Irmandade do Mal – Ep 9 e Ep 10

28 de Novembro de 2009
By Rafita King

Anteriormente na “Irmandade do Mal”…

Pekenino transformou-se em formiga e descobriu a verdade sobre Venos-N. Ricardo soube de tudo através de pekenino e assim que Venos-N saiu da Casa de banho disparou sobre ele.

Episódio 9 – Novo Elemento

Venos-N estava abatido no chão. Ricardo olhava para aquela linda figura. Ricardo adorava ver aquilo.
Os olhos fechados, as mãos estendidas, o sangue, tudo era bom. Espera… Sangue?! Não há sangue!
Foi então que Ricardo olhou para a pistola. Ricardo não matou Venos-N. Por engano, usou um disparador de soro soporífero.
Venos-N não estava realmente morto. Apenas adormecido.
Foi então que Ricardo começou a desesperar. O que fazer? Podia matá-lo agora, sim, era fácil. Mas não.
Ricardo dirigiu-se para o telefone. Clicou em alguns botões e passado uns momentos batiam à porta.
The Woulf entrou e ficou paralisado ao ver uma pessoa no chão. Primeiro pensou que estava morto. Depois Ricardo explicou o que se tinha passado realmente.
The Woulf ainda não tinha conhecimento da Irmandade, e agora era parte dela. E já tinha uma missão: Levar Venos-N para as masmorras.
The Woulf pegou no corpo. Arrastou-o pelos corredores do fórum enquanto alguns moderadores olhavam perguntando o que se passava.
Entrou no seu carro e dirigiu-se para o covil secreto.

Episódio 10 – Tem boca?

The Woulf conduzia apressado pelas estradas. Eram uns longos minutos de viagem desde o Fórum até ao Covil. Conduzia rapidamente quando olha para cima e vê uma luz amarela… quer dizer… VERMELHA!
Semáforo! Pára!
The Woulf travou. Ficou parado uns longos segundos esperando a mudança de cor que teimava em ficar berrante.
Finalmente o semáforo ficou verde e The Woulf continuou o seu caminho solitário até ao covil.
O Covil ficava numa zona remota nos subúrbios. Para lá entrar era preciso andar uns três minutos a pé depois de sair da estrada, pois o carro não passava a vegetação da zona. Para The Woulf demorou ainda mais tempo visto ter de acarretar Venos-N.
Quando por fim chegaram ao covil, levou Venos-N para as masmorras.
E depois voltou para o fórum.
No dia seguinte, seguindo a ordem de Ricardo, The Woulf dirigiu-se ao covil novamente. A sua tarefa? Torturar Venos-N até ele lhe dizer quem e onde estavam a planear a revolução contra os moderadores.
The Woulf: – O nosso bebé já acordou? Consegues falar?
Venos-N: – Quem és tu?
The Woulf: – Sou um servo do diabo.
Venos-N: – Ou seja, és um moderador?
The Woulf: – Exacto.
Venos-N: – Nunca te vi por lá.
The Woulf: – Sou novo. Candidatei-me e fui um dos escolhidos.
Venos-N: – Quer dizer que há mais?
The Woulf: – Claro que sim. Mas não vais saber quem são. Quem sabe, eles até já estejam infiltrados na vossa Irmandade.
Venos-N: – Que Irmandade?
The Woulf: – Não te faças de burro. Sei bastante bem que alguns usuários estão a planear uma revolução contra a equipa.
Venos-N: – De certeza de que não tomaste algum tipo de droga?
The Woulf: – Fala!
Venos-N: – Estou a falar.
The Woulf abriu a cela e fechou-a novamente atrás de si. Atirou-se para cima de Venos-N e começaram uma luta. The Woulf diferia golpes na barriga e pescoço de Venos-N que sentia dificuldades em respirar. Em contra-ataque, Venos-N mordia as patas de The Woulf.

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