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O mosquito irritante…

Uma vez que se iniciou um novo ciclo de sátiras e maus dizeres porquê parar? Eu também não vejo motivo para tal e assim dedico-me a mais uma leve “diarreia mental”.

Há momentos em que a única coisa que estamos à procura é de um pouco de paz e sossego e surge sempre uma ou mais personagens que nos tiram do sério.

Naquela fúria do momento salta um rol de questões como:

–       Oh amiguinho, não tens mais nada para fazer?

–       Já vi gajos a pedir moedas que são menos chatos!

–       Deus é gaja e está naquela altura do mês para te mandar para estas bandas?

–       Por amor de deus, digam-me que depois de teres aprendido a falar fecharam a tampa de saneamento!

Entre muitas outras frases de mau gosto, com mais ou menos piada.

Mas há medida que os lentos segundos vão passando, fico com a sensação de que a presença do objecto irritante deixa de ser perceptível e faz-me lembrar as calmas noites de verão, cheias de calor… e, sem mais nem menos, começa aquele zumbido irritante do mosquito.

E é neste momento que chega a minha epifania – “oh praga! Eu se fosse a ti bazava daqui enquanto ainda vais a tempo!”

Claramente os mosquitos são irritantes e dão umas “trincas” chatas aqui e acolá… contudo, como quase tudo na vida, tais parasitas persistem apenas enquanto há paciência. E se eles fossem inteligentes compreendiam que o melhor que têm a fazer é dar uma breve trinca e fugirem antes de esgotarem a paciência das pessoas.

Afinal de contas, devemos de dar um pequeno espaço de manobra a essas criaturas… considerando a quantidade de amigos, colegas e familiares que esborrachamos contra o para-brisas na autoestrada…

Condolências,
Advogado do Diabo

Deuses e as forças divinas

Querido Diário,

[…] Se nunca estiveste no Olimpo, tens de vir cá um dia. As casas são de mármore branco, com pórticos de colunas, telhados com duas águas de inclinação acentuação, e nas traves principais baixos-relevos contam as gestas dos donos da casa. Os edifícios são desnivelados e decorações coloridas interrompem a severidade da pedra. Entre todos domina o palácio, com os pórticos secundários com frescos que contam as histórias da família…

Trovões, raios, coriscos! Quando o rei Zeus se zanga, todos nós o sabemos: as nuvens, que normalmente velejam preguiçosas e brancas entre as nossas casas, tornam-se negras, como o seu humor, e carregam-se de electricidade.

A ira do senhor do universo, por fim, explode: serpenteiam os fulgores, acompanhados pelo troar de advertência dos tambores celestes. Depois, as nuvens dissolvem-se em água, torrentes inundam a terra, flagelando os humanos, que fogem à procura de abrigo.

No Olimpo ninguém ousa aproximar-se da sala do trono para perguntar ao rei o que desencadeou a sua ira, mas uma coisa é certa…Poseídon está metido ao barulho. Poseídon é o deus do mar e dos terramotos, foi ele quem deu os cavalos para os homens. Apesar disso, era considerado um deus traiçoeiro e ele sim era especialista em irritar Zeus.

Durante esses ataques de fúria de Zeus, seu marido, Hera, a mais excelsa das deusas, só se preocupa em ver se os seus protegidos estão bem. De resto, nada lhe faz mossa.

Quando o sol voltou e as nuvens se dissiparam, percebemos logo que a paz tinha voltado…e da sala vem Zeus acompanhado por Atena. Ela era quase tão alta quanto eu e vestia uma armadura, mas tinha o olhar orgulhoso de deusa e parecia não temer nada nem ninguém. Ela era o símbolo da inteligência, da guerra justa, da casta mocidade e das artes domésticas e uma das divindades mais veneradas.

A um canto estava Hades, seu tio, deus do mundo subterrâneo e dos mortos. Era muito quieto, intimidativo, austero e impiedoso, talvez porque os gregos evitavam falar o seu nome, porque estava relacionado com a morte. Isso sempre o afastou e isolou do resto da família. Era mesmo considerado o deus mais odiado pelos mortais.[…]

 

Este podia bem ser um trecho do diário de uma deusa do Olimpo.

Com ele conseguimos perceber quão realista é o Grepolis relativamente aos deuses e às suas forças divinas, senão vejamos:

 

Zeus, o deus por excelência, era capaz de distribuir o bem e o mal pela humanidade. Tanto podia criar relâmpagos e trovões destruidores com o seu raio poderoso(Raio/Raiva de Zeus), como também podia mandar chuva benéfica para fecundar a terra e amadurecer os frutos (Sinais divinos), como mandar rajadas de vento para ajudar as forças navais (Feira de vento).

Hera, Deusa do casamento (Casamento, Crescimento populacional), irmã e esposa de Zeus. Retratada como ciumenta e agressiva, odiava e perseguia as amantes de Zeus e os filhos de tais relacionamentos (Saudade). Possuía sete templos na Grécia. Mostrava apenas os seus olhos aos mortais e usava uma pena do seu Pássaro para marcar os locais que protegia (Felicidade).

Hades, deus responsável por governar o mundo subterrâneo e as almas após a morte (Tesouros do submundo) e irmão se Zeus. Hades não gostava de oferendas nem sacrifícios. Também não costuma interferir nos assuntos terrenos (Capacete da invisibilidade).  Hades tem o poder de renascer em qualquer humano (normalmente ele escolhe o mais puro de todos, como Alone e Shun) tornando-o assim seu subordinado e acrescentando-o ao seu exército de Espectros (Regresso dos mortos). Ele desejava purificar a terra dos humanos por causa de seus pecados, e para isso ele criou desde o Grande Eclipse, para que a Terra nunca mais visse a luz do dia, como criou o Lost Canvas, uma pintura gigantesca nos céus que, ao ser terminada, sugaria a alma de todas as pessoas da terra (Pragas).

Poseídon, também irmão de Zeus, era conhecido como o deus dos terramotos e dos cavalos. A sua arma era o tridente, com o qual levantava as ondas fragorosas, que engoliam as naus (Tempestade marítima), e fazia estremecer o solo (Terramoto), como também era capaz de criar correntes que ajudavam as naus (Chamar do oceano). Poseídon disputou a cidade de Atenas com Atena. Poseídon ofereceu uma fonte de água salgada para os habitantes da cidade (Presente divino), enquanto que Atena ofereceu uma oliveira. Os atenienses optaram pela deusa e assim a cidade passou a chamar-se Atenas (Protecção da cidade, Padroeira). Atena era conhecida como a deusa da Guerra justa, da sabedoria (Sabedoria), das artes, da estratégia e ofícios (Poder heróico).


Enfim…os deuses gregos possuíam virtudes e defeitos, como os mortais

 

“[…] Chego então ao fim do dia de hoje com uma certeza. O poder não interessa. A única coisa verdadeiramente importante é o presente. É aqui e agora que cada um joga a sua vida.


Até amanhã,

Hebe (Deusa da Juventude)”



Espero que tenham gostado.

Dia a dia do Advogado do Diabo

Ora bem, se até o administrador fala do seu dia entediante, e mais de tal forma agendado que omitiu as pausas para ir à casa de banho, irei também divagar sobre o meu dia que acho deveras muito mais interessante.

A minha manhã inicia-se com um ritual de purificação, espanco o despertador (sem almofadas que isso é muito quiduxo) e vou tratar de mim, meto-me no banho e penso qual será a minha próxima vítima (novo despertador), visto que ainda é madrugada (pois os diabinhos lançam o caos sobre o mundo cedíssimo).

Depois de lavado e manjado é hora de pegar no carrinho e abrir o escritório, como bom ser desprevenido de moral as manobras perigosas nas ruas movimentadas e o uso excessivo da buzina é o meu ritual pagão matinal. Irritar o maior numero dos seres que estão nas filas e mostrar como se faz é bonito.

Ao chegar ao escritório é altura de dar vazia aos clientes, bem eles são sempre mais que as mães e todos com umas histórias mirabolantes… A parte que realmente me chateia neste momento é porque raio eles tentam enganar o diabo? A serio, será que já não é possível confiar numa pessoa que vende a sua alma ao diabo? Desiludem-me… francamente…

Depois de lançar as pragas sobre as criaturas daquele senhor ausente, gozar um pouco com a cara de uns anjinhos moralistas fico com fome. E se tenho fome… Bem, adivinhem lá o que faço!? VOU COMER!!!

Após isso segue-se um outro passatempo muito bom… questionar e importunar os sacerdotes da sabedoria em templos obscuros e duvidosos. Questionar sobre tudo e todos, criar o nevoeiro à volta do seu deus e perguntar “ainda tem a certeza da sua existência”. Infelizmente este é um passatempo que rapidamente me leva à remoção dos seus templos, até na casa destes senhores somos mal vindos e olhados.

De tanto me agarrar às cadeiras e suplicar apenas mais uma pergunta fico exausto e naturalmente com fome, pego no objecto de telepatia e escrevo os meus pensamentos que envio aos pobres coitados que ainda me aturam – vamos jantar e sair?

A comida está sempre boa! Mas o verdadeiro apogeu do dia começa com a hora das bruxas, quando o sol já não se vê e a lua atordoa as presas. Começa o jogo das seduções, olhar à minha volta e procurar na multidão aquela cara nova e anónima (sim porque o nome é o menos importante). E assim começam as promessas de um amor ardente até ao final de tal noite, algo mágico e único (pois duvidosamente se repete).

À medida que nos afastamos, paira apenas uma questão será que o meu despertador toca na tua mesinha de cabeceira?

Isto sim é um bom dia!
O defensor de todos que não precisam de horários para ir à casa de banho.

Grepolis

heraPara os menos informados a InnoGames GmbH, o Grepolis, um jogo baseado na Grécia antiga e nos seus deuses.

Os administradores do Tribos.com.pt na ultima semana têm estado a testar arduamente este novo jogo, e após varias horas de sono perdido e de gritos de guerra no Skype “VOU TE NOBLAR OH ANDRÉ!” ou então “já foste!” tal como a famosa expressão “Ricardo, os meus pontos premium”…

Entã0… após uma semana de testes que temos a dizer:

O West e o Tribos chegaram a um consenso e o resultado é o Grepolis. A tecnologia do jogo é simplesmente WOW! Os gráficos são um novo patamar para os jogos de browser.

Em nome da equipa, tenho a dizer que há muito tempo que um jogo não nos tirava tantas horas de sono apenas pelo prazer de enviar tropas, desenvolver a cidade e “tribo”.

As novas funcionalidades do Grepolis tanto a nível de jogabilidade como  no espirito de “tribo” foram muito melhorados, havendo desafios pessoais tal como colectivos.

InselO Mapa é mais uma das grandes inovações do jogo, um pouco parecido com os mapas do The West com gráficos que fazem lembrar o Google Earth.
Feuerschiff

Algo que rapidamente salta à vista de todos é o mar… E a resposta é sim! preparem-se para batalhas em terra, como batalhas navais!

À medida que temos andado a jogar o Grepolis, ficamos apenas desiludidos com um pequeno aspecto, para um jogo sobre a Grécia antiga onde andam os Deuses? Porque é que Zeus não foi convidado? Na realidade o Grepolis tem Deuses, a mitologia grega não foi esquecida neste jogo. Nós é que ainda não chegamos ao templo para oferecer os nossos tributos ao deus pagão da antiguidade.

zeusIremos deixar-vos com apenas mais uma pequena imagem, a do Deus dos Deuses – Zeus!

Esperamos apenas que ele não tenha reparado que tinha sido esquecido e afaste todos os bugs deste novo jogo.

Assim que tivermos mais novidades, ou o André for conquistado daremos informações.