À conversa com… Badworld

Boa Noite badworld!

Antes de mais e em nome da Equipa quero agradecer-te por teres aceite o nosso convite para a realização desta entrevista.

1) Em primeiro lugar gostaria que falasses um pouco de quem é o badworld. Quem é a pessoa que assume essa identidade. Fala-nos um pouco de ti e de quem és fora do jogo.

R: Boa Noite, antes de mais, o meu nome é Ruben e sou um rapaz de 21 anos com algumas desavenças com o estado actual da sociedade, talvez utópico, curioso por esse motivo em relação
a tudo o que tenha a ver com a relações interpessoais e o estado actual da sociedade.

2) Qual foi o teu primeiro mundo?

R: O meu primeiro mundo foi algures pelo br10, na altura por incentivo do meu tio que jogava tribalwars naquela altura, mas era mais um construtor de casinhas que outra coisa,
se formos a falar de contacto sério com o jogo na sua essência estaremos a falar do pt2 provalvelmente.

3) Tiveste mais algum nick para além deste?

R: Joguei com vários, FLAMIG, istosoueu., Prados, etc… estes serão talvez os mais relevantes.

4) Além do Mundo 49, venceste mais algum? Se sim, quais?

R: Oficialmente venci também o mundo 37, a jogar em co-playing com o dono original da conta Prados, o Rafael Simões, o único rapaz com quem me entendo a 100% em relação ao jogo. Um grande amigo e parceiro.
Deveriam lhe realizar uma entrevista também.

5) Em que mundos jogaste? Qual foi, para ti, o melhor?

R: Os mais relevantes foram o 2,17,21,22,29,37. Diria que todos tiveram o seu sabor especial, o pt2 por ter sido o primeiro mundo onde comecei a perceber realmente no que consetia o jogo,
o pt17 pois foi onde aprendi a defender melhor a minha conta, pt21 pela organização e gestão de contas grandes, pt22 pela cultura de jogo em geral que lá adquiri por ajuda de dois grandes jogadores,
pt29 pelas amizades e técnicas que apliquei e aprendi nesse mesmo mundo.

Mas talvez o último, o pt37 tenha sido o melhor, pois foi onde encontrei o grupo de jogadores com o qual mais identifico, seja dentro do jogo ou fora dele, e quando me refiro a grupo de jogadores,
refiro-me também aos inimigos que fomos defrontando, pois conheci alguns fora de jogo e sempre foram pessoas de um fair-play incrivel, não tanto pela vitória, mas pelo convivio que esse mundo me trouxe
fora do jogo, o melhor de todos.

6) Existiu algum jogador que te marcou em especial? Se sim, porque motivo?

R: Houve 2 de facto, como já referi, o Lionstar e o NCFever, foi com eles que realmente aprendi a ser jogador, a entender o jogo na totalidade, quer a nível mais teorico como prático,
toda a cultura na hora de atacar, na hora de defender, como gerir diplomacias, o estado de espirito dos membros, como gerir egos, tudo isso foi importante para que hoje seja o jogador que sou.

7) Qual consideras ser o segredo para uma Tribo vencer um mundo? Uma Liderança forte ou um plantel forte?

R: Um misto dos dois.

-» Uma liderança forte em organização e trabalho é o essencial, mas que sobretudo de o exemplo aos restantes membros, o líder não têm que ser o melhor jogador do grupo,
mas tem que ser o primeiro a chegar-se a frente, para mandar apenas, qualquer um manda, é preciso mostrar, e com esse tipo de atitudes os membros vão atrás, pois acaba por ser também uma motivação para quem o segue.
O tópico motivação também é importante numa liderança forte, saber como agir para motivar todos os jogadores é essencial, e para isso é necessário fazer uma análise mais complexa do carácter de cada um nos diversos momentos
do jogo, para quando esse jogador apresenta uma maior desmotivação saber como motiva-lo, pois nem todos se motivam com um ‘Bora lá, tu consegues!’, as vezes é preciso dizer-lhe que não percebe nada disto para ele querer nos provar o contrario,
isto tudo depende de quem gerimos.

-» Um plantel forte sim, é importante, mas se for um plantel trabalhador, planteis fortes em individualidades, com egos do tamanho do mundo nunca vão longe, pois nunca será jogado um jogo colectivo, os interesses pessoais surgiram sempre na frente.
Forte em trabalho e que perseve o colectivo e essa tribo estará um passo a frente para ganhar o mundo.

8) Consideras que o jogo em equipa influenciou as tuas capacidades de liderança pessoal?

R: Eu diria que sim, pois lidar com pessoas com estilos de vida diferentes, ideais de vida diferentes, sobretudo atrás de um computador torna-se complicado, tendo eu sempre ocupado cargos de gestão e organização dentro das tribos por onde passei, sim,
diria que ajudou bastante.

9) Que pontos positivos retiras de um jogo deste género? Crês que o facto de ser um jogo que preza o coletivo e no qual se lida com diversas pessoas e caráteres, ajudou-te a evoluir também na vida real?

R: Tudo na vida, até a coisa mais insignificante é uma apredizagem, cabe-te a ti analisar e ver o que consegues tirar dali, e sendo isto um jogo de relação com outros, organização colectiva em tempo real, lidar com pessoas diferentes, gestão de objectivos e
prioridades acabas sempre por aprender e ajuda-te sem dúvida a evoluir a nível pessoal, mas também não só na vertente ao que ao jogo diz respeito, porque através do mesmo conheces pessoas com histórias de vida que também te ajudam a crescer e a perceber o mundo.

Agradecer também pela oportunidade de falar um pouco sobre mim e desejar a continuação de um excelente trabalho a toda a equipa. Obrigado.

Obrigado pela disponibilidade badworld.
Com os melhores cumprimentos,

A Equipa

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