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W@tchman, a entrevista ao líder da tribo vencedora do Mundo 15

W@tchman, líder da V.T.@

Tribo vencedora:VAI TUDO @BAIXO! (V.T.@)
Líder: W@tchman
Nome verdadeiro: Pedro Toste
Idade: 39
Localidade: Lisboa


shanan: 
Olá W@tchman!

Antes de mais queríamos agradecer o facto de ter aceitado o nosso convite para esta entrevista e felicitá-lo a si e à sua tribo pela vossa vitória no Mundo 15. Na impossibilidade de contactar o fundador da tribo V.T.@, contactamo-lo a si como representante de toda a liderança da tribo.

W@tchman: Isto é a minha 1.ª vez, por isso peço que seja um pouco tolerante, lol.


shanan: Qual a história da V.T.@? Quais as suas raízes e percurso?

W@tchman: O Mundo 15 era muito rápido (velocidade 2) e as aldeias bárbaras cresciam a uma velocidade enorme, até aos 3.000 pontos e sem bónus noturno. De facto, quem se aplica desde o início começa a ter grandes resultados no seu jogo. Pertenci à tribo FOW, liderada já pelo jogador Shaubarack, mais um conjunto de players que acompanhavam o Shaubarack desde o Mundo 11 – e que naquela altura já lideravam o Mundo 11 -, mas aquele núcleo de jogadores não tinha tempo para jogar num mundo muito rápido como o Mundo 15.

Pelo Mundo 15 passaram grandes players e tribos fortíssimas que ainda tinham muito para dar ao longo dos anos. Mas desde o início que se destacou, pela grande capacidade, o número 1, o jogador Bald3ant3, de Santarém, que liderou vários meses a pontuação individual neste mundo até ao seu bloqueio. Na altura a tribo @ foi fundada por um player da margem que tinha saído da FOW, chateado com a forma de jogar de alguns miúdos e jovens. O jogador toste foi atrás dele, mais o Bald3ant3, e começou a recrutar os melhores do k44 e do k45. Quando a tribo Scr3am, liderada pelo meu amigo jogador KingCharles e o jogador jpintassilgo, foi dissolvida, o toste recrutou os melhores players do k44, como o dragao0069, V.D.F, stoneR., ze do cano, Portas Minas, papao xmen, …, vários jogadores que na altura estavam a dar cartas pelo k44. O Bald3ant3 recrutava e era o responsável pelo k45, depois do Bald3ant3 ser bloqueado o k45 caiu para outras tribos e passamos a trabalhar apenas num continente, no k44. Estavam lá os melhores dos melhores.

A V.T.@ apareceu por causa de uma desavença entre o toste e o dragao0069, por uma aldeia de um inativo que tinha desistido de jogar. Foi fundada pelo dragao0069 a 29 de junho de 2010. Alguns jogadores acompanharam o dragao0069 e os restantes permaneceram ao lado do toste.

Bem, alguns pontos chave na história do k44: O famoso e mega coordenado à tribo +DW-, que fez dissolver a tribo; a família IT no k44 e no k43; a conquista do k45; a formação da tribo =NEW= por parte do Bald3ant3, onde o Bald3ant3 levou um coordenado com mais de 9.000 ataques e onde perdeu tudo; a invasão do k55 pelo stoneR. e pelo jogador MasterRB; a eliminação do jogador martinha123 do k55; a fusão com a tribo DRINK!, do toste com os jogadores Pedroalmeida90, mrssilva e o XiNeS, no k54; a fusão do papao xmen da V.T.@ com o jogador bad player da tribo 666; e a fusão da @ com a V.T.@, em setembro de 2010, e passou a designar-se a famosa V.T.@. Acho que estes são vários episódios deste Mundo 15.

A vitória deste mundo se deve às amizades que foram criadas no jogo e nos almoços e jantares de convívio em Albergaria-a-Velha, Alcântara, Odivelas.


shanan: Considera o nome VAI TUDO @BAIXO adequado à tribo? Se sim, porquê?

W@tchman: Sim, claro. De facto, foi o nome certo para este mundo. Para conquistar um mundo tem mesmo que se mandar todos os inimigos abaixo e conquistar-lhes as aldeias todas e foi o que aconteceu.


shanan: Como e quando se tornou líder da VAI TUDO @BAIXO?

W@tchman: Eu liderava a @ e a minha forma de estar, maneira de ser – a que eu chamo de “equilíbrio” – na conquista e na criação de frentes de ataques, sempre foi uma das minhas melhores qualidades, na leitura estratégica dos mapas. Com a minha entrada na V.T.@, quem tomou as rédeas da liderança fui eu e o papao xmen, passando a ter a voz de comando na resolução de incidentes que surgem no dia a dia do jogo.


shanan: Qual a sua primeira reação quando soube que a tribo que liderava tinha ganho o Mundo 15?

W@tchman: Fiquei orgulhoso de todo o trabalho que envolveu aquela conquista do grupo de amigos que eu criei, a experiência que ganhei, e nunca julguei que fosse possível, porque, a partir de certa altura, quando deixa de haver tribos inimigas fortes passamos a ter um problema interno de abandonos e de inativos. É a maior dificuldade que se pode ter, senão vira tudo bárbaro.


shanan: Qual o seu percurso no “Tribos”? Este foi o 1.º mundo onde jogou? Onde e com quem aprendeu a jogar?

W@tchman: Bem, ainda tenho pouco tempo de “Tribos”. Iniciei-me em 2009, por volta de abril, no Mundo 8; passei um pouco pelo Mundo 7, na KIA, e iniciei o meu jogo com este nick no dia 13 de fevereiro de 2010, um dia depois da abertura deste Mundo 15. Aprendi com o meu irmão, toste, “A Lenda”, lol.


shanan: Qual era o seu objetivo para o Mundo 15?

W@tchman: O meu objetivo pessoal era sempre liderar o OD Atacante. Nunca trabalhei para os pontos. Sempre foram as tropas. Sempre trabalhar em equipa.


shanan: Quando começou a jogar no Mundo 15, começou sozinho ou este projeto já estava delineado?

W@tchman: Não, apenas sozinho… eu e todos os outros.


shanan: A V.T.@ foi criada no dia 30 de junho de 2010 e após 528 dias sagrou-se vencedora do Mundo 15, um mundo que durou apenas 666 dias. Como foi ser líder da tribo mais rápida a vencer um mundo?

W@tchman: Foi um trabalho fantástico e que devo a todos os jogadores amigos e também aos inimigos. Aqueles players todos profissionais…

Foi dos mundos mais profissionais que passaram pelo server PT e agradeço à administração pela coragem que teve para implementar um mundo com estas características únicas.


shanan: Apesar do Mundo 15 ter sido um mundo com uma duração rápida, várias guerras foram travadas. Qual foi, na sua opinião, a guerra que mais o marcou e que colocou mais em prova a união da V.T.@? Qual foi o inimigo mais difícil de vencer?

W@tchman: A +DW-, a =NEW= do Bald3ant3 e a invasão do k55 – foi muito difícil, era o coração da tribo NceN, dos jogadores novaoeiras, ***Nevoeiro*** e doublechesse. Depois de virarmos a sul foi sempre a conquistar.

O inimigo mais difícil de vencer foi a NceN, estavam bem estruturados e com a frente de ataque bem defendida.


shanan: Como foi gerir a V.T.@? Houve conflitos internos? As questões diplomáticas foram sempre consensuais?

W@tchman: Uma tribo como a V.T.@ tinha um núcleo bem definido de jogadores que se conheciam pessoalmente dos famosos jantares das quintas-feiras, em Odivelas, na GRUTA, e era ali que era tudo definido e resolvido. Havia outros núcleos com força dentro da V.T.@, pessoal que tinha pertencido à DRINK! e a famosa 666 (fetei, aqui vai um grande abraço para o meu amigo fetei). Os problemas eram sempre debatidos pela gestão da liderança, todos eles opinavam e chegava-se sempre a um consenso.


shanan: A atividade de um líder de uma tribo é muito importante. Como conciliava a sua vida particular com o jogo?

W@tchman: Muito difícil. Normalmente o jogador começa a dormir no sofá para evitar aborrecimentos maiores, mas deve-se ter sempre em mente o equilíbrio entre todos. Mas o V.D.F teve a vida mais difícil do que eu.


shanan: Acha que o “Tribos” influenciou a sua vida? Se sim, como?

W@tchman: Sim, com certeza e em tudo. Tenho um grupo de amigos fortíssimo e mesmo depois do mundo terminar ainda nos encontramos em Odivelas.


shanan: Além do “Tribos”, como ocupa os seus tempos livres?

W@tchman: Tenho pouco tempo para isso, mas apenas a tratar da família.


shanan: Agora que o Mundo 15 acabou, já sente saudades?

W@tchman: Já estou noutro mundo e continuamos com os amigos todos próximos de uma chamada telefónica. É mesmo ao lado.

Ainda ontem fomos ao restaurante fazer as reservas para o maior evento de 2012 do “Tribos” [Aniversário do “Tribos”] – o Mundo 15 vai estar presente.


shanan: Será que vamos encontrar a V.T.@ num outro mundo? Se sim, já se sabe em qual? E o nome da tribo manter-se-á o mesmo, ou será que “V.T.@ só à uma, a do Mundo 15 e mais nenhuma”?

W@tchman: Bem, em relação a isso, o grupo de players vai-se encontrar de certeza absoluta, agora o nome já não concordo, porque apenas uma tribo ganha um mundo e nunca dois mundos ao mesmo tempo. Desde que @ se manteve a liderar o mundo durante meses no Mundo 15, é sempre massacrada nos novos mundos, porque o receio é tanto… Assim se passa o mesmo com a 666, serão sempre massacrados no início dos mundos, para evitar o crescimento da tribo. A maior parte deste grupo continua a jogar noutros mundos, desde o Mundo 20, o Mundo 21, Mundo 22, Mundo 23 e Mundo 24. A V.T.@ esta toda distribuída por estes mundos e alguns deles TOP na pontuação ou mesmo a liderar as tabelas de OD Atacantes na composição das tribos.


shanan: Se pudesse escolher as configurações do próximo mundo em que a V.T.@ (ou o jogador) fosse participar quais seriam? 

W@tchman: Sem bónus nocturno, gosto da igreja, habituei-me a esse grau de dificuldade. Velocidade 2 e que os nobres já se possam deslocar à velocidade das 108 horas, como nos mundos mais recentes.


shanan: Que conselhos deixaria aos jogadores que agora se iniciam no “Tribos”?

W@tchman: Que é um jogo importante e que a aprendizagem é contínua, mas muito exigente, e com as pessoas certas ao lado vão conseguir também chegar lá. Apenas ainda alguns conseguiram atingir essa meta, mas está ao alcance de todos os players.

No início do mundo é ele que decide que tipo de jogador quer ser e até onde pode chegar.


shanan: Que mensagem gostaria de deixar aos seus companheiros e colegas de tribo?

W@tchman: AFINAL VALE A PENA E VEIO TUDO @BAIXO. VALEU!


shanan: Gostaria de deixar alguma mensagem final aos nossos leitores?

W@tchman: A conquista de um mundo não é para todos, é só para alguns, mas que está ao alcance de todos.

Determinação, raça e muita guerra! lol.


shanan: Que pergunta gostaria de fazer ao próximo líder da próxima tribo vencedora?

W@tchman: Se valeu a pena e se lhe deu gozo chegar até ao fim.


shanan:
Bem, dou a entrevista por terminada. Muito obrigada pelo tempo disponibilizado.

W@tchman: Obrigado eu.


(A solutions.pt procura o brasão da tribo V.T.@.) 

Entrevista a SCPPedro76

Apresento hoje uma nova entrevista com o líder do Mundo 2. É um jogador conhecido da maioria de vós nomeadamente dos que frequentam o Fórum externo, e também esteve envolto em algumas polémicas. Estou a falar do SCPPedro76.

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Nickname: SCPPedro76

Nome Verdadeiro: Pedro Monteiro

Idade: 33

Localidade: Lisboa

Mundos Activos: M2

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Mc: Bons dias. Para começar quero agradecer-lhe por ter aceitado o convite para a entrevista.

SCPPedro76: Permita-me antes de mais agradecer-lhe o convite que me dirigiu e manifestar-lhe que é com muito gosto que irei responder às suas perguntas.

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Mc: Vou começar com a pergunta da Praxe. Quando começou a jogar Tribos, e como conheceu o jogo?

SCP76: Comecei a jogar tribos no dia 22 de Abril de 2008, no mundo 2, único onde continuo a jogar apesar de ter entrado em alguns outros mas apenas por breves períodos. Conheci o jogo num anúncio online. Resolvi experimentar e por cá continuo.

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Mc: Qual foi o nome da sua primeira tribo? E conte-nos o percurso até à sua presente tribo.

SCP76: Ao fim de 4 dias de jogo entrei na |RVT3|, tribo na qual fiquei até Janeiro deste ano altura em que a |RVT3| transitou para a família metal, e eu, juntamente com o núcleo duro da |RVT3| passei para a hmetal.

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Mc: Conte-nos um pouco sobre o tempo em que esteve na RVT3.E o porquê desse nome?

Scp76: Começarei pelo nome da |RVT3|. Era a 3ª tribo da família |RVT|, sigla de Revoltados, e acabou por se tornar na única grande tribo dessa família no mundo 2, aliás única que verdadeiramente subsiste, agora no seio da família metal.

Na |RVT3| aprendi a jogar tribos. A organizar o fórum. A planear ataques conjuntos. A jogar em equipa. Ao fim de 10 dias de permanência na tribo já era eu que geria o dia-a-dia. O então líder e fundador da |RVT3| suma2 concedeu-me o título de barão e deu-me poderes de duque ao fim de um mês.

Desde essa data e até Janeiro deste ano exerci essas funções e em conjunto com grandes jogadores da |RVT3|, a maioria dos quais estão hoje comigo na hmetal, e ainda com um que não posso deixar de referir por ser sem dúvida dos melhores e mais completos jogadores que conheci, o karrasko, levámos a |RVT3| até ao 2º lugar da classificação da geral.

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Mc: Há muita discussão sobre o porquê dessa fusão, e também dizem que você abandonou alguns colegas de tribo. Conte-nos a sua versão.

Scp76: A fusão foi decidida em conselho de tribo depois de devidamente discutida entre mim e o meu actual líder bakkkano. Desde sempre as relações entre a |RVT3| e a hmetal foram muito boas. A |RVT3| era uma tribo de elite, com excelentes jogadores e que não pertencendo a nenhuma família chegou ao 2º lugar da geral.

Mas o mundo 2 está em constante ebulição. É muito renhido, muito combativo, e sempre em evolução.

O conselho da tribo decidiu, e a meu ver muito bem, por unanimidade, que era chegada a altura de dar outra dimensão à |RVT3|. Uma dimensão que lhe possibilitasse, no seio de uma família forte, continuar em jogo até ao fim do mundo 2, aportando, neste caso à metal, o “know-how” e a capacidade dos bons jogadores da |RVT3|.

Era uma questão de juntar dois projectos vencedores e bons jogadores de ambos os lados, que estavam estrategicamente colocados no mapa, e que permitiria – como está à vista – um largo domínio do mundo 2, nos K’s a sul.

Estas foram as razões da fusão. Quanto à “polémica”. Só fiz duas exigências ao bakkkano para que a fusão fosse para a frente.

A 1ª foi que a |RVT3| integrasse a família metal e mantivesse o seu nome. Ainda hoje jogo com a |RVT3| todos os dias. Ajudo a tribo a crescer, dou conselhos, apoios, limpo aldeias para os meus companheiros dessa “minha” tribo continuarem a crescer.

A 2ª foi que os jogadores que vinham da |RVT3| pudessem no seio da hmetal continuar a guerra que tinham com a 666.

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Mc: Creio que a pergunta seguinte está na mente de todos os jogadores. Como é possível gerir tantas Aldeias?

Scp76: Já tive oportunidade de responder a essa questão a muitos que efectivamente ma colocam. Gerir as quase 1600 aldeias que tenho não é algo que me tire o sono ou que crie dificuldades. Encontrei uma excelente organização para a minha conta, através das capacidades inequívocas que a utilização da conta premium permite.

Se organizarmos devidamente por grupos a nossa conta, independentemente da quantidade de aldeias que tivermos as coisas tornam-se muito mais simples.

O que me tira tempo no tribos não é a gestão das aldeias, com as quais gasto não mais de 30 minutos por dia, a construir, recrutar tropas e editar grupos, mas sim a organização de ataques conjuntos, a resposta às cerca de 100 mensagens diárias que recebo (quando não são mais), a resolução de conflitos entre jogadores da família relacionados com conquistas e reservas.

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Mc: Falando um pouco na sua vida privada. O que faz na vida real?

Scp76: Sou advogado.

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Mc: Em que escola tirou o curso de direito? E à quantos anos é que é advogado?

SCP76: Licenciei-me pela Faculdade de Direito da Universidade Católica de Lisboa em 1999, ao que se seguiu o obrigatório estágio profissional junto da Ordem dos Advogados. Exerço a profissão como Advogado desde Fevereiro de 2002.

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Mc: Sendo você advogado, terá certamente uma opinião própria sobre os vários “incidentes” na justiça portuguesa. Quer partilhar algumas opiniões connosco?

Scp76: A justiça que conheço, com a qual lido no dia-a-dia, não é a “justiça” das televisões e dos jornais. O que vem a público retracta apenas os problemas, as incoerências e os defeitos do sistema judicial.

É frequente todos acharem que têm uma opinião muito informada sobre os grandes casos mediáticos que se discutem na praça pública. A verdade é que para a opinião pública não passam notícias, mas sim apenas o que se pretende que passe, para criar um clima de suspeição e de desinformação. Sou terminantemente contra o julgamento em praça pública. Não é isso que deve suceder num Estado de Direito.

É um facto que infelizmente em Portugal as decisões judiciais levam muito tempo a ser tomadas na generalidade dos casos. Mas existem tribunais que funcionam muito bem, e desses ninguém fala. A justiça tem de fazer o seu trabalho de forma serena, e não com constante pressão de quem controla os órgãos de comunicação social, e de quem “faz” a opinião pública.

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Mc: Não sei se posso meter desta forma a seguinte pergunta, mas tem algum “caso” ou situação que goste mais de defender em tribunal que outros?

Scp76: Eu de casos em que intervenha não posso falar em público, na medida em que a tal estou obrigado por dever de sigilo profissional. No entanto, de um modo geral posso dizer que dispenso sempre que possível questões de natureza criminal, preferindo sempre lidar com matérias cíveis – como contratos, por exemplo – ou de direito comercial.

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Mc: Quais são os seus interesses e hobbies?

SCP76: Para além do tribos que ocupa actualmente grande parte do meu tempo disponível, tenho diversos outros hobbies, que estão uns mais que outros “arrumados” num canto.

Gosto de jogar futebol, o que continuo a conseguir fazer uma a duas vezes por semana, toco guitarra, o que tento fazer todas as noites enquanto estou no tribos.

E antes de jogar tribos jogava vários jogos online na minha xbox360, a qual está agora quase sempre desligada.

Outro dos meus interesses é, como o meu nick indica, o Sporting, clube do meu coração que sigo sempre com expectativa e fervor, pese embora a péssima época que está a realizar.

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Mc: Acha que o novo treinador do Sporting, Carlos Carvalhal, é o indicado para a presente situação do Sporting?

SCP76: Acho que é o treinador possível num momento difícil. Tem experiência. Pelo menos muito mais do que o primeiro que foi falado, a quem não conheço qualquer façanha, e tem por hábito tentar colocar as suas equipas a jogar bom futebol. E isso, para quem já anda cansado de ver o Sporting a jogar pauperrimamente, é um bom sinal. A ver vamos.

É preciso dar tempo ao tempo, mas tenho grandes dúvidas e creio que dificilmente prolongará o seu vínculo para lá do final da temporada.

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Mc: Voltando para o Tribos, à uns meses atrás esteve envolvido num bug que causa imensa polémica, já que apareceram relatórios com tropas negativas. Conte-nos o que aconteceu para que isso acontece-se.

SCP76: Essa questão foi muito debatida na altura. Não faço a mínima ideia do que terá estado na origem desse bug. O que conheço são as circunstâncias que rodearam esse “acontecimento”.

Decorria a guerra entre a hmetal e a 666. Na madrugada de 9 de Março de 2009,pela 1:15 começaram a cair os primeiros ataques dos 32 que o rickyb – excelente jogador diga-se – dirigiu à minha aldeia 312|642.

O que fiz foi simples. Como tinha muitas tropas nessa aldeia, e tinha identificado todos os ataques do rickyb, sabendo que os nobres, num total de 5, cairiam à 1:23, retirei as tropas próprias da aldeia, cancelando essa ordem por forma a que regressassem um segundo antes do 1º nobre cair.

Matei os 18 primeiros nukes e depois deixei o rickyb ver 7 relatórios a verde. De seguida, matei-lhe os nobres. De imediato recebi uma msg dele a dar-me os parabéns. E um minuto depois era 1h24 surgiu o tal relatório.

Após os nobres havia mais dois ataques com aríetes que eu não sabia se eram ou não fakes. Para evitar perder as tropas da aldeia dei ordem de saída às mesmas assim que o último nobre caiu – tinha posto a praça da reunião a construir por forma a estar pronta no segundo seguinte ao último nobre cair.

O relatório que se seguiu mostrou um ataque com 45 espadas, 45 arcos e 1 cata, e na minha aldeia “encontravam-se” -1 lança, -1 espada e – 1 arco.

De imediato abri uma solicitação de suporte, e perante as injustificadas suspeitas que se levantaram dizendo que eu matava nobres com tropas negativas – esse relatório é vermelho para mim, como é óbvio, e o ricky não tem nenhuma baixa – enviei ao rickyb os relatórios que mostravam como tinha morto os nobres – para ele eram relatórios a vermelho.

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Mc: A guerra em que isso aconteceu, foi uma das mais comentadas no fórum. Você passou por várias guerras comentadas no fórum, como essa contra a 666, e presentemente contra os “Lobos”. Das várias guerras porque passou, qual a que mais gostou? Qual é que lhe deu mais luta e que encontrou melhores jogadores do lado inimigo?

SCP76: Existem bons e maus jogadores em todas as tribos.

A 666 tinha um nível de organização e de entreajuda muito semelhante ao que temos na hmetal. Era uma tribo com muitos bons jogadores. Que atacava e defendia em bloco. Que contra-atacava. Que estudava o mapa.

Dessa tribo e como inimigos destaco, sem sombra de dúvida, o Rickyb, jogador com quem trocava mensagens de forma assídua e sempre com elevação.

Na guerra que actualmente travamos com a família WW enfrentamos um inimigo maior, mais espalhado pelo mapa, com uma zona de conflito mais abrangente e que poderia criar muitas dificuldades. Sucede que, ao contrário da 666 e da família metal, a família WW tem denotado grande desorganização, e excepção feita à WWRA. O avanço da metal tem sido constante e de acordo com os planos que foram traçados.

Se me permite gostaria de relembrar a primeira guerra que travei no K64, continente onde tive as minhas primeiras aldeias com o então inimigo histórico (numa rivalidade que vinha da |RVT|), a PAX. A Nobre Kasta da pax. Uma tribo constituída por bons e fortes jogadores que desapareceram do K64.

Em síntese posso afirmar que a guerra com a 666 foi até hoje a que mais dificuldade nos criou.

Na guerra actual tivemos perdas naturais, em continentes em que tínhamos aldeias ou jogadores isolados, e algumas perdas em continentes disputados como é o caso do K62 – que já fora palco da guerra com a 666 – e que se encontra rodeado a norte, sul e oeste por K’s dominados pela família WW.

Com a 666 tivemos jogadores que quase desapareceram e, por isso, quase desistiram.

Este é um jogo em que se investe muito tempo e quando se perdem muitas aldeias as pessoas desmotivam e acabam por desistir. Essa é sem dúvida uma das tácticas que utilizamos e que dá os seus frutos inequívocos. A chave para aguentar e prosseguir é jogar em equipa, e isso nós fazemos cada vez melhor.

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Mc: Já joga o Tribos à imenso tempo, para ter conseguido enormes feitos, tal como alguns erros. Indique o feito que mais se orgulha, e um erro, cometido no Tribos.

SCP76: O que mais me motiva neste jogo é a capacidade de jogar em conjunto. De jogar em equipa e de poder ajudar a minha tribo a crescer. A este título posso dizer que fico muito satisfeito quando vejo por exemplo o meu grande amigo Hannibal que foi um dos tais jogadores que quase foi aniquilado pela 666 ter hoje perto de 300 aldeias, num processo de crescimento para o qual pude contribuir

Limpando aldeias para ele conquistar. Ao mesmo tempo o Hannibal ajudava-me com os seus nobres baixando a lealdade das aldeias para eu conquistar enviando apenas um nobre. Jogando assim em equipa conquistávamos às 20 aldeias de cada vez em ataques conjuntos, quando se fossemos sozinhos não passaríamos das 5 ou 6. É este o feito de que mais me orgulho neste jogo. Crescer em conjunto com os outros.

Jogar sempre em equipa. Continuo a fazê-lo com diversos jogadores. Todos os dias.

Quanto a erros cometidos. Creio que no início cometi muitos, como enviar dois nobres no mesmo ataque, convencido de que assim poderia retirar mais depressa a lealdade a uma aldeia.

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Mc: O que mais lhe cativa no jogo?

SCP76: O que mais me tem cativado é o espírito de grupo que se cria. Conhecer novas pessoas. Fazer novos amigos. Conhecer alguns deles.

Jogar em conjunto com todos estes novos companheiros de armas é sem dúvida o que este jogo tem de mais aliciante.

Do ponto de vista do meu jogo propriamente dito e do papel que desempenho na tribo o que mais me cativa é a parte de estratégia atacante e defensiva. Isto quer a nível da organização de ataques e/ou apoios em larga escala quer ao nível do ataque e defesa isolado. Este é um jogo de guerra, não é um jogo para construir aldeias… mas sim para as conquistar.

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Mc: Prevê a sua entrada nalgum mundo brevemente?

SCP76: Não prevejo jogar em qualquer outro mundo. Tentei o mundo 3 por cerca de dois meses e mais tarde creio que o 6 para experimentar a igreja, onde joguei na tribo LR do grande jogador Spydon. Mas estive lá pouco tempo, tal como sucedeu no mundo 8 e no mundo 10 onde entrei apenas para dar uma ajuda a uma tribo de um amigo. O tempo que o mundo 2 me consome é mais do que aquele que eu tenho disponível.

A isto acresce o facto de o espírito de união que temos na hmetal não ser fácil de encontrar. E o que me prende ao jogo é, como já disse, jogar em conjunto com os amigos que cá fiz.

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Mc: Há alguma coisa que gostaria de ver implantado no Tribos?

SCP76: Não vou dizer nada de original a este respeito. Creio que já tudo foi dito. Mas acho que era importante que a partir do momento em que o mundo é fechado a novos jogadores, como já sucedeu com o mundo 2, deveria deixar de existir a regra da moral. Acho que não faz sentido manter essa regra num mundo em que todos os que restam, ou pelo menos a grande maioria estão por cá há mais de um ano.

Se uns pouco evoluíram não devem beneficiar dessa vantagem, tanto mais que pertencendo a uma das boas tribos subsistentes, o facto de ao serem atacados terem o benefício de o adversário atacar com uma moral de 30% acaba por ter um efeito perverso.

Outra das coisas que penso poderia ser introduzida neste momento do jogo era a possibilidade de as tribos terem 120 membros. Somos pouco mais de 1500 jogadores, seremos cada vez menos. Existem 4 blocos de tribos activas e julgo ser uma ideia que beneficiaria todos.

Em jeito de brincadeira diria que era uma excelente medida oferecerem 100 nobres a quem passou das 1000 aldeias.

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Mc: Quem é que gostaria de ver entrevistado?

SCP76: Creio que seria interessante entrevistar o líder da hmetal, o meu caro amigo bakkkano, que sabe muito mais deste jogo do que se calhar muitas das pessoas que só vêm o lado provocador dele no fórum público pensam.

E acho também que seria interessante e justo entrevistar o líder da família PAX, um grande companheiro e senhor do mundo 2, o Rastafara1982.

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Mc: Agradeço o tempo dispendido nesta entrevista, e desejo-lhe boa sorte, tanto no jogo, como na vida real.

SCP76: Agradeço esses seus desejos que retribuo bem como o facto de ter considerado ser interessante realizar esta entrevista.

Comunicado da InnoGames

Tradução do comunicado “Informação aos jogadores

Devido a varias reclamações recebidas na InnoGames GmbH, decidimos abordar esta situação como um grupo e explicar o processo e os parâmetros utilizados na avaliação desta situação, tal como prevenir futuros bloqueios de outros jogadores pelos mesmos motivos.

Com a abertura do pt12, foi criada uma tribo RUN! com mais de 50 membros com nomes de utilizador iniciados por MC (e na maioria dos casos seguido por uma marca/modelo de um carro).

Todos os jogadores desta tribo (incluindo os que tinham convites em aberto) foram banidos do mundo 12 em modo atacável e permanentemente, pelos seguintes motivos:

  • A tipologia dos nomes iria gerar um numero significativo de denuncias de multi-contas ao sistema de suporte e desta forma pode ser considerado como uma tentativa de ataque à integridade deste sistema.
  • Os nomes de utilizadores foram criados utilizando como inspiração o utilizador MC Ferrari, que devido a diversas e (continuamente) infracções das regras tinha sido expulso do servidor, no nosso ponto de vista isto é uma provocação deliberada à equipa de suporte.
  • O fundador da tribo era já tinha feito parte da equipa de suporte e tinha perfeito conhecimento que esta acção seria considerado como um ataque ao sistema.
  • Diversos membros da tribo utilizaram o fórum publico para provocar os jogadores, para serem notados tendo insinuando serem multi-contas, levando a um aumento de solicitações de suporte.

Esta situação foi apresentada à InnoGames na manha seguinte pelo Administrador de Comunidade e explicado o problema, tal como desenhado um plano de acção que consistiu no bloqueio permanente de todas as contas MC na tribo, tal como os que estavam convidados para a tribo.

Foi-nos também explicado que a maioria dos jogadores nessa tribo eram conhecidos infractores de regras e com um histórico (de jogo) complicado, nas suas contas principais e desta forma estabeleceu-se uma associação desta situação com uma ataque directo à integridade do serviço. Assim, com uma lista entre as contas MC e as contas principais dos jogadores foi decidido:

  • os jogadores com um bloqueio nos últimos 45 dias foram expulsos do jogo;
  • os jogadores com mais de um bloqueio e mais de 45 dias foram expulsos do jogo;
  • os jogadores que organizaram esta situação foram expulsos do jogo;

Após isto, todos os jogadores que discutiram os bloqueios no fórum publico, ou tentaram manipular esta situação a seu favor, tal como criarem protestos massivos (exemplos: alteração de nomes de aldeias, nomes de tribos para MC) também foram expulsos do jogo.

Infelizmente, algum jogador decidiu tornar publico informação pessoal e profissional sobre o nosso Administrador de Comunidade e da sua equipa, estes também foram expulsos do jogo.

Outra circunstância foi detectada, jogadores que tinham sido expulsos do jogo foram aplicadas expulsões do servidor às novas contas.

Ainda mais, estamos informados de site paralelos criados com o intuito de publicidade negativa à nossa equipa portuguesa do Tribos, no nosso ponto de vista isso é uma violação to acordo de serviço, tal como está escrito nas regras de jogo.

Todas as acções efectuadas (pela equipa do suporte) são normais e correctas nesta situação, por isso gostaríamos ainda de informar a comunidade que o jogo é um acordo entre a InnoGames e o jogador, que em casos de utilização incorrecta e tentativas de danificar o funcionamento do sistema e do seu suporte é mais que motivo para terminar este acordo.

Quando é aplicada uma expulsão do servidor (terminação de acordo) significa que o comportamento do jogador não se adequa aos esperado na utilização normal do serviço e por esse motivo não existe um desejo da nossa parte em continuar o acordo.

O facto, que ao registo de uma nova conta é enviado um email de activação, isto é uma confirmação que o utilizador está a aceitar os termos do acordo e ao fazer assume um compromisso de cumprir as condições deste, do nosso lado esta avaliação é feita ao longo do tempo, uma vez que temos imensos pedidos de acordos é nos impossível de simplesmente aceitar automaticamente, isto permite que pessoas com quem foi terminado o acordo possam utilizar o o serviço sem a nossa aceitação ou conhecimento.

Em ultimo ponto, gostávamos de relembrar que jogadores que compram pontos premium, quer dizer que este está a contribuir para o desenvolvimento do jogo, mas não está a comprar o direito utilizar incorrectamente o serviço, nestes casos podemos terminar o acordo.

Traduzido da InnoGames GmbH