Arquivo de etiquetas: artigo

Aniversário do Tribos e do Grepolis ’13

FANTÁSTICO!

A equipa solutions.pt organizou um almoço com as comunidades para festejar, mais uma vez, o 5.º aniversário do Tribos e o 3.º aniversário do Grepolis! Desta vez, no Porto.

Neste aniversário estiveram presentes, da equipa, o Ricardo, o ogait87, o EnteiRocks, a Larkin, a krislete, o Ricardofr, o fersal, o luisphilipus, o Chill Out., o lBOPE, o euu17, o ReD Chaos, a WolfGirl, a goofynas e o InKSane.

Como é tradição o espírito de equipa, este evento não poderia ser contado sem ajuda dos presentes…

Tal como no ano passado os jogadores também foram convidados a participar no evento.

Desta vez, tínhamos como novidade caras novas dos novos moderadores na equipa, como a WolfGirl, uma das primeiras a chegar, enquanto o pessoal se ia juntando aproveitamos para pôr a conversa em dia.

euu17

O motivo principal que me levou a estar presente neste almoço foi o facto de me estar prometido que iria receber um Mac, sim, leram bem, um Mac oferecido pelo Ricardo (com cola e batata frita…).

fersal

A goofynas, logo pela manhã, bem cedinho, fez as orações, despediu-se do cão e dos gatos, vestiu a armadura e seguiu para o encontro com a equipa e os jogadores.

Confesso que estava curiosa para ver quem aparecia e associar algumas caras aos nomes de utilizador.
Por ser no Porto, não havia o stresse do último jantar em Braga e ia confiante que conseguiria perceber que estava perdida antes de chegar ao Castelo do Queijo.

goofynas

O ponto de encontro era o café “Enjoy It”, ao lado da Estrada da Circunvalação.

A WolfGirl chegou mais cedo, porque pensava que ia ter dificuldade em arranjar lugar para estacionar, mas acabou por encontrar um parque quase vazio e o café, que seria o ponto de encontro, fechado.

“Ok, e agora? Vou ficar aqui à espera que alguém chegue…” Passado uns minutos vejo ao longe 3 rapazes. “Será que são? Será que não são da equipa?” Aproximam-se e o Ricardo diz: “Olá.” E eu: “Olá?” E eles apresentaram-se: Ricardo, ogait87 e euu17.

No início estava um bocado envergonhada… Aos poucos foram chegando, alguns com quem eu nunca sequer tinha falado e a esplanada começou a parecer-se mais com o “Mercado da Coscuvilhice”.

WolfGirl

Os novos chegaram bem cedo para “mostrar” serviço.

luisphilipus

Entretanto, outros membros iam-se encontrando no restaurante.

Quando a goofynas chegou ao restaurante encontrou um antigo membro da equipa, o Galrito, que estava num dilema sobre onde amarrar a sua bicicleta. Praticabilidade feminina número 1 by goofynas: “Porque não pedes aos senhores do restaurante para a guardarem?”

Apareceu o InKSane.

Enquanto estávamos em amena cavaqueira a tentar perceber se as pessoas que iam parando no passeio eram jogadores ou colegas que ainda não conhecíamos, o InKSane lembrou-se de ligar a alguém a perguntar por onde andavam. Lá fomos ter com eles a um café [ao suposto ponto de encontro] com uma agradável esplanada e “espetacular” vista para a Circunvalação. Já lá estavam colegas conhecidos e outros por conhecer. É sempre diferente apresentarmos-nos como “goofynas”.

goofynas

Na esplanada…

O Chill Out. tão caladinho… ao contrário do que se passa nas conversas da equipa. O ReD Chaos conversava com o InKSane e o luisphilipus sobre estratégias de guerra e a WolfGirl ficou agradavelmente surpreendida ao reparar que afinal não somos antipáticos.

goofynas

Depois de reunidos, fomos todos para o restaurante, onde já estavam os jogadores à nossa espera – foram identificados pelas lanças e as espadas encostadas à parede.

luisphilipus

A goofynas, o InKSane, o Ricardofr, a namorada do Ricardofr e o luisphilipus puseram-me bastante à vontade a caminho do restaurante e, para mim, foi muito divertido o convívio com toda a gente, em especial com eles. O fersal, o EnteiRocks e o ReD Chaos também foram bastantes simpáticos, mas tive menos contacto com eles.

WolfGirl

No restaurante, novamente para alguns…

Quando chegámos ao restaurante já lá estavam os jogadores, algumas caras até eram conhecidas do jantar do ano passado.

euu17

Já depois de estarmos no restaurante chegou a Larkin com os bolos… por sinal muito bons e com uma decoração a condizer com o motivo da “reunião”.

luisphilipus

Para o lBOPE o evento começou mais cedo, pois começou a jornada até à bela cidade do Porto (lBOPE), um pouco mais cedo que os restantes.

O almoço foi muito agradável, tive a oportunidade de conhecer e de poder conviver com os meus colegas da equipa de suporte do fórum e jogo. Tive também a oportunidade de poder estar com alguns jogadores com quem joguei e ainda jogo. Tínhamos um fotógrafo de serviço, um jogador, que fez questão de tirar fotografias à malta toda. Foi um momento muito engraçado.

lBOPE

O serviço foi bastante bom, volta e meia o senhor empregado aparecia a perguntar se queríamos mais lume que era código para “mais lombo”. Ficou prontamente conhecido como “o senhor do lume”.

Houve bastantes intervalos, o que dava para colocar a conversa em dia com a Larkin, o Galrito e o luisphilipus e por sessões fotográficas deveras irritantes. Mas o responsável (jogador do Tribos) era um senhor bem-disposto e tornava-as menos “torturosas” (ou talvez não)…

goofynas

Depois, durante o almoço lá fomos conhecendo melhor o pessoal, principalmente os jogadores do Tribos, como é claro.

Enquanto aguardávamos pela chegada da krislete, aproveitamos para tirar umas fotografias para a recordação.

euu17

Boa conversa e boa disposição. Ficámos a conhecer melhor o ReD Chaos e a Wolfgirl, que se mostraram bastante simpáticos, foi bom conhecê-los.

Ricardofr

Estavam lá os “suspeitos do costume” , e mais alguns.
Os novos moderadores do Grepolis, alguns deles – os que estavam presentes, pareceram ser bons colegas e vão certamente dar um bom contributo à equipa.
Os outros moderadores, que pessoalmente menos conheço, do Tribos, parecem ser igualmente muito unidos e ativos, contribuíram e bem para uma tarde bem passada entre todos os que ajudam estes jogos a evoluir, e como vemos, para melhor.
Em relação aos “suspeitos do costume”, estão todos no bom caminho, são uns “tinhosos”,  somos amigos, é mais do mesmo, que mais se pode dizer…

InKSane

Fiquei bastante surpreendida com a forma de ser dos membros da equipa, acho que são todos incrivelmente acessíveis e simpáticos, foi o que mais me surpreendeu. Ao longo de todo o almoço não faltou assunto de conversa, toda a gente com boa disposição, piadas não faltaram, e histórias divertidas também não.

WolfGirl

A escolha da sobremesa também tinha deu pano para mangas…

O Ricardo, com a sua voz de comando, comunicou-nos “Aqui é molotov!” ao que prontamente entendemos que era para escolher molotov. Quando o empregado de mesa recolheu o pedido do Ricardo, informou-o de que já não havia molotov. Pelo que houve um urgente rearranjo de pedidos de sobremesas.

goofynas

O almoço decorreu com “normalidade” até à sobremesa, onde o “respeito” foi notório.
Ricardo: “Eu vou comer molotov!”
Os moderadores do Grepolis uns para os outros:
– O Ricardo disse aquilo porque tem de ser molotov para todos?
– Em caso de dúvida… “Molotov”!
Todos escolhiam molotov, até que ficamos a saber que não era “sobremesa obrigatória”, antes pelo contrário, só haviam 2 molotov’s… (UPS)
Lá tivemos de escolher outra sobremesa… (ainda bem, não gosto de molotov… :D)

 luisphilipus

 A sobremesa prosseguiu com outro ponto alto… 

A odisseia do Galrito na sua “matança de formigas”.

luisphilipus

Durante o almoço fomos brindados com a tática do Galrito para matar formigas. Uma coisa posso garantir, no decorrer da história, por mais ideias idiotas que déssemos, não suplantava a realidade.

goofynas

Um dos meus momentos preferidos foi quando o Galrito contou a história de quando ele “catapultou” as formigas para as tentar matar até perceber que não ia conseguir e a Larkin atender o telefone e explicar-lhe como se devia livrar das formigas…

WolfGirl

O momento mais engraçado para mim foi quando o Galrito contou como se livrava das formigas, com fósforos. Essa, sem dúvida, foi a melhor parte do almoço, ri-me a perder. O convívio foi do melhor. Toda a equipa, Grepolis e Tribos, era excelente. Espero que se façam mais convívios destes.

ReD Chaos

Outro foi quando o InKSane contou que passados dois dias de começar a jogar Lagoonia, entrou no jogo e apareceu-lhe uma personagem do jogo grávida, então ele fez logo Alt+F4 e não voltou ao jogo, com medo que ela lhe viesse pedir o dinheiro para sustentar o puto. (Isto contado por ele tem muito mais piada…)

WolfGirl

Após a aguardada chegada da krislete… BOLOOS!

Entretanto, chegou a krislete e podemos passar aos bolos. Bonitos, bem doces e prontos a ser devorados pelos guerreiros presentes.

O primeiro bolo a chegar foi o do Tribos… um guerreiro careca de lança na mão e com ar de corajoso. Mas assim que viu a entrada do Zeus ficou “partido em dois”… foi isso ou a Larkin…

luisphilipus

Foi pena a krislete chegar tarde e não ter almoçado connosco, mas ainda bem que chegou a tempo do bolo, porque adorei vê-la e à Larkin a abrirem os bolos. Foi muito engraçado ver as duas muito compenetradas a tirar os agraves com muito jeitinho e o Ricardo aparecer com a tesoura para cortar os plásticos…

WolfGirl

O final do almoço foi coroado com 2 magníficos bolos com a figura do Paladino do Tribos e de Zeus do Grepolis.

A Larkin matou saudades dos seus tempos de jogadora, cortando as pernas ao Paladino e trespassando-o com a lança. Enquanto que o lBOPE mostrou como se destrói uma muralha, devorando-a. Zeus aguentou firme e hirto até ao fim da celebração.

goofynas

As primeiras despedidas…

Depois de mais umas quantas brincadeiras, piada para aqui e para ali… chegou a hora de sair do restaurante.

luisphillipus

Quando (finalmente) saímos do restaurante, o Galrito foi brindado com a segunda praticabilidade feminina do dia, desta vez by krislete.
Galrito: “Que faço à bicicleta? Vou pô-la em casa? Amarro-a ao poste?”
krislete: “Porque não pedes para a deixar aqui e vens buscá-la amanhã?”

goofynas

E tivemos as primeiras baixas, e de uma estreia, que se foi embora, mas com um sentimento de orgulho para todos.

O que eu mais gostei do almoço do Grepolis e do Tribos foi de conhecer o pessoal, tudo pessoas 5 estrelas. Foi uma boa tarde passada na companhia de pessoas muito engraçadas e simpáticas.  E também da comida, estava deliciosa, como as sobremesas e as entradas.

Quem me surpreendeu foi o InKSane, nunca pensei que ele fosse assim uma pessoa tão agitada e sempre pronto para a “borga”, gostei de conhecê-lo.

As minhas expectativas foram as melhores, diverti-me com o pessoal, foi um almoço bem passado, com boa gente.

ReD Chaos

No final, posso dizer que correu tudo bem, pela parte dos jogadores, pois não estavam armados, mas antes com os dentes desarmados com tanta fome por estarem à nossa espera há muito tempo. Agora quanto ao menu prometido pelo Ricardo, esse foi uma deceção…

fersal

Nova etapa!

O passeio programado foi para um bar em Leça da Palmeira – “Bar da Memória”. Aí, estivemos todos reunidos, seja na conversa, seja nos jogos de cartas.

 luisphilipus

Ao fim do almoço fomos todos até Leça da Palmeira onde durante a viagem, quando perguntava ao Galrito: “Estas a ver o Ricardo?”, ele dizia “Sim, sim, vai ali a frente!”, mesmo quando ele já não ia à nossa frente…

Uma vez lá no bar, houve quem se entreteve a jogar póquer, outros Monopoly Deal e outros, como eu, a ver o jogo do Barcelona.

euu17

Fomos ter um bar muito “bacano”, juntinho ao mar, com música ambiente. Passámos lá um bom final de tarde, foi pena não haver la uma mesinha de matraquilhos ou uma maquinazinha de setas, mas foi também muito interessante. Tivemos também a presença de alguns dos jogadores que foram ao almoço.

 lBOPE

Ainda fiz um “All In”, enquanto outros jogavam aquela cena do… “Rhh Rhh… Luke i’m your father… Rhh…”, lá da guerra das estrelas…

InKSane

De que é que estás a falar, InKSane?! Vá, a goofynas e o luisphilipus explicam…

Além da boa conversa, algumas pessoas dedicaram-se a um feroz jogo de póquer. A krislete e o ogait87 dedicaram-se a um jogo de cartas que tinha regras tão estranhas como “a carta X vale Y, mas se for à segunda-feira, as terças e quintas vale Z, mas só depois do pôr-do-sol, senão vale K mas se estiver associada à carta W” (obviamente, não prestei grande atenção às regras).

goofynas

Um dos jogos em causa nunca tinha visto, e a única coisa que aprendi é que as regras mudam a meio do jogo, literalmente!

 luisphilipus

…ou então, não, não explicam.

Depois de um tempo a olhar (aborrecidamente) para o jogo de póquer, desafiei a Larkin a pegar num dos vários baralhos que tinha trazido e vir jogar. O escolhido foi Monopoly Deal. O início foi meio tremido, depois de 5 minutos a tentar perceber as regras, desviámos o ogait87 para nos vir explicar como jogar. Quando finalmente começámos a sério (a primeira vitória da Larkin não conta) a namorada do Ricardofr conseguiu ganhar um jogo. Perante a nossa incredulidade verbalizada com um “Deixa ver…”, desabafou:
– Porquê que ninguém acredita em mim?

Os jogadores foram saindo de mansinho (ou nós é que estávamos absorvidas no jogo). Quando a Larkin reparou que só restavam membros da equipa, perguntou:
– Quem é que baniu os jogadores todos?

 goofynas

Seguiu-se o jantar em Famalicão

Há noite, já só com os membros da equipa, fomos jantar a Famalicão, e lá é que deu para conhecer melhor a equipa. Tive um contacto mais direto e falei mais à vontade. Depois do jantar, antes de irmos embora, na altura do café, criou-se um debate muito saudável entre o EnteiRocks e a Larkin sobre a tourada, e mais tarde evoluiu para um tema um pouco diferente, “Pessoas vs. Animais” – foi muito engraçado porque ambos tinham argumentos bastante válidos.  Houve muitos outros temas, muitas risadas, muitas mesmo, e gostei imenso.

lBOPE

O restaurante era agradável, a companhia ajudava (a sangria também). Apesar de quando a krislete se sentou queixou-se que a tinham deixado sozinha (na ponta da mesa), mas revelou-se uma localização excelente, porque o empregado colocava tudo à sua frente, inclusive os jarros de sangria.

goofynas  

E entre conversas e comida, lá se foi passando o tempo a voar, até que muito educadamente nos mandaram embora do restaurante porque queriam fechar.

euu17

A conversa prosseguiu animada, tão animada que fomos os últimos a sair do restaurante. E acho que só saímos porque mais uma vez “tivemos de sair” (2 em 2, não perdoamos… :D)
O Ricardo, num ato de gentileza diz ao empregado:
– Quando quiser fechar, diga.
– Já estamos nas limpezas, só falta vocês saírem. (UPS)
E pronto, depois disto lá saímos… mas quais sobreviventes, ainda nos mantivemos “à tona da água”, e permanecemos na mais amena cavaqueira no exterior durante pelo menos mais uma hora.

luisphilipus

O que fica…

Mais uma vez foi um encontro bastante agradável e foi bom conhecer os jogadores (lendários) do Tribos. Tive alguma pena que os jogadores de Grepolis não tivessem aderido a esta iniciativa. Entre os colegas que entraram recentemente na equipa, foi uma oportunidade para nos conhecermos melhor e verificar que somos todos relativamente “normais”.

goofynas

Mais um encontro, cheio de coisas boas e onde o espírito da equipa ficou bem patente. A continuar assim, ninguém nos pára e seremos cada vez mais e melhores!

luisphilipus

A desilusão maior foi não terem aparecido jogadores do Grepolis, isso acabou por entristecer um pouco.
Em resumo, foi um almoço muito divertido e foi um prazer conhecer todos pessoalmente. Só tenho a agradecer por me receberem tão bem e me porem completamente à vontade.

WolfGirl

E assim finalizou mais um encontro, como de costume, muito agradável e aguardar até que outros venham.

euu17

Chegou a horinha de ir embora, e posso dizer que adorei o dia por completo. Há malta que não foi, e falo em concreto dos outros novos moderadores, como eu, mas acho que foi muito importante este contacto “cara-a-cara” com a equipa e perderam um grande dia.

lBOPE

Sem dúvida uma experiência única e inesquecível. Apesar de ser a primeira vez, todos se mostraram atenciosos e incentivaram-me a dialogar um pouco mais com eles. Fiquei a conhecer um pouco mais de todos os que se encontram para lá do ecrã, com quem todas as noites temos conversas fiadas.

Encontrei também colegas e amigos de alguns mundos do servidor português, com quem compartilhei experiências adquiridas ao longo destes anos.

É com orgulho que digo que nunca esquecerei este dia.

 Chill Out.

Foi uma uma boa experiência. Malta porreira e os bolos fenomenais.
Aguardo pelos próximos e espero estar lá outra vez e, se puder, até ao fim 😉

InKSane

Foi um encontro cheio de boa disposição, como de costume. Foi bom conhecer os jogadores do Tribos e, felizmente, a equipa Grepolis compareceu em força para contrabalançar os números.

Espero que o próximo aniversário seja tão ou mais divertido que este e obrigado a todos por este bom momento que passámos.

Ricardofr

Vejam como foi o convívio, seguindo as nossas páginas no Facebook:
http://www.facebook.com/solutions.pt
http://www.facebook.com/Tribos
http://www.facebook.com/Grepolis.PT

A equipa solutions.pt deixa um especial agradecimento a todos os membros e jogadores presentes por mais um excelente e inesquecível aniversário e que, para o ano, possamos contar com a vossa presença e de mais!

Procuram-se repórteres!

Caros leitores e jogadores,

Estamos à procura de repórteres para o Tribos, The West, Grepolis e outros, desejamos em muito breve começar a publicar quinzenalmente artigos sobre as guerras nos diversos mundos do Tribos, The West e Grepolis!

Por cada artigo publicado será creditado na conta dos jogares:

Jogo/artigo Premium
Tribos / TribalWars 200 Pontos
The West 100 Pepitas
Grepolis 400 Ouro

De momento estas recompensas serão apenas artigos dos seguintes servidores:

  • http://www.tribos.com.pt/
  • http://www.the-west.com.pt/
  • http://pt.grepolis.com/

da mesma forma que serão apenas possíveis de entregar nos mesmo servidores. Contudo dependente de como correr a experiência poderá ser  expandido a outros servidores.

Regulamento:

Os interessados deverão enviar os seus textos e imagens por email para:

Jogo/artigo Premium
Tribos / TribalWars DS-BLOG[arroba]solutions.pt
The West TW-BLOG[arroba]solutions.pt
Grepolis GP-BLOG[arroba]solutions.pt

* [arroba] deve ser substituído por @

No assunto do email deverá vir sempre referido o nome do mundo a que se refere.

Ao enviarem os textos para estes e-mail estão a autorizar e ceder os direitos de autor para publicação dos mesmos textos. Ainda a equipa do Blog, reserva-se ao direito de fazer alterações aos textos.

A selecção dos textos é da inteira responsabilidade da equipa do Blog, iremos tentar publicar o maior numero de artigos possíveis que  estejam de acordo com o padrão de qualidade desejado.

O que consideramos um bom artigo:

  • deverá ser entre 1 a 2 paginas A4,
  • sem erros ortográficos,
  • deve ser isento e apresentar os vários pontos de vista,
  • se possível deverá incluir os brasões das tribos, gráficos de conquistas entre outros,
  • deverá sempre respeitar os jogadores,
  • entre outros aspectos.

Resta-me apenas desejar uma boa sorte a todos,
Ricardo Vitoriano, Gestor de Comunidades.
TRIBOS THE WEST –  GREPOLIS

O Regresso da Grécia Antiga

Grepolis, a mais recente aposta da InnoGames GmbH, prometeu surpreender e assim o fez!

Os dados foram lançados e dia 17 de Fevereiro ficou marcado pelo regresso da Grécia Antiga ao mundo moderno. Um início de mais um jogo que já prendeu milhares de jogadores.

Após sensivelmente um mês de lançamento, o servidor português já conta com 3 mundos (Alpha, Beta e Gamma) e aproxima-se de 100 mil jogadores.

Decidimos então lançar o primeiro artigo após o lançamento do Grepolis, no nosso Blog, depois de um período de adaptação ao jogo, e começar a perceber como é que os jogadores entraram em mais uma jornada e o que mais lhes atrai, sendo então o tema desta estreia.

Depois da disponibilidade demonstrada, não poderia continuar sem antes agradecer a todos os jogadores que aceitaram participar no inquérito realizado. A todos um muito obrigado da equipa do Grepolis!

Como teve conhecimento do Grepolis e o que o levou a experimentá-lo?
A maioria dos jogadores entrevistados conheceu o Grepolis através de outros jogos da InnoGames GmbH, nomeadamente Tribos e The West. A curiosidade foi, sem dúvida, o grande empurrão para um jogo que tem tudo para ser um dos melhores e não desiludiu.

Iniciou-se o primeiro servidor português há sensivelmente 1 mês, qual o balanço que faz deste primeiro mês?
Neste primeiro mês de servidor, todos os jogadores destacam que já se começam a notar os bons jogadores existentes, assim como as primeiras rivalidades entre alianças, mas ainda tudo está no início.

O que mais lhe agrada no Grepolis?
Quanto às funcionalidades que mais agradaram os nossos jogadores no Grepolis, todos salientam os combates marítimos – a criação de transportes e os poderes divinos são duas das ideias criativas e realistas deste novo jogo – novas funcionalidades que trouxeram uma maior interacção entre o jogo e o jogador.

Conta Premium – Benefícios

Este artigo foi feito com ajuda do Sudritter, já que o mesmo tem uma vasta experiência de jogo, e bastante mais conhecimento que eu.

.

O que é Vantagens Premium?

A conta premium é o nome que se dá a um certo tipo de vantagens, ou seja, o responsável da conta, paga um valor monetário à empresa criadora do jogo (Innogames) para ajudar no desenvolvimento do jogo, a empresa criadora (Innogames) oferece uma vantagem premium. As vantagens são variadas e distintas, que de seguida passarei a explicar pormenorizadamente.

.

Quais as Vantagens?

1.Mais Energia: Esta vantagem é muito boa durante toda a “vida” do The West. Aumenta a recuperação de energia em 50% e aumenta também os pontos de energia, para um máximo de 150 pontos. Esta vantagem custa 5 Pepitas de Ouro, e tem uma duração de 14 dias

2.Automatização: Esta vantagem dá a possibilidade de colocar até 4 tarefas numa fila de espera. Excelente no inicio do jogo, nomeadamente quando está longos períodos de tempo sem aceder ao TW. Esta vantagem custa 5 Pepitas de Ouro, e tem uma duração de 14 dias.

3.Maiores Salários: Esta vantagem dá a possibilidade de aumentar os salários em 50% e os itens que encontrar durante o trabalho serão mais valiosos. Aumenta também em 50% as possibilidades de encontrar um produto. Esta vantagem custa 5 Pepitas de Ouro, e tem uma duração de 14 dias.

4.Bónus de Personagem: Esta vantagem multiplica por dois, o bónus da classe da personagem. Esta vantagem custa 5 Pepitas de Ouro, e tem uma duração de 14 dias.

5.Mudar a imagem de Perfil: Dá a possibilidade de escolher uma nova imagem de perfil para a sua personagem. Esta mudança pode ser efectuada a qualquer altura, em troca de 2 Pepitas de ouro.

.

Quando se deve usar?

Certamente existe diversas opiniões diferentes sobre o assunto, já que é impossível de indicar quais as vantagens mais importantes. Irei portanto indicar e justificar duas opções, sendo que são única e exclusivamente a minha opinião pessoal, e com alguma discussão com Sudritter.

Aventureiro: A meu ver, a principal vantagem é a Mais Energia. O aumento de energia, é excelente para utilizar para trabalhar, tal como para recuperar de longas viagens e das mais variadas situações ocorrentes do jogo. A segunda vantagem depende do estilo de jogo de cada jogador. Eu pessoalmente, e tendo em conta a característica da classe, escolheria o Maiores Salários. O aumento dos salários dá-nos mais dinheiros para as várias evoluções da cidade, tal como todos os outros bónus.

Soldado e Pistoleiro: Juntei os dois num só, pois a meu ver, ambos devem usar as mesmas vantagens, as de Mais Energia e a de Bónus de Personagem. Sendo estas classes mais de ataque e defesa de fortes (Soldado) e ataques interpersonagens (Pistoleiro), creio que estas duas vantagens são as mais indicadas, entre as várias opções, devido à força “militar” que lhes é cobrada numa cidade.

Construtor: Nesta classe, creio que a vantagens principais são a Automatização e Maiores Salários. Devido à especificidade da classe, creio que a automatização ajudará imenso tanto a nível individual, como a nível colectivo da cidade, e um maior ganho é também proveitoso tanto a nível individual, como colectivo.

.

Neste artigo tem as várias vantagens, e também a minha opinião pessoal em algumas opções. É indicado também como se deve usar, e uma explicação sobre as vantagens.

Este é um artigo bastante discutível, pois cada pessoa terá tácticas diferentes, mas será bom que alguns jogadores comentem isso mesmo, para que jogadores menos experiente possam compreender e perceber outras tácticas.

.

Concluo, que no The West, praticamente todas as vantagens dão jeito, em qualquer classe, mas claramente algumas vantagens são mais importantes que outras, e sendo que tem que se escolher, deixo aqui uma das várias possibilidades, e alguma justificação do porque escolhi essas vantagens.

.

Mc Peralta

Agora quem é o Anjo da Guarda…

Se há algo em que estarei de acordo com o Advogado do Diabo é a confortável sensação que este anonimato me confere. Reparei que num artigo passado alguém atribuiu a autoria dos meus textos ao Administrador de Comunidade.

Naturalmente não irei sair do conforto deste pseudónimo para revelar a minha verdadeira identidade, verdade seja dita que apenas um grupo muito restrito sabe quem na realidade sou, tal como a verdadeira identidade do Advogado e assim permanecerá por um longo período de tempo se depender da nossa vontade.

No entanto, tal como o Advogado fez, irei dar algumas pistas sobre quem sou sem revelar nada de pessoal. Creio que mais que o meu nome verdadeiro é o meu percurso, o que ficou para trás, o que faço agora e o que planeio para o futuro é o que faz de mim quem sou hoje.

Ironicamente, conheço pessoalmente o Advogado há muitos anos – os nossos caminhos se ligaram com um episódio na nossa vida, já em tenra idade tínhamos formas distintas de ver o mundo apesar de toda a nossa ignorância e teimosia de provar o outro de errado. Por algo estranhamente normal criamos um laço de amizade que até aos dias de hoje se mantém. Embarcamos no mundo académico nas mesmas áreas sempre com a picardia de provar o outro de errado, algo que até hoje continua. Partilhamos amigos, colegas e conhecidos e situações do arco-da-velha, porém em todo as nossas discordâncias conseguimos sempre encontrar o meio-termo de berros em discussões filosóficas.

Ao contrário do Advogado, eu acredito que as pessoas são mais que meramente o produto das circunstâncias – não removo a importância destas, mas acredito que há um padrão de morais dentro de nós capaz de se elevar ao que nos envolve. Por esse mesmo motivo acredito que as relações entre as pessoas podem durar e funcionar (e não falo exclusivamente das amorosas).

Porém com a convivência e influência do Advogado, também vejo que o mundo não é apenas um mar de rosas e existe algo por baixo do encantado perfume marcado pelos espinhos. E aqui fica a verdadeira diferença entre nós, ora o Advogado acredita que quando nos afundamos para essa área devemos mudar e perseguir algo novo, para mim devemos avaliar a situação e descobrir se é valido investir nesta circunstancia temporal e melhorar ou se tal visão é utópica.

Ao contrário que muitos possam pensar, entre nós existe uma grande proximidade da realidade abordada de uma forma muito sintética. Porém um acredita na construção das condições ideias ou outro acredita na filosofia da altura certa e local certo.

Qual das formas é a postura correcta na vida? São as duas, é encontrar o local certo, na altura certa para construir o momento “perfeito”. Contudo, é quase impossível combinar estas duas posturas e acaba-se por ter de se arriscar. Como diz o Advogado, acaba por ser como andar com óculos escuros durante a noite, nunca se sabe contra o que esbarramos.

O vosso,
Anjo da Guarda

Seriedade… ou serenidade…

ILHYEste artigo é co-escrito, entre o Advogado do Diabo e o Anjo da Guarda e surge do resultado de um café entre amigos e da eterna batalha argumentativa de qual é a relação ideal e será que é melhor as relações que perduram versus as relações pontuais.

O Advogado,

Antes de mais, deixem apenas dizer que vou utilizar a palavra “serio” e as suas variantes fora do meu conceito no que se aplica a relações. Apesar o termo de relação seria, no meu entender também acaba por tocar neste ponto de intimidade e compromisso, creio que a seriedade de uma relação é algo mais complexo e profundo que apenas números de coisas e que se fazem e a sua frequência num calendário.

Como pré-conceito irei partir da máxima que todas as pessoas do planeta estão dispostas a algures na sua vida a terem uma relação inconsequente do dia de amanha e por esse motivo fica já uma aleluia ao nosso anjo.

Ontem, na nossa conversa acesa profanei o conceito de relações e as dinâmicas existentes entre os diversos tipos de relações. Sendo que o supra-ex-líbris foi porque motivo deveria de ter uma relação seria se consigo ter os prazeres carnais ao entrar num bar e os prazeres metafísicos em conversas como aquela que estávamos a ter com os meus amigos (e amigas, por incrível que pareça também tenho disso) mais próximos.

A verdade é que as relações estáveis apresentam algumas vantagens, por exemplo saber o nome da pessoa que está ao nosso lado quando abrimos os olhos. As constantes trocas de mensagens e telefonemas com frases do género onde estás!? – upss, isso é uma das más partes… ou talvez como disse o outro senhor, ouvir um amo-te sentido! No entanto, sem querer insultar as gerações mais novas, como é que se sabe que o amo-te ou a sua versão light, o adoro-te, é sentido? As palavras e os conceitos, tal como tudo no mundo, mudam o seu significado. Eu lembro-me de nos meus tempos de juventude uma miúda dizer-me amo-te era assustador, significava algo de muito importante e que ela me via como um parceiro para a vida e rapidamente sentia o sufoco da responsabilidade. Aquilo já era algo bastante serio e daquele momento em diante acabava-se a brincadeira para o bem ou para o mal.

Para felicidade, e também para a minha infelicidade, os meus ouvidos já ouviram vários “amo-te” e “adoro-te”. Mas nenhum me marcou tanto como em 2004, enquanto ia-me divertindo com uma amiga colorida que estava numa situação pouco normal de relacionamento para se andar a divertir. Foi num fim-de-semana de maratonas que a dada altura ela me disse “amo-te” o momento não podia ter sido pior, porém segundo o código da guerra dos sexos, coisas ditas nessa altura devem ser ignoradas e assim o fiz. Mas com o passar dos dias o “amo-te” começou a surgir com maior frequência, apesar de nunca lhe ter dito de volta as mesmas palavras comecei a reparar que essa expressão surgia em alturas particulares, quando os benefícios da nossa amizade não estavam a ser utilizados. A expressão tinha-se tornado num reflexo condicionado do Pavlov, era a campainha que anunciava um convite desportivo.

Apesar de todas as minhas folias e fugas às relações serias, já estive metido em algumas – afinal de contas como podemos saber que algo não foi talhado para nós antes de experimentarmos? No entanto é certo e sabido que somos o produto do nosso passado, constantemente preocupados com o futuro e a deixar fugir o presente, por este motivo sempre fui uma pessoa muito consciente e fatalista no que toca a relações serias, sei o que realmente quero e o que estou disposto a dar por isso. Com toda a minha experiencia de vida a taça não é o troféu máximo, pelo contrário é algo fácil de obter num bar a 20 km de minha casa (nos mais próximos estou um pouco marcado ou teria de repetir a corrida).

No entanto existe uma necessidade do sexo feminino de complicar as relações, e de as planear. Ora se num encontro casual as coisas acontecem, e como dito anteriormente todos nós estamos pré-disposto a tentar pelo menos uma vez… porque é necessário complicar aquilo que na teoria já é serio? Falemos de novo da famosa taça, ora bem se for sair ao tal bar, no máximo são 5 horas até chegar ao final da taça, porém se for arriscar numa relação seria com essa mesma pessoa habilito-me à taça passados 5 meses… o ridículo disto é que pode ser a mesma pessoa a levar percursos diferentes, mas quando estou a investir para algo de nem trocar o número de telefone é um par de bebidas e umas piaditas parvas. Ora se for algo serio… é uns jantares, cinemas, passeios por acolá, conhecer os pais, etc…

Ou seja, discordo! Não me faz sentido que os actos inconsequentes sejam de borla e os sentidos sejam os olhos da cara. Agora deixarei o Anjo discursar um pouco para contra-atacar…

O Anjo,

As relações são mais que uma postura carnal, são uma cumplicidade ao mais alto nível entre duas pessoas. Uma relação é o complemento de duas pessoas numa entidade de consciência comum, é um processo de entrelinhamentos entre um par e não é algo passível de acontecer de um dia para o outro, exige trabalho árduo inicial na construção de alicerces sólidos e constante manutenção daquela chama que os une.

Infelizmente é quase impossível de determinar se as relações irão funcionar ou não, depende imenso das pessoas envolvidas como dos meios exteriores. Acontece muitas vezes que por mais vontade de uma das partes (ou mesmo das duas) em fazer tal relação perdurar pode não ser o suficiente. Gosto de pensar que as relações no seu estado inicial são como o gato de Schrödinger.

O gato de Schrödinger,
A teoria de Schrödinger basea-se na relatividade dos eventos (física quântica), simplificando a teoria, Um gato está fechado dentro de uma caixa com algo venenoso, cabe ao gato decidir se irá se alimentar do veneno ou não. Porém o observador nada sabe sobre o estado do gato até abrir a caixa. Durante o tempo que a caixa está fechada para o observador o gato está simultaneamente vivo e morto. A certeza é apenas atingida com a abertura da caixa.

Quer isto dizer, que até ambas as partes atingirem um consenso de quanto querem investir nessa relação tudo é incerto, esta é uma relação que tem tudo para chegar ao “happy ending” tal como ao “crash and burn” tudo que lhe falta é abrir a tampa na caixa de Pandora e descobrir os males que dela saíram e a esperança que ficará.

Das relações que falham pouco há a dizer, senão compreender o porque de terem falhado e o que esperar no futuro, tal como o advogado disse, o passado marca-nos no entanto não tem de ser o assassino do nosso presente e futuro.

As relações que continuam, precisam agora de ser trabalhadas e limadas para garantir a sua continuidade, no entanto nesta fase surgem já os verdadeiros benefícios de uma relação estável. Quem não gosta de depois de um dia tenebroso chegar a casa e ter a sua cara-metade para o receber com aquele genuíno sorriso de felicidade. As palavras podem ter vindo a perder o seu significado, talvez hoje o “amo-te” seja utilizado de mão leve para diversas situações, no entanto isso não quer dizer que a emoção “dos tempos antigos” tenha desaparecido, pode sim ter-se diluído no termo – mas isso só o torna ainda mais especial quando se encontra algo tão sincero e sentido.

Não existe, nenhuma, acção no mundo que não possa ser feita de leve ânimo, seja um beijo, um abraço, um carinho, etc… no entanto a realização pessoal de se fazer esses actos a alguém que realmente queremos agradar todos os dias.

Uma relação séria é quando conseguimos abrir mão do nosso coração para entregar a outra pessoa sem pedir nada em retorno, e apenas esperar que essa pessoa não o vai partir.

O advogado contra-ataca…

Será possível de se esperar que uma relação foi feita para perdurar? Se uma relação é feita de sentimentos mútuos e deve ser sincera (segundo o que percebi e do qual não discordo). A questão que levanto não é do conceito geral de uma relação, mas sim da sua real existência e se realmente valerá a pena procurar estas?

Se uma relação séria tem como uma das bases a sinceridade dos sentimentos, a que se chamará a uma relação que é programada? Digo programada na forma como evolui… lembro-me do meu último relacionamento, altamente condicionado pelos faux pas do indivíduo que me precedeu, verdade que não sou nenhum anjo (para isso existes tu meu amigo). Mas partindo do principio que o passado foi de tal forma marcante sobre a outra pessoa que condicionou as atitudes desta nova relação. Seria de se esperar algo diferente? Talvez sim, talvez não… cada pessoa lida com a sua bagagem de forma diferente.

Podia-se argumentar que se travava apenas de um simples caso de “wrong time, wrong place” porém a causa de morte de pouco interessa a realidade é que encontrar o nível de sinceridade emocional para criar as tais bases é uma utopia, que nem mesmo nessa ilha deve existir.

Outro ponto pelo qual sou obrigado a discordar é nas relações falhadas. Não só pelo facto acima indicado porém algo mais pessoal, que são as cicatrizes emocionais que os relacionamentos deixados para trás. Para mim o melhor tratamento para isso é voltar ao jogo e relembrar-me que ainda tenho algo que atrai o sexo oposto. No entanto, tal como disse, diferentes pessoas diferentes formas de lidar com a “rejeição” varias atiram-se numa espiral de depressão (um termo que também diluiu a melancolia e os sentimentos perca).

Não discordo que as relações estáveis contribuem para um ego mais forte e saudável, melhorando significativamente o nosso estado. A minha divagação sobre este assunto prende-se à velha questão será que os meios justificam os fins? Todo o investimento que é necessário para encontrar (e nada garante) a tal relação? Afinal de contas este jogo de seduções, faz-me lembrar outro jogo estranho, a roleta russa.

O Anjo conclui…

É um jogo, sim… contudo, se o prémio é tão cobiçável, apenas uma coisa é certa se não o jogarmos o prémio não nos irá cair no colo. Em vários artigos escritos ao longo desta crónica foi sempre dito que a forma correcta é tomar uma atitude mais pró-activa e tomar controlo do destino.

Nada na vida é simplesmente fácil, aquilo que realmente vale a pena exige esforço e tributação de quem tenta alcançar. Isto faz-me um pouco lembrar os exames, quem estuda tem maior probabilidade de sucesso no exame. O mesmo acontece neste caso, não posso dizer que não existem azares e becos sem saída, mas também somos capazes de ver que erramos em alguns caminhos e voltar a trás para seguir uma nova direcção.

A forma mais simples que tenho para concluir este artigo é apenas dizer que a vida é como um barco, agora existem barcos que são desgovernados e aqueles que sabem para onde vão… a escolha cabe a cada um.

O dueto (Advogado e Anjo)

Afinal de contas quem é o advogado do diabo…

Tenho que dizer que não deixa de me fascinar a curiosidade humana e as especulações sobre a minha verdadeira “persona”. Então aqui fica a resposta, sou eu… eu sou o advogado do diabo… ok, admito que de nada ajudou para ficarem a saber a minha verdadeira identidade… porém isto faz me lembrar um episodio caricato da minha vida, que ocorreu no carnaval do meu 9º ano de escolaridade. Numa terrível aula de matemática, perto do carnaval parti dentro da sala de aula aquilo que se apelidava na altura de “peidinho engarrafado” e tivemos de mudar de sala, porém fascinado com o par acção-reacção daquela experiencia voltei a repetir a proeza nas outras três salas até o tempo ter se esgotado para termos aulas… Já na semana seguinte sobre a pressão de sancionamento administrativo da escola a nossa directora de turma pediu para escrevermos num papel quem tinha sido… na primeira ronda ninguém se denunciou, já na segunda com todo o meu engenho escrevi em letra de maquina e com outra caneta “fui eu”… prolongando pela aula toda o divertimento anárquico…

A verdade é que este pseudónimo permite-me divagar barbaricamente sobre vários assuntos, satirizar com um toque pessoal coisas que vou vendo e mesmo assim não ter de assumir nenhuma responsabilidade sobre o assunto… esta ideia no meu nono ano de escolaridade agradou-me então agora neste caso fascina-me…

Então o que irei fornecer sobre a minha verdadeira identidade, muito e nada… neste artigo serei tão vago como específico em alguns aspectos, mas de nada irá contribuir para quem sou na realidade, apenas para estabelecer um pouco do meu passado, presente e talvez futuro…

Então a primeira parte… Sim, faço parte da equipa e estou presente nas conversas… mas isso não quer dizer que haja membros da equipa que conheçam a minha identidade, naturalmente o Ricardo sabe quem sou, pois foi ele que criou-me a conta e permitiu que desse uso da minha imaginação e espírito critico.

Então o que posso dizer sobre mim, a minha idade ronda os 80 anos… não é a idade física mas possivelmente a intelectual… Ao longo da minha vida sempre tive um espírito aventureiro cheio de peripécias e alguns problemas… um bom exemplo é certamente aos meus 12 anos estava a bater à janela de uma amiga “benneton” para uns beijitos enquanto os pais dela no quarto ao lado estavam a tentar trocar outros beijos… o único problema foi mesmo a insistência entre a meia-noite e as três da manha com intervalos de café. Bem o resultado disto foi uma mega corrida pela cidade às três da manha com um senhor em pijama e um cinto na mão… Nesse dia aprendi que nunca se deve interromper alguns actos, aproveito para mandar a dica a algumas pessoas… vejam lá se não vos apareço de pijama e cinto da próxima vez que me telefonarem…

Ao contrario que muitas pessoas pensam sobre os membros da equipa que são uns geeks, digo com quase toda a certeza que a minha vida social offline é uma grande componente da minha vida, quase tão grande como a minha mira para miúdas complicadas. Quer isto tudo dizer, nos meus “80 anos” acumulei com uma vasta quantidade de mulheres psicóticas com uma vontade de me matar como amigas coloridas… porém a verdadeira proeza é que dou-me bem com quase todas elas e quando possível ainda vamos tomar o eventual café e por a conversa em dia.

Um pouco menos sobre mim e mais sobre o advogado, esta personagem é alguém com quem me identifico imenso, pois é a minha perspectiva pessoal sobre temas que ao longo de conversas mais ou menos fúteis alguém me pede uma opinião sincera. Disto advém sempre a velha questão se estes serão os concelhos mais adequados? Provavelmente não! Afinal de contas aos meus oitenta anos ainda sou solteiro e bom vivão (com problemas de compromisso, segundo a minha ex).

Sou aquele tipo de pessoa que mais rapidamente tira um sorriso dos lábios de uma desconhecida que um anel do bolso. E, modéstia à parte, tenho dito bastante facilidade ao longo dos anos. Qual o segredo para isto!? Tem sido simples, nunca repetir a mesma linha mais que uma vez… sempre que abordo alguém primeiro analiso e só depois penso na forma de a abordar. A última abordagem que fiz foi com uma língua estrangeira, porém não aprendi de propósito uma nova língua apenas para engatar miúdas… isto quer dizer, joga com os teus atributos positivos.

Naturalmente nem todos os tiros caçam, mas a média é favorável. Ser inventivo é uma boa forma de alguém se destacar do rebanho e acima de tudo mantém a outra pessoa na ponta dos pés desprevenida… e naturalmente quão mais inventivo e original se for, maior facilidade de manter uma conversa sem os silêncios ensurdecedores.

Ou seja quem sou, apenas mais uma pessoa com alguma experiência de vida e pés assentes na terra sem perseguir moinhos de vento.

O defensor do pecado carnal 🙂

Conta Premium – Benefícios

Conta Premium – Benefícios

Como conversado com o Lamios anteriormente sobre este artigo, vou editá-lo pois a meu ver, o anterior estava bastante incompleto.

.

Antes que comecemos a falar das vantagens da Conta Premium, temos que explicar o que é uma Conta Premium do Tribos. O que é uma Conta Premium?

A conta premium é nome que se dá a um certo tipo de conta, ou seja, o responsável da conta ou não, paga um valor monetário à empresa criadora do jogo (Innogames) para ajudar no desenvolvimento do jogo, a empresa criadora (Innogames) oferece uma conta premium. Essa conta premium têm várias vantagens…  mais à frente iremos falar sobre as vantagens.

Para quem não sabe, a abreviatura de Conta Premium é CP.

.

Quando se deve usar?

A meu ver pessoal, não tem significado algum usar a Conta Premium (CP) no início. Só verá a real diferença, quando começar a ter algumas aldeias. A título pessoal, conseguia gerir bem a minha conta, sem CP, até mais ou menos às 20 aldeias, mas a partir dessa altura, a CP dá um grande jeito, principalmente na poupança de tempo para efectuar o recrutamento, como a mudança entre as aldeias. Antes de ter premium, demorava cerca de 30 mins a efectuar o recrutamento, a verificar as aldeias e construções, e depois de ter a premium, demorava uns 15 mins. Este tempo, com uma média de 20 aldeias, claro.

Por isso, acho que a partir de um certo número de aldeias, a CP é essencial para a continuação de Jogo.

Se for Líder de uma tribo a meu ver acho que é aconselhável ter CP desde o ínicio, pois um brasão da tribo fica sempre bem, porque infelizmente ou não vários jogadores dão importância a isso.

.

Agora iremos falar sobre as várias vantagens que uma Conta Premium oferece:

– Fila de Construção:

A meu ver, é a única vantagem que justifica ter CP no início do jogo. Com a CP, poderá efectuar até 5 ordens de construção, tanto no Edifício Principal, como no Ferreiro. Poderá adicionar mais construções mas, a partir das 5, será cobrado um extra de recursos por cada ordem extra.

– Tamanho do Mapa: O tamanho do mapa pode ser ajustado do padrão 7×7 até o máximo de 15×15 campos, o que permite um estudo mais rápido dos nossos vizinhos e não só…

– Visualização geral da aldeia: Com esta opção, poderá ver o progresso das construções e recrutamento, em tempo real, e sem ser preciso aceder ao edifício, tudo na visualização gráfica da sua aldeia. Também verá a movimentação de suas tropas na visualização geral da aldeia.

– Marcar jogador com cores e símbolos de ataques: Uma das recentes actualizações trouxe um código de cores, para marcar os jogadores no seu mapa. Também terá símbolos sobre as aldeias, quando está a enviar comandos para as aldeias em questão, diferenciando os símbolos para uma melhor compreensão, tanto em atacar, como em ser atacado.

– Barra de acesso rápido: Para mim, uma das melhores coisas que a CP tem, para ganhar tempo a efectuar as variadas acções possíveis em cada aldeia, tal como pode colocar scripts que facilitem as suas acções.

– Menus de um clique: Outra coisa que nos poupa tempo é estes menus, que ao colocar o rato por cima deles aparece uma lista flutuante em queda com todas as opções dentro do mesmo. (exemplo: ao por o rato em cima de tribo, podemos aceder directamente a propriedades ou diplomacia)

– Scripts: A conta premium permite a utilização de vários scripts úteis, disponíveis no fórum do tribos. Alguns scripts, como o “script do mercado” ou o “recrutar em massa” são extremamente úteis principalmente quando já temos mais de 50 aldeias.

– Outras visualizações estão disponíveis: Terá outro tipo de visualizações das suas aldeias, como combinado (sumario de produção, pesquisas e tropas) forças (sumário de tropas nas próprias aldeias) comandos, em chegada construções, pesquisas, grupos. Estas opções faz com que possa organizar as suas aldeias como quer, e nomeadamente os grupos dão muito jeito, para as poder dividir por continentes ou por tipo de aldeia, o que facilita numa altura que está a ser atacado, e precisa de agir rapidamente.

– Navegar entre aldeias: A opção que mais gosto, e que me faz ganhar mais tempo, que é o navegar entre aldeias muito facilmente, e rápido. Ao pé do nome das aldeias aparecerá umas setas que poderão ir para as aldeias seguinte, conforme tiver as aldeias organizadas, sempre por ordem alfabética ou numérica. Uma outra boa opção, é na praça de reunião, que poderá visualizar as suas aldeias, como as aldeias recentemente atacadas, e até pode criar um favorito de aldeias.

– Informações do mapa: Aqui está uma das informações que foram trazidas recentemente, numa das actualizações e que ajudam bastante. Poderá ver, numa barra de informação, quando passar o rato por cima da aldeia, inúmeras informações, desde o tempo que cada tipo de tropa demora até chegar àquela aldeia, como a moral. Se for a uma aldeia sua, até verá os recursos e as tropas que tem na aldeia.

– Mapa político: Poderá, no seu mapa, activar o mapa político, e visualizar como estão distribuídas as áreas dominadas por si, e pela sua tribo.

Brasão: Poderá carregar um brasão para o seu perfil, e se for duque de uma tribo, para a sua tribo também.

– Recrutamento: Para mim, esta é também uma das vantagens de ter CP, que mais ajuda, quando tiver muitas aldeias, já que poderá efectuar o recrutamento das suas tropas, de uma só vez, sem ter que ir individualmente a cada aldeia, o que dá para ganhar imenso tempo para estudar os inimigos e claro atacar.

– Perfil dos Inimigos: Com a CP, terá um link directo (“Arquivo de Utilizador”) para o Twstats, nos perfis dos jogadores, tal como poderá adicionar o jogador à lista de contactos e marcar o jogador no mapa.

– Perfil das aldeias: poderá enviar recursos através do link da aldeia, como também poderá adicionar a aldeia aos favoritos, que aparecerá na praça de reunião ou mercado, quando necessitar de enviar recursos ou tropas.

– Academia: Excelente ajuda, para quando já estamos bem evoluídos. Podemos Armazenar recursos/Cunhar moedas em massa, sem ter que ir aldeia a aldeia.

Bloco de Notas: Pode guardar informações aqui, ajuda imenso quando é para sitting para troca de informações entre contas para que não se cometa alguma ilegalidade.

Amigos: Pode adicionar amigos, e verificar quando os mesmo se encontram online.

.

Aqui estão os factores principais, para que devamos usar Conta Premium, e o porquê. Certamente este artigo irá sofrer algumas actualizações, até porque acho que ainda poderá faltar algumas coisas para adicionar, e também em futuras actualizações de benefícios da conta Premium.

Concluo que, é impossível jogar sem ter Conta Premium, principalmente quando começamos a ter imensas aldeias, a meu ver pessoal, a partir das 20 aldeias, começa a ser essencial e de uma grande ajuda.

.

Agradeço ao Lamios, e nomeadamente ao Pekenino, para completar este artigo.

Poderá comentar este artigo no Seguinte link: http://forum.tribos.com.pt/showthread.php?t=20842

Espionagem – Necessário?

Olá,

Como eu no fundo sou um desocupado aos fins de semana (:P), aqui vai mais um artigo. O tema? Espionagem.

Um dos piores pesadelos dos líderes de tribo é a espionagem. A espionagem no Tribos, para quem não sabe, não é mandar 2 vikings roubar documentos secretos do forum da tribo, nem enviar os batedores para ver as tropas (embora possa ser).

A espionagem é a inserção de meio deliberado de membros de confiança em tribos adversárias, de forma a ter acesso ao fórum das mesmas e às mensagens colectivas.

Os benifícios são muitos – a possibilidade de antecipar ataques coordenados, de ver quais os membros que estão mais fragilizados em termos de tropas… Um bom espião até pode utilizar a secção do mercado no fórum para descobrir as necessidades do jogador! Por exemplo, se precisa de ferro pressupõe-se que seja para tropas e antecipam-se ataques ao mesmo, antes que elas sejam aumentadas…

Outro ponto importante a que os espiões têm acesso são as mensagens colectivas e o geral do fórum. Um bom espião tem de transferir as informações no momento, e pode aproveitar-se (se a pessoa que o colocou lá for inteligente) de momentos de maior fragilidade na união da tribo para aliciar membros descontentes com convites, criando confusão interna.

Certamente têm reparado que já algumas vezes me referi a bons espiões. Mas será que existem de facto BONS espiões? A mim, não me parece. Qualquer jogador que enverede pelo caminho da espionagem contraria a total natureza do tribos em si, que como a frase diz, é ” um jogo de guerra sobre a era mediaval”. Mas métodos são métodos.

Para finalizar deixo aqui umas sugestões para evitar a entrada/detecção de espiões.

– Utilização da ferramenta membros de confiança para disponibilizar, um a um, a todos os membros, informações falsas, e verificar se elas foram utilizadas.

– Processo rigoroso de  recrutamento

– Reserva de aldeias inimigas num forum oculto e por PM ao líder. Também enviar PM ao líder para verificar se a aldeia não está reservada.

Espero que tenham gostado, e deixo-vos aqui com uma comparação:

“os espiões são como uma pandemia. entram, afectam e alastram…”

Cumps

Lamios

O santo diabo do plágio

O plágio sempre foi algo que me fez confusão. Por exemplo nas actividades escolares copiar o texto de alguém e não o citar apelida-se de fraude académica, sendo em alguns locais do mundo suficiente para expulsar um aluno.

Com a propagação da Era Cibernética, o plágio torna-se cada vez mais frequente e descarado. As pessoas fazem copy & paste de textos sem dizer que na realidade estes foram escritos por outros apropriando-se assim do trabalho intelectual de outros. Se realmente as palavras de alguém dizem aquilo que queremos transmitir, porque não agradecer e dizer que a pessoa sabia o que dizia?

Naturalmente, acabamos por dizer frases e clichés de filmes, livros, entre outras coisas que ouvimos e que soam bem, às vezes a fonte de inspiração é tanta que podemos até nem nos recordar de onde veio, porém fica aqui um pequeno conselho de dar a volta de uma forma divertida, “já dizia a minha avozinha” ou “como diria o outro senhor”.

Parece algo inofensivo roubar as palavras de outros, porém pensem que um dia alguém pode roubar a vossa ideia no trabalho e conseguir a tal promoção… nessa altura o vosso sentimento para com o plágio será deveras diferente.

Afinal de contas, quem tem telhados de vidro não atire pedras para o telhado do vizinho (provérbio popular).

Advogado do diabo

Comentar o artigo