Sexta-Feira Santa

A pedido do povo e dos Sumo Sacerdotes Caifás e Anás,  Pôncio Pilatos ordenou que Jesus fosse crucificado.

A Crucificação era um método de execução tipicamente romano. Pensa-se que foi  criado na Pérsia. Este acto começava com a flagelação do castigado, após este ter despido as suas vestes. Os soldados fixavam pregos, pedaços de ossos, entre outras coisas, nos seus açoites. Esta tortura era, por vezes, tão forte que os castigados morriam durante a execução da mesma. Após isto, seguia-se a crucificação.

Este método tem uma enorme influência do Cristianismo, uma vez que Jesus foi crucificado.

Após Cristo ter sido flagelado e coroado pelos soldados, Pilatos tentou a sua libertação, apelando ao facto de todos os anos soltar um prisioneiro, e nesse ano poderia ser  Jesus o libertado. O povo, no entanto, insistiu na crucificação do Filho de Maria, pedindo a libertação de Barrabás . Seguiu-se pois a crucificação, no Calvário. Jesus foi pregado na cruz, e assim morreu. Removeram-no da cruz e sepultaram-no.

Nos dias de hoje, este tempo de quaresma é imensamente vivido pelos cristãos havendo, inclusive, procissões. Um pouco por todo o mundo, os passos de Cristo no caminho para a cruz são recriados pelos fiéis. Em Jerusalém, milhares de peregrinos encheram as ruas da Cidade Velha e o Santo Sepulcro. Nas Filipinas fiéis flagelam-se e outros crucificam-se. Em Portugal, posso falar-vos do Enterro do Senhor, em Braga, ao qual já assisti e digo-vos que é interessante, e se um dia tiverem oportunidade de visitaram a cidade dos Arcebispos, venham nesta altura.

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