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Comunidade lusófona do Tribos

À conversa com… Badworld

Boa Noite badworld!

Antes de mais e em nome da Equipa quero agradecer-te por teres aceite o nosso convite para a realização desta entrevista.

1) Em primeiro lugar gostaria que falasses um pouco de quem é o badworld. Quem é a pessoa que assume essa identidade. Fala-nos um pouco de ti e de quem és fora do jogo.

R: Boa Noite, antes de mais, o meu nome é Ruben e sou um rapaz de 21 anos com algumas desavenças com o estado actual da sociedade, talvez utópico, curioso por esse motivo em relação
a tudo o que tenha a ver com a relações interpessoais e o estado actual da sociedade.

2) Qual foi o teu primeiro mundo?

R: O meu primeiro mundo foi algures pelo br10, na altura por incentivo do meu tio que jogava tribalwars naquela altura, mas era mais um construtor de casinhas que outra coisa,
se formos a falar de contacto sério com o jogo na sua essência estaremos a falar do pt2 provalvelmente.

3) Tiveste mais algum nick para além deste?

R: Joguei com vários, FLAMIG, istosoueu., Prados, etc… estes serão talvez os mais relevantes.

4) Além do Mundo 49, venceste mais algum? Se sim, quais?

R: Oficialmente venci também o mundo 37, a jogar em co-playing com o dono original da conta Prados, o Rafael Simões, o único rapaz com quem me entendo a 100% em relação ao jogo. Um grande amigo e parceiro.
Deveriam lhe realizar uma entrevista também.

5) Em que mundos jogaste? Qual foi, para ti, o melhor?

R: Os mais relevantes foram o 2,17,21,22,29,37. Diria que todos tiveram o seu sabor especial, o pt2 por ter sido o primeiro mundo onde comecei a perceber realmente no que consetia o jogo,
o pt17 pois foi onde aprendi a defender melhor a minha conta, pt21 pela organização e gestão de contas grandes, pt22 pela cultura de jogo em geral que lá adquiri por ajuda de dois grandes jogadores,
pt29 pelas amizades e técnicas que apliquei e aprendi nesse mesmo mundo.

Mas talvez o último, o pt37 tenha sido o melhor, pois foi onde encontrei o grupo de jogadores com o qual mais identifico, seja dentro do jogo ou fora dele, e quando me refiro a grupo de jogadores,
refiro-me também aos inimigos que fomos defrontando, pois conheci alguns fora de jogo e sempre foram pessoas de um fair-play incrivel, não tanto pela vitória, mas pelo convivio que esse mundo me trouxe
fora do jogo, o melhor de todos.

6) Existiu algum jogador que te marcou em especial? Se sim, porque motivo?

R: Houve 2 de facto, como já referi, o Lionstar e o NCFever, foi com eles que realmente aprendi a ser jogador, a entender o jogo na totalidade, quer a nível mais teorico como prático,
toda a cultura na hora de atacar, na hora de defender, como gerir diplomacias, o estado de espirito dos membros, como gerir egos, tudo isso foi importante para que hoje seja o jogador que sou.

7) Qual consideras ser o segredo para uma Tribo vencer um mundo? Uma Liderança forte ou um plantel forte?

R: Um misto dos dois.

-» Uma liderança forte em organização e trabalho é o essencial, mas que sobretudo de o exemplo aos restantes membros, o líder não têm que ser o melhor jogador do grupo,
mas tem que ser o primeiro a chegar-se a frente, para mandar apenas, qualquer um manda, é preciso mostrar, e com esse tipo de atitudes os membros vão atrás, pois acaba por ser também uma motivação para quem o segue.
O tópico motivação também é importante numa liderança forte, saber como agir para motivar todos os jogadores é essencial, e para isso é necessário fazer uma análise mais complexa do carácter de cada um nos diversos momentos
do jogo, para quando esse jogador apresenta uma maior desmotivação saber como motiva-lo, pois nem todos se motivam com um ‘Bora lá, tu consegues!’, as vezes é preciso dizer-lhe que não percebe nada disto para ele querer nos provar o contrario,
isto tudo depende de quem gerimos.

-» Um plantel forte sim, é importante, mas se for um plantel trabalhador, planteis fortes em individualidades, com egos do tamanho do mundo nunca vão longe, pois nunca será jogado um jogo colectivo, os interesses pessoais surgiram sempre na frente.
Forte em trabalho e que perseve o colectivo e essa tribo estará um passo a frente para ganhar o mundo.

8) Consideras que o jogo em equipa influenciou as tuas capacidades de liderança pessoal?

R: Eu diria que sim, pois lidar com pessoas com estilos de vida diferentes, ideais de vida diferentes, sobretudo atrás de um computador torna-se complicado, tendo eu sempre ocupado cargos de gestão e organização dentro das tribos por onde passei, sim,
diria que ajudou bastante.

9) Que pontos positivos retiras de um jogo deste género? Crês que o facto de ser um jogo que preza o coletivo e no qual se lida com diversas pessoas e caráteres, ajudou-te a evoluir também na vida real?

R: Tudo na vida, até a coisa mais insignificante é uma apredizagem, cabe-te a ti analisar e ver o que consegues tirar dali, e sendo isto um jogo de relação com outros, organização colectiva em tempo real, lidar com pessoas diferentes, gestão de objectivos e
prioridades acabas sempre por aprender e ajuda-te sem dúvida a evoluir a nível pessoal, mas também não só na vertente ao que ao jogo diz respeito, porque através do mesmo conheces pessoas com histórias de vida que também te ajudam a crescer e a perceber o mundo.

Agradecer também pela oportunidade de falar um pouco sobre mim e desejar a continuação de um excelente trabalho a toda a equipa. Obrigado.

Obrigado pela disponibilidade badworld.
Com os melhores cumprimentos,

A Equipa

Contar o Apoio a Chegar!

Boa noite comunidade tribal,

A dica que temos para vós esta semana é de contar o apoio a chegar.

Sabem quando estamos a receber um coordenado do inimigo, pedimos uns quantos apoios à tribo, eles mandam, mas, não sabemos se é suficiente e queremos saber quanto é que a aldeia está a receber de apoio no total.

Às vezes até fazemos umas contas de cabeça para ver mais ou menos quanto a aldeia está a receber para vermos se está ou não está “bunk”.

Ora esta dica bem simples de se fazer irá mostrar-vos uma maneira mais fácil de vermos quanto a aldeia está a receber sem puxarmos pelo nosso cérebro.

Bem primeiramente escolhemos a aldeia que está a ser apoiada:

>> Depois vamos à Praça de Reuniões

>> Uma vez na Praça de Reuniões, vamos onde diz “Pedido”

Uma vez na aba Pedido, iremos saber a quantidade total de apoio que estamos a receber a ainda podemos pedir apoio as nossas próprias aldeias, ou seja, seleccionamos aldeias para mandarem apoio e depois clicamos em Pedir e as aldeias seleccionadas já estão a enviar apoio para a aldeia a ser atacada.

Depois é só fazer o mesmo para as outras aldeias na fronteira com o inimigo a serem atacadas.

 

ekimilson

Co-playing? Todas as explicações

Vamos começar por esclarecer o que é o co-playing: Co-playing é uma abreviação de “co-operative play“, que significa jogo em cooperação.

O que quer isto dizer? Quer dizer que algumas pessoas se juntam, na mesma conta, para trabalhar em conjunto, maximizando o tempo de actividade dessa conta.

Como funciona? Começamos por recordar que, em primeiro lugar, o co-playing é algo sério, que deve ser declarado com alguém em quem possam confiar. Trata-se de duas ou três pessoas (máximo), a jogar na mesma conta, a partir de partilha de palavra-chave.

Então, mas não é proibido partilhar a nossa palavra-chave? Sim, é. Excepto aqui, neste caso específico.

Posso convidar o meu amigo para jogar comigo? Podes convidar sim, mas tem atenção que existem várias restrições ao co-playing. Antes de revelares a palavra-chave a alguém, deves começar por declarar ao suporte, via solicitação de suporte, que irás jogar em modo co-playing. Lá terás de responder a algumas perguntas e declarar que tomaste conhecimento das restrições do co-playing e que concordas com as mesmas.

Então e quais são as restrições? Para começar, só pode haver uma conta no mundo onde irão jogar, se vais jogar numa conta com o teu amigo, nem tu nem o teu amigo podem ter outras contas no mesmo mundo, mas, nada vos impede de jogarem noutros mundos, com outras contas.
A conta onde se declara co-playing só pode estar no mundo em questão.
A partir do momento em que se declara co-playing, não se pode ser substituído (sitting) por ninguém, mas pode-se substituir outras contas.
Não é possível declarar o co-playing se a conta tiver começado a jogar no mundo há menos de 30 dias.
Não se pode declarar co-playing em mundos clássicos, casuais e speeds.
Não se pode declarar co-playing se, nos 15 dias anteriores ao pedido de aprovação, tiver havido algum tipo de partilha de equipamento ou meio de ligação, ou seja, não pode ser substituído, nem aceder na casa dum amigo que também jogue, ou, no ponto de encontro de ambos, no café da esquina. As redes da universidade ou do local de trabalho são também ligações públicas, o que significa que, mesmo acedendo a partir de pontos diferentes, a rede é apenas uma, logo, o IP será o mesmo e existe sempre o risco de partilhar a ligação com outros jogadores. Quem tem ainda maior probabilidade de partilhar a ligação com terceiros, são os jogadores que acedem através dos dados móveis, as operadoras gostam bastante de atribuir o mesmo IP a muita gente.

Como devo declarar? Deves começar por abrir as solicitações de suporte e criar um novo ticket, na categoria de “Outros” e no mundo que pretendes, no assunto deves colocar um título directo que não deixe dúvidas sobre o que pretendes (algo como “Declarar co-playing“) e na mensagem deves expressar a tua intenção.
Para quem já declarou antes, fica a dica, não vale a pena quererem apressar o processo dando logo as respostas. Porquê? Porque vamos olhar para a declaração de co-playing como um novo contrato com a empresa, não podes chegar e assinar antes dos termos serem apresentados. Nem vale a pena reclamar que já sabem tudo e que basta aceitar e pronto, para ser realmente legal tem de haver realmente uma declaração em como aceita as condições.
Posto isto, declaras então que queres jogar em co-playing e receberás uma mensagem com as regras de co-playing e com alguns dados a indicar para poder aprovar o pedido. Após a resposta a estas perguntas, o suporte irá verificar se as contas envolvidas estão todas conforme as regras e, se estiver tudo bem, o co-playing será finalmente aprovado.

Que dados são esses? Apenas o estritamente necessário para jogar, nada que invada a privacidade do jogador. A conta que fica para jogar, os jogadores que vão jogar e quais as contas que todos os jogadores estão a usar noutros mundos.

Co-playing declarado, e agora? Agora é jogar, não esquecendo as regras, principalmente que não podem ter outras contas no mesmo mundo e que não podem ser substituídos ou partilhar a ligação com outros jogadores.
Não se esqueçam também que, a titularidade da conta, independentemente de quem tenha comprado pontos premium a partir da mesma, será sempre atribuída ao proprietário original, que tenha acesso ao e-mail de registo.
Ainda, em caso de infracção, independentemente de qual dos co-players a tenha cometido, o bloqueio é sempre aplicado à conta infractora, quer o culpado tenha sido o dono original ou um dos outros co-players. Portanto, certifiquem-se de que estão a jogar com pessoas de confiança, que querem tanto quanto vocês jogar até ao final do mundo sem problemas.

Entrevista a blade20, líder da tribo vencedora do Mundo 44

Boa tarde blade20!
Primeiramente, em nome da Equipa de Tribos, felicitamos-te pela vitória no mundo 44, parece ter sido feita história no servidor português.

1- Antes de falarmos de tribos, podes falar um pouco de quem és fora do jogo?

Durante o meu percurso no tribos já fui um pouco de tudo fora dele, desde estudante, a desempregado, e agora trabalhador. Felizmente o meu emprego actual obriga-me a estar no computador muito tempo o que me facilita vir dar umas espreitadelas ao jogo.

2- Tiveste mais algum nick para além de blade20?

Joguei no mundo 18 como Pandora corp. a pedido de uns amigos, mas de resto sempre joguei com o mesmo nick, e caso jogue em mais algum mundo o nick blade20 será para manter. É com este nick que fiz coisas boas e más, mas principalmente é este nick que os amigos reconhecem.

3- Qual foi o teu 1º mundo no servidor português?

O primeiro foi o mundo 5, mas quase nem conta porque nem sabia distinguir tropas de defesa de tropas de ataque e entrei nesse mundo já ele ia bem avançado. Onde a dedicação começou a ser maior foi sem dúvida a partir do mundo 12, onde aprendi muito com jogadores como Lili.p, minha líder na altura, ou VITORO, meu companheiro de ataque desse mundo.

4- Quais são as características que mais gostas num mundo?

Uma das que mais gosto será as igrejas, por um lado retiram tropas que podiam ser usadas em guerra mas por outro permite o uso de um maior numero de jogadas estratégicas, além de obrigar até os jogadores mais inexperientes a jogar em núcleos o que acaba por ser benéfico para todos. Depois claro, um bom grupo de adversários é sempre essencial. Não gosto de coisas demasiado fáceis.

5- Para ti, o que é o mais importante numa tribo?

União, jogadores que joguem para a tribo e não o contrário.

6- Como te consideras como líder?

Quem poderia avaliar melhor serão os meus jogadores, eles é que sentiram na pele quando eu estava alegre e quando estava mal disposto. Mas aquilo que procuro seguir é ser o primeiro a fazer aquilo que peço aos meus jogadores, ou seja, dar sempre o exemplo. Depois é ouvir todas as opiniões, desde o jogador mais experiente ao mais inexperiente. Claro que não é possível seguir tudo que nos dizem mas de certa forma cada opinião transmite o que cada jogador sente no papel que esta a desempenhar na tribo, e permite-nos tentar adaptar o que eles gostavam de fazer ao que a tribo precisa.

7- És um jogador mais defensivo ou ofensivo?

Depende um pouco de mundo para mundo, no 44 fui obrigado a ser um pouco mais defensivo devido a desvantagem com que jogamos muito tempo, mas gosto mais de atacar apesar de me considerar melhor defensor que atacante.

8- Happy Friends, desde o inicio achaste que a HF seria a grande vencedora do mundo?

Sempre tive essa esperança e objetivo, consegui reunir um bom grupo de jogadores de mundos por onde já tinha passado antes, desde os velhinhos do mundo 12, aos mais recentes do mundo 36, por isso sempre acreditei. Mas desde cedo que vi nomes conhecidos do tribos entrarem no mundo 44, por isso com respeito por todos os adversários, fomos dando um passito de cada vez, cientes que seria complicado.

9- Primeira guerra oficial contra 14 tribos ao mesmo tempo, como é que o número de tribos adversárias chegou a 14?

Se por um lado o grupo que juntei tinha bons jogadores na fase endurance, por outro tinha alguns dos melhores jogadores no sprint que nos levou desde cedo para top 1. Isso aliado ao facto de eu e o grupo que reuni para este mundo usarmos o mesmo nick desde sempre, para as tribos que estavam próximas de nós foi fácil perceberem que nós seriamos uma tribo dura de ser vencida. Como todas que tentaram ser nossas aliadas foram rejeitadas, as alianças entre todas acabou por surgir naturalmente com objetivo de nos derrotar.

10- A HF foi durante os primeiros 4 meses top1 e os últimos 7 meses top1, que achas destes dados estatísticos?

Acho que isso mostra que a tribo foi bem construída, com equilíbrio de jogadores endurance e sprinters. TOP 1 na fase inicial graças aos sprinters ajudou a atrair bons jogadores que nos eram desconhecidos, e os jogadores de endurance foram cruciais na fase final do mundo. Essas estatísticas mostram também que jogamos contra boas tribos que conseguiram os seus feitos e nos deixaram para trás a certa altura do mundo, mas que com a nossa persistência voltamos ao TOP.

11- Excluindo a HF, qual era a tribo em que vias mais potencial para ganhar o mundo?

Por incrível que pareça via com mais potencial a PIB que se perdeu a meio, e não a SMF que chegou até à final. O motivo da minha opinião é porque a PIB apesar de estar a perder as guerras que se encontrava envolvida, mostrou ter um grupo unido, que bem lapidado poderia dar a reviravolta. Após a fusão com a SMF, eu que assisti de fora penso que começaram os problemas internos, mais jogadores a desistir, e não via grande ajuda entre jogadores EX Pib e os SMF de origem e isso numa tribo pode ser fatal.

12- Segundo palavras tuas, depois da fusão entre PIB e SMF, a HF viu-se com cerca de 25% de dominância. Foi devastador para ti ver que estavam a 5% de dominância de perder o mundo?

Foi devastador ver a diferença em relação ao número de aldeias e principalmente de território. A SMF + PIB nunca chegaram a atingir os 75% numa só tribo pois a fusão foi feita demasiado cedo e não cabiam todos os jogadores numa só tribo, havia muitas barbaras em todos os K. No entanto a nível de território dominado aí sim, os 75% aplicavam-se pois nós só controlávamos o canto nordeste do mundo. Mas se nada fosse feito da nossa parte, e com os surgimento natural de desistências, eles acabariam por conseguir ter os 75% numa só tribo e nem precisavam de nos conquistar aldeias para o conseguir, apenas não nos podiam deixar crescer, e foi um pouco corrida contra o tempo.
E foi aqui que ter um grupo de jogadores já conhecidos ajudou bastante, pois fomos dando força uns aos outros e transmitindo vontade de lutar nem que fosse só para lhes dificultar a vitória que entretanto já estava a ser proclamada e anunciada.

13- Janeiro e Fevereiro, estatisticamente, foram o ponto de viragem do mundo, que se passou durante esses 2 meses?

Como tribo em desvantagem nós fomos focando as nossas energias pelos cantos do mundo, que são por norma e tendencialmente menos reforçados que o centro e neste não foi diferente ainda por cima no centro é onde estavam a maioria da liderança dos inimigos. Como controlávamos menos território acabamos por ficar compactos no mapa e a chegar mais rápido a certas zonas deles que eles com defesa. Quando a SMF nos atacava para nos atacarem com mais força esperavam muitas vezes pelos fulls que vinham do outro lado do mundo a dias de viagem e isso foi-nos dando margem de manobra pois no espaço que eles faziam 1 coordenado grande, nós fazíamos 2 com tudo que tínhamos. A certa altura ao atacarmos como sempre pelas laterais, vimos que a zona estava especialmente bunkada, e foi então que nos começamos a preparar para avançar com tudo pelo centro pois presumimos e bem que estivesse mais desprotegida. E a partir dai as coisas começaram a mudar pois eliminamos um dos Tops deles.
Para isso muito contribuiu o espírito de sacrifício dos meus jogadores. Aqueles que estavam no centro até aquela data praticamente só mandavam limpezas para as laterais do mundo para ajudar nessas alas e aguentavam com os coordenados sem poder dar resposta. A ideia nisso era não dispersar as tropas e avançarmos sempre como um só. Mas esses jogadores com isso foram acumulando nobres, muitos nobres. E nesse coordenado grande ao centro foram enviados perto de 1200 nobres num só jogador no primeiro dia de coordenado graças a essa contenção dos meus jogadores, e ao facto de estarmos a certa altura bloqueados sem ter por onde avançar nem barbaras para conquistar. Com o excesso de nobres podemos fazer algumas jogadas que até ali não tínhamos conseguido.

14- Em Fevereiro já se via a HF no top1, que sentiste nessa altura?

Senti que o esforço estava a valer a pena, e foi um incentivo extra para continuar a dar 100% por este grupo de jogadores fantásticos.

15- Que atitude tiveste quanto aos jogadores que, no inicio, trocaram a HF pela SMF, mas, no final, mostraram arrependimento?

O arrependimento só vem quando te apercebes que mudas para pior. Ninguém é prisioneiro de tribo nenhuma, mas quando uma tribo luta pelos membros, o mínimo que se deve a essa tribo é respeitar, mesmo que a decisão seja abandonar. Quem nos abandonou esperou que fizéssemos coordenado, para nos atacar no nosso interior quando estávamos sem defesa que estaria a proteger a fronteira e sem ataque que tinha seguido no coordenado, e a isso chamo falta de respeito para com uma tribo que sittou e defendeu ataques a esses jogadores quando precisaram. 95% das tribos cairiam com essa jogada, esta não caiu nessa altura devido ao grupo espetacular que me acompanhava. Acabei por dar 2ª oportunidade a um deles, porque precisava da localização dessa conta para desbloquear ainda mais a guerra a nosso favor.

16- De todos os jogadores, qual foi o que mais te surpreendeu ou os que mais te surpreenderam?

Vários jogadores surpreenderam neste mundo, uns pela positiva, outros pela negativa. A destacar alguns seriam os da minha tribo por razões óbvias sobre os quais já fiz uma dedicatória a todos no Fórum externo do mundo 44, todos os membros da minha tribo foram importantes na vitoria. Mas os mais importantes foram sem duvida a minha companheira de liderança, a Desumana que embora pequenina deu o cabo dos trabalhos ao TOP 1 inimigo foi uma autentica muralha naquela zona, e organizou a tribo defensivamente na perfeição. Pedraxix não foi surpresa para mim, já o conhecia de outros mundos, mas é um dos melhores jogadores de tribos de todos os tempos, além de ajudar a moralizar as tropas, dava o exemplo na frente de guerra.
Para terminar o nico pela sua recuperação quando sofreu coordenado interno quando ainda estava nos nossos inimigos PIB, migrou para a nossa beira conquistando meia dúzia de barbaras e revoltado com o que lhe fizeram, e com apoio e ajuda da -HF- fez uma recuperação surpreendente, sendo posteriormente parte fundamental da tribo quer pelo que fazia na sua conta quer pela ajuda que dava a sittar contas sob ataque.

17- Algum conselho a dar a líderes que passem pela vossa situação?

Nunca desistam, se for para perder que seja a lutar sempre. E não importa o numero de aldeias que os outros têm a mais. Ninguém consegue ter 100% das aldeias a trabalhar para a equipa numa tribo, por isso independentemente do número de aldeias que uma tribo tenha, importa aquela que tem mais aldeias a serem usadas para ajudar a tribo, seja a apoiar a fronteira ou a atacar inimigos, pois muitas vezes o que os outros têm a mais não está a ser usado nem para nos atacar nem para apoiar. Façam bem essa gestão, e a gestão da satisfação do vosso plantel e todo o resto vem por acréscimo.

18- Tens algum inimigo em especial que te surpreendeu?

Tive vários a surpreender. Citando 3 deles, o blackshot e thrandir, porque nunca desistiram, chegaram ambos a perder quase a totalidade das aldeias em fronteira num só dia, mas isso não os fez desistir, passado uns tempos estavam de volta, sempre humildes e com respeito por nós, algo que me levou no fim a recrutá-los, -Kirgonix- pela evolução que teve na sua postura no jogo, inicialmente não olhava a meios para atingir os fins, e no fim bem humilde, chegou até a entregar seus próprios espiões.

19- Achas que as coisas seriam diferentes se a SMF tivesse a liderança original/jogadores originais, do mundo 16?

Não, até porque a liderança do mundo 16 estava toda ou praticamente toda cá, pelo menos o fundador Carlos Serra esteve e vieram com todos os principais jogadores desse mundo, ainda recrutaram os jogadores da PIB que continha muitos vencedores do mundo 37 e vencemos.

20- Achas grande ou pequeno o impacto dos eventos nas guerras?

Tem grande impacto. Desde itens para acelerar o recrutamento, a itens de potenciar o ataque ou defesa têm sempre grande impacto.

21- Terminado o mundo, tens planos para o futuro ou vais descansar?

O meu plano para já é somente descansar deste mundo desgastante. No futuro quem sabe não volte com este grupo e agora reforçados com as amizades feitas com jogadores que neste mundo foram nossos inimigos.

22- Já é o 3º mundo que ganhas, 17, 36 e agora 44. De todos, qual achas que foi o mais difícil?

O mais difícil é uma escolha complicada. Posso eleger o mais fácil que foi o mundo 36, que venci sem passar por grandes sobressaltos. Mas tanto este mundo 44 como o 17 exigiram muita dedicação, e muitas horas sem dormir.

23- Antes de terminar, a pergunta do costume. Mudarias alguma coisa no tribos? Se sim, o quê?

Mudaria algumas coisas, uma seria ser apenas permitido comprar nobres passados 90 dias de mundo, para não haver tanto aquelas discrepâncias iniciais em jogadores. Afinal no inicio de mundo é quando os pps fazem mais diferença e desequilibra as guerras. Penso que isso facilitaria até a introdução de novos jogadores ao jogo.
Outra seria ser permitida a troca de itens que se ganham nos eventos entre jogadores da mesma tribo. A certa altura tornar-se-ia importante ter essas opções pois há sempre jogadores que são mais atacados e não conseguem sair para o ataque e para esses jogadores era importante ter itens de defesa, assim como quem parte mais para o ataque convém ter itens de ataque, só para citar 1 exemplo.

Obrigado pela disponibilidade blade20!

 

Entrevista realizada por Ekimilson

Aniversário do Tribos e do Grepolis ’14

No dia 1 de março de 2014 a equipa encontrou-se em Lisboa, para celebrar o 6.º aniversário do Tribos e o 4.º aniversário do Grepolis em Portugal.

Olá! Foi com agradável surpresa que recebi convite para participar no jantar de celebração do Aniversário do Tribos em Portugal, realizado a 1 de março de 2014.

Cerca das 18h30 lá estava eu a caminho do ponto de encontro, estação do Rossio, já há um tempo que não passeava pela baixa de Lisboa, aproveitei para recordar momentos há um tempo adormecidos, obrigada por isso.

Allura

Primeiro jantar na equipa, onde estava com receio que fosse difícil encontrar membros da equipa.

downdx

O que tenho a dizer sobre o jantar… Foi agradável? A paparoca está boa? Os outros convivas eram pessoas simpáticas? Para mim, o jantar não foi apenas isso… Começou uns dias mais cedo, aquando da minha inscrição… “Hum”, pensei para os meus botões, “vamos lá conhecer o pessoal que joga Grepolis” e também quem nos chateia (no bom sentido) nos comentários do FE do jogo.

mrmarques64

Nunca fui bom nesta coisa de escrever, mas vou tentar dar o meu melhor.

Por natureza sou um a pessoa tímida, embora não pareça. Durante o dia do jantar estive a trabalhar o dia todo pelo que ponderei não ir, estava muito cansado.

Guerreiro Mal Cheiroso

Sábado, dia 1 de março, tinha chegado, aquele dia que eu ansiava há algum tempo, aquele dia em que eu ia conhecer pessoalmente.

Acordar cedo, porque havia que preparar o encontro, nomeadamente aparar a barba, pois se aparecesse em Lisboa com aquela barba e de mochila às costas, muito provavelmente era preso por suspeita de ser um bombista suicida. Barba aparada, mochila às costas e chega a hora de entrar no comboio e esperar que as 2 horas e meia de comboio passassem muito rápido.

Entro no comboio e verifico que no meu lugar está ocupado por um senhor de idade, pergunto-lhe se está no lugar certo, ao que me responde “Houve um engano e venderam o meu lugar duas vezes, espero que não se importe de estar no seu lugar”. Fiquei um pouco desconfiado, mas fui para o banco livre que estava atrás. Mais tarde, quando o pica chega, verifico que o senhor que estava sentado no meu lugar se tinha enganado no dia em que viajava e só viajava no dia a seguir. No meio da minha viagem para cima, estava eu muito bem a rejubilar a bonita paisagem alentejana quando reparo que a janela começa a ser tapada e eu a não perceber o porquê. Era a senhora de idade que viajava atrás de mim que estava farta da paisagem e decidiu tapar a janela.

Enfim, entre senhores sentados no meu lugar, senhoras a taparem-me a janela e a mandarem olhares pouco amigáveis quando olhava para elas, passou-se a viagem e cheguei a Entrecampos onde tinha combinado com o senhor alexmix e com a RIFS, irmos para o local do encontro.

Ao sair do comboio, reparei num senhor com um aspeto indiano, após alguns olhares travados entre nós, reparei que não era ele. Continuei a andar e vi lá ao fundo, no horizonte um rapaz com aspeto indiano, mas vi que tinha óculos e não tinha flores na mão e percebi que aquele sim, era o senhor alexmix.

Após nos termos cumprimentado e falado um pouco, fomos ter com a RIFS que ainda estava no Saldanha. Foram precisos passarem dois metros para a RIFS chegar, aquela rapariga pequena com voz de menina de 12 anos, quer dizer, voz de 12 anos até ter falado comigo, pois aí já ficou com a idade que tem, ahh Skype, a mudar vozes desde que foi criado. A Larkin tinha dado as instruções ao senhor alexmix e tínhamos que ir para o Rossio e tínhamos 15 minutos, segundo a informação do senhor alexmix.

Saímos do metro e depois de já nos termos enganado uma ou duas vezes no caminho, fomos para norte até perguntarmos a uma senhora que passava onde era o Rossio, ao que ela nos responde que era para sul, mais uma vez enganados…

mretfc

Bem, começamos a aventura na parte que não fiz uma boa gestão do tempo e quando chega a hora de estar já a encontrar-me com o senhor alexmix e com o mretfc ainda estava eu em direção a casa pelo que já não foi possível ir trocar de roupa, senão era mais 1h. Lá fui eu a correr para o Saldanha para apanhar o metro o mais rápido possível, toda stressada já, finalmente encontro os dois meninos, o senhor alexmix já o conhecia, mas o mretfc só o tinha visto em fotos, mas ao olhar para um ser estranho no fundo da estação vi logo que vinha do sul, aqueles suspensórios não enganaram ninguém.

Já descansada na companhia deles, o senhor alexmix lembrou-se brilhantemente que afinal eles é que deviam ter ido na minha direção e não o contrário, poderíamos ter poupado uns 15/20 minutos, aquele senhor alexmix… eheheh.

Lá fomos nós em direção ao Rossio, onde já se encontrava o resto da equipa, no caminho eu e o senhor alexmix alternávamos com os palpites do caminho, nunca acertávamos numa direção e chegamos mesmo a ser “repreendidos” pelo segurança do comboio na estação do Rossio (a culpa das cancelas estarem abertas não era nossa, nunca lá tinha ido àquela estação, não a conhecia).

RIFS

Como sou de Lisboa, e como não foi o meu primeiro evento, já não estava com o “bichinho” na barriga para o evento. Claro que estava com imensa vontade, mas já não tive a necessidade de uma grande viagem, nem de pernoitar em algum outro local que não a minha casa.

O plano era simples: apanhar o mretfc em Entrecampos e ir ter a casa da RIFS. Quando cheguei a Entrecampos, lá me lembrei que era mais fácil se a RIFS viesse ter connosco e íamos juntos para lá. Na verdade, não era. Quando fôssemos apanhar o metro, passávamos por ela. Primeira falha minha, do dia. Lá tivemos de esperar uma meia hora pela RIFS… Mulheres.

senhor alexmix

Mais um dia de encontro de equipa e tudo começou por ir buscar o ogait87 e o Castela95 a Aveiro. Uma vez lá, começou o desafio para os encontrar, visto que supostamente estavam na paragem de autocarros e eu via autocarros parados em todo o lado, até que vejo 2 indivíduos a correr atrás do carro.

A seguinte paragem viria na estação de serviço de Pombal onde esperamos pelo outro carro. Uma vez que o Ricardo, a Larkin e o EnteiRocks tinham chegado seguimos viagem para Lisboa, onde o Castela95 revelou o seu pequeno trauma de andar a altas velocidades.

Logo a seguir ao almoço fomos então conhecer o hotel onde iriamos passar a noite e passar um pouco o tempo à espera dos restantes colegas de equipa, e entre conversas e um joguinho de bilhar foi a hora de ir embora ter com o resto dos colegas ao ponto de encontro, onde, como de costume, foram aparecendo caras novas. Finalmente consegui conhecer o LIKE A NOOB, depois de 2 anos.

euu17

Ponto de encontro na estação do Rossio onde a conta-gotas se juntava mais pessoal para este celebre jantar.

cukacuks

Mas quando cheguei ao ponto de encontro foi fácil de descobrir onde estava o pessoal da equipa.

downdx

Apesar de já fazer parte do suporte do Tribos há 3 anos, nunca tinha ido a nenhum encontro da equipa, tendo este sido o 1.º em que estive presente, assim sendo, conhecia apenas algumas pessoas pelas fotos, mas ninguém pessoalmente, o que, no início, me fez percorrer, por duas vezes, a estação do Rossio de uma ponta à outra, em busca dos restantes, mas sem conseguir avistar ninguém conhecido, até que, finalmente, vejo o Ricardo, um dos poucos que conhecia pela foto, e disse para comigo: “Finalmente!”.

Sylux

Depois da viagem de metro e de alguma chuva, finalmente tínhamos chegado ao destino: a estação do Rossio. Até lá chegarmos tive centenas de chamadas da Larkin. É tão bom quando se preocupam connosco!

Caras novas, caras menos novas, caras velhas. Havia de tudo quando lá chegamos. Tudo com boa disposição. Até mesmo quem já lá esperava há mais de três horas. Estranhamente, os membros do The West ficaram muito felizes por me ver. Tenho mel?

senhor alexmix

Bo tem mel…

Este convívio começa com a chamada recebida do Ricardo, mas que verifiquei que afinal quem estava no outro lado do telemóvel seria a Larkin. Eu a pensar que a concentração seria às 18h30, mas afinal estava errado, já que às 16h30 o pessoal já se estava a juntar.

Quando verifiquei já estava a receber a chamada a perguntar onde me encontrava. Apesar de já ter passado várias vezes no ponto de concentração, nunca pensei que ali fosse uma estação, principalmente devido ao facto de eu ser do Porto e estar em Lisboa há pouco tempo.

Mais fácil que encontrar a estação de comboios foi encontrar o grupo! Minutos antes, liguei ao Ricardo que me confirmou que ainda estavam à espera na estação e eu pessoalmente não conhecia ninguém, exceto de imagens de perfil do Skype e do Ricardo que já o tinha visto anteriormente de outros eventos.

A parte mais engraçada foi curiosamente conhecer a minha adversária rival, pois já estamos num mundo com mais de 4 anos e, como é óbvio, a conversa durante a noite toda foi em redor desse mundo.

rescuer

Quando cheguei à Starbucks do Rossio, foi um pouco estranho, porque iria ser o meu primeiro jantar com a equipa. Mal olhei para dentro da estação vi logo quem era a solutions, um grupo de pessoal cheio de energia, a falar de cada jogo. Juntei-me à Allura e à cukacuks que, por acaso, falavam de Tribos, fartei-me de rir, logo no início.

TomaslinoSoares

Chego à estação do Rossio deparo me com um grupo gigantesco de escuteiros aparcados em pleno adro da estação, durante alguns segundos ponderei a hipótese de ser o grupo da Innogames… eheheh. Então procuro melhor e vejo um rosto que me pareceu familiar,  tinha encontrado a minha equipa.

Allura

Por volta das 15:50 saí de casa em direção ao ponto de encontro que era na estação de comboios do Rossio.

Cheguei por volta das 16:30 e liguei para a Larkin a perguntar se estava no sítio correto e que não sabia se já estava lá alguém, pois nunca antes tinha visto nenhum membro da equipa. Entretanto na chamada, o Ricardo disse que estava a sair do hotel e que em 15 minutos estava no sítio combinado.

Assim que a Larkin chega e vai em direção a um grupo de cerca de 6 pessoas que já estavam lá há algum tempo, e que já eu já os tinha visto, reconheço-a logo e junto-me com todos.

Após 3 horas de alguma conversa e de nos conhecermos todos uns aos outros, vamos para o restaurante a pé, que não era muito longe do ponto de encontro.

LIKE A NOOB

Ao chegarmos ao ponto de encontro, vimos, à porta, um círculo em que só se encontravam homens, entre eles destacava-se um homem pela sua altura, era o Ricardo. Entrei no círculo e cumprimentei todos, mas houve um que me surpreendeu, foi o Castela95. Pelas fotos que tinha visto deduzi que fosse mais alto, mas foi fogo-de-vista, conseguia ser mais baixo que o Costinha. Depois fui lá dentro acabar de cumprimentar o resto das pessoas, coisa que não consegui, pois chamaram-me lá fora e esqueci-me depois.

Enquanto falava com o euu17, vem ao pé de nós uma senhora, já com a sua idade, e com um BI muito velho na mão. Chega ao pé do euu17, mostra-lhe o tal BI e diz umas palavras que ninguém percebeu o que a senhora falou e foi-se embora. Segundos a seguir voltou e veio ter comigo e, fez a mesma coisa que ao euu17, mas eu, como deduzi que ela tivesse encontrado o BI no chão e estava a à procura do dono, disse que não era meu, ao que ela responde “fgibhkbv, parvo”, sim, eu não percebi nada do que disse a não ser a palavra parvo. A senhora foi ter com o Ricardo e ele responde, a apontar para mim mais do que uma vez, “É aquele rapaz que está ali”. Eu, para fugir, fui lá para dentro sentar-me e conversar com algumas pessoas que ali estavam. Ao fim de 1 minuto a senhora voltou ao meu encontro e aproveitando que ela se distraiu eu tive que fugir outra vez. Entretanto o círculo já tinha vindo cá para dentro e juntei-me a eles. Parece que estava tudo contra mim, pois o senhor carlos alex36 e o senhor PThugo decidiram imitar o Ricardo e começaram a apontar para mim e lá veio a senhora outra vez. Após me esconder lá fora a senhora foi-se embora, DE VEZ!

Ainda estivemos à conversa algum tempo, pois faltavam algumas pessoas chegarem. Após todas as pessoas presentes, quem tinha malas/mochilas foi por no carro, pois não iriam andar com aquilo atrás, quer dizer, todas menos eu, pois não estava atento e por causa disso passei a noite toda com a mochila às costas.

mretfc

Finalmente comecei a ver caras familiares, já tínhamos chegado até eles.

Vejo dois grupos, uns estavam sentados, outros em pé. No grupo que estava em pé veio logo um senhor de casaco vermelho, mais conhecido por big boss, ou então por Ricardo, intimidar-me com um grande “RIIIIIIIFS”, e no grupo que estava sentado apenas reconheci um rapaz, o euu17. De repente vejo alguém de vermelho a fazer-me adeus e eu para mim própria “Aaaaaa, quem é?! Rápido brain ajuda-me a reconhecer as pessoas… Uiii, calma, é a Larkin?! Ups, espero que ela não tenha percebido que não a tinha reconhecido”. À medida que me fui aproximando fui reconhecendo algumas caras.

Ao que parece a Leoa, antes de ir embora, esperou que eu chegasse para me conhecer, o que, na verdade, na altura, quando me disseram, fiquei um pouco atrapalhada sem saber que reação ter, perante o facto de alguém estar à espera para me querer conhecer, mas foi engraçado.

Estivemos lá na conversa à espera que o pessoal todo chegasse.

RIFS

A partir deste momento foi a troca habitual, creio eu, por ser novata nestes eventos, de nicks, de histórias de jogo, de guerras, foi fácil sentir-me no grupo como se há muito lhe pertencesse, o jantar decorreu a um ritmo alucinante.

Allura

Rumo à Cervejaria Trindade, no Bairro Alto, cerca de 30 pessoas tomaram conta do evento de celebração dos 6 anos do Tribos.

cukacuks

Mais à frente, quando nos dirigíamos para a Cervejaria Trindade, tivemos de fazer ainda uma caminhada, diria que passou rápido com a boa companhia que se fazia sentir, foram cerca de 10 minutos a subir com alguns chuviscos…

Quando entrámos no Restaurante, aí vi que era um grupo ainda maior do que o que eu pensava, notou-se ainda mais as conversas de cada grupo. Onde estava, passámos o jantar a falar de Tribos… Sou sincero, não percebia nada! Mas com a boa comida lá se passou bastante bem.

TomaslinoSoares

Durante o evento tentei ficar a conhecer todos os presentes, tendo obviamente acabado por falar mais com uns do que com outros, principalmente durante e após o jantar, pois acabou por ser a altura mais propícia.

Sylux

Fui quase dos últimos a chegar ao jantar, fiquei numa ponta da mesa onde não conhecia ninguém, pois era a primeira vez que ia a um evento destes. Foi difícil começar a falar com desconhecidos, os quais nunca tinha tido contacto, pena não existir um quebra-gelo para estas ocasiões. Foi uma sensação estranha só ao fim de 2 ou 3 canecas é que consegui começar a sentir-me mais à vontade.

Durante o jantar penso que deveria haver espaço para todos serem apresentados em voz alta e cada um fazer a sua apresentação estilo “Chamo-me X e moro em Lisboa, o meu nick na equipa é Guerreiro Mal Cheiroso, e por ai fora…”.

Em relação ao jantar propriamente dito, gostei de tudo o que comi e bebi, senti-me satisfeito. Gostei do local, e das pessoas.

Guerreiro Mal Cheiroso

Já no restaurante, no quentinho e todos sentados, fiquei ao lado do Sylux, do Enteirocks e do euu17, em que até chegamos a dividir um croquete por 4 pessoas.

LIKE A NOOB

Seguimos em direção para o jantar. Pelo caminho (na verdade, naquelas subidas) devo ter sido capaz de escorregar umas 10x (ou mais) naquela calçada molhada, sem cair, atenção.

No restaurante, grande confusão com grupos, todos queriam ficar com o x, com o y e com o z, trapalhada, mas lá foi a chefa por ordem naquilo. Acabei por ficar mesmo em frente ao giraço do francês, nada mau 🙂 (espero que ele não tenha acesso a este texto).

Já vem de jantares anteriores a minha reputação da quantidade de comida que eu como por refeição, mas até eu olhei para a sopa e pensei, “Bem, isto deve ser daqueles restaurantes que está sempre a chegar mais comida!”, neste caso era a sopa. Posso dizer que a tigela tinha tanta sopa que eu quase que via o fundo, no entanto, a comida estava divinal ou então eu estava com muita fome. Os meninos do The West, que ficaram numa ponta, fizeram questão de irem várias vezes ao meu lugar certificarem-se se eu comia tudo e se estava tudo do meu agrado, obviamente que sempre tudo com um sentido de brincadeira.

Deu para dialogar com a Allura (estava ao meu lado direito), ao longo do jantar, conhecer um pouco mais os moderadores mais recentes, excelentes pessoas, pelo menos os que conheci. Já do lado esquerdo era preciso mais cuidado, eheh, (Ricardo, Larkin e EnteiRocks). RIFS

O jantar decorreu até que chegou a parte de “ir sair”.

RIFS

Após subirmos umas ruas chegamos finalmente ao restaurante onde iriamos jantar e aí é que se deu um dos problemas da noite! Quem se sentava onde. A equipa do The West queria estar toda junta, mas o Ricardo tinha virado quatro cadeiras para a krislete e os seus acompanhantes e foi impossível, naquele momento, estarem todos juntos. Quando o Castela96 e a Larkin acabaram o seu diálogo, chegou-se à conclusão que tínhamos que pôr uma mesa ao lado e assim, finalmente, a equipa do The West pôde ficar toda junta.

Entre muitas conversas e partidas ao Castela95, acabámos de jantar, mas ficámos por lá a conversar. Eu saí do meu lugar, ao pé dos The West, e fui ter com alguns elementos da minha equipa, fiquei algum tempo à conversa com a Allura, com a cukacuks e o namorado e com o TomaslinoSoares. Entre muitas conversas cheguei à conclusão que o meu futuro iria ser pela via dos arrumadores de carros, pois a cukacuks, que tem um curso parecido ao que eu quero tirar, avisou-me do que se passava hoje em dia.

mretfc

Depois de uma espera ainda mais longa por um membro atrasado, e já com a fome a apertar, lá fomos em direção ao restaurante.

Um bom jantar, com um grande espírito de grupo a evidenciar-se. Houve dois episódios que tiveram imensa piada: primeiro, o facto do C0rrupt3D preferir usar a casa de banho das mulheres e o facto do Costinha gostar imenso de mousse de chocolate com pitada de pimenta.

senhor alexmix

O restaurante escolhido foi a Trindade. “Bom, sei onde é ou pelo menos sabia, a última vez que lá entrei vão para mais de 10 anos, à vontade. Okay, sei que é perto do Largo do Camões e tenho de arranjar estacionamento para a viatura. Porreiro, existe por baixo um parque. É mesmo lá que vou estacionar.”

Sábado, saio à pressa de casa, “Bolas, estou atrasado tenho de ir pela A8. O tempo também não ajuda, sempre a chover e tenho de conduzir com cuidado. O atraso está garantido. Espero não apanhar muito trânsito em Lisboa.” Tenho sorte, venho pela beira rio e é sempre a andar, exceto no Poço do Bispo onde estão uns radares.

Chego ao Largo de Camões e vou direto ao parque. É complicado estacionar, os lugares são mesmo pequenos, vê-se mesmo que quem projetou não estaciona lá a viatura. Lá consegui estacionar, não ficou lá muito bem, mas escapa. Espero que o estacionamento não me custe os olhos da cara…

Lá vou eu em passo acelerado, à chuva, noite tenebrosa esta, em direção à Trindade. Passam uns 5 minutos das 8, assomo à entrada e vejo um grupo. Será este o pessoal do jantar? Nada melhor que telefonar ao boss Ricardo, e diz-me que ainda vêm a caminho. “Bom, afinal não cheguei atrasado.” O grupo chega e entramos para a cervejaria. Dirigimo-nos às nossas mesas e aí cumprimento algum do pessoal presente. Não sei porque carga de água, há um que percebo que era do Brasil. Afinal, ele chamava-se Basil e era estrangeiro… gaffe minha.

Nessa altura entra em cena a Larkin, aliás uma pessoa extremamente simpática e faz as honras da casa, dizendo de uma forma geral quem é quem. Entretanto já tinha conhecido o downdx.

Pouco depois, aparece o Guerreiro Mal Cheiroso e finalmente a Moon.Goddess. O pessoal do Grepolis fica junto (eu, Guerreiro Mal Cheiroso e downdx), já que a Moon.Goddess, entretanto, muda de lugar.

Foi agradável conhecer outras pessoas, estivemos em amena cavaqueira, deu para reparar que a malta mais jovem é “addicted” no jogo não dispensando os seus telemóveis. O nível do serviço da Trindade continua na mesma – bom.

Depois de comidos e bebidos, chega a altura da “nigth”, coisa que não posso alinhar, tenho o meu regresso a casa para fazer. Continua a chover, noite complicada, esta! O pessoal vai divertir-se e muito bem, para o Bairro Alto.

Desejo a todos uma boa noite e lá vou eu fazer mais uns 100 km para casa.

mrmarques64

Já no jantar tive a oportunidade de falar com a minha companheira de moderação no mundo 34 do fórum e colocar em prática várias situações ocorridas e resolvidas. Juntamente com uma parte do grupo do Tribos, encontravam-se o grupo do Grepolis, que passaram grande parte do jantar a falar sobre métodos de detetar bots no jogo! Brincadeira, brincadeira foi o Guerreiro Mal Cheiroso, que curiosamente não parava de falar e de chamar o empregado da mesa para servir mais uma dose… Ora de bebida… Ora de comida… E no final de contas devia pensar que precisava de vários artigos para levar já que quando me levantei para sairmos do restaurante deparo-me que o casaco tem um peso substancialmente mais pesado do que o normal. Com o grau de admiração de tamanha faceta, foi descoberto logo o culpado há saída do restaurante.

rescuer

Se há momentos onde nos apetecia ter um controlo remoto, e parar o tempo quando a conversa é boa e a companhia encantadora, garantidamente este foi um deles.

Allura

O evento continuou com muita chuva e muita animação pelo Bairro Alto de Lisboa.

senhor alexmix

Já com a barriga cheia de muita comida regada com uma “moderada” bebida, deslocamo-nos até à zona dos bares onde a chuva miudinha foi uma constante.

cukacuks

Ao sairmos do restaurante, eram por volta das 23h30, começou a chover, para nossa sorte, tínhamos lá os meus pais, que deram uma boa ajuda nesse aspeto. Fomos andando à procura do bar “ideal”… Andámos ainda mais, e acabámos por descobrir um, pequenino, mas chegava para o que o pessoal queria… Beber uns copos e conviver, mas, o que me marcou mais foi mesmo a Larkin e o Ricardo a falarem com os meus Pais, no geral, um ótimo ambiente e convívio.

TomaslinoSoares

Seguido do restaurante foi deslocação ao Bairro Alto. Tirando o pequeno problema que o bar onde iriamos estava a fechar precisamente na altura que chegamos às suas portas e que a chuva só dificultava a nossa noite, o resto da noite foi porreira. Ao final de caminharmos 10 km, decidimos parar no primeiro bar que encontramos. Foi a invasão da equipa de suporte ao respetivo bar, que no final foi curto para tamanho do grupo presente.

rescuer

Só o São Pedro poderia ter-se portado melhor! De resto foi maravilhoso! Cereja em cima do bolo, negociei com o rescuer a fusão que porá o fim a 4 anos de jogo no pt17.

Allura

Saímos do restaurante e andamos sem saber por onde é que íamos. Finalmente decidimos ir para o Bairro Alto, pois era ali ao pé. Apenas uma pessoa sabia onde era e lá fomos nós, pelo caminho tivemos que parar no meio daquela chuva imensa que caia, pois perdemos o Basil. Quando o encontrámos seguimos diretos até ao Bairro Alto, e entre bares pequenos, bares “alternativos”, como diria o carlos alex36, fomos passando a noite até que chegou a hora de ir para o hotel, com o nosso transporte, o táxi.

mretfc

Quando saímos do restaurante estava combinado irmos a um bar já previamente marcado, no entanto, acabámos por sair do restaurante já bastante tarde, dado que o bar em causa fechava às 00:00 e, tendo em conta que nós éramos cerca de 30 pessoas e chegámos lá por volta das 23:55, já não nos permitiram entrar, ainda tentámos convencer a mulher do estabelecimento a deixar-nos entrar, mas sem sucesso. Sugeri então ao Ricardo que fôssemos para um bar que eu conhecia, que tinha bom ambiente e espaço para todos e, mais importante, não fechava à meia-noite; havia apenas um problema, ainda ficava razoavelmente longe, ainda tentámos ir para lá, no entanto, a chuva não ajudou, portanto acabámos por ficar num bar que encontrámos a meio do caminho para não nos molharmos mais, onde ficámos até ao fim da noite.

Sylux

Após estarmos de barriga cheia, fomos andando para o bar combinado juntamente com o frio, com a chuva e com o azar de o bar escolhido para passar a noite fechar à meia-noite e estar cheio. Apesar dos contratempos nada fez com todos se divertissem e assim fomos procurar algum outro lugar para conviver.

Mais à frente, encontramos um bar e por lá ficamos, até eu ter ido embora, de boleia com a Allura.

Para mim, o dia foi excelente, no entanto há coisas que não esquecemos e uma delas é sem duvida a Larkin e a RIFS a tentarem pintar os olhos ao Costinha, eheheh.

Quanto às pessoas, foram todas 5 estrelas.

LIKE A NOOB

Deparamo-nos com vários problemas… Estava a chover e no Bairro Alto não havia sítio algum onde coubéssemos todos, pois éramos alguns 15/20 e já não era propriamente “cedo”. Estivemos ainda algum tempo à chuva a tentar arranjar um sítio abrigado para todos.

Até que chegaram os pais de um moderador novito, e o Castela95 e a Larkin estavam a dar a boa impressão da equipa, mas houve um momento que olhei e já só estava a Larkin com os pais do moderador, mas na altura o olhar dela era algo do género, “Vá equipa a ver se não fazem porcaria aqui à frente dos  Srs., a ver se desta parecemos normais.” E ao mesmo tempo estava subentendido algo como, “Se se portarem mal, é só deixarem-me chegar à frente do computador, que verão, suas criaturas demoníacas!” (Exagerei… Não era bem criaturas demoníacas, eheh).

Mas lá arranjámos um local, aliás dois, basicamente um servia para irmos buscar as bebidas e ficarmos um pouco chocados, o outro foi para estarmos sentados a conversar. Ainda houve uma tentativa de maquilharmos o Costinha, mas sem sucesso.

RIFS

Depois do jantar ainda fomos para alguns bares onde depois o pessoal foi indo embora até que chegou a hora de ir para o hotel dormir.

euu17

Às 5h fomos todos para o hotel, uns foram dormir, já outros preferiram ficar nos sofás à entrada, na conversa, o que mais tarde nos fez ficarmos um pouco fartos e juntando a vontade de ir “acordar” um bocadinho, fomos passear pelas ruas perto do hotel, onde encontrámos um sujeito bastante semelhante ao Popeye.

Ainda não satisfeitos com o reconhecimento da área em volta ao hotel, houve a ideia de irmos reconhecer o hotel em si. O que não teve muita piada, porque todos os pisos eram exatamente iguais. Falta dizer que enquanto estivemos no hall de entrada do hotel, lá nos sofás, vimos cerca de quase 100 asiáticos a saírem, quer dizer estávamos nós a chegar ao hotel, ainda de noite, e já se viam alguns.

Às 10h50 o  Ricardo decide avisar-nos que às 11h tínhamos de estar “prontos”, sorte a nossa que ainda/já estávamos acordados.

Os membros resistentes ainda tiveram direito a almoçar algures na baixa e passear um bocadinho.

RIFS

Desta vez tive sorte que o meu colega de quarto decidiu fazer direta assim tive um quarto só para mim.

euu17

Já dentro do táxi demos as indicações ao taxista e ele, como bom taxista que é, enganou-se no caminho… Enfim, lá chegámos ao hotel, mas tanto eu, como o Costinha, o Castela95, o PThugo e o Bjardinhas não tínhamos sono nenhum (dizíamos nós). Estávamos todos na receção com o EnteiRocks e com a RIFS e as palavras do EnteiRocks, antes de ir dormir, foram simplesmente “Certifiquem-se que a RIFS entra no táxi e vão dormir”, e a RIFS responde, “Eu vou para casa quando vocês forem dormir”. Ora, ninguém foi dormir e ficamos todos ali sentados na receção a falar, uns a fecharem os olhos uns minutos, mas lá ficamos nós.

Enquanto estávamos na receção, a partir das 5 da manhã até às 10 da manhã, era só ver saírem chineses ou coreanos ou lá de onde eles eram. Eram às dezenas, centenas, milhares! Nunca mais paravam de sair, parecia uma fábrica.

Chegadas as 10 e tal da manhã e eu com uma fome imensa, pois não me deixaram ir comer ao Take Way do bar, sim na minha terra diz-se Take Way e não Buffet, e lá fui eu, a RIFS e o Castela95 à procura de um café aberto a um domingo, quando o encontrámos, o que comi, até soube a pato!

Após o pequeno-almoço tardio, fomos todos para o meu quarto, pois o euu17 já tinha acordado e ficamos por lá até recebermos uma mensagem do Ricardo a dizer que daquele momento a 10 minutos era para estarem todos prontos para ir embora e assim foi, ficamos na receção, no circulozinho de sofás com uma mesa que continha uma garrafa no meio e começamos um jogo de ver quem conseguia acertar, com um chapéu de rede que tinham trazido do Bairro Alto, para ver quem acertava mais. Não é preciso dizer que eu ganhei ao Castela95, 6-3 😀

Fomos, pelo menos eu fui, conhecer mais um pouco de Lisboa enquanto caminhávamos para o almoço que, após um pequeno-almoço tardio e pequeno, soube muito bem!

De resto, fui com a RIFS e o PThugo para Oriente, entretanto deixamos a RIFS pelo caminho.

Quando já estava sozinho no Parque das Nações, fui ao Vasco da Gama e, como bom algarvio que não vai a Lisboa assim tantas vezes, que sou, consegui-me perder lá no centro comercial.

E não me lembro de mais nada, pois passei a viagem toda a dormir. 😀

mretfc

Ótimas memórias que vou guardar e que venha o próximo evento!

Allura

Tirando a parte da chuva que apanhamos até ao Bairro alto, gostei bastante do meu primeiro encontro.

downdx

Pontos fortes? Sem dúvida o convívio, a partilha de experiências “tribais” e finalmente o conhecer de caras de quem até então se dava a conhecer por detrás de um monitor. Jantar bastante animado onde se presenciaram varias gerações demonstrando que o Tribos não é um jogo apenas para miúdos, mas também para graúdos.

cukacuks

Apesar de tudo, acabei por me divertir bastante e penso que valeu a pena ir, embora não prometa estar presente no próximo. 🙂

Sylux

Foi bom, pois consegui conhecer pessoalmente as pessoas com quem falo diariamente através da internet. Gostei imenso de conhecer o resto da equipa, gostei de todos com quem falei.

Penso que se existissem mais reuniões presenciais poderia ser benéfico para a equipa, mas por outro lado compreendo a questão da distância.

Sem mais nada a acrescentar, fico a aguardar uma próxima jantarada.

Guerreiro Mal Cheiroso

Depois de várias conservas sobre o jogo ou não.. Cheguei ao fim da agradável noite passada com pessoal que todos os dias falamos atrás dos monitores… Agora só resta esperar pelo próximo evento.

rescuer

Estando eu na equipa há 2 anos e depois de já ter falado bastante com algumas pessoas como a Larkin, o Ricardo, o euu17 e o EnteiRocks, foi bom conhecê-los pessoalmente e ver que são ótimas pessoas, mesmo não estando atrás do computador. Foi bom ver o grande sentido de humor do EnteiRocks, que esteve sempre a pôr um sorriso na cara das pessoas.

Outra coisa que marcou e que não hei de esquecer é a maneira como fui recebido e tratado, pois não fui tratado com diferença por ser mais novo como a maior parte das pessoas.

Fiquei bastante contente, pois todos são excelentes pessoas e simpáticos.

Para acabar, tive a enorme sorte de a Allura ser de perto da minha casa e então deu-me boleia para casa.

Espero ir ao próximo evento e voltar a estar com a equipa, que são maravilhosas pessoas.

LIKE A NOOB

E como todos os eventos mais um fim-de-semana 5 estrelas em equipa, ficamos a aguardar o próximo.

euu17

Para finalizar queria apenas dizer que gostei bastante do jantar, de conhecer as pessoas com quem falava todos os dias, não vou dizer nomes porque poderia esquecer de alguém, mas é isso, agora é esperar pelo próximo. 😀

mretfc

Com as habituais despedidas a que a RIFS já nos habituou, até ao próximo artigo!

Fim.

RIFS

O desafio de liderar uma tribo – Dz ! (Mundo 32), por ArilsonLucas02

Tribo: Dz ! – Differenz !

 Entrevistados:

Felgueiras.tw

YoungChild

ArilsonLucas02: Antes de mais gostaria de agradecer o facto de terem aceitado o meu convite para esta entrevista.

YoungChild: Agradecidos estamos nós.

ArilsonLucas02: Poderia contar um pouco sobre a história da Differenz !? Como surgiu este projeto?

YoungChild: O projeto surgiu cerca de duas semanas antes do mundo ser aberto (mais ou menos). Eu antes tinha pensado em levar o projeto Differenz! para um servidor BR, no caso deste seria para o BR52, mas não cheguei a levar, pois o outro líder cortou-se e sozinho sabia que não conseguia, até que encontrei o Felgueiras.tw aqui no Skype. A gente dava-se bem, ele também estava a pensar em criar um projeto para o PT32, foi então que nos juntamos, e criamos a Dz !. Fomos falando com amigos para saber quem queria ir conosco, sabíamos que num mundo de estreia teríamos que nos destacar. Passados um ou dois dias encontramos o nosso amigo PureBody, ele quis de imediato juntar-se a nós, trouxe alguns dos seus bons amigos connosco, sempre foi muito participativo, e como já tinha alguma experiência decidimos dar-lhe cargo de líder juntamente conosco, formamos o nosso plantel e estávamos prontos para a ação.

ArilsonLucas02: Porquê o nome Differenz !?

YoungChild: Queria criar algo diferente de todas as tribos, mas que ao mesmo tempo tivesse algum significado, então surgiu Differenz !.

ArilsonLucas02: Como é que vocês (os líderes) se encontraram? Eram amigos de longa data?

YoungChild: Sim, podemos dizer que sim. Já conhecia o Felgueiras.tw há algum tempo, joguei com ele na Unum e em outros mundos que já não me recordo.

ArilsonLucas02: Qual é a vossa experiência neste cargo? É a primeira vez que lideram uma tribo?

Felgueiras.tw: Em conjunto é a primeira vez que o fazemos, já tive oportunidade de liderar algumas tribos formadas in-game (casos de premades destruídas). O que aconteceu connosco na Dz ! não acontece facilmente, fomos formando uma estrutura muito forte, onde os nossos membros se identificam. Já joguei em várias potencias do PT, mas estrutura como a da Dz ! nunca encontrei, se uma parte da estrutura cai a base continua de pé, temos jogadores com funções específicas, mas todas as decisões são tomadas em conjunto.

Na verdade a Differenz ! tem sido o alvo a abater do PT32 sendo top 1, encontrou como inimigas as restantes tribos do top 5, 3 delas com uma mega aliança (dessas 3, 2 já venceram mundos: VoD, SMF), não só in-game, mas também com mind-games. Somos o alvo número 1 e a prova disso é que mudamos a identidade de varias tribos só para que essas mesmas pudessem acompanhar o nosso avanço (caso da URUZ, foi obrigada a fazer um género de mass, uma vez que a tribo normalmente joga com menos de 20 jogadores e neste caso recrutou cerca de 30 inimigos – quando eram inimigos só se deitavam a baixo uns aos outros). Como a aliança entre as tribos do top 5 não resultou contra a Dz !, decidiram fundir as tribos: “Dz ! vs. Resto do mundo” numa fase de jogo inicial -.-

Esta fusão ao fim de umas semanas acabou em “Dissolver tribo”.

ArilsonLucas02: Quando criaram a tribo, qual era o objetivo ou meta?

YoungChild: O objetivo foi entrar no mundo, desde que não seja para o vencer, pelo menos mostrar do que somos capazes, que defendemos princípios e nunca iremos abdicar deles, ganhar uma reputação que seja boa, e como já disse, caso não seja para vencer, pelo menos ser finalista neste mundo de estreia.

ArilsonLucas02: Qual é o vosso jeito de lidar com os jogadores que desrespeitam alguma decisão imposta pela liderança? E como esse modo de agir está influenciando a tribo neste mundo?

Felgueiras.tw: Corrigindo e tentamos que eles entendam o porquê do erro, em todas as tribos existem jogadores que lutam pelo top individual (eu já fui desses players).

Aqui na Dz !, por exemplo, haviam alguns jogadores com essa mentalidade e nós conseguimos com que eles mudassem e que o objetivo primordial fosse em termos global.

ArilsonLucas02: Como você imagina esta tribo daqui a alguns meses? O que você gostaria que acontecesse e do que tem medo?

YoungChild: Medo não tenho de nada, já tivemos Dz ! vs. todo o mundo, quando a ImF decidiu juntar tudo. Pode vir VoD, SMF, URUZ, medo é coisa que não temos. Gostaria que continuássemos o mesmo bom percurso que temos levado até agora.

ArilsonLucas02: O que você acha que é a chave do sucesso da tribo no mundo?

YoungChild: Organização, atividade coletiva, entreajuda e disponibilidade.

ArilsonLucas02: No início do mundo existiam 3 tribos que já foram campeãs de outros mundos (HMetal, VoD & SMF). Isso aumenta a dificuldade de uma tribo novata ser campeã?

YoungChild: Penso que não, a HMetal já não existe, SMF praticamente já não durará muito, VoD é que tem andado bem, mas penso que apesar disso não há muita diferença em a tribo ser nova ou não.

ArilsonLucas02: Agora para o lado mais pessoal, o líder precisa de mais tempo livre para gerenciar a conta, como você consegue conciliar a vida pessoal e o jogo?

Felgueiras.tw: Por vezes abdico da conta e do top para gerir a tribo. Há semanas em que estamos menos ativos e é nisso que a Dz ! difere das outras tribos, mesmo estando um ou outro ausente os que estão on dão o dobro do trabalho e completam as lacunas.

ArilsonLucas02: Que conselhos sobre liderança daria a outros líderes?

YoungChild: Ter calma, saber que liderar não é chegar, pôr os membros e dar ordens, é necessário muita paciência, vontade e muito querer para que tudo resulte.

ArilsonLucas02: Gostaria de deixar alguma mensagem para quem está lendo a entrevista neste momento?

YoungChild: Sim, que não nos julguem sem nos conhecerem, ainda há muito que fazer e que conquistar, e boa sorte a todos em todos os seus projetos.

Entrevista a -CybeR-, membro da tribo vencedora do Mundo 22

Nome: Gonçalo Silva
Idade: 28
Localização: Lisboa

Quando começou a jogar tribos?
Comecei a jogar tribos em 2009 no mundo 5, conheci o jogo através de uns colegas meus.

Já tinha alguma estratégia em mente quando entrou para o mundo 22?
Entrei com o meu irmão zegazozo sem nenhuma estratégia definida. Acabámos por nos deixar levar pelo jogo… E chegamos ao fim

De todos os mundos que participou qual foi o que mais o motivou?
Sem sombra de dúvidas que foi o pt22. Se não fosse tão motivador não chegava ao fim do mesmo…

Já esteve com algum jogador do mundo pessoalmente?
Sim, poucos, mas bons 😉 Então este último jantar do pt22 foi demais… Tiveram presentes todos estes 🙂 zegazozo, sandro1333, gelus, bitor18, ccarreto, Xela3791, KingBattle, kotaluis777, Aguia Pescadora e PEDROFZ68.
Tive um excelente convívio com esta malta toda, ainda hoje em dia vou beber uns copos com alguns deles… (Acho que as amizades é o que um gajo leva de melhor do Tribal Wars).

Conte-nos a sua história durante estes anos no mundo.
No início tive uma “má entrada”. Entrei no k35 como o meu irmão zegazozo. O meu irmão perdeu a sua 1.ª aldeia para a 1.. Tivemos que recomeçar tudo de novo, mas optámos por vir para sul, mais precisamente k75. Aí começámos a fazer boas amizades com membros da Load. Depois acabámos por ir para a K.O! atual »Run! or KnockOut«.
Tive altos e baixos no jogo, mas o golpe mais duro que recebi foi quando eu já tinha 600 aldeias  e levei um ban de 396 aldeias. Ficando assim com 200 aldeias. Isto é um mundo com igrejas, a conta ficou completamente destruída. E ainda, em cada aldeia tinha que se gastar 1 full de ataque para poder reaver aquilo que já tinha -.-‘ Foi difícil foi, agradeço a toda a tribo, pois sem eles não me conseguia levantar, em especial ao zegazozo, pois só ele me limpou quase todas as aldeias.

Das guerras que participou qual foi a mais complicada? E como conseguiram conquista-la?
A que deu mais gozo foi derrubar a 1. (Velha Guarda), a mais complicada foi a *HL*, dou-lhes os meus parabéns… A »RK« tinha 3 frentes de ataque bastante fortes… E uma base de defesa bastante boa, que ficava a sul. Essa malta estava encarregue de apoiar os restante membros. Como conseguimos? Com muita dedicação por parte de todos os membros.

Qual a sua opinião da tribo e da restante liderança?
A tribo era muito unida e os membros captaram sempre bem as ordens emitas por parte da liderança.
Eu, zegazozo, sandro133 e D. Joao 21 éramos os que mais riscávamos na tribo. Tínhamos uns bons conselheiros antmachados, bitor18, killsalsishas, OmegaAzzure.

Qual foi a vossa estratégia para a conquista do mundo?
Ninguém vence isto sozinho, como tal fomos sempre recrutando os melhores e fazendo as nossas fusões com as tribos certas nas devidas alturas…

Por último, gostaria de deixar alguma mensagem final aos nossos leitores?
Joguem Tribos, mas não abdiquem da vida pessoal por causa dele. O mundo 22 acabou, mas os amigos ficaram gravados na minha memória.

Vencedores do Mundo 23

No Mundo 23, após dois longos anos de guerras e perdas, a tribo AXIOS sagra-se a grande vencedora com um total de 443.208.611 pontos, e com 42.231 aldeias.

Parabéns aos vencedores do mundo 23!


Tribo vencedora:
AXIOS
1.º classificado: Democles (AXIOS)
2.º classificado: O Garfield (AXIOS)
3.º classificado: AX SPORT (AXIOS)

Podemos verificar que depois de muita guerra, a tribo AXIOS dominou grande parte do mundo.


Podemos verificar que o top 15 foi praticamente dominado por jogadores da tribo AXIOS!

O jogador que conseguiu deter mais pontos no final do mundo foi o Democles, da tribo AXIOS, com um total de 25.842.861 pontos, e com 2.127 aldeias e acabou detendo uma média de 12.150 pontos por aldeia!

De seguida, surge o jogador O Garfield ocupando assim o 2.º lugar, com 22.461.476 pontos e 1.851 aldeias.

E a fechar o pódio, surge o jogador AX SPORT com um total de 20.805.152 pontos e com 1.740 aldeias.

Nos rankings de oponentes derrotados das tribos, a Be Afraid! lidera a tabela de Oponentes Derrotados como Atacante com 2.611,98 Mil. e de seguida a AXIOS com 1.633,76 Mil.. A tabela de Oponentes Derrotados como Defensor, pertence igualmente à Be Afraid! e a AXIOS com 4.428,31 Mil. e 2.015,07 Mil. de tropas mortas, respetivamente. Com as contagens finais feitas, a tabela de Oponentes Derrotados (Total), é totalmente dominada pela Be Afraid! com 7.040,29 Mil.

E nos rankings de oponentes derrotados dos jogadores…
Como atacante, AX SPORT da tribo AXIOS (jogador 6.º classificado) derrotou 301,37 Mil., como defensor, foi igualmente o jogador AX SPORT da tribo AXIOS (6.º classificado), que derrotou 639,93 Mil.
Visto isto, podemos verificar que no total, foi o jogador AX SPORT que dominou a tabela final com os seus incríveis 941,30 Mil. derrotados.

Configurações do Mundo 23

Início: 22 de setembro de 2011
Fim: 30 de setembro de 2013

A equipa do Tribos felicita a tribo AXIOS e o jogador Democles pelas suas vitórias!

Entrevista a D.Afonso.III, membro da tribo vencedora do Mundo 16

D.Afonso.III

Consegue contar-nos como é que nasceu a SMF?

Não consigo, pois eu não assisti ao nascimento do projeto, eu sou oriundo da DAF e a certa altura nos fundimos, mas já numa fase adiantada, embora sempre tivéssemos relacionamento diplomático.

Qual a sua opinião sobre a liderança da tribo?

A liderança da tribo foi fundamental, todos eles, eu incluído, tiveram o seu papel e a sua importância, mencionar um deles seria uma injustiça, pois cada um à sua maneira e consoante a sua disponibilidade foram importantes, tanto os que chegaram ao fim como os que ficaram pelo caminho.

Qual foi o seu percurso como jogador até chegar ao Mundo 16?

Joguei no Mundo 1, sem qualquer sucesso, depois com algum sucesso nos mundos 5, 8 e 10 até ao 16.

Com o fecho do mundo, muitos jogadores seguem as suas vidas. Vai sentir saudades de algum desses jogadores?

Sem dúvida, pois conseguimos algumas amizades para o futuro, foi mais que um jogo em muitos aspetos.

Alguma vez sentiu que a tribo SMF não chegaria ao fim do mundo?

Houve debates internos fortes, mas nunca colocaram o projeto em causa, principalmente devido à convicção do seu fundador, Carlos Serra.

Na sua opinião, houve alguma tribo à altura da SMF? Se sim, Qual?

A partir da fusão da DAF com a SMF, e contando com a -SMF-, o mundo ficou controlado quase em absoluto, com maior ou menor dificuldade em algumas fronteiras, mas a nossa vitória estava delineada.

Quais são os seus interesses e hobbies? Acha que o Tribos influenciou a sua vida? Se sim, como?

Os meus hobbies são essencialmente jogos online, o Tribos não alterou a minha vida embora, em certas alturas exigisse muita dedicação, mas como eu tinha tempo disponível não havia problema.

De certo que ganhar um mundo deixa recordações, quem é que leva consigo na memória?

Levo vários jogadores, principalmente os que sempre me acompanharam desde o início do jogo.

Com a sua experiência neste jogo já teve momentos de glória e momentos em que falhou. Indique um momento de que se orgulha e um momento que tenha aprendido com os erros.

O momento de glória foi, sem dúvida, a vitória neste mundo, aprendido com os erros foi essencialmente no Mundo 8.

Qual é a sensação de chegar ao fim de um mundo e vencê-lo?

No meu caso foi de alívio, pois o mundo havia muito que estava ganho e o interesse resumia-se à posição pessoal na tabela geral.

Gostava novamente de entrar em mais algum mundo com todos estes jogadores, os quais o acompanharam no percurso rumo à vitória?

Alguns deles sim, outros não, pois no grupo, como em todos os grupos, existem membros com quem se tem mais empatia e outros nem por isso, até mesmo pelo posicionamento geográfico em que nunca interagimos.

Para terminar, o que tem para dizer à nossa comunidade?

Levar isto como um simples jogo, nada mais que um jogo e nunca utilizar a regra do vale tudo, pois o jogo, tal como a vida, tem regras e são para cumprir. Orgulho-me de ter feito todo o Mundo 16 sem um único ban.
Aproveito a oportunidade para informar que o D.Afonso.III morreu para o Tribos, exatamente por haver pessoal que não consegue perceber que isto é um simples jogo e onde os insultos e a vida pessoal não devem ser misturados.
Vou continuar por cá, mas com outro nick que se mantém no segredo dos deuses. Boa sorte a todos, principalmente à SMF no Mundo 32!!!

Vencedores do Mundo 22

Depois de alguns anos e de muitas guerras o mundo 22 chega ao seu fim. Sendo vencedora a RUN! or KnockOut!  (»R.K«) com 860.878.797 pontos  e 84.304 aldeias.

Parabéns aos vencedores do mundo 22!

Tribo vencedora: RUN! or KnockOut!
1.º classificado:  zegazozo (»R.K«)
2.º classificado:  antmachados (»R.K«)
3.º classificado: -CybeR- (»R.K«)

Como se pode ver na imagem em baixo a »R.K« dominou por completo praticamente todos os continentes.

Quanto ao top dos jogadores como se pode verificar o top 20 é dominado por completo pela »R.K« com um disputado 2.º e 3.º lugar.

O zegazozo foi o jogador com maior pontuação, com um total de 28.448.615 pontos e de 2.616 aldeias, com uma média de 10.875 pontos por aldeia. Seguido pelos antmachado que ocupa o 2.º lugar com 27.357.045 pontos e com 2.291 aldeias e, em 3.º lugar, o -CybeR-, com 27.008.266 pontos e 2.230 aldeias.

No ranking de oponentes derrotados como atacante a »R.K« domina por completo com 4.776,21 Mil., seguido pela *HL* com 1.930,65 Mil. Como defensores a *HL* encontra-se à frente com 2.494,73 Mil., seguido pela »R.K« com 2.212,23 Mil. Sendo no total a »R.K« que se mantém a frente com 6.988,44 Mil.

No entanto, nos oponentes derrotados pelos jogadores, em 1.º lugar, como atacante, encontra-se o zegazozo com 207,81 Mil., seguido pelo sandro1333 com 183,24 Mil.

Quanto aos oponentes derrotados como defensor, em 1.º lugar encontra-se o wolfdark69 com 398,17 Mil., seguido pelo jotacom com 222,84 Mil. Sendo que na totalidade de oponentes derrotados o wolfdark69 lidera a lista com 505,20 Mil.

Configurações do mundo 22

Início: 20 de junho de 2011
Fim: 30 de outubro de 2013

A equipa do Tribos dá os parabéns aos jogadores da tribo »R.K«  e ao jogador zegazozo pela vitória e a todos os participantes deste Mundo.