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A Helénica

Olá Maltinha do Blog,

Trago-vos hoje uma novidade para a comunidade Grepoliana!

Como já tinham sido informados no decorrer do ano 2016 iriam existir grandes novidades no jogo, mas também fora dele já está On-Line o novo Fórum Externo com uma maior versatilidade e futurismo apresentado, mas a nossa equipa não ficou só por aqui, decidiu ir um pouco mais além…

Apresentamos-vos assim a mais recente novidade a Helénica.

O que é a Helénica?

A Helénica é um jornal que fala um pouco de tudo, engloba assuntos do jogo, política, desporto, anedotas e outros passatempos. O objetivo deste jornal passa para dar algum conforto aos leitores, será de uma leitura fácil para proporcionar fontes de relaxamento e descontração ao jogador e também ficar a par das novidades, também nunca esquecendo a comunidade Emigrante que joga o jogo no nosso Servidor.

Agora basta ficarem atentos, ao nosso fórum e redes-socias que irá ser lançado o jornal mensalmente com as mais recentes novidades, até lá divirtam-se no jogo e no nosso blog.

Vê a primeira edição aqui:

Pontos Vs Tropas

É a eterna questão do Grepolis, o que fazer? Desenvolver cidades até atingirem 17.786 pontos (maior número de pontos que uma cidade pode ter) melhorando a classificação geral do jogador ou criar tropas e dominar os oceanos e os restantes jogadores não permitindo que estes cresçam?

O ideal é manter um equilíbrio! Se apenas desenvolvermos cidades e não existirem tropas estamos vulneráveis! No entanto também é necessário desenvolver as cidades, senão não é possível obter certas unidades para destruir os inimigos!

Como já referi uma cidade pode ter no máximo17.786 pontos (este valor poderá sofrer alterações devido a arredondamentos). A classificação geral é atualizada normalmente a cada 15 minutos, logo poderá por vezes poderá notar diferença na soma dos pontos das suas cidades e da classificação geral.

Artigo de DaniCV

Entrada tardia no jogo

Se entrar no jogo na fase final de um mundo a adaptação da sua estratégia é muito importante. A produção rápida de recursos desempenha um papel fundamental para que o desenvolvimento da cidade seja mais rápido. Também é de extrema importância que se proteja dos ataques dos inimigos. Para evitar a perda de recursos, a expansão do armazém e da muralha é essencial! As unidades defensivas também! Depois de alguns dias a desenvolver a sua cidade e a aumentar o número de tropas deve agora tentar ganhar mais recursos! Hora do ataque! Começar com cidades fantasmas e cidades de jogadores mais fracos e ir aumentando o “nível de dificuldade”, ou seja, escolher cidades com mais pontos de jogadores mais experientes. Não esteja a querer acelerar o processo de expansão para outras ilhas. Obviamente que esse é o passo a seguir, no entanto é necessário fortalecer bem a cidade inicial, já que terá de passar a defender duas cidades. Escolha com cuidado a localização. É preciso ter mente que isto é um jogo de estratégia! Se investir os seus recursos somente nas unidades atacantes será um alvo fácil para os seus inimigos! A melhor estratégia que existe consiste na construção de uma cidade com uma forte defesa, com uma guarnição de inúmeros espadachins e arqueiros. Você, por ter começado mais tarde será um alvo atraente para os jogadores maiores, no entanto, se perderem muita tropa na sua cidade, eventualmente deixarão de o atacar.

Artigo de DaniCV011

Curiosidade – Esparta

Sabias que os espartanos eram descendentes de um povo oriunda da região da Macedónia chamado Dório?

A sociedade estava dividida em esparciatas, periecos e hilotas, esparciatas era educados para serem soldados, periecos eram geralmente comerciantes e artesãos e os hilotas eram propriedade do estado.

Apenas o estado podia comprar ou vender escravos.

Para um espartano, a única profissão nobre era a de soldado. Orgulhavam-se de tal sendo uma honra morrer no campo de batalha.

Aos 7 anos os jovens passar a ser propriedade do estado sendo tirados as mães e forçados a ter treino militar.

Os esparciatas passavam maior parte da sua vida em tendas do exército e mesmo uma esparciata com mais de 50 anos podia ser chamado para combater.

Os espartanos combatiam nus para criar resistência ao frio.

Esparta nunca gostou da supremacia Ateniense, com o passar dos anos Esparta acabou por declarar guerra a Atenas. As guerras de Peloponeso duraram 30 anos e abaram por ter um papel importante para o fim da Grécia.

Artigo de Ivo2012

Diferenças entre Atenas vs. Esparta

ATENAS
  • Ficou conhecida pela organização democrática, pela ciência e literatura.

Sociedade dividida em 3 grupos:

  • Cidadãos- eram os proprietários da terra e o grupo mais poderoso
  • Metecos- estrangeiros que se envolviam com o comércio e artesanato
  • Escravos- não tinham direitos politicos, assim como as mulheres

 

Comércio activo:

  • Exportavam: Vinho, Azeite e artesanato
  • Importavam: Cobre, ferro e Trigo.

 

Antes de se tornar uma democracia Atena conheceu a Monarquia, Oligarquia, e a Tirania.

 

Líderes:

  • Drácon- Legislador
  • Sólon- Governador
  • Pisístrato- Tirano
  • Hípias- Tirano
  • Hiparco- Tirano
  • Iságoras- Último tirano
  • Clístenes – Sob o seu comando Atenas entrou em um período de reformas políticas que beneficiavam os mais pobres.

Inseriu o Ostracismo (condenação ao exílio po 10 anos) tentando evitar que se repetisse um governo tirano em Atenas.

ESPARTA
  • Ficou conhecida pelos seus novos metodos de batalha e defesa que será reutilizada pelos romanos aquando do império dos mesmos.
  • Legislação Severa
  • Militarismo
  • Estrutura social rígida. Dividia a sociedade em 3 grupos:
    • Elite- eram os espartanos ou esparciatas. Por seres os únicos considerados cidadãos, podiam controlar a região politica e os assuntos militares.
    • Penecos- Eram livres e se dedicavam ao comércio e ao artesanato
    • Hilotas- Prisioneiras de Guerra, eram a maioria da população.

 

Os espartanos temias rebeliões dos Hilotas, por esta razão fizeram da cidade um verdadeiro campo militar.

Aos sete anos, os meninos passavam a pertencer ao Estado e eram educados para a Guerra, se desobedecessem eram punidos. Toda essa submissão causava transtornos entre as famílias, pois o cidadão espartano servia ao exército até aos 60 anos.

O Governo espartano era diárquico: dois reis comandavam os exércitos e representavam os interesses das principais famílias espartanas.

Tinha duas assembleias:

  • Apela- formada por representantes do Povo
  • Gerúsia- Conselho de anciãos.

O poder dos reis era limitado; magistrados conhecidos como éforos vigiavam as suas actividades.

As leis de Esparta foram elaboradoras por Licurgo- legislador que transformou a cidade em um estado militarista.

Foi graças a Esparta que a Grécia se transformou numa potência mundial.

Se Esparta ficou conhecida como uma potência militar, Atenas era a estratégia por detrás do mesmo. Juntas eram imparáveis, separadas eram fracas.

Artigo de Corujax

Problemas Grécia Antiga

Em um dado momento, as diferenças entre as cidades-estado promoveram o acirramento dos interesses politicos entre as mesmas. Com isso, apartadas entre as Ligas de Delos e do Peloponeso, as cidade da Grécia Antiga se desgastaram em uma prolongada Guerra que acabou permitindo a dominação de outros povos sobre esta civilização.

Tudo começou no sec. V e IV a.c. os gregos se envolveram em várias guerras.

1ª)

Guerras médicas: lutaram contra os persas, pois estes haviam construindo um império o que ameaçava as colônias gregas.

2ª)

Guerra do Peloponeso: Atenas vs Esparta -> Esparta saiu vencedora (Inicio do declinio)

Tebas vs Esparta: → Tebas saiu vencedora.

A Grécia fez importantes contribuições no campo da arte, literatura,filosofia, ciência: seus escultores e arquitectos, poetas e dramaturgos, filósofos e legisladores, cientistas e matemáticos, estrategas e comandantes lançaram as bases longínquas de toda a cultura ocidental; suas colónias estenderam-se até ao Mar Negro, norte de África e sul de Itália e França mas a constante rivalidade sobretudo entre Esparta e Atenas, acabou enfraquecendo a civlização grega permitindo a sua conquista por Filipe da Macedónia em 338 a.C.

Seu filho, Alexandre o Grande, difundiu largamente a civilização helénica devido a sua paixão pela cultura em vez de a eliminar promoveu-a tendo sido de suma importância para que os valores helênicos perduram-se ao longo do tempo

Artigo de Corujax

Aldeias bárbaras

Aldeias bárbaras – tudo o que tem de saber

O que são?

As Aldeias bárbaras são aldeias criadas pelo próprio jogo, que não tem nenhum jogador a exercer controlo. Servem apenas para obtenção de recursos ou tropas. Cada aldeia tem um nome específico como Rosstri, Draros, Thosgan, Gipsi, Thosky, Dounosga e Rosfrahy, embora exista uma infinidade de nomes. São facilmente identificáveis uma vez que se encontram no meio de algumas ilhas e não na periferia como as cidades normais de cada jogador.

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As aldeias bárbaras representadas com uma bandeira verde são as já conquistadas e as com bandeira vermelha as por conquistar.

Cada jogador, ao fundar a sua primeira cidade, obtém automaticamente uma aldeia bárbara.

Como conquistar aldeias bárbaras?

Nas ilhas onde existem aldeias bárbaras podem ser conquistadas 8 aldeias bárbaras, mesmo que o jogador tenha mais do que uma cidade na mesma ilha. Conforme o número de aldeias bárbaras conquistadas naquela ilha, a dificuldade aumenta para conquistar as restantes.

Tabela

* Não esquecer que a primeira aldeia bárbara na primeira cidade já se encontra conquistada.

O que obter através das aldeias bárbaras?

Como já foi referido através das aldeias bárbaras é possível obter recursos e tropas.

Os recursos podem ser obtidos de 3 formas diferentes: através de pedidos, pilhagens ou trocas. As unidades podem ser obtidas no separador “Unidades” (apenas a partir

O pedido de recursos é, normalmente, mais proveitoso já que não afeta a moral da aldeia. Tanto as pilhagens como o recrutamento de unidades afetam a moral das

A obtenção de recursos ou tropas é aconselhada no menor tempo possível já que irá obter mais recursos.

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(Imagem obtida num servidor de velocidade 3x)

Compensa melhorar as aldeias bárbaras?

O desenvolvimento das aldeias bárbaras de uma ilha é feito por todos os jogadores presentes naquela ilha, ou seja, cada recurso enviado para a aldeia bárbara ir ajudar toda a ilha e não só um jogador.

As aldeias bárbaras podem ser melhoradas através do desenvolvimento de níveis (entre 1 e 6), cada melhoria tem o seu custo, mas também terá mais vantagens!

Para mais informações consulte a nossa wiki aqui!

Artigo de DaniCV

Grécia Antiga

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Neste espaço iremos todas as semanas vos mostrar a história por detrás do jogo.

A Grécia foi o início da civilização que hoje conhecemos, desde a democracia passando por técnicas militares a Grécia foi um estado, pensamento e filosofia demasiado avançado na idade do planeta na altura.

Espero que gostem e apreendem um pouco da história e especialmente do nosso passado como Humanidade!

 


A Grécia nasceu na região sul da península balcânica e também dominou outras regiões vizinhas como a Península Balcânica e também dominou outras regiões vizinhas como a Península Itálica, a Ásia Menor e algumas ilhas do Mar Egeu. Com o passar do tempo, várias cidades politicamente autônomas entre si apareceram e fundaram diversas práticas que influenciaram profundamente os costumes que hoje definem a feição do mundo ocidental.

Do ponto de vista geográfico, o espaço que deu origem ao Mundo Grego é repleto de vários acidentes geográficos. A variação no relevo teve enorme importância para que cada cidade consolidasse uma cultura própria e impedisse a formação de um possível estado unificado. Devido a esta característica e com o crescimento da população e o consequente aumento de consumo de alimentos, houve a necessidade de descobrir terras mais férteis para aumentar a produção originando assim a sua expansão por via marítima.

Tal como indicado devido a uma diferença de povos, culturas e religiões a grécia nunca foi um estado unificado tendo sido criado as denominadas Cidades-Estado.

Sumariamente, as cidades-estado de Atenas e Esparta são exemplos de um amplo mosaico de culturas – palavra chave em que se define a Grécia. Devido a tal diversidade cultural se mostram dotadas de práticas e costumes que influenciaram a cultura ocidental.

Artigo de Corujax

Entrevista a mrmarques64

Negrito: Entrevistador

Fonte normal: Entrevistado


 

1. Boa noite mrmarques64! Obrigado por ter aceite a entrevista. Comece por nos dar uma breve apresentação sua.
Chamo-me Mário Marques, sou de Alcobaça e jogo Grepolis desde 2011 por influência do meu rapaz. O meu primeiro mundo foi o Beta (cerco) onde fui parar no oceano 25 e foi lá que fiz a minha aprendizagem. No entanto, o mundo que me deu mais “calo” a jogar foi o Kappa (revolta). Depois andei a saltitar de mundo em mundo (erro meu aceitar convites quando não tinha disponibilidade para jogar vários mundos em simultâneo) até iniciar o Psi que levei até ao fim. Parte da história do Psi já foi contada (InMemory) faltando apenas a história da Gangada vs Marretas. Mundo perdido por ingenuidade da parte da Gangada (onde me incluo). Talvez um dia a venha a contar na primeira pessoa.
Joguei mais uns quantos de passagem, tendo permanecido mais tempo no Corinto.

2. O que está a achar do mundo até agora?
O mundo está a ser interessante embora estejamos no início. Mundo muito rápido (6x) que exige muita disponibilidade da parte dos jogadores. O aspecto negativo é o cerco ser de 24 horas mas serve para contrabalançar a velocidade do mundo. Se o cerco fosse de 12 horas, penso que já haveria jogadores com mais de 50 ou 60 cidades.

3. O que tem a dizer sobre as criticas de ilegalidades que se tem visto no Fórum Externo que a sua aliança é alvo?
Haverá sempre jogadores que utilizam meios ilegais para alcançar os fins a que se propõem e a existência desses jogadores é transversal na maioria das alianças. Haverá quem utiliza essas ilegalidades na minha aliança? É possível. Não meto as minhas mãos no fogo por alguém.
A questão que se coloca, é como justificar (ou provar) que um jogador utiliza um bot. Os prints apresentados, na maioria das vezes estão descontextualizados e incompletos com falta de informação que leva a quem lê o FE ao engano.
Por exemplo e considerando um delay (ou lag) de -10s a + 10s, se houver um jogador que faça apenas 5 ataques e os meter todos no mesmo segundo, à 1ª vez poderá ter saído a sorte grande mas se repetir mais algumas vezes penso que utiliza um bot. Se um jogador fizer mais de 20 ataques, será expectável que fiquem seguidos e alguns até no mesmo segundo.
No entanto, já tive a experiência (no Psi) de apanhar um jogador que utilizava bot. Cada vez que o atacava a qualquer hora do dia, apanhava sempre as tropas e recursos juntamente com a milícia.

4. Que análise faz do top15 alianças?
Estão presentes alianças muitas boas, com bons jogadores e prevejo um mundo bastante competitivo. Mas daqui a uns meses, o cenário pode mudar radicalmente. Começa-se a pensar nas Maravilhas e muitas alianças mudam o seu estilo de jogo. Outras, infelizmente irão desaparecer.

5. mrmarques64 já é um nome antigo do Grepolis PT, já jogou com grande parte dos jogadores das alianças rivais à sua, o que tem a dizer acerca disso?
Como já jogo isto há cerca de 5 anos é natural que isso aconteça. Hoje joga-se na mesma aliança, amanhã jogamos em alianças adversárias. É sempre bom porque há troca de experiências diferentes, coisa que não aconteceria se jogássemos sempre com os mesmos jogadores.

6. Alguma ambição em especial para este mundo?
Sim, tenho: ganhar o mundo com a minha aliança.

7. Para si, se as maravilhas começassem hoje, que aliança levaria a melhor?
Sinceramente não sei porque há sempre muitas jogadas de bastidores. Nem sempre a aliança melhor colocada leva a melhor sobre as restantes.
Uma regra que deveria ser implementada nas Maravilhas, seria a do recrutamento fechado. Acabava-se com o corrupio de jogadores a entrar e sair para despejar recursos e favores.

8. A aliança MiBR diz que a única pedra vão ter é a sua aliança, Donos do MundO. O que tem a dizer da aliança em questão e para si qual será realmente a pedra do sapato da sua aliança?
Tenho boa impressão da MiBR, com bons jogadores e que estão neste mundo para jogar (e ganhar) à semelhança das restantes. Todas elas me merecem o maior respeito embora saibamos que há algumas alianças mais fortes que outras. Verifica-se pela luta que dão nos cercos, designadamente a SINE e a MiBR. Outras nem sequer temos contacto pelo que é difícil de determinar se são aguerridas ou não.

9. Para terminar, gostaria de deixar alguma mensagem aos nossos jogadores?
Jogar o jogo pelo jogo e respeitar os adversários.


 

Entrevista realizada pelo jogador Academos14

Mito – Pandora

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Há muito tempo, não existiam mulheres no mundo, apenas homens, que viviam dia após dia sem sofrimento ou cansaço e quando chegava a hora de morrerem, faziam-no em paz, como se simplesmente adormecessem.

Mas um dia, Prometeu roubou o fogo a que só os deuses tinham acesso e deu-o aos homens, para que também eles pudessem usufruir desse bem, na defesa contra os animais ferozes, na confeção dos alimentos, na garantia de aquecimento nas noites frias, iluminando a inteligência dos restantes homens.

Zeus, o mal-humorado pai dos deuses, resolveu castigar a humanidade, fazendo-os perder para sempre através de uma mulher extremamente bela, com todos os dons. A primeira mulher – Pandora.

Decidiu então que, com a ajuda de Atena, Hefesto, o deus ferreiro, criasse Pandora, e cada um dos deuses dotou-a com uma das suas características: Afrodite deu-lhe beleza e poder da sedução; Atena fê-la arguta e concedeu-lhe a habilidade dos lavores femininos; mas Hermes deu-lhe a capacidade de mentir e de enganar os outros.

Zeus ofereceu-a então de presente a Epimeteu, irmão de Prometeu. Enquanto Prometeu era o irmão “com cabeça” que pensava em tudo o que fazia antes de o fazer, Epimeteu era o irmão que apenas pensava após fazer. E, de facto, sem pensar duas vezes e contrariando os avisos do irmão, que lhe dissera para nunca aceitar um presente vindo de Zeus, deixou-se seduzir pela bela Pandora e casou-se com ela.

Pandora trazia consigo um presente dado pelo pai dos deuses: uma jarra (a ‘caixa de Pandora’), bem fechada, que estava proibida de abrir. Mas, roída pela curiosidade, um dia decidiu levantar só um bocadinho da tampa, para ver o que lá se escondia. De imediato dela se escaparam todos os males que até aí os homens não conheciam: a doença, a guerra, a velhice, a mentira, os roubos, o ódio, o ciúme, colocados por Zeus como castigo para os homens.

Assustada com o que fizera, Pandora fechou a jarra tão depressa quanto pôde. Mas era demasiado tarde: todos os males haviam invadido o mundo para castigar os homens. Lá muito no fundo da jarra, restara apenas uma pequena e tímida coisa, que ocupava muito pouco espaço, a esperança. Por isso se diz que ‘a esperança é a última a morrer’. De facto, com todos os males soltos no mundo, lutando e quantas vezes vencendo os bens de que os homens gozavam, só a esperança, bem guardada no mais fundo dos nossos corações, nos dá ânimo para nunca desistirmos de expulsar as coisas más das nossas vidas.