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Põe a conversa em dia no Grepolis

Grepolis chat

Longe vão os tempos em que para se comunicar em tempo real com os nossos amigos de jogos online teríamos que recorrer a clientes de IM (Mensagens instantâneas) externos, complexos, fora de contexto do jogo e que, por vezes, até se poderiam tornar perigosos para a própria privacidade, bem como para a segurança do nosso jogo.

Pois bem, numa forma de combater toda essa necessidade apelada por muitos jogadores, o Grepolis presenteou-nos com um novo sistema de mensagens (Chat) incorporado no ambiente de jogo.

A simplicidade e a fácil e intuitiva utilização deste, aliada ao excelente enquadramento na arquitectura do ambiente de jogo, torna a utilização desta ferramenta útil e indispensável para o desenrolar do plano de jogo. Organização de comandos de jogo colectivos, conversar com os aliados, poderá fazer agora parte do quotidiano de jogo.

Grepolis chat

A actual versão de chat (Lançada em conjunto com o update 1.18) permite o contacto conjunto com os elementos pertencentes a uma aliança num mundo de jogo, permite ainda a mutação de posicionamento e comportamento do ambiente do chat na área de jogo. É de referir e não esquecer que esta ferramenta (Chat) encontra-se numa fase ‘Beta‘, o que significa que está a ser testada com vista a melhorias na utilização, bem como a possibilidade de serem acrescentadas novas funcionalidades, situação que também não é estranha aos nossos mais fieis jogadores que já estão certamente habituados às constantes inovações e melhorias que a Innogames, de forma contínua, vai efectuando em todos os seu produtos existentes no mercado.

Até lá, desejo-vos boas conversas e a continuação de um óptimo e guerreado jogo.

Um bem-haja ao S. Martinho…

Finalmente esteve aí o Verão de São Martinho, após um domingo de chuvas e ventos que tudo que apetecia era ficar em casa e nem pensar em sair debaixo dos cobertores São Martinho apareceu com um excelente tempo.

E que podemos fazer quando a oportunidade bate à porta desta forma? Aproveita-la e desfrutar este dia com prazeres simples da vida. Acordei esta manhã já atrasado para os meus afazeres e enquanto decidia o que vestir olhei lá para fora para ser apanhado de surpresa (agradável). Lá me vesti de pé ligeiro e parti para os meus afazeres do dia-a-dia, porém nas tarefas rotineiras do costume olhava para a janela e o sol sorria para mim… tornado aquilo que estava a fazer ainda mais aborrecido.

Optei por ser honesto para com os meus pares e comigo mesmo, levantei-me e disse – peço imensa desculpa, mas este será provavelmente o último dia destes nos próximos tempo e vou aproveitar. Sai porta fora e pegava no telemóvel, estava a marcar o número de uma amiga (residente numa zona costeira) que raramente tenho oportunidade de estar.

Passei rapidamente por casa para deixar os agasalhos extras, pois quando saí não acreditava muito que tão bom tempo fosse ficar. Peguei nos meus óculos de sol e fiz-me a caminho, entrei naquela via rápida para perder o mínimo de tempo possível… e a dada altura olho para a velocidade e já ia bastante acima do limite legal e da velocidade permitida – contudo não abrandei. Nisto ia a ouvir o meu mp3 – o qual já precisa de umas musicas novas – e apreciar o dia.

Rapidamente cheguei ao meu destino, e fui almoçar com a minha amiga e depois fomos até uma explanada ter uma conversa que era capaz de matar as formigas de tédio, mas nem por isso menos estimulante.

Agora, já em casa e depois de tão espectacular tempo, não consigo deixar de pensar que há pequenas coisas que nos realizam tanto (mesmo que por apenas alguns momentos). Não posso dizer que tudo o que fiz foi moralmente correcto, mas posso dizer que a gazeta, o excesso de velocidade, entre outras coisas – ditas erradas – realmente valeram a pena.

Assim, obrigado S. Martinho!
O Anjo da Guarda

PS: sou anjo, mas não sou santo 🙂

Dia a Dia de um moderador: Baby-kel

Aqui está mais um artigo sobre o dia a dia de um moderador, nomeadamente Baby-kel.

Olá,

O meu nome é Raquel e vivo no distrito de Lisboa.
Actualmente encontro-me em formação profissional numa empresa de segurança privada dado ao facto de ter sido obrigada a adiar o meu curso de psicologia criminal um ano.

O meu dia-a-dia não é muito rotineiro uma vez que o meu horário profissional actual varia durante a semana, podendo entrar em formação nas variadas horas da manhã ou nas variadas horas da tarde, não sendo garantido em que momentos estarão livres de mim na moderação do fórum ou no suporte do jogo 😛

Entrando de manhã em formação, acordo cedo, faço do meu pequeno-almoço um manjar dos deuses, apronto-me e parto para a azáfama matinal que se sente bastante nesta zona. A formação, por norma, acaba à hora do almoço pelo que aproveito a companhia dos meus colegas para essa refeição do dia. Venho para casa, faço o que tenho a fazer de lides domésticas, venho à Internet desempenhar o trabalho que me compete quanto membro da equipa do The-West e dou uma espreitadela aos meus emails.
Às quartas-feiras tenho 1 hora de cardiofitness e musculação e quando tenho as tardes livres, há sempre que fazer, que mais não seja ajudar os outros naquilo que não podem fazer por estarem a trabalhar como ir ao banco, às compras, à lavandaria, enfim, aproveitam-se do meu tempo livre para tudo 😛 O final da tarde é para os amigos, que se não puderem estar presentes pessoalmente, é através do Messenger que se coloca a conversa em dia e que se prolonga pela noite, sendo então este momento de todo o dia, em que mais tempo passo em frente ao computador e, consequentemente, na moderação do The-West.

Se entrar em formação à tarde, o dia é muito menos proveitoso. Adoro dormir, pelo que a manhã é passada na cama, levanto-me para almoçar, apronto-me e lá vou eu mais uma vez, se bem que durante a tarde a confusão nas ruas é menor. Chego a casa mais tarde, pelo que o tempo é essencialmente dedicado à família e ao meu trabalho no The-West.

Quando tinha mais tempo e sendo eu uma adepta do desporto, fazia não só cardiofitness e musculação como andava quilómetros por dia, tinha danças de salão, mas tive que desistir de algumas coisas.

Ao fim-de-semana, sexta-feira à noite incluída, é tempo de me divertir, estar com os amigos, vamos passear, temos grandes jantaradas, saímos para dançar, vamos ao cinema… Há Domingos em que fazemos grandes almoços de família que, ao contrário de muito pessoal que eu conheço, adoro pelo facto de ter uma família enorme e serem todos muito unidos e extremamente divertidos e é esta a minha vida, de momento.

Para o ano podemos actualizar isto, com certeza a minha vida será bastante diferente, pelo menos assim espero 😀

Baby-kel

Cinzento: não é preto nem é branco

Nos últimos tempos parece que a zona cinzenta está cada vez mais em moda, eu pessoalmente sou um grande apreciador desta zona, especialmente no que toca a relações. Então para os mais inocentes, o que é uma zona cinzenta numa relação. Esta é a área em que ainda não existe propriamente um compromisso, mas algo já acontece.

Então se o cinzento é o prazer dos dois mundos, porque escrever sobre isto? Bem porque o cinzento para quase todos é o pior pesadelo possível. Um contra-senso? É mesmo… então quando se pode estar com alguém regularmente e ainda não surgiu a conversa da definição, basicamente vale tudo.

Esta é uma teoria da situação ideal, porém as pessoas tem a tendência de controlar as variáveis do momento e ler um pouco mais alem da realidade da situação, desta forma o que era um cinzento puro começa a tornar-se mais branco ou mais cinzento.

Sendo, impossível de manter o cinzento por longos períodos de tempo, pois há coisas que no cinzento não se podem fazer sem um esforço magnífico, recordo-me de ter andado com uma miúda durante 8 meses que a definição de seriedade era “ela tem uma escova de dentes em minha casa e eu uma em casa dela, mas não namoramos”. Ou a outra situação que também está nas minhas preferidas o verdadeiro cinza-benneton, as amizades com privilégios.

O verdadeiro cinzento é impossível de se manter por longos períodos de tempo pela ideia da monogamia imposta pela sociedade, sendo que este apenas se prolonga enquanto existir alguma outra atrocidade social de valência maior, exemplo o facto de alguém estar simultaneamente em várias situações cinzentas (por algum motivo andar com mais que uma pessoa ao mesmo tempo, socialmente, é muito errado). Porém a amizade de benefícios rapidamente tende a alterar segundo o sentido de posse e necessidade de algo seguro…

A tragédia dos comuns

Apesar de ser um termo económico, aplica-se perfeitamente a este caso. Ora veja-se as duas possibilidades por onde a zona cinzenta começa e termina mal.

Quando ambas as partes não estão de acordo com o curso que querem dar à “relação” basta que um esteja a levar a “coisa” de forma mais seria, para que seja como um barco a caminho de rochedo no seu percurso e um rema para a direita e o outro para a esquerda, no final é caso para se dizer aquele calhau era duro como tudo…

O segundo caso, consegue ainda ser mais complicado que o primeiro, pois o anterior é de curta duração e o problema surge rapidamente e a bola de neve cresce rapidamente até chegar ao penedo. Esta segunda situação é um pouco do género “de onde veio mesmo aquele camião”.

O ser humano é um ser de hábitos e sentimentos, portanto é natural que quando um usa a sua amizade de privilégios com alguma regularidade se acostume à magia da relação sem compromissos. No entanto a parte chave nesta expressão é “sem compromissos” o que quer dizer que tanto nós como o nosso parceiro de crimes imorais, é livre de ter outros cúmplices. Isto funciona sempre bem enquanto ninguém procura outros parceiros, pois quando surge a terceira pessoa surgem a eternas duvidas, será que quero algo mais? Será que esta amizade de privilégios acaba aqui? Será que consigo lidar com esta situação? Devo também fazer o mesmo?

No que diz respeito à resposta de tais dúvidas é mesmo “talvez… e bem-vindo ao tornado das dúvidas”. As relações tem um prazo de validade, podem ser desde horas a uma vida (sim, pelos ursinhos carinhos admite-se a possibilidade de algumas relações serem para a vida toda).

A área cinzenta é por natureza o vulgo “one night stand” pela sua magia de desaparecer no dia seguinte porque não há telefonemas, nem repetições e muito menos decisões a serem tomadas. A repetição do acontecimento é de facto uma relação não discutida e com tal começa a surgir as regras destas.

Resumindo e concluindo, vários “one night stands” criam uma relação cinzenta, e qualquer relação por mais cinzenta que seja acaba por ter de ser necessário ter a “conversa”. E o cinzento só é mágico até ao ponto de se ter a tal conversa.