Arquivo da categoria: Curiosidades

top25 ODA!

Boa Tarde Comunidade

Quase 10 anos depois de ter aberto o primeiro mundo no servidor Português, já contamos com 59 mundos.

Faltando umas semanas para fazer 10 anos, a tua equipa de tribos decidiu fazer várias estatísticas sobre os melhores atacantes e defensores de todos os mundos do servidor Português.

Desta forma podemos imortalizar os melhores jogadores no que se trata andar à “pancada”.

Na tabela abaixo podemos ver o top25 de ODA de sempre.

Rank Nickname Mundo ODA
1 ImortalPaiva 4 1.225.764.862
2 Belshio 9 1.221.230.665
3 manson666 4 1.163.493.894
4 deathlok 9 1.074.523.583
5 BLACKLYBRA 9 986.700.438
6 bombardier650 4 984.807.913
7 cel1967 4 960.656.668
8 lobito–23 17 932.074.179
9 JT25 10 900.083.268
10 pé de mesa 10 867.997.447
11 alequesse 12 865,904,336
12 red ice 33 791.440.204
13 gota de amor 33 758.480.723
14 Flashing 4 719.421.152
15 L.LOURO 3 717.944.448
16 eagle32 10 683.769.085
17 SilviaVieitas 4 634.891.688
18 Octávio Dionísio 5 630.837.770
19 EspartaG 17 617.309.869
20 all in 13 616.277.791
21 D Fernao Gualdim 3 615.605.047
22 The Butcher Man 39 615.043.440
23 liquor 9 608.591.659
24 paulopais 6 587.100.146
25 Sir Matense 11 581.621.464

Como podemos observar os mundos 4, 9 e 10 são os mais bem representados, com 6, 4 e 3 jogadores respetivamente no top25.

O mundo 4 tem só nos 10 primeiros jogadores 4.3 mil milhões de ODA, o que é impressionante.

Em suma podemos deduzir que os mundos 4, 9 e 10 foram os mundos em que houve mais “porrada” em termos de ODA, visto que os representantes no top25 ao todo dão para o mundo:

Mundo 4 – 5,689,036,177

Mundo 9 – 3,891,046,345

Mundo 10 – 2,451,849,800

O top25 de atacantes no seu total de ODA dá-nos – 20,361,571,739

 

Autor

bullmaster

Contar o Apoio a Chegar!

Boa noite comunidade tribal,

A dica que temos para vós esta semana é de contar o apoio a chegar.

Sabem quando estamos a receber um coordenado do inimigo, pedimos uns quantos apoios à tribo, eles mandam, mas, não sabemos se é suficiente e queremos saber quanto é que a aldeia está a receber de apoio no total.

Às vezes até fazemos umas contas de cabeça para ver mais ou menos quanto a aldeia está a receber para vermos se está ou não está “bunk”.

Ora esta dica bem simples de se fazer irá mostrar-vos uma maneira mais fácil de vermos quanto a aldeia está a receber sem puxarmos pelo nosso cérebro.

Bem primeiramente escolhemos a aldeia que está a ser apoiada:

>> Depois vamos à Praça de Reuniões

>> Uma vez na Praça de Reuniões, vamos onde diz “Pedido”

Uma vez na aba Pedido, iremos saber a quantidade total de apoio que estamos a receber a ainda podemos pedir apoio as nossas próprias aldeias, ou seja, seleccionamos aldeias para mandarem apoio e depois clicamos em Pedir e as aldeias seleccionadas já estão a enviar apoio para a aldeia a ser atacada.

Depois é só fazer o mesmo para as outras aldeias na fronteira com o inimigo a serem atacadas.

 

ekimilson

Co-playing? Todas as explicações

Vamos começar por esclarecer o que é o co-playing: Co-playing é uma abreviação de “co-operative play“, que significa jogo em cooperação.

O que quer isto dizer? Quer dizer que algumas pessoas se juntam, na mesma conta, para trabalhar em conjunto, maximizando o tempo de actividade dessa conta.

Como funciona? Começamos por recordar que, em primeiro lugar, o co-playing é algo sério, que deve ser declarado com alguém em quem possam confiar. Trata-se de duas ou três pessoas (máximo), a jogar na mesma conta, a partir de partilha de palavra-chave.

Então, mas não é proibido partilhar a nossa palavra-chave? Sim, é. Excepto aqui, neste caso específico.

Posso convidar o meu amigo para jogar comigo? Podes convidar sim, mas tem atenção que existem várias restrições ao co-playing. Antes de revelares a palavra-chave a alguém, deves começar por declarar ao suporte, via solicitação de suporte, que irás jogar em modo co-playing. Lá terás de responder a algumas perguntas e declarar que tomaste conhecimento das restrições do co-playing e que concordas com as mesmas.

Então e quais são as restrições? Para começar, só pode haver uma conta no mundo onde irão jogar, se vais jogar numa conta com o teu amigo, nem tu nem o teu amigo podem ter outras contas no mesmo mundo, mas, nada vos impede de jogarem noutros mundos, com outras contas.
A conta onde se declara co-playing só pode estar no mundo em questão.
A partir do momento em que se declara co-playing, não se pode ser substituído (sitting) por ninguém, mas pode-se substituir outras contas.
Não é possível declarar o co-playing se a conta tiver começado a jogar no mundo há menos de 30 dias.
Não se pode declarar co-playing em mundos clássicos, casuais e speeds.
Não se pode declarar co-playing se, nos 15 dias anteriores ao pedido de aprovação, tiver havido algum tipo de partilha de equipamento ou meio de ligação, ou seja, não pode ser substituído, nem aceder na casa dum amigo que também jogue, ou, no ponto de encontro de ambos, no café da esquina. As redes da universidade ou do local de trabalho são também ligações públicas, o que significa que, mesmo acedendo a partir de pontos diferentes, a rede é apenas uma, logo, o IP será o mesmo e existe sempre o risco de partilhar a ligação com outros jogadores. Quem tem ainda maior probabilidade de partilhar a ligação com terceiros, são os jogadores que acedem através dos dados móveis, as operadoras gostam bastante de atribuir o mesmo IP a muita gente.

Como devo declarar? Deves começar por abrir as solicitações de suporte e criar um novo ticket, na categoria de “Outros” e no mundo que pretendes, no assunto deves colocar um título directo que não deixe dúvidas sobre o que pretendes (algo como “Declarar co-playing“) e na mensagem deves expressar a tua intenção.
Para quem já declarou antes, fica a dica, não vale a pena quererem apressar o processo dando logo as respostas. Porquê? Porque vamos olhar para a declaração de co-playing como um novo contrato com a empresa, não podes chegar e assinar antes dos termos serem apresentados. Nem vale a pena reclamar que já sabem tudo e que basta aceitar e pronto, para ser realmente legal tem de haver realmente uma declaração em como aceita as condições.
Posto isto, declaras então que queres jogar em co-playing e receberás uma mensagem com as regras de co-playing e com alguns dados a indicar para poder aprovar o pedido. Após a resposta a estas perguntas, o suporte irá verificar se as contas envolvidas estão todas conforme as regras e, se estiver tudo bem, o co-playing será finalmente aprovado.

Que dados são esses? Apenas o estritamente necessário para jogar, nada que invada a privacidade do jogador. A conta que fica para jogar, os jogadores que vão jogar e quais as contas que todos os jogadores estão a usar noutros mundos.

Co-playing declarado, e agora? Agora é jogar, não esquecendo as regras, principalmente que não podem ter outras contas no mesmo mundo e que não podem ser substituídos ou partilhar a ligação com outros jogadores.
Não se esqueçam também que, a titularidade da conta, independentemente de quem tenha comprado pontos premium a partir da mesma, será sempre atribuída ao proprietário original, que tenha acesso ao e-mail de registo.
Ainda, em caso de infracção, independentemente de qual dos co-players a tenha cometido, o bloqueio é sempre aplicado à conta infractora, quer o culpado tenha sido o dono original ou um dos outros co-players. Portanto, certifiquem-se de que estão a jogar com pessoas de confiança, que querem tanto quanto vocês jogar até ao final do mundo sem problemas.

Curiosidades sobre o The West por Billy Kid Kill


Billy Kid Kill
Membro do fórum do The West desde de outubro de 2008.
.

Winchester 73

A arma preferida do Velho Oeste era o revólver Colt 45, que tinha o apelido irónico de Peacemaker (“Fazedor da Paz”). Mas, para atingir alvos distantes, usavam-se os rifles de repetição. O mais famoso era o Winchester New Model of 1873, ou Winchester 73 – que até virou nome de filme de faroeste. Esse rifle era eficiente até uma distância de 150 metros.

Por um punhado de dólares

Como o popular Colt 45 não tinha trava de segurança para evitar disparos acidentais, os pistoleiros inventaram algo curioso. Eles deixavam uma das seis câmaras do tambor da arma sem bala, justamente para evitar acidentes, e ainda enfiavam nela uma nota de 5 dólares enrolada. A nota podia ser usada para pagar o funeral em caso de derrota no duelo…

Matar ou morrer

Acionar o famoso Colt 45 exigia uma técnica especial. Antes de apertar o gatilho, era preciso engatilhar a arma, puxando para trás o “cão” – pequena peça acima da coronha. Para ganhar agilidade na hora do duelo de vida ou morte, alguns pistoleiros atiravam acionando direto o cão da arma em vez do gatilho, como aparece em alguns filmes.

Os brutos também amam

Os poucos duelos ocorriam em geral por três motivos: mulheres, dívidas ou trapaças no jogo – e quase sempre eram estimulados por bebedeiras. Na morte de John Hardin, o motivo do duelo teria sido a discussão por uma mulher. O tiroteio foi num saloon, bar que reunia prostitutas, rodas de pôquer e bebidas – enfim, cenário perfeito para duelos.

O homem que matou a fancínola

O “último pistoleiro do Oeste” foi morto pelo policial John Selman. O duelo ocorreu em 1895, época em que muitas cidades já tinham forças policiais, diminuindo a importância dos xerifes. Estes viveram seu auge até meados do século 19, quando usavam realmente distintivos em forma de estrela, cuidavam da cadeia local e ainda organizavam julgamentos.

O último pistoleiro

Chamado de “o último pistoleiro”, John Wesley Hardin era um matador de pontaria certeira. Ele ficou preso entre 1878 e 1894, tentou se “endireitar”, mas teve uma recaída. Em agosto de 1895, em El Paso, no Texas, após discutir com o policial John Selman, ambos teriam sacado as armas e trocado tiros. O pistoleiro teria morrido atingido na cabeça.

Onde começa o inferno

O chamado Velho Oeste era uma ampla área que ficava à esquerda do rio Mississipi e hoje se divide em 22 estados. Texas, Kansas, Novo México, Oklahoma, Califórnia Missouri e Colorado eram os estados onde corriam mais duelos.

O novo iPad (2S)

O buzz de procuras do “iPad 3” voltou a disparar pelo mundo for a enquanto a empresa de Cupertino se preparava para desvendar dois novos produtos ao mundo. Já tive oportunidade de ver e reler tudo que saiu sobre as novidades da Apple Inc. e com alguma tristeza revejo o reinado do Tim Cook com o reino do “S”.

No ano passado a primeira apresentação do Cook, já como CEO da Apple foi o iPhone 4S, que para muitos foi uma desilusão, ao qual me incluo nesse grupo. O iPhone 4S veio apenas trazer uma camera melhor, um processador mais rápido, e o SIRI em Inglês (americano), o resto passa ao lado. A inovação foi de tal forma fraca que iniciou-se a paródia do “Samething”.

Hoje acontece o mesmo com a Apple TV e com o “the new iPad” (o novo iPad), mas vamos por partes. O que aparece de novo com a Apple TV de 3ª geração? A Alta definição, ou também conhecida como 1080p de resto é tudo exactamente igual, mesma caixa, mesmo sistema operativo, mesmos menus (da versão anterior após update), mesmo preço e mesmo nome.

Agora o novo iPad de 3ª Geração, que tem que o anterior não tem? Uma resolução de ecrã nitidamente melhor, um processador melhor, um mini SIRI (função de ditados), funcionar como um hotspot wifi (não tenho a certeza se a 1ª e 2ª geração com o novo iOS não fazem o mesmo) e … é tudo…

Ok, a conferencia demorou hora e meia, basicamente foi uma hora a mostrar os novos programas disponíveis na App Store que pareceram ser bastante engraçados, como o Garage Band, o iPhoto, e o iMovies.

Basicamente os últimos lançamentos são o iPhone 4S e o iPad 2S, afinal de contas, as alterações significativas:

Característica Novo iPhone Novo iPad
Comunicações (antena) Melhorado Melhorado
Display Igual Melhorado
Design Igual Igual
Processador Melhorado Melhorado
SIRI Introduzido Parcial
Preço Igual à versão anterior Igual à versão anterior

 

Contudo, e importante de salientar, os produtos não deixam de ser atrativos e com a sua qualidade, apenas deixa um pouco a desejar de uma empresa que varias vezes revolucionou o mercado.

Qualquer um dos produtos, ser for o primeiro da gama a ser adquirido é recomendado, agora quem já tem e está a pensar migrar para o novo… A minha opinião é que sinceramente o valor dos novos produtos não correspondem à subida das características. É preferível esperar por Setembro e ver qual será o novo iPhone, ou Março para os novos iPads.

À espera de ver o iPhone 5,
Ricardo

f8 (triste) de 2011

Mal sabiam as pessoas o que o destino (f8 – fate) lhes esperava na conferência do Facebook deste ano. Desde 2007 que se realiza o Facebook f8, uma conferência para profissionais e investidores.

Alguns de nós foram felizardos de não assistir ao atraso de 15 minutos para o arranque da conferência, ou assistir a 10 minutos de palhaçada do sósia do Mark Zuckerberg. Na realidade, estes até foram os melhores 10 minutos de toda a conferência.

Contudo quem não teve a oportunidade de estar presente pode ver a “keynote” completa na página do evento (não aconselhado).

Após terem sido perdidas quase 2 horas a ver a conferência, é caso para fazer de novo a pergunta “Afinal quem inventou o Facebook?” – podemos contar com a “inovações” do Facebook – o timeline, ou seja um novo layout e nada mais. Os planos da empresa dizem é ser mais social e lightweight (leve) o bombardeamento. Eu por outro lado vi algo diferente, fiquei a saber que o fundador do Facebook, tem um mini-cão que lhe chama de besta/monstro (Beast) com quase 200 mil amigos (parece ter mais sucesso que o dono…) e que cozinhar é a nova cena na interacção social…

Honestamente, não se pode deixar de apontar críticas à nova experiência social, especialmente quando tentam impingir que o nosso perfil são os primeiros passos de uma (nova) conversa, se assim é, não é também devidamente importante o “não gosto”? Falo por mim, mas nos primeiros 30 minutos de uma conversa hoje era bem capaz de dizer não gosto do Facebook…

Outra ângulo estranho nesta conferência, é claramente para onde está a virar a social media, ou para onde o Sr. Zuckerberg nos quer levar? Partilhar mais? Trocar a experiência de uma nova conversa por um perfil e um timeline? Ao que parece o objectivo de partilhar é governado pelo curso do fundador da empresa, ora se ele agora gosta de cozinhar precisamos por no perfil as receitas que sabemos fazer? Ou então ele quer-nos mostrar os passos que teve de dar para “inventar o Facebook” com uma timeline? – receptivo a dúvidas, à semelhança do primeiro homem a ir à lua…

Mas, alguma coisa tinha de ser positiva nestas duas horas de tortura… Toda a postura do CEO do Facebook trouxe finalmente a resposta a algumas perguntas que tinha vindo a formar neste ano. Após ver as conferências da Microsoft, Google e Apple, não consegui deixar de perguntar-me – “Mas porque raio estes fulanos estão todos a virar-se para o Twitter quando o Facebook é que tem as massas?” – Se virem a conferência irão claramente ver que não basta apenas ter-se sorte para se triunfar no mercado. É necessário manter os nossos aliados bem perto, sejam eles grande ou pequenos.

Em suma, o Facebook irá continuar a crescer porque ainda tem uma boa cota de mercado e ainda não decidiram remover aquilo que fez o seu sucesso (grupos, eventos, etc.), mas com os updates recentes (Facebook email, novo chat, etc.) outros segmentos como o Twitter e o Google+ podem contar com os dissidentes sociais.

Ressuscitado pelo Zuckerberg,
Advogado do Diabo

O leão, um novo rei na selva?

Ontem, na App Store da Apple apareceu o tão esperado OSX 10.7 (Lion) em substituição da versão 10.6 (Snow Leopard). Entra as duas versões estão quase dois anos de distancia e imensas novidades.

Para o utilizador comum a primeira grande diferença que se vê está numa nova ergonomia visual que em muito se equipara a outros produtos da Apple (iOS’s) como o iPhone e o iPad, mas esta fusão visual deverá apenas ficar completa com o lançamento do novo iOS 5.0 no Outono. Não deixa de ser espantoso como todo a Apple claramente está a beneficiar os seus clientes “fidelizados”. O Lion trás na “caixa” um conjunto de soluções dedicadas a quem já é cliente, como o FaceTime – uma forma simpática de dizer faça uma videoconferência gratuita para um iPhone, iPad, iPod, ou outro Mac.

Contudo, esta aproximação não promete afastar os utilizadores de outros sistemas operativos como Windows e Linux. Não é novidade que que os OSX sempre tentaram combinar o melhor de dois mundos. O ambiente gráfico foi melhorado neste sentido, os programas formam pilhas de agrupamento tal como estamos habituados no Windows e temos múltiplos ambientes de trabalho. Então onde está a diferença? Misson Control, algo de nome pomposo que faz justiça à sua função. Criar novos ambientes de trabalho dividir janelas aqui e acolá tudo extremamente simplificado que quase que faz chorar pelas horas que antes foram perdidas a organizar em que ambiente iria abri o programa XPTO…

Outra nova funcionalidade que vai ser bastante utilizada e em pouco tempo classificada como “isso não é um extra, é básico e todos deviam de ter” é o airdrop. Utilizadores do Lion passam a conseguir enviar ficheiros via WiFi sem esforço de configurar redes, partilhas e acessos. Agora basta abrir o finder (“explorador”) e arrastar para cima do outro mac os ficheiros a enviar.

A segurança… sem duvida a Apple não poupou recursos e como vários especialista já o dizem o Lion é o OS mais seguro de momento. Os novos OSX combinam a simplicidade de utilização para os utilizadores domésticos tal como para “técnicos / gestores informáticos”.

Existem ainda centenas de novas coisinhas boas! O Lion até ao momento tem sido uma caixinha de surpresas agradáveis e desagradáveis.

Até aqui tudo positivo, contudo há pontos negativos com esta actualização. O que mais me irritou e ainda está a irritar são os novos comandos gestuais. Uma das imagens de marca dos Macs sempre foi o trackpad – um dedo para isto, dois para aquilo, 3 rodam e fazem isto, com quatro já faz assado. Estes comandos estranhos a partir do momento que nos tornamos profissionais dão aquela meia hora extra na cama. Infelizmente muitos dos comandos foram alterados ou espelhado. Por exemplo o scroll, se queria mover uma página de net para baixo eram dois dedos a deslocar para baixo, agora são dois dedos a deslocar para cima. Os insultos mentais proferidos só por causa disto hoje já foram muitos, e não há forma de reconfigurar esta opção.

Outro gesto que já sinto saudades é os quatro dedos para cima para ver o ambiente de trabalho, agora é o polegar e três dedos a abrirem uma circunferência.

Em suma, os comandos gestuais ficaram melhor para futuros utilizadores visto que eles são uma mímica da acção que aparece no monitor, mas para quem já usava macs, uma dor de cabeça.

Outro ponto negativo é a falta de compatibilidade entre os “programas antigos”, mais uma vez os gestos. Por exemplo no Opera voltar atrás numa página três dedos da direita para a esquerda… agora? Ainda não descobri…

Outra chatice contra produtiva, o novo sistema de busca é excelente, infelizmente é só excelente de hoje em diante. As “pastas inteligentes” do Outlook ficaram de fora na migração. Quer isto dizer que os emails novos seguem as regras e ficam marcados correctamente nas pastas, contudo a centena de emails que já lá estavam e que precisam de ser resolvidos tem que ser “procurados visualmente” porque os filtros deixaram de funcionar.

Resumindo e concluindo, o novo OSX – Lion é decididamente recomendado para quem estiver a pensar em comprar um mac e ainda não utilizou um antes. Outra funcionalidade é a migração inteligente do Windows para Lion. Esta ferramenta permite importar contas de email, e definições de Outlook, documentos, fotos, favoritos, definições de sistema, etc.

Para os já utilizadores de macs, o preço é muito atractivo e permite migrar vários computadores apenas com uma licença. Contudo a minha opinião é migrar apenas no fim de semana e não ter trabalhos pendentes.

De 0 a 10, é com certeza um 9.

Agora é apenas aguardar pelo fim de semana e ver o resto.
Ricardo Vitoriano

Anatomia: uma má discussão

Quem nunca teve uma discussão? Apenas aquele que ainda está para existir pode dizer que não teve uma discussão mas brevemente irá perceber que isso não dura para sempre enquanto estiver a competir com os restantes milhares de concorrentes da existência enquanto ser.

Há boas e más discussões como tudo na vida, a única coisa certeira é que nada é perfeito. A boa discussão, se é que existe é aquela em que aprendemos algo e mudamos algo em nós perante o mundo. Já a má discussão é o puro desperdício de ar em que pelo menos uma das partes não está interessada em construir algo de produtivo após essa discussão.

Recentemente, tive a experiencia de viver várias discussões e tive algum tempo para parar e puxar-me para fora do cenário bélico e tentar ser a Suíça no conflito. Rapidamente consegui ver que ambas as partes estavam erradas, nem tanto no que se discutia, fosse correcto ou errado o que tinha sido feito, ou quem tinha feito o pior. Pois ambas as partes tinham pecado, contudo o verdadeiro erro nem era discernir qual das partes poderia ter maior quota na razão, mas sim a postura que já levam para a discussão, ora quando um queria ceder o outro claramente atacava, e quando se chegava à discussão seguinte os papeis acabavam por se inverter.

A anatomia de uma má discussão não está na discussão em si, mas sim no que rodeia, ou melhor dizendo no intervalo da discussão. São todos aqueles pequenos (e grandes) detalhes que vamos fazendo ao longo do tempo apenas para fazer a outra pessoa se sentir mal.

O sentimento de desconforto, o por sal na ferida e os actos egoístas são resultados são fenómenos de “bola de neve”.  Há gesto que são “delicados” outros mais grotescos, mas todos eles contribuem para a má discussão e destruir os motivos que levaram as duas partes a discutir.

Quando olho para trás e anatomicamente disseco a minha discussão sei que no inicio tive razões, mas diversas acções e palavras proferidas levaram-me a perder o motivo original da discussão, contudo estas mesmas acções e ditos levaram a outras reacções que por sua vez também fizeram o outro lado perder parte da razão ganha, e assim sucessivamente.

O resultado é inevitavelmente uma má discussão, pois focou-se sempre nas causas e não no compromisso de solução que funciona-se e satisfizesse ambas as partes.

Resumindo aquilo que nada diz, as discussões são inevitáveis e acabam por ser um exercício de cedências e esquecimentos do egoísmo do ser, devemos querer algo para o futuro e não arrastar o que passou.

Há uma expressão típica que diz “forgive and forget” que dispensamos rapidamente nas discussões, contudo uma má discussão demasiado longa resta-lhe apenas o “forget” e ninguém está mais interessado no “forgive”.

Um dia mais sábio,
Anjo da Guarda

Pérolas da vida: a universidade

Já lá vão meses que aqui não escrevia, contudo esta semana começa algo tão único na vida de muitos que não podia passar em branco, as inscrições na universidade. Quero dedicar este artigo a todos que me ajudaram nos meus percursos académicos, a quem começa agora o seu, aos meus pais (por toda a sua paciência), aos amores e ódios que acumulei neste percurso e a ti.

Nada pode contextualizar o inicio de aulas na universidade que a expressão “vida nova”. Hoje começa o primeiro dia da tua vida, e nada será como foi… tudo agora é novo, é como uma montanha russa cheia de cores, sorrisos, lágrimas, realizações, desesperos, felicidade e tristeza.

Esta é a oportunidade para te reinventares, e decidires quem irás ser e quem não irás ser… esquece os valores de outros tempos, pois ao entrares no templo do saber irás ao longo dos anos compreender que não és quem pensavas que eras, que és capaz de mais que alguma vez sonhaste e menos que imaginavas.

És um filho “bastardo” dos deuses, que serás amado e odiado, que amarás e desprezarás seja pelo corpo docente, pelos colegas, pela família, pelos amigos e restantes. E no final serás não o que queres ser mas aquilo em que te transformaste, agora está tudo nas tuas mãos – o futuro é teu e só teu. Ao longo, dos vários anos e várias universidades aprendi lições únicas para a vida, que hoje partilho contigo,

1- A praxe…

Tal como as típicas cervejas do bar com os amigos, a praxe também deve ter limites, não lhe fujas mas também não sejas cego e cedas ao excesso. Na praxe vais conhecer outras almas tão perdidas como tu, vais encontrar aquele lado humano que tanta falta faz depois de todo o passado ter “desaparecido”. Contudo tem cautela, pois esse lado humano é mesmo humano e irá te desiludir várias vezes.

2- O passado… presente…

O passado pertence no passado, é apenas uma recordação de quem foste e o que tinhas… é uma bagagem que carregas contigo. À medida que vais fazendo as tuas viagens nesta nova aventura vais te esquecendo de peças pelos “hotéis” da vida… são poucas as coisas que não consegues substituir. Inevitavelmente irás perder o contacto com aqueles que não estão ao teu lado, sejam amigos, inimigos, amores, hábitos, entre outros. À medida que o tempo for passando, volta a ler esta dedicatória e lembra-te, é um novo inicio e não é fácil, mas também não tem de ser mau.

3- O futuro…

Apenas um conselho te posso dar, isto é se ainda não aprendeste até agora… tudo o que fizeres hoje vai mudar o teu mundo amanha. Não percas as tuas oportunidades! Sê um bom aluno, distingue-te do rebanho! Sê um bom companheiro e terás sempre alguém com quem contar. E Sê fiel às tuas decisões, aprende a viver com as tuas escolhas, vais sempre perder e ganhar, afinal de contas “quando Deus fecha uma porta, abre uma janela”.

4- Amores…

Agora que deixas para trás aqueles têm um lugar especial no teu coração, e por mais que queiras acreditar que tudo vai correr bem, tens de aceitar que o mais provável é isso não acontecer. É habitual dizer-se para outras situações “coração que não vê é coração que não sente” o mesmo aplica-se aqui, corações separados deixam de sentir. Guarda com carinho o que fica agora para trás, tenta manter aquilo que realmente é importante o respeito, a amizade. Por vezes é melhor abrir mão que fazer outros sofrer… Não te digo para ires correr e acabar tudo que tens, mas que te prepares para quando acontecer… lembra-te do ponto 2, sê um bom companheiro e não terás de passar por isso sem ajuda.

5- O curso…

Se este não é o que queres, não desistas… aprende o que tens para aprender e sê bom. No final tens a recompensa, podes fazer um mestrado, podes tirar outro curso… Acredita que há sempre novas oportunidades no futuro que hoje não vês…. A mudança é boa, mas tempo perdido em que não ganhas nada é apenas deitar a tua vida fora.

6- Erasmus…

Vai! Segue! Aproveita o que mundo te pode mostrar… Segue as estrelas e sonha… arrisca viver a tua aventura! Apenas faz isso na melhor altura, vai no segundo ano, as equivalências são difíceis e podes ter que precisar recompor a tua vida académica, se fores no fim do curso poderás precisar de mais um ano…

7- Sonha…

Tudo é possível quando te esforças por isso. A tua vida começou agora tudo o que quiseres é possível desde que faças por isso.

Não deixes que os sonhos te fujam das mãos porque não tens a coragem de os agarrar. Tenta apenas te arrepender do que fizeste…

A tua vida está aqui e agora! Tudo depende de ti, sê audaz e mostra-me o melhor que há em ti!

Acredita em ti como eu acredito em ti.

Fiel companheiro,

Anjo da guarda

Windows VS Mac OS

A ultima vez que tinha utilizado um Mac já lá iam quase 10 anos, e já faziam mais de 20 anos que brincava com os sistemas da Microsoft (MS-Dos, Windows 3.11, win95/98/2000, …).

Após um episodio complicado que me privou do meu Sony serie Z (que ainda não acabou) foi forçado a optar por um novo computador… após muita ponderação continuei na incerteza e caiu-me no colo um MacBook Pro.

Primeira impressão

Claramente o sistema é diferente, e não se compara com aquelas instalações do Linux (fedora, ubuntu, suse, mandrake, …). Começa pela arquitectura do hardware ser diferente, veja-se o Trackpad (o touchpad dos “PC”).

Uma coisa é certa, se hoje fala-se muito no touch-screen, contudo a Apple já há muito tempo começou a pensar em algo mais útil, o multi-touch. As primeiras horas de vida com o meu Mac foi literalmente aprender com quantos dedos se faz algo. Resumido a questão era sempre, isto faz-se com 1, 2, 3 ou 4 dedos?

Comparar os sistemas…

Bem demorou-me 10 minutos para crashar o meu Mac, mas nunca mais aconteceu, já o meu Windows farta-se de me dizer que os ficheiros do meu telemóvel não são meus e por isso não tenho autorização para fazer tal acção.

O meu Mac não me pendura os programas ou fica 5 minutos a carregar uma base de dados extensa de emails (a mesma base de dados que pendura o Windows).

Outra coisa que adorei no Mac é a velocidade de arranque e de desligar, uma mega actualização do OS demora menos tempo a reiniciar o sistema por completo que o Windows a actualizar o primeiro dos 3 pacotes habituais…

O desenho dos programas, a sua estética é deveras precária em comparação com os do Windows, porém não crasham com a mesma frequência. Levantando a questão beleza vs interior.

Mas uma das mais valias do Mac vem directamente da Microsoft, a licença do Office para estudante e não comerciais fica por perto de 100 euros, quando comparadas as duas versões é chocante que um produto que para Windows custa mais de 100 euros vem incluído no pack do Office do Mac, o Outlook (ou em Mac conhecido com Entourage).

No hardware…

O ecrã é simplesmente divinal é dos poucos computadores que conheço que fazem frente aos displays da Sony-Z. A bateria dura entre 10 a 8 horas em modo wireless…. só este aspecto diz quase tudo sobre o computador, não se transforma naquele forno.

Depois são aqueles extras de pormenor, o teclado retro-iluminado, o trackpad de área gigante, o super microfone incorporado, a camera com uma definição espectacular, etc.

Em suma,

Lamento imenso não ter sido eu a escolher o Mac, pois até ao momento tem sido uma surpresa deveras agradável.

Quando considero o Mac vs outros PCs de topo, vejo claramente que o preço do Mac compensa.

Contudo, a Apple apresenta um claro ponto negativo: O preço do Mac não é caro quando compramos apenas o computador, mas quando começamos a querer investir mais e apetrechar o nosso espaço de trabalho, com um monitor extra, sistemas de backup entre outros o preço começa a ser abusivo.

Uma Time Capsule (unidade de backup wireless) de 1 TB pode custar perto de 300 euros, naturalmente trás mais funções todas catitas… mas ainda é cara. Ou os trocos que se gasta em adaptadores para isto e aquilo e ser compatível com outras marcas…

Mesmo assim, eu recomendo darem uma trinca na maçã.