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Três anos mais tarde…

É verdade o tempo realmente voa, foram à exactamente três anos atrás que lançamos o primeiro mundo PT do Tribos, tal como em anos anteriores gosto de aproveitar este dia para ponderar o ano que passou e comparar com os anteriores… e realmente o ano que passou foi marcado com imensos episódios tristes e alegres, com partidas e chegadas.

Neste ano perdemos alguns membros da equipa e da comunidade que realmente marcaram a diferença e contribuíram para a melhoria deste jogo, e a sua falta é sentida todos os dias. Mas também tivemos revelações, novos membros que tem mostrado a cada um de nós que apesar de terem passados três anos ainda há um longo caminho pela frente a todos nós e a estes membros agradecemos por nos abrirem as portas a estas novas oportunidades.

Para mim, pessoalmente este ultimo ano foi um renascer e voltar a apostar em alguns projectos de gaveta tal como outros novos que surgiram, e honestamente, acredito que este ultimo ano foi a base para um novo patamar profissional que se aproxima. O curso deste quarto ano já se encontra definido, mas como qualquer bom gestor não devemos olhar para os problemas apenas no presente, mas colocar os olhos para o futuro e fazer o melhor possível para que eles não apareçam.

Assim sendo, é com uma postura realista que pouco posso adiantar do futuro que virá, mas ficam um pequeno aroma,

  • Em celebração do aniversario do tribos está a correr uma ronda speed em que os três primeiros classificados recebem 200 pontos premium.
  • Ainda neste tema de celebração durante esta semana iremos oferecer pontos premium aos jogadores em troca das suas histórias de tribos ao longo dos três anos que passaram.
  • Segunda-feira iremos ter o Clássico (também conhecido como alta performance) no Tribos, neste momento posso apenas adiantar que a velocidade deverá ser de 5x e a duração perto de 6 meses.
  • Segunda-feira serão introduzidos a uma fase final os mundos I, II e III e aberto um dialogo com os jogadores destes mundos sobre possíveis alterações ao mesmo.
  • Brevemente iremos contar com mais uma ronda de recrutamento de membros da equipa de suporte, pois queremos reactivar algumas iniciativas que foram perdidas com o tempo, tal como preparar novas.
  • Avizinha-se a versão 7.1 e com esta algumas novidades muito interessantes, mas isso será apenas contado no futuro.
  • Está quase a chegar a guerra PT vs ES, apesar de pouco ter sido dito nos fóruns PT e muita conversa tem sido feita nos bastidores, acreditem que se tudo correr conforme o previsto estamos presentes algo completamente novo e emocionante.
  • No correr do próximo mês chegará o mundo XXI (pt21), contudo este já se encontra disponível para testes da equipa.
  • E muito, mas mesmo muito mais!

Bem, resta-me apenas parar com a conversa e voltar ao trabalho, assim despeço-me de todos com um agradecimento por fazerem este um dos melhores jogos online.

Parabéns a todos nós,
Ricardo Vitoriano, Gestor de comunidades.

De olhos postos nos céus e mãos nos bolsos

O título deste artigo é deveras sarcástico e irónico, pois irei escrever um pouco sobre um tema da actualidade, que recentemente fez capa numa revista de generalidades, o aquecimento global. Ora não fosse na bela Dinamarca que se reuniriam lideres das várias potências mundiais para discutir o ambiente. Faz lembrar um evento que não faz assim tantos anos, a Cimeira da Terra que ocorreu no Rio de Janeiro.

Abri este artigo com um título que acho que faz jus às preocupações do momento, chegamos a um ponto na história do homem em que nos vemos ameaçados pela forma que tratamos o planeta que nos alberga correndo o risco deste nos expulsar, porém sem tecnologia nem ponto de destino quando isso acontecer. Desta forma, começamos a ser obrigados a pagar as rendas que ficaram para trás e pagar os juros dos comportamentos dos “nossos” antepassados.

Contudo, o mundo é todo ele menos unido ou igual… o Socialismo fracassou e as riquezas estão dispersas, de tal forma que dividimos os países em nomes como “desenvolvidos”, “ricos”, “subdesenvolvidos”, “em vias de desenvolvimento”, “pobres”, “de terceiro mundo… enfim os nomes são tantos.

Quando olhamos para a história do nosso planeta também conseguimos sem grandes esforços ver que os países ditos desenvolvidos foram aqueles que lá chegaram pelas suas atrocidades (para com o ambiente), veja-se o caso do Reino Unido, onde na sua capital encontramos o fenómeno smog (fumo com nevoeiro). Contudo este são também os países que hoje tentam liderar práticas mais ecológicas e incutir as mesmas aos restantes países.

Costuma-se dizer que os países subdesenvolvidos estão a séculos dos desenvolvidos e quando falamos em protecção da natureza isto é uma realidade quase inevitável, a poluição gerada por estes é elevada mesmo que menor dos países industrializados durante a revolução industrial. Contudo são estes que devem pagar o progresso milenar dos restantes? E de que forma?

Um argumento apresentado constantemente por vários dos países “mais poluidores” é qual o motivo que o seu desenvolvimento deve ser afectado pelos “crimes ambientais” praticados por outros? Afinal de contas, não foram eles… E assim começa uma guerra que transcende estados, empresas, pessoas, ideais e vontades.

Quando, logicamente, chegamos à conclusão que para estes países pagarem o preço do desenvolvimento de um grupo restrito de países é preciso que lhes paguem a eles, sendo o valor da etiqueta neste caso de diferentes géneros numa altura que o sistema financeiro está em apuros… a solução parece ainda estar longe e a boa vontade dos líderes destas potências transforma-se rapidamente em apenas mais um acto de poluição (pois os aviões também poluem).

Assim ficamos a olhar para os céus com as mãos nos bolsos, pairando apenas a dúvida temos as mãos nos bolsos porque? Procuramos ver quanto temos para pagar desta renda, ou simplesmente esperamos que o céu nos sorria?

Também a olhar para o céu,
Anjo da Guarda

Priceless: saber dizer não

noQuando decidi iniciar as minhas sátiras e reclamações dos seres que habitam este planeta olhei para as minhas experiencia de vida e dissequei várias como gozaria com os meus netos (se tivesse o azar de ter filhos). No entanto, olho para trás e vejo os sábios conselhos que deixei a amigos e colegas (sem o intuito de me passar como um expert) de situações da paixão carnal. Contudo as abordagens feitas acabaram por ser um pouco da minha forma de olhar para o mundo e de como reajo em dadas condições da vida.

Como qualquer ser digno do nome humano, já tive os meus momentos do auge como os momentos que afundam-se (ligeiramente) abaixo do normal. Estes são muitas vezes os momentos mais marcantes na vida de qualquer pessoa e a forma como os abordamos definem muito sobre nós.

Então, no paradoxo da busca da supremacia do ego e da excelência do ser, e não é cogito ergo sum (tradução: penso logo existo). Mas a capacidade de moldar as circunstâncias ao nosso prazer, e isso sim implica pensar um pouco.

Não sei bem porque, mas as maiores lições que tenho tirado na vida saem daquelas saídas com um campo de batalha entre os sexos. Tal como anteriormente disse, a interacção com uma perfeita desconhecida é algo que me traz grande prazer, como faz com todos os seres humanos. Afinal de contas, nada puxa mais lustro ao nosso ego que o reconhecimento da nossa pessoa por um par atractivo.

No entanto, com os anos de experiencia e o relativo sucesso nestas investidas com o sexo oposto traz sempre alguns problemas. Sendo o primeiro, que de alguma forma a coisa torna-se fácil e por esse motivo é necessário subir a aposta. Isto é algo que resulta ainda durante algum tempo, afinal de contas busca-se um premio maior… Mas rapidamente, ganha-se a fama e desde que entramos na era da inclusão digital a fama cresce bastante mais rápido e com isso temos dois novos níveis de alvos, os que oferecem resistência e aqueles que pintam a tabuleta.

Sobre os que pintam a tabuleta não irei falar, visto que é demasiado fácil e volátil que a sua utilidade é para quando alguém acaba de sair de uma relação e precisa do seu rebound. Já os que oferecem resistência são dignos do esforço extra. No entanto feito o tal esforço extra, apesar de nem sempre se conseguir, grande parte das vezes consegue-se quebrar o gelo e passar ao nível seguinte.

É nesta circunstância que fico a pensar, afinal de contas tanta dificuldade? Será que vale mesmo a pena, ou esta dificuldade é para fomentar algo mais serio? Eu quando sai de casa não andava à procura de namorada ou algo do género e agora arranjei uma?

Na minha perspectiva pessoal e deturpada isto é quase como ser mulher e chegar a casa e dizer estou grávida… afinal de contas, as relações é um pouco como criar uma criança, dizem por ai que é preciso dar amor, carinho e ir regando com frequência.

Então é neste pânico que me saem as coisas mais aparvalhadas como o corte final, do género, “epah isto até está a ser interessante, mas tenho de confessar-te algo: eu vivo noutro país e estou cá apenas de férias” ou “eu até vos convidava para jantar, mas já sei que não aceitas e por isso fiz outros planos” ou mesmo “a minha namorada está à minha espera e tem uns ataques de fúria quando chego atrasado”. Bem, a verdade é ao ver a cara e a reacção do outro lado enquanto ferve em fúria e procura o objecto mais próximo para me atirar no momento que me despeço da companhia e sigo para a próxima aventura é, como diria os tipos da mastercard, priceless.

Então, se for como neste fim-de-semana, de conseguir iludir as investidas de uma pessoa ao qual meio envolvente se babava, ainda se torna mais divertido e o ego sobe em flecha.

A realidade é que nos tempos que correm a sociedade (real) mudou porém as pessoas continuam a acreditar no estereótipo que os homens continuam a ser fáceis e que para as mulheres basta estalar os dedos. Isso ainda acontece, mas já não é a regra sólida que foi outrora. E ter o controlo suficiente para dizer não a uma mulher (muito atractiva) é provavelmente um dos momentos mais bonitos na vida de um homem. É saber que não somos controlados pelas nossas hormonas e que somos capazes de resistir, mas acima de tudo termos a confiança que conseguimos melhor.

Nem sempre o pecado carnal pode ser a melhor opção, por vezes negar os prazeres da carne pode ser melhor.
O Advogado do Diabo

Relações de Maio a Setembro…

Ao ler alguns dos comentários do artigo anterior deparei-me com algo que já em certo aspecto fez parte da minha vida e complicado de se lidar…

Com toda a certeza isto toca em dois aspecto complicados de qualquer relação que (ainda) não existe… a diferença de idades e o receio da tampa.

Sobre a idade, tenho a dizer que isso é indiferente, como o nome do artigo se apelida Maio a Setembro serve para catacterizar relações com diferenças de idade até aos 10 anos, ora Maio a  Dezembro já são para diferenças de mais de 10 anos e até aos 20 de diferença.

Como disse logo no inicio, considero que a idade é um factor irrelevante (desde que não haja uma ilegalidade) a determinar se uma relação deve ou não existir. Existem vários casos “mediáticos” de relações que funcionam com grandes disparidades de idades, veja-se: Demi More, ou Michael Douglas…

Quem é que ainda não passou por momentos parecidos como estes?
Gostar de alguém que é mais velho e que sabes que não tens hipótese, mas querer na mesma ela…que difícil…

Eu ainda ando na escola e ter que levar com ela todos (ou quase todos) os dias…não é propriamente bom.
Apesar de o que o que disseram não ter experimentado, mas este de haver esta “barreira” é muito má.No caso descrito é um namorado que anda ai cmg para alem disso é a idade,por acaso ela tem namorado, e não sou capaz de lhe dizer que gosto dela apesar de saber que vou levar uma tampa

Não sei se isto será spam, apenas quis partilhar a experiência.

(comentário de um jogador)

Porém as relações com grandes diferenças de idades são não só o desafio visual para a sociedade como é um grande desafio para o casal. Com a diferença de idades e quanto mais acentuada maior será (possivelmente) os presentes objectivos de vida, um dos tais pode ser casamento e filhos (para quem os quer). É aqui que acima de tudo é preciso uma grande maturidade do casal, em encontrar uma forma de por as coisas em andamento.

O desafio social é outro grande obstáculo,  esqueçam lá os desconhecidos no meio da rua… esses pouco ou nada interferem, a verdadeira dificuldade está na convivência com os amigos das respectivas metades do casal. A cada qual deve caber um grupo de amigos mais próximos, que na sua generalidade devem ser da mesma idade do seu amigo e assim criar mais um “gap”.

Relações com disparidades de idades funcionam, mesmo que a minha experiência tenha sido um tiro ao lado. O que é certo é que estas relações exigem mais esforço que as relações ditas “normais”.

No caso referido, idade e cão de guarda… bem, a falar por mim isso ainda me fascinava mais… mas temos de ver que qualquer tampa é tramada para o ego de qualquer pessoa (mas isso fica para um próximo artigo).

Então sem estragar o próximo artigo,  mesmo sem que uma pessoa se envolva fisicamente com alguém a atracção metafisica é algo deveras poderoso sobre o nosso frágil estado psicológico. É possível que uma pessoa tenha que passar por um luto emocional mesmo sem nunca ter saído com a cara-metade.

O que fazer em tal caso? Existem 2 caminhos, o de fazer algo ou continuar nos bastidores… eu pessoalmente sou a favor do fazer algo. Ficar nos bastidores é apenas alimentar o crescimento de um sentimento que ficará sempre na duvida e sem saber o que irá acontecer (o que mais provavelmente é nada)…

Como nunca fui pessoa de acreditar no fatalismo do destino, pelo contrario sou firme crente que cada qual faz por aquilo que tem, sempre abordei os meus problemas de frente… Se der deu, se não der… oh bolas, está na altura de lamber as feridas…

Existem milhares de pessoas no mundo, com as quais cada um se cruza todos os dias apenas por sair de casa ou por ligar o computador. Se uma tentativa falhar, acredita há mais pessoas no mundo e (estaticamente falando) melhores!  por isso uma tampa até pode ser algo de bom! custa certo, mas quem sabe se não será pelo melhor? Uma coisa é certa, quanto mais cedo se tenta mais fácil e rápida será a recuperação…

Pelo outro lado, imagina que até funciona… os dois até tem tudo para ir longe e uma excelente técnica de engate!? Maravilhoso? Sim, se como disse anterior ambos tiverem os pés bem firmes no chão para se comprometerem a fazer o tal esforço extra para por as coisas sobre rodas.

Honestamente, desejo-vos um bom desfecho e lembra-te há dois tipos de pessoas no mundo, os que fazem por aquilo que querem e o resto.

Santificado Advogado do Diabo 🙂

Economia das relações

Estes últimos dias, estive a trocar umas smses com uma “amiga” numa sub-especie de coro inocente… e a dada altura começamos a utilizar os trocadilhos de termos económicos para classificar o como abordar os relacionamentos.

economics-0Este será um artigo, talvez um pouco difícil de compreender pois utilizarei termos económicos ao invés das famosas metáforas da física e da química – por outro lado ficaram a saber que a minha identidade não se resume apenas às ciências ditas exactas mas também toca as ciências sociais.

Como sempre, os meus amigos e amigas mais próximas preocupam-se com o meu isolamento das relações serias. A minha visão sobre isto mantém-se da na dúvida do investimento à contra partida do lucro. No entanto nesta troca de sinais de fumo electrónicos surgiu o conceito de oferta e procura e como eles tendem a equilibrar-se num mercado perfeito. Verdade, que considero que quase todas as leis aplicadas a fenómenos físicos e sociais se manifestam no conceito interpessoal entre as pessoas.

Se eu procuro uma mulher logo devo ter uma oferta, não só a disponibilidade económica que tenho para despender com ela, mas também todo o resto da minha essência do ser. Então, esta será a parte que deixo a modéstia de parte e tenho de me auto-avaliar no mercado. Então como fazer isto, vejamos a nível económico estou numa situação estável (isto deve ser um ponto positivo em época de crise), o meu status quo social permite-me tratar por “tu logo vens tomar café?” muitas personalidade veneradas por ai fora (creio que isto é mais um ponto positivo), a nível académico – apesar de estar a tirar uma nova licenciatura, tenho provas dadas noutra área (mais que um curso deve ser um mais). Sendo este o embrulho muito mais fica escondido no produto em si.

Então a lei da procura e oferta define-se pelo ponto de equilíbrio de por quanto o produtor irá se livrar do produto e simultaneamente o consumidor está interessado a pagar por isso. Numa relação a equação torna-se ligeiramente mais complicada pois cada parte assume o papel de produtor e consumidor simultaneamente fazendo que as quatro rectas podem nunca se intersectar num único ponto e assim criar apenas uma área negocial na qual uma das partes, ou mesmo as duas ficariam claramente a perder.

Neste ultimo caso, no termo estritamente económico é introduzido os conceitos de luxo. O luxo é dado como um produto raro apenas comparável a um produto inferior cuja sua preferência é denotada quando o consumidor está num patamar económico superior e por esse motivo prefere algo no produto de luxo. Os produtos de luxo não são obrigatoriamente melhores que os “bens inferiores” porém oferecem alguma garantia no produto que os distingue dos restantes, pode ser a marca, a garantia, a imagem, entre muitos outros.

Nas relações o mesmo acontece, e o luxo neste caso pode ser o visual, pode ser o intelecto, o compromisso de esforço, entre muitas variáveis. No entanto o mercado, tal como nas relações, o ser humano é um ser insaciável que procura sempre a máxima satisfação e assim introduziu-se um termo que nos estudos económicos de hoje em dias se tem esquecido, os supra-luxos.

Os supra-luxos são oásis, ou ex-libris de uma dada categoria dos bens são aqueles que se distinguem de todos os outros não só pelos detalhes e primazia de várias qualidades como pela sua raridade. São como aqueles chocolates belgas que uma vez postos à boca rapidamente estamos a tirar o cartão de crédito para pedir todos os da loja, e questionamos como fomos capazes de viver e ser felizes sem conhecer aquele prazer…

O problema na economia das relações é que nem todos sabemos o nosso real valor de mercado, é fácil sobreavaliarmos as nossas capacidades, tal como fazer o exacto oposto e desta forma entramos na tal área de negociação cuja oferta-procura não atingem o equilíbrio desejado.

Que hajam bons negócios a serem feitos por ai, é algo bom! Creio que todos gostam de aproveitar a época de saldos para comprar o item A ou B que antes era muito caro… afinal de contas o lucro é todo do comprador. Porém como se fala de pessoas e por mais que as transforme em objectos, é apropriado ver o outro lado da moeda – especialmente se formos nós a vender-nos por menos – e para tal irei roubar a Lamarck (Biólogo) parte da sua teoria do uso e desuso. Diz-nos este senhor que os órgãos que o ser não utilizar atrofiam-se e os que utilizamos aperfeiçoam-se e vou esquecer a parte genética do caso. Então quer isto dizer que numa relação da área de negociação o pontífice máximo será obrigado a descer o seu nível de compromisso e dedicação e de tal forma desce o seu patamar relativo.

Então, assim sendo, o ser luxoso será degrado… esta é a parte em que muitos leitores devem ficar chateados porque se identificam num dos lados, não merecedores de alguém ou estão com alguém que não os merece – denote-se que o termo merecedor foi apenas utilizado para chatear e não tem qualquer sentido moral, não que esta nota faça alguma diferença.

As boas noticias para os indivíduos nas circunstâncias acima descritas são, ainda estão a tempo de mudar, afinal de contas só a morte é certa porque nunca ninguém de lá voltou para dar informações credíveis – as minhas desculpas a Cristo, mas o sermão dele tinha muita moral associada.

Então à minha amiga, repito, simplesmente acho um desperdício de pessoa estar estragar coisas que gosto tanto em mim e batalhei para moldar e lá chegar. É possível que esteja demasiado qualificado para o cargo de namorado, mas gosto de ser quem sou.

Enquanto houver pecado, não haverá crise.
O herege Advogado do Diabo

Its ALIVE! – lançamento de um novo mundo como acontece…

Durante os últimos dias estive bastante ocupado com a gestão da equipa e com os preparativos do pt13, que abriu ontem (quando tive a ideia de escrever este artigo).
Apesar de muitos dos jogadores já saberem grande parte do processo, fica aqui uma pequena narrativa de como acontece…

A decisão

Há apenas uma forma para iniciar-se um novo mundo, é quando da sede da InnoGames GmbH decide que está na altura de criar um novo mundo. Normalmente, conhecendo os factores que levam a esta decisão e a vontade da comunidade, nas minhas funções sugiro por vezes uma apreciação do status e verificação se as condições para um novo mundo estão reunidas.
Uma vez que a sede decide que está na altura de lançar um novo mundo é me comunicada qual a semana para o lançamento e dois a três dias preferenciais. Com estes dados, tenho que escolher o dia em que a equipa estará melhor preparada para lidar com o lançamento.

Curiosidade: é (quase) impossível de um servidor ser lançado a uma sexta-feira 13, não por causa de superstição mas por falta de disponibilidade técnica.

Após acertada a data é preciso marcar com o suporte técnico, para qualquer eventualidade, tal como fazer o reset ao mundo antes de lançamento.

É nesta altura que também se inicia as negociações das configurações, regra geral eu peço velocidade 5x e depois é analisada a velocidade dos mundos anteriores e futuros para se chegar a um consenso, porém o espaço de negociação nesta parte é um pouco mais de apelo.

Uma vez decidida a velocidade começa a ronda das restantes configurações e a manutenção do equilíbrio. Neste aspecto é dado perto de uma semana para se propor as configurações desejadas.

Após saber as datas

Depois de definidas as datas, vou ao painel de configurações e começo a configurar alguns detalhes, sendo o primeiro a velocidade para 2000x a 60000x. Uma vez acabadas as primeiras configurações, está na altura de dar permissões aos co-administradores neste novo mundo e informo os membros da equipa que o mundo está disponível para ser testado e onde o podem fazer.
Durante este tempo a minha primeira preocupação é a integridade do servidor e a sua jogabilidade – se é viável a longo prazo. E são feitos os ajustes de configurações neste momento.

Curiosidade: a velocidade mais rápida num servidor português foi 120000x no pt10.

Testado e configurado…

Após ter sido testado e configurado, as configurações são descritas à sede e explicados os motivos, a qual pode concordar ou não. Caso haja discordância com uma configuração, terá de ser tudo ajustado de novo nesse momento. Nesta altura é quando são conhecidas as configurações finais de um dado mundo. Pode, em raro caso, acontecer que estas são alteradas no momento de lançamento.

Após estarem acertadas as configurações, continuamos a testar o servidor numa velocidade absurda até ao dia de lançamento.

No dia do lançamento

Este é um dia stressante em todos os aspectos, e começa logo de manhã cedo. Primeira coisa a fazer é contactar a sede e consultar quando é a melhor hora para o lançamento, após é pedir ao suporte técnico para fazerem um reset ao mundo e re-testar coisas essenciais como: a ajuda, premium (funcionalidades e compras), filas de construção, movimento de tropas, pontos, etc.

Curiosidade: Em todos os mundos que lanço começo sempre na primeira posição, não é batota é mesmo devido aos testes.

Uma vez, testado, novamente é revista a configuração do mundo e anunciado no fórum que está a abrir. E feita a abertura quando a sede disser “all is good, you can launch! And don’t forget best!”


Após isto são horas de espera a ver se tudo corre bem e não existe algum erro grave que exige suporte técnico.

E assim acaba uma pequena longa historia.
Ricardo, Administrador de Comunidade

Alteração das regras de jogo

paladino

Hoje, 7 de Junho, o texto das regras do jogo foi alterado com o objectivo de tornar mais claras as regras e colmatar alguns casos de abusos que foram encontrados durante a existência do Tribos.
 
O texto integral das regras está disponível em: http://www.tribalwars.com.pt/rules.php
Foram aditadas três novas regras e uma foi dividida em duas, segundo segue a lista:

  • (§2) Co-Playing – de hoje em diante, em regras rígidas, é permitido a partilha de contas. Uma conta poderá ser jogada até ao máximo de três jogadores. Antes de começarem o co-playing recomenda-se vivamente a leitura da regra §2 (disponível em: http://www.tribalwars.com.pt/rules.php?rule=2)
  • (§4) Baby sitting – foi clarificado que não é permitido desenvolver contas para terceiros.
  • (§11) Bloqueios e penalizações – clarificadas as questões de responsabilidades sobre os bloqueios e os tipos de sancionamento aplicáveis.
  • (§6 & §7) Modos expressivos e Interacções com o suporte – anteriormente estes dois pontos estavam unidos, a partir deste momento existem regras específicas para cada tipo de comunicação e interacção entre a comunidade.
  •  

    Como alterações significativas, destaca-se a separação dos comandos ilegais dos modos de substituição e a unificação da definição de comandos ilegais numa unica regra, os textos ficaram mais claros e concisos definindo com mais detalhe o que é considerado ilegal.

     

    Ainda, o novo texto das regras abrange o servidor Speed, especificando aquilo que é esperado dos jogadores e manter o jogo equilibrado.

     

    Ricardo, Admninistrador de Comunidade

    O santo diabo do plágio

    O plágio sempre foi algo que me fez confusão. Por exemplo nas actividades escolares copiar o texto de alguém e não o citar apelida-se de fraude académica, sendo em alguns locais do mundo suficiente para expulsar um aluno.

    Com a propagação da Era Cibernética, o plágio torna-se cada vez mais frequente e descarado. As pessoas fazem copy & paste de textos sem dizer que na realidade estes foram escritos por outros apropriando-se assim do trabalho intelectual de outros. Se realmente as palavras de alguém dizem aquilo que queremos transmitir, porque não agradecer e dizer que a pessoa sabia o que dizia?

    Naturalmente, acabamos por dizer frases e clichés de filmes, livros, entre outras coisas que ouvimos e que soam bem, às vezes a fonte de inspiração é tanta que podemos até nem nos recordar de onde veio, porém fica aqui um pequeno conselho de dar a volta de uma forma divertida, “já dizia a minha avozinha” ou “como diria o outro senhor”.

    Parece algo inofensivo roubar as palavras de outros, porém pensem que um dia alguém pode roubar a vossa ideia no trabalho e conseguir a tal promoção… nessa altura o vosso sentimento para com o plágio será deveras diferente.

    Afinal de contas, quem tem telhados de vidro não atire pedras para o telhado do vizinho (provérbio popular).

    Advogado do diabo

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