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MOPAY: paguei e não recebi…

Hoje em dia os micro-pagamentos, também conhecidos como pagamentos por SMS, são cada vez mais vulgares e por isso os problemas com esses pagamentos também estão incluídos na rotina quotidiana.

Na minha experiência existem 2 tipos de problemas frequentes que irei abordar neste artigo:

  • Quando o pagamento não é possível de ser realizado.
  • Quando o pagamento é realizado, mas não é entregue a compra.

Como distinguir os dois casos?

Poderia ser pela mensagem de retorno, mas muitas vezes as pessoas recebem uma mensagem a dizer que não foram cobrados e na realidade foram. Por isso é extremamente importante saber o saldo exacto antes de enviar a mensagem e comparar a mensagem.  Tão importante como saber o saldo antes e depois é não apagar as mensagens, enviadas e recebidas. Pois de nada ser dizer eu mandei a mensagem “SOL numeros” deve sempre saber quais os números e a mensagem exacta que recebeu.

 Quando o pagamento não é possível de ser realizado.

Como é lógico este caso é quando o saldo inicial é igual ao saldo final, e na generalidade recebe uma mensagem a dizer que o sua operadora ou o serviço não é suportado. Isto pode acontecer por dois motivos:

  • o seu numero não está inserido numa “lista positiva” que permite os micro-pagamentos. Foi publicada uma legislação que refere para se efectuar micro-pagamentos deve estar incluído numa lista positiva, independentemente se antes conseguia fazer pagamentos.
  • A segunda situação, e mais desagradável é que está a utilizar um tarifário “low-cost” tipo Vodafone-Directo, Rede4, phonix, … nestes casos são apenas oferecidos os serviços mínimos (chamadas e SMS “normais”), e provavelmente não irá conseguir desbloquear o serviço.

Em ambos os casos deverá contactar a sua operadora, e solicitar o desbloqueio. No caso da vodafone basta um envio de uma mensagem a dizer “SIM” para um numero de serviço. As restantes operadoras não sei.

Quando o pagamento é realizado, mas não é entregue a compra.

Aqui podem começar as complicações chatas…  Apesar de não ser fã da MOPAY, tenho que admitir que o processo de recuperação tem mais hipóteses de ser resolvido sem tantas chatices.

Então, o saldo final é inferior ao saldo inicial e não recebi nada. O primeiro passo é guardar e escrever num papel as mensagens, não vá o diabo tecer das suas. Uma vez isto feito vamos ao portal da MOPAY consultar o estado do pagamento, isto pode ser feito em:

https://my.mopay.com/mymopay/transactions.action

Será pedido dados de login, se é a sua primeira vez, deverá solicitar a sua inscrição no site através do envio de uma SMS – não se alarme, esta é mesmo grátis. Uma vez no portal tem acesso às suas transacções, e

(Método simplificado) …

  • procure o código da mensagem enviada, se não encontrar a mensagem irá ter de resolver pelo método complicado;
  • veja os detalhes da transacção e se está algum “Voucher”/Cheque presente associado, se não tiver irá ter de resolver pelo método complicado;
  • copie o voucher, vá ao portal (do jogo, ou da outra coisa que ia comprar) e inicie um novo processo de compra por sms.
  • no primeiro passo da compra, coloque o numero do pagamento falhado com o indicativo internacional, para Portugal é o 00351, o Brasil é o 0055, e clique nas letras pequenas por baixo “usar cheque presente”.
  • insira o voucher em letras maiúsculas e valide, aconselho a repetir os dois passos anteriores a este por cada voucher.
  • verifique se o código foi validado e no prazo de 30 minutos recebeu a compra, caso contrário…

…(Método semi-complicado) …

  • volte ao portal da MOPAY e volte a verificar o estado da transacção que falhou, se o voucher continuar lá sem ter sido alterado volte a tentar passado 1h utilizar o mesmo pelos passo descritos anteriormente.

… (Método complicado).

  • Caso o voucher estiver riscado, ou tiver uma indicação de redimido, ou simplesmente desaparecer, entre em contacto com o suporte do portal onde estava a tentar efectuar a compra, e também com o suporte da MOPAY (em 90% apenas este consegue resolver o problema), pode faze-lo em: http://en.mopay.com/contact-service/consumer/ (o suporte é feito em inglês, mas pode escrever no formato tarzan, “my phone: 91xxxx voucher XXXX no work”).
  • Se até aqui em uma semana (tempo recomendado) o caso não for resolvido, dirija-se à sua operadora com a mensagens e imprima o registo de transacções da MOPAY e exija o retorno do valor pago. Tenha em atenção que haverá resistência por parte da operadora em efectuar o credito, e infelizmente deverá bater com o pé.

Uma ultima consideração, compensa toda esta chatice por 2 euros e picos? Na realidade compensa, quando consideramos que por semana são centenas de casos destes e operadoras de micro-pagamentos cifram centenas de euros com estes erros em curtos espaços de tempo. Devido a ser uma transacção financeira os portais (jogos e outros) não tem acesso ao processo e ao real estado do caso.

Espero que o artigo traga alguma luz e solução a vários casos ainda por resolver.
Ricardo Vitoriano

 

Aquilo que fica para nós…

Antes de começar paganismo aos peixes deixem-me fazer uma nota pessoal: “OH JOBE! EU ABISEI-TE!” passo a explicar esta expressão, diversos artigos que tenho colocado tem sido inspirados no desacordo e aconselhamento a um membro especial da equipa. O qual terá direito a 1% dos lucros do livro se o chegar a lançar…

speek.01Aquilo que fica para nós é uma filosofia de vida que tenho a vir a adoptar, não tem a ver com as coisas que suportamos e não dizemos, pelo contrario é sim aquilo que já não vale a pena falar. Ontem em conversa num dos meus momentos em contacto com o meu lado obscuro e após diversas eurekas, ouvi uma expressão “quando apanhar a fulana vou-lhe descascar até à lua!” – neste breve momento, lembrei-me que as dinâmicas interpessoais, sejam de trabalho ou emocionais são tão semelhantes e por isso irei mais uma vez abordar esta questão pelo lado sentimental e menos profissional pois parece mais fácil de explicar.

Todos nós já estivemos envolvidos numa relação que não corre tão bem (ou estamos, ou estaremos), como tenho vindo a afirmar a parte mais complicada de uma relação é sempre saber se esta vale o esforço ou nem por isso, apenas com o traquejo e experiencia do Deus pagão do tempo aprendemos isto. – Passo a dizer, que de todos os deuses este é o mais ingrato, tributa-nos tempo e tempo sem garantias que todos os sacrifícios compensem.

É algo que se torna tão comum nos dias de hoje, que as pessoas entrem nas relações de cabeça apenas para mergulhar numa piscina sem água e no embaraço desta situação dizerem que é uma maravilhosa piscina de lindos mosaicos. As relações são cada vez mais difíceis e encontrar alguém com quem valha estar torna-se uma busca interminável e por este motivo as pessoas tornam-se cada vez mais conformistas pelo medo que a próxima seja pior, ou para aqueles que acreditam na alma-gémea que esta está perdida – como defensor do pecado carnal, sobre isto posso apenas dizer que duvido da existência da alma-gémea, mas acredito nos bons encaixes.

Pelo prazer da argumentação, vamos lá admitir as almas-gémeas, se tal existe devemos estar a falar de um amor incondicional que se rege pela verdadeira vontade de triunfar. Então porque sermos acanhados e envergonhados, esta é a tal oportunidade! Devemos ser abertos e francos sobre os nossos sentimentos, da mesma forma que os pequenos detalhes que são as pedrinhas no sapato devem ser removidas. Os beijinhos e carinhos são agradáveis em qualquer relação, mas uma conversa honesta é muito mais produtiva.

Então o que fica cá dentro? É simples, se falamos em relações temos de assumir duas realidades a continuidade e o seu final. O último ponto é quase tão importante como o anterior, pois para a próxima relação funcionar a anterior tem de estar bem terminada. E aqui começa aquilo que realmente não entendo, a conversa do terminar, a maioria dos casais que terminam parecem ter uma necessidade ritualista da morte da relação que não é o processo fúnebre, mas a autópsia. A causa de morte nestes casos é dicotómica sendo que não existe uma verdade absoluta apenas um jogo de acusações sobre aquilo que aconteceu onde ambas as partes se irão irritar.

A verdade tem tantas versões como observadores, nunca será absoluta para todos. A causa de morte é algo que importa apenas no ponto de vista de quem a sofre e para quem a sofre, tornando-se assim algo pessoal e intransmissível. Desta forma, quando uma relação acaba a autópsia conjunta serve apenas para libertar as frustrações de todas as conversas que por medo de ruptura não foram tidas – Newsflash: too little, too late!

Se o final de uma relação vos irritou ao ponto de serem possuídos pelo meu cliente!? Aconselho vivamente a irem nadar, jogar tennis ou algo do género. E por amor ao Diabo! Não vão beber, nada consegue ser mais parvo e remover tanta dignidade como os telefonemas de alguém alcoolizado (recomendo que apaguem logo o numero para não caírem na tentação).

Resumindo, se foi possível guardar a conversa durante tanto tempo é porque não é algo que deva ser dito, aprendam a viver com isso.

Sem alma, mas com os pés na terra,
o Advogado do Diabo

Entrevista a Raquel09

Trago-vos hoje mais uma entrevista, a Jogadora em questão é a Raquel09, foi uma entrevista engraçada, com direito a intervalo devido a uma batalha de fortes e tudo^^ Espero que gostem!

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Nome: Raquel

Idade: 36

Profissão: Gestora

Localidade: Porto

Mundos em que joga: Mundos 1, 2 e 3

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Sudritter: Boa noite, antes de mais, gostava por lhe fazer a pergunta que é feita a todos, como conheceu o “nosso” the-West?

Raquel09: Conheci o the-west através da publicidade que apareceu num outro jogo. E embora tenha começado a jogar esse mesmo jogo, este é efectivamente o 1º jogo online da minha vida.

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Sudritter: O motivo desta entrevista, como muitos devem deduzir, é o facto de se encontrar dentro do top5 nos três primeiros mundos do The-West.pt, pergunto, sem deixar demasiadas pistas aos adversários, qual é a formula para o sucesso?

Raquel09: (lol…) sucesso teria sido ficar em 1º nalgum deles. Gosto muito deste jogo, desde o inicio tive a preocupação de o entender, fazer trabalhos que me dessem muita experiencia e ao mesmo tempo completar as aventuras. E fui subindo…

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Sudritter: A nossa primeira entrevista foi ao Manowar, jogador que no mundo em que joga chegou em primeiro ao nível99, demorando aproximadamente um mês até o 2º conseguir isto, o que acha deste feito?

Raquel09: Dou os Parabéns ao Manowar!!! Mas não posso deixar de referir que para mim o melhor jogador do the-west foi o Mav3rick. O melhor em todos os sentidos… Em ranking, em participação e actividade, em disponibilidade para ajudar, na construção da cidade Gotham. Num conjunto de coisas que faz dele o melhor jogador do west.

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Sudritter: Entrou no Mundo um perto da abertura do mesmo, ou andou “a correr atrás do resultado”?

Raquel09: Penso que entrei quase no inicio, o jogo tinha começado há poucos dias. Mas no inicio estava muito atrás no ranking. Fui estabelecendo objectivos e o primeiro deles era chegar à primeira página do ranking e consegui. Depois era aproximar-me o mais possível do topo e cá estou. A partir daí o meu objectivo passou a ser alcançar o Mav3rick. 😉

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Sudritter: Certamente só com dedicação e esforço 🙂
Dos mundos em que joga actualmente, acha ter preferência por algum deles?

Raquel09: Sem dúvida o mundo 1… embora no 2 tenha conseguido estar em primeiro e nessa altura fiquei satisfeita.

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Sudritter: Durante o seu tempo de jogo deve ter feito inúmeros amigos e companheiros, considera que estes o ajudaram a aprender o jogo como aprendeu, tendo devido a eles os resultados que hoje tem?

Raquel09: Claro que sim… Conheci muita gente no jogo e apenas no jogo. Sem eles não saberia o que sei hoje. Ensina-se e aprende-se.

Claro está que me ajudaram jogadores aliados, bem como jogadores de outras alianças.

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Sudritter: Alguém em especial? Poderá ser esta a oportunidade de um agradecimento/homenagem em público 😛

Raquel09: Bem… referir todos os nomes aqui seria extenso e poder-me ia esquecer de algum, mas tenho de referir alguns jogadores com quem privei mais de perto e me marcaram mais, DeltaPsi e Darkmafia, com quem iniciei o meu jogo na Madeira death valley e o Mav3rick a minha referencia durante quase todo o jogo.

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Sudritter: Um tema que tem vindo a ser polémico são as alianças, acha que são propícias ao jogo? Ou que se perde um pouco da essência do West ao jogar com “meio mundo aliado” como dizem os críticos?

Raquel09: No inicio quando começaram as aliança havia muitas e o espírito era muito interessante. Com o decorrer do jogo as alianças foram-se unindo e hoje existem poucas. Mas gosto deste espírito, Transforma o jogo num jogo ainda mais de equipa, combatendo o individualismo.

Quando iniciei o jogo no mundo 2 tinha a ideia de o jogar sem cidade… a título individual, mas logo percebi que não tinha graça nenhuma 😉

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Sudritter: Outra polémica: Ultimamente têm havido várias acusações de batota no jogo, nomeadamente duelos de push up, de modo a subirem mais rapidamente no ranking, principalmente com a chegada ao nível 99 e a corrida pelo lugar de honra isto agravou-se, tem uma opinião sobre isto?

Raquel09: Tenho uma opinião clara sobre isso. Acho que existe mesmo batota nesse sentido. Como referi jogo o The-west desde o inicio e portanto estranho que agora alguns jogadores nestes ultimos 2/3 meses tenham galgado lugares no ranking tão rapidamente,

Nomeadamente dei-me ao trabalho de controlar a situação e verificar que determinado jogador no final de um dia de trabalho perdia tantos duelos como os que ganhava…

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Sudritter: Como sabe, os melhores jogadores começaram a atingir o nível 99, qual a sua opinião sobre este bloqueio a um nível, e como será o jogo para si depois de atingida esta meta?

Raquel09: Uma chatice (lol)

Estou muito perto de o atingir no mundo 1, mas não penso desistir. Depois vou andar a passear pelo jogo, a tentar ganhar medalhas e a participar em batalhas e ficar à espera de uma actualização que altere essa regra.

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Sudritter: Engraçado falar em medalhas, o que acha delas? São um mistério, ou somente mais um ícone estético?

Raquel09: Sinceramente não sei, mas espero que sejam um mistério… por isso vou trabalhar para as conseguir.

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Sudritter: Continuando nos mistérios, uma pergunta que também fiz ao Manowar, dentro do jogo, é religiosa?

Raquel09: Rezei durante quase todo o jogo, mas ultimamente não tenho paciência para rezar e não me tenho dado mal com isso. Não notei diferença nenhuma…

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Sudritter: E sobre as 3 chaves, pretende tentar desvendar mais este enigma?

Raquel09: Já tenho uma chave e claro que gostaria de ter as 3 para ver o que acontece. Essa parte dos mistérios neste jogo é muito gira. (Lol)

Agora ando a juntar todas as armas que não existem à venda nas lojas para tentar ver se a sua existência também é um mistério.

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Sudritter: Hum, ja vi que temos uma jogadora com iniciativa para descodificar o jogo 🙂
O que achou da implementação dos fortes? Considera que são uma mais-valia para o jogo?

Raquel09: São sem dúvida uma mais-valia. Confesso que no inicio não achei muita graça aos fortes. Estava numa fase em que dedicava menos tempo ao jogo e tive algum tempo até perceber a sua dinâmica. Quando entendi comecei a gostar e nesta altura são essenciais para que o jogo prossiga. Estava-se a tornar monótono antes do aparecimento dos fortes.

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Sudritter: Falemos um pouco de si, como consegue relacionar estes 3 mundos com a sua vida pessoal, é complicado?

Raquel09: Muito. Isto de nos queremos licenciar em ” Westologia ” não é tarefa fácil. Durante o dia é só por o boneco a trabalhar e à noite é que dedico um pouco mais de tempo ao jogo.

Normalmente durante o dia só venho dar uma espreitadela para ver como está a correr.

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Sudritter: Em média, quanto tempo passa mais ou menos por dia no jogo?

Raquel09: Pergunta complicada… ultimamente desde que chego a casa até que me deito estou no jogo. Não necessariamente a 100%, Mas tenho dedicado algumas horas, mais do que as que devia. São fases, umas dedico mais outras menos. Agora empenhei-me em unir a aliança UTF e torna-la um pouco mais activa, mas começa a ficar complicado gerir tudo. 🙂

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Sudritter: Caminhando para o fim da entrevista, tem alguma sugestão para o melhoramento do jogo?

Raquel09: Como disse no inicio gosto muito deste jogo e estou certa que haverá sempre o que melhorar, mas no geral acho muito bom. Na minha opinião faltam 2 coisas essenciais, um chat (ou no jogo, ou pelo menos nas batalhas), e mais aventuras.

E já agora… gerir os telegramas é muito complicado. Devíamos poder escolher os telegramas que queremos ver por nome de jogador e deveria haver a possibilidade de criar pastas por exemplo “jogadores por cidade”.

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Sudritter: O chat vem a caminho 🙂 As aventuras… Bom penso que dependerá se haverá ou não alteração na limitação para o nível99.
O que considera desta iniciativa, das entrevistas e artigos no jornal para a comunidade?

Raquel09: Acho uma boa iniciativa. O the-west é já uma grande comunidade e iniciativas como as que referiu servem para dar um pouco de “vida real” a esta mesma comunidade. É interessante!

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Sudritter: Para terminar, tem alguma sugestão para a gerência, suporters ou moderados dos mundos The-West portugueses?

Raquel09: Trabalham bem (Lol). Não tenho qualquer sugestão a fazer, até porque sempre que precisei não tive qualquer problema.

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Sudritter: Queria Agradecer em nome de toda a equipa pelo tempo despendido para a entrevista, é sempre bom termos um feedback por parte dos utilizadores, pessoalmente desejo-lhe boa sorte na chegada ao nível 99, e também na vida em Geral. Obrigado

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Como segunda entrevista, penso que escolhemos a pessoa certa, interessada pelos mistérios, ao contrário de muitos, passou tempo a rezar, opiniões sobre temas polémicos, mais uma vez, parabéns a jogadora 🙂

Sudritter

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Comentários à entrevista no tópico do Fórum do The West: http://forum.the-west.com.pt/showthread.php?t=15884

Relações de Maio a Setembro…

Ao ler alguns dos comentários do artigo anterior deparei-me com algo que já em certo aspecto fez parte da minha vida e complicado de se lidar…

Com toda a certeza isto toca em dois aspecto complicados de qualquer relação que (ainda) não existe… a diferença de idades e o receio da tampa.

Sobre a idade, tenho a dizer que isso é indiferente, como o nome do artigo se apelida Maio a Setembro serve para catacterizar relações com diferenças de idade até aos 10 anos, ora Maio a  Dezembro já são para diferenças de mais de 10 anos e até aos 20 de diferença.

Como disse logo no inicio, considero que a idade é um factor irrelevante (desde que não haja uma ilegalidade) a determinar se uma relação deve ou não existir. Existem vários casos “mediáticos” de relações que funcionam com grandes disparidades de idades, veja-se: Demi More, ou Michael Douglas…

Quem é que ainda não passou por momentos parecidos como estes?
Gostar de alguém que é mais velho e que sabes que não tens hipótese, mas querer na mesma ela…que difícil…

Eu ainda ando na escola e ter que levar com ela todos (ou quase todos) os dias…não é propriamente bom.
Apesar de o que o que disseram não ter experimentado, mas este de haver esta “barreira” é muito má.No caso descrito é um namorado que anda ai cmg para alem disso é a idade,por acaso ela tem namorado, e não sou capaz de lhe dizer que gosto dela apesar de saber que vou levar uma tampa

Não sei se isto será spam, apenas quis partilhar a experiência.

(comentário de um jogador)

Porém as relações com grandes diferenças de idades são não só o desafio visual para a sociedade como é um grande desafio para o casal. Com a diferença de idades e quanto mais acentuada maior será (possivelmente) os presentes objectivos de vida, um dos tais pode ser casamento e filhos (para quem os quer). É aqui que acima de tudo é preciso uma grande maturidade do casal, em encontrar uma forma de por as coisas em andamento.

O desafio social é outro grande obstáculo,  esqueçam lá os desconhecidos no meio da rua… esses pouco ou nada interferem, a verdadeira dificuldade está na convivência com os amigos das respectivas metades do casal. A cada qual deve caber um grupo de amigos mais próximos, que na sua generalidade devem ser da mesma idade do seu amigo e assim criar mais um “gap”.

Relações com disparidades de idades funcionam, mesmo que a minha experiência tenha sido um tiro ao lado. O que é certo é que estas relações exigem mais esforço que as relações ditas “normais”.

No caso referido, idade e cão de guarda… bem, a falar por mim isso ainda me fascinava mais… mas temos de ver que qualquer tampa é tramada para o ego de qualquer pessoa (mas isso fica para um próximo artigo).

Então sem estragar o próximo artigo,  mesmo sem que uma pessoa se envolva fisicamente com alguém a atracção metafisica é algo deveras poderoso sobre o nosso frágil estado psicológico. É possível que uma pessoa tenha que passar por um luto emocional mesmo sem nunca ter saído com a cara-metade.

O que fazer em tal caso? Existem 2 caminhos, o de fazer algo ou continuar nos bastidores… eu pessoalmente sou a favor do fazer algo. Ficar nos bastidores é apenas alimentar o crescimento de um sentimento que ficará sempre na duvida e sem saber o que irá acontecer (o que mais provavelmente é nada)…

Como nunca fui pessoa de acreditar no fatalismo do destino, pelo contrario sou firme crente que cada qual faz por aquilo que tem, sempre abordei os meus problemas de frente… Se der deu, se não der… oh bolas, está na altura de lamber as feridas…

Existem milhares de pessoas no mundo, com as quais cada um se cruza todos os dias apenas por sair de casa ou por ligar o computador. Se uma tentativa falhar, acredita há mais pessoas no mundo e (estaticamente falando) melhores!  por isso uma tampa até pode ser algo de bom! custa certo, mas quem sabe se não será pelo melhor? Uma coisa é certa, quanto mais cedo se tenta mais fácil e rápida será a recuperação…

Pelo outro lado, imagina que até funciona… os dois até tem tudo para ir longe e uma excelente técnica de engate!? Maravilhoso? Sim, se como disse anterior ambos tiverem os pés bem firmes no chão para se comprometerem a fazer o tal esforço extra para por as coisas sobre rodas.

Honestamente, desejo-vos um bom desfecho e lembra-te há dois tipos de pessoas no mundo, os que fazem por aquilo que querem e o resto.

Santificado Advogado do Diabo 🙂

Economia das relações

Estes últimos dias, estive a trocar umas smses com uma “amiga” numa sub-especie de coro inocente… e a dada altura começamos a utilizar os trocadilhos de termos económicos para classificar o como abordar os relacionamentos.

economics-0Este será um artigo, talvez um pouco difícil de compreender pois utilizarei termos económicos ao invés das famosas metáforas da física e da química – por outro lado ficaram a saber que a minha identidade não se resume apenas às ciências ditas exactas mas também toca as ciências sociais.

Como sempre, os meus amigos e amigas mais próximas preocupam-se com o meu isolamento das relações serias. A minha visão sobre isto mantém-se da na dúvida do investimento à contra partida do lucro. No entanto nesta troca de sinais de fumo electrónicos surgiu o conceito de oferta e procura e como eles tendem a equilibrar-se num mercado perfeito. Verdade, que considero que quase todas as leis aplicadas a fenómenos físicos e sociais se manifestam no conceito interpessoal entre as pessoas.

Se eu procuro uma mulher logo devo ter uma oferta, não só a disponibilidade económica que tenho para despender com ela, mas também todo o resto da minha essência do ser. Então, esta será a parte que deixo a modéstia de parte e tenho de me auto-avaliar no mercado. Então como fazer isto, vejamos a nível económico estou numa situação estável (isto deve ser um ponto positivo em época de crise), o meu status quo social permite-me tratar por “tu logo vens tomar café?” muitas personalidade veneradas por ai fora (creio que isto é mais um ponto positivo), a nível académico – apesar de estar a tirar uma nova licenciatura, tenho provas dadas noutra área (mais que um curso deve ser um mais). Sendo este o embrulho muito mais fica escondido no produto em si.

Então a lei da procura e oferta define-se pelo ponto de equilíbrio de por quanto o produtor irá se livrar do produto e simultaneamente o consumidor está interessado a pagar por isso. Numa relação a equação torna-se ligeiramente mais complicada pois cada parte assume o papel de produtor e consumidor simultaneamente fazendo que as quatro rectas podem nunca se intersectar num único ponto e assim criar apenas uma área negocial na qual uma das partes, ou mesmo as duas ficariam claramente a perder.

Neste ultimo caso, no termo estritamente económico é introduzido os conceitos de luxo. O luxo é dado como um produto raro apenas comparável a um produto inferior cuja sua preferência é denotada quando o consumidor está num patamar económico superior e por esse motivo prefere algo no produto de luxo. Os produtos de luxo não são obrigatoriamente melhores que os “bens inferiores” porém oferecem alguma garantia no produto que os distingue dos restantes, pode ser a marca, a garantia, a imagem, entre muitos outros.

Nas relações o mesmo acontece, e o luxo neste caso pode ser o visual, pode ser o intelecto, o compromisso de esforço, entre muitas variáveis. No entanto o mercado, tal como nas relações, o ser humano é um ser insaciável que procura sempre a máxima satisfação e assim introduziu-se um termo que nos estudos económicos de hoje em dias se tem esquecido, os supra-luxos.

Os supra-luxos são oásis, ou ex-libris de uma dada categoria dos bens são aqueles que se distinguem de todos os outros não só pelos detalhes e primazia de várias qualidades como pela sua raridade. São como aqueles chocolates belgas que uma vez postos à boca rapidamente estamos a tirar o cartão de crédito para pedir todos os da loja, e questionamos como fomos capazes de viver e ser felizes sem conhecer aquele prazer…

O problema na economia das relações é que nem todos sabemos o nosso real valor de mercado, é fácil sobreavaliarmos as nossas capacidades, tal como fazer o exacto oposto e desta forma entramos na tal área de negociação cuja oferta-procura não atingem o equilíbrio desejado.

Que hajam bons negócios a serem feitos por ai, é algo bom! Creio que todos gostam de aproveitar a época de saldos para comprar o item A ou B que antes era muito caro… afinal de contas o lucro é todo do comprador. Porém como se fala de pessoas e por mais que as transforme em objectos, é apropriado ver o outro lado da moeda – especialmente se formos nós a vender-nos por menos – e para tal irei roubar a Lamarck (Biólogo) parte da sua teoria do uso e desuso. Diz-nos este senhor que os órgãos que o ser não utilizar atrofiam-se e os que utilizamos aperfeiçoam-se e vou esquecer a parte genética do caso. Então quer isto dizer que numa relação da área de negociação o pontífice máximo será obrigado a descer o seu nível de compromisso e dedicação e de tal forma desce o seu patamar relativo.

Então, assim sendo, o ser luxoso será degrado… esta é a parte em que muitos leitores devem ficar chateados porque se identificam num dos lados, não merecedores de alguém ou estão com alguém que não os merece – denote-se que o termo merecedor foi apenas utilizado para chatear e não tem qualquer sentido moral, não que esta nota faça alguma diferença.

As boas noticias para os indivíduos nas circunstâncias acima descritas são, ainda estão a tempo de mudar, afinal de contas só a morte é certa porque nunca ninguém de lá voltou para dar informações credíveis – as minhas desculpas a Cristo, mas o sermão dele tinha muita moral associada.

Então à minha amiga, repito, simplesmente acho um desperdício de pessoa estar estragar coisas que gosto tanto em mim e batalhei para moldar e lá chegar. É possível que esteja demasiado qualificado para o cargo de namorado, mas gosto de ser quem sou.

Enquanto houver pecado, não haverá crise.
O herege Advogado do Diabo

Comunicado da InnoGames

Tradução do comunicado “Informação aos jogadores

Devido a varias reclamações recebidas na InnoGames GmbH, decidimos abordar esta situação como um grupo e explicar o processo e os parâmetros utilizados na avaliação desta situação, tal como prevenir futuros bloqueios de outros jogadores pelos mesmos motivos.

Com a abertura do pt12, foi criada uma tribo RUN! com mais de 50 membros com nomes de utilizador iniciados por MC (e na maioria dos casos seguido por uma marca/modelo de um carro).

Todos os jogadores desta tribo (incluindo os que tinham convites em aberto) foram banidos do mundo 12 em modo atacável e permanentemente, pelos seguintes motivos:

  • A tipologia dos nomes iria gerar um numero significativo de denuncias de multi-contas ao sistema de suporte e desta forma pode ser considerado como uma tentativa de ataque à integridade deste sistema.
  • Os nomes de utilizadores foram criados utilizando como inspiração o utilizador MC Ferrari, que devido a diversas e (continuamente) infracções das regras tinha sido expulso do servidor, no nosso ponto de vista isto é uma provocação deliberada à equipa de suporte.
  • O fundador da tribo era já tinha feito parte da equipa de suporte e tinha perfeito conhecimento que esta acção seria considerado como um ataque ao sistema.
  • Diversos membros da tribo utilizaram o fórum publico para provocar os jogadores, para serem notados tendo insinuando serem multi-contas, levando a um aumento de solicitações de suporte.

Esta situação foi apresentada à InnoGames na manha seguinte pelo Administrador de Comunidade e explicado o problema, tal como desenhado um plano de acção que consistiu no bloqueio permanente de todas as contas MC na tribo, tal como os que estavam convidados para a tribo.

Foi-nos também explicado que a maioria dos jogadores nessa tribo eram conhecidos infractores de regras e com um histórico (de jogo) complicado, nas suas contas principais e desta forma estabeleceu-se uma associação desta situação com uma ataque directo à integridade do serviço. Assim, com uma lista entre as contas MC e as contas principais dos jogadores foi decidido:

  • os jogadores com um bloqueio nos últimos 45 dias foram expulsos do jogo;
  • os jogadores com mais de um bloqueio e mais de 45 dias foram expulsos do jogo;
  • os jogadores que organizaram esta situação foram expulsos do jogo;

Após isto, todos os jogadores que discutiram os bloqueios no fórum publico, ou tentaram manipular esta situação a seu favor, tal como criarem protestos massivos (exemplos: alteração de nomes de aldeias, nomes de tribos para MC) também foram expulsos do jogo.

Infelizmente, algum jogador decidiu tornar publico informação pessoal e profissional sobre o nosso Administrador de Comunidade e da sua equipa, estes também foram expulsos do jogo.

Outra circunstância foi detectada, jogadores que tinham sido expulsos do jogo foram aplicadas expulsões do servidor às novas contas.

Ainda mais, estamos informados de site paralelos criados com o intuito de publicidade negativa à nossa equipa portuguesa do Tribos, no nosso ponto de vista isso é uma violação to acordo de serviço, tal como está escrito nas regras de jogo.

Todas as acções efectuadas (pela equipa do suporte) são normais e correctas nesta situação, por isso gostaríamos ainda de informar a comunidade que o jogo é um acordo entre a InnoGames e o jogador, que em casos de utilização incorrecta e tentativas de danificar o funcionamento do sistema e do seu suporte é mais que motivo para terminar este acordo.

Quando é aplicada uma expulsão do servidor (terminação de acordo) significa que o comportamento do jogador não se adequa aos esperado na utilização normal do serviço e por esse motivo não existe um desejo da nossa parte em continuar o acordo.

O facto, que ao registo de uma nova conta é enviado um email de activação, isto é uma confirmação que o utilizador está a aceitar os termos do acordo e ao fazer assume um compromisso de cumprir as condições deste, do nosso lado esta avaliação é feita ao longo do tempo, uma vez que temos imensos pedidos de acordos é nos impossível de simplesmente aceitar automaticamente, isto permite que pessoas com quem foi terminado o acordo possam utilizar o o serviço sem a nossa aceitação ou conhecimento.

Em ultimo ponto, gostávamos de relembrar que jogadores que compram pontos premium, quer dizer que este está a contribuir para o desenvolvimento do jogo, mas não está a comprar o direito utilizar incorrectamente o serviço, nestes casos podemos terminar o acordo.

Traduzido da InnoGames GmbH

Versão 5.4

tribos

Está prevista uma actualização ao jogo para terça-feira (26 de Maio’09) para a versão 5.40, com esta nova versão são esperadas novas funcionalidades e correcção de alguns erros. Lembramos que com a actualização os mundos podem ficar indisponíveis por alguns minutos. .

Assim deixo-vos uma lista das alterações que foram feitas com esta nova versão: .

  • Iniciar sondagens nos fóruns internos das tribos.
  • Será agora possível criar opções de votação dentro do fórum da sua tribo, esperamos assim facilitar o árduo trabalho das lideranças das tribos.

  • Edifício principal: Assim que hajam recursos o link de construção ficará disponível sem ter de carregar a pagina mais uma vez.
  • Para todos aqueles que ficavam a refrescar a pagina à espera dos recursos para construírem mais um edifício agora já não é preciso a pagina irá actualiza-se automaticamente…

  • O código-BB [report_display][/report_display] agora faz parte da barra de códigos.
  • Agora é mais fácil de publicar relatórios no fórum da sua tribo.

  • Primeira Igreja: se um jogador perder a Primeira Igreja poderá construir uma nova, mesmo que já tenha outras igrejas.
  • Anteriormente os jogadores que perdessem a sua primeira igreja e já tivessem uma anteriormente ficavam impossibilitados de a reconstruir noutra aldeia, com esta nova actualização será possível reconstruir a primeira igreja mesmo se o jogador já tiver outras igrejas (normais).

  • Religião: As batalhas com aldeias-barbaras serão sempre com religião a 100%.
  • Todos os ataques a aldeias-barbaras passam a ser feitos com a religião ao máximo, isto é a relegião deixa de ser um factor de penalização no ataque a aldeias-barbaras.

  • Na página de informação de uma aldeia própria serão mostrados todos ataques (apenas em contas premium).
  • Com a nova versão ao visualizar a página de informação da aldeia poderá ver os ataques que se dirigem à mesma, apenas se estiver envolvido como defensor ou atacante e se tiver conta premium activa.

  • Relatórios públicos: o contador de visitar não irá incrementar se for o próprio jogador a visualizar).
  • Agora, o proprietário de um relatório publicado não será mais contabilizado no número de visualizações de um relatório.

  • Bugfix: Não será mais possível cunhar moedas em aldeias que não tenham todos os requisitos de construção da academia, exemplo se o ferreiro for inferior ao nível 20.
  • Agora, cunhar moedas fica condicionado aos requisitos da formação do nobre e da academia, eles são Edifício Principal (nível 20), Mercado (nível 10), Ferreiro (Nível 20), e a Academia.

  • Bugfix: corrigido o problema de (em dadas circunstancias) os ataques na praça de reunião não aparecerem ordenados por tempo.
  • Na versão anterior reparamos que por vezes os ataques, quando visualizados na praça de reunião podiam não aparecer correctamente ordenados, a partir deste momento esse problema não deverá mais ocorrer.

  • Bugfix: não aparecerá mais o link de expansão de um edifício se os requisitos não estiverem atingidos.
  • Só poderá visualizar e executar uma expansão ou construção de um edifício se todos os seus requisitos estiverem preenchidos.

  • Bugfix: ao deslocar o paladino este comando será visível na visualização geral de comandos. .
  • Anteriormente quando se deslocava o paladino de uma aldeia para outra este comando não era visível na visualização de comandos.

  • Bugfix: estreitamento da coluna de mundos nas estatísticas dos mundos.
  • Na versão anterior na pagina de estatísticas, http://www.tribos.com.pt/stat.php ao mudar para mundos mais antigos a coluna dos mundos perdia a sua formatação.

  • Bugfix: ao activar o “mostrar todos os edifícios” no edifício principal, e mudar de pagina e voltar atrás pela função do browser, irá desactivar a opção “mostrar …”
  • Nesta versão ao activar “mostrar todos os edifícios” a opção será guardada, não sendo mais necessário voltar a activar quando mudar de pagina e decidir voltar atrás utilizando a opção “voltar a trás / back” do seu navegador de internet.

  • Bugfix: lista dos últimos 10 relatórios na página informativa de uma aldeia agora aparecem sempre por ordem cronológica.
  • Tal como acontecia com os comandos na página da praça de reunião, na informação da aldeia em dadas circunstancias os ataques não ficavam registado pela sua ordem cronológica. .

  • Bugfix: correcção do ícone de relatório quando o saque for 0/0
  • O erro de ícones nos relatórios sem saques foi corrigido.

    Ricardo, em nome da equipa de suporte do Tribos