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Aqui podes consultar todas as entrevistas realizadas a jogadores que se tenham destacado no jogo.

À conversa com… Badworld

Boa Noite badworld!

Antes de mais e em nome da Equipa quero agradecer-te por teres aceite o nosso convite para a realização desta entrevista.

1) Em primeiro lugar gostaria que falasses um pouco de quem é o badworld. Quem é a pessoa que assume essa identidade. Fala-nos um pouco de ti e de quem és fora do jogo.

R: Boa Noite, antes de mais, o meu nome é Ruben e sou um rapaz de 21 anos com algumas desavenças com o estado actual da sociedade, talvez utópico, curioso por esse motivo em relação
a tudo o que tenha a ver com a relações interpessoais e o estado actual da sociedade.

2) Qual foi o teu primeiro mundo?

R: O meu primeiro mundo foi algures pelo br10, na altura por incentivo do meu tio que jogava tribalwars naquela altura, mas era mais um construtor de casinhas que outra coisa,
se formos a falar de contacto sério com o jogo na sua essência estaremos a falar do pt2 provalvelmente.

3) Tiveste mais algum nick para além deste?

R: Joguei com vários, FLAMIG, istosoueu., Prados, etc… estes serão talvez os mais relevantes.

4) Além do Mundo 49, venceste mais algum? Se sim, quais?

R: Oficialmente venci também o mundo 37, a jogar em co-playing com o dono original da conta Prados, o Rafael Simões, o único rapaz com quem me entendo a 100% em relação ao jogo. Um grande amigo e parceiro.
Deveriam lhe realizar uma entrevista também.

5) Em que mundos jogaste? Qual foi, para ti, o melhor?

R: Os mais relevantes foram o 2,17,21,22,29,37. Diria que todos tiveram o seu sabor especial, o pt2 por ter sido o primeiro mundo onde comecei a perceber realmente no que consetia o jogo,
o pt17 pois foi onde aprendi a defender melhor a minha conta, pt21 pela organização e gestão de contas grandes, pt22 pela cultura de jogo em geral que lá adquiri por ajuda de dois grandes jogadores,
pt29 pelas amizades e técnicas que apliquei e aprendi nesse mesmo mundo.

Mas talvez o último, o pt37 tenha sido o melhor, pois foi onde encontrei o grupo de jogadores com o qual mais identifico, seja dentro do jogo ou fora dele, e quando me refiro a grupo de jogadores,
refiro-me também aos inimigos que fomos defrontando, pois conheci alguns fora de jogo e sempre foram pessoas de um fair-play incrivel, não tanto pela vitória, mas pelo convivio que esse mundo me trouxe
fora do jogo, o melhor de todos.

6) Existiu algum jogador que te marcou em especial? Se sim, porque motivo?

R: Houve 2 de facto, como já referi, o Lionstar e o NCFever, foi com eles que realmente aprendi a ser jogador, a entender o jogo na totalidade, quer a nível mais teorico como prático,
toda a cultura na hora de atacar, na hora de defender, como gerir diplomacias, o estado de espirito dos membros, como gerir egos, tudo isso foi importante para que hoje seja o jogador que sou.

7) Qual consideras ser o segredo para uma Tribo vencer um mundo? Uma Liderança forte ou um plantel forte?

R: Um misto dos dois.

-» Uma liderança forte em organização e trabalho é o essencial, mas que sobretudo de o exemplo aos restantes membros, o líder não têm que ser o melhor jogador do grupo,
mas tem que ser o primeiro a chegar-se a frente, para mandar apenas, qualquer um manda, é preciso mostrar, e com esse tipo de atitudes os membros vão atrás, pois acaba por ser também uma motivação para quem o segue.
O tópico motivação também é importante numa liderança forte, saber como agir para motivar todos os jogadores é essencial, e para isso é necessário fazer uma análise mais complexa do carácter de cada um nos diversos momentos
do jogo, para quando esse jogador apresenta uma maior desmotivação saber como motiva-lo, pois nem todos se motivam com um ‘Bora lá, tu consegues!’, as vezes é preciso dizer-lhe que não percebe nada disto para ele querer nos provar o contrario,
isto tudo depende de quem gerimos.

-» Um plantel forte sim, é importante, mas se for um plantel trabalhador, planteis fortes em individualidades, com egos do tamanho do mundo nunca vão longe, pois nunca será jogado um jogo colectivo, os interesses pessoais surgiram sempre na frente.
Forte em trabalho e que perseve o colectivo e essa tribo estará um passo a frente para ganhar o mundo.

8) Consideras que o jogo em equipa influenciou as tuas capacidades de liderança pessoal?

R: Eu diria que sim, pois lidar com pessoas com estilos de vida diferentes, ideais de vida diferentes, sobretudo atrás de um computador torna-se complicado, tendo eu sempre ocupado cargos de gestão e organização dentro das tribos por onde passei, sim,
diria que ajudou bastante.

9) Que pontos positivos retiras de um jogo deste género? Crês que o facto de ser um jogo que preza o coletivo e no qual se lida com diversas pessoas e caráteres, ajudou-te a evoluir também na vida real?

R: Tudo na vida, até a coisa mais insignificante é uma apredizagem, cabe-te a ti analisar e ver o que consegues tirar dali, e sendo isto um jogo de relação com outros, organização colectiva em tempo real, lidar com pessoas diferentes, gestão de objectivos e
prioridades acabas sempre por aprender e ajuda-te sem dúvida a evoluir a nível pessoal, mas também não só na vertente ao que ao jogo diz respeito, porque através do mesmo conheces pessoas com histórias de vida que também te ajudam a crescer e a perceber o mundo.

Agradecer também pela oportunidade de falar um pouco sobre mim e desejar a continuação de um excelente trabalho a toda a equipa. Obrigado.

Obrigado pela disponibilidade badworld.
Com os melhores cumprimentos,

A Equipa

ENTREVISTA A gravedigger man, LÍDER DA TRIBO VENCEDORA DO MUNDO 45

Boa tarde GraveDigger Man!
Antes de começarmos a entrevista gostaria em nome da Equipa de Tribos, felicitar-te pela vitória do mundo 45

1- Antes de falarmos sobre o jogo podes falar nos um pouco de quem és fora do jogo?
R:
De forma sucinta, sou homem de 20 anos, com um gosto peculiar por matemática e computação, gosto de encontrar várias soluções para o mesmo problema, apenas por delírio meu de encontrar a melhor solução.
Gosto de levar uma vida serena, e não sou muito dado ás relações interpessoais, não que não goste, mas para mim é algo estranhamente complexo.
Tenho como hobbies, Jogar,Cinema(Muito frequente) e refletir sobre várias teorias insólitas que leio,recentemente fiz uma auto-análise do “efeito borboleta”.
2- Qual foi o primeiro mundo em que jogaste?
R:
Mundo 5
nick:trol100
3- Tiveste mais algum nick para além desse?
R:
trol100
4- Quais sao as caracteristicas que mais gostas num mundo?
R:
Velocidade2, com arqueiros.
5- O que mais consideras importante numa tribo?
R:
Não há peça mais importante,tudo o que constitui a tribo esta adstrito a si própria.
Por exemplo, a inatividade de um membro, independentemente do seu tamanho, pode submeter um jogador a deixar de enviar apoio a outro, e assim sucessivamente.Uma única falha pode comprometer a tribo inteira. Todas as peças se interligam para formar algo conexo,metaforicamente falando, um puzzle completo.
Não posso deixar de frisar, que confiança e bom ambiente no seio da tribo é fulcral.
6- Como te consideras como um líder?
R:
Fui constrito a ser líder, na sequência da inatividade e posterior desistência dum grande tutor meu, Jah Gaia.
Ainda assim, foi de coração que aceitei pilotar a VT@.
Dentro de algumas decisões impulsivas,incompreendidas,imaturas, etc, algumas são corretas e aceites pela maioria.Reconheço que tenho um grande caminho a percorrer para ser o tipo de líder que idealizo.
7- O que mais gostas no tribos?
R:
Jogo tribos pelo facto de gostar de jogos de estratégia,somado a isto é um jogo da era medieval.
Para além disso é um jogo que exige de forma imprescindível, união,companheirismo, espírito de sacrifício e lidar com outrém.
Não basta ser um craque do tw, sem equipa nada feito.É preciso que haja uma harmonia e sincronia para o sistema funcionar em pleno.
8- Qual é o teu estilo de jogo?
R:
É definido à custa do adversário.O rácio de ataque/defesa é conforme a exposição da tribo.Quanto mais exposta, maior quantidade de defesa.Valido é também o contra-recíproco da afirmação anterior.Jogadores ativos, gosto de os desgastar, ser atacado diariamente embora que com menos força é mais difícil do que uma vez semanalmente.Em relação a defender, a chave é estar rodeado por jogadores ativos, para que quando for preciso defender se canalize tropa de forma rápida para a zona atacada.
9- Fala-nos um pouco da VT@ no 45, qual foi a vossa estratégia inicial?
R:
A estratégia não foi muito ortodoxa. Estavamos no centro do mapa contra todas as tribos. A atividade e amizade de todos foi crucial para o nosso sucesso, os vastos pontos inimigos foram a pouco e pouco desvanecendo.
10- No inicio da guerra contra a >>H<< , estavam a perder por mais de 600 aldeias conquistadas de diferença, como é que lidaste com isto tudo e qual foi a chave para ultrapassar essa barreira?
R:
Relembro-me de uma altura que estavamos contra Hypnotic, TJ e F.O.W. Foram meses muito duros…tentamos segurar ao máximo possível os portôes da tribo, mas nem todos os membros tinham o mesma astúcia que o núcleo duro da tribo e perdiam aldeias sem garra, com ênfase no k46.
Face a este ambiente sombrio houve muitas desistências, ainda que naturalmente decepcionados, os verdadeiros guerreiros da VT@ fortificaram a sua união.
11- Nem todas as fusões correm bem, mas qual foi o fator que fez com que a fusão com a FOW fosse um sucesso?
R:
Face ás desistências e ao monstro que era a <H> na altura , com o dobro das aldeias de F.O.W e VT@, não havia outra forma de encarar o mundo com bons olhos sem que uníssemos forças menores para combater com equilíbrio uma maior.
12- Qual foi o coordenado que teve mais impacto no mundo?
R:
Coordenado ao soberano W@tchman que durou mais de 1 mês com várias bombocas rumo ás aldeias dele.Este coordenado devido à zona central(k55) e à grande quantidade de ataque do jogador, constituiu um ponto de viragem no mundo.
13- Depois de virar a dominância do mundo a vosso favor, como conseguiste manter a mente de todos os jogadores focada sem tomarem o mundo por garantido?
R: Até cerca de 70% de dominância a atividade da tribo foi forte, atingindo este marco muitos quase que deixaram de aparecer devido à falta de competitividade. Não houve qualquer problema, pois o desinteresse de uns contrabalançou com o interesse de outros para conquistarem aldeias de forma descomplicada.
14- Qual foi a sensação ao ver que atingiram os 80% de dominância e tinham ganho o mundo?
R:
Nessa altura predominou a alegria e festejo, nunca julgamos possível após tantas vezes de estarmos entre a espada e a parede fôssemos ser a equipa vencedora.
15- De certa forma desde o mundo 45 que parece ter surgido uma relação entre UNION e VT@ em que sempre que existe a UNION existe uma VT@, que tens a dizer em relação a isso?
R:
A Union foi uma boa rival e é uma boa tribo, para além disso a guerra Union x VT@ foi vivida por ambas as partes com os nervos à flor da pele, nunca chegando a haver diálogos construtivos entre as duas. Felizmente, no que toca a boas guerras, havendo estes dois nomes num mundo teremos que ser adversários, é algo naturalmente impelido.
16- Terminaste o mundo com 1.419. Como é gerir tanta aldeia?
R:
Com uma boa organização de grupos dinâmicos e manuais, tarefas como construir edifícios ou recrutar unidades, são feitas de forma simplificada com o gestor de conta.A parte mais difícil e dispensiosa em termos de tempo esta em movimentar inúmeros fulls de ataque e defesa.
17- Da C.O.E qual foi o jogador que mais te surpreendeu ou que mais gostaste? Porquê?
R: Jah Gaia por me ter ensinado a jogar o jogo na sua plenitude. Não posso deixar de mencionar nomes de jogadores que jamais esquecerei, cada um por motivos diferentes. Js7395,pk???(S.K.),Sr.maluco,Cenaita,- Happy Panda,Castle,The nevk,RONDAR,antmachados,deathlok e PESTER.
18- Tens algum conselho a dar aos líderes de tribos que passam por situações como a que vocês passaram antes da vitória no mundo 45?
R: Trabalhar árduamente aparentemente para algo inatingível, pode ter frutos.
19- Tem algum inimigo em especial que te surpreendeu?
R: Dj Fénix, tem uma resistência incrédula. Não falando apenas de ser duro no tribos, mentalmente é forte.
20- Já agora porquê o nick GraveDigger Man?
R:
Resultou de uma mudança de um nick prévio, simplesmente achei engraçado e que se adequa ao jogo.
21- Por fim, mudarias alguma coisa no tribos?
-Dar continuidade à proibição de compra de nobres e número de ataques limitado, implementado no PT56
-Fim do mercado livre, no que toca à troca de recursos por pontos premium e vice-versa.
-Fim dos pontos premium ou da sua transferência,no âmbito de diminuir o número de casos ilícitos ou duvidosos.
-Discutir a possibilidade de ser possível a remoção de aldeias do mapa pela administração ou alterar a sua localização de forma aleatória para que se mantenha o mapa com uma densidade de aldeias por campo razoável.
-Cativar os novos jogadores, neste âmbito podem ser dados prémios a outros mais experientes que os ensinem, após concluído determinado patamar, como bandeiras, metas ou recompensas premium.
Obrigado pela disponibilidade GraveDigger Man!

ENTREVISTA Tribos: Líder da tribo vencedora do mundo PT 28: -DarK-

ENTREVISTA AO LÍDER DA TRIBO VENCEDORA DO PT28

Antes de começarmos a entrevista, gostaria, em nome do suporte do Tribos, de te felicitar pela vitória conseguida no mundo 28, e agradecer por partilhares conosco a tua experiência enquanto líder da tribo vencedora.
1- Antes de irmos ao factor jogo propriamente dito, fala-nos um pouco da tua vida pessoal. De que te ocupas durante os dias além do Tribos?

Tenho 23 anos, sou web developer e estudante de engenharia informática em regime pós laboral. Para além disso tento estar com a familia e amigos e claro, muita copofonia 😀
2- Qual foi o primeiro mundo que jogaste? Como foi essa experiência inicial?

Entrei em vários mundos mas o primeiro mais a sério foi o pt22. Conheci muita gente e criaram-se laços que ainda hoje perduram.

3- Se tivesses que fazer um auto-retrato sobre a tua liderança, que palavras-chave escolherias e porquê?

Justo, icentivador, liberdade – Penso que sempre fui o mais justo possível no entanto não se pode agradar a gregos e a troianos, sempre tentei icentivar a malta nas alturas mais complicadas, muitos sittings às costas e sobretudo sempre ouvi as opiniões dos outros deixando-os ter liberdade para tomar decisões pois estávamos todos a trabalhar para o mesmo. Mais que um líder, temos de ser mais um a remar para o mesmo lado.
4- Qual foi o vosso primeiro objetivo no mundo enquanto tribo?

Entramos no pt28 como premade, um projeto que incialmente eu só viria ajudar e sem responsabilidades o que passado algum tempo se tornou uma realidade. Com a falta de tempo dos outros líderes, fui digamos que automaticamente nomeado para suportar a tribo provisoriamente o que acabou por durar o resto do mundo.
5- De entre as várias fases do mundo, qual foi a que trouxe mais dificuldades à Velha Guarda?

A fase de que me recordo em que estivemos mais aflitos foi quando um grupo decidiu virar a casaca e começar a apoiar o inimigo. Para ajudar tinhamos uma fronteira enorme e que muitos de nós estavamos em várias zonas a defender ao mesmo tempo. A juntar a isso temos os inativos que são sempre complicados de gerir, nunca sabemos se voltam mesmo, se devemos absorver ou tentar segurar o maximo a conta.
6- Houve alguma coordenado vosso que tenha corrido menos bem? Como fizeste para inverter a situação?

Houve coordenados a não conquistarmos nada ou simplesmente conquistar uma aldeia ou duas. A solução foi reunir novamente a malta e voltar a atacar, podemos nao conquistar mas matamos defesa e uma coisa todos sabíamos, a defesa demora mais a refazer logo era uma questão de tempo até conseguirmos aquilo que queríamos – destruir os bunkers. Entretanto variávamos nas frentes para mexer com a defesa deles, atacávamos aleatoriamente etc. Foi muito tempo de jogo como podes calcular foram inumeros coordenados das mais diversas formas inclusive a forma descoordenada 😀 (simplesmente tudo para cima deles!!! carreguem-lhes!)
7- Qual foi o vosso coordenado mais bem sucedido em termos de aldeias conquistadas?

… difícil escolher um, todos foram importantes para o chegarmos onde chegamos. Pelo menos sempre foi esse o nosso pensamento. Ganhar, ganhar e ganhar.
8- Podemos afirmar que a tribo que mais vos atrasou na chegada à vitória no mundo foi a 666, ou consideras que houve outra mais complicada?

Obviamente a 666 foi a mais complicada pois para além de ter sido nossa aliada a maior parte do tempo do mundo e ter forçado uma guerra connosco criando conflitos constantes (devido a alguns membros que tinha na altura amigos da antiga RUN). Tambem a RUN foi uma guerra forte e que durou bastante tempo. Esta já teria rivalidade com muitos de nós uma vez que muitos deles tinham sido adversários da Velha Guarda no pt22 de onde viemos vários jogadores.
9- Quais são os colegas em quem mais confias no Tribos e na Velha Guarda e que te ajudam nos períodos difíceis do jogo?

São muitos, muitos assim como eu já estão reformados do jogo outros não sei do que é feito deles pois apesar de termos os contactos uns dos outros cada um tem a sua vidapessoal fora do jogo e à qual se dedica agora. Mas alguns nomes são Biogul, Dj Fénix, 4SakenMafia, AntunVanOut, Tekker3000, Skyblue entre muitos outros não menos importantes mas estes foram aqueles que sempre estiveram lá para o que era preciso. Desde planear coordenados, defesas, segurar uma conta, atacar com outra etc etc. contudo todos foram fundamentais para vencer o mundo. A todos as maiores felicidades e preparem-se pois um dia podem ser convocados para mais uma guerra!
10- Jogas atualmente em algum mundo ou pensas vir a jogar?

Para já não estou a jogar em nenhum mundo pois a minha vida não o permite. No futuro nunca se sabe senão voltamos a entrar todos para vencer mais um :p
11- Que ensinamentos achas que deves deixar aos aspirantes a líderes do servidor português?

Levem as coisas com calma, respeitem-se uns aos outros, sejam pessoas de palavra e unidos aos vossos membros. Não se esqueçam que podem ser lideres mas tambám são mais um soldado a lutar ao lado deles. Divididos cairemos, unidos venceremos.
12- Para terminar, o que mudarias no jogo?

Penso que o jogo está ir muito para o caminho de quem tem dinheiro é que ganha servidores, compreendo que o jogo tem custos mas não precisam de abusar. Estão a afastar quem vem jogar pelo divertimento e pela competição para ficarem apenas com quem gasta dinheiro à parva aqui. Tornaram um ciclo vicioso, se o jogador A gasta X, o jogador B 90% das vezes terá de o fazer também para o acompanhar. Basta avaliar os inicios dos mundos, quem compra muito recurso facilmente se destaca dos outros. É a diferença entre demorar 1 semana até a primeira conquista ou demorar 1 mês.

TRIBOS – Mundo 27 – Entrevista Líderes da Tribo Vencedora

ENTREVISTA À LIDERANÇA DA TRIBO VENCEDORA DO PT27

Antes de mais muito obrigado pela vossa disponibilidade para enriquecerem o blog da comunidade com as vossas experiências neste mundo 27 que conseguiram levar de vencido.

1- Quando é que o tribos entrou na vossa vida e como foram as vossas experiências iniciais?

Tcarreiras: O tribos entrou na minha vida através do meu irmão, as experiências iniciais foram deveras ridículas pois entrava a meio dos mundos e mal fazia academia era conquistado, ahahahaah.

Power of Fusion: O tribos entrou na minha vida por volta de 2006 através do meu filho Bruno nem sei bem em que mundo. Jogávamos os dois por diversão mas a verdade era que nenhum de nós percebia a essência do jogo. O primeiro mundo em que aprendi mesmo a jogar foi o pt21. E ai tive o prazer de conhecer quem me ensinou a jogar, foram vários, desde colegas de tribo a inimigos. Foi nesse mundo que entrei para a «S!». Acabei por desistir por motivos pessoais e falta de disponibilidade.

U mad Superman: O tribos entra na minha vida na altura do p17, penso que já tive conta no 16 mas apenas conquistei 2 barbaras ou la o que foi até ser conquistado. No 17 a conversa é outra e tive a sorte de jogar com excelentes jogadores mas acima de tudo com excelentes pessoas. Naquela fase inicial do mundo a AE estava em forma com o vitti, whitewall que na altura tivemos umas provocações e tal  mas acima de tudo certas pessoas fundamentais rescuer, angel warrior, klayroad, xbean, king traf… Penso que são estes no pt17 que me ensinam praticamente o principal do tribos, cheguei a ter 183 aldeias e desisti. Este pt fica marcado pela aparição de uma “MakeSilence” criada pelo davidze in game mas que durou pouco tempo, eu e o davidze apesar de inimigos neste mundo estabelecemos uma boa amizade e surge então o convite para integrar no mundo 21 a Make Silence. Nessa 21 desisti logo no inicio devido à escola mas passado uns meses um amigo propôs me co op e voltei ao mundo onde integrei a Silence que mais tardei liderei com o davidze até que este desiste e com a Ibiza la fui ficando com a tribo. Depois de levarmos muita porrada, com poucos jogadores ativos, e com pouco tempo acabamos por colocar um ponto final na tribo. Daqui surge o pt27, uma vez que passado algum tempo eu e davidze decidimos voltar ao tribos até porque calhava na altura das férias da escola. Surge um projeto com pés e cabeça, com sprinters e endurancers, um projeto que acabou por se impor no pt27. Contou novamente com a desistência do davidze e de muitos sprinters mas ficou bem entregue comigo e com a Paula, e depois o fred (passaram alguns membros na liderança aqui pelo meio). São pessoas como estas que falei, entre outras, e jogadores como estes que me fazem continuar a jogar tribos, no fundo são eles os responsáveis por eu gostar de tribos!

 

2- O que vos motivou a meter mãos à obra e organizar e liderar uma tribo?

Tcarreiras: O projeto Make Silence não foi um projeto meu, entrei numa fase inicial da tribo através de recrutamento, entrei para a liderança posteriormente.

Power of Fusion: O projeto foi do david, ibiza e zé. O David estava muito ausente e foi nessa altura que recebi o convite para integrar a liderança da parte da ibiza e do coiz.

U mad Superman: Como referi anteriormente não foi bem um projeto nosso, o nosso projeto surge para o pt36 o qual vamos fechar dentro de 1 mês… Penso que o facto de termos ganho o 27 e ter muita malta que só se dedicava aquele mundo, o facto de termos um grupo de 15/20 jogadores de extrema confiança prontos a iniciar um novo mundo, fez com que eu e o fred organizássemos um projeto. Endurancers não faltavam no nosso plantel, o nosso maior problema foi encontrar sprinters que já estavam quase todos em tribos adversárias. Mas o nosso projeto acabou por se revelar bastante positivo e vai fechar o 36.

 

3- Houve algum momento em que os vossos jogadores estivessem em baixo e que tivessem que encontrar uma forma de lhes dar nova motivação para prosseguir rumo aos objetivos?

Tcarreiras: Houve diversas situações em que tivemos de ser psicólogos, amigos, confidentes, aliás no seguimento disso eu próprio desabafava da minha vida pois começou a haver uma cumplicidade enorme entre mim e os jogadores da tribo o que fez com que confiassem no trabalho da liderança.

Power of Fusion: Isso acontece variadíssimas vezes e é esse um dos prazeres de liderar, resolver problemas e “deixar todos contentes e motivados” para cada um dar o melhor de si em prol da tribo. Muitas horas de mp’s para conhecer cada um deles e saber falar adequadamente de maneira a “levar a coisa a bom porto”.

U mad Superman: Tivemos uma fase crítica com muita malta a desistir devido a variados motivos. Estava-mos em guerra com a top2 e top3 do mundo e com tanta desistência nossa na altura levou à desmotivação de alguns mas o nosso grupo forte e ativo que sustentava a tribo acreditou e esteve sempre do nosso lado e isso facilita o nosso trabalho. Existe até uma altura neste pt27 em que pensamos seriamente em deixar de liderar visto que estávamos sem tempo e devido também a motivos pessoais… Isto levou a uma fusão com a unum pois nós tínhamos um excelente grupo de jogadores mas não tínhamos nenhum com disponibilidade suficiente para comandar esse grupo. A unum acabou por ser uma desilusão. Respeito e gosto muito do qwase apesar de ele nunca mais ter falado comigo após o sucedido mas  a verdade é que ele tinha ainda menos tempo que nós. Assim voltámos a juntar os da make silence e alguns membros ativos da unum que nos quiseram acompanhar.

      

4- Qual o adversário/tribo que mais vos dificultou o percurso no mundo 27?

Tcarreiras: Revolution sem dúvida, pois era uma tribo coesa e forte. O adversário também não tenho dúvida alguma que foi o Tecaneles, excelente jogador e boa pessoa, o melhor duelo que defrontei no tribos foi com ele no pt27.

Power of Fusion: A tribo foi sem duvida alguma a revolution, excelente líder e jogador, Tecaneles.

U mad Superman: Penso que foi a Revolution …Obviamente que complicou ainda mais o facto de estarmos em guerra com a Revolution e unum ao mesmo tempo.

 

5- Conseguiram conciliar bem a tarefa árdua de serem jogadores de “topo” no mundo com a tarefa de liderar uma tribo com este grau de elevada exigência? 

Tcarreiras: Foi complicado, pois a primazia sempre foi a tribo e a resolução dos seus problemas e os sitters, mas como tinha muito tempo para o jogo (18h online) consegui conciliar a liderança com o jogo em si. 

Power of Fusion: De um modo geral conseguimos, mas houve alturas bem complicadas. Claro que a tribo e o seu objetivo eram sempre a prioridade.

U mad Superman: A prioridade foi sempre a, era mais importante fazer uma reunião ou uma chamada do que perder esses 30min/1h a conquistar aldeias. A tribo foi sempre colocada à frente da nossa conta. No que toca a minha conta o mérito não é só meu. Existem mais dois pilares nesta conta, nomeadamente o Seta e o Tiago. Duas excelentes pessoas com quem foi fácil fazer co op devido à personalidade de ambos! Dois bons amigos deste TW! O Seta depois abandonou devido a umas chatices com outros membros da tribo mas deixou a sua marca por todo o tempo e trabalho que investiu na conta.

 

6- Sendo uma liderança tripartida, optaram por dividir tarefas entre vocês ou participavam os três sempre que era necessário realizar uma tarefa? 

Tcarreiras: Tudo o que era necessário resolver, resolvíamos os 3, conversávamos diariamente basicamente pelo jogo/telemóvel. Portanto tudo o que foi decidido e tratado foi sempre com conhecimento de todos os Lideres. Foi fácil liderar com ambos pois são pessoas muito inteligentes e perspicazes além de ambos terem um coração enorme. Tivemos algumas divergências mas sempre faladas e “discutidas” sem problemas ou confusões. 

Power of Fusion: Nós participávamos os 3 na resolução de todos os problemas e consequentemente atribuíamos tarefas mediante o perfil de cada um de nós.

U mad Superman: Tudo decidido em grupo sempre. Penso que se tornou hábito na altura ligar-lhes à noite para falarmos de estratégia, do que se passou. Aliás ainda hoje não estando em nenhum mundo com o Fred (além do 36 que fecha dentro de 1 mês) ligamos várias vezes um ao outro nem que seja só para falar por falar. Duas excelentes pessoas com as quais a minha relação vai um pouco além do jogo, também derivado de todo este tempo juntos!

 

7- Quais os jogadores que merecem a vossa confiança completa e que vos acompanharam nos momentos mais difíceis?

 Tcarreiras: Os jogadores que sempre estiveram a nosso lado em todas as circunstâncias foram: O meu co-sitter em alguns momentos (Daniel), Irreverent Angel (a dupla), Seventeen, assassin007, vodca, Hot Stuff (mesmo com divergências em certos pontos, sempre confiei nele), o Zé (Superman) foi um pilar enorme, sendo umas das melhores pessoas do tribos que conheço e claro a PowerOfFusion (Paula) e certamente existiram mais mas já passaram uns anitos.

Power of Fusion: Existem vários: Shadowarrior (desde pt21), Tiago, ireverentangel, Gonçalo oliveira, Daniel, Seventeen, assassin007, vodca, Vanhelssing e de certeza que me estou a esquecer de alguem e peço desculpa por isso.

U mad Superman: São muitos mesmo, felizmente. Em primeiro lugar Fred, Paula, Tiago e Seta!  Após estes Irre, Shadow , que já me acompanhavam á uns anos, portosentido que integrou o 36 também, iman22 , Gonçalo Oliveira. Com o Aleatory estabeleci uma boa amizade numa fase já mais avançada do mundo, quando ele saiu da unum para a Silence. E outra pessoa 5* é o Ricardo  Hot*.*Stuff) chateámo-nos muitas vezes. Perdi horas e mais horas em reuniões com Fred e Paula por causa dele mas sem dúvida uma pessoa na qual se pode confiar! Tomasborges apesar de termos uma diferença de idades considerável, sempre nos seguiu cegamente, ainda hoje sei que posso contar com ele! São bastantes e certamente não referi todos…Peço desculpa a quem falta…

 

8- Como foi a experiência de liderar uma tribo no meio de dois senhores?

 Power of Fusion: Pode se dizer que foi fácil, eu e o zé sempre nos demos muito bem e durante algum tempo chegámos a ser só nós. Depois com o inicio da minha relação com o fred, eu e o zé, que foi o primeiro a saber :D, decidimos fazer o convite ao fred. E ai sim conseguimos atingir a perfeição a nível de liderança e estratégia.

 

9- De que maneira a sua vida foi afetada por ter que liderar uma tribo com a sua cara-metade?

 Tcarreiras: Temos uma história gira pois a PowerOfFusion era minha Líder e depois começou a haver desabafos e suscitou um outro nível de empatia. Quando estamos apaixonados não existem grandes divergências, portanto foi algo fácil até porque maior parte das vezes tínhamos a mesma estratégia e pensamento. Sem dúvida alguma que este foi o mundo que mais me marcou, no inicio pois descobri a doença da minha mãe e o tribos e pessoas do jogo ajudaram me imenso a ultrapassar essa fase (mais difícil da minha vida) e após a tempestade veio a bonança que foi conhecer a Paula e iniciarmos o relacionamento que hoje se mantém, tendo nós vivendo juntos há cerca 1 ano e 6 meses, portanto este mundo foi e sempre será memorável, não tanto pela vitória mas pelas amizades criadas e por tudo o que se sucedeu.

 

10- Pretendem voltar a jogar nalgum mundo?

Tcarreiras: Jogámos o pt36, mundo esse que entrámos em quarentena e falta 1 mês (foi o último mundo que jogámos os 3 Lideres do pt27), entrei sozinho no 33 sem conhecer ninguém com o intuito de dar um back time, na altura das bárbaras no pt27 (final do mundo) e por lá fiquei com um grupo espetacular onde 80% da tribo tem mais de 30 anos, quiçá sem menosprezar outros planteis que joguei e venci mas o grupo mais forte e equilibrado detendo grandes máquinas do tribos e estou de momento na MiB no pt43 mas entrei no dia antes do mundo comeуar, não é um projeto meu, mas é o projeto que abracei e vou onde conseguir, será um mundo complicado tal como todos os que joguei.

 Power of Fusion: Juntámos um bom grupo de jogadores e fizemos um projeto no pt36, DjVu, que acabei por abandonar quando me mudei para lisboa. Ficou só o zé e o fred na altura.

U mad Superman: Entretanto fizemos projeto para o 36 (Djvu) ! E como só jogo um mundo de cada vez, não estou em mais nenhum. De qualquer forma vou parar de jogar por uns tempos mas em menos de 1 ano voltarei a jogar provavelmente. Quando voltar a jogar pretendo ser um mero membro de uma tribo, jogar o jogo em si, divertir-me, interagir etc, sem ter a parte chata de liderar e resolver conflitos! O facto de liderar uma tribo leva a que se esteja constantemente a pensar no jogo, o que posso/devo fazer nesta situação e naquela, e acho que foi isso que me fez saturar um pouco do jogo… E daí a pausa que vou fazer!

 

11- Quais os conselhos que acham que devem partilhar com os aspirantes a lьderes do Tribos?

 Tcarreiras: Conselhos? Cada mundo é um mundo, não existe uma liderança perfeita, há que adaptarmo-nos aos jogadores, criar laços de amizade para a confiança ser cega e tentar ser justo sempre, seja com amigos seja com outros membros da tribo. O respeito ao líder é essencial, mas para isso nós líderes temos de ter um comportamento correto, mas também se tivermos de dar um “murro na mesa” e agitar as coisas temos e devemos fazê-lo. A personalidade de um líder é essencial.

Power of Fusion: Acho que o melhor conselho é que a união faz a força, e esta frase explorada em diversas situações move montanhas, acreditem.

U mad Superman: é raro ver se apenas uma pessoa a liderar uma tribo hoje em dia, dada a disponibilidade que isso requer. Só se aprende com a experiencia, todos vão tomar decisões erradas mas temos de saber tirar proveito dessas más decisões e nunca cometer os mesmos erros! Quando se esta a liderar pela primeira vez, ajuda sempre ter outro líder mais experiente! Ainda hoje quando jogo tw vou aprendendo novas estratégias, novas formas de atacar, novas ideias, estamos sempre a aprender. Quando penso que já vi de tudo, aparece sempre algo novo!

 

12- Para terminar: o que mudariam no jogo atualmente?

Tcarreiras: Mudaria apenas a compra de nobres que disvirtua um pouco a realidade e skill em comparação aos demais jogadores, mas gosto bastante das outras atualizações que implementaram.

 Power of Fusion: Apesar de presentemente não jogar, acompanho através do filhote e do Fred as inovações do TW. Algumas muito úteis, partilha de comandos, etc. Só que a essência do jogo era todos terem as mesmas ferramentas e ver o que cada um conseguia fazer e até onde. Hoje em dia isso já não se aplica, é mais quem tem pp’s para usar vence. Acaba por se  perder a verdadeira essência do TW, não concordam?

U mad Superman: Muita coisa, infelizmente. Já não consigo competir por um top5 num mundo atualmente porque isso requer pps. Na minha opinião a compra de recursos e a compra de nobres tornaram o jogo ridículo. A redução do tempo de construções ainda se tolera mas a compra de nobres e recursos condiciona imenso o jogo para quem não compra por não ter pps e ambiciona alcanças os lugares cimeiros do mundo! No 36, o top1 e top2 chegaram a ter o dobro ou triplo do top3 foi aí que me apercebi do ridículo no qual o jogo se estava torna… Eu não critico quem compra, critico sim o jogo que permitiu que tal fosse possível e estas discrepâncias são cada vez mais visíveis nos diversos mundos!

Entrevista a lobito–23


A equipa de conteúdos do Tribos agradece desde já toda a disponibilidade do lobito–23
 para responder às nossas questões e pela partilha de conhecimento, uma mais valia, com toda a comunidade Tribos.

1-Pode-nos dar uma breve introdução ao seu começo no tribos? (Como teve conhecimento do tribos? O que o motivou e como aprendeu a jogar?)

Comecei a jogar tribos a mais ou menos 9 anos, e tive conhecimento deste jogo através do meu irmão que era viciado nele, eu como o via a jogar muito e tinha tempo aprendi com ele a jogar. De início parecia um jogo chato, mas com o passar dos tempos fui-me viciando…

2-Primeira tribo?

Sinceramente não me lembro.

3-Estilo de jogo?

Atacante, de início só fazia tropas de defesa mas com o passar dos tempos percebi que o interesse do jogo era atacar…

4-Primeiro nick? 

lobito23

5-No pt17 conseguiu chegar às 3839 aldeias. Como se gere tanta aldeia?

Hoje em dia e fácil gerir esse número de aldeias devido as muitas funcionalidades que os pp nos dão, se fosse a 9 anos atrás não sei como conseguiria. 

6-Que tempo dedicou ao tribos para manter e evoluir o seu jogo?

Dediquei tempo de mais, mas por mais incrível que parece dediquei mais tempo em contas de sitters a defender ataques do que na minha.

7-Foi líder da tribo TW que venceu o mundo pt17. Quais foram os maiores desafios que enfrentou enquanto líder?

Tw foi uma tribo que foi criada para acabar com o mundo, por isso não poderei falar dessa tribo mas sim da *fot*. Os maiores desafios que eu, e outros líderes enfrentamos provavelmente serão as desistências, porque são essas desistências que podem fazer perder guerras. 

8- Enquanto líder da TW é normal haverem conflitos internos. Como foi gerir conflitos na tribo?

Gerir conflitos numa tribo e muito difícil, porque temos que lidar por vezes com garotos de 15 anos e homens com 30 e 40 anos com mentalidades de 15, por vezes tive que tomar atitudes menos corretas para lidar com isso. 

9- Deixou de fazer alguma coisa na sua vida pessoal para dedicar-se ao jogo (porque recebia ataques ou porque tinha de gerir a tribo)?

Deixei de fazer muitas coisas principalmente de dormir.

 10- Se voltasse ao jogo assumia novamente um cargo de líder numa tribo? Porquê?

Primeiro espero nunca mais voltar a jogar tw, segundo nunca mais serei líder.

11- Com a experiencia que teve na liderança da tribo TW que conselho pode dar aos jogadores que lideram tribos?

Não percam tempo com uma tribo no fim ninguém vos agradece, e depois ainda são postos em causa

12- Sabemos que ganhou a medalha de melhor atacante do dia 71 vezes, 25 vezes o melhor defensor do dia e 23 vezes a melhor potência do dia. Claramente é um jogador que prefere o ataque?

Sem duvida, no ataque e que esta o interesse do jogo. 

13- Delinear estratégias de ataque requer um estudo intensivo do mapa e algum tempo disponível. Que estratégia utiliza para planear um coordenado?

Por norma deixava esse trabalho para outras pessoas em quem confiava.

14-Quais são as características que mais aprecia num mundo? Porquê?

Velocidade 2.

15-Jogadores em quem confia plenamente?

São muitos e eles sabem quem são se me esquecer de alguns desculpem, psynesk (meu irmão), espartag grande companheiro de batalhas e noitadas sem ele não tinha aguentado tanto, allura grande amiga que fiz no jogo, bruno (não me lembro do nick lol) quando precisava estava lá, beta mais uma grande amiga de jogo, nefelibata só estava bem a provocar conflitos com os inimigos mas é bom rapaz pfjorge outro que não podia esquecer, ao resto do pessoal que me esqueci desculpem.

16-Pretende voltar a jogar em algum mundo?

Não pretendo, e se voltar a jogar é disfarçado (outro nick) e sem me dedicar ao jogo…

17-Para terminar: Sugestões a fazer? O que acrescentaria/mudava no jogo?

Não acrescentava nada, e retirava muita coisa principalmente as funcionalidades dos pp em comprar recursos e reduzir os tempos de construção, isso só beneficia quem tem dinheiro…

Entrevista Sandro1333

A equipa de conteúdos agradece a disponibilidade do jogador Sandro1333 em responder às nossas perguntas e dar a conhecer um pouco mais de si enquanto jogador do Tribos.

1-Pode-nos dar uma breve introdução ao seu começo no tribos? Como teve conhecimento do tribos, o que o motivou e como aprendeu a jogar?

R: tive conhecimento do jogo, através de uns amigos nas férias de 2009, no princípio não gostei muito do jogo pois não o percebia nem me sentia motivado a jogar. Tal como todos jogadores em início as tropas não eram o meu forte. Apos ter sido conquistado fiquei bastante irritado, o que me levou quer saber mais do jogo. Tive também alguns bons jogadores que me foram ensinando segredos do mesmo principalmente no servidor BR. 

2-Primeiro nick?

R: O meu primeiro nick no servidor pt: sandro1333 mundo 18,

no servidor BR master005.

3-Quais são as características que mais aprecia num mundo?

R: as características que mais aprecio num mundo é algo complicado, porque adoro jogar com igrejas pois acho que tornam os mundos mais estratégicos é pena que normalmente velocidade destes mundos é muito baixa V1, acho que é um erro e que poderiam melhorar.

 4-Concretamente no mundo pt22, sabemos que atingiu um patamar bastante elevando com 2243 aldeias. Como se consegue gerir tanta aldeia?

R: Sim realmente no mundo 22 atingi muitas aldeias mas na minha opinião mais fácil gerir 500 aldeias do que 50 basta usar gestor de conta e claro que quantas mais aldeias temos mais fácil se torna o jogo 🙂 tanto atacar como defender.

5- O facto de possuir claramente um lugar de topo num mundo, sente que é criado algum tipo de estatuto perante os restantes jogadores? (se é temido pelos demais ou pelo contrário é o grande alvo do inimigo).

R: Sim ter atingido um patamar neste jogo tao elevado tem sempre as duas facetas como tudo na vida, há sempre quem se intimide e sempre quem nos queira tornar um alvo mas isso para mim é o que menos importa pois jogo o jogo porque gosto e pelas amizades que faço também nele acho que sou um jogador como os outros há mundos que estamos bem outros que não correm bem mas o que conta no final são amizades.

6-Como fazia para repartir o seu tempo livre na gestão de tanta aldeia?

R: Era fácil como disse já anteriormente usava gestor de conta e tive também ajuda de alguns amigos co-play principalmente Carlos Cunha. Então raramente ficava sobrecarregado. 

7-Foi líder da – »R.K«, tribo vencedora do mundo pt22. Como é gerir uma tribo?

R: A RK foi fusão de duas tribos eu vim da RUN uma das tribos que teve na fusão, na RUN fiz parte da liderança com o Amalia e com o João, foi ai que mais aprendi liderar uma tribo pois Amalia Rodrigues por muito que seja um dos jogadores mais detestados do pt é talvez o melhor líder que o pt já teve e tive o privilegio de aprender alguns coisas com ele em relação a como gerir uma tribo e principalmente como motivar os jogadores depois da fusão e quando passamos a RK dividi liderança com zegazozo, jogador também ele fantástico, logo com um jogador desse nível liderança torna-se fácil.

8-Para além de jogador, acumulava este cargo de líder na – »R.K«. Queremos saber se alguma vez deixou de lado as suas conquistas para colocar à frente o trabalho e dedicação à tribo (que é necessária para vingar num top)?

R: Tal como todos jogadores que lideram uma tribo é impossível não perder tempo com ela pois quando se quer ganhar é preciso trabalho duro para levar tribo a bom porto e é impossível dedicar só o teu tempo ao jogo tens sempre mensagens para ler, coordenados para organizar, tens sempre problemas entre jogadores que tens resolver. Na minha opinião devem criar uma forma de comunicar fora do jogo tipo grupo de skype ou através de chamada podem sempre ir resolvendo problemas internos da tribo com maior facilidade e ao mesmo tempo ir jogando.

9- Enquanto jogador e líder de uma tribo, considera mais importante a conquista de aldeias (a titulo pessoal) ou ambicionar o top 1 da classificação das tribos? 

R: Eu sinceramente prefiro minha tribo em top 1 eu no último lugar do top se for necessário isto é jogo de equipa, top individual aparece com naturalidade já top de tribos aparece com a união de todos. 

10-Acha que o Tribos teve influência na sua vida? (deixou de fazer alguma coisa para estar no tribos para defender ataques?)

R: Claro que sim este jogo ocupa sempre tempo temos de nos levantar a meio da noite para enviar ataques ou para defender. Às vezes deixamos de sair porque estamos a ser atacados. Tentava sempre evitar essas situações mas algumas vezes foram necessárias. 

11-Fez bons amigos no tribos? Quer referir nomes dos que o acompanharam no seu percurso?

R: Ui esta pergunta é complicada pois foram já tantos vou deixar aqui alguns nicks :

Amalia rodrigues

Parente

D.joao

dragao0069

zegazozo

Cyber

Sands

allura

lmcs94

omega

enestle

Piwy

LOPcarlo

etc…….

12-O que mais gosta no Tribos?

R: Sem dúvida as amizades que fazemos e almoços e jantares que combinamos.

13-Sabemos que ainda entrou no mundo 34. Neste momento já não joga. O que aconteceu para deixar o mundo 34?

R: Sim entrei e foi um erro pois nos RK tínhamos jogado pt 22 durante quase 3 anos e passado 3 meses entramos noutro mundo. Sinceramente não jogamos ao nosso nível pois com o plantel que tínhamos podíamos e devíamos ter feito mais mas muitos de nós já não tínhamos a paciência para começar tudo de novo.

14- Tem intenções de voltar a jogar?

R: Sim estou jogar no pt 37 mas numa versão mais calma. Entrei há pouco tempo, dia 5, espero só divertir-me nesse mundo, nada serio.

 

15-Sugestões a fazer? O que acrescentaria/mudaria no jogo em si?

R: Acho que o jogo poderia ter uma forma mais fácil de comunicar  no fórum com áudio algo assim. Acho que tornaria o jogo muito mais apelativo, haveria mais comunicação entre os membros de cada tribo. Fica ideia.

Entrevista Jogador Alakude

Agradecemos antes de mais ao Jogador Alakude pela disponibilidade que teve em responder às nossas perguntas e por esta partilha de experiências, enquanto jogador, com toda a comunidade Tribos.

1-Pode-nos dar uma breve introdução ao seu começo no tribos? (Como teve conhecimento do tribos? O que o motivou e como aprendeu a jogar?)

Antes de mais, gostaria de agradecer o convite para esta entrevista, apesar de, como lhe disse, achar que na nossa comunidade existem jogadores com muitas mais razões para serem entrevistados.

Ouvi falar do jogo através de dois amigos meus. Na altura (2009), não tinha internet, pelo que me era um pouco complicado vir ao jogo. Mas, à medida que foi crescendo o vicio, lá tive que arranjar forma de vir cá mais vezes. Comecei a gostar do jogo porque sempre gostei de jogos de estratégia, e também porque na altura duas das pessoas com quem mais convivia falavam muito do jogo e, para não ficar de parte nas conversas, lá decidi dar-lhe uma oportunidade.  Eles ensinaram-me as coisas básicas do jogo (verdade seja dita, eles também não eram grande coisa na altura), e lá tive que aprender praticamente tudo sozinho – como gosto, aliás, porque a fase da descoberta é sempre mais empolgante do que aquela em que tudo se torna mecanizado. Depois, quando já dominava relativamente bem os conceitos básicos do jogo, comecei a ler tutos e a desenvolver as minhas próprias estratégias. Até sensivelmente ao mundo 25, jogava apenas para o fun ou para melhorar a minha qualidade de jogo (houve mundos onde só treinei o sprint e bazei, sem sequer olhar para a classificação); a vontade de “jogar para o top” só veio depois – se não tivesse vindo, talvez jogasse mais do que atualmente jogo.

2-Primeira tribo?

HeL (Honra e Lealdade), mundo 9.

3-Estilo de jogo? (defensivo, ofensivo)

Não me considero nem um jogador defensivo nem ofensivo; tento ser o mais equilibrado possível, mas, se tivesse mesmo que escolher entre essas duas, diria defensivo. Isto deve-se ao facto de previlegiar sempre a segurança – tento nunca dar “um passo maior do que a perna”, sobretudo em termos de conquistas; conquisto apenas aquilo que sei que sou capaz de segurar. No entanto, não deixo de atacar. Nunca.  Mas verifico em todos os mundos onde entro que, numa fase média-avançada, tenho sempre menos fulls ofensivos do que os jogadores com o mesmo número de aldeias que eu. Todavia, para contrariar isso, costumo atacar sempre coordenado – menos quando falta tempo ou paciência –, com os ataques a bater sempre o mais próximos possíveis e sem deixar um único viking parado nas aldeias.

4-Primeiro nick?

Quem me conhece sabe que eu nunca revelo os meus nicks antigos. Nem eu saberei dizer bem porquê, só sei que não gosto. Dos jogadores que me conhecem como Alakude, nenhum sabe nenhum nick meu para trás do 25. Por isso, para esses jogadores, o meu primeiro nick é “Alakude”.

5-Sabemos que as tribos são sempre muito importantes no jogo e não é por acaso que se fazem escolhas quanto à tribo onde queremos ou ambicionamos estar. Verificámos que mudou mais de uma dezena de vezes de tribo. Porquê a mudança de tribo tantas vezes?

Sim, no mundo 28 mudei de tribo várias vezes, mas isso não é tendência minha. No 9, por exemplo, mantive-me sempre na mesma tribo, até sair do mundo; no 14, mudei de tribo apenas 2 vezes, devido a fusões; no 25, poucas também . Essas mudanças no 28 devem-se a dissoluções e fusões de tribo. Quando entrei no mundo 28 novamente (cerca de seis meses após a sua abertura, onde também estive de início), entrei como um jogador da Velha Guarda. No entanto, devido à minha “pequenez”, só entrei na minha verdadeira casa quando já tinha um número considerável de aldeias, juntamente com alguns ex-membros dessas tribos por onde andei. Se tivesse entrado na 1. logo de início, não teria mudado mais nenhuma vez de tribo (a não ser, é claro, para a outra tribo da família).

6-Neste momento está no mundo 28 com 879 aldeias. Como se gere tanta aldeia?

Não considero que 800 aldeias sejam assim tantas aldeias. Na verdade, acho que gerir 100 aldeias ou 1000 é igual, desde que se tenha conta premium. Quem já esteve em contas minhas compreende que a coisa que mais as caracterizam é a organização. É essa organização que me permite não precisar de estar muito tempo no jogo, já que de facto ultimamente não posso andar mesmo muito cá.

Há quem diga que ter o mesmo nome em todas as aldeias complica as coisas, e em parte complica, mas comigo funciona assim: tenho as aldeias agrupadas consoante as suas características; tenho os mesmos edíficios e a mesma tropa em todas as aldeias de um determinado grupo, mas diferentes dos outros grupos, embora tenham todos os mesmos pontos, para não serem reconhecidas. Mal acedo ao jogo,costumo evoluir muralhas (quando é preciso); depois vou logo recrutar tropas (em massa);  armazeno recursos e reponho nobres (se for caso disso); e, por fim, leio o fórum e as mensagens – se for preciso fazer algo, faço, se não, saio logo da conta. Faço isso umas 2x por dia, geralmente até pelo telemóvel, perdendo no máximo 10 minutos diários com a parte da gerência.

7-Que tempo dedica ao tribos para manter e evoluir o seu jogo que já se encontra num patamar tão elevado?

A juntar aos 10 minutos diários de que lhe falei, gasto, em média, mais umas 3-4 horas semanais. Como o mundo 28 se encontra numa fase avançada e é velocidade 2, não há necesssidade de farmar, pelo que os ataques que envio são apenas ora para conquistar, ora para matar/destruir. Mandar apoios para mim ou para companheiros também não me leva muito tempo, já que tenho a defesa toda organizada.

De salientar também que tenho um co-player, o Nesquik, que me ajuda muitas vezes quando não posso (ultimamente tem sido complicado vir ao jogo). Quanto ao evoluir, ultimamente o que temos feito é conquistar bárbaras para consolidr núcleos, e nisso eu reconheço que ele é ótimo! Quando atacamos jogadores, fazemo-lo de uma só vez (o mais coordenado possível), enviando os ataques no máximo em dois dias diferentes (ter as aldeias juntas ajuda).

Relativamente à defesa da conta, a app do tribos ajuda imenso. Sempre que recebo ataques, recebo a notificação para o telemóvel e, mesmo a partir dele, vejo se é algo que requer a minha presença no pc ou não. A maior parte das vezes acabo por defender os ataques mesmo no telemóvel, o que é muito conveniente.

8- Como é fazer parte de uma das tribos que se mantém mês após mês no 1º lugar das classificações mensais do mundo 28 (Velha Guarda 1.)?

É uma honra. Só tenho pena de não poder ter continuado com a 1. de início e de, devido ao pouco tempo que tenho para dedicar ao jogo, não poder ajudar mais do que ajudo. De qualquer das formas, é gratificante ver a Velha Guarda lá em cima, desde o começo do mundo, mês após mês, guerra após guerra, sobretudo quando no mesmo mundo estiveram outras grandes tribos.

9-Quais são as características que mais aprecia num mundo? Porquê?

Se me fizessem essa pergunta há uns três anos, eu diria apenas velocidade alta. Agora, tenho que enumerar um monte de novas características: sem funções premium avançadas (compra de nobres, reduções de tempo e de custos, compra de recursos, etc), sem mercado livre, em suma, sem todas aquelas coisas que 95% da comunidade não gosta (ou pelo menos diz não gostar). Agora, a velocidade, ironicamente, acaba por ficar para segundo plano.

10-Quais foram as tribos, às quais pertenceu, que o marcaram (dos mundos em que jogou)? Porquê?

Há sobretudo 3 tribos que me marcaram. Uma delas foi a primeira tribo onde estive, HeL (pt9), precisamente por ser a primeira. A outra foi a OldS, do mundo 25, onde joguei ao lado de alguns dos melhores jogadores do PT e fiz várias amizades que até hoje se mantêm. Na minha opinião, o plantel inicial da OldS foi o melhor que já vi num mundo português em termos de sprint. A terceira é a Velha Guarda; para mim, foi a tribo que vi com o plantel inicial mais completo e equilíbrado.

Comparando essas duas últimas com as novas “tribos top” que surgem, apercebemo-nos da mudança de qualidade que o nosso servidor sofreu.

11-Alguma vez pertenceu à liderança de uma tribo? Se sim, o que o motiva mais nesse papel?

Na maioria das tribos por onde passei, no início ou mais tarde, acabei por fazer parte da liderança ou do conselho. Pela minha experiência nesse campo, digo que o que mais motiva um líder é indiscutivelmente ver o seu trabalho dar frutos. Não há nada mais reconfortante que isso. Por outro lado, não há nada mais desmotivador do que lutar por uma coisa que nem todos os membros estão dispostos a fazer. Costuma-se dizer que com um general forte não existem soldados fracos; mas quando os soldados estão decididos a ser (ou parecer) fracos, não há general que os torne fortes… e isso dá cabo de uma tribo.

12-Quais os seus hobbies?

Antes de mais, é irrecusável uma futebolada diária com os amigos. Depois, adoro ler e escrever. Tenho um grande fascínio por cartas, começando pelos jogos e acabando nos baralhos. Tenho várias séries que acompanho atentamente. Jogar Pokémon sempre foi um vicio (gozem, gozem). Também adoro dar um bom jogo de xadrez, apesar de não ter muitos amigos que gostem do jogo. Música toda a gente gosta e eu não sou excepção – não mesmo. Mas o melhor de tudo é dormir; faço-o muito, e só acordo para ter sono para depois voltar a dormir.

13-Jogadores em quem confia plenamente?

Ao longo dos anos fiz várias amizades aqui no tribos, mas as mais constantes foram as seguintes:  Nesquik, Coibes, v3, Inmotion, Diacci e, como não poderia deixar de ser, o meu vizinho PyroManiac. Existem também outros jogadores com quem nunca tive grandes aventuras, mas que sempre me transmitiram confiança, como o Kenzo@Shadow, Snick, Batata Subterrânea, Espinha, Bolacha, etc.

15- Foi um dos jogadores mais falados no forúm externo para ser entrevistado. É importante ter esta estima e reconhecimento enquanto jogador no Tribos?

Acho que dentro de todos nós há, pelo menos, uma gota de narcisismo que nos faz gostar de ver o nosso nome associado a alguma coisa boa. Não sou excepção, mas confesso que me acho um pouco sobrevalorizado. E não digo isto por achar que me acham melhor jogador do que realmente sou, porque nem acho que isso seja o caso, mas sobretudo porque, verdade seja dita, em termos de provas dadas neste servidor, tenho tantas como qualquer pseudo-leet que anda pelo FE. Mas eu sei que, se me apetecesse dar essas provas, não haveria grande dificuldade em dá-las.

Mas respondendo à sua pergunta, acho que isso varia de jogador para jogador. Para esses pseudo-tops de que lhe falei, acho que é esse reconhecimento que os alimenta. Nesse caso, o prazer de ser-se reconhecido como um bom jogador deve ser mais importante do que a consciência daquilo que se joga, e de como se joga. Já para outros, acho que esse reconhecimento fica para segundo plano ou terceiro plano. Conheço bons jogadores que nunca vieram ao fórum externo, que pouco se importam se são considerados as grandes «revelações dos mundos», se fazem parte das «dream teams» nos nossos fóruns ou se figuram entre as «previsões para top 5» – que muitas vezes significa “eu + 3 amigos + 1 outro (para dar um tom de imparcialidade)”.

16-Para terminar: Sugestões a fazer? O que acrescentaria/mudava no jogo em si?

O meu computador tem uma função que lhe permite fazer um restauro para uma determinada data. Se dependesse de mim, e se o tribos fosse como o meu computador, eu restaurava-o para, no mínimo, a altura do mundo 23. Há, basicamente, duas situações lamentáveis que ocorrem no nosso servidor. A primeira diz respeito às configurações dos mundos e às novas funcionalidades que sempre nos surpreendem (pela negativa), mesmo quando se espera que tal não seja possível. Quando começo a jogar um jogo de estratégia, procuro exercitar as minhas capacidades intelectuais – sejam lá quais elas forem – e não as minhas capacidades financeiras. É compreensível que o jogo precise de capital para evoluir, mas há coisas que não se justificam. Comprar recursos? Comprar nobres? Isso é gozar com quem joga isto de forma honesta e sacrifica horas de sono para se matar a farmar…

Mesmo assim, vamos tentar aceitar que isso é uma coisa indispensável para o funcionamento do jogo. Surge, então, uma outra coisa que não me parece fazer sentido: estimulação às ilegalidades. Uma das regras do tribos é não usar multi-contas. Pois bem, se isso é algo proibido, não faria sentido tentar complicar a vida àqueles que usam essas práticas? Ao invés, o que se vê é que uma facilitação dessas práticas, por exemplo, com a função que permite convidar os “amigos” para perto, ou mercado livre ativo de início. Isso são coisas que têm a sua vertente honesta – como convidar realmente um amigo, ou ajudar um membro e tribo que foi limpo –, mas qualquer um consegue ver o real uso que os jogadores lhe dão.

Por isso, acho que o que o tribos poderia fazer era dar mais atenção a essas coisas; dar mais ouvidos aos jogadores, porque, afinal, somos nós que jogamos o jogo. Salvo erro, as configurações do mundo 23 foram escolhidas (por sondagem) pelos jogadores – o que se passou para não se fazerem mais coisas dessas? Existem dezenas de boas sugestões que nunca foram implementadas (duvido que tenham sido sequer analisadas), como a existência de mundos no/limited-hauls, tantas vezes falada no nosso fórum. Isso sim seria evoluir, inovar, para melhor e, com isso, certamente que todos nós ficaríamos a ganhar.

Aniversário do Tribos e do Grepolis ’14

No dia 1 de março de 2014 a equipa encontrou-se em Lisboa, para celebrar o 6.º aniversário do Tribos e o 4.º aniversário do Grepolis em Portugal.

Olá! Foi com agradável surpresa que recebi convite para participar no jantar de celebração do Aniversário do Tribos em Portugal, realizado a 1 de março de 2014.

Cerca das 18h30 lá estava eu a caminho do ponto de encontro, estação do Rossio, já há um tempo que não passeava pela baixa de Lisboa, aproveitei para recordar momentos há um tempo adormecidos, obrigada por isso.

Allura

Primeiro jantar na equipa, onde estava com receio que fosse difícil encontrar membros da equipa.

downdx

O que tenho a dizer sobre o jantar… Foi agradável? A paparoca está boa? Os outros convivas eram pessoas simpáticas? Para mim, o jantar não foi apenas isso… Começou uns dias mais cedo, aquando da minha inscrição… “Hum”, pensei para os meus botões, “vamos lá conhecer o pessoal que joga Grepolis” e também quem nos chateia (no bom sentido) nos comentários do FE do jogo.

mrmarques64

Nunca fui bom nesta coisa de escrever, mas vou tentar dar o meu melhor.

Por natureza sou um a pessoa tímida, embora não pareça. Durante o dia do jantar estive a trabalhar o dia todo pelo que ponderei não ir, estava muito cansado.

Guerreiro Mal Cheiroso

Sábado, dia 1 de março, tinha chegado, aquele dia que eu ansiava há algum tempo, aquele dia em que eu ia conhecer pessoalmente.

Acordar cedo, porque havia que preparar o encontro, nomeadamente aparar a barba, pois se aparecesse em Lisboa com aquela barba e de mochila às costas, muito provavelmente era preso por suspeita de ser um bombista suicida. Barba aparada, mochila às costas e chega a hora de entrar no comboio e esperar que as 2 horas e meia de comboio passassem muito rápido.

Entro no comboio e verifico que no meu lugar está ocupado por um senhor de idade, pergunto-lhe se está no lugar certo, ao que me responde “Houve um engano e venderam o meu lugar duas vezes, espero que não se importe de estar no seu lugar”. Fiquei um pouco desconfiado, mas fui para o banco livre que estava atrás. Mais tarde, quando o pica chega, verifico que o senhor que estava sentado no meu lugar se tinha enganado no dia em que viajava e só viajava no dia a seguir. No meio da minha viagem para cima, estava eu muito bem a rejubilar a bonita paisagem alentejana quando reparo que a janela começa a ser tapada e eu a não perceber o porquê. Era a senhora de idade que viajava atrás de mim que estava farta da paisagem e decidiu tapar a janela.

Enfim, entre senhores sentados no meu lugar, senhoras a taparem-me a janela e a mandarem olhares pouco amigáveis quando olhava para elas, passou-se a viagem e cheguei a Entrecampos onde tinha combinado com o senhor alexmix e com a RIFS, irmos para o local do encontro.

Ao sair do comboio, reparei num senhor com um aspeto indiano, após alguns olhares travados entre nós, reparei que não era ele. Continuei a andar e vi lá ao fundo, no horizonte um rapaz com aspeto indiano, mas vi que tinha óculos e não tinha flores na mão e percebi que aquele sim, era o senhor alexmix.

Após nos termos cumprimentado e falado um pouco, fomos ter com a RIFS que ainda estava no Saldanha. Foram precisos passarem dois metros para a RIFS chegar, aquela rapariga pequena com voz de menina de 12 anos, quer dizer, voz de 12 anos até ter falado comigo, pois aí já ficou com a idade que tem, ahh Skype, a mudar vozes desde que foi criado. A Larkin tinha dado as instruções ao senhor alexmix e tínhamos que ir para o Rossio e tínhamos 15 minutos, segundo a informação do senhor alexmix.

Saímos do metro e depois de já nos termos enganado uma ou duas vezes no caminho, fomos para norte até perguntarmos a uma senhora que passava onde era o Rossio, ao que ela nos responde que era para sul, mais uma vez enganados…

mretfc

Bem, começamos a aventura na parte que não fiz uma boa gestão do tempo e quando chega a hora de estar já a encontrar-me com o senhor alexmix e com o mretfc ainda estava eu em direção a casa pelo que já não foi possível ir trocar de roupa, senão era mais 1h. Lá fui eu a correr para o Saldanha para apanhar o metro o mais rápido possível, toda stressada já, finalmente encontro os dois meninos, o senhor alexmix já o conhecia, mas o mretfc só o tinha visto em fotos, mas ao olhar para um ser estranho no fundo da estação vi logo que vinha do sul, aqueles suspensórios não enganaram ninguém.

Já descansada na companhia deles, o senhor alexmix lembrou-se brilhantemente que afinal eles é que deviam ter ido na minha direção e não o contrário, poderíamos ter poupado uns 15/20 minutos, aquele senhor alexmix… eheheh.

Lá fomos nós em direção ao Rossio, onde já se encontrava o resto da equipa, no caminho eu e o senhor alexmix alternávamos com os palpites do caminho, nunca acertávamos numa direção e chegamos mesmo a ser “repreendidos” pelo segurança do comboio na estação do Rossio (a culpa das cancelas estarem abertas não era nossa, nunca lá tinha ido àquela estação, não a conhecia).

RIFS

Como sou de Lisboa, e como não foi o meu primeiro evento, já não estava com o “bichinho” na barriga para o evento. Claro que estava com imensa vontade, mas já não tive a necessidade de uma grande viagem, nem de pernoitar em algum outro local que não a minha casa.

O plano era simples: apanhar o mretfc em Entrecampos e ir ter a casa da RIFS. Quando cheguei a Entrecampos, lá me lembrei que era mais fácil se a RIFS viesse ter connosco e íamos juntos para lá. Na verdade, não era. Quando fôssemos apanhar o metro, passávamos por ela. Primeira falha minha, do dia. Lá tivemos de esperar uma meia hora pela RIFS… Mulheres.

senhor alexmix

Mais um dia de encontro de equipa e tudo começou por ir buscar o ogait87 e o Castela95 a Aveiro. Uma vez lá, começou o desafio para os encontrar, visto que supostamente estavam na paragem de autocarros e eu via autocarros parados em todo o lado, até que vejo 2 indivíduos a correr atrás do carro.

A seguinte paragem viria na estação de serviço de Pombal onde esperamos pelo outro carro. Uma vez que o Ricardo, a Larkin e o EnteiRocks tinham chegado seguimos viagem para Lisboa, onde o Castela95 revelou o seu pequeno trauma de andar a altas velocidades.

Logo a seguir ao almoço fomos então conhecer o hotel onde iriamos passar a noite e passar um pouco o tempo à espera dos restantes colegas de equipa, e entre conversas e um joguinho de bilhar foi a hora de ir embora ter com o resto dos colegas ao ponto de encontro, onde, como de costume, foram aparecendo caras novas. Finalmente consegui conhecer o LIKE A NOOB, depois de 2 anos.

euu17

Ponto de encontro na estação do Rossio onde a conta-gotas se juntava mais pessoal para este celebre jantar.

cukacuks

Mas quando cheguei ao ponto de encontro foi fácil de descobrir onde estava o pessoal da equipa.

downdx

Apesar de já fazer parte do suporte do Tribos há 3 anos, nunca tinha ido a nenhum encontro da equipa, tendo este sido o 1.º em que estive presente, assim sendo, conhecia apenas algumas pessoas pelas fotos, mas ninguém pessoalmente, o que, no início, me fez percorrer, por duas vezes, a estação do Rossio de uma ponta à outra, em busca dos restantes, mas sem conseguir avistar ninguém conhecido, até que, finalmente, vejo o Ricardo, um dos poucos que conhecia pela foto, e disse para comigo: “Finalmente!”.

Sylux

Depois da viagem de metro e de alguma chuva, finalmente tínhamos chegado ao destino: a estação do Rossio. Até lá chegarmos tive centenas de chamadas da Larkin. É tão bom quando se preocupam connosco!

Caras novas, caras menos novas, caras velhas. Havia de tudo quando lá chegamos. Tudo com boa disposição. Até mesmo quem já lá esperava há mais de três horas. Estranhamente, os membros do The West ficaram muito felizes por me ver. Tenho mel?

senhor alexmix

Bo tem mel…

Este convívio começa com a chamada recebida do Ricardo, mas que verifiquei que afinal quem estava no outro lado do telemóvel seria a Larkin. Eu a pensar que a concentração seria às 18h30, mas afinal estava errado, já que às 16h30 o pessoal já se estava a juntar.

Quando verifiquei já estava a receber a chamada a perguntar onde me encontrava. Apesar de já ter passado várias vezes no ponto de concentração, nunca pensei que ali fosse uma estação, principalmente devido ao facto de eu ser do Porto e estar em Lisboa há pouco tempo.

Mais fácil que encontrar a estação de comboios foi encontrar o grupo! Minutos antes, liguei ao Ricardo que me confirmou que ainda estavam à espera na estação e eu pessoalmente não conhecia ninguém, exceto de imagens de perfil do Skype e do Ricardo que já o tinha visto anteriormente de outros eventos.

A parte mais engraçada foi curiosamente conhecer a minha adversária rival, pois já estamos num mundo com mais de 4 anos e, como é óbvio, a conversa durante a noite toda foi em redor desse mundo.

rescuer

Quando cheguei à Starbucks do Rossio, foi um pouco estranho, porque iria ser o meu primeiro jantar com a equipa. Mal olhei para dentro da estação vi logo quem era a solutions, um grupo de pessoal cheio de energia, a falar de cada jogo. Juntei-me à Allura e à cukacuks que, por acaso, falavam de Tribos, fartei-me de rir, logo no início.

TomaslinoSoares

Chego à estação do Rossio deparo me com um grupo gigantesco de escuteiros aparcados em pleno adro da estação, durante alguns segundos ponderei a hipótese de ser o grupo da Innogames… eheheh. Então procuro melhor e vejo um rosto que me pareceu familiar,  tinha encontrado a minha equipa.

Allura

Por volta das 15:50 saí de casa em direção ao ponto de encontro que era na estação de comboios do Rossio.

Cheguei por volta das 16:30 e liguei para a Larkin a perguntar se estava no sítio correto e que não sabia se já estava lá alguém, pois nunca antes tinha visto nenhum membro da equipa. Entretanto na chamada, o Ricardo disse que estava a sair do hotel e que em 15 minutos estava no sítio combinado.

Assim que a Larkin chega e vai em direção a um grupo de cerca de 6 pessoas que já estavam lá há algum tempo, e que já eu já os tinha visto, reconheço-a logo e junto-me com todos.

Após 3 horas de alguma conversa e de nos conhecermos todos uns aos outros, vamos para o restaurante a pé, que não era muito longe do ponto de encontro.

LIKE A NOOB

Ao chegarmos ao ponto de encontro, vimos, à porta, um círculo em que só se encontravam homens, entre eles destacava-se um homem pela sua altura, era o Ricardo. Entrei no círculo e cumprimentei todos, mas houve um que me surpreendeu, foi o Castela95. Pelas fotos que tinha visto deduzi que fosse mais alto, mas foi fogo-de-vista, conseguia ser mais baixo que o Costinha. Depois fui lá dentro acabar de cumprimentar o resto das pessoas, coisa que não consegui, pois chamaram-me lá fora e esqueci-me depois.

Enquanto falava com o euu17, vem ao pé de nós uma senhora, já com a sua idade, e com um BI muito velho na mão. Chega ao pé do euu17, mostra-lhe o tal BI e diz umas palavras que ninguém percebeu o que a senhora falou e foi-se embora. Segundos a seguir voltou e veio ter comigo e, fez a mesma coisa que ao euu17, mas eu, como deduzi que ela tivesse encontrado o BI no chão e estava a à procura do dono, disse que não era meu, ao que ela responde “fgibhkbv, parvo”, sim, eu não percebi nada do que disse a não ser a palavra parvo. A senhora foi ter com o Ricardo e ele responde, a apontar para mim mais do que uma vez, “É aquele rapaz que está ali”. Eu, para fugir, fui lá para dentro sentar-me e conversar com algumas pessoas que ali estavam. Ao fim de 1 minuto a senhora voltou ao meu encontro e aproveitando que ela se distraiu eu tive que fugir outra vez. Entretanto o círculo já tinha vindo cá para dentro e juntei-me a eles. Parece que estava tudo contra mim, pois o senhor carlos alex36 e o senhor PThugo decidiram imitar o Ricardo e começaram a apontar para mim e lá veio a senhora outra vez. Após me esconder lá fora a senhora foi-se embora, DE VEZ!

Ainda estivemos à conversa algum tempo, pois faltavam algumas pessoas chegarem. Após todas as pessoas presentes, quem tinha malas/mochilas foi por no carro, pois não iriam andar com aquilo atrás, quer dizer, todas menos eu, pois não estava atento e por causa disso passei a noite toda com a mochila às costas.

mretfc

Finalmente comecei a ver caras familiares, já tínhamos chegado até eles.

Vejo dois grupos, uns estavam sentados, outros em pé. No grupo que estava em pé veio logo um senhor de casaco vermelho, mais conhecido por big boss, ou então por Ricardo, intimidar-me com um grande “RIIIIIIIFS”, e no grupo que estava sentado apenas reconheci um rapaz, o euu17. De repente vejo alguém de vermelho a fazer-me adeus e eu para mim própria “Aaaaaa, quem é?! Rápido brain ajuda-me a reconhecer as pessoas… Uiii, calma, é a Larkin?! Ups, espero que ela não tenha percebido que não a tinha reconhecido”. À medida que me fui aproximando fui reconhecendo algumas caras.

Ao que parece a Leoa, antes de ir embora, esperou que eu chegasse para me conhecer, o que, na verdade, na altura, quando me disseram, fiquei um pouco atrapalhada sem saber que reação ter, perante o facto de alguém estar à espera para me querer conhecer, mas foi engraçado.

Estivemos lá na conversa à espera que o pessoal todo chegasse.

RIFS

A partir deste momento foi a troca habitual, creio eu, por ser novata nestes eventos, de nicks, de histórias de jogo, de guerras, foi fácil sentir-me no grupo como se há muito lhe pertencesse, o jantar decorreu a um ritmo alucinante.

Allura

Rumo à Cervejaria Trindade, no Bairro Alto, cerca de 30 pessoas tomaram conta do evento de celebração dos 6 anos do Tribos.

cukacuks

Mais à frente, quando nos dirigíamos para a Cervejaria Trindade, tivemos de fazer ainda uma caminhada, diria que passou rápido com a boa companhia que se fazia sentir, foram cerca de 10 minutos a subir com alguns chuviscos…

Quando entrámos no Restaurante, aí vi que era um grupo ainda maior do que o que eu pensava, notou-se ainda mais as conversas de cada grupo. Onde estava, passámos o jantar a falar de Tribos… Sou sincero, não percebia nada! Mas com a boa comida lá se passou bastante bem.

TomaslinoSoares

Durante o evento tentei ficar a conhecer todos os presentes, tendo obviamente acabado por falar mais com uns do que com outros, principalmente durante e após o jantar, pois acabou por ser a altura mais propícia.

Sylux

Fui quase dos últimos a chegar ao jantar, fiquei numa ponta da mesa onde não conhecia ninguém, pois era a primeira vez que ia a um evento destes. Foi difícil começar a falar com desconhecidos, os quais nunca tinha tido contacto, pena não existir um quebra-gelo para estas ocasiões. Foi uma sensação estranha só ao fim de 2 ou 3 canecas é que consegui começar a sentir-me mais à vontade.

Durante o jantar penso que deveria haver espaço para todos serem apresentados em voz alta e cada um fazer a sua apresentação estilo “Chamo-me X e moro em Lisboa, o meu nick na equipa é Guerreiro Mal Cheiroso, e por ai fora…”.

Em relação ao jantar propriamente dito, gostei de tudo o que comi e bebi, senti-me satisfeito. Gostei do local, e das pessoas.

Guerreiro Mal Cheiroso

Já no restaurante, no quentinho e todos sentados, fiquei ao lado do Sylux, do Enteirocks e do euu17, em que até chegamos a dividir um croquete por 4 pessoas.

LIKE A NOOB

Seguimos em direção para o jantar. Pelo caminho (na verdade, naquelas subidas) devo ter sido capaz de escorregar umas 10x (ou mais) naquela calçada molhada, sem cair, atenção.

No restaurante, grande confusão com grupos, todos queriam ficar com o x, com o y e com o z, trapalhada, mas lá foi a chefa por ordem naquilo. Acabei por ficar mesmo em frente ao giraço do francês, nada mau 🙂 (espero que ele não tenha acesso a este texto).

Já vem de jantares anteriores a minha reputação da quantidade de comida que eu como por refeição, mas até eu olhei para a sopa e pensei, “Bem, isto deve ser daqueles restaurantes que está sempre a chegar mais comida!”, neste caso era a sopa. Posso dizer que a tigela tinha tanta sopa que eu quase que via o fundo, no entanto, a comida estava divinal ou então eu estava com muita fome. Os meninos do The West, que ficaram numa ponta, fizeram questão de irem várias vezes ao meu lugar certificarem-se se eu comia tudo e se estava tudo do meu agrado, obviamente que sempre tudo com um sentido de brincadeira.

Deu para dialogar com a Allura (estava ao meu lado direito), ao longo do jantar, conhecer um pouco mais os moderadores mais recentes, excelentes pessoas, pelo menos os que conheci. Já do lado esquerdo era preciso mais cuidado, eheh, (Ricardo, Larkin e EnteiRocks). RIFS

O jantar decorreu até que chegou a parte de “ir sair”.

RIFS

Após subirmos umas ruas chegamos finalmente ao restaurante onde iriamos jantar e aí é que se deu um dos problemas da noite! Quem se sentava onde. A equipa do The West queria estar toda junta, mas o Ricardo tinha virado quatro cadeiras para a krislete e os seus acompanhantes e foi impossível, naquele momento, estarem todos juntos. Quando o Castela96 e a Larkin acabaram o seu diálogo, chegou-se à conclusão que tínhamos que pôr uma mesa ao lado e assim, finalmente, a equipa do The West pôde ficar toda junta.

Entre muitas conversas e partidas ao Castela95, acabámos de jantar, mas ficámos por lá a conversar. Eu saí do meu lugar, ao pé dos The West, e fui ter com alguns elementos da minha equipa, fiquei algum tempo à conversa com a Allura, com a cukacuks e o namorado e com o TomaslinoSoares. Entre muitas conversas cheguei à conclusão que o meu futuro iria ser pela via dos arrumadores de carros, pois a cukacuks, que tem um curso parecido ao que eu quero tirar, avisou-me do que se passava hoje em dia.

mretfc

Depois de uma espera ainda mais longa por um membro atrasado, e já com a fome a apertar, lá fomos em direção ao restaurante.

Um bom jantar, com um grande espírito de grupo a evidenciar-se. Houve dois episódios que tiveram imensa piada: primeiro, o facto do C0rrupt3D preferir usar a casa de banho das mulheres e o facto do Costinha gostar imenso de mousse de chocolate com pitada de pimenta.

senhor alexmix

O restaurante escolhido foi a Trindade. “Bom, sei onde é ou pelo menos sabia, a última vez que lá entrei vão para mais de 10 anos, à vontade. Okay, sei que é perto do Largo do Camões e tenho de arranjar estacionamento para a viatura. Porreiro, existe por baixo um parque. É mesmo lá que vou estacionar.”

Sábado, saio à pressa de casa, “Bolas, estou atrasado tenho de ir pela A8. O tempo também não ajuda, sempre a chover e tenho de conduzir com cuidado. O atraso está garantido. Espero não apanhar muito trânsito em Lisboa.” Tenho sorte, venho pela beira rio e é sempre a andar, exceto no Poço do Bispo onde estão uns radares.

Chego ao Largo de Camões e vou direto ao parque. É complicado estacionar, os lugares são mesmo pequenos, vê-se mesmo que quem projetou não estaciona lá a viatura. Lá consegui estacionar, não ficou lá muito bem, mas escapa. Espero que o estacionamento não me custe os olhos da cara…

Lá vou eu em passo acelerado, à chuva, noite tenebrosa esta, em direção à Trindade. Passam uns 5 minutos das 8, assomo à entrada e vejo um grupo. Será este o pessoal do jantar? Nada melhor que telefonar ao boss Ricardo, e diz-me que ainda vêm a caminho. “Bom, afinal não cheguei atrasado.” O grupo chega e entramos para a cervejaria. Dirigimo-nos às nossas mesas e aí cumprimento algum do pessoal presente. Não sei porque carga de água, há um que percebo que era do Brasil. Afinal, ele chamava-se Basil e era estrangeiro… gaffe minha.

Nessa altura entra em cena a Larkin, aliás uma pessoa extremamente simpática e faz as honras da casa, dizendo de uma forma geral quem é quem. Entretanto já tinha conhecido o downdx.

Pouco depois, aparece o Guerreiro Mal Cheiroso e finalmente a Moon.Goddess. O pessoal do Grepolis fica junto (eu, Guerreiro Mal Cheiroso e downdx), já que a Moon.Goddess, entretanto, muda de lugar.

Foi agradável conhecer outras pessoas, estivemos em amena cavaqueira, deu para reparar que a malta mais jovem é “addicted” no jogo não dispensando os seus telemóveis. O nível do serviço da Trindade continua na mesma – bom.

Depois de comidos e bebidos, chega a altura da “nigth”, coisa que não posso alinhar, tenho o meu regresso a casa para fazer. Continua a chover, noite complicada, esta! O pessoal vai divertir-se e muito bem, para o Bairro Alto.

Desejo a todos uma boa noite e lá vou eu fazer mais uns 100 km para casa.

mrmarques64

Já no jantar tive a oportunidade de falar com a minha companheira de moderação no mundo 34 do fórum e colocar em prática várias situações ocorridas e resolvidas. Juntamente com uma parte do grupo do Tribos, encontravam-se o grupo do Grepolis, que passaram grande parte do jantar a falar sobre métodos de detetar bots no jogo! Brincadeira, brincadeira foi o Guerreiro Mal Cheiroso, que curiosamente não parava de falar e de chamar o empregado da mesa para servir mais uma dose… Ora de bebida… Ora de comida… E no final de contas devia pensar que precisava de vários artigos para levar já que quando me levantei para sairmos do restaurante deparo-me que o casaco tem um peso substancialmente mais pesado do que o normal. Com o grau de admiração de tamanha faceta, foi descoberto logo o culpado há saída do restaurante.

rescuer

Se há momentos onde nos apetecia ter um controlo remoto, e parar o tempo quando a conversa é boa e a companhia encantadora, garantidamente este foi um deles.

Allura

O evento continuou com muita chuva e muita animação pelo Bairro Alto de Lisboa.

senhor alexmix

Já com a barriga cheia de muita comida regada com uma “moderada” bebida, deslocamo-nos até à zona dos bares onde a chuva miudinha foi uma constante.

cukacuks

Ao sairmos do restaurante, eram por volta das 23h30, começou a chover, para nossa sorte, tínhamos lá os meus pais, que deram uma boa ajuda nesse aspeto. Fomos andando à procura do bar “ideal”… Andámos ainda mais, e acabámos por descobrir um, pequenino, mas chegava para o que o pessoal queria… Beber uns copos e conviver, mas, o que me marcou mais foi mesmo a Larkin e o Ricardo a falarem com os meus Pais, no geral, um ótimo ambiente e convívio.

TomaslinoSoares

Seguido do restaurante foi deslocação ao Bairro Alto. Tirando o pequeno problema que o bar onde iriamos estava a fechar precisamente na altura que chegamos às suas portas e que a chuva só dificultava a nossa noite, o resto da noite foi porreira. Ao final de caminharmos 10 km, decidimos parar no primeiro bar que encontramos. Foi a invasão da equipa de suporte ao respetivo bar, que no final foi curto para tamanho do grupo presente.

rescuer

Só o São Pedro poderia ter-se portado melhor! De resto foi maravilhoso! Cereja em cima do bolo, negociei com o rescuer a fusão que porá o fim a 4 anos de jogo no pt17.

Allura

Saímos do restaurante e andamos sem saber por onde é que íamos. Finalmente decidimos ir para o Bairro Alto, pois era ali ao pé. Apenas uma pessoa sabia onde era e lá fomos nós, pelo caminho tivemos que parar no meio daquela chuva imensa que caia, pois perdemos o Basil. Quando o encontrámos seguimos diretos até ao Bairro Alto, e entre bares pequenos, bares “alternativos”, como diria o carlos alex36, fomos passando a noite até que chegou a hora de ir para o hotel, com o nosso transporte, o táxi.

mretfc

Quando saímos do restaurante estava combinado irmos a um bar já previamente marcado, no entanto, acabámos por sair do restaurante já bastante tarde, dado que o bar em causa fechava às 00:00 e, tendo em conta que nós éramos cerca de 30 pessoas e chegámos lá por volta das 23:55, já não nos permitiram entrar, ainda tentámos convencer a mulher do estabelecimento a deixar-nos entrar, mas sem sucesso. Sugeri então ao Ricardo que fôssemos para um bar que eu conhecia, que tinha bom ambiente e espaço para todos e, mais importante, não fechava à meia-noite; havia apenas um problema, ainda ficava razoavelmente longe, ainda tentámos ir para lá, no entanto, a chuva não ajudou, portanto acabámos por ficar num bar que encontrámos a meio do caminho para não nos molharmos mais, onde ficámos até ao fim da noite.

Sylux

Após estarmos de barriga cheia, fomos andando para o bar combinado juntamente com o frio, com a chuva e com o azar de o bar escolhido para passar a noite fechar à meia-noite e estar cheio. Apesar dos contratempos nada fez com todos se divertissem e assim fomos procurar algum outro lugar para conviver.

Mais à frente, encontramos um bar e por lá ficamos, até eu ter ido embora, de boleia com a Allura.

Para mim, o dia foi excelente, no entanto há coisas que não esquecemos e uma delas é sem duvida a Larkin e a RIFS a tentarem pintar os olhos ao Costinha, eheheh.

Quanto às pessoas, foram todas 5 estrelas.

LIKE A NOOB

Deparamo-nos com vários problemas… Estava a chover e no Bairro Alto não havia sítio algum onde coubéssemos todos, pois éramos alguns 15/20 e já não era propriamente “cedo”. Estivemos ainda algum tempo à chuva a tentar arranjar um sítio abrigado para todos.

Até que chegaram os pais de um moderador novito, e o Castela95 e a Larkin estavam a dar a boa impressão da equipa, mas houve um momento que olhei e já só estava a Larkin com os pais do moderador, mas na altura o olhar dela era algo do género, “Vá equipa a ver se não fazem porcaria aqui à frente dos  Srs., a ver se desta parecemos normais.” E ao mesmo tempo estava subentendido algo como, “Se se portarem mal, é só deixarem-me chegar à frente do computador, que verão, suas criaturas demoníacas!” (Exagerei… Não era bem criaturas demoníacas, eheh).

Mas lá arranjámos um local, aliás dois, basicamente um servia para irmos buscar as bebidas e ficarmos um pouco chocados, o outro foi para estarmos sentados a conversar. Ainda houve uma tentativa de maquilharmos o Costinha, mas sem sucesso.

RIFS

Depois do jantar ainda fomos para alguns bares onde depois o pessoal foi indo embora até que chegou a hora de ir para o hotel dormir.

euu17

Às 5h fomos todos para o hotel, uns foram dormir, já outros preferiram ficar nos sofás à entrada, na conversa, o que mais tarde nos fez ficarmos um pouco fartos e juntando a vontade de ir “acordar” um bocadinho, fomos passear pelas ruas perto do hotel, onde encontrámos um sujeito bastante semelhante ao Popeye.

Ainda não satisfeitos com o reconhecimento da área em volta ao hotel, houve a ideia de irmos reconhecer o hotel em si. O que não teve muita piada, porque todos os pisos eram exatamente iguais. Falta dizer que enquanto estivemos no hall de entrada do hotel, lá nos sofás, vimos cerca de quase 100 asiáticos a saírem, quer dizer estávamos nós a chegar ao hotel, ainda de noite, e já se viam alguns.

Às 10h50 o  Ricardo decide avisar-nos que às 11h tínhamos de estar “prontos”, sorte a nossa que ainda/já estávamos acordados.

Os membros resistentes ainda tiveram direito a almoçar algures na baixa e passear um bocadinho.

RIFS

Desta vez tive sorte que o meu colega de quarto decidiu fazer direta assim tive um quarto só para mim.

euu17

Já dentro do táxi demos as indicações ao taxista e ele, como bom taxista que é, enganou-se no caminho… Enfim, lá chegámos ao hotel, mas tanto eu, como o Costinha, o Castela95, o PThugo e o Bjardinhas não tínhamos sono nenhum (dizíamos nós). Estávamos todos na receção com o EnteiRocks e com a RIFS e as palavras do EnteiRocks, antes de ir dormir, foram simplesmente “Certifiquem-se que a RIFS entra no táxi e vão dormir”, e a RIFS responde, “Eu vou para casa quando vocês forem dormir”. Ora, ninguém foi dormir e ficamos todos ali sentados na receção a falar, uns a fecharem os olhos uns minutos, mas lá ficamos nós.

Enquanto estávamos na receção, a partir das 5 da manhã até às 10 da manhã, era só ver saírem chineses ou coreanos ou lá de onde eles eram. Eram às dezenas, centenas, milhares! Nunca mais paravam de sair, parecia uma fábrica.

Chegadas as 10 e tal da manhã e eu com uma fome imensa, pois não me deixaram ir comer ao Take Way do bar, sim na minha terra diz-se Take Way e não Buffet, e lá fui eu, a RIFS e o Castela95 à procura de um café aberto a um domingo, quando o encontrámos, o que comi, até soube a pato!

Após o pequeno-almoço tardio, fomos todos para o meu quarto, pois o euu17 já tinha acordado e ficamos por lá até recebermos uma mensagem do Ricardo a dizer que daquele momento a 10 minutos era para estarem todos prontos para ir embora e assim foi, ficamos na receção, no circulozinho de sofás com uma mesa que continha uma garrafa no meio e começamos um jogo de ver quem conseguia acertar, com um chapéu de rede que tinham trazido do Bairro Alto, para ver quem acertava mais. Não é preciso dizer que eu ganhei ao Castela95, 6-3 😀

Fomos, pelo menos eu fui, conhecer mais um pouco de Lisboa enquanto caminhávamos para o almoço que, após um pequeno-almoço tardio e pequeno, soube muito bem!

De resto, fui com a RIFS e o PThugo para Oriente, entretanto deixamos a RIFS pelo caminho.

Quando já estava sozinho no Parque das Nações, fui ao Vasco da Gama e, como bom algarvio que não vai a Lisboa assim tantas vezes, que sou, consegui-me perder lá no centro comercial.

E não me lembro de mais nada, pois passei a viagem toda a dormir. 😀

mretfc

Ótimas memórias que vou guardar e que venha o próximo evento!

Allura

Tirando a parte da chuva que apanhamos até ao Bairro alto, gostei bastante do meu primeiro encontro.

downdx

Pontos fortes? Sem dúvida o convívio, a partilha de experiências “tribais” e finalmente o conhecer de caras de quem até então se dava a conhecer por detrás de um monitor. Jantar bastante animado onde se presenciaram varias gerações demonstrando que o Tribos não é um jogo apenas para miúdos, mas também para graúdos.

cukacuks

Apesar de tudo, acabei por me divertir bastante e penso que valeu a pena ir, embora não prometa estar presente no próximo. 🙂

Sylux

Foi bom, pois consegui conhecer pessoalmente as pessoas com quem falo diariamente através da internet. Gostei imenso de conhecer o resto da equipa, gostei de todos com quem falei.

Penso que se existissem mais reuniões presenciais poderia ser benéfico para a equipa, mas por outro lado compreendo a questão da distância.

Sem mais nada a acrescentar, fico a aguardar uma próxima jantarada.

Guerreiro Mal Cheiroso

Depois de várias conservas sobre o jogo ou não.. Cheguei ao fim da agradável noite passada com pessoal que todos os dias falamos atrás dos monitores… Agora só resta esperar pelo próximo evento.

rescuer

Estando eu na equipa há 2 anos e depois de já ter falado bastante com algumas pessoas como a Larkin, o Ricardo, o euu17 e o EnteiRocks, foi bom conhecê-los pessoalmente e ver que são ótimas pessoas, mesmo não estando atrás do computador. Foi bom ver o grande sentido de humor do EnteiRocks, que esteve sempre a pôr um sorriso na cara das pessoas.

Outra coisa que marcou e que não hei de esquecer é a maneira como fui recebido e tratado, pois não fui tratado com diferença por ser mais novo como a maior parte das pessoas.

Fiquei bastante contente, pois todos são excelentes pessoas e simpáticos.

Para acabar, tive a enorme sorte de a Allura ser de perto da minha casa e então deu-me boleia para casa.

Espero ir ao próximo evento e voltar a estar com a equipa, que são maravilhosas pessoas.

LIKE A NOOB

E como todos os eventos mais um fim-de-semana 5 estrelas em equipa, ficamos a aguardar o próximo.

euu17

Para finalizar queria apenas dizer que gostei bastante do jantar, de conhecer as pessoas com quem falava todos os dias, não vou dizer nomes porque poderia esquecer de alguém, mas é isso, agora é esperar pelo próximo. 😀

mretfc

Com as habituais despedidas a que a RIFS já nos habituou, até ao próximo artigo!

Fim.

RIFS

O desafio de liderar uma tribo – Dz ! (Mundo 32), por ArilsonLucas02

Tribo: Dz ! – Differenz !

 Entrevistados:

Felgueiras.tw

YoungChild

ArilsonLucas02: Antes de mais gostaria de agradecer o facto de terem aceitado o meu convite para esta entrevista.

YoungChild: Agradecidos estamos nós.

ArilsonLucas02: Poderia contar um pouco sobre a história da Differenz !? Como surgiu este projeto?

YoungChild: O projeto surgiu cerca de duas semanas antes do mundo ser aberto (mais ou menos). Eu antes tinha pensado em levar o projeto Differenz! para um servidor BR, no caso deste seria para o BR52, mas não cheguei a levar, pois o outro líder cortou-se e sozinho sabia que não conseguia, até que encontrei o Felgueiras.tw aqui no Skype. A gente dava-se bem, ele também estava a pensar em criar um projeto para o PT32, foi então que nos juntamos, e criamos a Dz !. Fomos falando com amigos para saber quem queria ir conosco, sabíamos que num mundo de estreia teríamos que nos destacar. Passados um ou dois dias encontramos o nosso amigo PureBody, ele quis de imediato juntar-se a nós, trouxe alguns dos seus bons amigos connosco, sempre foi muito participativo, e como já tinha alguma experiência decidimos dar-lhe cargo de líder juntamente conosco, formamos o nosso plantel e estávamos prontos para a ação.

ArilsonLucas02: Porquê o nome Differenz !?

YoungChild: Queria criar algo diferente de todas as tribos, mas que ao mesmo tempo tivesse algum significado, então surgiu Differenz !.

ArilsonLucas02: Como é que vocês (os líderes) se encontraram? Eram amigos de longa data?

YoungChild: Sim, podemos dizer que sim. Já conhecia o Felgueiras.tw há algum tempo, joguei com ele na Unum e em outros mundos que já não me recordo.

ArilsonLucas02: Qual é a vossa experiência neste cargo? É a primeira vez que lideram uma tribo?

Felgueiras.tw: Em conjunto é a primeira vez que o fazemos, já tive oportunidade de liderar algumas tribos formadas in-game (casos de premades destruídas). O que aconteceu connosco na Dz ! não acontece facilmente, fomos formando uma estrutura muito forte, onde os nossos membros se identificam. Já joguei em várias potencias do PT, mas estrutura como a da Dz ! nunca encontrei, se uma parte da estrutura cai a base continua de pé, temos jogadores com funções específicas, mas todas as decisões são tomadas em conjunto.

Na verdade a Differenz ! tem sido o alvo a abater do PT32 sendo top 1, encontrou como inimigas as restantes tribos do top 5, 3 delas com uma mega aliança (dessas 3, 2 já venceram mundos: VoD, SMF), não só in-game, mas também com mind-games. Somos o alvo número 1 e a prova disso é que mudamos a identidade de varias tribos só para que essas mesmas pudessem acompanhar o nosso avanço (caso da URUZ, foi obrigada a fazer um género de mass, uma vez que a tribo normalmente joga com menos de 20 jogadores e neste caso recrutou cerca de 30 inimigos – quando eram inimigos só se deitavam a baixo uns aos outros). Como a aliança entre as tribos do top 5 não resultou contra a Dz !, decidiram fundir as tribos: “Dz ! vs. Resto do mundo” numa fase de jogo inicial -.-

Esta fusão ao fim de umas semanas acabou em “Dissolver tribo”.

ArilsonLucas02: Quando criaram a tribo, qual era o objetivo ou meta?

YoungChild: O objetivo foi entrar no mundo, desde que não seja para o vencer, pelo menos mostrar do que somos capazes, que defendemos princípios e nunca iremos abdicar deles, ganhar uma reputação que seja boa, e como já disse, caso não seja para vencer, pelo menos ser finalista neste mundo de estreia.

ArilsonLucas02: Qual é o vosso jeito de lidar com os jogadores que desrespeitam alguma decisão imposta pela liderança? E como esse modo de agir está influenciando a tribo neste mundo?

Felgueiras.tw: Corrigindo e tentamos que eles entendam o porquê do erro, em todas as tribos existem jogadores que lutam pelo top individual (eu já fui desses players).

Aqui na Dz !, por exemplo, haviam alguns jogadores com essa mentalidade e nós conseguimos com que eles mudassem e que o objetivo primordial fosse em termos global.

ArilsonLucas02: Como você imagina esta tribo daqui a alguns meses? O que você gostaria que acontecesse e do que tem medo?

YoungChild: Medo não tenho de nada, já tivemos Dz ! vs. todo o mundo, quando a ImF decidiu juntar tudo. Pode vir VoD, SMF, URUZ, medo é coisa que não temos. Gostaria que continuássemos o mesmo bom percurso que temos levado até agora.

ArilsonLucas02: O que você acha que é a chave do sucesso da tribo no mundo?

YoungChild: Organização, atividade coletiva, entreajuda e disponibilidade.

ArilsonLucas02: No início do mundo existiam 3 tribos que já foram campeãs de outros mundos (HMetal, VoD & SMF). Isso aumenta a dificuldade de uma tribo novata ser campeã?

YoungChild: Penso que não, a HMetal já não existe, SMF praticamente já não durará muito, VoD é que tem andado bem, mas penso que apesar disso não há muita diferença em a tribo ser nova ou não.

ArilsonLucas02: Agora para o lado mais pessoal, o líder precisa de mais tempo livre para gerenciar a conta, como você consegue conciliar a vida pessoal e o jogo?

Felgueiras.tw: Por vezes abdico da conta e do top para gerir a tribo. Há semanas em que estamos menos ativos e é nisso que a Dz ! difere das outras tribos, mesmo estando um ou outro ausente os que estão on dão o dobro do trabalho e completam as lacunas.

ArilsonLucas02: Que conselhos sobre liderança daria a outros líderes?

YoungChild: Ter calma, saber que liderar não é chegar, pôr os membros e dar ordens, é necessário muita paciência, vontade e muito querer para que tudo resulte.

ArilsonLucas02: Gostaria de deixar alguma mensagem para quem está lendo a entrevista neste momento?

YoungChild: Sim, que não nos julguem sem nos conhecerem, ainda há muito que fazer e que conquistar, e boa sorte a todos em todos os seus projetos.

Entrevistas no Oeste com Agitatoo

Olá! Bom dia, Cowboys!
Hoje trago-vos um jogador que tem bastante experiência no jogo, com vocês: Agitatoo!

Amândio Ramos
54 anos
Gondomar, Porto

Como conheceu o The West?

Por via de um amigo.

Qual foi o primeiro mundo onde jogou?

Mundo 1.

Qual, na sua opinião, é a melhor estratégia ao iniciar uma nova conta no jogo? E qual acha que deve ser a estratégia a adotar após a conta estar evoluída? Porquê?

Ao iniciar uma conta deve-se adicionar um amigo, acho importante, porque esse amigo vai-nos dar regalias e sucessos que são importantes para evoluir.

Na maior parte dos mundos que comecei escolhi a classe aventureira, que acho uma excelente classe para iniciar com build em comércio e fazendo as aventuras todas.

Existe alguma área do jogo que não domine? Ou que não tenha tanta experiência/prática? Qual?

Nunca compreendi bem a parte dos duelos, basicamente, como criar uma boa build para duelos.

O que mais gosta no jogo?

As aventuras, embora algumas aventuras sejam cansativas (como a parte 4 da história principal, onde terei que fazer 720 horas de Exploração no meu mundo preferido). :p

Qual a importância que os outros jogadores têm para si e no seu tipo de jogo?

Os outros jogadores são importantes para dar “ajuda”, itens que necessite para fazer algum trabalho ou aventura. De certo modo acho a entreajuda necessária.

Usa Premium? Quantas pepitas já gastou?

Sim. Algumas…, perto de 60 mil. Claro que a conta existe há algum tempo… Desde o mundo 1. :p

O que considera mais desafiador no The West?

Quando inicio a conta, o que acho mais desafiador, são os objetivos que definimos. Por exemplo, na minha melhor conta, o meu objetivo é ter o maior e mais variado inventário.

Qual na sua opinião, foi/é o melhor mundo para si? Tendo em conta o número de jogadores, o Premium, a quantidade de pessoas nas batalhas, a competitividade, etc.

Sem dúvida que para mim foi o Mundo 1. Foi o mundo onde comecei, onde não havia tanta vantagem Premium. Sinto saudades da competitividade que lá existia, como se costuma dizer: “Não existe amor como o primeiro”.

O que acha da vertente social (chat do jogo, fórum, blog e Facebook)?

O chat do jogo é muito bom, neste momento o mundo 7 é o que acho mais social, onde existe mais relacionamento e entreajuda.

Para ser sincero não ligo muito ao fórum, alguns assuntos que aparecem lá deviam ser simplesmente eliminados, pois não têm nexo nenhum.

Existe alguma ideia, debate, que gostasse de ver no fórum que aumentasse a sua utilização?

Acho que o fórum devia ser reestruturado.

O que acha da Wiki do jogo?

Não tenho acompanhado muito a Wiki, mas o que vejo, é que tem estado em progresso. Tais progressos são muito bons e tenho gostado, como a parte das aventuras, está a ficar muito explícita.

Se pudesse fazer algo em relação a The West o que faria?

Acho que a evolução do jogo tem sido boa, assim de momento não me lembro de nada que gostaria de ver mudado. Ao princípio não era recetivo em relação a certas mudanças, mas, em geral, tenho gostado das mudanças.

Tem amigos no jogo com quem interage na vida real?

Tenho sim. No jogo fiz e tenho grandes amigos, este jogo marcou-me não só pelo entretenimento, mas também pela vertente social.

Existe alguma mensagem que queira deixar para toda a comunidade do The West ou a algum jogador/cidade em especial?

Sejam honestos, brinquem. Isto é um jogo, acima de tudo, divirtam-se.

Um obrigado ao Agitatoo pela sua disponibilidade para a entrevista.