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Comunidade lusófona do Tribos

Aniversário do Tribos e do Grepolis ’14

No dia 1 de março de 2014 a equipa encontrou-se em Lisboa, para celebrar o 6.º aniversário do Tribos e o 4.º aniversário do Grepolis em Portugal.

Olá! Foi com agradável surpresa que recebi convite para participar no jantar de celebração do Aniversário do Tribos em Portugal, realizado a 1 de março de 2014.

Cerca das 18h30 lá estava eu a caminho do ponto de encontro, estação do Rossio, já há um tempo que não passeava pela baixa de Lisboa, aproveitei para recordar momentos há um tempo adormecidos, obrigada por isso.

Allura

Primeiro jantar na equipa, onde estava com receio que fosse difícil encontrar membros da equipa.

downdx

O que tenho a dizer sobre o jantar… Foi agradável? A paparoca está boa? Os outros convivas eram pessoas simpáticas? Para mim, o jantar não foi apenas isso… Começou uns dias mais cedo, aquando da minha inscrição… “Hum”, pensei para os meus botões, “vamos lá conhecer o pessoal que joga Grepolis” e também quem nos chateia (no bom sentido) nos comentários do FE do jogo.

mrmarques64

Nunca fui bom nesta coisa de escrever, mas vou tentar dar o meu melhor.

Por natureza sou um a pessoa tímida, embora não pareça. Durante o dia do jantar estive a trabalhar o dia todo pelo que ponderei não ir, estava muito cansado.

Guerreiro Mal Cheiroso

Sábado, dia 1 de março, tinha chegado, aquele dia que eu ansiava há algum tempo, aquele dia em que eu ia conhecer pessoalmente.

Acordar cedo, porque havia que preparar o encontro, nomeadamente aparar a barba, pois se aparecesse em Lisboa com aquela barba e de mochila às costas, muito provavelmente era preso por suspeita de ser um bombista suicida. Barba aparada, mochila às costas e chega a hora de entrar no comboio e esperar que as 2 horas e meia de comboio passassem muito rápido.

Entro no comboio e verifico que no meu lugar está ocupado por um senhor de idade, pergunto-lhe se está no lugar certo, ao que me responde “Houve um engano e venderam o meu lugar duas vezes, espero que não se importe de estar no seu lugar”. Fiquei um pouco desconfiado, mas fui para o banco livre que estava atrás. Mais tarde, quando o pica chega, verifico que o senhor que estava sentado no meu lugar se tinha enganado no dia em que viajava e só viajava no dia a seguir. No meio da minha viagem para cima, estava eu muito bem a rejubilar a bonita paisagem alentejana quando reparo que a janela começa a ser tapada e eu a não perceber o porquê. Era a senhora de idade que viajava atrás de mim que estava farta da paisagem e decidiu tapar a janela.

Enfim, entre senhores sentados no meu lugar, senhoras a taparem-me a janela e a mandarem olhares pouco amigáveis quando olhava para elas, passou-se a viagem e cheguei a Entrecampos onde tinha combinado com o senhor alexmix e com a RIFS, irmos para o local do encontro.

Ao sair do comboio, reparei num senhor com um aspeto indiano, após alguns olhares travados entre nós, reparei que não era ele. Continuei a andar e vi lá ao fundo, no horizonte um rapaz com aspeto indiano, mas vi que tinha óculos e não tinha flores na mão e percebi que aquele sim, era o senhor alexmix.

Após nos termos cumprimentado e falado um pouco, fomos ter com a RIFS que ainda estava no Saldanha. Foram precisos passarem dois metros para a RIFS chegar, aquela rapariga pequena com voz de menina de 12 anos, quer dizer, voz de 12 anos até ter falado comigo, pois aí já ficou com a idade que tem, ahh Skype, a mudar vozes desde que foi criado. A Larkin tinha dado as instruções ao senhor alexmix e tínhamos que ir para o Rossio e tínhamos 15 minutos, segundo a informação do senhor alexmix.

Saímos do metro e depois de já nos termos enganado uma ou duas vezes no caminho, fomos para norte até perguntarmos a uma senhora que passava onde era o Rossio, ao que ela nos responde que era para sul, mais uma vez enganados…

mretfc

Bem, começamos a aventura na parte que não fiz uma boa gestão do tempo e quando chega a hora de estar já a encontrar-me com o senhor alexmix e com o mretfc ainda estava eu em direção a casa pelo que já não foi possível ir trocar de roupa, senão era mais 1h. Lá fui eu a correr para o Saldanha para apanhar o metro o mais rápido possível, toda stressada já, finalmente encontro os dois meninos, o senhor alexmix já o conhecia, mas o mretfc só o tinha visto em fotos, mas ao olhar para um ser estranho no fundo da estação vi logo que vinha do sul, aqueles suspensórios não enganaram ninguém.

Já descansada na companhia deles, o senhor alexmix lembrou-se brilhantemente que afinal eles é que deviam ter ido na minha direção e não o contrário, poderíamos ter poupado uns 15/20 minutos, aquele senhor alexmix… eheheh.

Lá fomos nós em direção ao Rossio, onde já se encontrava o resto da equipa, no caminho eu e o senhor alexmix alternávamos com os palpites do caminho, nunca acertávamos numa direção e chegamos mesmo a ser “repreendidos” pelo segurança do comboio na estação do Rossio (a culpa das cancelas estarem abertas não era nossa, nunca lá tinha ido àquela estação, não a conhecia).

RIFS

Como sou de Lisboa, e como não foi o meu primeiro evento, já não estava com o “bichinho” na barriga para o evento. Claro que estava com imensa vontade, mas já não tive a necessidade de uma grande viagem, nem de pernoitar em algum outro local que não a minha casa.

O plano era simples: apanhar o mretfc em Entrecampos e ir ter a casa da RIFS. Quando cheguei a Entrecampos, lá me lembrei que era mais fácil se a RIFS viesse ter connosco e íamos juntos para lá. Na verdade, não era. Quando fôssemos apanhar o metro, passávamos por ela. Primeira falha minha, do dia. Lá tivemos de esperar uma meia hora pela RIFS… Mulheres.

senhor alexmix

Mais um dia de encontro de equipa e tudo começou por ir buscar o ogait87 e o Castela95 a Aveiro. Uma vez lá, começou o desafio para os encontrar, visto que supostamente estavam na paragem de autocarros e eu via autocarros parados em todo o lado, até que vejo 2 indivíduos a correr atrás do carro.

A seguinte paragem viria na estação de serviço de Pombal onde esperamos pelo outro carro. Uma vez que o Ricardo, a Larkin e o EnteiRocks tinham chegado seguimos viagem para Lisboa, onde o Castela95 revelou o seu pequeno trauma de andar a altas velocidades.

Logo a seguir ao almoço fomos então conhecer o hotel onde iriamos passar a noite e passar um pouco o tempo à espera dos restantes colegas de equipa, e entre conversas e um joguinho de bilhar foi a hora de ir embora ter com o resto dos colegas ao ponto de encontro, onde, como de costume, foram aparecendo caras novas. Finalmente consegui conhecer o LIKE A NOOB, depois de 2 anos.

euu17

Ponto de encontro na estação do Rossio onde a conta-gotas se juntava mais pessoal para este celebre jantar.

cukacuks

Mas quando cheguei ao ponto de encontro foi fácil de descobrir onde estava o pessoal da equipa.

downdx

Apesar de já fazer parte do suporte do Tribos há 3 anos, nunca tinha ido a nenhum encontro da equipa, tendo este sido o 1.º em que estive presente, assim sendo, conhecia apenas algumas pessoas pelas fotos, mas ninguém pessoalmente, o que, no início, me fez percorrer, por duas vezes, a estação do Rossio de uma ponta à outra, em busca dos restantes, mas sem conseguir avistar ninguém conhecido, até que, finalmente, vejo o Ricardo, um dos poucos que conhecia pela foto, e disse para comigo: “Finalmente!”.

Sylux

Depois da viagem de metro e de alguma chuva, finalmente tínhamos chegado ao destino: a estação do Rossio. Até lá chegarmos tive centenas de chamadas da Larkin. É tão bom quando se preocupam connosco!

Caras novas, caras menos novas, caras velhas. Havia de tudo quando lá chegamos. Tudo com boa disposição. Até mesmo quem já lá esperava há mais de três horas. Estranhamente, os membros do The West ficaram muito felizes por me ver. Tenho mel?

senhor alexmix

Bo tem mel…

Este convívio começa com a chamada recebida do Ricardo, mas que verifiquei que afinal quem estava no outro lado do telemóvel seria a Larkin. Eu a pensar que a concentração seria às 18h30, mas afinal estava errado, já que às 16h30 o pessoal já se estava a juntar.

Quando verifiquei já estava a receber a chamada a perguntar onde me encontrava. Apesar de já ter passado várias vezes no ponto de concentração, nunca pensei que ali fosse uma estação, principalmente devido ao facto de eu ser do Porto e estar em Lisboa há pouco tempo.

Mais fácil que encontrar a estação de comboios foi encontrar o grupo! Minutos antes, liguei ao Ricardo que me confirmou que ainda estavam à espera na estação e eu pessoalmente não conhecia ninguém, exceto de imagens de perfil do Skype e do Ricardo que já o tinha visto anteriormente de outros eventos.

A parte mais engraçada foi curiosamente conhecer a minha adversária rival, pois já estamos num mundo com mais de 4 anos e, como é óbvio, a conversa durante a noite toda foi em redor desse mundo.

rescuer

Quando cheguei à Starbucks do Rossio, foi um pouco estranho, porque iria ser o meu primeiro jantar com a equipa. Mal olhei para dentro da estação vi logo quem era a solutions, um grupo de pessoal cheio de energia, a falar de cada jogo. Juntei-me à Allura e à cukacuks que, por acaso, falavam de Tribos, fartei-me de rir, logo no início.

TomaslinoSoares

Chego à estação do Rossio deparo me com um grupo gigantesco de escuteiros aparcados em pleno adro da estação, durante alguns segundos ponderei a hipótese de ser o grupo da Innogames… eheheh. Então procuro melhor e vejo um rosto que me pareceu familiar,  tinha encontrado a minha equipa.

Allura

Por volta das 15:50 saí de casa em direção ao ponto de encontro que era na estação de comboios do Rossio.

Cheguei por volta das 16:30 e liguei para a Larkin a perguntar se estava no sítio correto e que não sabia se já estava lá alguém, pois nunca antes tinha visto nenhum membro da equipa. Entretanto na chamada, o Ricardo disse que estava a sair do hotel e que em 15 minutos estava no sítio combinado.

Assim que a Larkin chega e vai em direção a um grupo de cerca de 6 pessoas que já estavam lá há algum tempo, e que já eu já os tinha visto, reconheço-a logo e junto-me com todos.

Após 3 horas de alguma conversa e de nos conhecermos todos uns aos outros, vamos para o restaurante a pé, que não era muito longe do ponto de encontro.

LIKE A NOOB

Ao chegarmos ao ponto de encontro, vimos, à porta, um círculo em que só se encontravam homens, entre eles destacava-se um homem pela sua altura, era o Ricardo. Entrei no círculo e cumprimentei todos, mas houve um que me surpreendeu, foi o Castela95. Pelas fotos que tinha visto deduzi que fosse mais alto, mas foi fogo-de-vista, conseguia ser mais baixo que o Costinha. Depois fui lá dentro acabar de cumprimentar o resto das pessoas, coisa que não consegui, pois chamaram-me lá fora e esqueci-me depois.

Enquanto falava com o euu17, vem ao pé de nós uma senhora, já com a sua idade, e com um BI muito velho na mão. Chega ao pé do euu17, mostra-lhe o tal BI e diz umas palavras que ninguém percebeu o que a senhora falou e foi-se embora. Segundos a seguir voltou e veio ter comigo e, fez a mesma coisa que ao euu17, mas eu, como deduzi que ela tivesse encontrado o BI no chão e estava a à procura do dono, disse que não era meu, ao que ela responde “fgibhkbv, parvo”, sim, eu não percebi nada do que disse a não ser a palavra parvo. A senhora foi ter com o Ricardo e ele responde, a apontar para mim mais do que uma vez, “É aquele rapaz que está ali”. Eu, para fugir, fui lá para dentro sentar-me e conversar com algumas pessoas que ali estavam. Ao fim de 1 minuto a senhora voltou ao meu encontro e aproveitando que ela se distraiu eu tive que fugir outra vez. Entretanto o círculo já tinha vindo cá para dentro e juntei-me a eles. Parece que estava tudo contra mim, pois o senhor carlos alex36 e o senhor PThugo decidiram imitar o Ricardo e começaram a apontar para mim e lá veio a senhora outra vez. Após me esconder lá fora a senhora foi-se embora, DE VEZ!

Ainda estivemos à conversa algum tempo, pois faltavam algumas pessoas chegarem. Após todas as pessoas presentes, quem tinha malas/mochilas foi por no carro, pois não iriam andar com aquilo atrás, quer dizer, todas menos eu, pois não estava atento e por causa disso passei a noite toda com a mochila às costas.

mretfc

Finalmente comecei a ver caras familiares, já tínhamos chegado até eles.

Vejo dois grupos, uns estavam sentados, outros em pé. No grupo que estava em pé veio logo um senhor de casaco vermelho, mais conhecido por big boss, ou então por Ricardo, intimidar-me com um grande “RIIIIIIIFS”, e no grupo que estava sentado apenas reconheci um rapaz, o euu17. De repente vejo alguém de vermelho a fazer-me adeus e eu para mim própria “Aaaaaa, quem é?! Rápido brain ajuda-me a reconhecer as pessoas… Uiii, calma, é a Larkin?! Ups, espero que ela não tenha percebido que não a tinha reconhecido”. À medida que me fui aproximando fui reconhecendo algumas caras.

Ao que parece a Leoa, antes de ir embora, esperou que eu chegasse para me conhecer, o que, na verdade, na altura, quando me disseram, fiquei um pouco atrapalhada sem saber que reação ter, perante o facto de alguém estar à espera para me querer conhecer, mas foi engraçado.

Estivemos lá na conversa à espera que o pessoal todo chegasse.

RIFS

A partir deste momento foi a troca habitual, creio eu, por ser novata nestes eventos, de nicks, de histórias de jogo, de guerras, foi fácil sentir-me no grupo como se há muito lhe pertencesse, o jantar decorreu a um ritmo alucinante.

Allura

Rumo à Cervejaria Trindade, no Bairro Alto, cerca de 30 pessoas tomaram conta do evento de celebração dos 6 anos do Tribos.

cukacuks

Mais à frente, quando nos dirigíamos para a Cervejaria Trindade, tivemos de fazer ainda uma caminhada, diria que passou rápido com a boa companhia que se fazia sentir, foram cerca de 10 minutos a subir com alguns chuviscos…

Quando entrámos no Restaurante, aí vi que era um grupo ainda maior do que o que eu pensava, notou-se ainda mais as conversas de cada grupo. Onde estava, passámos o jantar a falar de Tribos… Sou sincero, não percebia nada! Mas com a boa comida lá se passou bastante bem.

TomaslinoSoares

Durante o evento tentei ficar a conhecer todos os presentes, tendo obviamente acabado por falar mais com uns do que com outros, principalmente durante e após o jantar, pois acabou por ser a altura mais propícia.

Sylux

Fui quase dos últimos a chegar ao jantar, fiquei numa ponta da mesa onde não conhecia ninguém, pois era a primeira vez que ia a um evento destes. Foi difícil começar a falar com desconhecidos, os quais nunca tinha tido contacto, pena não existir um quebra-gelo para estas ocasiões. Foi uma sensação estranha só ao fim de 2 ou 3 canecas é que consegui começar a sentir-me mais à vontade.

Durante o jantar penso que deveria haver espaço para todos serem apresentados em voz alta e cada um fazer a sua apresentação estilo “Chamo-me X e moro em Lisboa, o meu nick na equipa é Guerreiro Mal Cheiroso, e por ai fora…”.

Em relação ao jantar propriamente dito, gostei de tudo o que comi e bebi, senti-me satisfeito. Gostei do local, e das pessoas.

Guerreiro Mal Cheiroso

Já no restaurante, no quentinho e todos sentados, fiquei ao lado do Sylux, do Enteirocks e do euu17, em que até chegamos a dividir um croquete por 4 pessoas.

LIKE A NOOB

Seguimos em direção para o jantar. Pelo caminho (na verdade, naquelas subidas) devo ter sido capaz de escorregar umas 10x (ou mais) naquela calçada molhada, sem cair, atenção.

No restaurante, grande confusão com grupos, todos queriam ficar com o x, com o y e com o z, trapalhada, mas lá foi a chefa por ordem naquilo. Acabei por ficar mesmo em frente ao giraço do francês, nada mau :) (espero que ele não tenha acesso a este texto).

Já vem de jantares anteriores a minha reputação da quantidade de comida que eu como por refeição, mas até eu olhei para a sopa e pensei, “Bem, isto deve ser daqueles restaurantes que está sempre a chegar mais comida!”, neste caso era a sopa. Posso dizer que a tigela tinha tanta sopa que eu quase que via o fundo, no entanto, a comida estava divinal ou então eu estava com muita fome. Os meninos do The West, que ficaram numa ponta, fizeram questão de irem várias vezes ao meu lugar certificarem-se se eu comia tudo e se estava tudo do meu agrado, obviamente que sempre tudo com um sentido de brincadeira.

Deu para dialogar com a Allura (estava ao meu lado direito), ao longo do jantar, conhecer um pouco mais os moderadores mais recentes, excelentes pessoas, pelo menos os que conheci. Já do lado esquerdo era preciso mais cuidado, eheh, (Ricardo, Larkin e EnteiRocks). RIFS

O jantar decorreu até que chegou a parte de “ir sair”.

RIFS

Após subirmos umas ruas chegamos finalmente ao restaurante onde iriamos jantar e aí é que se deu um dos problemas da noite! Quem se sentava onde. A equipa do The West queria estar toda junta, mas o Ricardo tinha virado quatro cadeiras para a krislete e os seus acompanhantes e foi impossível, naquele momento, estarem todos juntos. Quando o Castela96 e a Larkin acabaram o seu diálogo, chegou-se à conclusão que tínhamos que pôr uma mesa ao lado e assim, finalmente, a equipa do The West pôde ficar toda junta.

Entre muitas conversas e partidas ao Castela95, acabámos de jantar, mas ficámos por lá a conversar. Eu saí do meu lugar, ao pé dos The West, e fui ter com alguns elementos da minha equipa, fiquei algum tempo à conversa com a Allura, com a cukacuks e o namorado e com o TomaslinoSoares. Entre muitas conversas cheguei à conclusão que o meu futuro iria ser pela via dos arrumadores de carros, pois a cukacuks, que tem um curso parecido ao que eu quero tirar, avisou-me do que se passava hoje em dia.

mretfc

Depois de uma espera ainda mais longa por um membro atrasado, e já com a fome a apertar, lá fomos em direção ao restaurante.

Um bom jantar, com um grande espírito de grupo a evidenciar-se. Houve dois episódios que tiveram imensa piada: primeiro, o facto do C0rrupt3D preferir usar a casa de banho das mulheres e o facto do Costinha gostar imenso de mousse de chocolate com pitada de pimenta.

senhor alexmix

O restaurante escolhido foi a Trindade. “Bom, sei onde é ou pelo menos sabia, a última vez que lá entrei vão para mais de 10 anos, à vontade. Okay, sei que é perto do Largo do Camões e tenho de arranjar estacionamento para a viatura. Porreiro, existe por baixo um parque. É mesmo lá que vou estacionar.”

Sábado, saio à pressa de casa, “Bolas, estou atrasado tenho de ir pela A8. O tempo também não ajuda, sempre a chover e tenho de conduzir com cuidado. O atraso está garantido. Espero não apanhar muito trânsito em Lisboa.” Tenho sorte, venho pela beira rio e é sempre a andar, exceto no Poço do Bispo onde estão uns radares.

Chego ao Largo de Camões e vou direto ao parque. É complicado estacionar, os lugares são mesmo pequenos, vê-se mesmo que quem projetou não estaciona lá a viatura. Lá consegui estacionar, não ficou lá muito bem, mas escapa. Espero que o estacionamento não me custe os olhos da cara…

Lá vou eu em passo acelerado, à chuva, noite tenebrosa esta, em direção à Trindade. Passam uns 5 minutos das 8, assomo à entrada e vejo um grupo. Será este o pessoal do jantar? Nada melhor que telefonar ao boss Ricardo, e diz-me que ainda vêm a caminho. “Bom, afinal não cheguei atrasado.” O grupo chega e entramos para a cervejaria. Dirigimo-nos às nossas mesas e aí cumprimento algum do pessoal presente. Não sei porque carga de água, há um que percebo que era do Brasil. Afinal, ele chamava-se Basil e era estrangeiro… gaffe minha.

Nessa altura entra em cena a Larkin, aliás uma pessoa extremamente simpática e faz as honras da casa, dizendo de uma forma geral quem é quem. Entretanto já tinha conhecido o downdx.

Pouco depois, aparece o Guerreiro Mal Cheiroso e finalmente a Moon.Goddess. O pessoal do Grepolis fica junto (eu, Guerreiro Mal Cheiroso e downdx), já que a Moon.Goddess, entretanto, muda de lugar.

Foi agradável conhecer outras pessoas, estivemos em amena cavaqueira, deu para reparar que a malta mais jovem é “addicted” no jogo não dispensando os seus telemóveis. O nível do serviço da Trindade continua na mesma – bom.

Depois de comidos e bebidos, chega a altura da “nigth”, coisa que não posso alinhar, tenho o meu regresso a casa para fazer. Continua a chover, noite complicada, esta! O pessoal vai divertir-se e muito bem, para o Bairro Alto.

Desejo a todos uma boa noite e lá vou eu fazer mais uns 100 km para casa.

mrmarques64

Já no jantar tive a oportunidade de falar com a minha companheira de moderação no mundo 34 do fórum e colocar em prática várias situações ocorridas e resolvidas. Juntamente com uma parte do grupo do Tribos, encontravam-se o grupo do Grepolis, que passaram grande parte do jantar a falar sobre métodos de detetar bots no jogo! Brincadeira, brincadeira foi o Guerreiro Mal Cheiroso, que curiosamente não parava de falar e de chamar o empregado da mesa para servir mais uma dose… Ora de bebida… Ora de comida… E no final de contas devia pensar que precisava de vários artigos para levar já que quando me levantei para sairmos do restaurante deparo-me que o casaco tem um peso substancialmente mais pesado do que o normal. Com o grau de admiração de tamanha faceta, foi descoberto logo o culpado há saída do restaurante.

rescuer

Se há momentos onde nos apetecia ter um controlo remoto, e parar o tempo quando a conversa é boa e a companhia encantadora, garantidamente este foi um deles.

Allura

O evento continuou com muita chuva e muita animação pelo Bairro Alto de Lisboa.

senhor alexmix

Já com a barriga cheia de muita comida regada com uma “moderada” bebida, deslocamo-nos até à zona dos bares onde a chuva miudinha foi uma constante.

cukacuks

Ao sairmos do restaurante, eram por volta das 23h30, começou a chover, para nossa sorte, tínhamos lá os meus pais, que deram uma boa ajuda nesse aspeto. Fomos andando à procura do bar “ideal”… Andámos ainda mais, e acabámos por descobrir um, pequenino, mas chegava para o que o pessoal queria… Beber uns copos e conviver, mas, o que me marcou mais foi mesmo a Larkin e o Ricardo a falarem com os meus Pais, no geral, um ótimo ambiente e convívio.

TomaslinoSoares

Seguido do restaurante foi deslocação ao Bairro Alto. Tirando o pequeno problema que o bar onde iriamos estava a fechar precisamente na altura que chegamos às suas portas e que a chuva só dificultava a nossa noite, o resto da noite foi porreira. Ao final de caminharmos 10 km, decidimos parar no primeiro bar que encontramos. Foi a invasão da equipa de suporte ao respetivo bar, que no final foi curto para tamanho do grupo presente.

rescuer

Só o São Pedro poderia ter-se portado melhor! De resto foi maravilhoso! Cereja em cima do bolo, negociei com o rescuer a fusão que porá o fim a 4 anos de jogo no pt17.

Allura

Saímos do restaurante e andamos sem saber por onde é que íamos. Finalmente decidimos ir para o Bairro Alto, pois era ali ao pé. Apenas uma pessoa sabia onde era e lá fomos nós, pelo caminho tivemos que parar no meio daquela chuva imensa que caia, pois perdemos o Basil. Quando o encontrámos seguimos diretos até ao Bairro Alto, e entre bares pequenos, bares “alternativos”, como diria o carlos alex36, fomos passando a noite até que chegou a hora de ir para o hotel, com o nosso transporte, o táxi.

mretfc

Quando saímos do restaurante estava combinado irmos a um bar já previamente marcado, no entanto, acabámos por sair do restaurante já bastante tarde, dado que o bar em causa fechava às 00:00 e, tendo em conta que nós éramos cerca de 30 pessoas e chegámos lá por volta das 23:55, já não nos permitiram entrar, ainda tentámos convencer a mulher do estabelecimento a deixar-nos entrar, mas sem sucesso. Sugeri então ao Ricardo que fôssemos para um bar que eu conhecia, que tinha bom ambiente e espaço para todos e, mais importante, não fechava à meia-noite; havia apenas um problema, ainda ficava razoavelmente longe, ainda tentámos ir para lá, no entanto, a chuva não ajudou, portanto acabámos por ficar num bar que encontrámos a meio do caminho para não nos molharmos mais, onde ficámos até ao fim da noite.

Sylux

Após estarmos de barriga cheia, fomos andando para o bar combinado juntamente com o frio, com a chuva e com o azar de o bar escolhido para passar a noite fechar à meia-noite e estar cheio. Apesar dos contratempos nada fez com todos se divertissem e assim fomos procurar algum outro lugar para conviver.

Mais à frente, encontramos um bar e por lá ficamos, até eu ter ido embora, de boleia com a Allura.

Para mim, o dia foi excelente, no entanto há coisas que não esquecemos e uma delas é sem duvida a Larkin e a RIFS a tentarem pintar os olhos ao Costinha, eheheh.

Quanto às pessoas, foram todas 5 estrelas.

LIKE A NOOB

Deparamo-nos com vários problemas… Estava a chover e no Bairro Alto não havia sítio algum onde coubéssemos todos, pois éramos alguns 15/20 e já não era propriamente “cedo”. Estivemos ainda algum tempo à chuva a tentar arranjar um sítio abrigado para todos.

Até que chegaram os pais de um moderador novito, e o Castela95 e a Larkin estavam a dar a boa impressão da equipa, mas houve um momento que olhei e já só estava a Larkin com os pais do moderador, mas na altura o olhar dela era algo do género, “Vá equipa a ver se não fazem porcaria aqui à frente dos  Srs., a ver se desta parecemos normais.” E ao mesmo tempo estava subentendido algo como, “Se se portarem mal, é só deixarem-me chegar à frente do computador, que verão, suas criaturas demoníacas!” (Exagerei… Não era bem criaturas demoníacas, eheh).

Mas lá arranjámos um local, aliás dois, basicamente um servia para irmos buscar as bebidas e ficarmos um pouco chocados, o outro foi para estarmos sentados a conversar. Ainda houve uma tentativa de maquilharmos o Costinha, mas sem sucesso.

RIFS

Depois do jantar ainda fomos para alguns bares onde depois o pessoal foi indo embora até que chegou a hora de ir para o hotel dormir.

euu17

Às 5h fomos todos para o hotel, uns foram dormir, já outros preferiram ficar nos sofás à entrada, na conversa, o que mais tarde nos fez ficarmos um pouco fartos e juntando a vontade de ir “acordar” um bocadinho, fomos passear pelas ruas perto do hotel, onde encontrámos um sujeito bastante semelhante ao Popeye.

Ainda não satisfeitos com o reconhecimento da área em volta ao hotel, houve a ideia de irmos reconhecer o hotel em si. O que não teve muita piada, porque todos os pisos eram exatamente iguais. Falta dizer que enquanto estivemos no hall de entrada do hotel, lá nos sofás, vimos cerca de quase 100 asiáticos a saírem, quer dizer estávamos nós a chegar ao hotel, ainda de noite, e já se viam alguns.

Às 10h50 o  Ricardo decide avisar-nos que às 11h tínhamos de estar “prontos”, sorte a nossa que ainda/já estávamos acordados.

Os membros resistentes ainda tiveram direito a almoçar algures na baixa e passear um bocadinho.

RIFS

Desta vez tive sorte que o meu colega de quarto decidiu fazer direta assim tive um quarto só para mim.

euu17

Já dentro do táxi demos as indicações ao taxista e ele, como bom taxista que é, enganou-se no caminho… Enfim, lá chegámos ao hotel, mas tanto eu, como o Costinha, o Castela95, o PThugo e o Bjardinhas não tínhamos sono nenhum (dizíamos nós). Estávamos todos na receção com o EnteiRocks e com a RIFS e as palavras do EnteiRocks, antes de ir dormir, foram simplesmente “Certifiquem-se que a RIFS entra no táxi e vão dormir”, e a RIFS responde, “Eu vou para casa quando vocês forem dormir”. Ora, ninguém foi dormir e ficamos todos ali sentados na receção a falar, uns a fecharem os olhos uns minutos, mas lá ficamos nós.

Enquanto estávamos na receção, a partir das 5 da manhã até às 10 da manhã, era só ver saírem chineses ou coreanos ou lá de onde eles eram. Eram às dezenas, centenas, milhares! Nunca mais paravam de sair, parecia uma fábrica.

Chegadas as 10 e tal da manhã e eu com uma fome imensa, pois não me deixaram ir comer ao Take Way do bar, sim na minha terra diz-se Take Way e não Buffet, e lá fui eu, a RIFS e o Castela95 à procura de um café aberto a um domingo, quando o encontrámos, o que comi, até soube a pato!

Após o pequeno-almoço tardio, fomos todos para o meu quarto, pois o euu17 já tinha acordado e ficamos por lá até recebermos uma mensagem do Ricardo a dizer que daquele momento a 10 minutos era para estarem todos prontos para ir embora e assim foi, ficamos na receção, no circulozinho de sofás com uma mesa que continha uma garrafa no meio e começamos um jogo de ver quem conseguia acertar, com um chapéu de rede que tinham trazido do Bairro Alto, para ver quem acertava mais. Não é preciso dizer que eu ganhei ao Castela95, 6-3 😀

Fomos, pelo menos eu fui, conhecer mais um pouco de Lisboa enquanto caminhávamos para o almoço que, após um pequeno-almoço tardio e pequeno, soube muito bem!

De resto, fui com a RIFS e o PThugo para Oriente, entretanto deixamos a RIFS pelo caminho.

Quando já estava sozinho no Parque das Nações, fui ao Vasco da Gama e, como bom algarvio que não vai a Lisboa assim tantas vezes, que sou, consegui-me perder lá no centro comercial.

E não me lembro de mais nada, pois passei a viagem toda a dormir. 😀

mretfc

Ótimas memórias que vou guardar e que venha o próximo evento!

Allura

Tirando a parte da chuva que apanhamos até ao Bairro alto, gostei bastante do meu primeiro encontro.

downdx

Pontos fortes? Sem dúvida o convívio, a partilha de experiências “tribais” e finalmente o conhecer de caras de quem até então se dava a conhecer por detrás de um monitor. Jantar bastante animado onde se presenciaram varias gerações demonstrando que o Tribos não é um jogo apenas para miúdos, mas também para graúdos.

cukacuks

Apesar de tudo, acabei por me divertir bastante e penso que valeu a pena ir, embora não prometa estar presente no próximo. :)

Sylux

Foi bom, pois consegui conhecer pessoalmente as pessoas com quem falo diariamente através da internet. Gostei imenso de conhecer o resto da equipa, gostei de todos com quem falei.

Penso que se existissem mais reuniões presenciais poderia ser benéfico para a equipa, mas por outro lado compreendo a questão da distância.

Sem mais nada a acrescentar, fico a aguardar uma próxima jantarada.

Guerreiro Mal Cheiroso

Depois de várias conservas sobre o jogo ou não.. Cheguei ao fim da agradável noite passada com pessoal que todos os dias falamos atrás dos monitores… Agora só resta esperar pelo próximo evento.

rescuer

Estando eu na equipa há 2 anos e depois de já ter falado bastante com algumas pessoas como a Larkin, o Ricardo, o euu17 e o EnteiRocks, foi bom conhecê-los pessoalmente e ver que são ótimas pessoas, mesmo não estando atrás do computador. Foi bom ver o grande sentido de humor do EnteiRocks, que esteve sempre a pôr um sorriso na cara das pessoas.

Outra coisa que marcou e que não hei de esquecer é a maneira como fui recebido e tratado, pois não fui tratado com diferença por ser mais novo como a maior parte das pessoas.

Fiquei bastante contente, pois todos são excelentes pessoas e simpáticos.

Para acabar, tive a enorme sorte de a Allura ser de perto da minha casa e então deu-me boleia para casa.

Espero ir ao próximo evento e voltar a estar com a equipa, que são maravilhosas pessoas.

LIKE A NOOB

E como todos os eventos mais um fim-de-semana 5 estrelas em equipa, ficamos a aguardar o próximo.

euu17

Para finalizar queria apenas dizer que gostei bastante do jantar, de conhecer as pessoas com quem falava todos os dias, não vou dizer nomes porque poderia esquecer de alguém, mas é isso, agora é esperar pelo próximo. 😀

mretfc

Com as habituais despedidas a que a RIFS já nos habituou, até ao próximo artigo!

Fim.

RIFS

O desafio de liderar uma tribo – Dz ! (Mundo 32), por ArilsonLucas02

Tribo: Dz ! – Differenz !

 Entrevistados:

Felgueiras.tw

YoungChild

ArilsonLucas02: Antes de mais gostaria de agradecer o facto de terem aceitado o meu convite para esta entrevista.

YoungChild: Agradecidos estamos nós.

ArilsonLucas02: Poderia contar um pouco sobre a história da Differenz !? Como surgiu este projeto?

YoungChild: O projeto surgiu cerca de duas semanas antes do mundo ser aberto (mais ou menos). Eu antes tinha pensado em levar o projeto Differenz! para um servidor BR, no caso deste seria para o BR52, mas não cheguei a levar, pois o outro líder cortou-se e sozinho sabia que não conseguia, até que encontrei o Felgueiras.tw aqui no Skype. A gente dava-se bem, ele também estava a pensar em criar um projeto para o PT32, foi então que nos juntamos, e criamos a Dz !. Fomos falando com amigos para saber quem queria ir conosco, sabíamos que num mundo de estreia teríamos que nos destacar. Passados um ou dois dias encontramos o nosso amigo PureBody, ele quis de imediato juntar-se a nós, trouxe alguns dos seus bons amigos connosco, sempre foi muito participativo, e como já tinha alguma experiência decidimos dar-lhe cargo de líder juntamente conosco, formamos o nosso plantel e estávamos prontos para a ação.

ArilsonLucas02: Porquê o nome Differenz !?

YoungChild: Queria criar algo diferente de todas as tribos, mas que ao mesmo tempo tivesse algum significado, então surgiu Differenz !.

ArilsonLucas02: Como é que vocês (os líderes) se encontraram? Eram amigos de longa data?

YoungChild: Sim, podemos dizer que sim. Já conhecia o Felgueiras.tw há algum tempo, joguei com ele na Unum e em outros mundos que já não me recordo.

ArilsonLucas02: Qual é a vossa experiência neste cargo? É a primeira vez que lideram uma tribo?

Felgueiras.tw: Em conjunto é a primeira vez que o fazemos, já tive oportunidade de liderar algumas tribos formadas in-game (casos de premades destruídas). O que aconteceu connosco na Dz ! não acontece facilmente, fomos formando uma estrutura muito forte, onde os nossos membros se identificam. Já joguei em várias potencias do PT, mas estrutura como a da Dz ! nunca encontrei, se uma parte da estrutura cai a base continua de pé, temos jogadores com funções específicas, mas todas as decisões são tomadas em conjunto.

Na verdade a Differenz ! tem sido o alvo a abater do PT32 sendo top 1, encontrou como inimigas as restantes tribos do top 5, 3 delas com uma mega aliança (dessas 3, 2 já venceram mundos: VoD, SMF), não só in-game, mas também com mind-games. Somos o alvo número 1 e a prova disso é que mudamos a identidade de varias tribos só para que essas mesmas pudessem acompanhar o nosso avanço (caso da URUZ, foi obrigada a fazer um género de mass, uma vez que a tribo normalmente joga com menos de 20 jogadores e neste caso recrutou cerca de 30 inimigos – quando eram inimigos só se deitavam a baixo uns aos outros). Como a aliança entre as tribos do top 5 não resultou contra a Dz !, decidiram fundir as tribos: “Dz ! vs. Resto do mundo” numa fase de jogo inicial -.-

Esta fusão ao fim de umas semanas acabou em “Dissolver tribo”.

ArilsonLucas02: Quando criaram a tribo, qual era o objetivo ou meta?

YoungChild: O objetivo foi entrar no mundo, desde que não seja para o vencer, pelo menos mostrar do que somos capazes, que defendemos princípios e nunca iremos abdicar deles, ganhar uma reputação que seja boa, e como já disse, caso não seja para vencer, pelo menos ser finalista neste mundo de estreia.

ArilsonLucas02: Qual é o vosso jeito de lidar com os jogadores que desrespeitam alguma decisão imposta pela liderança? E como esse modo de agir está influenciando a tribo neste mundo?

Felgueiras.tw: Corrigindo e tentamos que eles entendam o porquê do erro, em todas as tribos existem jogadores que lutam pelo top individual (eu já fui desses players).

Aqui na Dz !, por exemplo, haviam alguns jogadores com essa mentalidade e nós conseguimos com que eles mudassem e que o objetivo primordial fosse em termos global.

ArilsonLucas02: Como você imagina esta tribo daqui a alguns meses? O que você gostaria que acontecesse e do que tem medo?

YoungChild: Medo não tenho de nada, já tivemos Dz ! vs. todo o mundo, quando a ImF decidiu juntar tudo. Pode vir VoD, SMF, URUZ, medo é coisa que não temos. Gostaria que continuássemos o mesmo bom percurso que temos levado até agora.

ArilsonLucas02: O que você acha que é a chave do sucesso da tribo no mundo?

YoungChild: Organização, atividade coletiva, entreajuda e disponibilidade.

ArilsonLucas02: No início do mundo existiam 3 tribos que já foram campeãs de outros mundos (HMetal, VoD & SMF). Isso aumenta a dificuldade de uma tribo novata ser campeã?

YoungChild: Penso que não, a HMetal já não existe, SMF praticamente já não durará muito, VoD é que tem andado bem, mas penso que apesar disso não há muita diferença em a tribo ser nova ou não.

ArilsonLucas02: Agora para o lado mais pessoal, o líder precisa de mais tempo livre para gerenciar a conta, como você consegue conciliar a vida pessoal e o jogo?

Felgueiras.tw: Por vezes abdico da conta e do top para gerir a tribo. Há semanas em que estamos menos ativos e é nisso que a Dz ! difere das outras tribos, mesmo estando um ou outro ausente os que estão on dão o dobro do trabalho e completam as lacunas.

ArilsonLucas02: Que conselhos sobre liderança daria a outros líderes?

YoungChild: Ter calma, saber que liderar não é chegar, pôr os membros e dar ordens, é necessário muita paciência, vontade e muito querer para que tudo resulte.

ArilsonLucas02: Gostaria de deixar alguma mensagem para quem está lendo a entrevista neste momento?

YoungChild: Sim, que não nos julguem sem nos conhecerem, ainda há muito que fazer e que conquistar, e boa sorte a todos em todos os seus projetos.

Entrevista a -CybeR-, membro da tribo vencedora do Mundo 22

Nome: Gonçalo Silva
Idade: 28
Localização: Lisboa

Quando começou a jogar tribos?
Comecei a jogar tribos em 2009 no mundo 5, conheci o jogo através de uns colegas meus.

Já tinha alguma estratégia em mente quando entrou para o mundo 22?
Entrei com o meu irmão zegazozo sem nenhuma estratégia definida. Acabámos por nos deixar levar pelo jogo… E chegamos ao fim

De todos os mundos que participou qual foi o que mais o motivou?
Sem sombra de dúvidas que foi o pt22. Se não fosse tão motivador não chegava ao fim do mesmo…

Já esteve com algum jogador do mundo pessoalmente?
Sim, poucos, mas bons 😉 Então este último jantar do pt22 foi demais… Tiveram presentes todos estes :) zegazozo, sandro1333, gelus, bitor18, ccarreto, Xela3791, KingBattle, kotaluis777, Aguia Pescadora e PEDROFZ68.
Tive um excelente convívio com esta malta toda, ainda hoje em dia vou beber uns copos com alguns deles… (Acho que as amizades é o que um gajo leva de melhor do Tribal Wars).

Conte-nos a sua história durante estes anos no mundo.
No início tive uma “má entrada”. Entrei no k35 como o meu irmão zegazozo. O meu irmão perdeu a sua 1.ª aldeia para a 1.. Tivemos que recomeçar tudo de novo, mas optámos por vir para sul, mais precisamente k75. Aí começámos a fazer boas amizades com membros da Load. Depois acabámos por ir para a K.O! atual »Run! or KnockOut«.
Tive altos e baixos no jogo, mas o golpe mais duro que recebi foi quando eu já tinha 600 aldeias  e levei um ban de 396 aldeias. Ficando assim com 200 aldeias. Isto é um mundo com igrejas, a conta ficou completamente destruída. E ainda, em cada aldeia tinha que se gastar 1 full de ataque para poder reaver aquilo que já tinha -.-‘ Foi difícil foi, agradeço a toda a tribo, pois sem eles não me conseguia levantar, em especial ao zegazozo, pois só ele me limpou quase todas as aldeias.

Das guerras que participou qual foi a mais complicada? E como conseguiram conquista-la?
A que deu mais gozo foi derrubar a 1. (Velha Guarda), a mais complicada foi a *HL*, dou-lhes os meus parabéns… A »RK« tinha 3 frentes de ataque bastante fortes… E uma base de defesa bastante boa, que ficava a sul. Essa malta estava encarregue de apoiar os restante membros. Como conseguimos? Com muita dedicação por parte de todos os membros.

Qual a sua opinião da tribo e da restante liderança?
A tribo era muito unida e os membros captaram sempre bem as ordens emitas por parte da liderança.
Eu, zegazozo, sandro133 e D. Joao 21 éramos os que mais riscávamos na tribo. Tínhamos uns bons conselheiros antmachados, bitor18, killsalsishas, OmegaAzzure.

Qual foi a vossa estratégia para a conquista do mundo?
Ninguém vence isto sozinho, como tal fomos sempre recrutando os melhores e fazendo as nossas fusões com as tribos certas nas devidas alturas…

Por último, gostaria de deixar alguma mensagem final aos nossos leitores?
Joguem Tribos, mas não abdiquem da vida pessoal por causa dele. O mundo 22 acabou, mas os amigos ficaram gravados na minha memória.

Vencedores do Mundo 23

No Mundo 23, após dois longos anos de guerras e perdas, a tribo AXIOS sagra-se a grande vencedora com um total de 443.208.611 pontos, e com 42.231 aldeias.

Parabéns aos vencedores do mundo 23!


Tribo vencedora:
AXIOS
1.º classificado: Democles (AXIOS)
2.º classificado: O Garfield (AXIOS)
3.º classificado: AX SPORT (AXIOS)

Podemos verificar que depois de muita guerra, a tribo AXIOS dominou grande parte do mundo.


Podemos verificar que o top 15 foi praticamente dominado por jogadores da tribo AXIOS!

O jogador que conseguiu deter mais pontos no final do mundo foi o Democles, da tribo AXIOS, com um total de 25.842.861 pontos, e com 2.127 aldeias e acabou detendo uma média de 12.150 pontos por aldeia!

De seguida, surge o jogador O Garfield ocupando assim o 2.º lugar, com 22.461.476 pontos e 1.851 aldeias.

E a fechar o pódio, surge o jogador AX SPORT com um total de 20.805.152 pontos e com 1.740 aldeias.

Nos rankings de oponentes derrotados das tribos, a Be Afraid! lidera a tabela de Oponentes Derrotados como Atacante com 2.611,98 Mil. e de seguida a AXIOS com 1.633,76 Mil.. A tabela de Oponentes Derrotados como Defensor, pertence igualmente à Be Afraid! e a AXIOS com 4.428,31 Mil. e 2.015,07 Mil. de tropas mortas, respetivamente. Com as contagens finais feitas, a tabela de Oponentes Derrotados (Total), é totalmente dominada pela Be Afraid! com 7.040,29 Mil.

E nos rankings de oponentes derrotados dos jogadores…
Como atacante, AX SPORT da tribo AXIOS (jogador 6.º classificado) derrotou 301,37 Mil., como defensor, foi igualmente o jogador AX SPORT da tribo AXIOS (6.º classificado), que derrotou 639,93 Mil.
Visto isto, podemos verificar que no total, foi o jogador AX SPORT que dominou a tabela final com os seus incríveis 941,30 Mil. derrotados.

Configurações do Mundo 23

Início: 22 de setembro de 2011
Fim: 30 de setembro de 2013

A equipa do Tribos felicita a tribo AXIOS e o jogador Democles pelas suas vitórias!

Entrevista a D.Afonso.III, membro da tribo vencedora do Mundo 16

D.Afonso.III

Consegue contar-nos como é que nasceu a SMF?

Não consigo, pois eu não assisti ao nascimento do projeto, eu sou oriundo da DAF e a certa altura nos fundimos, mas já numa fase adiantada, embora sempre tivéssemos relacionamento diplomático.

Qual a sua opinião sobre a liderança da tribo?

A liderança da tribo foi fundamental, todos eles, eu incluído, tiveram o seu papel e a sua importância, mencionar um deles seria uma injustiça, pois cada um à sua maneira e consoante a sua disponibilidade foram importantes, tanto os que chegaram ao fim como os que ficaram pelo caminho.

Qual foi o seu percurso como jogador até chegar ao Mundo 16?

Joguei no Mundo 1, sem qualquer sucesso, depois com algum sucesso nos mundos 5, 8 e 10 até ao 16.

Com o fecho do mundo, muitos jogadores seguem as suas vidas. Vai sentir saudades de algum desses jogadores?

Sem dúvida, pois conseguimos algumas amizades para o futuro, foi mais que um jogo em muitos aspetos.

Alguma vez sentiu que a tribo SMF não chegaria ao fim do mundo?

Houve debates internos fortes, mas nunca colocaram o projeto em causa, principalmente devido à convicção do seu fundador, Carlos Serra.

Na sua opinião, houve alguma tribo à altura da SMF? Se sim, Qual?

A partir da fusão da DAF com a SMF, e contando com a -SMF-, o mundo ficou controlado quase em absoluto, com maior ou menor dificuldade em algumas fronteiras, mas a nossa vitória estava delineada.

Quais são os seus interesses e hobbies? Acha que o Tribos influenciou a sua vida? Se sim, como?

Os meus hobbies são essencialmente jogos online, o Tribos não alterou a minha vida embora, em certas alturas exigisse muita dedicação, mas como eu tinha tempo disponível não havia problema.

De certo que ganhar um mundo deixa recordações, quem é que leva consigo na memória?

Levo vários jogadores, principalmente os que sempre me acompanharam desde o início do jogo.

Com a sua experiência neste jogo já teve momentos de glória e momentos em que falhou. Indique um momento de que se orgulha e um momento que tenha aprendido com os erros.

O momento de glória foi, sem dúvida, a vitória neste mundo, aprendido com os erros foi essencialmente no Mundo 8.

Qual é a sensação de chegar ao fim de um mundo e vencê-lo?

No meu caso foi de alívio, pois o mundo havia muito que estava ganho e o interesse resumia-se à posição pessoal na tabela geral.

Gostava novamente de entrar em mais algum mundo com todos estes jogadores, os quais o acompanharam no percurso rumo à vitória?

Alguns deles sim, outros não, pois no grupo, como em todos os grupos, existem membros com quem se tem mais empatia e outros nem por isso, até mesmo pelo posicionamento geográfico em que nunca interagimos.

Para terminar, o que tem para dizer à nossa comunidade?

Levar isto como um simples jogo, nada mais que um jogo e nunca utilizar a regra do vale tudo, pois o jogo, tal como a vida, tem regras e são para cumprir. Orgulho-me de ter feito todo o Mundo 16 sem um único ban.
Aproveito a oportunidade para informar que o D.Afonso.III morreu para o Tribos, exatamente por haver pessoal que não consegue perceber que isto é um simples jogo e onde os insultos e a vida pessoal não devem ser misturados.
Vou continuar por cá, mas com outro nick que se mantém no segredo dos deuses. Boa sorte a todos, principalmente à SMF no Mundo 32!!!

Vencedores do Mundo 22

Depois de alguns anos e de muitas guerras o mundo 22 chega ao seu fim. Sendo vencedora a RUN! or KnockOut!  (»R.K«) com 860.878.797 pontos  e 84.304 aldeias.

Parabéns aos vencedores do mundo 22!

Tribo vencedora: RUN! or KnockOut!
1.º classificado:  zegazozo (»R.K«)
2.º classificado:  antmachados (»R.K«)
3.º classificado: -CybeR- (»R.K«)

Como se pode ver na imagem em baixo a »R.K« dominou por completo praticamente todos os continentes.

Quanto ao top dos jogadores como se pode verificar o top 20 é dominado por completo pela »R.K« com um disputado 2.º e 3.º lugar.

O zegazozo foi o jogador com maior pontuação, com um total de 28.448.615 pontos e de 2.616 aldeias, com uma média de 10.875 pontos por aldeia. Seguido pelos antmachado que ocupa o 2.º lugar com 27.357.045 pontos e com 2.291 aldeias e, em 3.º lugar, o -CybeR-, com 27.008.266 pontos e 2.230 aldeias.

No ranking de oponentes derrotados como atacante a »R.K« domina por completo com 4.776,21 Mil., seguido pela *HL* com 1.930,65 Mil. Como defensores a *HL* encontra-se à frente com 2.494,73 Mil., seguido pela »R.K« com 2.212,23 Mil. Sendo no total a »R.K« que se mantém a frente com 6.988,44 Mil.

No entanto, nos oponentes derrotados pelos jogadores, em 1.º lugar, como atacante, encontra-se o zegazozo com 207,81 Mil., seguido pelo sandro1333 com 183,24 Mil.

Quanto aos oponentes derrotados como defensor, em 1.º lugar encontra-se o wolfdark69 com 398,17 Mil., seguido pelo jotacom com 222,84 Mil. Sendo que na totalidade de oponentes derrotados o wolfdark69 lidera a lista com 505,20 Mil.

Configurações do mundo 22

Início: 20 de junho de 2011
Fim: 30 de outubro de 2013

A equipa do Tribos dá os parabéns aos jogadores da tribo »R.K«  e ao jogador zegazozo pela vitória e a todos os participantes deste Mundo.

Entrevista a mourao, líder e fundador da tribo vencedora do Mundo 1

 Nome: Hugo Mourão
Idade: 27
Localização: Lisboa

Como conheceu o Tribos?

Conheci o Tribos através de um colega de escola que começou a jogar no Mundo 1 e que me convidou para jogar com ele.

O Mundo 1 foi o primeiro mundo português, foi também o seu primeiro mundo de Tribos? Ou já tinha jogado noutro servidor/mundo antes de entrar no Mundo 1?

O Mundo 1 foi sem dúvida a minha primeira experiência no Tribos, dantes jogava outro similar.

O que mais gosta e acha cativante no jogo?

Bem, o mais cativante para mim neste jogo é o facto de não ter que me preocupar com a alimentação das tropas, assim pode-se fazer tropas à vontade e rumar “à guerra” o quanto antes.

Pode descrever-nos de forma resumida como foi o seu percurso no jogo? Onde surgiram as suas primeiras amizades, com quem aprendeu a jogar?

O meu percurso de jogo foi um quanto divertido com imensas horas agarrado ao computador, tal como todos. Comecei numa tribo de colegas de escola e foi aí que comecei os meus primeiros coordenados, já rodeados por tribos mais fortes que nós e de jogadores com imensos pontos. Essa tribo acabou, formei outra mais uns colegas da antiga tribo, sempre em recrutamento de jogadores de tribos mais pequenas, e, posteriormente, com fusões fomos aumentando o poder e expansão da nossa tribo até começarmos a ser reconhecidos por essas tribos mais fortes. Não tínhamos tantos elementos como os nosso inimigos, mas os nossos jogadores eram sem dúvida grandes jogadores.
Em relação às amizades, em todas as fusões que fiz com outras tribos fui sempre conhecendo jogadores com quem ainda jogo e falo, não digo diariamente, mas, de vez em quando, lá trocamos umas palavras.

É um dos líderes e fundadores da tribo que venceu este Mundo 1, pode-nos dizer detalhadamente como tudo começou?

Bem, posso dizer que tudo surgiu assim meio do nada. Eu e outro líder da tribo estávamos numa conversa e surgiu uma ideia de tentarmos unir as 3 tribos, digamos, principais, numa fusão para terminarmos o mundo (Hosp, U-TX, U-CTA), uma vez que éramos todos aliados.
A 3.ª tribo não gostou da ideia e então ficamos só as 2 primeiras: Hosp e U-TX.

Qual considera ser o aspeto mais importante que devemos ter em conta ao liderar uma tribo com o objetivo de vencermos um mundo?

O aspeto mais importante é, sem dúvida, criar uma ligação com os jogadores certos e com o tempo acaba-se sempre por saber quem são e também criar um pouco de “medo” nos que só estão na tribo para proveito próprio. Pois isto é um jogo de equipa e todos os elementos são importantes.

Este foi o mundo mais longo até agora no servidor PT, certamente deve guardar alguns jogadores com mais amizade. Acha que essas amizades serão duradoiras?

Sim, sem dúvida que são amizades para durar, tanto que neste momento iniciei no Mundo 28 e a maior parte deles estão lá a jogar também. Depois sempre temos as redes sociais.

Qual o momento que recorda com mais facilidade e que lhe vem primeiro à cabeça ao pensar na história deste mundo?

O momento que mais recordo foi sem dúvida o único jogador que me atacou sozinho e quase me fez perder aldeias, penso que foi a única situação em que me vi aflito durante o mundo todo.

Qual foi a guerra que mais dificuldades apresentou à sua tribo? Como conseguiram superá-la?

A minha primeira guerra tribal, onde a tribo LGE (se não estou em erro) controlava alguns K’s e nós com menos jogadores conseguimos sempre aguentar os ataques e aos poucos irmos ganhando as batalhas até a tribo deles ser dissolvida. Tudo graças aos grandes jogadores da minha tribo.

Sente que o Tribos influenciou a sua vida de alguma forma?

Sim, posso dizer que influenciou, de certa parte e após tantos anos a jogar penso que me fez ver o que realmente importa para a vida. De nada serve chatear, ficar triste, irritar-se com as pessoas por causa do jogo, levar sempre tudo na desportiva e respeitar as pessoas com opiniões diferentes. Sem trabalho nada se consegue e não se pode ficar à espera que as coisas caiam do céu sem esforço e dedicação. Lutar por aquilo em que se acredita.

Está pronto para entrar num novo mundo com o mesmo objetivo, vencer o Mundo? Ou acha que o seu tempo no Tribos terminou?

Sim, estou tão pronto que já estou a jogar como disse numa pergunta em cima no Mundo 28. É impossível ficar muito tempo sem jogar. Só consegui ficar 13 dias sem jogar. hehe

Gostaria de deixar alguma mensagem especial aos leitores ou aos seus camaradas de armas?

Aos meus camaradas um grande obrigado por partilharem comigo a caminhada até à vitória do Mundo 1, aos que nos deixaram pelo caminho, pois a vida pessoal não permitiu que continuassem a jogar, mas que claro que contribuíram para esta vitória. Aos leitores, quem joga Tribos que continue e os que não joguem que comecem, vale a pena pela camaradagem, amizades, alegrias e tristezas.

Entrevista a kumeke, da tribo vencedora do Mundo 6

Nome: José Valeriano
Idade:
47
Localização:
Alvalade do Sado – Santiago do Cacém

Como já é habitual perguntar em todas as entrevistas, como conheceu o Tribos?

Conheci o Tribos através do meu filho mais velho.
Ele tinha 15 anos na altura e via-o sempre agarrado ao PC a jogar Tribos e, por isso, quis saber o que andava a fazer e resolvi criar uma conta mais para me certificar que era um jogo seguro do que propriamente para jogar.

O que o motivou a jogar Tribos?

Quando criei a conta no PT1 já o mundo tinha começado há muito tempo, mas fui conhecendo alguns jogadores que se encontravam por perto, interagindo com eles e comecei assim a tentar perceber o que era o Tribos, ainda que sem grandes objetivos, percebi que o jogo é um pouco complexo, e não é de forma nenhuma um jogo para se jogar sozinho, era necessário uma boa interação entre jogadores para que todos conseguissem ter condições de progredir. A certa altura a grande maioria dos jogadores com quem interagia acabaram por desistir e eu desisti também do PT1 e abri uma conta no PT5, que também já ia com alguns meses, para experimentar o jogo num versão mais rápida. Estive no PT5 alguns meses e quando abriu o PT6, e junto com alguns jogadores do PT5, resolvemos criar uma tribo no PT6 no dia de abertura do mundo.

De onde nasceu o nome “Golden Angels – Elite Team” (GANG)? Como surgiu esse projeto?

A GANG foi fundada em 21 de janeiro de 2009 pelo Nuno Guerreiro DRLOOP, um dos melhores estrategas que conheci neste jogo, na altura houve um amigo dele que foi pai, e com apenas algumas semanas de vida o filho dele, que se chamava Gabriel, faleceu devido a problemas cardíacos.
O nome da tribo surgiu em homenagem ao pequeno Gabriel.

Na sua opinião, o que achou da liderança da tribo?

Muito complexa e muito cansativa.
A gestão de uma tribo com algumas pretensões, não pode ser feita de ânimo leve, requer muito estudo e análise do mapa muito planeamento, muita persuasão, exige muito tempo e dedicação da parte dos duques e barões da tribo.

A tribo acabou o mundo em top ODA/ODD e OD, qual é o segredo para estes resultados?

Não há grandes segredos, o ODA/ODD é o resultado apenas da produtividade da tribo, no aspeto militar, se temos guerreiros empenhados e que saibam interagir entre si o ODA/ODD vai subir naturalmente com o evoluir do jogo.

Houve alguma tribo à altura de defrontar a GANG?

Houve sim, a partir dos 6 meses de jogo até ao final, a guerra com a ICO foi praticamente permanente, houve uma pausa de cerca de 3 meses, em que foi feito um PNA com a ICO para resolvermos um problema comum a ambas as tribos, findo o qual regressamos aos confrontos habituais, podemos dizer que foi uma guerra de 4 anos que provocou muitas baixas em ambas as tribos e que deixou marcas indeléveis em todos os jogadores envolvidos.

Alguma vez pensou que a tribo não sairia com a vitória do Mundo 6?

Sinceramente sim, a ICO era uma tribo muito maior que a GANG no que respeitava a área do mapa ocupada, salvo erro tinha controlado cerca de 4 continentes no mundo, a GANG por seu lado tinha apenas o K64 e um pouco menos de 50% do K54 controlado, a diferença em número de aldeias era bastante significativa, e a fronteira do K54 estava permanentemente a ser atacada. Eu e o CARFI perdemos a conta aos coordenados que recebemos por parte da ICO.
Valeu-nos a estratégia defensiva que montamos para aguentarmos todos os coordenados que recebemos e, principalmente, o espírito de entreajuda que conseguimos criar no interior da GANG.
Lembro-me também de uma fase muito complicada que a GANG atravessou com várias desistências de alguns jogadores que por motivos pessoais deixaram de ter condições para jogar tribos, e que realmente nos deixaram durante algum tempo com graves problemas de gestão, quer no que respeita à localização geográfica, quer no que respeita à importância das suas contas nas manobras atacantes e defensivas da tribo.
Como disse foi uma altura em que pusemos realmente a hipótese da tribo não resistir, mas como as outras tribos também passaram por essa fase muito complicada, a situação acabou por ficar num equilíbrio que nos permitiu recuperar e seguir em frente.

Pode-nos contar resumidamente qual foi a estratégia da GANG desde o início até ao fim?

Penso que a GANG foi a única tribo dos servidores portugueses fundada no início de um mundo e que chegou ao final na posição de vencedora, estamos orgulhosos disso.
Não podemos falar de apenas uma estratégia, mas sim de várias.
O Tribos é um jogo multifacetado que para ser bem jogado obriga à observação de vários fatores que vão desde as relações interpessoais e políticas até as militares passando pelo recrutamento.
Em minha opinião, o sucesso da GANG deve-se, em primeiro lugar, ao sucesso que a liderança teve na conquista da confiança de todos os jogadores da tribo, salvo raras exceções todos confiavam na liderança da tribo e nas estratégias delineadas para enfrentar os problemas com que nos deparávamos; seguidamente, a estratégia militar que desenvolvemos, quer na vertente atacante, quer na vertente defensiva, e, por fim, na estratégia política, a GANG soube gerir politicamente muito bem as relações entre as tribos com quem mantinha diplomacia.
No que respeita ao recrutamento a GANG nunca foi apologista de recrutamentos em massa, quando recrutávamos, avaliávamos primeiro se tínhamos capacidade defensiva para dar suporte aos novos membros e também qual a mais valia que esses novos membros poderiam trazer para a tribo, fazíamos de forma seletiva e bem calculada para não ficarmos fragilizados e não pormos também em risco os novos membros.

Na sua opinião que jogadores que se destacaram mais na tribo?

Não gostava de particularizar e dar destaque a ninguém em particular, à partida a tentação seria fazê-lo e destacar os que mais participavam nas manobras ofensivas da tribo, porque eram realmente os mais ativos e com mais horas de permanência no jogo.
Mas todos, sem exceção, foram muito importantes para o sucesso coletivo.
A GANG antes de mais era uma família com todos os seu defeitos e virtudes, mas era uma autêntica família unida em prol de um projeto.

Quais são os jogadores/momentos que vão deixar saudades?

Vou ter de colocar aqui os nicks da tribo inteira e de alguns inclusivamente da tribo rival. lol
Da GANG conheço pessoalmente praticamente todos os jogadores de quem me considero amigo pessoal, saudades não vou ter porque mantemos contacto e de vez em quando encontramo-nos para um almoço ou para um jantar, da tribo adversária também conheço alguns jogadores com quem realmente tenho um bom relacionamento e também conversamos de vez em quando.
A GANG organizou alguns almoços de confraternização pelo país todo, onde nos divertíamos imenso, discutíamos estratégias e tomávamos algumas decisões do âmbito da tribo.
Em alguns desses convívios estiveram presentes alguns dos lideres, quer da tribo rival, quer de outras tribos do PT6, foram momentos muito agradáveis que certamente ficam na memória de todos e deixam saudades.

Como foi conciliar o jogo, amigos, família e o trabalho?

Não tenhamos ilusões, raros são os jogadores que conseguem ter uma boa prestação neste jogo e que lhe dediquem pouco tempo.
Inevitavelmente torna-se difícil conciliar a nossa vida particular com o jogo.
Pessoalmente deixei de ter alguns hábitos que tinha para ter mais tempo para me dedicar ao jogo, é uma conciliação difícil mas que com a ajuda da tribo se consegue fazer recorrendo ao sitting, nem sempre é fácil principalmente se estamos a ser atacados, mas a entreajuda na tribo pode ser fundamental para conseguirmos conciliar tudo.

Ao fim de 4 anos de jogo, sente-se motivado para continuar a jogar Tribos?

Ao fim de 4 anos sinto-me cansado de liderança, foram 4 anos de muita dedicação ao jogo e isso deixou algum cansaço.
Mas iniciei o mundo 32, estou numa nova tribo, com menos responsabilidades no que respeita à liderança da tribo.
Há novos desafios, novos jogadores, novas técnicas de jogo, funcionalidades diferentes, enfim o Tribos evoluiu muito desde o início do PT6, há algumas mudanças que não me agradam particularmente porque acho que torna o jogo menos competitivo, mas estou a gostar, para já, de participar no PT32.

Que sugestões deixa aos novos jogadores que queiram entrar para um novo mundo?

Apenas uma sugestão, aprendam a entender o jogo, se conseguirem entender que o Tribos é um jogo de coletivo e não de individualismo, têm grandes probabilidades de conseguir fazer um bom jogo.
Não há nenhum jogador, por muito bom que seja, que consiga progredir no jogo se não estiver inserido num bom coletivo de jogadores.

Gostava de deixar alguma mensagem aos nossos leitores ou à sua tribo em especial?

Quero deixar aqui um grande abraço a todos os jogadores da GANG, e agradecer-lhes a confiança de depositaram em mim, foram muitos momentos deliciosos a todos os níveis, os que passamos juntos.
Quero também deixar os parabéns a todos os que connosco jogaram e que, por motivos pessoais, não conseguiram chegar ao final do mundo, mas que também deixaram o seu cunho pessoal e foram importantes nesta vitória da GANG.
Ao leitores em geral, lembrem-se que o Tribos é apenas um jogo, divirtam-se com ele, não se zanguem por causa dele. 😉

Cumprimentos
J.Valerian

Obrigado pelo seu contributo e participação e boa sorte para as próximas etapas.

Vencedores do mundo 14

Após sensivelmente 4 anos de batalhas e conflitos, o mundo 14 encerra finalmente. Apenas uma tribo poderia ser vencedora e assim, a Vikings of Death (VoD) com um total de 17.709.182 pontos e 100.206 aldeias!

Parabéns aos vencedores do mundo 14!


Tribo vencedora:
Vikings of Death
1.º classificado: Bruno.grilo (VoD)
2.º classificado: Ruikp (VoD)
3.º classificado: SEUTRANK (VoD)

Vikings of Death dominou o mundo onde os seus adversários pouca resposta tiveram.


O top 15 foi partilhado com imensa competitividade renhida entre as duas primeiras tribos na classificação.

Bruno.grilo foi o jogador com a pontuação mais alta no final do turno terminando o mundo com 41.987.259 pontos, conquistando 3.471 aldeias, com uma média de 12.097 pontos por aldeia.

De seguida estão os jogadores Ruikp e SEUTRANK que ocupam o 2.º e o 3.º lugar, respetivamente. Ruikp terminou com 39.983.823 pontos, conquistando 3.288 aldeias e o SEUTRANK terminou com 38.483.479 pontos, conquistando 3.169 aldeias.

No ranking de oponentes derrotados das tribos, a VoD lidera a tabela de oponentes derrotados como atacante com 5.802,85 Mil. e de seguida a A.F. com 280,37 Mil.
A tabela de oponentes derrotados como defensor pertence igualmente à tribo VoD, com 2.870,61 Mil. e de seguida a tribo A.F., com 781,27 Mil.
Na sua totalidade a tabela de oponentes derrotados (total) é liderada por completo pela tribo VoD com 8.673,46 Mil.

Já nos rankings de oponentes derrotados pelos jogadores a tabela de oponentes derrotados como atacante é liderada pelo Ruikp (2.º classificado) com 469,65 Mil. Já a tabela de oponentes derrotados como defensor, é liderada pelo RZ34 (30.º classificado) com 936,48 Mil.
O jogador RZ34 dominou a tabela final com uns impressionantes 1.071,73 Mil. derrotados.

Configurações do mundo 14

Início: 09 de novembro de 2009
Fim: 10 de agosto de 2013

A equipa do Tribos dá os parabéns aos jogadores da tribo VoD e ao jogador Bruno.grilo pela vitória e a todos os participantes deste Mundo.

Vencedores do Mundo 1

E eis que um mundo histórico e pioneiro, o primeiro do seu género, chega ao seu final.

Após uns longos e cansativos 5 anos, repletos de batalhas sem fim, o mundo 1 encerra finalmente. Neste final, apenas uma tribo poderia ser vencedora e assim uma tribo se destacou, a UNOS (.:U:.) com um estrondoso total de 2.335.123.705 pontos e 206.864 aldeias!

Parabéns aos vencedores do mundo 1!


Tribo vencedora:
UNUS
1.º classificado: RedDevil (UNUS)
2.º classificado: tpanago (UNIÃO)
3.º classificado: albboteta (UNUS)

A UNUS dominou completamente o mundo onde os seus adversários sucumbiram enfrentando os gumes afiados das espadas de cavaleiros sem medo.


O top 15 foi partilhado com imensa competitividade e a classificação renhida entre as duas primeiras tribos, UNUS e UNIÃO.

RedDevil foi o jogador com a pontuação mais alta no final do turno terminando o mundo com 60.419.925 pontos, conquistando 4.940 aldeias, com uma média de 12.231 pontos por aldeia.

De seguida estão os jogadores tpanago e albboteta que ocupam o 2.º e o 3.º lugar, respetivamente. tpanago terminou com 57.879.576 pontos, conquistando 4.684 aldeias e o albboteta terminou com 57.704.998 pontos, conquistando 4.677 aldeias.

No ranking de oponentes derrotados das tribos, a UNUS lidera facilmente a tabela de oponentes derrotados como atacante com 8.836,43 Mil. e de seguida a UNIÃO com 5.086,34 Mil.
A tabela de oponentes derrotados como defensor pertence igualmente à tribo UNUS, com 3.558,43 Mil. e de seguida a tribo W*N*L, com 1.781,47 Mil..
Na sua totalidade a tabela de oponentes derrotados (total) é liderada por completo pela tribo UNUS com uns magníficos 12.394,86 Mil.

Já nos rankings de oponentes derrotados pelos jogadores a tabela de oponentes derrotados como atacante é liderada pelo marhu1 (11.º classificado) com 484,80 Mil. Já a tabela de oponentes derrotados como defensor, é liderada pelo scpgrosso (154.º classificado) com 675,38 Mil.
O jogador scpgrosso dominou a tabela final com uns 703,06 Mil. derrotados.

Configurações do mundo 1

Início: 12 de fevereiro de 2008
Fim: 10 de agosto de 2013

A equipa do Tribos dá os parabéns aos jogadores da tribo UNUS, ao jogador RedDevil pela vitória e a todos os participantes deste mundo mítico.