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Entrevista a SCPPedro76

Apresento hoje uma nova entrevista com o líder do Mundo 2. É um jogador conhecido da maioria de vós nomeadamente dos que frequentam o Fórum externo, e também esteve envolto em algumas polémicas. Estou a falar do SCPPedro76.

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Nickname: SCPPedro76

Nome Verdadeiro: Pedro Monteiro

Idade: 33

Localidade: Lisboa

Mundos Activos: M2

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Mc: Bons dias. Para começar quero agradecer-lhe por ter aceitado o convite para a entrevista.

SCPPedro76: Permita-me antes de mais agradecer-lhe o convite que me dirigiu e manifestar-lhe que é com muito gosto que irei responder às suas perguntas.

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Mc: Vou começar com a pergunta da Praxe. Quando começou a jogar Tribos, e como conheceu o jogo?

SCP76: Comecei a jogar tribos no dia 22 de Abril de 2008, no mundo 2, único onde continuo a jogar apesar de ter entrado em alguns outros mas apenas por breves períodos. Conheci o jogo num anúncio online. Resolvi experimentar e por cá continuo.

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Mc: Qual foi o nome da sua primeira tribo? E conte-nos o percurso até à sua presente tribo.

SCP76: Ao fim de 4 dias de jogo entrei na |RVT3|, tribo na qual fiquei até Janeiro deste ano altura em que a |RVT3| transitou para a família metal, e eu, juntamente com o núcleo duro da |RVT3| passei para a hmetal.

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Mc: Conte-nos um pouco sobre o tempo em que esteve na RVT3.E o porquê desse nome?

Scp76: Começarei pelo nome da |RVT3|. Era a 3ª tribo da família |RVT|, sigla de Revoltados, e acabou por se tornar na única grande tribo dessa família no mundo 2, aliás única que verdadeiramente subsiste, agora no seio da família metal.

Na |RVT3| aprendi a jogar tribos. A organizar o fórum. A planear ataques conjuntos. A jogar em equipa. Ao fim de 10 dias de permanência na tribo já era eu que geria o dia-a-dia. O então líder e fundador da |RVT3| suma2 concedeu-me o título de barão e deu-me poderes de duque ao fim de um mês.

Desde essa data e até Janeiro deste ano exerci essas funções e em conjunto com grandes jogadores da |RVT3|, a maioria dos quais estão hoje comigo na hmetal, e ainda com um que não posso deixar de referir por ser sem dúvida dos melhores e mais completos jogadores que conheci, o karrasko, levámos a |RVT3| até ao 2º lugar da classificação da geral.

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Mc: Há muita discussão sobre o porquê dessa fusão, e também dizem que você abandonou alguns colegas de tribo. Conte-nos a sua versão.

Scp76: A fusão foi decidida em conselho de tribo depois de devidamente discutida entre mim e o meu actual líder bakkkano. Desde sempre as relações entre a |RVT3| e a hmetal foram muito boas. A |RVT3| era uma tribo de elite, com excelentes jogadores e que não pertencendo a nenhuma família chegou ao 2º lugar da geral.

Mas o mundo 2 está em constante ebulição. É muito renhido, muito combativo, e sempre em evolução.

O conselho da tribo decidiu, e a meu ver muito bem, por unanimidade, que era chegada a altura de dar outra dimensão à |RVT3|. Uma dimensão que lhe possibilitasse, no seio de uma família forte, continuar em jogo até ao fim do mundo 2, aportando, neste caso à metal, o “know-how” e a capacidade dos bons jogadores da |RVT3|.

Era uma questão de juntar dois projectos vencedores e bons jogadores de ambos os lados, que estavam estrategicamente colocados no mapa, e que permitiria – como está à vista – um largo domínio do mundo 2, nos K’s a sul.

Estas foram as razões da fusão. Quanto à “polémica”. Só fiz duas exigências ao bakkkano para que a fusão fosse para a frente.

A 1ª foi que a |RVT3| integrasse a família metal e mantivesse o seu nome. Ainda hoje jogo com a |RVT3| todos os dias. Ajudo a tribo a crescer, dou conselhos, apoios, limpo aldeias para os meus companheiros dessa “minha” tribo continuarem a crescer.

A 2ª foi que os jogadores que vinham da |RVT3| pudessem no seio da hmetal continuar a guerra que tinham com a 666.

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Mc: Creio que a pergunta seguinte está na mente de todos os jogadores. Como é possível gerir tantas Aldeias?

Scp76: Já tive oportunidade de responder a essa questão a muitos que efectivamente ma colocam. Gerir as quase 1600 aldeias que tenho não é algo que me tire o sono ou que crie dificuldades. Encontrei uma excelente organização para a minha conta, através das capacidades inequívocas que a utilização da conta premium permite.

Se organizarmos devidamente por grupos a nossa conta, independentemente da quantidade de aldeias que tivermos as coisas tornam-se muito mais simples.

O que me tira tempo no tribos não é a gestão das aldeias, com as quais gasto não mais de 30 minutos por dia, a construir, recrutar tropas e editar grupos, mas sim a organização de ataques conjuntos, a resposta às cerca de 100 mensagens diárias que recebo (quando não são mais), a resolução de conflitos entre jogadores da família relacionados com conquistas e reservas.

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Mc: Falando um pouco na sua vida privada. O que faz na vida real?

Scp76: Sou advogado.

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Mc: Em que escola tirou o curso de direito? E à quantos anos é que é advogado?

SCP76: Licenciei-me pela Faculdade de Direito da Universidade Católica de Lisboa em 1999, ao que se seguiu o obrigatório estágio profissional junto da Ordem dos Advogados. Exerço a profissão como Advogado desde Fevereiro de 2002.

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Mc: Sendo você advogado, terá certamente uma opinião própria sobre os vários “incidentes” na justiça portuguesa. Quer partilhar algumas opiniões connosco?

Scp76: A justiça que conheço, com a qual lido no dia-a-dia, não é a “justiça” das televisões e dos jornais. O que vem a público retracta apenas os problemas, as incoerências e os defeitos do sistema judicial.

É frequente todos acharem que têm uma opinião muito informada sobre os grandes casos mediáticos que se discutem na praça pública. A verdade é que para a opinião pública não passam notícias, mas sim apenas o que se pretende que passe, para criar um clima de suspeição e de desinformação. Sou terminantemente contra o julgamento em praça pública. Não é isso que deve suceder num Estado de Direito.

É um facto que infelizmente em Portugal as decisões judiciais levam muito tempo a ser tomadas na generalidade dos casos. Mas existem tribunais que funcionam muito bem, e desses ninguém fala. A justiça tem de fazer o seu trabalho de forma serena, e não com constante pressão de quem controla os órgãos de comunicação social, e de quem “faz” a opinião pública.

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Mc: Não sei se posso meter desta forma a seguinte pergunta, mas tem algum “caso” ou situação que goste mais de defender em tribunal que outros?

Scp76: Eu de casos em que intervenha não posso falar em público, na medida em que a tal estou obrigado por dever de sigilo profissional. No entanto, de um modo geral posso dizer que dispenso sempre que possível questões de natureza criminal, preferindo sempre lidar com matérias cíveis – como contratos, por exemplo – ou de direito comercial.

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Mc: Quais são os seus interesses e hobbies?

SCP76: Para além do tribos que ocupa actualmente grande parte do meu tempo disponível, tenho diversos outros hobbies, que estão uns mais que outros “arrumados” num canto.

Gosto de jogar futebol, o que continuo a conseguir fazer uma a duas vezes por semana, toco guitarra, o que tento fazer todas as noites enquanto estou no tribos.

E antes de jogar tribos jogava vários jogos online na minha xbox360, a qual está agora quase sempre desligada.

Outro dos meus interesses é, como o meu nick indica, o Sporting, clube do meu coração que sigo sempre com expectativa e fervor, pese embora a péssima época que está a realizar.

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Mc: Acha que o novo treinador do Sporting, Carlos Carvalhal, é o indicado para a presente situação do Sporting?

SCP76: Acho que é o treinador possível num momento difícil. Tem experiência. Pelo menos muito mais do que o primeiro que foi falado, a quem não conheço qualquer façanha, e tem por hábito tentar colocar as suas equipas a jogar bom futebol. E isso, para quem já anda cansado de ver o Sporting a jogar pauperrimamente, é um bom sinal. A ver vamos.

É preciso dar tempo ao tempo, mas tenho grandes dúvidas e creio que dificilmente prolongará o seu vínculo para lá do final da temporada.

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Mc: Voltando para o Tribos, à uns meses atrás esteve envolvido num bug que causa imensa polémica, já que apareceram relatórios com tropas negativas. Conte-nos o que aconteceu para que isso acontece-se.

SCP76: Essa questão foi muito debatida na altura. Não faço a mínima ideia do que terá estado na origem desse bug. O que conheço são as circunstâncias que rodearam esse “acontecimento”.

Decorria a guerra entre a hmetal e a 666. Na madrugada de 9 de Março de 2009,pela 1:15 começaram a cair os primeiros ataques dos 32 que o rickyb – excelente jogador diga-se – dirigiu à minha aldeia 312|642.

O que fiz foi simples. Como tinha muitas tropas nessa aldeia, e tinha identificado todos os ataques do rickyb, sabendo que os nobres, num total de 5, cairiam à 1:23, retirei as tropas próprias da aldeia, cancelando essa ordem por forma a que regressassem um segundo antes do 1º nobre cair.

Matei os 18 primeiros nukes e depois deixei o rickyb ver 7 relatórios a verde. De seguida, matei-lhe os nobres. De imediato recebi uma msg dele a dar-me os parabéns. E um minuto depois era 1h24 surgiu o tal relatório.

Após os nobres havia mais dois ataques com aríetes que eu não sabia se eram ou não fakes. Para evitar perder as tropas da aldeia dei ordem de saída às mesmas assim que o último nobre caiu – tinha posto a praça da reunião a construir por forma a estar pronta no segundo seguinte ao último nobre cair.

O relatório que se seguiu mostrou um ataque com 45 espadas, 45 arcos e 1 cata, e na minha aldeia “encontravam-se” -1 lança, -1 espada e – 1 arco.

De imediato abri uma solicitação de suporte, e perante as injustificadas suspeitas que se levantaram dizendo que eu matava nobres com tropas negativas – esse relatório é vermelho para mim, como é óbvio, e o ricky não tem nenhuma baixa – enviei ao rickyb os relatórios que mostravam como tinha morto os nobres – para ele eram relatórios a vermelho.

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Mc: A guerra em que isso aconteceu, foi uma das mais comentadas no fórum. Você passou por várias guerras comentadas no fórum, como essa contra a 666, e presentemente contra os “Lobos”. Das várias guerras porque passou, qual a que mais gostou? Qual é que lhe deu mais luta e que encontrou melhores jogadores do lado inimigo?

SCP76: Existem bons e maus jogadores em todas as tribos.

A 666 tinha um nível de organização e de entreajuda muito semelhante ao que temos na hmetal. Era uma tribo com muitos bons jogadores. Que atacava e defendia em bloco. Que contra-atacava. Que estudava o mapa.

Dessa tribo e como inimigos destaco, sem sombra de dúvida, o Rickyb, jogador com quem trocava mensagens de forma assídua e sempre com elevação.

Na guerra que actualmente travamos com a família WW enfrentamos um inimigo maior, mais espalhado pelo mapa, com uma zona de conflito mais abrangente e que poderia criar muitas dificuldades. Sucede que, ao contrário da 666 e da família metal, a família WW tem denotado grande desorganização, e excepção feita à WWRA. O avanço da metal tem sido constante e de acordo com os planos que foram traçados.

Se me permite gostaria de relembrar a primeira guerra que travei no K64, continente onde tive as minhas primeiras aldeias com o então inimigo histórico (numa rivalidade que vinha da |RVT|), a PAX. A Nobre Kasta da pax. Uma tribo constituída por bons e fortes jogadores que desapareceram do K64.

Em síntese posso afirmar que a guerra com a 666 foi até hoje a que mais dificuldade nos criou.

Na guerra actual tivemos perdas naturais, em continentes em que tínhamos aldeias ou jogadores isolados, e algumas perdas em continentes disputados como é o caso do K62 – que já fora palco da guerra com a 666 – e que se encontra rodeado a norte, sul e oeste por K’s dominados pela família WW.

Com a 666 tivemos jogadores que quase desapareceram e, por isso, quase desistiram.

Este é um jogo em que se investe muito tempo e quando se perdem muitas aldeias as pessoas desmotivam e acabam por desistir. Essa é sem dúvida uma das tácticas que utilizamos e que dá os seus frutos inequívocos. A chave para aguentar e prosseguir é jogar em equipa, e isso nós fazemos cada vez melhor.

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Mc: Já joga o Tribos à imenso tempo, para ter conseguido enormes feitos, tal como alguns erros. Indique o feito que mais se orgulha, e um erro, cometido no Tribos.

SCP76: O que mais me motiva neste jogo é a capacidade de jogar em conjunto. De jogar em equipa e de poder ajudar a minha tribo a crescer. A este título posso dizer que fico muito satisfeito quando vejo por exemplo o meu grande amigo Hannibal que foi um dos tais jogadores que quase foi aniquilado pela 666 ter hoje perto de 300 aldeias, num processo de crescimento para o qual pude contribuir

Limpando aldeias para ele conquistar. Ao mesmo tempo o Hannibal ajudava-me com os seus nobres baixando a lealdade das aldeias para eu conquistar enviando apenas um nobre. Jogando assim em equipa conquistávamos às 20 aldeias de cada vez em ataques conjuntos, quando se fossemos sozinhos não passaríamos das 5 ou 6. É este o feito de que mais me orgulho neste jogo. Crescer em conjunto com os outros.

Jogar sempre em equipa. Continuo a fazê-lo com diversos jogadores. Todos os dias.

Quanto a erros cometidos. Creio que no início cometi muitos, como enviar dois nobres no mesmo ataque, convencido de que assim poderia retirar mais depressa a lealdade a uma aldeia.

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Mc: O que mais lhe cativa no jogo?

SCP76: O que mais me tem cativado é o espírito de grupo que se cria. Conhecer novas pessoas. Fazer novos amigos. Conhecer alguns deles.

Jogar em conjunto com todos estes novos companheiros de armas é sem dúvida o que este jogo tem de mais aliciante.

Do ponto de vista do meu jogo propriamente dito e do papel que desempenho na tribo o que mais me cativa é a parte de estratégia atacante e defensiva. Isto quer a nível da organização de ataques e/ou apoios em larga escala quer ao nível do ataque e defesa isolado. Este é um jogo de guerra, não é um jogo para construir aldeias… mas sim para as conquistar.

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Mc: Prevê a sua entrada nalgum mundo brevemente?

SCP76: Não prevejo jogar em qualquer outro mundo. Tentei o mundo 3 por cerca de dois meses e mais tarde creio que o 6 para experimentar a igreja, onde joguei na tribo LR do grande jogador Spydon. Mas estive lá pouco tempo, tal como sucedeu no mundo 8 e no mundo 10 onde entrei apenas para dar uma ajuda a uma tribo de um amigo. O tempo que o mundo 2 me consome é mais do que aquele que eu tenho disponível.

A isto acresce o facto de o espírito de união que temos na hmetal não ser fácil de encontrar. E o que me prende ao jogo é, como já disse, jogar em conjunto com os amigos que cá fiz.

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Mc: Há alguma coisa que gostaria de ver implantado no Tribos?

SCP76: Não vou dizer nada de original a este respeito. Creio que já tudo foi dito. Mas acho que era importante que a partir do momento em que o mundo é fechado a novos jogadores, como já sucedeu com o mundo 2, deveria deixar de existir a regra da moral. Acho que não faz sentido manter essa regra num mundo em que todos os que restam, ou pelo menos a grande maioria estão por cá há mais de um ano.

Se uns pouco evoluíram não devem beneficiar dessa vantagem, tanto mais que pertencendo a uma das boas tribos subsistentes, o facto de ao serem atacados terem o benefício de o adversário atacar com uma moral de 30% acaba por ter um efeito perverso.

Outra das coisas que penso poderia ser introduzida neste momento do jogo era a possibilidade de as tribos terem 120 membros. Somos pouco mais de 1500 jogadores, seremos cada vez menos. Existem 4 blocos de tribos activas e julgo ser uma ideia que beneficiaria todos.

Em jeito de brincadeira diria que era uma excelente medida oferecerem 100 nobres a quem passou das 1000 aldeias.

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Mc: Quem é que gostaria de ver entrevistado?

SCP76: Creio que seria interessante entrevistar o líder da hmetal, o meu caro amigo bakkkano, que sabe muito mais deste jogo do que se calhar muitas das pessoas que só vêm o lado provocador dele no fórum público pensam.

E acho também que seria interessante e justo entrevistar o líder da família PAX, um grande companheiro e senhor do mundo 2, o Rastafara1982.

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Mc: Agradeço o tempo dispendido nesta entrevista, e desejo-lhe boa sorte, tanto no jogo, como na vida real.

SCP76: Agradeço esses seus desejos que retribuo bem como o facto de ter considerado ser interessante realizar esta entrevista.

Entrevista a Manowar

(Esta entrevista foi efectuada pelo Moderador do The West: Sudritter)

É com prazer que vos trago a primeira entrevista a um jogador do nosso The-West, e quem melhor que o nosso conhecido Manowar? Primeiro a chegar ao nível 99, representa uma meta a qual muitos gostariam de chegar, sem mais introduções, comecemos:

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Nome: Paulo

Idade: 36

Profissão: Professor

Localidade: Caldas da Rainha

Mundos em que joga: mundo 1

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Sudritter: Antes de mais, queria felicita-lo por ser o primeiro a chegar ao nível 99, e agradecer por ter aceitado a entrevista para o nosso jornal, começo por questiona-lo de como conheceu o The-west?

Manowar: Antes de responder à pergunta, queria agradecer o convite. Conheci o The-West por intermédio de um amigo, o gilinho, que me convidou para jogar com ele. Ele já jogava há uns dias e disse-me que tinha descoberto um jogo muito porreiro. Lembro-me que na altura não estava com vontade nenhuma de jogar mais jogos online, mas lá fui só para lhe fazer a vontade…

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Sudritter: De algum modo foi uma vontade que até ao fim não acabou, como se sente por ser o “top1” do quadro de honra do mundo 1 português, chegando até primeiro que o top 1 do .net até ao lvl99?

Manowar: Cheguei primeiro que no .Net !? :O Não sabia dessa!!

É verdade, a vontade de jogar foi crescendo à medida que evoluía no jogo. À medida que ia avançando, ia estabelecendo novos objectivos. O primeiro que estabeleci foi entrar no top 500. Nessa altura entrar no top 10 era uma miragem. A verdade é que continuava a subir e a querer sempre mais.

Agora que acabou, sinto que atingi os meus objectivos, e sinto-me de férias. Lol

Não posso evoluir mais, já não tenho que manter aquele rigor de ter o personagem sempre ocupado e de andar sempre com um olho no Burro e outro no cigano.

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Sudritter: Já está a avançar para a minha próxima pergunta, que como eu devem haver muitos outros com essa dúvida. Nível 99, e agora? Como vai continuar o seu jogo?

Manowar: Essa “limitação” do jogo é algo que é frustrante. Não só para mim, mas para todos os jogadores que estão perto de atingir este nível. Foi algo que comecei a equacionar quando já devia estar num nível elevado. O que fazer depois? Houve uma actualização que nos levou a todos a acreditar que o tampão do nível 99 tinha sido levantado. Mas numa actualização posterior verificámos todos que afinal tinha sido um erro de tradução.

Nesta altura mantenho-me no jogo apenas a jogar em prol da minha aliança e para me divertir um pouco com os amigos que fiz no jogo. Provavelmente farei login cada vez menos vezes até que um dia a personagem é apagada.

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Sudritter: Talvez uma actualização futura o permita reactivar a vontade de jogo, alias, com a nova actualização já poderá ganhar mais experiencia, mas teremos de esperar pelo anuncio oficial para ver os efeitos. Passando para a próxima pergunta, muitos consideram que foi uma “luta” no final entre você e o Mav3rick, por fim você passou-o o e acabou por ser o primeiro, como vê isto? Acha que foi realmente o melhor dos 2, ou ambos poderiam ter ganho o “título”?

Manowar: Acho que o vencedor poderia perfeitamente ser o Mav3rick, e se tivesse sido seria inteiramente merecido. É um excelente jogador e esteve na primeira posição durante muitos meses. Na fase final, foram vários dias em que no mesmo dia nos ultrapassávamos várias vezes. Houve alturas em que achei que poderia ganhar, outras em que pensava que ele já me tinha “arrumado”.

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Sudritter: Foi de algum modo um despique interno, considerando a aliança, pergunto então, porque SF?

Manowar: Porque fui membro da SF?

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Sudritter: Sim, porque não outra aliança? O que faz da SF a melhor na sua opinião?

Manowar: Eu não escolhi a SF. Nem escolhi a Gotham City. Fui escolhido!!!

Antes de ingressar nessa cidade, habitava uma pequena cidade – West Punks. Durante algum tempo recebi muitos convites, de cidades SF, UT e outras que não eram de nenhuma destas alianças. Mas os meus objectivos não passavam por mudar de cidade nem de me envolver numa guerra que não tinha iniciado. Por isso fui rejeitando os convites. Até que um dia o Mav3rick me faz o convite directamente. Argumentou sobre as vantagens do meu ingresso na Gotham e lá acabei por mudar de ideias e juntar-me à família Gotham. Foi uma decisão da qual não me arrependi, apesar de me ter custado sair da cidade onde deixei outros amigos, um deles o meu grande amigo gilinho.

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Sudritter: De certo modo entrou numa aliança com bastantes jogadores respeitados e considerados por alguns “os melhores”, considera que a aliança e os companheiros o ajudaram a chegar a esta “meta dos 99”?

Manowar: Absolutamente!

Sempre tive o apoio de todos os habitantes de Gotham City e de muitos outros de cidades SF.

Aprendi algumas coisas com eles e acredito que alguém possa ter aprendido qualquer coisa comigo.

Por isso a minha vitória também é deles.

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Sudritter: A actualização 1.22 tem sido bastante polémica devido à redução da importância dos reflexos e da resistência, considera-a justa, e como vai/iria esta actualização afectar o seu jogo?

Manowar: Confesso que não tenho dado grande importância a esta actualização já vai sair nesta fase em que… pouco me importa.

Supondo que esta actualização tivesse sido anunciada há algum tempo e que havia jogo além do 99, esta não iria afectar em nada o meu jogo habitual.

Quando constatei que o jogo ia acabar no 99, alterei radicalmente a minha forma de jogar para tentar ganhar vantagem através dos duelos nos últimos níveis. Se soubesse que o jogo continuava, teria mantido o meu ritmo e provavelmente ainda estaria a tentar a aproximação ao primeiro lugar.

Respondendo à outra parte da pergunta, se a acho justa… considero que não estou suficientemente informado para a considerar justa ou injusta.

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Sudritter: Mas ainda há coisas para desvendar, vejamos o exemplo do significado das “3 chaves”, perde tempo com estes mistérios do The-West, e tem teorias sobre elas que queira partilhar com a comunidade?

Manowar: Para ter as 3 chaves teria que fazer as aventuras todas. Para isso teria que mudar as habilidades quase todas e mais do que uma vez. Não ganhando experiência não vou sequer equacionar concluir essas aventuras.

O meu jogo baseava-se na evolução e na aquisição de novas habilidades e atributos e dessa forma nunca fiquei curioso com o significado das chaves.

Daquilo que é conhecido das chaves, estas não me iam trazer qualquer vantagem, no entanto sei que há algumas teorias sobre elas…

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Sudritter: E sobre a igreja, é religioso dentro do jogo?

Manowar: Acho que rezei umas 5 vezes quando comecei a jogar. Mas nunca cheguei a nenhuma conclusão sobre a utilidade deste edifício. Assim preferi não desperdiçar esses 15 min. a rezar. Preferi aproveitá-los para fazer o melhor trabalho que me fosse permitido.

É hoje que me vão revelar se a igreja funciona?

Ok, já sei, se me contas vais ter que me matar…

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Sudritter: Bom, eu questionaria isso aos criadores, pois nesse ponto estamos no mesmo ponto de sabedoria 🙂

E sobre os fortes? Considera que foram propícios para a dinâmica de jogo?

Manowar: Foram uma lufada de ar fresco no jogo,

Gostei bastante da introdução dos fortes, acho que tornou o jogo mais divertido e certamente mais dinâmico.

Com os fortes muitos jogadores passaram a movimentar-se mais no mapa, E jogadores mais fracos puderam combater com jogadores mais fortes

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Sudritter: Fugindo um pouco do dia-a-dia do The West, fale-nos um pouco de si, é complicado gerir o The-west com a sua vida pessoal?

Manowar: Não é muito fácil incluir o jogo na vida pessoal.

Há várias alturas em que o jogo e a vida pessoal não são compatíveis. Isto obriga a planear muito bem o que fazer com o personagem quando não vou poder jogar.

No meu caso, não posso aceder ao jogo no local de trabalho. Antes de sair de casa tinha que garantir que o “boneco” estivesse sempre ocupado durante a minha ausência.

Em casa também nem sempre é fácil… Há o trabalho que se trás para casa e a família que requer atenção.

E depois há as férias. Gosto muito do jogo, mas não deixei de ir de férias.

Há que arranjar solução para tudo e estabelecer prioridades.

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Sudritter: Certamente que sim, por último, como todos sabemos o The-west continua em constantes actualizações, tem alguma sugestão para o melhoramento do jogo?

Manowar: Acho que uma sugestão é óbvia. Acabar com o limite do nível 99!

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Sudritter: Para infinito? Ou tem uma ideia de outra “meta” futura?

Manowar: Para infinito. Muitos jogadores como eu jogam para evoluir sempre cada vez mais. E a ideia de andar meses a evoluir uma conta para depois acabar de repente provoca uma sensação de todo o esforço ter sido para nada.

O que não impede que haja mundos especiais com limite, para os que gostam.

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Sudritter: 🙂 Em nome da equipa do The-West, gostaria de lhe agradecer pelo tempo dispensado, talvez os seus pedidos sejam solucionados, afinal cada vez mais gente se irá deparar com a sua frustração, até lá, adianto que já na próxima actualização a sua experiencia poderá subir, segundo os nossos dados actuais, basta esperar para ver o que a Innogames irá fazer desta vez para nos surpreender, certamente será algo que melhorará ainda mais o “nosso” jogo.

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Manowar: Eu é que agradeço a oportunidade de falar com a equipa e de vos fazer chegar algumas das minhas ideias.

Apesar de ter muita pena que o jogo tenha acabado para mim, quero salientar que adorei jogá-lo e que é um jogo fantástico. O melhor que joguei até hoje!!!

Aproveito para desejar felicidades a toda a equipa do The-West e a todos os jogadores que jogaram comigo, sejam eles aliados ou adversários.

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Sudritter: Igualmente para si, talvez uma actualização futura lhe dê de novo a oportunidade de jogar, ou talvez um mundo novo, quem sabe… De qualquer forma, um jogador que correu atrás do resultado, que não conhecia o jogo quando entrou no servidor, e que ainda passou a frente dos nossos companheiros do .net, merece sem dúvida o respeito e orgulho de toda esta comunidade.

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E acabamos assim a nossa entrevista. Devo dizer que foi muito agradável falar com o Paulo, com alguns off topics (devidamente censurados nesta versão) pelo meio ainda se partilharam algumas preocupações e experiencias.

Sudritter

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Comentários à entrevista no tópico do Fórum do The West: http://forum.the-west.com.pt/showthread.php?t=15467

Entrevista a LordShadow16

Depois de algum tempo sem entrevistas, por minha culpa, por falta de tempo na vida pessoal, volto hoje com uma entrevista a um jogador, que ficará na História do servidor Português do Tribal Wars. O jogador que se segue, foi o jogador a vencer o 1º Round Speed, no Server Português, que ocorreu no dia de Portugal (10/06/2009), estou a falar do LordShadow16.

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Nome: Pedro

Idade: 16

Localidade: Vila Nova de Gaia

Mundos Activos: Br: 2 e 12

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Mc: Quero, primeiro que tudo, dar-lhe os parabéns por ter vencido o primeiro Speed do Tribos Português, e agradecer ter aceite o convite para a entrevista.

LordShadow16: Obrigado e sinto-me lisonjeado por tal oportunidade.

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Mc: Vou-lhe fazer uma pergunta que tenho feito a todos os jogadores já entrevistados, mas que acho que é importante sabermos. Quando é que começou a jogar Tribos? E como conheceu o Tribos?

Ls16: Comecei a jogar tribos quando o 1º Mundo abriu, em conjunto com alguns amigos fundamos a tribo PT. Após isso fizemos algumas fusões e acabamos por parar no TOP2/3.

Além de criarmos uma família enorme conseguimos dominar bastantes continentes, até que todos os nossos Inimigos e potencias TOP´s fundiram e declararam-nos Guerra.

Devido á grande falta de tempo da Liderança, por causa das aulas e tal, eu mais os dois Lideres restantes da Família, desistimos do Mundo 1 PT

Depois de muito tempo fora do Tribos PT, ouvi falar do SpeeD PT, e entrei para ver se encontrava uma cara amiga dos velhos tempos.

Conheci o Tribos a partir do tribal wars BR, mas conheci todo o jogo a partir da publicidade feita num jogo concorrente. Gostei dos gráficos e iniciei a minha carreira.

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Mc: Certamente, ainda se lembra do nome da tribo. Pode dizer-nos qual era? E qual os outros jogadores com que partilhou a lderança.

Ls16: A tribo inicial chamou-se “Primeira Tribo Noroeste”, e criamos varias tribos com a mesma TAG nos vários cantos do Mundo 1 PT.

Depois unimos a Família a outras tribos, pois nós só não dominávamos todo o Mundo devido a tantos Inimigos.

Dai surgiu a CEL (Celtas), que agora é a TOP2 Mundo 12 BR.

Os outros jogadores com qual partilhava a Liderança eram o Afridi e Tuga, 2 grandes jogadores do Mundo 2 E 3.

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Mc: Decidiu vir para o Speed, para ver se encontrava alguns jogadores antigos, e acabou por ganhar o Speed. Explique-nos a táctica que utilizou.

Ls16: Eu praticamente usei tudo o que tinha na manga, mas com grande prazer encontrei uma coisa que não se encontra noutros Speed´s, talvez por ser o primeiro do servidor. Isto é, havia muito companheirismo entre todos os jogadores que participaram, e acabei por ganhar graças a isso.

Em especial a minha vitória foi graças ao jogador Carniceiro, ele jogou muito bem até ao fim e ele podia ter vencido o Speed pois era um jogador a altura, mas a determinada altura começamos a conversar e ele acabou por ajudar-me a atacar Inimigos, ele e outros da tribo onde pertencíamos.

E no final eu peguei mais aldeias, muito mais rápido, mas o carniceiro não ficou atrás. Penso que foi um movimento de sorte.

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Mc: Em que altura percebeu que poderia ganhar o Round?

Ls16: Quando o TOP1 ficou inactivo, a minha tribo aproveitou para ataca-lo em força e limpá-lo, e, quando ele voltou, já era tarde demais pois não tinha tropas para se proteger de tantos fulls, a tanta velocidade. Ai, foi uma passadeira para primeiro lugar.

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Mc: O que acha que fez, para ganhar o Speed? Já que a diferença entre os 4 primeiros, é bastante curta.

Ls16: Imagina isto como uma pista de atletismo de muitos corredores. Há os que têm resistência e os que correm muito, e há os que têm pouca resistência e correm pouco.

Logo os que têm mais resistência ficam em primeiros e parece, que eu tinha mais resistência e corria mais.

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Mc: Consegue dizer mais ou menos quantas horas este online durante todo o Speed? E mais ou menos quantas horas dormiu?

Ls16: 23h acordado e 1h a dormir, levo os Speed’s bastante a serio, especialmente quando preciso da premium.

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Mc: Verifiquei que também ganhou alguns Speeds no Servidor BR. Vencer 3 Round Speeds, não é para qualquer um, e ainda gerir 2 Mundos activamente… como gere o seu tempo?

Ls16: Bem às vezes torna-se difícil, especialmente quando tenho coisas combinadas para ir a festas ou até para à discoteca, festivais, etc.

Mas tento sempre manter a actividade no máximo de tempo disponível que me sobra, mas na verdade é muito difícil jogarmos activamente no Verão pois na minha idade a ideia é apenas curtir e curtir, e não ficar muito tempo colado no PC.

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Mc: Conte-nos um pouco acerca do seu historial no BR.

Ls16: De momento estou no Mundo 2 e 12. No mundo 2, sou da Família DOM, que é um dos Blocos mais fortes daquele Mundo e que está em Guerra com mais ou menos metade do Mundo, o que torna o Mundo bastante activo e competitivo.

O Mundo está reduzido a uns 1000 e tal jogadores, pois o processo de eliminação dos que tinham menos tempo acabou a algum tempo atrás. A Guerra lá é bastante difícil, mas isso é o que dá divertimento ao jogo, e até agora tive o prazer de jogar com muitos bons jogadores que merecem tudo só pelo seu companheirismo e devoto á tribo.

No Mundo 12 sou Líder da CEL, que é TOP2/3 daquele Mundo. Pertencemos a um grupo de tribos, que se juntam em guerras comuns para uma maior distribuição de pancada no inimigo.

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Mc: Dando a conhecer um pouco da sua vida pessoal, como é que você se caracteriza?

Ls16: Sou um pouco arrogante e convencido, mas tenho confiança nas minhas capacidades, dentro e fora do jogo.

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Mc: Quais são os seus hobbies?e o que gostaria de seguir nos estudos?

Ls16: Bem no tempo livre, pratico kick boxing, jogo voleibol e TW, claro.

Estou de momento a fazer o curso de Línguas E humanidades – 11º ano, mas vou entrar na Academia de Policia depois do 12º e tentar juntar-me ao GOI.

Espero eu que tudo corra bem.

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Mc: Certamente irá correr bem. Voltando ao Tribos, Prevê voltar a jogar no Tribos.pt?

Ls16: Nesta altura ainda não sei. Depende do tempo que tiver este ano, pois uma conta sem actividade é um peso morto em qualquer Mundo e se for para estar a dormir prefiro nem entrar. Bem só o tempo dirá.

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Mc: Já que joga isto à vários anos, certamente terá opiniões bem formadas acerca do Tribos. O que mais gosta no Jogo?

Ls16: Adoro o companheirismo que se desenvolve ao longo do tempo nas tribos, e a amizade e o afecto que ganhamos a jogadores com que convivemos diariamente no Mundo virtual.

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Mc: Qual a maior crítica que tem a apontar ao Tribos?

Ls16: Sem dúvida, as traições que se desenrolam nos Speed´s. Todos sabemos que mundos com apenas algum tempo de duração geram uma competitividade enorme, especialmente os jogadores que estão no TOP20 desse mesmo Mundo, que querem ganhar a premium.

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Mc: Tem alguma sugestão que queira dar para melhorar o Tribos?

Ls16: Sim. Reparei que num dos Rounds Speed, não se podia entrar e sair de qualquer tribo durante um bom tempo. Aconselho a Administração a não deixarem algum jogador sair de uma tribo, mal este entre numa, assim diminuiria a hipótese de traição por parte dos jogadores da mesma tribo.

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Mc: Agradeço o tempo dispensado na entrevista, e desejo-lhe boa sorte no Tribos, e uma continuação de Boas Férias.

Ls16: Obrigado e continuação de bom trabalho.

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Neste tópico do fórum, poderão fazer comentários á entrevista: http://forum.tribos.com.pt/showthread.php?t=17301

Entrevista a Albboteta

Venho agora apresentar-vos um dos primeiros jogadores a jogar o Tribos, começou a jogar no Mundo 1.
É o líder do Mundo 1, o primeiro mundo da comunidade PT, e um dos líderes da Melhor tribo do Mundo 1, a COVA.
Estou a falar obviamente do Albboteta.

Nome: António

Idade: 41

Localidade: Beja-Cuba

Mundos Activos: Mundo 1

Mc: Quero agradecer-lhe por ter aceitado o meu convite para a entrevista, e pelo tempo disponível par ao mesmo.

Vou começar por pergunta, como a todos os jogadores, como conheceu o Tribos, e como começou a jogar?

ALBBOTETA: Conheci o tw, por alguns colegas meus, começarem a jogar e até foram eles que me registaram. De inicio, não achei muita piada pois nunca tinha jogado em pc e, muito menos, jogos on line.

Mas comecei a jogar e entrei no vício até hoje.


Mc: Ainda se lembra em que dia começou?

Albboteta: Se não me engano foi em Março de 2008 entre os dias 12 a 14.


Mc: Qual foi a sua 1ª tribo?

Albboteta: B.T. – Brigada dos Templários.


Mc: Você é o líder do Mundo 1, o primeiro mundo PT. Conte-nos como foi o seu progresso até aqui.

Albboteta: Bem para chegar a n.º 1 é preciso ter-se primeiro gosto e disponibilidade, eu tive a sorte de quando me registei ficar no meio de K’s só com aldeias barbaras, e ai era fazer cavalaria leve, saques e recursos para nobres e conquistar o máximo de aldeias. Até ao ponto de passar 8 horas ao pc.

E como é do conhecimento de todos, o abandono de muitos jogadores que vão deixando aldeias, já feitas para a tribo conquistar, e ai é ainda mais fácil.

E o segredo para muito de isto tudo é nunca nos deixarmos bloquear num K, pois temos que ir vendo até que podemos estar e sair para outro, que tenha ainda aldeias para evoluirmos.

Eu já estou em 4/5 K’s para que possa ter sempre fuga. Basicamente é isto.


Mc: O que mais gosta no Tribos? Isto é, o que faz com que tenha ficado viciado no Tribos?

Albboteta: Gosto das estratégias que em conjunto, arranja-mos para tentar sermos os melhores.

Começarmos a conhecer pessoas e todos os dias falamos, uns dias discutimos outros estamos amigos. Em fim, há muitos factores que nos levam a viciar, eu hoje em dia passo ai umas 10/12 horas ao pc.

Depois, comecei a administrar uma tribo, que por sua vez é a número 1 do mundo, logo ai tenho muito trabalho e empenho porque gosto do TW.

Mais de metade das horas, que passo ao pc, são a resolver assuntos da tribo.

Jogadores que dizem esta aldeia pertence a mim o outro diz ser ele o primeiro que nobrou. Enfim dá-me gosto resolver assuntos da tribo.

Depois tenho muitos jogadores colegas e amigos meus, que discutimos algumas estratégias, de jogo num bar que frequentamos normalmente as tardes enfim basicamente é isto que me leve a viciar mais no jogo.


Mc: Realmente a sua tribo tem uma diferença de 10 milhões comparando com a 2ª melhor do mesmo continente. Qual o vosso segredo?

Albboteta: Nunca recrutar jogadores com menos da média do 40º. Jogador da tribo, só por estratégia do jogo a que se recruta um jogador com menos pontos.

E como pode ver a nossa tribo tem sempre menos jogadores que as outras, e temos sempre algumas desistências.


Mc: Sendo você, o líder do mundo 1, deve sentir alguma pressão. Como é que gere tanta coisa ao mesmo tempo? Liderança do mundo, liderança da tribo?

Albboteta: Bem, o difícil mesmo é chegar a primeiro, depois é só ir gerindo e fazer tropas, porque as aldeias estão vazias. Pois os recursos foram só para nobres, agora estou parado pois estive a carregar tropas até encher a fazendas das aldeias. Pois mais uns 5 a 6 dias vamos começar outra vez em ataques para subir mais uns pontos.

Quanto a tribo, pois tenho uma equipa por trás de mim muito boa, e assim consigo ter as coisas mais ou menos em ordem. O pior é a primeira hora é só abrir mensagem e ter que dar resposta a alguns, pois 50% nem respondo, é injúrias e coisas sem interessa.

Quanto a pressões são muitas como deve perceber, ter que estar atento aos inimigos, as diplomacias as fusões entre outras coisas para que a nossa família nunca esteja em risco.


Mc: Qual o seu principal objectivo, tanto a nível individual, e como líder de tribo?

Albboteta: È divertir-me e passar o tempo livre que tenho, pois não tenho hábito de passar o tempo em cafés e nada mais. Tenho uma coisa que me diz nunca entres em guerras pessoais por um jogo que não vale a pena, se chegar a esse ponto abandono de imediato.

E como objectivo principal era ver todos os K’s completos sem aldeias de bárbaros.


Mc: Como começou logo no mundo 1, acredito que tenha imensas situações de que se orgulha de ter feito, ou conquistado. Qual deles é que realmente o mais marca e orgulha?

Albboteta: Mundo 1, porque era os únicos que tinha-mos na altura, só depois apareceram os outros.

Situações que me orgulho ter feito, não tenho nenhum em especial pois o meu orgulho é trabalhar todos os dias para a grande tribo que é a cova, nunca deixando um jogador sem uma resposta ou ajuda. Que me lembre, a tempos atrás convidei uma jogadora para a COVA, e ela me disse que vinha mas a minha tribo ia-me atacar. Eu disse-lhe não ha problema eu defendo-te deles, ela não viu com bons olhos eu sozinho a defender tantas aldeias dela, mas o que é certo é que durante umas semanas esteve a ser atacada e eu a defende-la e não lhe conquistaram nenhuma aldeia.


Mc: Mais ou menos, quantas horas é que está online por dia, e quantas vezes faz log ins?

Albboteta: Depende quando estou de serviço, estou sempre ligado por estratégica do jogo. Mas não quer dizer que esteja a jogar, mas média de 8 horas por dia, estou no jogo.


Mc: Você tem um nick bastante diferente. Porque escolheu esse nick, e qual o significado?

Albboteta: È simples é o meu nome. António Luis Batista Boteta.


Mc: Você também tem uma conta activa no mundo 7. Está a pensar em levar em frente a mesma estratégia utilizada no mundo 1?

Albboteta: Não, até estou a ser atacado foi so para ver como era, não tenho tempo.


Mc: Tem alguma sugestão que gostaria de dar par ao Jogo?

Albboteta: Gostaria que não existisse jogador com multi contas, que esses jogadores fossem postos fora deste jogo. Também tenho dúvidas até quanto não haverá jogadores protegidos, pois tenho visto de tudo neste jogo.

Quanto a sugestões gostava que alguém do fórum do jogo nos disse-se quando acabará o jogo se existe já algum fim ou será em deixando de haver quem compre contas prémios.

Sugestões, não estou a ver nada a acrescentar, pois eu estou cá é para me divertir.


Mc: Qual é a pessoa que gostava de ver entrevistada par ao nosso Jornal?

Albboteta: Talvez o jogador que tem mais aldeias que eu da CEL 45, RedDevil.


Mc: Obrigado pelo tempo disponível para a entrevista. Desejo o maior sucesso no jogo, e muito mais na sua vida real, tanto para si, como para os seus.

Albboteta: Muito obrigado. Uma Páscoa feliz para si.


Mc: Boa Páscoa para você também.

Neste tópico do fórum, poderão fazer comentários á entrevista: http://forum.tribos.com.pt/showthread.php?t=11159

Entrevista com Spydon

Escolhi, agora, um jogador que é conhecido por muitos como o melhor líder de tribos, e certamente também, como melhor jogador de tribos na comunidade PT. É líder do Mundo 2,e líder de uma tribo de unicamente 32 jogadores, que há bem pouco tempo eram 15, o que demonstra a qualidade deste jogador. Estou a falar do Spydon.


Nome: João

Idade: 36

Localidade: Aveiro

Mundos Activos: Mundo 2

Mc: Quero agradecer por ter aceite o convite para a entrevista

Spydon: Obrigado eu, por me terem dado a possibilidade de participar no Jornal, será um prazer!


Mc: Vou começar por lhe perguntar, quando é que começou a jogar Tribos?

Spydon: Há cerca de 2 anos, encontrei um dos meus alunos a jogar Tribalwars durante uma aula. Por curiosidade, em casa inscrevi-me e “apanhei o vicio”… Na altura jogava no Mundo 4 internacional.


Mc: Começou então no Mundo 4 no .net. Ainda se lembra qual foi a sua 1ª tribo?

Spydon: Perfeitamente, chamava-se “Local domination” e era composta apenas por jogadores próximos. Mais tarde evolui para uma tribo pequena, mas extremamente defensiva, chamada “RE – Roman Empire”, onde aprendi imenso. Era uma tribo que protegia os mais fracos e dedicava o tempo a fazer resistência às grandes famílias de tribos que existiam nesse mundo.


Mc: E jogou nesse mundo quanto tempo? Qual foi o melhor “status” que conseguiu nesse mundo?

Spydon: Comecei a jogar nesse mundo, quando os primeiros classificados já tinha mais de 2 milhões de pontos, ou seja, muito tarde e fui parar ao limite do mundo, K41. Efectuei uma “corrida de trás para a frente” e cheguei ao top 5 do ranking da pontuação em aproximadamente 1 ano ou ano e meio. Deixei esse servidor por falta de tempo. Na altura estava a liderar a minha tribo e coordenava os movimentos com várias outras tribos aliadas, gastando mais tempo com diplomacias e estratégias, do que com o meu próprio jogo, por isso entreguei e abandonei o jogo com o objectivo de recomeçar noutro servidor sem nenhum cargo dentro de nenhuma tribo…


Mc: Então, e depois foi para onde? Continuou no .net?

Spydon: Não. Para passar um pouco o tempo, fui até ao mundo 1 Brasileiro, mas evolui um pouco rápido que me vi rodeado de jogadores com pontuações muito mais baixas, reduzindo de tal maneira a minha moral de ataque, que acabei por “dar” as minhas vilas a um colega de trabalho…


Mc: Em que altura decidiu vir para o .pt?

Spydon: Um dia, andava a navegar pela net e soube que já existia um servidor PT, nessa altura inscrevi-me no mundo 2 por ter uma velocidade de evolução maior.


Mc: Qual foi a sua 1ª tribo no mundo PT? Foi você que fundou a tribo?

Spydon: A primeira tribo chamava-se “Rubias” (RBS). Preferi começar sem tribo, e fui abatendo os meus vizinhos um a um. Enviaram-me várias ameaças e convites de tribos, mas optei pela Rubias por ser uma tribo em que não tinha colegas de equipa por perto, para poder evoluir conforme a minha estratégia de jogo, mas também não estavam muito afastados, caso fosse necessário auxilio (da minha parte e da parte dos meus colegas de tribo).

Não fundei a tribo, desde os cargos que tive no mundo 4 .net, nunca mais quis ter cargos. Fundar uma tribo iria obriga-me a ser pelo menos recrutador…

Apenas pretendia jogar, para me divertir, sem compromissos…


Mc: Como chegou então a líder da sua actual tribo?

Spydon: A evolução da “Rubias” era mais lenta que a minha evolução, por isso decidi sair e ingressar uma tribo mais adequada ao meu tipo de jogo. Na altura fui convidado por uma tribo um pouco maior, mas assim que entrei fui enviado para outra tribo graças a uma fusão que por sua vez correu mal e os elementos da tribo original saíram, deixando-me lá sem me dar nenhuma satisfação… por isso, saí aborrecido.

Com a situação e como não tinha tribo, o Yoda.pt convidou-me para o projecto #DT, uma tribo com apenas 4 jogadores que pretendia fazer frente a todos…

Gostei da ideia, enquadrava-se totalmente no meu tipo de jogo e aceitei, levando comigo um jogador aliado (Fred.desyre) que apesar de nunca ter sido preciso, estava sempre pronto a ajudar-me.

A #DT foi evoluindo, dando um pouco nas vistas, devido a sermos muito poucos, mas irredutíveis… Até ao momento em que este jogo deixou de ser um prazer para ser uma obrigação. Nessa altura decidimos em conjunto deixar o jogo e abandonamos.

Só que ao fim de uns 2 ou 3 dias, tivemos de regressar por sentir saudades deste passatempo e cancelamos a “desistência”, decidindo criar a “LR”, a mesma tribo da #DT com a diferença que não termos obrigações e jogamos apenas para nos divertir-mos… Se perdermos umas vilas (ou o jogo todo) ninguém se vai importar, apenas pretendemos um pouco de diversão.

Na LR, há quem diga que sou líder, talvez por ter alguns pontos a mais que os meus colegas, mas de facto não sou, pois a LR não tem líder. Tal como a antiga #DT, os jogadores que ingressam na LR são escolhidos e todos têm a mesma filosofia, por isso existe um grande sincronismo entre nós, conseguindo chegar a acordo facilmente em todos os assuntos.


Mc: Num mundo, que é considerado o mais competitivo, como é que é gerida uma tribo com “somente” 30 jogadores?

Spydon: A tribo evoluiu esta última semana devido a alguns movimentos estratégicos. A semana passada éramos cerca de 15, actualmente somos o dobro. A gestão é muito simples, cada jogador tem o seu jogo individual e quando é necessário jogamos em grupo. Todos são auto-suficientes e conto pelos dedos de uma mão, o número de vezes que foi necessário auxiliar um jogador da tribo. O fundamental é que todos sejam activos e auto-suficientes…


Mc: Em cima, disse-me que era professor. Virando um pouco a conversa para a vida privada, qual o curso que tem, e que disciplinas é que é professor?

Spydon: Tirei duas licenciaturas, uma de Matemática e um pouco depois, outra de Informática. Neste momento lecciono disciplinas de Informática.


Mc: Em que escola?

Spydon : Este ano lectivo, na Escola Secundária de Albergaria-a-Velha.


Mc: Sendo professor de informática, deve ter possibilidade de estar bastante tempo online. Gostaria de lhe perguntar, em média, quanto tempo é que está online, e quantas vezes faz log in por dia?

Spydon: Só não estou ligado à net quando estou a dormir… Se não estou com um pc (ou mac) à frente, estou com o meu Iphone que até para a cama o levo…


Mc: Felizmente, que não sou seu inimigo, e que não jogo no mundo 2 J . Tem algum objectivo pessoal que ainda não tenha cumprido?

Spydon: Relativamente ao Tribalwars, não tenho nenhum objectivo, apenas divertir-me um pouco. Relativamente à vida privada, para além da família, sou um apaixonado pelo motociclismo. Adoro viajar de moto e ainda existem destinos onde não fui. Quando for possível, gostaria de ir ao Cabo Norte, percorrer os Estados Unidos de uma costa à outra, voltar a Daytona (onde estive em 2000 no maior encontro de motos do mundo – cerca de 600.000 motos) e sair um pouco da Europa, pois já a percorri quase toda de moto…


Mc: É então um apaixonado por motas. Que motas é que tem?

Spydon: Só tenho uma e velhinha, mas já passei tantas aventuras com ela, que sou incapaz de me desfazer dela… É uma Triumph Trophy 1200.


Mc: Voltando para o Tribos, sei que também começou uma conta no Mundo 6. É para seguir o mesmo objectivo do Mundo 2?

Spydon: Não, aliás, deixei essa conta há cerca de 15 dias. Apenas fui testar a funcionalidade da igreja, que era uma novidade. A velocidade do mundo 6 é demasiado lenta para o meu gosto. Quando voltar a existir um mundo PT com velocidade 2x (ou superior), então sim, devo recomeçar de novo.


Mc: Tem alguma sugestão para o Tribos, alguma coisa que gostava de ver mudado?

Spydon: Gostaria de ver alterado o sistema da “Moral”. Sei que a moral serve para proteger os jogadores com menos pontos e concordo que exista numa fase inicial do jogo, mas ao fim de algum tempo deveria ir diminuindo. Não se compreende que um jogador que esteja ao meu lado, que tenha começado o jogo ao mesmo tempo que eu, tenha 100.000 pontos. Se não evoluiu é porque esteve inactivo, logo estamos a proteger jogadores inactivos (contra aqueles que querem jogar) em vez de proteger jogadores mais fracos por terem começado mais tarde…

Ou seja, na minha opinião, o factor moral deveria ir alterando ao longo do tempo. Por exemplo, um jogador ao fim de um ano a jogar, deveria dar já uma moral de 100% a qualquer outro oponente.

Outra sugestão que fazia, era de filtrarem algumas palavras ofensivas, evitando assim que alguns jogadores passem a vida a serem ofendidos. Recebo frequentemente mensagens de conteúdo ofensivo, por isso a maioria das mensagens já nem as abro para não me incomodar.


Mc: Qual é a pessoa, da nossa comunidade, que gostaria de ver entrevistada?

Spydon: O Ricardo, Administrador.


Mc: Quero agradecer-lhe pela disponibilidade para esta entrevista, e desejar-lhe as maiores felicidades a nível de tribos, mas principalmente a nível pessoal.

Spydon: Obrigado pela oportunidade que me deram de participar e dar a minha opinião, gostava também de acrescentar que o Jornal é uma excelente ideia para irmos conhecendo um pouco melhor quem partilha dos mesmos gostos, dos jogos de estratégia, nomeadamente do Tribalwars.


Para comentários a esta entrevista, utilize o nosso forum: http://forum.tribos.com.pt/showthread.php?t=10260

Entrevista com Doublechesse

Irei começar por um jogador muito conhecido na Comunidade PT do Tribos, que é lider individual do Mundo 3 e do Mundo 5, e que também já jogou no Mundo 1.

Considerado por muitos como o melhor jogador de Tribos, estou a falar do Doublechesse.

Nickname: Doublechesse

Nome Verdadeiro: João

Idade: 20 anos

Localidade: Vila Nova de Gaia

Mundos Activos: m3 e m5

Mc Peralta: Boas Doublechesse, primeiro que tudo, quero agradecer por ter aceite o convite para esta entrevista.

Doublechesse: Boas, o prazer é todo o meu, eu é que agradeço.


Mc: Gostava de saber se ainda se lembra, quando é que começou a jogar Tribos. E como conheceu o Tribos?

DC: Ao contrário do que muitos pensam sou um jogador relativamente recente de tribos, digamos 1 ano e meio a 2 anos.

O Tribos foi me dado a conhecer não só pelos banners de publicidade (de outros jogos semelhantes que jogava) mas também por um grupo de amigos da faculdade que me arrastaram para este jogo.


Mc: Os seus amigos que lhe deram a conhecer o tribos, ainda jogam o jogo consigo?

DC: Eu entrei por arrasto como dito anteriormente por uns amigos e juntamente comigo vierem mais 3. Acontece que fomos para o mundo1 quando já havia mundo 2, e como tal fomos todos parar a continentes distantes, dos amigos que nos arrastaram, no entanto, jogámos na mesma tribo até quando deu e não foi necessário usufruir da ferramenta tribo, para protecção e expansão, pois elementos de continentes tão distantes de nada servem.

Nem ajudam a tribo, nem a tribo os ajuda (era o nosso caso), logo aí deu-se uma ruptura de ligações, e desde aí não mais nos conseguimos encontrar nos mesmos mundos e todos juntos.

Mas como é óbvio estamos no dia-a-dia juntos.


Mc: Ainda se lembra do nome da sua primeira Tribo?

DC: DK – Dark Knights.


Mc: Como explica o seu sucesso no Tribos?

DC: Digamos que parti de uma base sólida e indispensável para esse mesmo sucesso.

Gosto pelo género de jogo, Experiencia em jogos semelhantes, Disponibilidade, Actividade, Vontade de aprender e claro alguma pitada de sorte.

O resto é pelo esforço e mérito.


Mc: Pitada de sorte? Refere-se ao quê, mais especificamente?

DC: a pitada de sorte… É a necessária para no inicio termos um bom desenvolvimento.

Inicio do jogo são momentos críticos na evolução de um jogador, ainda para mais para quem entra nas primeiras horas (como eu) pois basta aparecer alguém sem amor as tropas para te estragar a evolução. Estragando-te a evolução perdes o controlo da vizinhança, vizinhança essa que deve ser sempre dominada desde o primeiro dia.


Mc: O que mais gosta no Tribos? O que o faz continuar a jogar isto á dois anos?

DC: Considero o Tribos um jogo dinâmico desde logo oferece ao jogador um jogo sempre interessante e nada aborrecedor, claro que no aspecto do jogo dinâmico reside também aspectos negativos.

Considero que para nos mantermos neste jogo é essencial os amigos que criamos, para podermos passar bons momentos e troca de experiencias e de gargalhadas, e saber gerir o equilíbrio vida/jogo, equilíbrio esse que pode estar em perigo, mais perto do que achamos por vezes.


Mc: Referiu que há aspectos negativos. Quais esses aspectos negativos a que se refere?

DC: É um dos jogos mais violentos existentes na net para o jogador que queira ser um jogador de meio da classificação para cima. Pois a tal dinâmica obriga-nos a fazer login, se possível, varias vezes ao dia. E ter sempre, ou quase sempre, disponibilidade para lançar ataques e estarmos preparados para conseguir fazer face aquando um dia se vir dezenas de ataques a chegar as nossas aldeias.

Aliado a isso, como que a “cereja em cima do bolo” a duração dos mundos é enorme para um jogo online jogado 24 por 24h todos os dias. Cada mundo pode demorar anos.


Mc: Já que referiu que faz muitas vezes log in, eu acho que os nossos leitores gostavam de saber uma coisa sobre o seu jogo. Quantas vezes é que faz, em média, log in por dia? E quantas horas é que passa “logado”?

DC: Deverei dizer Top Secret? Pois entro os leitores poderão estar potenciais adversários/alvos.

No entanto sou um jogador com disponibilidade, pois como estudante universitário tenho sempre um portátil ou pc por perto com acesso a net. Privilegio as vezes que logo por dia, às horas passadas no jogo.


Mc: Disse que é estudante universitário. Está a licenciar-se em que curso? E qual a escola que está a frequentar?

DC: Engenharia e Gestão Industrial – Eseig.


Mc: Além de ser líder individual no mundo 3, e no mundo 5, ainda é líder da tribo NOM, criada por si, e que está nos 2 mundos e é uma tribo de topo nos 2 mundos. Como é que gere isto tudo?

DC: Se dissesse que é fácil de gerir estaria a mentir, se dissesse que nunca pensei “atirar a toalha ao chão” estaria uma vez mais a mentir, no entanto, umas vezes mais presentes outras menos, não deixo de cumprir ao “fim do dia” com as minhas obrigações e com as esperanças depositadas em mim.

Uma vez mais, rodearmo-nos, de bons amigos de jogo é essencial.


Mc: Com estas lideranças todos, é alvo de muita pressão e de muito protagonismo. Acha que consegue lidar bem com essa pressão?

DC: Um amigo meu, que de certeza lerá isso e reconhecerá de certa forma estas palavras, me disse algo do género ” não te deixes levar tanto pelas emoções e jogos psicológicos, tu não precisas e é apenas um jogo”. Como tal desde aí sempre o tentei fazer, claro que “picardias” saudáveis há sempre, mas sabendo agora distinguir os meus limites.


Mc: Muitos jogadores acusam-no que só é líder dos mundos, porque mais de 50% das suas aldeias são aldeias “dadas”. O que responde a este comentário?

DC: É uma questão que me continua a incomodar, porém tomara eu que não fosse “obrigado” a faze-lo, mas desistentes e inactivos colados as nossas aldeias aparecem, infelizmente vezes demais.

No entanto, todos os jogadores que jogam e têm umas boas dezenas de aldeias têm aldeias “dadas” (quer por desistência e/ou inactividade). Por isso é caso para dizer “quem nunca pecou que atire a primeira pedra”. Claro que falo de jogadores que tem dezenas de aldeias pelo menos e não os mais pequenos, Senão muitas pedras seriam atiradas.

O que posso dizer para me defender? Vejam o meu OD, sempre fui ético (nunca incentivei ninguém a desistir, muito pelo contrario), sempre partilhei as aldeias, se as aldeias não eram da minha zona actual ou a que eu via como zona futura não ia lá “pescar aldeias”. Sou líder de grandes tribos, tenho o melhor currículo do servidor português (a contar com a conta apagada do m1) por isso serão justas as criticas?


Mc: Qual é o seu objectivo a cumprir individualmente? e como líder de tribo?

DC: Objectivos, poucos mais tenho, pois os “goals”,as chamadas metas que um jogador gostaria de atingir, já as atingi. Tenho agora como objectivo manter-me nos mundos onde estou e resistir a vontade de desistir que possa vir a aparecer e explorar digamos o “backstage” do jogo, tentando um “shot” como moderador.

Na vertente líder de tribo, tenho ainda um bom desafio quer no m3 e no m5 para inovar e para revitalizar os jogadores da tribo, no entanto uma vez mais são grandes tribos e que juntamente com o meu conselho tribal temos soluções para continuar a dominar, ou continuar a evoluir, até ao domínio.


Mc: Como tem uma longa carreira, provavelmente terá grandes feitos concretizados. Qual aquele que mais se orgulha?

DC: Resposta difícil, não tanto por não saber o que mais me deu gosto em alcançar, mas por ter dois grandes feitos que me deixarão orgulhosos.

Foram dois grandes feitos em alturas bem distintas.

Um deles passou-se no m1 (minha primeira experiencia de tribal) onde era eu líder do K74 e estava na tal tribo de amigos. Sem esperar, a tribo líder do K74 decidiu ripostar contra mim e contra eles todos, por eu não ter aceite a arrogância do líder da tribo do K74, em falar como queria e pedir-me aldeias para eles deixarem a mim e aos meus amigos em paz. Saí da tribo de amigos em busca de não os envolver, mas não resultou. No entanto, fiquei eu sem tribo contra a tribo TOP1 do meu continente, de onde após muitos dias saí vitorioso (digamos que o nível competitivo do K74 não era dos mais fortes),e venci a todos sem apoios exteriores durante dias, e foram centenas de ataques e sai com saldo positivo, julgo ate não ter perdido nenhuma aldeia).

O outro feito, foi do primeiro mundo em que começo de inicio ter alcançado o top1 e da forma como o alcancei.


Mc: Também deverá ter cometido alguns erros. Qual o erro que cometeu que mais o prejudicou?

DC: Errar é humano, faz parte da nossa natureza, e muitos erros já cometi. Felizmente não passaram de perder aldeias, falhar conquistas de aldeias, não tomar a melhor decisão perante um jogador da tribo, etc.


Mc: Está a prever entrar em algum mundo brevemente?

DC: O meu ritmo era de mundo sim, mundo não (1,3,5) porem o sucesso alcançado em todos eles, o não querer desistir, o querer chegar ao fim, falta de disponibilidade para mais pois se entro gosto de passar horas no jogo para fazer algo e não apenas para ser atacado porque não ligo a um determinado mundo.

Portanto novos mundos? Enquanto a novidade dos novos mundos for igreja, pouco me interessa…


Mc: Acha que o jogo precisa de alguma mudança?

DC: Sim.


Mc: Qual?

DC: Defendo a criação de filtros para a caixa de correio. Não sou obrigado a ter que receber “lixo” e mensagens sem interesse.

A abertura de um speed e oferecer servidores com configurações nada usuais, pois até agora desde o mundo1 ao 8, tirando as velocidades (servidor, movimentação de tropas) pouco altera.


Mc: Agradeço a sua disponibilidade. Quer dizer alguma coisa em especial para a comunidade?

DC: Queria agradecer terem-se lembrado de mim como o primeiro a ser entrevistado e a abrir as entrevistas do jornal que eu espero que tenha sucesso e seja a “voz do povo”.

Já agora de realçar a competência do entrevistador e o bom ambiente criado durante a entrevista e as muitas conversas paralelas. Um obrigado, Mc Peralta.


Mc: Obrigado, pela parte que me toca. Desejo-lhe uma continuação de bom jogo, e muitas conquistas, em conjunto com o melhor sucesso no jogo.


Para comentários a esta entrevista, utilize o nosso forum: http://forum.tribos.com.pt/showthread.php?t=10118