Arquivo da categoria: The West

Comunidade lusófona do The West

“Memórias do Legado Rowver” por gleicianokist – Capítulo I

gleicianokist
Membro do fórum do The West desde de abril de 2010.

 

Há uns tempos atrás, aproximadamente duas décadas, havia um sobrenome de poder, os Rowver, donos de muitas terras e de uma cidade muito movimentada para estar localizada no velho oeste. Os Rowver eram uma família rica e feliz. Composta por um homem forte na casa dos 40, Jackie, o criador de todo esse legado, e sua mulher, Sandra, com um rosto jovial, mas com 36 anos, e ainda os seus filhos, Jean, um menino magricela com 6 anos e uma menina de 10 anos, Ashley.

Eram uma família feliz até que um grupo de forasteiros invadiu a velha mansão dos Rowver para um grande saque. Só que Jackie, vendo aquilo, tentou proteger a sua família, acabando por ser assassinado, vendo aquilo, Jean tomou as rédeas e decidiu esconder a sua família na cave, Jean nunca ia esquecer os rostos daqueles pistoleiros.

Com o tempo Sandra foi-se acostumando à ideia de ser viúva. Até que um caçador, o velho aventureiro Marcelo, interessado na fortuna dos Rowver envolve-se com Sandra até que os dois se juntam perante a justiça. Ele era um homem rígido e que nunca se importara com as crianças, obrigando habitualmente Jean a trabalhar numa quinta ali por perto.

Num final de tarde, Jean, ao voltar para casa, percebendo que a sua mãe ainda não tinha chegado da cidade se depara com uma cena inusitada, vê o seu padrasto violando a sua irmã, furioso pega na arma do próprio padrasto e atira contra as costas do mesmo. A sua irmã, a chorar, sai a correr e Jean, espantado pelo que fez, decide fugir, levou consigo a arma e um cavalo que estava na parte da frente da sua casa. Decide ir embora e tão cedo não voltar a esta cidade.

“Britany Shelter’s” por marypixar – Capítulo XX

 

marypixar
Membro do fórum do The West desde de maio de 2010.

.
O trio dedicava-se à varias semanas à sua habitual atividade, os roubos. O dia anterior tinha sido um bom dia e Max acordou ansioso de ver que tinha roubado no dia anterior.
– Ei lá! Que grande saco! Deve ter aí uma grande quantidade de dólares! – disse Sebastian, que tinha acabado de acordar.
– Também acho, se o dinheiro desse para ressuscitar os mortos… – disse Max a pensar em Jimy e Tyler.
– Não fales nisso… – disse Sebastian, recusando-se a relembrar o que acontecera.
– Ok, ok, eu sabia que não devia ter falado… – concordou Max.
– Vamos ao centro da cidade. – disse Sebastian.
– Na boa, deixa só escrever um bilhete ao Watson a dizer que fomos à cidade. – disse Max.
– Ok… – respondeu Sebastian.
Ao chegarem ao centro da cidade viram o xerife Simon, de novo, mas também já era de prever, eles estavam em “Long Paradise”. Max escondeu-se numa grande pedra, que tinha lá no centro da cidade, cheia de ervas e flores à volta. E disparou, mesmo em cheio na perna do xerife. Rapidamente vários ajudantes saíram a rua e cercaram Max. Simon estava ferido, mas não estava morto. Sebastian em desvantagem decidiu voltar à barraca chamar por Watson, enquanto Max era amarrado e amordaçado.
– Então, roubaram alguma coisa de especial? – disse Watson, bem disposto.
– Não, nada… – disse Sebastian.
– O Max? – perguntou Watson.
– Ele, ele foi preso… – disse Sebastian.
– Preso?! Nunca tal tinha acontecido! – disse Watson.
– Nem vai acontecer, anda comigo. – disse Sebastian.
Sebastian e Watson foram de novo até à cidade, o ajudante de Simon empurrava Max pela rua fora em direção à prisão e Simon estava sentado no alpendre do saloon a espera que o doutor lhe viesse tratar da ferida. Sebastian aproveitou, escondeu-se no mesmo esconderijo que Max se tinha escondido e disparou em Simon, mesmo no meio da testa, tal e qual este tinha feito com o seu amigo Jimy. Watson por sua vez aproveitou para por K.O. o ajudante do xerife que empurrava Max.
O trio pôs-se em fuga de volta para a sua barraca. A cidade estava num alvoroço, e os ajudantes do xerife, agora morto, estavam atrás dos culpados.
Ninguém mais falou, pois Simon tinha descoberto os dois culpados e mandou os seus ajudantes irem atrás deles. Os três escondidos na barraca acabaram cercados pelos ajudantes do xerife.
Após uma luta desenfreada, Max e Watson jaziam no chão de madeira da barraca, o sangue escorria-lhes por entres as tábuas de madeira, gotejando no solo poeirento que as absorvia sequioso. Lá fora o vento do deserto, soprava os corpos ensanguentados e já sem vida, dos ajudantes do xerife. Sebastian saiu, sozinho e ileso daquela contenda.
Ninguém o conhecia e era hora de voltar para NY. Tinha a hipótese e o dinheiro suficiente para recomeçar de novo.
Chegado a NY comprou uma casa que curiosamente tinha sido a de Jimy Skull e de Britany. Viveu uma vida pacata e sossegada, longe do pó do deserto a da vida cheia de peripécias dos tempos de bandido.

FIM DA HISTÓRIA

“Britany Shelter’s” por marypixar – Capítulo XIX

 

marypixar
Membro do fórum do The West desde de maio de 2010.

 

Jimy tinha sido o primeiro a acordar dos quatro bandidos. Estava sentado na beira do seu beliche lembrando-se de Britany. Não se conteve e as lágrimas jorravam dos seus olhos. Tyler já acordado reparou que Jimy estava a chorar.
– Ei, meu, está tudo bem? – disse Tyler, confortando o seu amigo.
– Sim, sim, desculpa lá isto… – disse Jimy envergonhado.
Jimy limpou as lágrimas dos olhos e foi acordar, os dois outro companheiros.
– Uh! Que sono! – disse Watson a bocejar.
– Podes crer! – disse Max bocejando ainda mais alto que Watson.
– Só falta um dos que pretendia matar… – disse Jimy.
– Quem? – perguntou Max.
– O xerife Simon, o xerife de “Long Paradise”. – disse Jimy, informando Max.
– Vamos! Estamos à espera de quê? – disse Watson entusiasmado.
Os quatro puseram-se a caminho. Quando, finalmente chegaram a “Long Paradise”, foram à procura do xerife Simon. Os quatro bandidos, descobriram Simon, a implicar com um bêbedo que dormitava nas imediações do saloon.
– OH! Quem é ele… E aqueles… – disse Simon, olhando para os quatro bandidos com cara de nojo – Com que então, vocês mataram o meu primo…
– Sim, hoje é a tua vez. – disse Watson.
Jimy pegou na sua pistola que estava bem escondida e disparou contra Simon.
– Falhaste! CAMARADAS! – gritou Simon.
Naquele instante um grupo de homens armados, saíram dos seus esconderijos e ladearam o xerife Simon.
– Você já sabia que vínhamos cá? – disse Jimy espantado.
– Vocês todos são muito previsíveis… – disse Simon.
Deu-se uma violenta chuva de tiros quer de um lado quer de outro. Todos procuraram onde se proteger, mas o xerife e os seus companheiros eram em maior número e tinham vantagem.
O bêbedo que tinha sido interpelado pelo xerife Simon, acordou sobressaltado e escondeu-se atrás de um pipo de madeira cheio de agua.
– Jimy? És tu? Sou eu, Sebastian. Andei contigo na escola. – declarou o bêbedo. – Bem, velho amigo parece que precisas de uma mãozinha.
Jimy acenou a cabeça afirmativamente, ainda surpreso por encontrar ali o seu velho companheiro de escola.
– Sebastian! És tu mesmo? – disse Jimy rindo-se.
– Pois sou. – disse Sebastian, rindo-se com Jimy.
Os bandidos já eram cinco, por isso contenda estava agora mais equilibrada. Sebastian sabia usar muito bem a sua arma e conseguiu matar vários elementos do grupo de Simon.
– Já só restas tu… – gritou Jimy para Simon.
– Ainda não acabou, chego bem para vocês! – disse Simon, disparando um tiro que acerta em Tyler.
Este caiu estatelado no chão, estava morto.
– Seu grande… – disse Jimy, saindo do seu esconderijo disparando furiosamente para o local onde Simon se escondia.
Disparou até ficar sem balas, nesse preciso momento Simon levantou-se e deu um tiro bem no meio da cabeça de Jimy. Sebastian saltou em direcção ao corpo de Jimy e disparando contra Simon, mas agora sem o discernimento necessário para lhe acertar.
– Jimy, acabei de te encontrar e já estás morto! – disse Sebastian a chorar.
Simon com o objetivo cumprido aproveitou para sair dali. Os três bandidos, sem Tyler e Jimy, regressaram à cabana para descansar.

Continua…

“Britany Shelter’s” por marypixar – Capítulo XVIII

 

marypixar
Membro do fórum do The West desde de maio de 2010.

 

Jimy, cavalgando no seu cavalo, continuava à procura do xerife Jimy Grant, para o matar. Até que por fim o encontrou escondido numa barraca toda esburacada.
– Jimy! O que fazes por aqui? – disse o xerife malvado.
– Chega de conversa! – disse Jimy pegando na sua pistola a disparar por todo o sítio a tentar acertar no xerife.
Jimy viu a cara do xerife a rir-se, a olhar para trás de Jimy. Jimy olhou para trás e viu Max, Tyler e Watson a apontar-lhe uma pistola.
– EH, EH, eu é que tenho muita sorte! – disse o xerife Jimy, fugindo dali para fora.
Jimy já ia atrás do Xerife, quando Max o interpelou:
– Parou! Não sais daqui. Pensei que eras nosso amigo.
– E sou, só que vi uma mensagem escrita a sangue a dizer que os irmão da Britany tinham sido mortos e… – disse Jimy.
– Ah? Quem é a Britany? Estás a mentir? – disse Max, confuso.
– A Britany era uma amiga minha que foi assassinada à bem pouco tempo. – respondeu Jimy – Agora vamos atrás do xerife, eu quero-o matar.
– Está bem. Conta-nos a história da Britany pelo caminho. – disse Watson interessado na conversa.
Os quatro foram atrás do xerife, que já estava bastante adiantado.
– Já o vi, façam silêncio, vou ver se lhe acerto. – disse Jimy.
PUM!
– Arrrgghh! – grunhiu o xerife caindo no chão a sangrar.
Jimy ficou a observá-lo até este dar o último suspiro, estava morto.
– Isto era o que eu devia ter feito há mais tempo. – disse Jimy a olhar para o xerife morto, com muito orgulho.
– Boa, vamos para a nossa barraca, amanhã temos muitos roubos para fazer! – disse Tyler.
Os quatro foram para a barraca e dormiram, mas Jimy não parava de pensar na morte do xerife, muito orgulhoso.
Continua…

“Britany Shelter’s” por marypixar – Capítulo XVII

 

marypixar
Membro do fórum do The West desde de maio de 2010.

 

Os quatro bandidos faziam agora muitos roubos. Max, o líder do grupo, ensinava-os a fazerem mais truques e mais maneiras de roubar.
– Agora tive uma ideia… – disse Tyler – E que tal se fossemos para a cidade mais rica do mundo?
– Se eu soubesse qual é… – disse Max em tom de troça.
– Vamos para “Long Paradise”. – respondeu Tyler.
– Essa cidade não é a mais rica do mundo. Eu já lá estive. – disse Jimy.
– Pois, meu caro amigo… Não viste bem. Pode não ser a cidade mais rica do mundo, mas para nós é. Foi lá que fizemos os melhores roubos de sempre! – disse Max, a gabar-se de todos os seus roubos.
– Bem… Está bem… – disse Jimy.
Os quatro saíram de NY e foram para “Long Paradise”. Os quatro passaram por várias aldeias, vilas, mas cidades, nada!
– Estou exausto! – disse Max, não aguentando mais.
– Vamos descansar um bocado e beber água, estou cheio de sede e de fome, embora não tenhamos comida… – disse Tyler.
– Comida? É para já! Eu treinei uns bons anos para caçar qualquer animal! – disse Jimy muito orgulhoso do que fez no passado.
Jimy avistou um veado a passar… Disparou e conseguiu matá-lo.
– ÉH, grande Jimy! – disse Watson, muito feliz por ter comida.
Os quatro saciaram a fome, e mal terminaram a refeição recomeçaram a viagem para “Long Paradise”. Jimy viu, espetado numa árvore, um papel escrito a sangue que dizia:
“Matei os irmãos da Britany, espero que não te passes.
Assinado: Sara”
Jimy, ao ver isto, fugiu à procura de Sara, para se vingar.
– A onde é que aquele Jimy está? – disse Watson a olhar em volta.
– Mais um que nos foge. Mas desta vez não nos vai escapar. – disse Max.
Enquanto os três bandidos discutiam, Jimy voltava o mais depressa que podia para NY. Mal chegou, nem o cansaço da viagem o impediu de ir a casa onde tinha alojado os irmãos de Britany. Jimy tinha-os ido buscar para viver perto dele, após a morte de Britany. Onde pode constatar que o que Sara que tinha escrito no recado pregado na árvore.
– Aquela filha da mãe. – disse Jimy, com uma lágrima no olho.
Jimy saiu da casa e viu Sara.
– Agora chega. Tu não farás mais mal a ninguém. – disse Jimy a soluçar.
– Olha o menino, está a chor…- dizia Sara, quanto levou um tiro no coração.
Jimy arrastou-a até um beco, onde ninguém a visse, e fugiu.O próximo alvo na lista de Jimy era o xerife Jimy Grant.
Continua…

“Britany Shelter’s” por marypixar – Capítulo XVI

 

marypixar
Membro do fórum do The West desde de maio de 2010.

 

Britany estava ainda abraçada a Jimy quando viu alguém a entrar no quarto. Parecia-lhe alguém familiar…
– Estás bem? – disse Sara com cara de gozo.
– Tu?! Deixa-a em paz! Vieste acabar o começaste é? – disse Jimy, furioso.
– Sai daqui… – disse Britany, muito cansada.
– Obrigada por me dares informações… – disse Sara, feliz.
– Mas eu nem te disse nada! – disse Britany confusa.
– Pois não! Mas agora já sei onde estás e que ainda estás viva. – disse Sara.
– Vai-te embora, estamos fartos de ti. – disse Jimy, já vermelho de tanta fúria.
Sara foi-se embora, finalmente. Britany tinha começado a dormir, ou era isso que Jimy julgava…
– Senhor, afaste-se! – disse o médico.
Por mais que o Doutor tentasse, Britany acabou mesmo por morrer.
– NÃO! – gritou Jimy desesperado – E agora, que vai ser de mim?
Jimy seguiu o seu caminho muito triste. Mas, desde esse dia, Jimy fez aquilo que achava que Britany teria feito. Jimy foi ter com sua família, disse aos pais que estava triste e decidiu ir morar sozinho. Foi para “Long Paradise” fazer apostas e mais apostas, para sustentar a pequena família que Britany tinha deixado no desert, os irmãos dela, que eram pequeninos. Depois de sair do saloon sem muito sucesso, Jimy foi interpelado por três bandidos. Max, conhecido como Max “Uno”, porque para os dois companheiros era o número um, Tyler e Watson.
– Então, palhaço? Andas a perder dinheiro nessa porcaria? – disse Watson com ar ameaçador.
– Sim, mas… palhaço porquê? – disse Jimy.
– Em vez de apostares, rouba, é muito mais eficaz… – disse Max.
– Não gosto de ser bandido e fazer coisas ilegais, como vocês! – disse Jimy.
Passado pouco tempo, Max tinha a pistola de Jimy no bolso.
– Ei, dá cá isso! – disse Jimy furioso.
– Era só para te demonstrar, este grupo está muito bem treinado para roubos. – disse Max.
– Faz parte do nosso grupo! – disse o Tyler, que tinha até ali tinha estado muito calado.
– Bem… Ok, está bem! – disse Jimy, cedendo.
Os quatro, agora com Jimy, faziam um grupo infalível. E cada vez Jimy ficava mais perspicaz nos roubos.
Continua…

Entrevistas no Oeste com Agitatoo

Olá! Bom dia, Cowboys!
Hoje trago-vos um jogador que tem bastante experiência no jogo, com vocês: Agitatoo!

Amândio Ramos
54 anos
Gondomar, Porto

Como conheceu o The West?

Por via de um amigo.

Qual foi o primeiro mundo onde jogou?

Mundo 1.

Qual, na sua opinião, é a melhor estratégia ao iniciar uma nova conta no jogo? E qual acha que deve ser a estratégia a adotar após a conta estar evoluída? Porquê?

Ao iniciar uma conta deve-se adicionar um amigo, acho importante, porque esse amigo vai-nos dar regalias e sucessos que são importantes para evoluir.

Na maior parte dos mundos que comecei escolhi a classe aventureira, que acho uma excelente classe para iniciar com build em comércio e fazendo as aventuras todas.

Existe alguma área do jogo que não domine? Ou que não tenha tanta experiência/prática? Qual?

Nunca compreendi bem a parte dos duelos, basicamente, como criar uma boa build para duelos.

O que mais gosta no jogo?

As aventuras, embora algumas aventuras sejam cansativas (como a parte 4 da história principal, onde terei que fazer 720 horas de Exploração no meu mundo preferido). :p

Qual a importância que os outros jogadores têm para si e no seu tipo de jogo?

Os outros jogadores são importantes para dar “ajuda”, itens que necessite para fazer algum trabalho ou aventura. De certo modo acho a entreajuda necessária.

Usa Premium? Quantas pepitas já gastou?

Sim. Algumas…, perto de 60 mil. Claro que a conta existe há algum tempo… Desde o mundo 1. :p

O que considera mais desafiador no The West?

Quando inicio a conta, o que acho mais desafiador, são os objetivos que definimos. Por exemplo, na minha melhor conta, o meu objetivo é ter o maior e mais variado inventário.

Qual na sua opinião, foi/é o melhor mundo para si? Tendo em conta o número de jogadores, o Premium, a quantidade de pessoas nas batalhas, a competitividade, etc.

Sem dúvida que para mim foi o Mundo 1. Foi o mundo onde comecei, onde não havia tanta vantagem Premium. Sinto saudades da competitividade que lá existia, como se costuma dizer: “Não existe amor como o primeiro”.

O que acha da vertente social (chat do jogo, fórum, blog e Facebook)?

O chat do jogo é muito bom, neste momento o mundo 7 é o que acho mais social, onde existe mais relacionamento e entreajuda.

Para ser sincero não ligo muito ao fórum, alguns assuntos que aparecem lá deviam ser simplesmente eliminados, pois não têm nexo nenhum.

Existe alguma ideia, debate, que gostasse de ver no fórum que aumentasse a sua utilização?

Acho que o fórum devia ser reestruturado.

O que acha da Wiki do jogo?

Não tenho acompanhado muito a Wiki, mas o que vejo, é que tem estado em progresso. Tais progressos são muito bons e tenho gostado, como a parte das aventuras, está a ficar muito explícita.

Se pudesse fazer algo em relação a The West o que faria?

Acho que a evolução do jogo tem sido boa, assim de momento não me lembro de nada que gostaria de ver mudado. Ao princípio não era recetivo em relação a certas mudanças, mas, em geral, tenho gostado das mudanças.

Tem amigos no jogo com quem interage na vida real?

Tenho sim. No jogo fiz e tenho grandes amigos, este jogo marcou-me não só pelo entretenimento, mas também pela vertente social.

Existe alguma mensagem que queira deixar para toda a comunidade do The West ou a algum jogador/cidade em especial?

Sejam honestos, brinquem. Isto é um jogo, acima de tudo, divirtam-se.

Um obrigado ao Agitatoo pela sua disponibilidade para a entrevista.

“Britany Shelter’s” por marypixar – Capítulo XV

 

marypixar
Membro do fórum do The West desde de maio de 2010.

.

Britany chegou o mais rápido possível quando soube do desmaio de Jimy.
– Está tudo bem? – disse Britany, preocupada.
– Sim, acho que sim… – disse Jimy, ainda zonzo.
– Chega de lamechisses! – disse o adversário, ainda zangado, a apontar a sua arma para Jimy.
– Mãos ao ar, ninguém se mexa! – disse o Xerife Simon.
Jimy levantou-se imediatamente do chão e o seu adversário de póquer escondeu a pistola.
– Não esconda a arma senhor, é muito feio… – disse o Xerife Simon, apercebendo-se do que o homem tinha feito.
No primeiro virar de costas de Simon, Britany e Jimy fugiram a correr.
– Parou! Agora estão cercados, ninguém sai daqui! – disse o Xerife Jimy Grant.
– Xerife Jimy e Simon, na mesma equipa? Agora não estou a perceber… – disseram Britany e Jimy em coro.
– Sim, sim, primos, sabem? – disseram, também os dois Xerifes em uníssono.
– Agora vou fazer a coisa que sempre me apeteceu fazer… – disse o Xerife Jimy.
– Não antes de mim! – disse Britany dando um soco na cara do xerife malvado.
Jimy e Britany aproveitaram enquanto o Xerife Jimy estava no chão a sangrar e fugiram.
– Não pensem que se escapam! – disse o Xerife Simon a correr atrás de Britany e Jimy.
Mas Britany e Jimy foram mais rápidos que Simon, e conseguiram escapar. Quando chegaram a casa, depararam-se com Sara.
– Ei! Já não és bem-vinda aqui! Desaparece. – disse Jimy, irritado.
– Estou a fazer as malas, vou-me embora… – disse Sara apontando a pistola a Britany.
– Sai daqui! – disse Britany, que logo de seguida, leva um tiro na barriga.
Britany ficou no chão a cuspir sangue, enquanto  Jimy foi chamar o Doutor. Sara tinha fugido, com as malas feitas.
No dia seguinte Britany acordou no quanto do doutor.
– Estás melhor? – disse Jimy, que tinha passado a noite a cabeceira de Britany.
– Um bocado, mas confesso que pouco… – disse Britany.
Jimy ficou abraçado a Britany durante um bocado.

Continua…

“Britany Shelter’s” por marypixar – Capítulo XIV

 

marypixar
Membro do fórum do The West desde de maio de 2010.

 

O xerife Jimy Grant parecia o tolo de NY… Corria desesperadamente, ninguém sabia para onde, por causa de Britany.
Britany, depois de ter tratado do ferimento da perna de Jimy Skull, decidiu que estava na hora de se encontrarem novamente com o malvado xerife. Os dois quiseram encontrar-se cara a cara com o Xerife Jimy e Sara, a grande mentirosa. Foram os dois de cavalo, mas não os encontraram.
– Raios, mais valia estarmos quietos. Agora nem sabemos onde estamos. – disse Britany.
– Se pensares bem, nós nunca sabemos onde estamos. – disse Jimy a rir.
– Realmente… – retorquiu Britany.
– Já que estamos aqui, vamos ao saloon jogar póquer? – disse Jimy.
– Se quiseres, vai tu, eu estou farta de apostas! – respondeu Britany.
Jimy, entrando no saloon dirigiu-se ao balcão. Reparou numa garrafa que se encontrava em exposição nas prateleiras e não hesitou em pedi-la.
– É, ó senhor! Não sei o seu nome, mas dê-me aquela garrafa! – disse Jimy a berrar.
O senhor, que por acaso se chamava Criss, deu-lhe a garrafa. Jimy, acabando de a beber foi jogar póquer e começou a apostar muito dinheiro.
– Ó senhor! Você sabe as regras do jogo?! Está a pôr jokers no jogo! – disse um dos adversários muito irritado.
– É claro que sei. Estou a brincar consigo. – disse Jimy.
– Então jogue direito. – disse o adversário muito exasperado.
– Está bem! – disse Jimy, muito bêbedo.
Jimy começou a jogar direito, quando o adversário viu que ele tinha uma carta enfiada nas botas.
– Seu grande batoteiro! Desafio-te para um duelo! – disse o adversário.
Jimy nem sequer chegou a ouvir o adversário, pois tinha desmaiado com tamanha bebedeira.
O que acontecerá? Continua…

“Britany Shelter’s” por marypixar – Capítulo XIII

 

marypixar
Membro do fórum do The West desde de maio de 2010.

 

As coisas não corria bem ao trio de amigos. Britany, Sara e Jimy eram os últimos da corrida. Jimy reparou numa tabuleta que anunciava: “Xerife Jimy anda à procura…”. Jimy parou, foi dar de beber ao cavalo, que ele precisava. Recomeçou novamente e rapidamente alcançou  Britany e a Sara.
– Pessoal, já viram isto? O xerife vem aí!
– Como sabes? – disse Britany.
– Vi ali, naquela tabuleta. – disse Jimy.
– Vamos para NY, assim ele não nos encontra! – disse Sara a cumprir o seu plano.
– Sim, é uma boa ideia, mas agora vamos ganhar esta corrida. – disse Britany muito concentrada no que fazia.
Não ganharam, mas o terceiro lugar era um bom resultado. O prémio não era uma soma astronómica, mas era uma boa quantia de dinheiro, a suficiente para comprarem uma carroça para a viagem até NY. Assim logo se fizeram a estrada. Foi uma longa viagem, mas sem grandes sobressaltos.
Havia dois dias que tinham chegado a NY e tudo lhes corria de forma tranquila. Quando de repente se deparam com uma figura que há muito que os atormentava, o Xerife Jimy estava ali, mesmo a frente deles.
– Sara, fizeste um bom trabalho, toma lá o que mereces. – disse Jimy, dando-lhe o dinheiro que havia acordado.
– Essa besta! Tu vais ver… Desafio-te para um duelo! – disse Jimy Skull completamente exasperado.
– Ui! Que medo! – dizia Sara a fazer troça – Aceito, anda lá!
O duelo tinha começado, Jimy e Sara estavam preparados. Sara deu um tiro, que acertou na perna de Jimy, a mesma que tinha sido ferida umas semanas antes.
– Ei, ei, ei! Em NY não é permitido fazer duelos, tu já sabes disso Jimy Skull! – disse um Marshal de NY, interrompendo a disputa.
O duelo tinha acabado, pois não podiam continuar… Sara sorria, pois feriu Jimy.
– Eu disse que te ganhava… – disse Sara com cara de má.
– Vocês têm a mania dos duelos… Perdem sempre! – acrescentou o Xerife Jimy.
Britany, irritada, pegou na sua fisga e atirou uma pedra, acertando no olho direito de Jimy Grant.
– Argghhh! NÃO VEJO NADA! – disse o Xerife Jimy, contorcendo-se com dores.
No mesmo momento, Britany puxou Jimy Skull para dentro da carroça e fugiram dali para fora.
O Xerife teria ficado cego de um olho? Não era algo com que  Britany se preocupasse naquele momento. Os dois chegaram a uma cabana desabitada onde Britany aproveitou para tratar do ferimento de Jimy.

Continua…