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Alianças “premades”: Avanço ou retrocesso dos jogos em massa?

 

Com o desenvolvimento do jogo, e inter-relacionamento de vários jogadores entre as diversas alianças dentro de um servidor, a partilha e sincronia do método de desenvolvimento ocorre naturalmente. A relação torna-se inevitável, independentemente muitas vezes da bandeira, pois muitos jogadores tendem a manter contacto extra-jogo, tanto com amigos de mesma aliança, como também com adversários que admiram a postura no jogo.

Visto isso, a equipa de nosso blog resolveu contactar dois grandes jogadores desta plataforma disponibilizada pela InnoGames – Ricardofr e Vanyali – que possuem ideias distintas quanto à formação das chamadas premades. Vale salientar que a observância desta entrevista tem como aspecto fundamental a imparcialidade destes diferentes prismas, trazendo para os nossos leitores uma perspectiva de vantagens e desvantagens deste modelo de recrutamento que tende a dominar futuros servidores dos mais diversos jogos deste género.

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De início, o jogador Vanyali dará sua contribuição.

1. Primeiramente, gostaria de que expusesse o seu historial neste Grepolis. Discorra uma breve apresentação e a sua experiência no jogo.

Viva, chamo-me Diogo, tenho 20 anos e sou de Lousada (para quem não conhece, é ao lado de Penafiel).

Vou ser muito breve, porque senão descontrolo-me e ainda acabo por fazer um testamento sobre o meu historial.

Ora bem, conheci e comecei a jogar Grepolis em 05-03-2010 no Mundo Beta, registei-me 4 dias depois dele abrir e 2 semanas depois de surgir o Grepolis em Portugal (Mundo Alpha). Bem, passei por duas alianças efectivas: “Batattoon e Companhia” e “BOPE”. Ambas excelentes alianças, das melhores onde estive, especialmente a primeira.

Depois passei pelo Mundo Iota (ainda jogava no Beta) apenas porque um companheiro meu da BOPE me chateou demasiado. Mas desisti pouco tempo depois.

De momento, jogo no My e registei-me à pouco tempo no Ny.

Muito resumidamente é isto.

2. Qual é o seu conceito sobre aliança e finalidades desta?

Vou tentar ser o mais breve possível também, quer queiram, quer não, é-me dificil explicar tudo sem muitas palavras.

Conceito de aliança é muito simples.

Aliança é união de várias facções/regiões/países/impérios pelo que cada um tem uma palavra a dizer, pelo que não deveria existir uma liderança de x jogadores, mas sim todos eles serem a liderança, todos os outros cargos são meramente teóricos.

Junto disto, dentro da aliança devem ter todos o mesmo poder decisão, deve reinar a união e o divertimento principalmente.

Aliança, quando se é criada, obviamente que é para criar condições de vitória, mas não se pode esquecer da competividade do mundo, do divertimento, vosso e dos outros jogadores, que não têm a mesma possibilidade de fazer as coisas como muitos fazem, que não tem conhecimento de tantos amigos e que têm a infelicidade de não serem conhecidos (apesar de bons jogadores) nos outros mundos.

Não esquecer dos jogadores novos que entram, ainda estão a ver o Grepolis pela primeira vez e reparam logo que não têm chance nenhuma.

Uma aliança, apesar de ser criada para a vitória, serve para haver competições/guerras saudáveis com outras alianças, servem para conhecer novos jogadores e ensiná-los.

Aliança, é isso e muito mais. O que acontece nesses mundos recentes é totalmente o oposto disto… Criando uma instabilidade que só quem lá está é que não repara, a isso se chamava comodismo.

Foi a partir da “BOPE” que comecei a ser afixionado por alianças com menos probabilidades de vitória, e é isso mesmo que faço, lutar contra os supostos melhores e contra as mais poderosas, porque se ninguém o fizer isto não tem piada. Além de ser bastante divertido.

E entrei no Xi, grande parte por causa da premade, sorte é que também vim acompanhado, não com tantos membros, mas uns poucos que conheço.

3. Por que existe a sua preferência por esta modalidade de jogo e formação de aliança dentro do Grepolis?

Foi na “Batatoon” que comecei adorar alianças com 30 membros no máximo e foi na BOPE (como disse na pergunta anterior) que comecei a adorar alianças com pouca probabilidade de vincar no mundo.

Porquê de lutar numa aliança do meu tipo? Primeiro: poucos membros; segundo: conheces muito melhor as pessoas que lá se encontram e conheces novos jogadores; terceiro: lutas com os supostos poderosos do mundo, sendo eles mais e melhores; quarto: ainda tens o privilégio de lutar contra os teus ex-companheiros e gozar com eles de vez enquanto (xD); quinto: a dificuldade é muito mais acrescida pelo que se torna muito mais saborosa cada vitória. Querem mais razões?

4. Aponte a vantagem, de acordo com seu ponto de vista pessoal, sobre a estratégia oposta a sua.

Uma aliança premade tem praticamente todas as vantagens que a aliança do meu tipo não tem. E o simples facto disso é que todos os jogadores se conhecem. E se ainda forem mais membros que os adversários, já nem preciso comentar, certo? Porque uma das coisas mais difícies de uma criação de uma aliança desde o zero é arranjar membros activos, participativos, ensinar ou trocar de hábitos, que eles tinham noutro mundo, quer no fórum da aliança, quer no jogo. E como ainda não se conhecem, a probabilidade de correr mal é maior do que numa premade.

5. O que o impede de tomar o caminho contrário ao que você notoriamente defende, haja vista todos termos o livre direito de mudar de opinião? Quais os prós e contras para esta medida actualmente contraditória?

Porque não faz parte de mim estar numa aliança onde sei que a probabilidade de vitória é muito maior do que a derrota. Eu gosto de estar sempre na barricada oposta. E sei, porque já tive em ambas as barricadas, que agora gosto mais deste lado. E só pelo simples facto de ter uma maior dificuldade é que me concentro mais no jogo, porque se tivesse numa boa aliança e com as costas protegidas por todos os lados nem me dedicava a isto como faço. Apesar de eu me achar um jogador mediano, simplesmente pelo facto de que nunca sou constante do início ao fim, isso faz de mim um jogador banal comparado a muitos que nem falados ou conhecidos são.

6. Agora, relate resumidamente sobre esta evolução que o jogo tem vindo a demonstrar e defina os rumos futuros das alianças que formar-se-ão de acordo com seu conhecimento do Grepolis.

Eu sei que é normal a formação de premades, cada vez mais. Eu não digo para não se juntarem com os vossos companheiros num novo mundo. Podem e até devem, mas nunca numa proporção exagerada, 10/15 no máximo, assim aproveitavam para descobrir novos jogadores e fazer novas amizades. E têm a possibilidade de ter outros vossos companheiros como adversários e garanto que irá ser engraçado.

Mas como eu sei que isso nunca irá acontecer, porque com a implementação das maravilhas haverá sempre quem tenha mais olhos que barriga, sugiro o seguinte: porque não, nos próximos mundos, as alianças terem como 25 membros como limite dos mesmos? Bons jogadores eram distribuídos por várias alianças e competividade triplicava. Pensem nisso.

7.    Finalize com palavras para seus amigos e leitores de nosso blog.

Quero agradecer pela entrevista e pela escolha da minha pessoa. Espero que também não esteja muito mau e chata, porque bem sei que torno-me chato quando começo a escrever. Espero que tenham gostado e acima de tudo que tenham entendido o meu ponto de vista.

Abraços e continuação de bom jogo.

 

 Agora veremos a partir do prisma de nosso colaborador Ricardofr:

1. Primeiramente, gostaria de que expusesse o seu historial neste Grepolis. Discorra uma breve apresentação e a sua experiência no jogo.

Comecei no mundo Zeta, na altura o “mundo recomendado”, sem perceber bem o jogo. Iniciava sessão apenas para gastar recursos e fechava a janela. Com o tempo, o jogo começou a absorver as minhas horas de lazer até que decidi dedicar-me e aprender um pouco mais.

Ataquei com birremes, com espadachins, arqueiros e fiz imensos ataques cheios de tropas sem faróis. Tudo fez parte da minha evolução “in-game”. Acredito que tenha feito todas as asneiras possíveis. (risos)

Recebi um convite de uma aliança, “Castro Nemetacia”, onde conheci muitos dos amigos com quem jogo ainda hoje (um ano e três meses depois). Os fundadores da aliança abandonaram o seu posto e aceitei o desafio de liderar pela primeira vez uma aliança.

O interesse pelo jogo aumentou significativamente quando senti a “responsabilidade” de comandar um grupo de guerreiros, muitos deles mais experientes que eu. Ora, não gosto de fazer má figura e empenhei-me a sério para absorver o máximo de informação possível.

Entrei nos mundos seguintes com o objectivo de conhecer outros líderes e outros jogadores, absorver o máximo de conhecimentos e aplicá-los no Zeta. Fiz bons amigos e inimigos no Theta e Lambda.

O grupo de amigos e conhecidos foi crescendo. Como alguns jogavam em mundos diferentes, sempre tivemos o desejo de poder jogar juntos de novo. Até que chegou o Xi e aconteceu o desejado reencontro.

Hoje, mantenho essa dedicação ao jogo e em continuar a aprendizagem, pois no Grepolis há sempre algo para aprender.

2. Qual seu conceito sobre aliança e finalidades desta?

Para mim, uma aliança deve ter poucos membros, ter uma liderança firme e com poucos líderes, não ceder aos pactos e manter uma postura ofensiva temível. Toda a sua estrutura deve começar no “n.º 1”, o fundador. Deve ser presente, bom comunicador, capaz de movimentar as massas, figura de respeito e confiança. É a peça chave e fundamental, não existem muitos com este perfil.

Estar numa aliança é jogar pelo colectivo e para o colectivo, nada de individualismos. Cabe ao “n.º 1” manter os jogadores individualistas fora dela e manter o rigor na escolha dos seus membros e novas recrutas.

Sim, sou a favor do centralismo no Grepolis. A opinião dos membros deve ser sempre ouvida e respeitada, mas as decisões só devem passar por um. Se os membros entrarem neste espírito, tudo é resolvido mais rápido e a aliança torna-se uma potência ao domínio do mundo.

Costumo dizer que a aliança é como um reflexo do seu líder, tudo depende da sua postura.

Vejo imensas vantagens em planear a estrutura da aliança antes do início do servidor. Basta ver que as melhores alianças que passaram nos mundos PT, foram planeadas antes do seu começo.

3. Por que existe a sua preferência por esta modalidade de jogo e formação de aliança dentro do Grepolis?

A criação de uma aliança antes da abertura do servidor já acontece a bastante tempo, porém, só no último mundo foi mais debatido no fórum do Grepolis, mais um sinal de evolução da comunidade. O prazer de poder jogar com alguns velhos amigos, num grupo coeso e determinado é algo que todos queremos.

Formar uma aliança é uma grande responsabilidade, daí deve ser um ato pensado e planeado com antecedência.

Ter a lista de membros definida, assim como toda a estrutura da aliança, é sinal que os jogadores do Grepolis PT estão cada vez mais selectivos e à procura da perfeição e sucesso nos seus projectos.

4. Aponte a vantagem, de acordo com seu ponto de vista pessoal, sobre a estratégia oposta a sua.

Entrar no servidor sem nada definido é algo que eu não acredito que exista actualmente. Antes de entrar num novo mundo, todos falam com os amigos, combinam a direcção a seguir e a aliança que vão participar. É normal querermos jogar com quem já conhecemos, é normal o ser humano preferir o conhecido ao desconhecido.

Contudo, se posso considerar isso uma vantagem, ao entrar num novo mundo, sem combinar nada com ninguém, provavelmente seria emocionante a nível individual. Poderia até tentar jogar sozinho contra alguns jogadores inmigos perto de mim, sim… Até poderia ser engraçado.

5. O que o impede de tomar o caminho contrário ao que você notoriamente defende, haja vista todos termos o livre direito de mudar de opinião? Quais os prós e contras para esta medida actualmente contraditória?

Se eu pretender ter um grupo forte, criar um bom núcleo e dominar uma zona do mundo, vou optar por criar uma premade. Caso queira divertir-me por alguns dias, na incógnita sobre a minha permanência no mundo, irei sozinho e logo se vê.

Não sou um jogador individualista, gosto de atacar e defender junto com alguns amigos, para mim essa é a essência do Grepolis, o espírito de equipa. Logo, se entrar com uns amigos e criar uma aliança, será uma premade.

6. Agora, relate resumidamente sobre esta evolução que o jogo tem vindo a demonstrar e defina os rumos futuros das alianças que formar-se-ão de acordo com seu conhecimento do Grepolis.

É notório que a cada novo mundo existem mais alianças premade, pois o Grepolis PT tem um bom número de membros activos, experientes e amigos feitos em mundos antigos. O que é um bom indício de competitividade nos novos mundos.

Neste novo mundo a grande discussão foi por isso mesmo,  o aparecimento com maior notoriedade das alianças premade que, por acaso, desde o mundo Beta existem. Neste mundo foi mais comentado e abordado o tema, pois alguns jogadores sentiram que o desafio seria enorme. Contudo, todos aqueles que contrariaram as premade, acabaram, inconscientemente, criando também, pois é assim que se intitulam alianças planeadas antes da abertura do servidor.

Acredito que a tendência será essa, a formação de grupos pré-definidos, aumentando assim as possibilidades de chegar ao tão pretendido Mundo Herói. Estou certo, que será esse o caminho para uma maior competitividade dentro dos servidores portugueses e os constantes desafios que esses grupos fortes terão que enfrentar.

As batalhas cada vez serão mais difíceis e os combates entre alianças serão cada vez mais “acesos”, mais demorados, com maiores picos de adrenalina e noites com poucas horas de sono, isso é Grepolis.

Veremos na abertura do próximo mundo se a tendência se confirma ou não.

7.    Finalize com palavras para seus amigos e leitores de nosso blog.

Agradeço ao Cláudio a oportunidade de falar um pouco dos meus conceitos sobre o Grepolis e a todos os leitores do blog, por dispensarem alguns minutos de leitura debruçados sobre as minhas palavras.

A todos os jogadores, continuem a inovar, a lançar novas estratégias e novas tendências, mostrem “fair-play” dentro e fora do jogo. Continuem a jogar ao lado daqueles que vos dão mais gozo e diversão como parceiros, sem fechar portas a novas amizades.

Mantenham o dinamismo na criação de novas alianças, no rigor da sua gestão e principalmente apostem em mais diversão, é esse o intuito de um jogo como este.

 

Ambos demonstraram com clareza as suas perspectivas quanto a esta tendência que domina a cada vez mais os servidores que estão a abrir. Sempre na procura de maior competitividade, seja na busca ou não de amigos a acompanharem, vale sempre lembrar a premissa: o objectivo do Grepolis é a diversão, emoção e muitas noites acordadas dos amantes desta plataforma de jogo.

chisum, um jogador do Tribos alemão


chisum
é um jogador do Tribos alemão.

1. Olá, chisum! Obrigado por nos dar esta entrevista. Para iniciar, pode contar-nos um pouco sobre a sua carreira no Tribos?
A minha carreira activa não é grande, comparadamente à de outros jogadores. Comecei algures no fim de 2004/início de 2005, quando um conhecido me perguntou se queria jogar com ele. Comecei a jogar tão depressa como ele me convidou, e estava com uma conta no mundo 3, onde permaneci por um ano e meio, até ter de desistir devido ao tempo limitado. Mas o “vício” era mais forte e, depois de alguns breves momentos no .de 6 e .de 10, na Primavera de 2007, juntei-me ao .de 12.
Deve ter sido por volta do fim de 2009/início de 2010 que muitos companheiros da tribo tiveram de desistir, devido à escola ou questões relacionadas com o trabalho e, lentamente, comecei a abandonar também – sem eles, deixava de ser o jogo que eu queria jogar.
Ocasionalmente, fui jogando, embora muito pouco, no .de 15 ou .de 16, e até cheguei a jogar no servidor espanhol, apenas para tentar coisas novas. Jogar em mais do que um mundo não era possível, para mim, por causa do tempo que é preciso, mesmo que o meu trabalho me permita jogar a qualquer altura do dia.
Então, quando abriu o BETA, no último ano, voltei a ficar viciado. Desde então, posso ser encontrado aí ou em qualquer conta no servidor alemão, se um antigo conhecido necessitar de um babysitter ou se eu precisar de uma conta maior num “ambiente em directo” para “testar” alguns erros ou recursos que encontramos no BETA.
Também estou envolvido num projecto fora do Tribos normal, ao qual me juntei há dois ou três anos – ainda que a nova versão não esteja a avançar tão rapidamente quanto eu gostaria, devido a falta de tempo.

2. Qual acha que é a estratégia mais útil no início do jogo?
A minha estratégia tem um nome simples: actividade. Na minha opinião, para ter sucesso, é preciso ser-se muito activo – pilhar, recrutar constantemente tropas ofensivas, manter os vizinhos fracos, construir a academia o mais rapidamente possível e conquistar uma segunda aldeia (com boa população e que valha a pena) a uma distância apropriada da aldeia original. Isto leva a um crescimento automático, dado que agora se tem mais tropas para saquear outras aldeias, entre outros. Os pontos vêm sozinhos, mesmo que as minas não sejam evoluídas.

3. E quais são as maiores armadilhas para os novatos?
Infelizmente, ainda há algumas para os iniciantes. A mais problemática, no meu ponto de vista, é o par inexperiência e inactividade. O Tribos é um jogo que qualquer um pode aprender a jogar com relativa facilidade.
Os novos jogadores juntam-se ao jogo, mas subestimam o factor actividade, que, como disse acima, é crucial.
Além disso, a maioria deles não se importa com a ajuda da Wiki, tutoriais, entre outros. Por isso, evoluem as suas aldeias à custa das tropas, ficam felizes se os pontos continuarem a crescer, constroem aldeias mistas e, assim, tornam-se fornecedores de recursos para os vizinhos, muito rapidamente.
Muitos cometem o erro de esperarem por um mundo novo, para começarem, pensando que, se forem dos primeiros a juntarem-se ao mundo, têm mais hipóteses de sucesso. Na minha opinião, tem mais lógica começar num continente mais afastado, tentando entender algumas coisas para conseguirem perceber o básico ou alcançarem a ideia-base do jogo. Nunca se devem desmotivar por serem constantemente atacados, porque há sempre formas de contra-atacar.

4. Acabamos de falar do início do jogo. Mas, mais tarde, que estratégia segue e por que razão?
Numa situação mais avançada, penso que o vigor e a paciência são as melhores estratégias. As frentes estão, normalmente, bloqueadas, fazendo com que, frequentemente, não valha a pena atacá-las directamente.
Por isso, é necessário desgastar o inimigo através de ataques constantes e de grandes dimensões. O ego do jogador ou a classificação deve ficar para segundo lugar, caso perceba que pode beneficiar a tribo.

5. Qual é a importância dos outros jogadores e/ou da tua tribo nesta estratégia?
No início, podes manter-te seguro a solo. Mas, mais tarde, torna-se impossível fazê-lo, sem uma tribo ou amigos co-players. De outro modo, podes baixar os braços e assistir a tua conta a ser levada pelo inimigo. Ou seja, sem uma tribo funcional, nem a melhor estratégia é suficiente.


6. O que pode dizer-nos sobre a sua unidade preferida?

Todas as unidades têm prós e contras. Escolher uma favorita é difícil – no final de contas, a combinação    das unidades é a chave para o sucesso. Não se agarrem a uma unidade favorita.


7.
Vamos tentar não o fazer! E qual é o significado do seu nome de utilizador, para si?
Sinceramente, não tenho uma ligação com o meu nome. Dado que não tenho qualquer criatividade nesse aspecto, escolhi, simplesmente, o título do filme que estava a dar na televisão, quando procurava um novo nome para o .de 12. Ainda o uso, para não ter de decorar muitos nomes e palavras-passe. Mas não posso dizer que gosto dele, na realidade.

8. É um utilizador de Conta Premium?
Obviamente. A Conta Premium facilita a gestão da conta e ajuda a reduzir o tempo necessário, para que, em vez disso, nos possamos focar nas partes essenciais do jogo. Até um certo tamanho, consegue-se gerir tudo sem Conta Premium, mas, mal os ataques em massa começam a chegar, torna-se stressante.

9. O que considera mais desafiador, no Tribos?
O maior desafio, para mim, foi encontrar formas e caminhos para destruir os inimigos com a ajuda dos companheiros de tribo.

10. O que mais aprecia no jogo?
Se se olhar para o motivo pelo qual desisti, inicialmente, deve tornar-se óbvio: a comunicação e companheirismo na tribo são muito importantes para mim.

11. E, por fim, mas não menos importante, pode recomendar um tipo de música em particular, para ouvir enquanto se joga Tribos?
Para mim, depende da altura do dia, e mesmo do estado de espírito. Eu, normalmente, prefiro ouvir a minha estação rock de rádio preferida, mas, também, algo relaxante, como música clássica. É um contraste forte e interessante, mas é bastante agradável.

Põe a conversa em dia no Grepolis

Grepolis chat

Longe vão os tempos em que para se comunicar em tempo real com os nossos amigos de jogos online teríamos que recorrer a clientes de IM (Mensagens instantâneas) externos, complexos, fora de contexto do jogo e que, por vezes, até se poderiam tornar perigosos para a própria privacidade, bem como para a segurança do nosso jogo.

Pois bem, numa forma de combater toda essa necessidade apelada por muitos jogadores, o Grepolis presenteou-nos com um novo sistema de mensagens (Chat) incorporado no ambiente de jogo.

A simplicidade e a fácil e intuitiva utilização deste, aliada ao excelente enquadramento na arquitectura do ambiente de jogo, torna a utilização desta ferramenta útil e indispensável para o desenrolar do plano de jogo. Organização de comandos de jogo colectivos, conversar com os aliados, poderá fazer agora parte do quotidiano de jogo.

Grepolis chat

A actual versão de chat (Lançada em conjunto com o update 1.18) permite o contacto conjunto com os elementos pertencentes a uma aliança num mundo de jogo, permite ainda a mutação de posicionamento e comportamento do ambiente do chat na área de jogo. É de referir e não esquecer que esta ferramenta (Chat) encontra-se numa fase ‘Beta‘, o que significa que está a ser testada com vista a melhorias na utilização, bem como a possibilidade de serem acrescentadas novas funcionalidades, situação que também não é estranha aos nossos mais fieis jogadores que já estão certamente habituados às constantes inovações e melhorias que a Innogames, de forma contínua, vai efectuando em todos os seu produtos existentes no mercado.

Até lá, desejo-vos boas conversas e a continuação de um óptimo e guerreado jogo.

Grepolis

Alguns dias atrás foi aberta a versão beta publica do Grepolis em alemão, em poucos minutos os mil lugares disponíveis foram rapidamente ocupados.

Enquanto os jogadores participavam na corrida a lugares disponíveis  da versão beta, a equipa de administração estava a ser atacada na versão de testes interna. Como resultado perdemos 3 aldeias…

Porém, não ficamos menos motivados e continuamos a jogar arduamente até ao reset de ontem. Isto tudo para dizer que neste momento estamos a testar novas funcionalidades do jogo que prometem serem muito interessantes e revolucionar ainda mais este jogo.

Por enquanto iremos continuar a jogar e deixamos-vos com um trailer do jogo e a noticia que possivelmente a entrada do Grepolis em Portugal poderá estar para “breve”.

Ricardo, Administrador de Comunidade