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Priceless: saber dizer não

noQuando decidi iniciar as minhas sátiras e reclamações dos seres que habitam este planeta olhei para as minhas experiencia de vida e dissequei várias como gozaria com os meus netos (se tivesse o azar de ter filhos). No entanto, olho para trás e vejo os sábios conselhos que deixei a amigos e colegas (sem o intuito de me passar como um expert) de situações da paixão carnal. Contudo as abordagens feitas acabaram por ser um pouco da minha forma de olhar para o mundo e de como reajo em dadas condições da vida.

Como qualquer ser digno do nome humano, já tive os meus momentos do auge como os momentos que afundam-se (ligeiramente) abaixo do normal. Estes são muitas vezes os momentos mais marcantes na vida de qualquer pessoa e a forma como os abordamos definem muito sobre nós.

Então, no paradoxo da busca da supremacia do ego e da excelência do ser, e não é cogito ergo sum (tradução: penso logo existo). Mas a capacidade de moldar as circunstâncias ao nosso prazer, e isso sim implica pensar um pouco.

Não sei bem porque, mas as maiores lições que tenho tirado na vida saem daquelas saídas com um campo de batalha entre os sexos. Tal como anteriormente disse, a interacção com uma perfeita desconhecida é algo que me traz grande prazer, como faz com todos os seres humanos. Afinal de contas, nada puxa mais lustro ao nosso ego que o reconhecimento da nossa pessoa por um par atractivo.

No entanto, com os anos de experiencia e o relativo sucesso nestas investidas com o sexo oposto traz sempre alguns problemas. Sendo o primeiro, que de alguma forma a coisa torna-se fácil e por esse motivo é necessário subir a aposta. Isto é algo que resulta ainda durante algum tempo, afinal de contas busca-se um premio maior… Mas rapidamente, ganha-se a fama e desde que entramos na era da inclusão digital a fama cresce bastante mais rápido e com isso temos dois novos níveis de alvos, os que oferecem resistência e aqueles que pintam a tabuleta.

Sobre os que pintam a tabuleta não irei falar, visto que é demasiado fácil e volátil que a sua utilidade é para quando alguém acaba de sair de uma relação e precisa do seu rebound. Já os que oferecem resistência são dignos do esforço extra. No entanto feito o tal esforço extra, apesar de nem sempre se conseguir, grande parte das vezes consegue-se quebrar o gelo e passar ao nível seguinte.

É nesta circunstância que fico a pensar, afinal de contas tanta dificuldade? Será que vale mesmo a pena, ou esta dificuldade é para fomentar algo mais serio? Eu quando sai de casa não andava à procura de namorada ou algo do género e agora arranjei uma?

Na minha perspectiva pessoal e deturpada isto é quase como ser mulher e chegar a casa e dizer estou grávida… afinal de contas, as relações é um pouco como criar uma criança, dizem por ai que é preciso dar amor, carinho e ir regando com frequência.

Então é neste pânico que me saem as coisas mais aparvalhadas como o corte final, do género, “epah isto até está a ser interessante, mas tenho de confessar-te algo: eu vivo noutro país e estou cá apenas de férias” ou “eu até vos convidava para jantar, mas já sei que não aceitas e por isso fiz outros planos” ou mesmo “a minha namorada está à minha espera e tem uns ataques de fúria quando chego atrasado”. Bem, a verdade é ao ver a cara e a reacção do outro lado enquanto ferve em fúria e procura o objecto mais próximo para me atirar no momento que me despeço da companhia e sigo para a próxima aventura é, como diria os tipos da mastercard, priceless.

Então, se for como neste fim-de-semana, de conseguir iludir as investidas de uma pessoa ao qual meio envolvente se babava, ainda se torna mais divertido e o ego sobe em flecha.

A realidade é que nos tempos que correm a sociedade (real) mudou porém as pessoas continuam a acreditar no estereótipo que os homens continuam a ser fáceis e que para as mulheres basta estalar os dedos. Isso ainda acontece, mas já não é a regra sólida que foi outrora. E ter o controlo suficiente para dizer não a uma mulher (muito atractiva) é provavelmente um dos momentos mais bonitos na vida de um homem. É saber que não somos controlados pelas nossas hormonas e que somos capazes de resistir, mas acima de tudo termos a confiança que conseguimos melhor.

Nem sempre o pecado carnal pode ser a melhor opção, por vezes negar os prazeres da carne pode ser melhor.
O Advogado do Diabo

Relatorio do SPEED

Esta ronda foi destacada pela presença de alguns jogadores conhecidos de vários mundos regulares. Ainda acrescento que um dos membros da equipa de suporte foi desclassificado por ter sido encontrados comandos ilegais na sua conta por parte do seu substituto.

As configurações deste primeiro mundo tinham algumas características especiais, salientando-se:

sdr.01

Duração:
2 semanas
Velocidade:
100x
Tribos:
30 membros
Modo de substituição
activo
Academia
por niveis
Equipa de suporte:
alguns
Modo nocturno:
activo
Bónus nocturno:
desactivado

Esta foi uma ronda speed, típica, de quinze dias. Esta ronda speed destacou-se ainda pela participação de alguns membros do suporte em varias tribos diferentes, apesar de um dos membros da equipa de suporte ter sido desclassificado já no final devido a acções conjuntas iniciadas pelo seu substituto temporário, que resultaram em comandos ilegais.

 

sdr.02

Esta ronda contou com 1420 jogadores (dos quais foram 448 banidos).

Regra

contas

§1 Partilha de ligação / multi-contas
376
§2 Co-Playing
6
§3 Modo de ferias
2
§5 Comandos e transportes ilegais
38
§6 Modos expressivos
24
Restantes regras:
2
Total:
448

Após , o TOP 3 no final foi:

Lista de classificações

Pontos

Atacante

Defensor

1º Classificado agassi tractor9339 carlos serra
2º Classificado Matc carlos serra Jcgaraujo
3º Classificado Nieport Sóralobo overload

Esta ronda teve duas fase marcantes, sendo a primeira de uma batalha campal entre o jogador doublechesse e uma das tribos desta ronda. O jogador doublechesse acabou por desistir desta ronda por falta de tempo. Após a divisão deste jogador começou uma nova rodada de “free for all”.

Ricardo, Administrador de comunidade