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Tribos a caminho da versão 6.2

Brevemente faremos uma nova actualização no Tribos, caminhamos assim para a versão 6.2

Com esta nova versão podemos contar com:

  • MAPA (PA): icons de ataque foram alteradas
  • Aldeias que estão a receber ataques serão marcada com uma espada.
  • As aldeias que está atacar serão marcadas com um machado
  • ALDEIAS: alguns caracteres serão agora ilegais (por exemplo <, > , “)
  • RELATÓRIO: mudado o tiluto para “conquistado” quando uma aldeia é conquistada.
  • RELATÓRIO: Recebe um relatório, se a sua reserva for removida por um líder.
  • MEDALHAS: saqueador, os textos foram alterados.
  • MEDALHAS: corrigido o ordenamento em modo de convidado.
  • FÓRUNS PARTILHADOS: é possível mover tópicos para fóruns partilhados.
  • BUGFIX: códigos bb de coordenadas nos fóruns abrem-se numa nova janela.
  • Entre outras.

Esperamos que estas novidades venham de encontro a uma experiência ainda mais aliciante no Tribos.

Ricardo, Administrador de Comunidade

Os jogos e a vida pessoal…

Alguns dias atrás navegava pelo fórum e lia uma sugestão de artigo, como algumas pessoas levam o jogo demasiado serio e por vezes que tal interfere com a sua vida pessoal. Este é um artigo que me pôs a matutar sobre este assunto e especialmente na forma de como o abordar. Duvido que era esta a abordagem que o leitor queria ler, mas torna-se mais fácil para mim concluir algo através de uma “visão clínica”.

Assim arranco com o conceito jogo e a sua inserção na vida de cada um de nós. Jogos é aquilo que fazemos todos os dias, não é um conceito estrito a joguinhos de computador e de tabuleiro, na realidade tudo na vida acaba por ser uma espécie de jogo. É uma forma que o nosso foro psicológico se auto-regula para vivermos uma vida sã (mentalmente). Algumas teorias mais “arcaicas” definiam a vida como um sistema de desafios para se passar de nível de forma a se atingir novos pontos de maturidade.

O jogo (conceito generalista) torna-se assim uma parte integrante da nossa formação pessoal e aprendizagem como seres humanos, quem nunca jogou aos polícias e “roubões”? Que é isto senão um RPG (Role Playing Game) na sua versão offline. Porém, no desenvolvimento desta actividade rapidamente entram conceitos sociais importantes para a dinâmica cognitiva de todos nós, como as regras, a definição de papéis e um elo social de interacção entre diversos indivíduos.

Outro “jogo” comum e presente em todas as idades é a futurologia da mente, uma espécie de xadrez mental que fazemos todos os dias – simulamos (bem ou mal) decisões que temos de tomar e tentamos prever reacções, gosto de pensar que isto é uma espécie de simulador de voo dada a complexidade de variantes que temos de tentar controlar e o objectivo é falhar as twin towers.

Os jogos são onde a nossa mente se refugia, pois é o local ontem podemos teorizar e testar decisões e posturas que nos ajudam a formular as “verdadeiras decisões”. Sem termos de arrecadar com as consequências reais que a vida nos impõe.

Quando compreendemos este conceito que passamos a vida a jogar na nossa mente, devemos ponderar uma nova questão. Vivemos na era do High-Tech, temos emails, sms, telefones moveis, programas de mensagens instantâneas, vídeo-conferencias, etc… mas mesmo assim as pessoas ainda se deslocam milhares de quilómetros para concluir negócios, para ter conversas cara-a-cara… qual o motivo? Se o uso destas tecnologias nos permite comunicar muito mais rapidamente!?

A resposta a esta questão é simples, o contacto humano trás uma valência de sinceridade muito superior à conversa. Estar no mesmo local com quem se está a comunicar permite ler a linguagem verbal e não verbal expondo a pessoa a um nível de “stress” muito superior.

Então o que acontece com os jogos online, estes são o casamento perfeito para a nossa mente. Ora as nossa simulações mentais são sempre tão limitadas… nunca conseguimos prever todas hipóteses, mas podemos sempre citar uma das lei de Murphy: Quando sabemos as duas formas de algo correr mal e as corrigimos, surge uma nova que irá acontecer.

Desta forma os jogos online, permitem-nos interagir com as pessoas e “jogar o jogo”, teorizar e até pedir conselho. Mas a verdadeira vantagem é a combinação deste factor com a muralha do não estar presente, o facto de a pessoa estar blindada pelo monitor permite dar a tal segurança de preservação que o cara-a-cara nunca permitiu. E assim cria-se o mito do crime sem vítima (visível), pois facilmente as pessoas partem de um pré-conceito que sendo um mundo virtual ninguém leva a serio, mas as emoções à distancia, cara-a-cara, ou mesmo nas simulações intelectuais são sempre bem reais.

As dinâmicas num mundo virtual e desprovido do contacto directo são o paraíso da protecção pessoal pois ninguém consegue saber a sinceridade daquilo que está a acontecer, pelo outro lá é o inferno dos abusos pois ninguém vê a lágrima no canto do olho para perceber que está na altura de parar. Criando assim os que abusam e os abusados, sem intenções de fazer os outros sofrerem, afinal de contas apenas os loucos tem a necessidade de criar um péssimo dia a outra pessoa.

Como conclusão, se existe alguma… as pessoas não trazem os seus problemas para os jogos virtuais, apenas usam os jogos virtuais para substituir alguns dos jogos da sua vida. O que fazer então, o mesmo que faríamos numa situação “real” constroem-se mecanismos de auto-preservação e desenvolve-se a capacidade de comunicação directa sobre o que absorvemos dos dados estímulos.

A descascar a cebola do nosso ser,
Anjo da Guarda

Estás pronto para mundo V?

O mundo V,

fort-01

Estamos neste momento a testar o mundo V para lançar ao publico no dia 27 de Agosto. De momento tenho apenas a dizer que os testes estão a correr muito melhor que o esperado e não vemos nenhum motivo para atraso do mundo.

O mundo V,

Como seria de esperar este mundo já trás os fortes de raiz e irá correr na versão 1.21.

Acreditamos que além de ser uma óptima oportunidade para planear estratégias com os seus amigos e vizinhos, será interessante ver a corrida aos fortes.

Assim, o novo mundo do West, irá ter uma enorme competitividade e será recheado das aventuras que todos gostamos.

Ricardo, pela equipa de suporte