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Aniversário do Tribos e do Grepolis ’13

FANTÁSTICO!

A equipa solutions.pt organizou um almoço com as comunidades para festejar, mais uma vez, o 5.º aniversário do Tribos e o 3.º aniversário do Grepolis! Desta vez, no Porto.

Neste aniversário estiveram presentes, da equipa, o Ricardo, o ogait87, o EnteiRocks, a Larkin, a krislete, o Ricardofr, o fersal, o luisphilipus, o Chill Out., o lBOPE, o euu17, o ReD Chaos, a WolfGirl, a goofynas e o InKSane.

Como é tradição o espírito de equipa, este evento não poderia ser contado sem ajuda dos presentes…

Tal como no ano passado os jogadores também foram convidados a participar no evento.

Desta vez, tínhamos como novidade caras novas dos novos moderadores na equipa, como a WolfGirl, uma das primeiras a chegar, enquanto o pessoal se ia juntando aproveitamos para pôr a conversa em dia.

euu17

O motivo principal que me levou a estar presente neste almoço foi o facto de me estar prometido que iria receber um Mac, sim, leram bem, um Mac oferecido pelo Ricardo (com cola e batata frita…).

fersal

A goofynas, logo pela manhã, bem cedinho, fez as orações, despediu-se do cão e dos gatos, vestiu a armadura e seguiu para o encontro com a equipa e os jogadores.

Confesso que estava curiosa para ver quem aparecia e associar algumas caras aos nomes de utilizador.
Por ser no Porto, não havia o stresse do último jantar em Braga e ia confiante que conseguiria perceber que estava perdida antes de chegar ao Castelo do Queijo.

goofynas

O ponto de encontro era o café “Enjoy It”, ao lado da Estrada da Circunvalação.

A WolfGirl chegou mais cedo, porque pensava que ia ter dificuldade em arranjar lugar para estacionar, mas acabou por encontrar um parque quase vazio e o café, que seria o ponto de encontro, fechado.

“Ok, e agora? Vou ficar aqui à espera que alguém chegue…” Passado uns minutos vejo ao longe 3 rapazes. “Será que são? Será que não são da equipa?” Aproximam-se e o Ricardo diz: “Olá.” E eu: “Olá?” E eles apresentaram-se: Ricardo, ogait87 e euu17.

No início estava um bocado envergonhada… Aos poucos foram chegando, alguns com quem eu nunca sequer tinha falado e a esplanada começou a parecer-se mais com o “Mercado da Coscuvilhice”.

WolfGirl

Os novos chegaram bem cedo para “mostrar” serviço.

luisphilipus

Entretanto, outros membros iam-se encontrando no restaurante.

Quando a goofynas chegou ao restaurante encontrou um antigo membro da equipa, o Galrito, que estava num dilema sobre onde amarrar a sua bicicleta. Praticabilidade feminina número 1 by goofynas: “Porque não pedes aos senhores do restaurante para a guardarem?”

Apareceu o InKSane.

Enquanto estávamos em amena cavaqueira a tentar perceber se as pessoas que iam parando no passeio eram jogadores ou colegas que ainda não conhecíamos, o InKSane lembrou-se de ligar a alguém a perguntar por onde andavam. Lá fomos ter com eles a um café [ao suposto ponto de encontro] com uma agradável esplanada e “espetacular” vista para a Circunvalação. Já lá estavam colegas conhecidos e outros por conhecer. É sempre diferente apresentarmos-nos como “goofynas”.

goofynas

Na esplanada…

O Chill Out. tão caladinho… ao contrário do que se passa nas conversas da equipa. O ReD Chaos conversava com o InKSane e o luisphilipus sobre estratégias de guerra e a WolfGirl ficou agradavelmente surpreendida ao reparar que afinal não somos antipáticos.

goofynas

Depois de reunidos, fomos todos para o restaurante, onde já estavam os jogadores à nossa espera – foram identificados pelas lanças e as espadas encostadas à parede.

luisphilipus

A goofynas, o InKSane, o Ricardofr, a namorada do Ricardofr e o luisphilipus puseram-me bastante à vontade a caminho do restaurante e, para mim, foi muito divertido o convívio com toda a gente, em especial com eles. O fersal, o EnteiRocks e o ReD Chaos também foram bastantes simpáticos, mas tive menos contacto com eles.

WolfGirl

No restaurante, novamente para alguns…

Quando chegámos ao restaurante já lá estavam os jogadores, algumas caras até eram conhecidas do jantar do ano passado.

euu17

Já depois de estarmos no restaurante chegou a Larkin com os bolos… por sinal muito bons e com uma decoração a condizer com o motivo da “reunião”.

luisphilipus

Para o lBOPE o evento começou mais cedo, pois começou a jornada até à bela cidade do Porto (lBOPE), um pouco mais cedo que os restantes.

O almoço foi muito agradável, tive a oportunidade de conhecer e de poder conviver com os meus colegas da equipa de suporte do fórum e jogo. Tive também a oportunidade de poder estar com alguns jogadores com quem joguei e ainda jogo. Tínhamos um fotógrafo de serviço, um jogador, que fez questão de tirar fotografias à malta toda. Foi um momento muito engraçado.

lBOPE

O serviço foi bastante bom, volta e meia o senhor empregado aparecia a perguntar se queríamos mais lume que era código para “mais lombo”. Ficou prontamente conhecido como “o senhor do lume”.

Houve bastantes intervalos, o que dava para colocar a conversa em dia com a Larkin, o Galrito e o luisphilipus e por sessões fotográficas deveras irritantes. Mas o responsável (jogador do Tribos) era um senhor bem-disposto e tornava-as menos “torturosas” (ou talvez não)…

goofynas

Depois, durante o almoço lá fomos conhecendo melhor o pessoal, principalmente os jogadores do Tribos, como é claro.

Enquanto aguardávamos pela chegada da krislete, aproveitamos para tirar umas fotografias para a recordação.

euu17

Boa conversa e boa disposição. Ficámos a conhecer melhor o ReD Chaos e a Wolfgirl, que se mostraram bastante simpáticos, foi bom conhecê-los.

Ricardofr

Estavam lá os “suspeitos do costume” , e mais alguns.
Os novos moderadores do Grepolis, alguns deles – os que estavam presentes, pareceram ser bons colegas e vão certamente dar um bom contributo à equipa.
Os outros moderadores, que pessoalmente menos conheço, do Tribos, parecem ser igualmente muito unidos e ativos, contribuíram e bem para uma tarde bem passada entre todos os que ajudam estes jogos a evoluir, e como vemos, para melhor.
Em relação aos “suspeitos do costume”, estão todos no bom caminho, são uns “tinhosos”,  somos amigos, é mais do mesmo, que mais se pode dizer…

InKSane

Fiquei bastante surpreendida com a forma de ser dos membros da equipa, acho que são todos incrivelmente acessíveis e simpáticos, foi o que mais me surpreendeu. Ao longo de todo o almoço não faltou assunto de conversa, toda a gente com boa disposição, piadas não faltaram, e histórias divertidas também não.

WolfGirl

A escolha da sobremesa também tinha deu pano para mangas…

O Ricardo, com a sua voz de comando, comunicou-nos “Aqui é molotov!” ao que prontamente entendemos que era para escolher molotov. Quando o empregado de mesa recolheu o pedido do Ricardo, informou-o de que já não havia molotov. Pelo que houve um urgente rearranjo de pedidos de sobremesas.

goofynas

O almoço decorreu com “normalidade” até à sobremesa, onde o “respeito” foi notório.
Ricardo: “Eu vou comer molotov!”
Os moderadores do Grepolis uns para os outros:
– O Ricardo disse aquilo porque tem de ser molotov para todos?
– Em caso de dúvida… “Molotov”!
Todos escolhiam molotov, até que ficamos a saber que não era “sobremesa obrigatória”, antes pelo contrário, só haviam 2 molotov’s… (UPS)
Lá tivemos de escolher outra sobremesa… (ainda bem, não gosto de molotov… :D)

 luisphilipus

 A sobremesa prosseguiu com outro ponto alto… 

A odisseia do Galrito na sua “matança de formigas”.

luisphilipus

Durante o almoço fomos brindados com a tática do Galrito para matar formigas. Uma coisa posso garantir, no decorrer da história, por mais ideias idiotas que déssemos, não suplantava a realidade.

goofynas

Um dos meus momentos preferidos foi quando o Galrito contou a história de quando ele “catapultou” as formigas para as tentar matar até perceber que não ia conseguir e a Larkin atender o telefone e explicar-lhe como se devia livrar das formigas…

WolfGirl

O momento mais engraçado para mim foi quando o Galrito contou como se livrava das formigas, com fósforos. Essa, sem dúvida, foi a melhor parte do almoço, ri-me a perder. O convívio foi do melhor. Toda a equipa, Grepolis e Tribos, era excelente. Espero que se façam mais convívios destes.

ReD Chaos

Outro foi quando o InKSane contou que passados dois dias de começar a jogar Lagoonia, entrou no jogo e apareceu-lhe uma personagem do jogo grávida, então ele fez logo Alt+F4 e não voltou ao jogo, com medo que ela lhe viesse pedir o dinheiro para sustentar o puto. (Isto contado por ele tem muito mais piada…)

WolfGirl

Após a aguardada chegada da krislete… BOLOOS!

Entretanto, chegou a krislete e podemos passar aos bolos. Bonitos, bem doces e prontos a ser devorados pelos guerreiros presentes.

O primeiro bolo a chegar foi o do Tribos… um guerreiro careca de lança na mão e com ar de corajoso. Mas assim que viu a entrada do Zeus ficou “partido em dois”… foi isso ou a Larkin…

luisphilipus

Foi pena a krislete chegar tarde e não ter almoçado connosco, mas ainda bem que chegou a tempo do bolo, porque adorei vê-la e à Larkin a abrirem os bolos. Foi muito engraçado ver as duas muito compenetradas a tirar os agraves com muito jeitinho e o Ricardo aparecer com a tesoura para cortar os plásticos…

WolfGirl

O final do almoço foi coroado com 2 magníficos bolos com a figura do Paladino do Tribos e de Zeus do Grepolis.

A Larkin matou saudades dos seus tempos de jogadora, cortando as pernas ao Paladino e trespassando-o com a lança. Enquanto que o lBOPE mostrou como se destrói uma muralha, devorando-a. Zeus aguentou firme e hirto até ao fim da celebração.

goofynas

As primeiras despedidas…

Depois de mais umas quantas brincadeiras, piada para aqui e para ali… chegou a hora de sair do restaurante.

luisphillipus

Quando (finalmente) saímos do restaurante, o Galrito foi brindado com a segunda praticabilidade feminina do dia, desta vez by krislete.
Galrito: “Que faço à bicicleta? Vou pô-la em casa? Amarro-a ao poste?”
krislete: “Porque não pedes para a deixar aqui e vens buscá-la amanhã?”

goofynas

E tivemos as primeiras baixas, e de uma estreia, que se foi embora, mas com um sentimento de orgulho para todos.

O que eu mais gostei do almoço do Grepolis e do Tribos foi de conhecer o pessoal, tudo pessoas 5 estrelas. Foi uma boa tarde passada na companhia de pessoas muito engraçadas e simpáticas.  E também da comida, estava deliciosa, como as sobremesas e as entradas.

Quem me surpreendeu foi o InKSane, nunca pensei que ele fosse assim uma pessoa tão agitada e sempre pronto para a “borga”, gostei de conhecê-lo.

As minhas expectativas foram as melhores, diverti-me com o pessoal, foi um almoço bem passado, com boa gente.

ReD Chaos

No final, posso dizer que correu tudo bem, pela parte dos jogadores, pois não estavam armados, mas antes com os dentes desarmados com tanta fome por estarem à nossa espera há muito tempo. Agora quanto ao menu prometido pelo Ricardo, esse foi uma deceção…

fersal

Nova etapa!

O passeio programado foi para um bar em Leça da Palmeira – “Bar da Memória”. Aí, estivemos todos reunidos, seja na conversa, seja nos jogos de cartas.

 luisphilipus

Ao fim do almoço fomos todos até Leça da Palmeira onde durante a viagem, quando perguntava ao Galrito: “Estas a ver o Ricardo?”, ele dizia “Sim, sim, vai ali a frente!”, mesmo quando ele já não ia à nossa frente…

Uma vez lá no bar, houve quem se entreteve a jogar póquer, outros Monopoly Deal e outros, como eu, a ver o jogo do Barcelona.

euu17

Fomos ter um bar muito “bacano”, juntinho ao mar, com música ambiente. Passámos lá um bom final de tarde, foi pena não haver la uma mesinha de matraquilhos ou uma maquinazinha de setas, mas foi também muito interessante. Tivemos também a presença de alguns dos jogadores que foram ao almoço.

 lBOPE

Ainda fiz um “All In”, enquanto outros jogavam aquela cena do… “Rhh Rhh… Luke i’m your father… Rhh…”, lá da guerra das estrelas…

InKSane

De que é que estás a falar, InKSane?! Vá, a goofynas e o luisphilipus explicam…

Além da boa conversa, algumas pessoas dedicaram-se a um feroz jogo de póquer. A krislete e o ogait87 dedicaram-se a um jogo de cartas que tinha regras tão estranhas como “a carta X vale Y, mas se for à segunda-feira, as terças e quintas vale Z, mas só depois do pôr-do-sol, senão vale K mas se estiver associada à carta W” (obviamente, não prestei grande atenção às regras).

goofynas

Um dos jogos em causa nunca tinha visto, e a única coisa que aprendi é que as regras mudam a meio do jogo, literalmente!

 luisphilipus

…ou então, não, não explicam.

Depois de um tempo a olhar (aborrecidamente) para o jogo de póquer, desafiei a Larkin a pegar num dos vários baralhos que tinha trazido e vir jogar. O escolhido foi Monopoly Deal. O início foi meio tremido, depois de 5 minutos a tentar perceber as regras, desviámos o ogait87 para nos vir explicar como jogar. Quando finalmente começámos a sério (a primeira vitória da Larkin não conta) a namorada do Ricardofr conseguiu ganhar um jogo. Perante a nossa incredulidade verbalizada com um “Deixa ver…”, desabafou:
– Porquê que ninguém acredita em mim?

Os jogadores foram saindo de mansinho (ou nós é que estávamos absorvidas no jogo). Quando a Larkin reparou que só restavam membros da equipa, perguntou:
– Quem é que baniu os jogadores todos?

 goofynas

Seguiu-se o jantar em Famalicão

Há noite, já só com os membros da equipa, fomos jantar a Famalicão, e lá é que deu para conhecer melhor a equipa. Tive um contacto mais direto e falei mais à vontade. Depois do jantar, antes de irmos embora, na altura do café, criou-se um debate muito saudável entre o EnteiRocks e a Larkin sobre a tourada, e mais tarde evoluiu para um tema um pouco diferente, “Pessoas vs. Animais” – foi muito engraçado porque ambos tinham argumentos bastante válidos.  Houve muitos outros temas, muitas risadas, muitas mesmo, e gostei imenso.

lBOPE

O restaurante era agradável, a companhia ajudava (a sangria também). Apesar de quando a krislete se sentou queixou-se que a tinham deixado sozinha (na ponta da mesa), mas revelou-se uma localização excelente, porque o empregado colocava tudo à sua frente, inclusive os jarros de sangria.

goofynas  

E entre conversas e comida, lá se foi passando o tempo a voar, até que muito educadamente nos mandaram embora do restaurante porque queriam fechar.

euu17

A conversa prosseguiu animada, tão animada que fomos os últimos a sair do restaurante. E acho que só saímos porque mais uma vez “tivemos de sair” (2 em 2, não perdoamos… :D)
O Ricardo, num ato de gentileza diz ao empregado:
– Quando quiser fechar, diga.
– Já estamos nas limpezas, só falta vocês saírem. (UPS)
E pronto, depois disto lá saímos… mas quais sobreviventes, ainda nos mantivemos “à tona da água”, e permanecemos na mais amena cavaqueira no exterior durante pelo menos mais uma hora.

luisphilipus

O que fica…

Mais uma vez foi um encontro bastante agradável e foi bom conhecer os jogadores (lendários) do Tribos. Tive alguma pena que os jogadores de Grepolis não tivessem aderido a esta iniciativa. Entre os colegas que entraram recentemente na equipa, foi uma oportunidade para nos conhecermos melhor e verificar que somos todos relativamente “normais”.

goofynas

Mais um encontro, cheio de coisas boas e onde o espírito da equipa ficou bem patente. A continuar assim, ninguém nos pára e seremos cada vez mais e melhores!

luisphilipus

A desilusão maior foi não terem aparecido jogadores do Grepolis, isso acabou por entristecer um pouco.
Em resumo, foi um almoço muito divertido e foi um prazer conhecer todos pessoalmente. Só tenho a agradecer por me receberem tão bem e me porem completamente à vontade.

WolfGirl

E assim finalizou mais um encontro, como de costume, muito agradável e aguardar até que outros venham.

euu17

Chegou a horinha de ir embora, e posso dizer que adorei o dia por completo. Há malta que não foi, e falo em concreto dos outros novos moderadores, como eu, mas acho que foi muito importante este contacto “cara-a-cara” com a equipa e perderam um grande dia.

lBOPE

Sem dúvida uma experiência única e inesquecível. Apesar de ser a primeira vez, todos se mostraram atenciosos e incentivaram-me a dialogar um pouco mais com eles. Fiquei a conhecer um pouco mais de todos os que se encontram para lá do ecrã, com quem todas as noites temos conversas fiadas.

Encontrei também colegas e amigos de alguns mundos do servidor português, com quem compartilhei experiências adquiridas ao longo destes anos.

É com orgulho que digo que nunca esquecerei este dia.

 Chill Out.

Foi uma uma boa experiência. Malta porreira e os bolos fenomenais.
Aguardo pelos próximos e espero estar lá outra vez e, se puder, até ao fim 😉

InKSane

Foi um encontro cheio de boa disposição, como de costume. Foi bom conhecer os jogadores do Tribos e, felizmente, a equipa Grepolis compareceu em força para contrabalançar os números.

Espero que o próximo aniversário seja tão ou mais divertido que este e obrigado a todos por este bom momento que passámos.

Ricardofr

Vejam como foi o convívio, seguindo as nossas páginas no Facebook:
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A equipa solutions.pt deixa um especial agradecimento a todos os membros e jogadores presentes por mais um excelente e inesquecível aniversário e que, para o ano, possamos contar com a vossa presença e de mais!

Jantar de Natal das Equipas ’12

Mais um ano, mais um especial jantar de Natal da equipa. Desta vez em Braga e, como não poderiam faltar, com as habituais peripécias de quem se estreia, ou não…

Como uma verdadeira equipa, todos queremos partilhar com as comunidades como foi para cada um este jantar “icónico”.

EnteiRocks começa por valorizar a interação pessoal de todos os membros da equipa, é nestes momentos que nos podemos conhecer um pouquinho melhor.

Já que passamos tantas horas a trabalhar virados para um ecrã, nada melhor que podermos sempre fazer corresponder uma voz/um texto a uma cara sorridente.

O evento começa sempre por quem vem de mais longe…

krislete viajou durante 6 horas para se reencontrar com a equipa, mas antes ainda teve de preparar a logística para visitar Braga.

Para grande sorte do euu17…

Finalmente aqui perto! E para começar bem a tarde iniciámos o encontro com o pessoal pelo Colinatrum.

Ricardofr chegou algumas horas mais cedo para se sentir turista, “para tirar umas fotografias, dada a riqueza do centro histórico”. Mais tarde encontrou-se com o Ricardo, “a conversa, como sempre, foi boa e sobre os mais variados assuntos”.

Aos poucos iam chegando outros membros da equipa. EnteiRocks, euu17, luisphilipus, Galrito…

Bebe-se um café para aquecer e coloca-se a conversa em dia à espera dos restantes elementos da equipa e a ver se o tempo passa depressa e se chega a hora de ir para o restaurante jantar.

luisphillipus

A nossa estreante nestas andanças dos encontros da equipa, goofynas, “como de praxe, andou perdida algures em Braga até que alguém a fosse orientar”, conta Ricardofr.

Não se livrou da necessidade de ligar a alguém a pedir indicações.

Ao chegar a uma rotunda que apontava para Ponte de Lima, pareceu-me que seria melhor pedir ajuda. Depois de uma conversa em que descrevi todos os edifícios num raio de 500 metros, foi-me dito “espera aí que eu vou buscar-te”. E é sempre desafiante conhecer alguém por: “Sou eu num carro branco, grande, aqui no meio da rotunda, com os quatro piscas ligados”.

goofynas

Quando chegou goofynas pensou: “Porque raio estão sentados na esplanada com este frio de rachar???”. E ainda não sabe se os primeiros minutos de silêncio foram pela timidez ou pela hipotermia…

Apesar do céu limpo, estava um frio de rachar. Veio então mais uma rodada de cafés para aquecer, enquanto aguardávamos pelos restantes.

Ricardofr

“Simpática e bem-disposta, foi bom conhecê-la”, conta Ricardofr.

Como as horas de conversa no Skype são muitas, ela já nos conseguia tirar a pinta e ia dizendo os nossos nomes/’nicks’enquanto a cumprimentávamos.

Ricardofr

E um pouco mais tarde chegou fersal, “um ‘rapaz’ com um sorriso fácil”, diz goofynas.

goofynas ainda tentou criar um ambiente de suspense e considerou fazer uma surpresa, mas deve-se ter arrependido quando pensou “o lugar reservado para mim seria no passeio?”.

No entanto, depois de inquéritos aos locais, fiquei a saber que havia uma sucursal de um restaurante de ‘fast food’ nas imediações.

goofynas

Para além do lugar no passeio, poderia ter corrido pior…

Ao entrar na autoestrada, ocorreu-me que me tinha esquecido de algo importantissímo: a prenda para as trocas. Na estação de serviço, depois de vasculhar desesperadamente o carro à procura de algo que pusesse ser oferecido, resignei-me a gastar dinheiro em algo estupidamente caro. Depois de inspecionar com curiosidade as chaves de velas e as garrafas de água destilada, cheguei à conclusão que não havia ali nada que pudesse servir para a troca de prendas. Não me restava mais nada senão lamentar a minha sorte à senhora da estação de serviço, que compadecida se ofereceu para me vender uma prenda que ia levar ao seu filho. Assunto resolvido.

goofynas

Mas não foi a única a lembrar-se tarde do presente…

Apesar de tentar organizar o melhor possível, ao chegar ao restaurante, apercebi-me que faltava algo… Faltava o presente de Natal!!! Era já tarde demais, iria ter que ficar de fora da famosa troca de prendas… Mesmo assim, não era propriamente preocupante, o evento era mais que especial.

krislete

E também o euu17, mas não foi tão grave.

Mais uma vez, eu, sempre o mesmo esquecido, ainda tive de ir buscar a minha [prenda] ao carro. Uma vez todos no café, excepto o Me God que já estava no restaurante e a Larkin que ainda não tinha chegado, partimos todos para o restaurante, exceto eu, devido ao luisphilipus ter dado sinais de luzes a dizer que estávamos todos quando faltava eu… Como é claro lá tive eu de ligar para o Ricardo para me indicar o caminho pois eu andava lá as voltinhas e não saia do mesmo sítio.

euu17

E no restaurante já os esperava Me God.

Me God, a caminho e olhando para as horas, viu que já estava atrasado, contudo, assim que chega ao restaurante ainda ninguém tinha chegado…

Entretanto começam então a chegar o resto das pessoas, a mesa começa a ganhar forma, cor e movimento, um ambiente bem acolhedor devo dizer. Antes do jantar e como habitualmente, todos entregam a prenda que trouxeram para, no final, se realizar a consagrada troca de prendas. O jantar inicia sempre com algumas risadas e brincadeiras pelo meio. Nas entradas foram colocados na mesa pratos com cogumelos e um pouco de alheira por cima, bem, estava extremamente delicioso.

Me God

Depois de nos rearranjarmos numas mesas colocadas numa configuração estranha, entrou a Larkin, com um embrulho que suspeitamente parecia um bacalhau…

goofynas

Uma vez que cheguei já se encontrava la todo o pessoal e finalmente conheci o Me God.

euu17

O jantar pode dizer-se que foi no mínimo estranho, além de uma timidez inicial, os empregados pareciam demasiado solícitos a recolher os pratos antes de os convivas terem acabado de comer. Alguns de nós já tinham o bacalhau à frente enquanto outros ainda comiam as entradas de melão (verdissímo) com presunto.

goofynas

Jantamos… a correr, pois o restaurante fechava às 23h (situação que apenas reparamos depois de alguma reclamação que vinha da cozinha e do vigilante de serviço começar a rondar muitas vezes o restaurante).

luisphilipus

Batemos o recorde de comer numa hora.

goofynas

O jantar estava bom, comi tudo o que havia para comer – ok, deixei os caroços das azeitonas no prato.

EnteiRocks

Apesar da pressa tirámos algumas fotos e “ainda nos deixaram fazer a troca de prendas e a tal prenda que tanta expectativa causou… não era um bacalhau”, conta goofynas.

Chega então a hora da troca de prendas, divertida como sempre.

Galrito prefere contar como procedemos ao sorteio:

Tal como no jantar de natal do ano passado, houve novamente a tradicional troca de presentes. O sorteio das prendas aconteceu da seguinte forma: foram escritos os nomes dos membros da equipa e acompanhantes presentes no jantar em vários papelinhos e colocados num saco; escolhia-se um presente e ia-se ao saco procurar pelo sortudo.

Apesar da alegria ao descobrir qual o presente que lhe calhou, o EnteiRocks relembra algo em falta…

Considero que fui um felizardo com a prenda de Natal que me saiu na rifa – nada melhor que um ‘suporte de caneta’! Foi interessante e com ambiente descontraído e acolhedor. A mim fica-me apenas uma mágoa – o Galrito não pagou o jantar a toda a equipa (o prometido é devido)!

EnteiRocks

Eu recebi uma caixa de chocolates Belga e logo no primeiro olhar que trocamos, senti que ela não ia chegar inteira a casa.

Ricardofr

E parece que não chegou mesmo.

O jantar correu bem, apesar do mau comportamento do Me God, e foi-lhe prometido um castigo. Chegado o momento para a troca de prendas, a última prenda sorteada era a do Me God e a quem faltava entregar a prenda? Por ironia, ao Me God! A oportunidade de aplicar o castigo surgiu – acaso, destino, intervenção divina, …quem sabe? – o Me God ficou sem prenda. E de repente, não sei como, essa prenda veio parar às minhas mãos e diversas pessoas insistiram que eu ficasse com ela e a abrisse. Talvez o meu comportamento este ano tenha sido exemplar… O:-)

krislete

Mas, apesar disso, Me God não ficou realmente sem prenda: “A melhor prenda que recebi: um fantástico jantar na companhia de bons amigos.”.

Quanto à prenda da goofynas, bem… parece que provocou alguns conflitos: “Já sei resolver o cubo mágico, apesar daquele já se ter partido todo e juro que não foi consequência de o mandar contra a parede.”

A continuação do convívio teve de se deslocar, uma vez mais.

No fim do jantar, fomos a um bar localizado no Bom Jesus de Braga.

Enquanto se decidia quem levava carro e quem não levava, ainda houve tempo para dar uns toques na bola e até ficou prometido um jogo de futebol num próximo encontro.

Ricardofr

A localização do bar proporcionou a seguinte conversa num automóvel:

Interveniente 1: “Aonde vamos?”
Interveniente 2 “Ao Bom Jesus.”
Interveniente 1: “O que é o bom Jesus?”
Interveniente 3: “Uma igreja.”
Interveniente 1: “Que raios vamos fazer a uma igreja a esta hora???”

Todos: “Rezar!”

O bar estava concorrido e apesar de sermos avisados que não havia onde sentar, feitos valentes entrámos na mesma. Depois de escolhido o local estratégico (no meio do caminho), estudámos maneiras de intimidar os outros patronos a vagar as mesas e, obviamente, as cadeiras.

goofynas

Nada de mesas disponíveis… e como tal toca a ficar de pé junto ao bar, que a seguir aos lugares sentados é o melhor local para se estar.

Depois disto, foi-se conversando, quebrando o gelo, não de vergonha, mas mesmo pelo frio que se fazia sentir, bebendo mais um pouco, descontrair e fazendo “pressão” para que quem estava nas mesas se decidisse levantar para nos podermos sentar e continuar a noite mais descansados e confortáveis. Isso aconteceu cerca de 40 minutos depois de já estarmos no bar e lá fomos nós… nesta altura já o InKSane tinha chegado junto da equipa.

luisphilipus

Quando finalmente conseguimos lugar, já se encontrava connosco o InKSane. Após um momento de conversa de cerimónia, resolvemos investigar as prendas de cada um. Depois de o Galrito dizer por umas 10 vezes “Vamos?” lá decidimos fazer-lhe a vontade e jogar com ele.

Primeiro ponto a reter: O Galrito inventa regras à medida que chega à vez dele. Segundo ponto a reter: O resto da equipa aceita as regras cada vez mais estranhas do Galrito. Terceiro Ponto a reter: Quando a Larkin se junta ao jogo, lêem-se as regras.

goofynas

Na sua fase inicial, e segundo rezam as críticas, o Galrito era o “Leis”. Aquele que dizia que se jogava assim ou fazia aquilo de certa forma… “Eu já joguei e sei que é assim”. Com a entrada em cena da Larkin, Galrito percebeu que teria de ler as regras outra vez e então começou a jogar-se de forma normal.

luisphilipus

Passou-se um bom bocado entre algumas pérolas:
– Qual é a cor?
– Azul.
– Mas nem olhaste para a carta, pois não?
– Ela não precisa de olhar, sempre que perguntas qual é a cor ela responde sempre: AZUL!

goofynas

No final de tudo, ao Me God a noite até que não lhe correu assim tão mal…

Quando chego ao carro para voltar para casa reparo que está uma carteira em cima do tejadilho e de quem era? Bem… foi um alívio e um “facepalm” ao mesmo tempo, porque a carteira era minha, ou seja, ficou cerca de três horas em cima do carro sem que alguém reparasse ou a levasse. Distração é, de facto, uma das minhas virtudes…

E algumas considerações finais dos participantes do evento.

Mais um bom encontro, repleto de boa disposição e bons amigos. A repetir certamente em 2013.

Ricardofr

Este dia é um daqueles dias que pessoalmente adoro passar, na companhia de bons Amigos. E assim foi, mais um pequeno grande convívio anual e espero que se repita por muitos e longos anos.

Me God

Foi um encontro agradável, as pessoas são exactamente como se portam no grupo. Algumas com mais à vontade que outras pela experiência já nos encontros.

goofynas

Em suma, foi um serão bem passado juntamente com os elementos da equipa e que serviu para fortalecer laços entre todos os elementos presentes.

luisphilipus

Larkin e krislete

A equipa solutions.pt deseja a todos um Feliz Natal e um ótimo ano 2013, com muito sucesso!

A viagem medieval’ 12

                    

11 de agosto. Mais um encontro das equipas de suporte portuguesas do Tribos, The West e Grepolis na Feira Medieval em Santa Maria da Feira.

Como amantes da Era Medieval, não poderíamos deixar de comparecer a tal evento.

O ponto de encontro foi, para começar bem, na taberna, mesmo em frente ao castelo da rainha D. Dulce. Boa conversa e boa disposição não faltaram até porque, mesmo a falar de crise, arranjamos sempre motivo para dar umas gargalhadas.

O castelo de Santa Maria, construído antes da fundação da nossa nacionalidade, vai dar origem a uma nova povoação: a Feira. É o centro administrativo e militar da Terra de Santa Maria, passando, a partir de 1188, a ser o reduto e abrigo das senhoras da Casa Real. D. Sancho I coloca à disposição da rainha D. Dulce e de suas filhas este Castelo, para o utilizarem como entenderem, assim como todos os rendimentos desta Terra.

Como sempre, gostamos de estar no centro da ação, mas desta vez estávamos “mesmo no centro” de onde decorreria uma batalha em frente ao castelo, e pediram-nos para sair do palco dos artistas – mal conheciam a nossa experiência em territórios hostis…

A peça retratava duas hostes de fações rivais – cruzados e mouros – que se encontram na terra de ninguém. Surgiram alguns membros do Clero que ouviram as provocações e os gritos de guerra. Havia vencedores e vencidos. Estava feito o juízo de Deus!

ARRAIAL DOS CRUZADOS
Os Cruzados, convocados para a Terra Santa, vindos do norte da Europa, passavam ao largo da península hispânica. Também a braços com os infiéis, eram algumas vezes chamados a participar nos ataques e ações militares perpetrados pelos reis cristãos na conquista das possessões mouras.
Estas expedições, chegando a terra, montavam arraiais, acampando perto da fortaleza ou do castelo que pretendiam tomar. Montavam as tendas e todos os apetrechos necessários à sobrevivência do dia-a-dia, para um largo período de tempo.

No final da peça, tirámos uma fotografia com os soldados – que conheciam o Tribos e logo se notou…, eram soldados corajosos! – e mostrámos que somos guerreiros mesmo fora do mundo virtual!

Depois da fotografia e de umas facadas nas costas conseguimos sair do local, devido à nossa experiência estratégica, vivos.

Rumo a território desconhecido, procurávamos o local onde iríamos jantar.
Durante o passeio, o coadministrador EnteiRocks ainda tentou comprar um sabre, mas o vendedor só aceitava euros e, como sabem, nós compramos tudo com recursos (ferro, madeira, argila, pedra…), TUP’s ou dinheiro (daquele que não agrada fora do velho Oeste), e nem com Premium conseguimos!

Entre as várias possibilidades, decidimos ir jantar umas francesinhas.

Voltámos à conversa enquanto aguardávamos mesa para jantar, acompanhados dos jogos olímpicos e os seus comentários de “bancada” – a brilhante vitória do Brasil sobre as arquirrivais dos EUA, no voleibol; o ouro de Chicherova, a única a saltar os 2,05m; a estonteante estafeta 4x400m feminina dos EUA; e, o incrível recorde do mundo do quarteto da Jamaica nos 4x100m – e, como é claro, da boa cerveja.

Depois do jantar, um novo passeio pela Feira Medieval, nova peça. Desta vez, a investida.

Prosseguindo a conquista do território, el-rei D. Sancho tem o apoio de várias famílias da alta nobreza. Estes cavaleiros, reunindo os seus homens de armas, e juntando-se às hostes d’el-rei, partem para o sul do território, onde se encontra o baluarte mouro. Aí chegando, montam arraiais em campo aberto e preparam-se para os possíveis ataques-surpresa, investidas fortuitas com o propósito de enfraquecer o inimigo.

Batalhas, infantaria e cavaleiros, flechas em chamas e tendas incendiadas… Tudo o que um amante desta Era marcante gosta de ver.

A ATALAIA
Uma atalaia (torre) tinha como função principal avistar e depois alertar as populações da sua proximidade, para qualquer investida realizada pelo inimigo. Localizava-se sempre perto de locais de passagem: vias, pontes, portos secos ou outros lugares estratégicos onde também poderiam existir outras fortificações de maior dimensão, estando esta sempre na dianteira da defesa e alerta dessas populações.

No fim do espetáculo, e apesar da confusão, conseguimos chegar aos nossos cavalos e regressar aos nossos povoados.

Um encontro a repetir certamente em 2013!

Obrigado a todos,
Ricardofr

Reset, a vencedora do Mundo 5

“Como ponto prévio, gostaria de referir que o meu objetivo inicial com esta entrevista era fazer as coisas de maneira diferente do que tem sido nos mundos que terminaram. Ou seja, não ser eu, o líder, a falar, mas dar voz a todos os que quisessem da Reset para serem eles os entrevistados. Para o efeito solicitei internamente que todos contribuíssem com um pequeno texto sobre algum momento específico do jogo que os tivesse marcado, falassem do que é a Reset e o que permitiu chegarmos ao final da maratona em 1.º lugar. Por isso mesmo, ao longo desta entrevista, irão encontrar respostas não só do Hélder, mas também, de vários jogadores da Reset.”

Para começar gostaríamos de saber quem é o Hélder, o que faz e como conheceu o Tribos?

Sou uma pessoa normalíssima que gosta muito pouco de falar dela em público e com uma família que me faz lembrar todos os dias que tudo vale a pena. Tenho 41 anos, com uma atividade profissional ligada àquelas coisas chatas e aborrecidas como finanças, controlo de gestão, contabilidade e fiscalidade e a nível pessoal sou casado e tenho 2 filhos.

Conheci o Tribos há sensivelmente 4 anos. Sempre gostei de jogos de estratégia e, na altura, quis o destino que as minhas procuras online me levassem até ao Tribos, mais concretamente ao mundo 3.

O que começou por ser apenas uma tarefa como o de ligar a televisão e ver um filme quando me apetecesse, rapidamente se transformou num hobby viciante e intenso. Muito por culpa de um grupo de pessoas que aprendi a conhecer e a trabalhar em equipa nesse mundo 3 e que alguns deles se mantiveram comigo até ao final deste mundo 5, razão pela qual estamos hoje a conversar.

Certamente que se lembra dos seus tempos no início do jogo, quando pouco ou nada sabia em relação ao Tribos. Como foram esses inícios no jogo?

Comecei a jogar talvez em julho de 2008 no mundo 3 com o nome de utilizador Nero the Rott em homenagem ao meu rottweiler que se chamava Nero. Em 03/08/2008, e por questões de proximidade, “ofereci-me” a uma tribo pequenina chamada NF|P (Nightfighters|P), liderada pelo cmtf e começo então a perceber, pouco, mas a perceber, a dinâmica do jogo.

Sempre na vida fui pessoa de projectos longos, pautando sempre a minha conduta por valores como lealdade, ética e integridade. Com isso, posso dizer que a NF|P foi a 1.ª e única tribo em que estive até ela terminar. Terminou com um ultimatum de uma tribo maior e nome no mundo 3 na altura, que se chamava N.O.M. (Nova Ordem Mundial Elite pro). Ultimatum esse que foi mais ou menos: “ou vocês veem para cá ou então desaparecem do mapa”. Nós, pequeninos, que éramos inexperientes, mas que já dávamos nas vistas pela forma aguerrida e unida (ingenuidade talvez?) com que nos metíamos com todos, grandes, pequenos, vedetas do Tribos e afins, chegámos a ponderar não aceitar o “convite amistoso”, mas dado o interesse de alguns de nós em continuar a jogar, lá aceitamos integrar a N.O.M.. O nosso líder da altura, cmtf, decidiu assim e eu aceitaria a decisão qualquer que ela fosse. Até porque eu andava tipo “barata tonta” a absorver tudo sobre o jogo com a curiosidade típica de um miúdo à descoberta.

Não obstante, a integração nunca aconteceu na sua plenitude pela forma como se deu o convite. Surge nessa altura (novembro de 2008) a abertura do mundo 5.

Uma nossa colega e amiga de jogo, a *mr*, começa-nos a sondar em replicar a NF|P no mundo 5 e lá vamos nós. Assim começa a nossa aventura no mundo 5 em dezembro de 2008.

Tínhamos uma líder empenhadíssima (*mr*) e um grupo de pessoas entusiasmadas pelo jogo pelo que na altura eram tudo maravilhas. Íamos fazer e acontecer. Já estava ganho e ainda nem tínhamos começado J.

Aqui vale a pena realçar um episódio que espelha bem o meu nível de “noobice” que em boa verdade se mantém até aos dias de hoje.

Entro no mundo 5 com o meu nome de utilizador de sempre, Nero the Rott, em 5 de dezembro de 2008. Vamos todos para aquele que se tornou o primeiro continente a ser dominado pela Reset (Click Restart), o K42.

15 dias depois, ando eu a evoluir a minha aldeiazita e a explorar as opções da conta e, quando dou por mim, tinha apagado a minha conta – não me perguntem como fiz, porque nem eu sei bem. O que é certo é que nessa altura a frustração foi tanta que decidi dar por terminada a minha participação no Tribos.

Depois de muita insistência dos meus colegas começo a jogar com a conta pela qual me conhecem no mundo 5, eecaveira.

Seguramente este será o melhor episódio para responder à sua questão.

Como nasceu este projeto?

A Reset veio ao mundo a 22 de fevereiro de 2009.

Mas para responder a esta pergunta deixo aqui o testemunho de um jogador da Reset, o Beat m up, e que espelha bem o que foi a Reset nos seus primeiros meses de vida.

Para quem não sabe, o Beat m up era o líder da Fun! (Have Fun!). Nos primórdios do jogo decidiu-se juntar estes dois pequenos grupos de jogadores, o nosso (NF|P) e o deles (Fun!), dando origem à NFun! (Have some Fun!!).

Convém referir que o Beat m up liderou a Reset juntamente com a *mr* nos dois a três primeiros meses da tribo, estando eu como vice-líder e depois por razões várias de indisponibilidade de um e de outro, pego na tribo sensivelmente a partir de maio de 2009 se não me falha a memória.

Beat m up a 08.06.2012 às 22:11

Um grupo feito de amizade no jogo, resolveu mais uma vez, iniciar um mundo, e assim entrámos no pt5, éramos uma tribo pequena com o seu ponto central no K42, na altura a Fun! – como disse éramos pequenos e sabíamos que por perto estava uma tribo com membros que tinham migrado do pt3 os NF|P, tivemos umas picardias e verificámos que eram unidos e trabalhavam em equipa também, decidimos assim juntar as duas tribos e renascemos como a NFun!. Na mesma altura uma tribo se cria no K vizinho, era a K43 (Os Traídos….), iniciou-se assim uma guerra entre a NFun! e a K43, era uma guerra onde se podia concluir que estavam bons jogadores em ambas… Aliás conhecíamo-nos de outros mundos, iniciámos conversações para uma fusão, a última que faríamos no jogo… Mas de fusões o mundo estava cheio, assim como de famílias, queríamos algo de diferente, não queríamos membros sem fim, e pouco ativos, queríamos criar um grupo de amigos que trabalha-se como equipa, onde o espírito de união prevalecesse, sem recurso a recrutamento em massa, mas antes um recrutamento estratégico, e antes de mais verificar se os jogadores se integrariam na ideologia, com esta ideia em mente criámos a Reset
Os primeiros tempos ficaram marcados pela nossa precisão horária e cirúrgica, os famigerados “coordenados da Reset” eram preparados ao segundo, e era para todos os membros participarem… Foi assim que iniciámos hostilidades com quase tudo o que nos rodeava… Esses coordenados foram talvez o momento mais importante da Reset, foi com eles que criámos o espírito de união ainda hoje reinante na tribo, assim como a nível de estratégia era uma machadada psicológica, os nossos inimigos viam companheiros de armas desaparecerem em segundos, e o respeito para com a nossa tribo crescia a olhos vistos…
Foram momentos inesquecíveis com piadas internas, as nossas famosas idas ao “privado”, conversa via MSN com os líderes, e a nossa líder da altura adorava privados com quem falhasse 😉

Como foi gerir a Reset? Houve conflitos internos? As questões diplomáticas foram sempre consensuais?

O período de jogo no mundo 3 e o facto de ter sido um observador privilegiado por ter acesso a todas as mensagens que eram trocadas desde a entrada no mundo 5 e a sorte que tive de conviver no jogo com pessoas com maturidade e boas pessoas por natureza, deram-me uma visão abrangente do que queria e do que não queria para a Reset.

Aliado a isso, a minha vivência pessoal e profissional levam-me a refletir sobre como levar este projeto a ser um projeto vencedor e respeitado por todos.

O essencial foi a definição inicial do que era isto do Tribos. Para mim, Tribos corresponde a um espírito tribal onde um grupo heterogéneo com vivências e experiências de vida díspares se une em torno de uma ideia, um tema ou um propósito que liga os seus membros. Tribos são grupos de pessoas com interesses comuns que se ajudam mutuamente. Liderar, mais do que gerir, é ser capaz de perceber esse potencial e criar as condições para os seus membros comunicarem entre si de uma forma organizada e com objetivos comuns. As opções estratégicas permitiram que se fortalecessem os laços emocionais entre os membros da tribo quase como promovendo um “consumo sagrado” da Reset (não essencial, mas irresistível). Adotando uma comunicação adaptada e focada nas preferências específicas de cada um. Tendo isto em mente foi definido o rumo. Em paralelo, começo atentamente a olhar para cada membro da Reset e a ver o que escrevem, o que dizem, o que fazem. Dessa observação, sai aquele que foi o meu núcleo duro e que para além de me ajudarem na gestão operacional diária, recorria amiúde para auscultar opiniões sobre dúvidas que tinha ou passos a serem dados. Na Reset felizmente que todos interiorizaram o seu papel e sabem que todos foram importantes no seu campo de atuação. Desde o carcaldas, à sonia2070, ao GJPEIXOTO, cortiço ventoinha, marcoazinheira, etc., etc. Todos sem exceção e já sei que alguém vai ficar chateado comigo por me ter esquecido de colocar aqui o nome J (perdoem-me gente!). Houve contudo três pessoas que puxei para cima e que sem eles não conseguiria ter forças para tamanho fardo. Cada um com características diferentes e que se complementavam como um todo. O fersal pela sua serenidade e bom senso; o EL NeroKido pela sua dedicação e disponibilidade para ajudar tudo e todos; e, o KEMPES35 que é aquela figura de quem não se consegue deixar de gostar e que se tornou o responsável pelos recrutamentos da tribo e com o qual passei horas a fio ao telefone a falar de estratégia e dos recrutamentos que iriamos ou não fazer. O homem deve-se ter tornado o principal cliente da operadora móvel face à quantidade de tempo que ele passava com os potenciais jogadores da Reset. Era tudo escalpelizado ao pormenor até ser possível entrar.

Deixo aqui a minha última mensagem que enviei internamente à tribo e que acredito responder à questão. Não vou obviamente falar dos conflitos internos e questões diplomáticas consensuais ou não, porque por isso todas as tribos passam e o importante é resolvê-las de imediato não deixando crescer esses sentimentos menos bons.

eecaveira

Caros amigos e amigas,
Lembro-me como se fosse hoje, do processo de criação da Reset e pertencer a esse grupo de pessoas que estão cá desde o primeiro dia.
Foram três anos e meio intensos a todos os níveis. Decisões estratégicas, comunicação adaptada a uma população de diferentes realidades e expectativas com o jogo, diversão à fartazana e de vez enquando alguns murros na mesa e decisões difíceis, mas necessárias. Sorri quase diariamente com todos vocês, ao ler as vossas mensagens, ao ler o fórum, nos nossos convívios, ao falar ao telefone.
Ao ver as vossas mensagens não deixo de ficar comovido por estarmos a chegar ao fim de um percurso longo.
Quero agradecer a todos com um carinho especial, o terem acreditado no projeto Reset e terem caminhado lado a lado comigo com um único objetivo em mente: sermos vencedores. Sermos vencedores, mas não a todo o custo. Sempre com ética e integridade no nosso percurso. Para isso, desde o início foram traçados 10 critérios básicos:
1. Lealdade ao projeto.
2. O TODO é sempre maior que a soma das partes (os jogadores cujos objetivos individuais eram mais importantes, foram sempre de alguma forma “convidados” a mudar de atitude ou então não se encaixavam no projeto).
3. Onde estivesse um jogador da Reset estariam todos os outros.
4. Igualdade e equidade de tratamento.
5. Respeito entre todos.
6. Espírito grupal.
7. Diálogo.
8. Respeito pelas opiniões de todos.
9. Comunicação com o exterior limitado.
10. Ética e integridade.

Gente: Conseguimos!!!
É um orgulho enorme ter pertencido a esta equipa que foi sendo construída ao longo do tempo e que claramente nos fez a todos, crescermos enquanto seres humanos.

À equipa Reset, a minha nobre e reverente vênia. Vamos abrir o champagne.
Despeço-me com um sentimento de dever cumprido e… os tomates! (*)

Hélder

Nota: (*) A expressão “os tomates” acabou por se tornar numa simbologia, num ritual que internamente usei por inúmeras vezes e que serviu para unir também por esta via toda a equipa. Uma linguagem própria de comunicação à semelhança do “comando sem fios”, “lengalengas”, “o presidente da rússia”, “o panda”, “o fersas”, etc., etc. que nós internamente usámos e abusámos.

Tínhamos agora algumas questões que me está a colocar sobre que guerras mais gostei, qual a que deu mais luta, qual o segredo da Reset e quais os momentos mais marcantes e que, se me permite, deixaria para a malta da Reset responder em linhas genéricas como disse no início desta entrevista.

Madrug a 08.06.2012 às 00:15

As guerras da Reset contra =TWE= (Tribal Warriors Elite) e contra a N.O.M.
O recrutamento restrito feito pela liderança…

PauloOVieira a 08.06.2012 às 00:17

A ida ao confessionário com a Marina (*mr*) quando eramos recrutados para a tribo.

MobyDick a 08.06.2012 às 10:27

É frequente, neste tipo de jogos, entrarmos a jogar com 1 ou 2 amigos, às vezes na mesma tribo, às vezes em tribos diferentes….
A história da Reset não é diferente da das outras equipas… É feita de muitos pequenos momentos e posturas. Um dos pontos fortes, e que julgo importante salientar, é a de que as posturas corretas estão sempre acima de amizades de longa data imprimindo assim coerência e carisma a esta tribo.
As malhas da vitória foram sendo construídas pacientemente 24 horas sobre 24 horas. Houve sempre alguém a entrar no segundo certo para apoiar uma aldeia que estava por um fio e sempre resposta pronta (ou a seu tempo) a ataques de outras equipas, nem sempre a uma única voz, nem sempre a quatro… Mas isso faz também parte de uma equipa que soube colocar o coletivo acima das iniciativas pessoais.
É interessante também perceber a “cultura” de cada equipa e ter assistido ao modo como a “Reset Finalista” é bem reflexo disso… De pequenas equipas internas dentro de um todo bem coeso.
😉 Moby

caskeira a 08.06.2012 às 10:54

Do tempo que aqui estive, parece-me que o mais importante para a vitória foi manter um grupo relativamente alargado de jogadores ativos. O despachar os inativos foi importante para livrar a tribo de peso morto (isto acabou com tribos onde estive antes).

PauloOVieiraa 08.06.2012 às 13:24

A referência maior foi o facto de termos sempre alguém com disponibilidade para “sittar” contas e assim haverem poucas perdas ou nenhumas, da entreajuda no envio de apoios quando solicitados para evitar serem-nos conquistadas aldeias e, acima de tudo, a amizade criada entre nós que nos levou a conviver extra jogo e em que essa amizade teve retorno no jogo.

krus a 08.06.2012 às 15:49

Os nossos coordenados com dia e hora marcada. Caímos em cima do alvo de surpresa conquistando várias aldeias. Desde cedo verifiquei a união do grupo e logo ali não tive dúvidas da nossa vitória.
Sempre pessoal muito ativo, sempre que era preciso apoio vinha às vezes mais que o necessário (somos uns brutos). Despachávamos os inativos com uma rapidez impressionante até quando expulsávamos alguém da tribo por mau comportamento, conquistávamos mais de 90% das aldeias.
Os momentos em que avançámos para a guerra com alguma tribo escolhida pela liderança sempre com um bom timing.
Sempre que escolhíamos um alvo era atacado por todos até ele desistir e por a conta bárbara ou a demolir edifícios, lol.
Pusemos sempre o interesse da tribo à frente dos interesses pessoais no jogo. A defender então nem se fala, quando éramos atacados respondíamos a todos os incêndios com a mesma rapidez, mesmo ficando sem tropas nas aldeias para ajudar o guerreiro ao lado.
E o recrutamento sempre feito com cabeça, tronco e membros. Muitos quiseram entrar e foram recusados mesmo tendo bastantes aldeias, mas não se encaixavam no nosso espírito.
A guerra contra a DARK (THE DARK) foi bastante curta e desonesta. Não cumpriram o estabelecido e ganharam uma certa vantagem, mas quando nós começámos era ver o que aconteceu aos desonestos dessa tribo, lol, e daí aproveitámos o que aquela tribo tinha de bom.
Esta última guerra, mal começámos despedaçámos aquela tribo toda, nem tem comentários de tão fracos que eram e eram eles que tinham mais membros, muitos e maus.
Deixei de propósito a N.O.M. para último. Foi uma guerra desgastante de parte a parte (penso eu), mas que foi sempre leal, essa tribo foi grande, honesta e unida, pois sempre que perdeu uma aldeia tentava-a conquistar de volta. Só pecava numa coisa, não atacava – defendia bem, mas atacar só quando perdia a aldeia e tentava reconquistar – daí que não foi difícil a integração nesta tribo e com a absorção da N.O.M. desmoralizamos o pouco que restava do resto do mundo, até à sua conquista foi um “ver se te avias”.
Resumindo o que nos levou a vitória foi: a nossa união, dedicação, lealdade, honestidade, camaradagem e a nossa liderança.

Aproveito este registo do krus para falar da N.O.M. e responder talvez à pergunta de qual das guerras mais gostei.

Acho que estivemos em guerra com todas as tribos do mundo 5. Pelo menos aquelas que no nosso entender se podem chamar de tribos.

De memória lembro-me: da .:V:. (VETERAN), =TWE=, BDA (BAD ANGELS), BAD (BAD_ANGELS_UNTIL_THE_END), NOMA (N.O.M.A), =GODS= (=Gods of War=), GoS (The Fighter Gods of Sun), MAU (Mamonas Assassinas Uhh), Fun!, DARK, SUN (The Warriors of Sun), WWW (We Want War) e N.O.M.. Espero não me ter esquecido de nenhuma.

Sem dúvida alguma que a guerra que tivemos com a N.O.M. elejo como a maior. A mais intensa e mais disputada. A que nos deu um tremendo gozo qualquer aldeia que se conquistasse porque difícil o era de fazer e iriamos ter uma tentativa de recuperação posterior.

Foi uma senhora guerra e daí nasce o respeito pela N.O.M..

Agora mais para o fim, passados três anos de jogo e depois de irmos eliminando uma a uma as tribos que encontrávamos pela frente e infelizmente sem adversários à altura, começámos a reparar que só teríamos a N.O.M. para brincar para o final.

Nas nossas reflexões estratégicas, é notado que a N.O.M. é constituída por meia dúzia de bravos jogadores embora a maioria da tribo nos parecesse ausente e inactiva. A Reset por seu lado, já acusava o desgaste de três anos de objectivos agressivos e de uma dinâmica non-stop e não nos estávamos a ver a passar mais 1 ou 2 anos à frente do ecrã, até e porque é normal que assim aconteça, os inactivos começam a aparecer com mais frequência.

É tomada a decisão de convidar a N.O.M. a juntar-se a nós e assim em conjunto acelerarmos o fecho do mundo 5. Decisão devidamente ponderada e no meu entender acertada. A N.O.M. pelo menos connosco sempre tinha tido uma postura correcta no passado e desta forma antecipamos um pouco o encerramento do mundo. Deixo aqui o meu voto de apreço público à Asterixideafix, simpson-pt, true blood e Jonas47 pela postura e carácter demonstrado.

galoindio a 08.06.2012 às 16:40

Poderia ou deveria aqui delongar-me na trajetória desde que vi saltar pequenina na tela do meu PC aquela aldeiazita urgindo para crescer… Muita persistência e um certo carinho foram fundamentais… Passado um tempo percebi que o fundamental era o jogo de equipa…”Uma andorinha só não faz verão.”
Resumindo, os fatores que levaram a Reset à vitória:
1 – Perceção
2 – Estratégia
3 – Persistência
4 – Responsabilidade
5 – Relacionamento
6 – Trabalho de equipa

Minha gratidão a todos que permitiram e muito contribuíram para a alegria da nossa vitória!

P.S. Complementando “sucintamente”… Comecei no K60 na DPL72 (academia da DARK) e o Karlitox6 era o líder. Um dia acordei e só vi vermelho à minha volta e quando dei por fé estávamos fora numa tribo que não me recordo nem o nome… Falei com amigos e entrei novamente para a DPL72 e tive o albcoe como líder a quem sempre admirei pela postura e valores que tínhamos em comum… Depois de ano e meio, se me recordo, a convite do magico79 entrei para a DARK e lancei-me a outras fronteiras com a ajuda dos companheiros… Neste ínterim =TWE= peleava com a N.O.M. e Reset se não me falha a memória… Como sempre desavenças internas entre magico79 e cmd124 levaram a tribo a um impasse… Após esse “trauma” seguimos. Quando da união DARK/=TWE= (DWE) vislumbrei um novo rumo que poderia levar-nos a inesquecíveis batalhas pela conquista do pt5, mas – como sempre um “mas” mudando o rumo da história – birras internas e falta de visão estratégica levaram a dissolução da DWEcmd124 salta e arrasta consigo 95% da tribo recriando a nova (?!) DARK… Nós que ficámos não aceitávamos que, por egoísmo, falta de maturidade e visão estratégica, tivesse enterrado um projeto que a médio e longo prazo tinha tudo para fazer a diferença no jogo e que tivéssemos um final épico neste mundo… Ficámos à deriva por curto tempo, sempre sob o comando do dr00py e albcoe, e um dia a notícia de que seriamos integrados na Reset… Os famosos “guerreiros do norte” tão temidos e admirados pelas demais tribos… Confesso que senti muita alegria e emoção quando cheguei na Reset que nos acolheu tão fraternalmente e aqui passei os melhores e os piores dias da minha vida de jogadora, rsrs
A partir daí se inicia outra fase que já todos os companheiros conhecem… Deixo aqui registado o dia em que ao entrar no jogo (vindo de um exaustivo teste cardiológico) me deparo com um coordenado massivo e contínuo numa guerra iniciada sorrateiramente pela DARK… Momentos difíceis e exaustivos que todos conhecem e finalizando… “Vitória, vitória, acabou-se a história… O poço era fundo e acabou-se o mundo!”

carcaldas a 08.06.2012 às 20:27

Aqui foi um por todos e todos por um, esse foi o ponto essencial para a nossa vitória, suámos a camisola, demos o que tínhamos e o que não tínhamos, perdemos noites e noites de sono (os inimigos também), culpa da Reset, lol!
Primeiro estava o nosso camarada de guerra, só isso diz tudo sobre o quanto a Reset é unida… O ponto da viragem para se avançar em definitivo e desbravar caminho para a vitória, para mim, foi quando mudámos as agulhas de guerra em direção à WWW, aí sim foi galgar terreno até não parar!
Tínhamos a N.O.M., que foi uma grande e saudável batalha, em que se continuássemos, acabaríamos por conseguir vencer, iria era demorar mais tempo (a fronteira era muito pequena).
A guerra com a DARK foi aquilo que posso dizer. A Reset sempre soube quando avançar e quando recuar (ofensivamente). Nessa altura, devido à falta de caráter da DARK, soubemos recuar e aguentar as primeiras vagas deles, estremecemos um pouco, mas recuperamos logo a nossa maneira de jogar, e foi o que se viu, a guerra mais curta que me lembre…
A vinda da N.O.M. para a Reset foi o que se esperava ao fim destes anos sempre em guerra e a exaustão já se apoderava de todos…
Resumindo, foi uma gestão quase perfeita de jogo, por parte da liderança e dos restantes membros da tribo… e não escrevo mais nada, que também já estou farto de fazer testamentos!

fersal a 08.06.2012 às 23:05

Eu vou contar só uma ou duas passagens e daquilo que me lembro.
Eu e o TheRedDragon fomos dos que tivemos convite para ingressar na Reset no momento da sua criação, não o aceitámos por consideração aos nossos companheiros de tribo e por esse facto ficamos como inimigos da Reset.
Um dia mais tarde, não sei como, recebo uma mensagem de um eecaveira, alguém que anda ainda aí, a dizer-me que tinha havido uma troca de jogadores em que tinham sido dados 2 jogadores à tribo onde eu estava em troca da minha ida e do TheRedDragon, eu achei estranho, pois não estava a par de nada e de um momento para o outro receber tal mensagem, o que é certo é que isso ocorreu, contudo não sem antes o confirmar pela liderança de onde eu estava.
Outro ponto e que o achei o mais marcante em termos de impor respeito neste mundo foi o coordenado feito ao jogador jorge francisco, foi um coordenado feito ao segundo, se analisarem as suas perdas verificam que, em pouco tempo e para a altura, foi o desaparecer de um jogador num abrir e fechar de olhos.
Mas muitas mais histórias há para contar.
Espero que ajudem a contar a nossa.

albcoe a 09.06.2012 às 02:28

Bom, eu cá como recém-contratado a recibos verdes, não tenho propriamente histórias ou momentos da Reset a acrescentar, embora curiosamente haja algo que tem ligação à Reset logo no início do jogo, vou tentar ser breve sem os testamentos do presidente (carcaldas), lol.
Comecei a jogar por curiosidade ao ver a minha filha a jogar e inicialmente pensei: “Que jogo tão estúpido.”. Entretanto fui ganhando o vício ao construir a aldeia, primeiros ataques, etc.
Entrei para a tribo PKS (PainKillers) que foi dissolvida por jogadores de má-fé, que nos mandaram para outra tribo. Após descobrir saímos e em conjunto com um colega (JSRA83) fundei a EPK (Ex-PainKillers), o curioso aqui é que este JSRA83 tinha uma ligação com uma jogadora da Reset, a SaLpOcInHa e já ia falando da Reset como uma tribo pequena que resistia a grandes tribos, para nos motivar, e a verdade é que motivava, lol (penso também que ele chegou a ser Reset).
Crescemos rápido e começámos a chocar com a DARK em conquistas – vendo que a coisa acabaria mal, comecei a negociar integração na DARK tendo sido aceite e ido para a DPL72 (academia da DARK), onde cheguei a líder (coisa para que nunca tive vocação), passando mais tarde para a DARK a convite do magico79. Saltando mais à frente, após a fusão com a =TWE= (originando a DWE), as coisas complicaram-se e por não concordar com a forma de agir do cmd124, que saiu e fundou novamente a DARK, fiquei do lado dos ex-=TWE= onde se negociou com a Reset a nossa vinda, salto à frente, e cá estamos, lol.

fersal a 10.06.2012 às 16:31

Um momento que não podemos esquecer: a PENA BRANCA1962.
A PENA BRANCA1962 foi uma jogadora que nos pediram para não atacar porque sofria de uma doença que se veio a revelar incurável. Posteriormente integramo-la na tribo e assim ficou até ao fim. Faleceu como jogadora da Reset e até ao fim encontra-se no nosso perfil da tribo. Até sempre!

Dj Ónix a 10.06.2012 às 20:34

Os momentos que recordo desta tribo são muitos e por diversos jogadores já aqui falados (coordenados ao segundo, despertadores às 3 e 4 da manhã para lançar ataques, o stress das guerras (N.O.M., principalmente, pois ao sair da N.O.M. para a Reset fui logo atacado…), a emoção da conquista, etc. Acima de tudo recordo a forma sempre empenhada com que todos nos apoiávamos e complementávamos, a forma como todos, sendo completamente diferentes na vida real, nos conseguimos organizar e acreditar neste projeto.
Claro que a liderança foi fundamental, ao cumprir e fazer cumprir os princípios que sempre nortearam esta Tribo. Para eles o meu muito obrigado e reconhecimento pela forma cordata, positiva e objetiva com que conduziram a estratégia.
Analisando estes 3 anos e meio de vida dedicada ao mundo 5 e a este projeto, julgo que transportando o melhor desta união e cumprimento de princípios que nos deu a vitória, prova que se as pessoas quiserem e se unirem em prol de uma causa comum, podem sempre vencer e serem melhores seres humanos. Podem contribuir com os seus gestos e atitudes para uma sociedade mais evoluída e justa e influenciar positivamente os que nos rodeiam…
“É em pedra bruta que o aprendiz começa e com a sua aprendizagem consegue transformar-se por forma a atingir a perfeição, evoluindo para o homem ideal.” (G)
É por isso que me dá um nó na garganta quando penso que estes momentos vão acabar neste jogo. Para mim continuarão para a vida.

P.S. – Não, não sou maçónico.
Não, não estou a treinar para político.
Não, não me vou tornar padre quando acabar o mundo 5.
Não, não estou maluco.
Não, não estou com vapores etílicos do almoço de ontem.

Até sempre…

Cumps
Dj Ónix

pocardoso a 10.06.2012 às 21:41

Como todos são vários os momentos que recordo, mas vou realçar aquele que penso mais me marcou.
Sem dúvida a entrada para a Reset. Não vou estar com grandes pormenores, pois foi uma entrada algo atribulada, mas uma coisa é certa: bem dita a hora em que ocorreu.
Vou realçar aqui o momento em que o meu telefone tocou por volta das 21h e do outro lado estava o Hélder, após poucos minutos a entrada na tribo estava consumada.
Marcante também é o empenho com que a tribo toda se manteve ao longo deste tempo, não é fácil encontrar tanta dedicação como a encontrada neste grupo de pessoas.
Não posso deixar de considerar marcante a postura da liderança nos momentos menos bons que passámos, estiveram sempre bem, digno de registo.
Podia falar de mais alguns, não me vou alongar mais.
A todos o meu muito obrigado por estes momentos e até um dia destes.
Um grande abraço

um.sorriso a 10.06.2012 às 22:20

O Tribos foi para mim um escape, um calmante, um antidepressivo. Quando entrei no jogo queria recuperar os meus sorrisos rasgados. E assim foi…
Assim realço alguns momentos na Reset:
O despertador tocar ao meio da noite para enviar ataques ou defender aldeias e ir ensonada trabalhar.
O levar o PC para o WC e lá reter-me muito para além do normal.
O colar post-its no PC do emprego para não esquecer os horários de envio de ataques.
O esconder esses post-its do diretor para ele não perceber que estava a jogar.
O espírito de equipa, a união, a camaradagem, o grande líder e os seus grandes conselheiros.
O consultar todos os membros da tribo e ouvir as opiniões sobre questões importantes.
Os coordenados ao minuto e a entreajuda (apoios) para a defesa de aldeias.
A Reset ter poucos inativos.
O inimigo número 1 deixar de ser a N.O.M. e passar a ser WWW.
As conversas no Skype.
O chá do António (Dj Ónix).
O café do krus.
O comboio a apitar, a passagem pelos túneis…
O nascimento de herdeiros de membros da tribo.
O casamento de membros da tribo.
Não esquecer, como lembrou o Fernando (fersal), a PENA BRANCA1962. Embora não fosse, nesse tempo, jogadora da Reset foi um momento que me tocou.
No fundo, as etapas da vida.
Agora, nestes últimos dias:
O meu PC ter avariado e pensar que não chegava a ver o término do mundo onde passei 3 anos e meio da minha vida.
Memórias que ficam para todo o sempre.
Bem hajam a todos.
um 🙂

KEMPES35 a 10.06.2012 às 22:51

Boas,
Bem eu comecei no vício juntamente com 3 amigos do trabalho… Rapidamente me tornei tribo-dependente…
O meu trajeto foi quase sempre tranquilo…Estive na DNI (Dinastia Imperial 32/42) passando depois para a K42 (Legendary Elite of Tribal Wars). E, foi no dia da mudança que começou talvez a minha fase mais negra e triste neste jogo…
Ao entrar na K42, qual não é o meu espanto quando vejo vários jogadores a saírem… Deixando para trás vários outros jogadores onde eu me incluía e um projeto que me parecia sólido… Ainda por cima, entrei e fiquei logo com as mesmas permissões que o fersal e o TheRedDragon… E foi nessa altura que cometi a minha maior asneira (e única)… lol.
O pessoal que saiu da K42 foi para a Reset (acabada de fundar)… Passando a atacar fortemente quem tinha sido abandonado… Ao deparar-me diariamente com montanhas de confusões, traições, bufos e muitas aldeias perdidas, perdi a cabeça e na tentativa de moralizar as tropas enviei uma MP coletiva (interna), bastante provocatória para com a Reset e seus membros… Como é natural, estando nós na altura rodeados de “bufos”, essa MP foi enviada para a Reset… E aí sim, começou uma longa novela (não vou entrar em mais detalhes, pois é uma novela enormíssima e com bastantes episódios), com alguns atores famosos da nossa praça… Joel (Beat m up), Marina, Hélder, Mário (KEMPES35), Fernando (o apaziguador), entre outros… Não deixar de realçar que foi aqui que nasceu a minha enorme admiração, amizade, “paixão”, lol, pelo Hélder, pelos motivos que já sabem…
A K42 acabou e eu fui para a .:V:., na altura liderada por mais 2 cromos do Tribos, BotelhoDeLaCoast e Joao 1er
Mas foi essa novela que culminou na minha vinda para a Reset depois de muito sofrer. Comecei a falar com a Marina através de uma conta que estava a “sittar” na .:V:., conta essa que tinha o nome de utilizador xuxu600, perfeito para lançar charme sobre uma mulher, lol, e depois da troca de dezenas de MPs e de algumas tentativas de aproximação do Joel, que foi o mais difícil, que é pior que eu… lol.
Finalmente e ao fim de algum tempo lá consegui o perdão de todos e consumámos a minha entrada na Reset… E foi nesta casa que cresci e aprendi a ser um homenzinho… Todos vocês contribuíram para esse crescimento, com a vossa ajuda e paciência para me aturarem…
Para terminar, senão nunca mais paro… “Lengalengas”… Apenas digo o mesmo que todos vós já disseram… Se não fôssemos um grupo unido, eficaz, responsável, ponderado, amigo, adulto, viciado, sexylol, e com um timoneiro chamado Hélder, não tínhamos chegado onde chegámos… Todos foram importantes, claro que há sempre quem acabe por se sacrificar mais, mas a vida é mesmo assim…
Parabéns Reset

GJPEIXOTO hoje às 22:11

Bem amigos, recomposto de uma anestesia geral levada hoje às 8h30 da manhã devido a uma cirurgia que tive de efetuar e que felizmente correu muito bem, vou realçar os pequenos grandes momentos como atrás a minha amiga Ana (um.sorriso) realçou. Foram 3 anos e meio cheios de acontecimentos, mas o que mais me marcou foi a amizade com que um grande número de nós criou e que ultrapassou largamente as fronteiras do jogo. Amizade essa que perdurará para sempre se cada um de nós quiser.
Não me levem a mal, mas tenho de deixar uma palavra aos companheiros de armas que abraçaram de corpo e alma esta minha decisão de extinguir a NOMA e entrarmos no projeto mais sólido do mundo 5, por isso a minha gratidão ao Amadeu (pica1111), Sónia (sonia2070), Ana, Rafael (RAFAEL2510), stoned2009 e o brasuca maluco do camiseta Rafael (Devill4Fun).
À direção da tribo (Mário, Hélder e Fernando) deixo só uma pequena frase: “tenho o maior orgulho em me deixarem ser vosso amigo”.
Aos restantes, um até sempre.

1 abraço

O que considera mais desafiador no Tribos?

Um pouco o que já tive oportunidade de referir anteriormente, mas diria que o principal desafio é a gestão de pessoas. Alinhar um grupo de pessoas completamente diferentes umas das outras em redor de um projeto é sem dúvida o maior desafio. Para isso é necessário ter coerência e uma gestão pelo exemplo onde as pessoas se revejam e verifiquem que não estamos a fazer nada em benefício próprio (muito pelo contrário). Depois é ter a disponibilidade para lançar novos desafios constantemente e imprimir dinâmica e velocidade na operação diária. Isto acontecendo, tudo o resto torna-se bastante fácil.

Acha que o Tribos influenciou a sua vida? Como?

Bom, seguramente influenciou, porque de outra forma não teria tido a oportunidade de conhecer as pessoas fantásticas da Reset. Fazia questão de conhecer a todos pessoalmente. Caso isso não fosse possível devido a questões de distância geográfica, o telefone e o Skype eram as opções. Os nossos convívios (almoços, jantares, tardes de paintball a vingarem-se no chefe J, etc.) ficarão para sempre na memória. As nossas noitadas no MSN, no Skype, etc. Costumo dizer na Reset, que estou sempre à distância de um telefonema. Independentemente da distância que nos separa, uns mais perto, outros mais longe, o que vivemos durante três anos e meio não se apaga da memória facilmente. E agora sem aquele vício diário de entrar no mundo 5 e vermos o que cada um anda a fazer e a dizer, iremos colmatar essa falta com um jantar anual de hoje em diante para reunirmos e matarmos as saudades.

Qual a sua primeira reação quando soube que a tribo que liderava tinha ganho o Mundo 5?

Tranquila. Era uma questão de tempo, perdoem-me a imodéstia. Acho que demos os passos certos, na altura certa e a partir de uma determinada altura verificámos que não havia, no mundo 5, nenhum grupo que pudesse fazer frente à nossa união.

Será que vamos encontrar a Reset num outro mundo?

Eu encontro-me a partir desta recolha de memórias, oficialmente reformado do Tribos J.

Eu, à semelhança de alguns companheiros de luta, irei fazer uma pausa e dar atenção a outras componentes da nossa vida. A Reset do mundo 5 começa e termina no mundo 5. Sei que apareceram, por vários mundos fora, tribos com o nome Reset, mas que em nada estavam ligadas connosco.

Sei que existem colegas meus que se aventuraram noutros mundos, porque o vício ainda não foi totalmente extinguido, mas todos nós sabemos que para aparecer uma tribo noutro mundo com o nome Reset, é preciso reunir o núcleo duro do mundo 5 e muitos desses vão fazer uma pausa pelo que tão cedo não me parece.

Que conselho dá aos jogadores novatos no jogo para se tornarem grandes jogadores?

Um grande jogador não é aquele que é famoso no fórum externo. Um grande jogador não é aquele que cada mundo que abre abandona o anterior e faz propaganda desenfreada durante um mês, na tribo que criou e que vai dominar o mundo. Estes jogadores, as chamadas vedetas, não costumam durar mais do que 1 a 2 meses no jogo. Cansam-se depressa.

Para ser um bom jogador temos que ser humildes e encarar os projetos com espírito de missão. Saber que para se ganhar algo na vida, ou aqui, é preciso sacrifício e muito trabalho. O Tribos é uma prova de resistência de muito longa duração e não de 100 metros.

Saibam ser humildes acima de tudo e limitarem-se a desempenhar o vosso papel no tabuleiro de xadrez sem querer passar de peão a bispo quando podem não ter competências para tal. Sejam curiosos e divertidos. Sejam honestos, leais e destemidos. Não levem a frustração do dia-a-dia para o jogo. Encarem o jogo como um microcosmos onde podem se divertir nesse escape. Disfrutem do jogo. Tudo o resto, a glória da vitória, vem por acréscimo.

Gostaria de deixar alguma mensagem final aos nossos leitores?

Agradecer a eles e a vocês a oportunidade da Reset dar-se a conhecer um bocadinho, já que a nossa política foi sempre de estancar para o exterior qualquer tipo de comentários. Raramente o fiz e qualquer um de nós o fez. Também por aqui se cria um pouco do mistério e fascínio. Julgo que quem acompanha o mundo 5 sempre teve um pouco de curiosidade em relação à Reset. Pois bem, aqui está muito resumidamente aquilo que somos.

Obrigado e nunca se esqueçam de serem felizes. No Tribos e fora dele!