aumentar as horas do estacionamento. 😀
Só falta dizer então para quando é que voltamos a fazer um novo jantar!

carlos alex36

Acaba o jantar, o pessoal vai conviver. Primeiro, como rotina, sempre à porta do restaurante, depois fomos não sei para onde, mas havia uma praça que se assemelhava ao Largo de Camões do Bairro Alto…

RIFS

(RIFS, quando voltares organizamos-te uma visita guiada ao Porto…)

Depois do jantar chegaram algumas despedidas.

Os mais resistentes, mais uma vez. Fomos até um café beber mais um copo e dar umas de treta até que o segurança, com muito jeitinho, nos mandou embora.

Chegou a hora de ir embora e cada um seguiu viagem para casa, mais uma vez na companhia do Ricardo (grande companheiro de viagem :p).

euu17

Foi muito divertido conviver mais e ter a oportunidade de conhecer melhor os elementos mais antigos da solutions.pt e também alguns novos, alguns dos quais me surpreenderam muito, pela positiva, pois demonstraram-se bastante acessíveis e simpáticos.

Em resumo, foram horas bem passadas, em boa companhia, e que espero que se volte a repetir, com mais frequência. :p

WolfGirl

Foi bom conhecer as caras por de trás do computador e serve, para quem está por fora disto, para perceber que independentemente de como as pessoas se dão no jogo, enquanto jogadores, o que acontece no jogo fica no jogo e enquanto pessoas podemo-nos dar todos bem.

Costinha

Não me vou alongar muito mais, foi um evento de excelência como disse, são estes momentos que vale a pena, estas alturas de convívio que nos faz sentir cada vez mais ansiosos quando começa a chegar à altura de se realizar. Com este evento a juntar a muitos outros, espero que o próximo seja o mais breve possível para poder levar comigo mais momentos memoráveis para recordar em qualquer altura.

Me God

Para o natal há mais…

Será que o Bjardinhas vai continuar a jogar Bingo? Os nossos xerifes, Sonha e Castela95 presentear-nos-ão com sua presença? O trio de ar suspeito, vai continuar a maquinar esquemas e estratagemas? A RIFS vai finalmente mostrar-nos o seu lado “bad girl”?

Procuraremos esclarecer estas e outras dúvidas no próximo encontro… Vemo-nos lá…

9Gomez

Mas fora de brincadeiras, foi uma noite para relembrar, e estou ansioso que chegue o jantar de Natal, onde fica o desejo que este ainda seja melhor que o primeiro.

Bjardinhas

This is the first time, i have joined solutions.pt dinner. Everybody was really friendly and very attached to the game. It’s really nice to see people to get together instead of the game. I hope our friendship will grow in years. I am thankful to know you. Greetings. 🙂

cullina

Como diria a RIFS ao carlosalex36:
– Tchau.

“Os intocáveis” por killermike – Capítulo IX


killermike
Membro do fórum do The West desde de abril de 2010.
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Clint, que estava sentado a ler o jornal, levantou-se com calma e foi abrir a porta.
– Bom dia, xerife, em que posso ajudá-lo? – perguntou Clint.
– O dono do saloon acusou-o de lhe extorquir dinheiro e de o ameaçar com uma arma. – respondeu o xerife.
– Isso é mentira, eu não cometi nenhum crime, não lhe extorqui dinheiro, eu ofereci-lhe proteção. E quanto a tê-lo ameaçado com a arma, eu não lhe fiz ameaça nenhuma, foi uma demonstração de como o saloon está mal protegido. A decisão foi deixada ao seu critério, não foi obrigado por ninguém a fazer nada.
– Bem… Acho que isso não é nenhum crime… Mas estou de olho em vós.
O xerife saiu e Clint bateu a porta nas suas costas e voltou para o sofá, atrás deles os seus colegas sorriam.
No dia seguinte Clint saiu sozinho, dirigiu-se ao armeiro e à mercearia, utilizou o mesmo procedimento que tinha utilizado com o dono do saloon e depois dirigiu-se ao restaurante.
– Bom dia, eu queria fazer-lhe uma oferta.
– Já sei o que vendes, vai-te embora, não quero vagabundos como tu no meu estabelecimento.
– Acalme-se, não nos vamos exaltar, já pensou em como…
– Vai-te embora já! – gritou o dono do restaurante.
– Pronto, pronto eu vou, só o estava a tentar ajudar. – disse Clint ao sair do restaurante.
Dirigiu-se a casa e disse:
– Amigos, ponham os lenços, temos trabalho a fazer.
Saíram a cavalo e dirigiram-se ao restaurante. Chegaram lá, empurraram o dono contra a parede e deram-lhe um tiro na cabeça. Levaram o dinheiro todo que encontraram e formam-se embora.
– Vamos na direção oposta de casa, não queremos que eles vejam onde nós moramos. – segredou Clint ao grupo.
Jonh Mortimor decidiu ficar em casa. Mas Clint, Jack e Jimmy dirigiram-se ao saloon para uma partida de póquer.

“Os três irmãos” por Guilherme zc – Capítulo VI


Guilherme zc
Membro do fórum do The West desde de outubro de 2010.
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Caça ao Tesouro
Quando chegou foi logo perguntando sobre os outros pedaços, e os seus irmãos os entregaram, ele colocou os quatro pedaços sobre a mesa e os montou, quando olhou o local que marcava o local do tesouro, ele chamou os outros para olharem, era perto de Austin, eles poderiam ir rapidamente. Quando foram chamar o xerife, ele estava indo falar com eles, e pediu para falar primeiro:
– Tenho que voltar para Tombstone, as coisas não andam muito bem por lá, vou partir de manhã bem cedo. Mas então, o que queriam me contar?
Jack:
– Nada de importante, só que nós vamos ficar na cidade por mais algumas semanas.
Xerife:
– Hum, então nos vemos daqui algumas semanas em Tombstone.
Jack:
– Sim, até lá.
Depois dessa conversa com o xerife, eles foram dormir. No outro dia se despediram do xerife e foram arrumar os preparativos para a viagem. Compraram uma pá, picareta, tochas, bússola, comida, água, e até dinamites, afinal, não sabiam o que os esperava. Depois de comprar estes e outros objetos começaram a viagem. Jack foi no seu cavalo lusitano, Joe no seu cavalo árabe e Bob em seu mustang, todos igualmente rápidos e resistentes. Eles estavam perto do “deserto de fogo” quando pararam para descansar. Eles tinham que levar muita água para eles e para os cavalos se quisessem atravessar o deserto. Eles iriam atravessar a noite, pois era mais frio. À noite, enquanto caminhavam, todos pensavam no tesouro, como ele era, onde e como iriam gastá-lo.
Depois de atravessar o “deserto de fogo”, montaram acampamento e descansaram um pouco antes do almoço. Quando acordaram estavam cercados por índios navajos, Jack tentou conversar com eles, mas eles não entendiam, então chamaram um tradutor da tribo deles para traduzir o que Jack estava falando:
Navajo:
– O que vocês querem aqui?
Jack:
– Apenas queremos atravessar o estado para ver nossos pais, nós três somos irmãos e soubemos que nossa mãe está para morrer, com uma doença muito grave.
Enquanto Jack mentia para os navajos, Joe e Bob ficaram olhando para ele com uma cara de dúvida. Quando Jack parou de falar, o navajo apontou para os dois e perguntou:
– Por que eles estão desse jeito?
Jack olhou para eles e fez uma cara feia e falou:
– É porque eles não sabiam disso, eu iria contar amanhã, quando estivéssemos perto da casa deles.
Aí os dois perceberam que ele estava mentindo. O navajo continuou:
– Hummmm, mesmo assim terei que levar vocês para falar com chefe.
Depois de um tempo, eles chegaram à aldeia navajo e fora para a tenda do chefe, que perguntou:
– O que fazem aqui, por que estão passando pela nossa reserva sem ter permissão?
Jack:
– Desculpe-nos, nosso mapa é antigo, e nós não sabíamos que aqui tinha uma reserva, moramos em Austin, no Texas, e vamos visitar nossa mãe que está doente, quase morrendo, nos desculpe por passar pela sua reserva.
Depois de ouvir a história, o chefe ia acender o cachimbo da paz, mas o shamã entrou na tenda e mandou o chefe parar, logo cinco soldados com tomahawks afiados entraram na tenda também, já não tinha mais espaço quando o chefe falou:
– O que está acontecendo aqui?
Shamã:
– Eu tive uma visão de três forasteiros em busca de um tesouro vindo para a nossa aldeia, eles estavam mentindo sobre as suas origens para poder passar por nossas terras, e esses forasteiros eram esses três aí!

“Os intocáveis” por killermike – Capítulo VIII


killermike
Membro do fórum do The West desde de abril de 2010.
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À chegada ao saloon dirigiram-se ao barman e pediram para falar com o dono do estabelecimento.
– Sou eu mesmo, isto aqui não é nenhum daqueles bares finos onde o dono só recebe o dinheiro. – respondeu bruscamente o barman.
– Bom, então podemos falar consigo num sítio um pouco mais privado?
– Sim, vamos para a sala de póquer, não está lá ninguém a esta hora.
Dirigiram-se os cinco para uma porta ao lado do balcão que levava à sala de póquer.
– Estamos aqui porque queremos fazer-lhe uma proposta. Estes tempos não são seguros, a qualquer momento pode entrar um louco qualquer cá dentro e começar a matar pessoas, podem entrar aqui bandidos e assaltá-lo… Precisa de alguém que o proteja, não acha? – disse Clint.
– O que é que está a tentar insinuar? – perguntou o barman.
– Eu não estou a insinuar, estou a informar, é melhor dar 3.000 de cada vez e estar protegido do que perder 50.000 e a vida de uma só vez, não acha?
– Isso é uma ameaça?
– Pode interpretar as minhas palavras como quiser, mas eu prefiro chamar-lhes conselhos. Mas ainda não chegamos ao fundo da questão, fazemos assim: nós somos quatro homens armados que sabem manejar uma arma, protegemo-lo de qualquer eventualidade, mas em troca pedimos-lhe 3.000 dólares por mês. O que acha?
–  Acho que vocês podem ir embora porque eu sei defender-me sozinho.
Clint sacou da pistola e apontou-a à cabeça.
– Para quem se sabe defender sozinho o senhor parece-me muito indefeso, não acha?
O começar a escorrer pingas de suor da testa do barman, ficaram assim durante alguns segundos até que finalmente ele cedeu.
– Está bem, eu pago-vos, mas é bom que não aconteça nada.
– Assim não está melhor? O senhor tem proteção e nós temos o dinheiro. – disse Clint ao guardar a arma.
Saíram do saloon e dirigiram-se para casa. Passadas algumas horas alguém bateu à porta.
– Clint, é a polícia! – exclamou Jonh.