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Entrevista a mrmarques64

Negrito: Entrevistador

Fonte normal: Entrevistado


 

1. Boa noite mrmarques64! Obrigado por ter aceite a entrevista. Comece por nos dar uma breve apresentação sua.
Chamo-me Mário Marques, sou de Alcobaça e jogo Grepolis desde 2011 por influência do meu rapaz. O meu primeiro mundo foi o Beta (cerco) onde fui parar no oceano 25 e foi lá que fiz a minha aprendizagem. No entanto, o mundo que me deu mais “calo” a jogar foi o Kappa (revolta). Depois andei a saltitar de mundo em mundo (erro meu aceitar convites quando não tinha disponibilidade para jogar vários mundos em simultâneo) até iniciar o Psi que levei até ao fim. Parte da história do Psi já foi contada (InMemory) faltando apenas a história da Gangada vs Marretas. Mundo perdido por ingenuidade da parte da Gangada (onde me incluo). Talvez um dia a venha a contar na primeira pessoa.
Joguei mais uns quantos de passagem, tendo permanecido mais tempo no Corinto.

2. O que está a achar do mundo até agora?
O mundo está a ser interessante embora estejamos no início. Mundo muito rápido (6x) que exige muita disponibilidade da parte dos jogadores. O aspecto negativo é o cerco ser de 24 horas mas serve para contrabalançar a velocidade do mundo. Se o cerco fosse de 12 horas, penso que já haveria jogadores com mais de 50 ou 60 cidades.

3. O que tem a dizer sobre as criticas de ilegalidades que se tem visto no Fórum Externo que a sua aliança é alvo?
Haverá sempre jogadores que utilizam meios ilegais para alcançar os fins a que se propõem e a existência desses jogadores é transversal na maioria das alianças. Haverá quem utiliza essas ilegalidades na minha aliança? É possível. Não meto as minhas mãos no fogo por alguém.
A questão que se coloca, é como justificar (ou provar) que um jogador utiliza um bot. Os prints apresentados, na maioria das vezes estão descontextualizados e incompletos com falta de informação que leva a quem lê o FE ao engano.
Por exemplo e considerando um delay (ou lag) de -10s a + 10s, se houver um jogador que faça apenas 5 ataques e os meter todos no mesmo segundo, à 1ª vez poderá ter saído a sorte grande mas se repetir mais algumas vezes penso que utiliza um bot. Se um jogador fizer mais de 20 ataques, será expectável que fiquem seguidos e alguns até no mesmo segundo.
No entanto, já tive a experiência (no Psi) de apanhar um jogador que utilizava bot. Cada vez que o atacava a qualquer hora do dia, apanhava sempre as tropas e recursos juntamente com a milícia.

4. Que análise faz do top15 alianças?
Estão presentes alianças muitas boas, com bons jogadores e prevejo um mundo bastante competitivo. Mas daqui a uns meses, o cenário pode mudar radicalmente. Começa-se a pensar nas Maravilhas e muitas alianças mudam o seu estilo de jogo. Outras, infelizmente irão desaparecer.

5. mrmarques64 já é um nome antigo do Grepolis PT, já jogou com grande parte dos jogadores das alianças rivais à sua, o que tem a dizer acerca disso?
Como já jogo isto há cerca de 5 anos é natural que isso aconteça. Hoje joga-se na mesma aliança, amanhã jogamos em alianças adversárias. É sempre bom porque há troca de experiências diferentes, coisa que não aconteceria se jogássemos sempre com os mesmos jogadores.

6. Alguma ambição em especial para este mundo?
Sim, tenho: ganhar o mundo com a minha aliança.

7. Para si, se as maravilhas começassem hoje, que aliança levaria a melhor?
Sinceramente não sei porque há sempre muitas jogadas de bastidores. Nem sempre a aliança melhor colocada leva a melhor sobre as restantes.
Uma regra que deveria ser implementada nas Maravilhas, seria a do recrutamento fechado. Acabava-se com o corrupio de jogadores a entrar e sair para despejar recursos e favores.

8. A aliança MiBR diz que a única pedra vão ter é a sua aliança, Donos do MundO. O que tem a dizer da aliança em questão e para si qual será realmente a pedra do sapato da sua aliança?
Tenho boa impressão da MiBR, com bons jogadores e que estão neste mundo para jogar (e ganhar) à semelhança das restantes. Todas elas me merecem o maior respeito embora saibamos que há algumas alianças mais fortes que outras. Verifica-se pela luta que dão nos cercos, designadamente a SINE e a MiBR. Outras nem sequer temos contacto pelo que é difícil de determinar se são aguerridas ou não.

9. Para terminar, gostaria de deixar alguma mensagem aos nossos jogadores?
Jogar o jogo pelo jogo e respeitar os adversários.


 

Entrevista realizada pelo jogador Academos14

Aniversário do Tribos e do Grepolis ’13

FANTÁSTICO!

A equipa solutions.pt organizou um almoço com as comunidades para festejar, mais uma vez, o 5.º aniversário do Tribos e o 3.º aniversário do Grepolis! Desta vez, no Porto.

Neste aniversário estiveram presentes, da equipa, o Ricardo, o ogait87, o EnteiRocks, a Larkin, a krislete, o Ricardofr, o fersal, o luisphilipus, o Chill Out., o lBOPE, o euu17, o ReD Chaos, a WolfGirl, a goofynas e o InKSane.

Como é tradição o espírito de equipa, este evento não poderia ser contado sem ajuda dos presentes…

Tal como no ano passado os jogadores também foram convidados a participar no evento.

Desta vez, tínhamos como novidade caras novas dos novos moderadores na equipa, como a WolfGirl, uma das primeiras a chegar, enquanto o pessoal se ia juntando aproveitamos para pôr a conversa em dia.

euu17

O motivo principal que me levou a estar presente neste almoço foi o facto de me estar prometido que iria receber um Mac, sim, leram bem, um Mac oferecido pelo Ricardo (com cola e batata frita…).

fersal

A goofynas, logo pela manhã, bem cedinho, fez as orações, despediu-se do cão e dos gatos, vestiu a armadura e seguiu para o encontro com a equipa e os jogadores.

Confesso que estava curiosa para ver quem aparecia e associar algumas caras aos nomes de utilizador.
Por ser no Porto, não havia o stresse do último jantar em Braga e ia confiante que conseguiria perceber que estava perdida antes de chegar ao Castelo do Queijo.

goofynas

O ponto de encontro era o café “Enjoy It”, ao lado da Estrada da Circunvalação.

A WolfGirl chegou mais cedo, porque pensava que ia ter dificuldade em arranjar lugar para estacionar, mas acabou por encontrar um parque quase vazio e o café, que seria o ponto de encontro, fechado.

“Ok, e agora? Vou ficar aqui à espera que alguém chegue…” Passado uns minutos vejo ao longe 3 rapazes. “Será que são? Será que não são da equipa?” Aproximam-se e o Ricardo diz: “Olá.” E eu: “Olá?” E eles apresentaram-se: Ricardo, ogait87 e euu17.

No início estava um bocado envergonhada… Aos poucos foram chegando, alguns com quem eu nunca sequer tinha falado e a esplanada começou a parecer-se mais com o “Mercado da Coscuvilhice”.

WolfGirl

Os novos chegaram bem cedo para “mostrar” serviço.

luisphilipus

Entretanto, outros membros iam-se encontrando no restaurante.

Quando a goofynas chegou ao restaurante encontrou um antigo membro da equipa, o Galrito, que estava num dilema sobre onde amarrar a sua bicicleta. Praticabilidade feminina número 1 by goofynas: “Porque não pedes aos senhores do restaurante para a guardarem?”

Apareceu o InKSane.

Enquanto estávamos em amena cavaqueira a tentar perceber se as pessoas que iam parando no passeio eram jogadores ou colegas que ainda não conhecíamos, o InKSane lembrou-se de ligar a alguém a perguntar por onde andavam. Lá fomos ter com eles a um café [ao suposto ponto de encontro] com uma agradável esplanada e “espetacular” vista para a Circunvalação. Já lá estavam colegas conhecidos e outros por conhecer. É sempre diferente apresentarmos-nos como “goofynas”.

goofynas

Na esplanada…

O Chill Out. tão caladinho… ao contrário do que se passa nas conversas da equipa. O ReD Chaos conversava com o InKSane e o luisphilipus sobre estratégias de guerra e a WolfGirl ficou agradavelmente surpreendida ao reparar que afinal não somos antipáticos.

goofynas

Depois de reunidos, fomos todos para o restaurante, onde já estavam os jogadores à nossa espera – foram identificados pelas lanças e as espadas encostadas à parede.

luisphilipus

A goofynas, o InKSane, o Ricardofr, a namorada do Ricardofr e o luisphilipus puseram-me bastante à vontade a caminho do restaurante e, para mim, foi muito divertido o convívio com toda a gente, em especial com eles. O fersal, o EnteiRocks e o ReD Chaos também foram bastantes simpáticos, mas tive menos contacto com eles.

WolfGirl

No restaurante, novamente para alguns…

Quando chegámos ao restaurante já lá estavam os jogadores, algumas caras até eram conhecidas do jantar do ano passado.

euu17

Já depois de estarmos no restaurante chegou a Larkin com os bolos… por sinal muito bons e com uma decoração a condizer com o motivo da “reunião”.

luisphilipus

Para o lBOPE o evento começou mais cedo, pois começou a jornada até à bela cidade do Porto (lBOPE), um pouco mais cedo que os restantes.

O almoço foi muito agradável, tive a oportunidade de conhecer e de poder conviver com os meus colegas da equipa de suporte do fórum e jogo. Tive também a oportunidade de poder estar com alguns jogadores com quem joguei e ainda jogo. Tínhamos um fotógrafo de serviço, um jogador, que fez questão de tirar fotografias à malta toda. Foi um momento muito engraçado.

lBOPE

O serviço foi bastante bom, volta e meia o senhor empregado aparecia a perguntar se queríamos mais lume que era código para “mais lombo”. Ficou prontamente conhecido como “o senhor do lume”.

Houve bastantes intervalos, o que dava para colocar a conversa em dia com a Larkin, o Galrito e o luisphilipus e por sessões fotográficas deveras irritantes. Mas o responsável (jogador do Tribos) era um senhor bem-disposto e tornava-as menos “torturosas” (ou talvez não)…

goofynas

Depois, durante o almoço lá fomos conhecendo melhor o pessoal, principalmente os jogadores do Tribos, como é claro.

Enquanto aguardávamos pela chegada da krislete, aproveitamos para tirar umas fotografias para a recordação.

euu17

Boa conversa e boa disposição. Ficámos a conhecer melhor o ReD Chaos e a Wolfgirl, que se mostraram bastante simpáticos, foi bom conhecê-los.

Ricardofr

Estavam lá os “suspeitos do costume” , e mais alguns.
Os novos moderadores do Grepolis, alguns deles – os que estavam presentes, pareceram ser bons colegas e vão certamente dar um bom contributo à equipa.
Os outros moderadores, que pessoalmente menos conheço, do Tribos, parecem ser igualmente muito unidos e ativos, contribuíram e bem para uma tarde bem passada entre todos os que ajudam estes jogos a evoluir, e como vemos, para melhor.
Em relação aos “suspeitos do costume”, estão todos no bom caminho, são uns “tinhosos”,  somos amigos, é mais do mesmo, que mais se pode dizer…

InKSane

Fiquei bastante surpreendida com a forma de ser dos membros da equipa, acho que são todos incrivelmente acessíveis e simpáticos, foi o que mais me surpreendeu. Ao longo de todo o almoço não faltou assunto de conversa, toda a gente com boa disposição, piadas não faltaram, e histórias divertidas também não.

WolfGirl

A escolha da sobremesa também tinha deu pano para mangas…

O Ricardo, com a sua voz de comando, comunicou-nos “Aqui é molotov!” ao que prontamente entendemos que era para escolher molotov. Quando o empregado de mesa recolheu o pedido do Ricardo, informou-o de que já não havia molotov. Pelo que houve um urgente rearranjo de pedidos de sobremesas.

goofynas

O almoço decorreu com “normalidade” até à sobremesa, onde o “respeito” foi notório.
Ricardo: “Eu vou comer molotov!”
Os moderadores do Grepolis uns para os outros:
– O Ricardo disse aquilo porque tem de ser molotov para todos?
– Em caso de dúvida… “Molotov”!
Todos escolhiam molotov, até que ficamos a saber que não era “sobremesa obrigatória”, antes pelo contrário, só haviam 2 molotov’s… (UPS)
Lá tivemos de escolher outra sobremesa… (ainda bem, não gosto de molotov… :D)

 luisphilipus

 A sobremesa prosseguiu com outro ponto alto… 

A odisseia do Galrito na sua “matança de formigas”.

luisphilipus

Durante o almoço fomos brindados com a tática do Galrito para matar formigas. Uma coisa posso garantir, no decorrer da história, por mais ideias idiotas que déssemos, não suplantava a realidade.

goofynas

Um dos meus momentos preferidos foi quando o Galrito contou a história de quando ele “catapultou” as formigas para as tentar matar até perceber que não ia conseguir e a Larkin atender o telefone e explicar-lhe como se devia livrar das formigas…

WolfGirl

O momento mais engraçado para mim foi quando o Galrito contou como se livrava das formigas, com fósforos. Essa, sem dúvida, foi a melhor parte do almoço, ri-me a perder. O convívio foi do melhor. Toda a equipa, Grepolis e Tribos, era excelente. Espero que se façam mais convívios destes.

ReD Chaos

Outro foi quando o InKSane contou que passados dois dias de começar a jogar Lagoonia, entrou no jogo e apareceu-lhe uma personagem do jogo grávida, então ele fez logo Alt+F4 e não voltou ao jogo, com medo que ela lhe viesse pedir o dinheiro para sustentar o puto. (Isto contado por ele tem muito mais piada…)

WolfGirl

Após a aguardada chegada da krislete… BOLOOS!

Entretanto, chegou a krislete e podemos passar aos bolos. Bonitos, bem doces e prontos a ser devorados pelos guerreiros presentes.

O primeiro bolo a chegar foi o do Tribos… um guerreiro careca de lança na mão e com ar de corajoso. Mas assim que viu a entrada do Zeus ficou “partido em dois”… foi isso ou a Larkin…

luisphilipus

Foi pena a krislete chegar tarde e não ter almoçado connosco, mas ainda bem que chegou a tempo do bolo, porque adorei vê-la e à Larkin a abrirem os bolos. Foi muito engraçado ver as duas muito compenetradas a tirar os agraves com muito jeitinho e o Ricardo aparecer com a tesoura para cortar os plásticos…

WolfGirl

O final do almoço foi coroado com 2 magníficos bolos com a figura do Paladino do Tribos e de Zeus do Grepolis.

A Larkin matou saudades dos seus tempos de jogadora, cortando as pernas ao Paladino e trespassando-o com a lança. Enquanto que o lBOPE mostrou como se destrói uma muralha, devorando-a. Zeus aguentou firme e hirto até ao fim da celebração.

goofynas

As primeiras despedidas…

Depois de mais umas quantas brincadeiras, piada para aqui e para ali… chegou a hora de sair do restaurante.

luisphillipus

Quando (finalmente) saímos do restaurante, o Galrito foi brindado com a segunda praticabilidade feminina do dia, desta vez by krislete.
Galrito: “Que faço à bicicleta? Vou pô-la em casa? Amarro-a ao poste?”
krislete: “Porque não pedes para a deixar aqui e vens buscá-la amanhã?”

goofynas

E tivemos as primeiras baixas, e de uma estreia, que se foi embora, mas com um sentimento de orgulho para todos.

O que eu mais gostei do almoço do Grepolis e do Tribos foi de conhecer o pessoal, tudo pessoas 5 estrelas. Foi uma boa tarde passada na companhia de pessoas muito engraçadas e simpáticas.  E também da comida, estava deliciosa, como as sobremesas e as entradas.

Quem me surpreendeu foi o InKSane, nunca pensei que ele fosse assim uma pessoa tão agitada e sempre pronto para a “borga”, gostei de conhecê-lo.

As minhas expectativas foram as melhores, diverti-me com o pessoal, foi um almoço bem passado, com boa gente.

ReD Chaos

No final, posso dizer que correu tudo bem, pela parte dos jogadores, pois não estavam armados, mas antes com os dentes desarmados com tanta fome por estarem à nossa espera há muito tempo. Agora quanto ao menu prometido pelo Ricardo, esse foi uma deceção…

fersal

Nova etapa!

O passeio programado foi para um bar em Leça da Palmeira – “Bar da Memória”. Aí, estivemos todos reunidos, seja na conversa, seja nos jogos de cartas.

 luisphilipus

Ao fim do almoço fomos todos até Leça da Palmeira onde durante a viagem, quando perguntava ao Galrito: “Estas a ver o Ricardo?”, ele dizia “Sim, sim, vai ali a frente!”, mesmo quando ele já não ia à nossa frente…

Uma vez lá no bar, houve quem se entreteve a jogar póquer, outros Monopoly Deal e outros, como eu, a ver o jogo do Barcelona.

euu17

Fomos ter um bar muito “bacano”, juntinho ao mar, com música ambiente. Passámos lá um bom final de tarde, foi pena não haver la uma mesinha de matraquilhos ou uma maquinazinha de setas, mas foi também muito interessante. Tivemos também a presença de alguns dos jogadores que foram ao almoço.

 lBOPE

Ainda fiz um “All In”, enquanto outros jogavam aquela cena do… “Rhh Rhh… Luke i’m your father… Rhh…”, lá da guerra das estrelas…

InKSane

De que é que estás a falar, InKSane?! Vá, a goofynas e o luisphilipus explicam…

Além da boa conversa, algumas pessoas dedicaram-se a um feroz jogo de póquer. A krislete e o ogait87 dedicaram-se a um jogo de cartas que tinha regras tão estranhas como “a carta X vale Y, mas se for à segunda-feira, as terças e quintas vale Z, mas só depois do pôr-do-sol, senão vale K mas se estiver associada à carta W” (obviamente, não prestei grande atenção às regras).

goofynas

Um dos jogos em causa nunca tinha visto, e a única coisa que aprendi é que as regras mudam a meio do jogo, literalmente!

 luisphilipus

…ou então, não, não explicam.

Depois de um tempo a olhar (aborrecidamente) para o jogo de póquer, desafiei a Larkin a pegar num dos vários baralhos que tinha trazido e vir jogar. O escolhido foi Monopoly Deal. O início foi meio tremido, depois de 5 minutos a tentar perceber as regras, desviámos o ogait87 para nos vir explicar como jogar. Quando finalmente começámos a sério (a primeira vitória da Larkin não conta) a namorada do Ricardofr conseguiu ganhar um jogo. Perante a nossa incredulidade verbalizada com um “Deixa ver…”, desabafou:
– Porquê que ninguém acredita em mim?

Os jogadores foram saindo de mansinho (ou nós é que estávamos absorvidas no jogo). Quando a Larkin reparou que só restavam membros da equipa, perguntou:
– Quem é que baniu os jogadores todos?

 goofynas

Seguiu-se o jantar em Famalicão

Há noite, já só com os membros da equipa, fomos jantar a Famalicão, e lá é que deu para conhecer melhor a equipa. Tive um contacto mais direto e falei mais à vontade. Depois do jantar, antes de irmos embora, na altura do café, criou-se um debate muito saudável entre o EnteiRocks e a Larkin sobre a tourada, e mais tarde evoluiu para um tema um pouco diferente, “Pessoas vs. Animais” – foi muito engraçado porque ambos tinham argumentos bastante válidos.  Houve muitos outros temas, muitas risadas, muitas mesmo, e gostei imenso.

lBOPE

O restaurante era agradável, a companhia ajudava (a sangria também). Apesar de quando a krislete se sentou queixou-se que a tinham deixado sozinha (na ponta da mesa), mas revelou-se uma localização excelente, porque o empregado colocava tudo à sua frente, inclusive os jarros de sangria.

goofynas  

E entre conversas e comida, lá se foi passando o tempo a voar, até que muito educadamente nos mandaram embora do restaurante porque queriam fechar.

euu17

A conversa prosseguiu animada, tão animada que fomos os últimos a sair do restaurante. E acho que só saímos porque mais uma vez “tivemos de sair” (2 em 2, não perdoamos… :D)
O Ricardo, num ato de gentileza diz ao empregado:
– Quando quiser fechar, diga.
– Já estamos nas limpezas, só falta vocês saírem. (UPS)
E pronto, depois disto lá saímos… mas quais sobreviventes, ainda nos mantivemos “à tona da água”, e permanecemos na mais amena cavaqueira no exterior durante pelo menos mais uma hora.

luisphilipus

O que fica…

Mais uma vez foi um encontro bastante agradável e foi bom conhecer os jogadores (lendários) do Tribos. Tive alguma pena que os jogadores de Grepolis não tivessem aderido a esta iniciativa. Entre os colegas que entraram recentemente na equipa, foi uma oportunidade para nos conhecermos melhor e verificar que somos todos relativamente “normais”.

goofynas

Mais um encontro, cheio de coisas boas e onde o espírito da equipa ficou bem patente. A continuar assim, ninguém nos pára e seremos cada vez mais e melhores!

luisphilipus

A desilusão maior foi não terem aparecido jogadores do Grepolis, isso acabou por entristecer um pouco.
Em resumo, foi um almoço muito divertido e foi um prazer conhecer todos pessoalmente. Só tenho a agradecer por me receberem tão bem e me porem completamente à vontade.

WolfGirl

E assim finalizou mais um encontro, como de costume, muito agradável e aguardar até que outros venham.

euu17

Chegou a horinha de ir embora, e posso dizer que adorei o dia por completo. Há malta que não foi, e falo em concreto dos outros novos moderadores, como eu, mas acho que foi muito importante este contacto “cara-a-cara” com a equipa e perderam um grande dia.

lBOPE

Sem dúvida uma experiência única e inesquecível. Apesar de ser a primeira vez, todos se mostraram atenciosos e incentivaram-me a dialogar um pouco mais com eles. Fiquei a conhecer um pouco mais de todos os que se encontram para lá do ecrã, com quem todas as noites temos conversas fiadas.

Encontrei também colegas e amigos de alguns mundos do servidor português, com quem compartilhei experiências adquiridas ao longo destes anos.

É com orgulho que digo que nunca esquecerei este dia.

 Chill Out.

Foi uma uma boa experiência. Malta porreira e os bolos fenomenais.
Aguardo pelos próximos e espero estar lá outra vez e, se puder, até ao fim 😉

InKSane

Foi um encontro cheio de boa disposição, como de costume. Foi bom conhecer os jogadores do Tribos e, felizmente, a equipa Grepolis compareceu em força para contrabalançar os números.

Espero que o próximo aniversário seja tão ou mais divertido que este e obrigado a todos por este bom momento que passámos.

Ricardofr

Vejam como foi o convívio, seguindo as nossas páginas no Facebook:
http://www.facebook.com/solutions.pt
http://www.facebook.com/Tribos
http://www.facebook.com/Grepolis.PT

A equipa solutions.pt deixa um especial agradecimento a todos os membros e jogadores presentes por mais um excelente e inesquecível aniversário e que, para o ano, possamos contar com a vossa presença e de mais!

Vencedores do Mundo 18

Uma nova tribo é consagrada vencedora! O Mundo 18 chegou ao fim e das chamas a tribo Fènix, O Renascimento elevou-se no trono declarando-se vencedora com o total de 386.518.753 pontos e 39.241 aldeias!

Parabéns aos vencedores do Mundo 18!

Tribo vencedora: [@] Fx
1.º classificado: Mayada (IM)
2.º classificado: TORMENTER (IM)
3.º classificado: plick ([@] Fx)

Podemos concluir que o top 15 foi severamente disputado entre os jogadores da tribo [@] Fx e IM ao longo da batalha pelo 1.º lugar na classificação.

Mas ainda assim conseguiram dominar o Mundo 18, saindo-se vitoriosos!

O jogador que terminou em 1.º lugar na classificação foi o Mayada, com 14.493.897 pontos e 1.310 aldeias (11.064 média de pontos por aldeia).

Logo a seguir, em 2.º lugar na tabela, ficou o TORMENTER (14.387.056 pontos) e em 3.º plick (13.375.579  pontos) respetivamente.

Nos oponentes derrotados, na classificação das tribos, verificamos que a [@] Fx não conseguiu a liderança, ficando em 2.º lugar na classificação perdendo o 1º lugar para a Tribo oponente IM, que lidera a tabela com 3.552.416.217 Mio.

Em termos de oponentes derrotados pelos jogadores, o jogador merkkurio liderou a ofensiva com 110.895.312 Mio. e o jogador Crómium na defensiva com 137.457.628 Mio.

Configurações do Mundo 18

Início: 01 de setembro de 2010
Fim: 10 de janeiro de 2013

A equipa do Tribos felicita a tribo [@] Fx e o jogador Mayada pelas suas vitórias!

Entrevista a z333, vencedor do Mundo 21

z333
z333, vencedor do Mundo 21

Me God: Iniciando da melhor forma e utilizando uma pergunta “praxe”, como conheceu o Tribos?

z333Conheci o tribos quando pesquisava na Internet jogos medievais.

Me God: Em breves instantes, por favor, conte um pouco da sua história no jogo.

z333Entrei no Mundo 1, que foi o meu primeiro contacto com o Tribos. Entretanto abriu o Mundo 3 e entrei de início e foi onde aprendi a jogar Tribos, mas ao fim de ano e meio tive de desistir. Mais tarde voltei e entrei no Mundo 21.

Me God: Como encarou o início do jogo? Que conselho transmitiria a um novato para se tornar um grande Jogador?

z333No início de jogo tive bastante trabalho, pois formei, juntamente com alguns amigos, uma tribo, mas para a qual tivemos que recrutar mais jogadores o que foi um pouco complicado no início… Aos novatos, o conselho que lhes dava era serem ativos, ter vontade de aprender e espírito de equipa.

Me God: Está satisfeito com o seu feito no Mundo? Sempre foi esse o seu objetivo?

z333: Sim, fiquei muito satisfeito, depois de ano e meio de muito sacrifício, de muitas horas passadas no jogo, vencer a classificação individual e coletiva, foi uma enorme satisfação. Inicialmente, nem sonhava que iria ganhar o mundo porque quando entrei apenas vinha com o intuito de passar um bom bocado com uns amigos, mas à medida que o tempo foi passando o jogo tornou se mais sério e o nível competitivo veio ao de cima.

Me God: Qual o momento em que sentiu mais dificuldade para se manter no topo da classificação?

z333: A altura em que senti a classificação ameaçada foi com 2 senhores, que curiosamente era da minha tribo. Passaram meses a fio a conquistar bárbaras e mais bárbaras e não colaboraram com a tribo, nem com ataques, nem com defesa. Aí sim, senti ameaçada a minha classificação devido aos papa bárbaras.

Me God: O que mais o cativa no jogo?

z333O espírito competitivo, a amizade que se cria e o convívio.

Me God: Tenciona alcançar o mesmo feito noutro Mundo?

z333Não tenciono, porque não me vejo a ter o tempo que disponibilizei para vencer o Mundo 21, mas continuarei certamente nos primeiros lugares dos mundos em que eu entrar.

Me God: Acha que o Tribos influenciou de alguma forma a sua vida fora do jogo?

z333Sim, certamente em alturas da minha vida influenciou, por vezes tornámos o jogo num vício e esquecemos-nos um pouco da realidade.

Me God: Uma vez que o Mundo 21 terminou há algum tempo, sente saudades?

z333Sim, bastantes… Tenho saudades do grupo que formámos, saudades das conversas que tínhamos, do convívio e neste momento começamos a perder o contacto com alguns.

Me God: Para terminar, gostaria de deixar algumas palavras à Comunidade?

z333Quero agradecer ao Ferreira, um grande amigo e o grande obreiro da vitória no Mundo 21. E a todos os que jogam Tribos, quero relembrar que isto é apenas um jogo, um passatempo, e que na vida temos a família em primeiro lugar, por isso, tudo o que se passa aqui no Tribos nada tem a ver com a realidade. Os desentendimentos no fórum, isso tudo…, por vezes é provocado e nada passa para a realidade e a prova disso mesmo é os jantares que fazemos, inclusive com jogadores que num passado era inimigos… Divirtam-se…

Me God: Obrigada pelo seu contributo e participação e boa sorte para as próximas etapas.

Entrevista aos líderes da tribo vencedora do mundo 19, HMetal

aussieeagle
Nome: Fernando

bakkkano
Nome: Miguel

Parabéns pela conquista do mundo 19, o mundo mais rápido a fechar até agora na história do Tribos, com 645 dias!

aussieeagle – Entreguei a responsabilidade desta entrevista ao meu co-player bakkkano. Ele é, sem dúvida, o líder carismático da Heavy Metal (HMetal) e sem ele nenhum de nós chegaria ao fim, ele é sem dúvida um grande jogador e um estrategista de grande categoria, um grande amigo e companheiro de armas.

1. Antes de começarmos, tem alguma música para sugerir, para acompanhar a leitura da sua entrevista?

bakkkano – Deixo a música dos Manowar – Brothers of Metal, é o nosso hino e esta música foi feita a pensar na HMetal.

2. Conte-nos um pouco sobre a história da Heavy Metal. Como surgiu este projeto?

bakkkano – O projeto Heavy Metal no mundo 19 surgiu graças a uma iniciativa de um amigo meu, conhecido por novaoeiras, que falou comigo e decidimos uma semana antes do mundo abrir criar uma tribo com intuito de vencer o mundo. Em conjunto com o meu co-player aussieeagle formámos a tripla da liderança da HMetal, que durante todo o jogo deu os seus frutos.

3. O que tem a dizer acerca das dificuldades deste mundo? Da competição ao longo destes quase 2 anos de jogo? Os prognósticos que fazia sobre as tribos e jogadores para este mundo corresponderam com a realidade? E sobre as configurações?

bakkkano – Começando pelo fim, achei as configurações fantásticas. Boa velocidade, sem igreja e nobres baratos. Tudo isso ajudou a que este mundo fosse bastante concorrido e de muita qualidade.

Todos os prognósticos que fizemos sobre as tribos que participaram por norma, dada a nossa boa organização interna, tínhamos relatórios bastante precisos sobre quem eram os nossos potenciais adversários e quais os fatores positivos e negativos que apresentavam. Esses relatórios eram atualizados mensalmente e em conjunto era debatido pela liderança da HMetal, onde e quando devíamos atuar.

Achei um mundo interessante e com um grau de dificuldade médio/alto. Ou seja, no início apresentaram-se cerca de 15-20 premades com jogadores bastante conhecidos do nosso servidor e com experiência em liderança de tribos de renome, posso referenciar algumas como a =C=, NVS, URUZ, 666, SQUAD, entre outras. Sabíamos à partida que o nosso sucesso seria difícil, mas estávamos confiantes quanto à possibilidade de fechar o mundo.

4. Quando entraram para este mundo traziam algum objetivo definido? Alguma vez o viram em risco?

bakkkano – À entrada no mundo 19 só tínhamos um objetivo na mente: era fechar o mundo e jogar por diversão. Sentimos desde o momento inicial o risco, como é obvio, visto o Tribos ser um jogo de longa duração onde diversos problemas surgem e no qual são os líderes os primeiros que devem estar prontos para resolver todos os problemas e obstáculos que possam surgir. Em todas as guerras que entrámos sempre houve risco, mas dada toda a estrutura da HMetal, desde a sua liderança, o seu conselho tribal e todos os guerreiros que honraram a tribo, conseguimos graças ao nosso espírito de entre ajuda transformar os riscos em riscos calculados na sua maioria das vezes.

5. O grupo da HMetal, em termos de membros, poucas mudanças teve desde o seu aparecimento, correto? O que acha do grupo final que acabou o mundo 19 consigo?

bakkkano – Como todos sabemos o Tribos é um hobby onde passamos algum tempo em diversão com amigos e acima de tudo é feito de evoluções, nem sempre o grupo inicial é aquele que consegue concluir os mundos devido a vários fatores como a falta de tempo, escola, trabalho, família, cansaço, etc. O importante é saber manter um grupo motivado e com objetivos bem delineados sem prejudicar em demasia os aspectos familiares e/ou profissionais. Congratulo-me pelo núcleo duro inicial da HMetal praticamente ter todo ele chegado ao fim, e durante o nosso trajeto é obvio que demos sempre oportunidade a outros jogadores fazerem parte do nosso projeto. Esta evolução metamórfica acima de tudo tem como objetivo de manter sempre os níveis de prontidão nas nossas necessidades de jogo elevadas e aceitamos estes recrutamentos como uma ferramenta do jogo.

O grupo que chegou ao final posso afirmar que foram uns apaixonados pelo jogo, porque vindo a última grande guerra o jogo por si só perdeu o seu interesse e foi uma fase mais de paixão pela tribo que nos levou até ao seu terminus.

6. É considerado um líder experiente neste jogo com atributos invulgares. Teve muitas dificuldades com este grupo? Partilhe connosco algumas das suas estratégias para motivar os jogadores resistirem no jogo – quase 2 anos de luta constante, não e para qualquer um, tanto para membros, como para lideres.

bakkkano – As dificuldades de gestão de massas existem sempre dada a grande variedade de personalidades que encontramos no jogo, uns mais emotivos, outros mais reservados, outros explosivos. Enfim, todos eles fazem falta numa tribo e a liderança da HMetal pela sua experiência, tanto no jogo, como na vida real, sempre soube gerir na base do diálogo todas as dificuldades emergentes das diversas personalidades dos jogadores. Ser líder não é um estatuto, ser líder é saber ouvir os seus companheiros de guerra, é saber motivá-los, é saber estar com eles nos momentos mais difíceis e sempre disposto a ajudar. Um aspeto que tento sempre transmitir a quem joga comigo é ter sempre uma atitude de altruísmo e estar sempre pronto a ajudar o próximo. Se todos os jogadores de uma tribo conseguirem ultrapassar esta barreira irão ver que tudo se torna muito mais fácil e o jogo mais fluído. Outro aspeto é a motivação organizacional, motivar com organização, transmitir objetivos de forma motivadora, juntar ao máximo os extremos da tribo e saber orientá-la é outra vantagem que a HMetal sempre teve.

7. Qual foi a sua guerra preferida? Porquê? Que dificuldades sentiu? Teve de disponibilizar muito tempo para planear estratégias, planear coordenados, nessa guerra?

bakkkano – No fundo tenho preferência por todas as guerras em que participámos no mundo 19, porque todas elas têm os seus aspetos positivos e negativos. Análises, estudos, estratégias, táticas e todas as guerras são diferentes. Desde o início encarámos os adversários com respeito e sem menosprezo. Em relação ao tempo que disponibilizava para planear e arquitetar os coordenados da tribo sempre foi bastante célere, devido a ter um conjunto de amigos no conselho da HMetal onde cada um tinha a sua função: um fazia relatórios sobre os adversários ou potenciais adversários, outro assumia uma atitude passiva junto dos adversários para analisar a sua estrutura, outros estavam ligados à parte tática da tribo. A minha função era apenas de organizar coordenados e orientar a direção da tribo, onde utilizava uma ferramenta criada por mim no Excel e consigo preparar coordenados em 5 minutos, logo o tempo dispensado nestes assuntos era mesmo muito reduzido.

8. Como todos sabemos, uma parte do seu grupo, também participou no mundo 2, onde travou uma grande guerra com a vencedora desse mundo. O que acha que mudou desde o mundo 2?

bakkkano – Sim, participámos numa guerra de viragem do mundo 2, onde a PAX conseguiu ser a justa vencedora do mundo 2 graças a essa vitória. Desde daí o Tribos mudou bastante, começando pelas novas configurações e gráficos introduzidos, tem tido melhorias significativas.

Ainda sou do tempo em que para fazer tropas tinha de ir aldeia a aldeia (imaginem fazer tropas em 1000 aldeias depois de 2 horas só a fazer tropas, nem pensava em farmar). Hoje clico em 2 botões e tenho isso feito.

Portanto, os mundos mudaram muito, para melhor, apesar de achar que as melhorias em termos do jogo jogado foram bastante ao encontro dos jogadores, existem medidas especialmente realizadas nos últimos mundos que, na minha opinião, vão contra aquilo que a chamo de verdade do jogo, como as medidas colocadas por troca de pontos Premium que ajudam na evolução do jogo sem ser um ato prático dos jogadores. Estes são os aspetos no qual acho e tenho a certeza que tornam o jogo menos atrativo.

No entanto, não deixo de sublinhar a excelente iniciativa do Assistente de farming, que veio ao encontro das necessidades dos jogadores. Deixo também uma sugestão para a criação de um Mass Attack Planner, porque penso que é algo que falta na estrutura deste jogo, quem sabe um dia não teremos isso criado.

9. Como se sentiu quando percebeu que a sua tribo, HMetal, tinha nas mãos a fase final no mundo 19? O que sentiu quando constatou a vitória e a sua tribo? Transmitiu alguma mensagem à sua tribo em especial?

bakkkano – O sentimento de dever cumprido, e agradeci a toda a tribo o contributo que deram em prol da nossa saudosa HMetal, mensagem essa direcionada a todos os que participaram nesse projeto mesmo aqueles que por uma razão ou outra tiveram de nos deixar mais cedo.

10. Agora mais a nível pessoal. Em que trabalha? Como consegue conciliar o jogo e a sua vida pessoal?

bakkkano – Sou consultor e consigo conciliar a parte profissional/familiar com o jogo graças ao meu grande companheiro de batalhas, o Fernando. Sem ele não conseguiria conciliar o meu tempo para o hobby de forma mais ativa.

11. Os convívios são algo cada vez mais frequente nos grupos de jogadores que jogam juntos há algum tempo. A HMetal também costuma organizar esses momentos? Considera importante no desenrolar do jogo e para a tribo?

bakkkano – Esse para mim é o aspeto mais importante no jogo. Conhecer a maioria dos jogadores da HMetal através de diversos convívios que organizamos, almoços, jantares que foram imensos, onde discutíamos as estratégias, técnicas, peripécias. Enfim, um momento de lazer onde só se fala de Tribos, vale a pena e ajuda na coesão da tribo.

12. Na última entrevista feita ao jogador W@tchman (da tribo vencedora do mundo 15), ele partilhou uma pergunta que gostaria de fazer a um futuro líder vencedor: “Valeu a pena e deu-lhe gozo chegar até ao fim?

bakkkano – Este foi o meu terceiro mundo que conclui e o primeiro no PT, claro que deu prazer em concluir o mundo 19, foi esse o objetivo a que nos predispusemos desde o início e na companhia dos meus “meninos” mais saboroso foi. É sempre um momento especial saber que atingimos o fecho de um mundo em tempo recorde.

13. Que conselhos sobre liderança daria a outros líderes?

bakkkano – Os conselhos que posso dar aos líderes de tribos são simples. Sejam pacientes, objetivos, racionais, organizados e nunca receiem tomar decisões. Acima de tudo divirtam-se e defendam sempre os vossos.

Aproveito também para aconselhar a leitura de um livro intitulado “A Arte da Guerra”, de Sun Tzu. Os ensinamentos que nele transmitem podem sempre introduzir na gestão da vossa tribo. E acreditem, funciona!

14. Gostava de deixar alguma mensagem aos nossos leitores ou à sua tribo em especial?

bakkkano – Desejo a todos sempre muita diversão no jogo, muito fair-play e sejam sempre cordiais com os vossos adversários. Hoje são adversários, amanhã companheiros de tribo. Mas acima de tudo saibam separar as águas. Todos os Metaleiros sabem que da minha parte sempre tiveram tudo e sempre terão. O nosso grito de guerra sempre foi “NO MEN NEVER WALK ALONE” e continuará sempre a sê-lo.

Agradecemos a sua disponibilidade e mais uma vez felicitamos a tribo HMetal pelas suas conquistas.

Reset, a vencedora do Mundo 5

“Como ponto prévio, gostaria de referir que o meu objetivo inicial com esta entrevista era fazer as coisas de maneira diferente do que tem sido nos mundos que terminaram. Ou seja, não ser eu, o líder, a falar, mas dar voz a todos os que quisessem da Reset para serem eles os entrevistados. Para o efeito solicitei internamente que todos contribuíssem com um pequeno texto sobre algum momento específico do jogo que os tivesse marcado, falassem do que é a Reset e o que permitiu chegarmos ao final da maratona em 1.º lugar. Por isso mesmo, ao longo desta entrevista, irão encontrar respostas não só do Hélder, mas também, de vários jogadores da Reset.”

Para começar gostaríamos de saber quem é o Hélder, o que faz e como conheceu o Tribos?

Sou uma pessoa normalíssima que gosta muito pouco de falar dela em público e com uma família que me faz lembrar todos os dias que tudo vale a pena. Tenho 41 anos, com uma atividade profissional ligada àquelas coisas chatas e aborrecidas como finanças, controlo de gestão, contabilidade e fiscalidade e a nível pessoal sou casado e tenho 2 filhos.

Conheci o Tribos há sensivelmente 4 anos. Sempre gostei de jogos de estratégia e, na altura, quis o destino que as minhas procuras online me levassem até ao Tribos, mais concretamente ao mundo 3.

O que começou por ser apenas uma tarefa como o de ligar a televisão e ver um filme quando me apetecesse, rapidamente se transformou num hobby viciante e intenso. Muito por culpa de um grupo de pessoas que aprendi a conhecer e a trabalhar em equipa nesse mundo 3 e que alguns deles se mantiveram comigo até ao final deste mundo 5, razão pela qual estamos hoje a conversar.

Certamente que se lembra dos seus tempos no início do jogo, quando pouco ou nada sabia em relação ao Tribos. Como foram esses inícios no jogo?

Comecei a jogar talvez em julho de 2008 no mundo 3 com o nome de utilizador Nero the Rott em homenagem ao meu rottweiler que se chamava Nero. Em 03/08/2008, e por questões de proximidade, “ofereci-me” a uma tribo pequenina chamada NF|P (Nightfighters|P), liderada pelo cmtf e começo então a perceber, pouco, mas a perceber, a dinâmica do jogo.

Sempre na vida fui pessoa de projectos longos, pautando sempre a minha conduta por valores como lealdade, ética e integridade. Com isso, posso dizer que a NF|P foi a 1.ª e única tribo em que estive até ela terminar. Terminou com um ultimatum de uma tribo maior e nome no mundo 3 na altura, que se chamava N.O.M. (Nova Ordem Mundial Elite pro). Ultimatum esse que foi mais ou menos: “ou vocês veem para cá ou então desaparecem do mapa”. Nós, pequeninos, que éramos inexperientes, mas que já dávamos nas vistas pela forma aguerrida e unida (ingenuidade talvez?) com que nos metíamos com todos, grandes, pequenos, vedetas do Tribos e afins, chegámos a ponderar não aceitar o “convite amistoso”, mas dado o interesse de alguns de nós em continuar a jogar, lá aceitamos integrar a N.O.M.. O nosso líder da altura, cmtf, decidiu assim e eu aceitaria a decisão qualquer que ela fosse. Até porque eu andava tipo “barata tonta” a absorver tudo sobre o jogo com a curiosidade típica de um miúdo à descoberta.

Não obstante, a integração nunca aconteceu na sua plenitude pela forma como se deu o convite. Surge nessa altura (novembro de 2008) a abertura do mundo 5.

Uma nossa colega e amiga de jogo, a *mr*, começa-nos a sondar em replicar a NF|P no mundo 5 e lá vamos nós. Assim começa a nossa aventura no mundo 5 em dezembro de 2008.

Tínhamos uma líder empenhadíssima (*mr*) e um grupo de pessoas entusiasmadas pelo jogo pelo que na altura eram tudo maravilhas. Íamos fazer e acontecer. Já estava ganho e ainda nem tínhamos começado J.

Aqui vale a pena realçar um episódio que espelha bem o meu nível de “noobice” que em boa verdade se mantém até aos dias de hoje.

Entro no mundo 5 com o meu nome de utilizador de sempre, Nero the Rott, em 5 de dezembro de 2008. Vamos todos para aquele que se tornou o primeiro continente a ser dominado pela Reset (Click Restart), o K42.

15 dias depois, ando eu a evoluir a minha aldeiazita e a explorar as opções da conta e, quando dou por mim, tinha apagado a minha conta – não me perguntem como fiz, porque nem eu sei bem. O que é certo é que nessa altura a frustração foi tanta que decidi dar por terminada a minha participação no Tribos.

Depois de muita insistência dos meus colegas começo a jogar com a conta pela qual me conhecem no mundo 5, eecaveira.

Seguramente este será o melhor episódio para responder à sua questão.

Como nasceu este projeto?

A Reset veio ao mundo a 22 de fevereiro de 2009.

Mas para responder a esta pergunta deixo aqui o testemunho de um jogador da Reset, o Beat m up, e que espelha bem o que foi a Reset nos seus primeiros meses de vida.

Para quem não sabe, o Beat m up era o líder da Fun! (Have Fun!). Nos primórdios do jogo decidiu-se juntar estes dois pequenos grupos de jogadores, o nosso (NF|P) e o deles (Fun!), dando origem à NFun! (Have some Fun!!).

Convém referir que o Beat m up liderou a Reset juntamente com a *mr* nos dois a três primeiros meses da tribo, estando eu como vice-líder e depois por razões várias de indisponibilidade de um e de outro, pego na tribo sensivelmente a partir de maio de 2009 se não me falha a memória.

Beat m up a 08.06.2012 às 22:11

Um grupo feito de amizade no jogo, resolveu mais uma vez, iniciar um mundo, e assim entrámos no pt5, éramos uma tribo pequena com o seu ponto central no K42, na altura a Fun! – como disse éramos pequenos e sabíamos que por perto estava uma tribo com membros que tinham migrado do pt3 os NF|P, tivemos umas picardias e verificámos que eram unidos e trabalhavam em equipa também, decidimos assim juntar as duas tribos e renascemos como a NFun!. Na mesma altura uma tribo se cria no K vizinho, era a K43 (Os Traídos….), iniciou-se assim uma guerra entre a NFun! e a K43, era uma guerra onde se podia concluir que estavam bons jogadores em ambas… Aliás conhecíamo-nos de outros mundos, iniciámos conversações para uma fusão, a última que faríamos no jogo… Mas de fusões o mundo estava cheio, assim como de famílias, queríamos algo de diferente, não queríamos membros sem fim, e pouco ativos, queríamos criar um grupo de amigos que trabalha-se como equipa, onde o espírito de união prevalecesse, sem recurso a recrutamento em massa, mas antes um recrutamento estratégico, e antes de mais verificar se os jogadores se integrariam na ideologia, com esta ideia em mente criámos a Reset
Os primeiros tempos ficaram marcados pela nossa precisão horária e cirúrgica, os famigerados “coordenados da Reset” eram preparados ao segundo, e era para todos os membros participarem… Foi assim que iniciámos hostilidades com quase tudo o que nos rodeava… Esses coordenados foram talvez o momento mais importante da Reset, foi com eles que criámos o espírito de união ainda hoje reinante na tribo, assim como a nível de estratégia era uma machadada psicológica, os nossos inimigos viam companheiros de armas desaparecerem em segundos, e o respeito para com a nossa tribo crescia a olhos vistos…
Foram momentos inesquecíveis com piadas internas, as nossas famosas idas ao “privado”, conversa via MSN com os líderes, e a nossa líder da altura adorava privados com quem falhasse 😉

Como foi gerir a Reset? Houve conflitos internos? As questões diplomáticas foram sempre consensuais?

O período de jogo no mundo 3 e o facto de ter sido um observador privilegiado por ter acesso a todas as mensagens que eram trocadas desde a entrada no mundo 5 e a sorte que tive de conviver no jogo com pessoas com maturidade e boas pessoas por natureza, deram-me uma visão abrangente do que queria e do que não queria para a Reset.

Aliado a isso, a minha vivência pessoal e profissional levam-me a refletir sobre como levar este projeto a ser um projeto vencedor e respeitado por todos.

O essencial foi a definição inicial do que era isto do Tribos. Para mim, Tribos corresponde a um espírito tribal onde um grupo heterogéneo com vivências e experiências de vida díspares se une em torno de uma ideia, um tema ou um propósito que liga os seus membros. Tribos são grupos de pessoas com interesses comuns que se ajudam mutuamente. Liderar, mais do que gerir, é ser capaz de perceber esse potencial e criar as condições para os seus membros comunicarem entre si de uma forma organizada e com objetivos comuns. As opções estratégicas permitiram que se fortalecessem os laços emocionais entre os membros da tribo quase como promovendo um “consumo sagrado” da Reset (não essencial, mas irresistível). Adotando uma comunicação adaptada e focada nas preferências específicas de cada um. Tendo isto em mente foi definido o rumo. Em paralelo, começo atentamente a olhar para cada membro da Reset e a ver o que escrevem, o que dizem, o que fazem. Dessa observação, sai aquele que foi o meu núcleo duro e que para além de me ajudarem na gestão operacional diária, recorria amiúde para auscultar opiniões sobre dúvidas que tinha ou passos a serem dados. Na Reset felizmente que todos interiorizaram o seu papel e sabem que todos foram importantes no seu campo de atuação. Desde o carcaldas, à sonia2070, ao GJPEIXOTO, cortiço ventoinha, marcoazinheira, etc., etc. Todos sem exceção e já sei que alguém vai ficar chateado comigo por me ter esquecido de colocar aqui o nome J (perdoem-me gente!). Houve contudo três pessoas que puxei para cima e que sem eles não conseguiria ter forças para tamanho fardo. Cada um com características diferentes e que se complementavam como um todo. O fersal pela sua serenidade e bom senso; o EL NeroKido pela sua dedicação e disponibilidade para ajudar tudo e todos; e, o KEMPES35 que é aquela figura de quem não se consegue deixar de gostar e que se tornou o responsável pelos recrutamentos da tribo e com o qual passei horas a fio ao telefone a falar de estratégia e dos recrutamentos que iriamos ou não fazer. O homem deve-se ter tornado o principal cliente da operadora móvel face à quantidade de tempo que ele passava com os potenciais jogadores da Reset. Era tudo escalpelizado ao pormenor até ser possível entrar.

Deixo aqui a minha última mensagem que enviei internamente à tribo e que acredito responder à questão. Não vou obviamente falar dos conflitos internos e questões diplomáticas consensuais ou não, porque por isso todas as tribos passam e o importante é resolvê-las de imediato não deixando crescer esses sentimentos menos bons.

eecaveira

Caros amigos e amigas,
Lembro-me como se fosse hoje, do processo de criação da Reset e pertencer a esse grupo de pessoas que estão cá desde o primeiro dia.
Foram três anos e meio intensos a todos os níveis. Decisões estratégicas, comunicação adaptada a uma população de diferentes realidades e expectativas com o jogo, diversão à fartazana e de vez enquando alguns murros na mesa e decisões difíceis, mas necessárias. Sorri quase diariamente com todos vocês, ao ler as vossas mensagens, ao ler o fórum, nos nossos convívios, ao falar ao telefone.
Ao ver as vossas mensagens não deixo de ficar comovido por estarmos a chegar ao fim de um percurso longo.
Quero agradecer a todos com um carinho especial, o terem acreditado no projeto Reset e terem caminhado lado a lado comigo com um único objetivo em mente: sermos vencedores. Sermos vencedores, mas não a todo o custo. Sempre com ética e integridade no nosso percurso. Para isso, desde o início foram traçados 10 critérios básicos:
1. Lealdade ao projeto.
2. O TODO é sempre maior que a soma das partes (os jogadores cujos objetivos individuais eram mais importantes, foram sempre de alguma forma “convidados” a mudar de atitude ou então não se encaixavam no projeto).
3. Onde estivesse um jogador da Reset estariam todos os outros.
4. Igualdade e equidade de tratamento.
5. Respeito entre todos.
6. Espírito grupal.
7. Diálogo.
8. Respeito pelas opiniões de todos.
9. Comunicação com o exterior limitado.
10. Ética e integridade.

Gente: Conseguimos!!!
É um orgulho enorme ter pertencido a esta equipa que foi sendo construída ao longo do tempo e que claramente nos fez a todos, crescermos enquanto seres humanos.

À equipa Reset, a minha nobre e reverente vênia. Vamos abrir o champagne.
Despeço-me com um sentimento de dever cumprido e… os tomates! (*)

Hélder

Nota: (*) A expressão “os tomates” acabou por se tornar numa simbologia, num ritual que internamente usei por inúmeras vezes e que serviu para unir também por esta via toda a equipa. Uma linguagem própria de comunicação à semelhança do “comando sem fios”, “lengalengas”, “o presidente da rússia”, “o panda”, “o fersas”, etc., etc. que nós internamente usámos e abusámos.

Tínhamos agora algumas questões que me está a colocar sobre que guerras mais gostei, qual a que deu mais luta, qual o segredo da Reset e quais os momentos mais marcantes e que, se me permite, deixaria para a malta da Reset responder em linhas genéricas como disse no início desta entrevista.

Madrug a 08.06.2012 às 00:15

As guerras da Reset contra =TWE= (Tribal Warriors Elite) e contra a N.O.M.
O recrutamento restrito feito pela liderança…

PauloOVieira a 08.06.2012 às 00:17

A ida ao confessionário com a Marina (*mr*) quando eramos recrutados para a tribo.

MobyDick a 08.06.2012 às 10:27

É frequente, neste tipo de jogos, entrarmos a jogar com 1 ou 2 amigos, às vezes na mesma tribo, às vezes em tribos diferentes….
A história da Reset não é diferente da das outras equipas… É feita de muitos pequenos momentos e posturas. Um dos pontos fortes, e que julgo importante salientar, é a de que as posturas corretas estão sempre acima de amizades de longa data imprimindo assim coerência e carisma a esta tribo.
As malhas da vitória foram sendo construídas pacientemente 24 horas sobre 24 horas. Houve sempre alguém a entrar no segundo certo para apoiar uma aldeia que estava por um fio e sempre resposta pronta (ou a seu tempo) a ataques de outras equipas, nem sempre a uma única voz, nem sempre a quatro… Mas isso faz também parte de uma equipa que soube colocar o coletivo acima das iniciativas pessoais.
É interessante também perceber a “cultura” de cada equipa e ter assistido ao modo como a “Reset Finalista” é bem reflexo disso… De pequenas equipas internas dentro de um todo bem coeso.
😉 Moby

caskeira a 08.06.2012 às 10:54

Do tempo que aqui estive, parece-me que o mais importante para a vitória foi manter um grupo relativamente alargado de jogadores ativos. O despachar os inativos foi importante para livrar a tribo de peso morto (isto acabou com tribos onde estive antes).

PauloOVieiraa 08.06.2012 às 13:24

A referência maior foi o facto de termos sempre alguém com disponibilidade para “sittar” contas e assim haverem poucas perdas ou nenhumas, da entreajuda no envio de apoios quando solicitados para evitar serem-nos conquistadas aldeias e, acima de tudo, a amizade criada entre nós que nos levou a conviver extra jogo e em que essa amizade teve retorno no jogo.

krus a 08.06.2012 às 15:49

Os nossos coordenados com dia e hora marcada. Caímos em cima do alvo de surpresa conquistando várias aldeias. Desde cedo verifiquei a união do grupo e logo ali não tive dúvidas da nossa vitória.
Sempre pessoal muito ativo, sempre que era preciso apoio vinha às vezes mais que o necessário (somos uns brutos). Despachávamos os inativos com uma rapidez impressionante até quando expulsávamos alguém da tribo por mau comportamento, conquistávamos mais de 90% das aldeias.
Os momentos em que avançámos para a guerra com alguma tribo escolhida pela liderança sempre com um bom timing.
Sempre que escolhíamos um alvo era atacado por todos até ele desistir e por a conta bárbara ou a demolir edifícios, lol.
Pusemos sempre o interesse da tribo à frente dos interesses pessoais no jogo. A defender então nem se fala, quando éramos atacados respondíamos a todos os incêndios com a mesma rapidez, mesmo ficando sem tropas nas aldeias para ajudar o guerreiro ao lado.
E o recrutamento sempre feito com cabeça, tronco e membros. Muitos quiseram entrar e foram recusados mesmo tendo bastantes aldeias, mas não se encaixavam no nosso espírito.
A guerra contra a DARK (THE DARK) foi bastante curta e desonesta. Não cumpriram o estabelecido e ganharam uma certa vantagem, mas quando nós começámos era ver o que aconteceu aos desonestos dessa tribo, lol, e daí aproveitámos o que aquela tribo tinha de bom.
Esta última guerra, mal começámos despedaçámos aquela tribo toda, nem tem comentários de tão fracos que eram e eram eles que tinham mais membros, muitos e maus.
Deixei de propósito a N.O.M. para último. Foi uma guerra desgastante de parte a parte (penso eu), mas que foi sempre leal, essa tribo foi grande, honesta e unida, pois sempre que perdeu uma aldeia tentava-a conquistar de volta. Só pecava numa coisa, não atacava – defendia bem, mas atacar só quando perdia a aldeia e tentava reconquistar – daí que não foi difícil a integração nesta tribo e com a absorção da N.O.M. desmoralizamos o pouco que restava do resto do mundo, até à sua conquista foi um “ver se te avias”.
Resumindo o que nos levou a vitória foi: a nossa união, dedicação, lealdade, honestidade, camaradagem e a nossa liderança.

Aproveito este registo do krus para falar da N.O.M. e responder talvez à pergunta de qual das guerras mais gostei.

Acho que estivemos em guerra com todas as tribos do mundo 5. Pelo menos aquelas que no nosso entender se podem chamar de tribos.

De memória lembro-me: da .:V:. (VETERAN), =TWE=, BDA (BAD ANGELS), BAD (BAD_ANGELS_UNTIL_THE_END), NOMA (N.O.M.A), =GODS= (=Gods of War=), GoS (The Fighter Gods of Sun), MAU (Mamonas Assassinas Uhh), Fun!, DARK, SUN (The Warriors of Sun), WWW (We Want War) e N.O.M.. Espero não me ter esquecido de nenhuma.

Sem dúvida alguma que a guerra que tivemos com a N.O.M. elejo como a maior. A mais intensa e mais disputada. A que nos deu um tremendo gozo qualquer aldeia que se conquistasse porque difícil o era de fazer e iriamos ter uma tentativa de recuperação posterior.

Foi uma senhora guerra e daí nasce o respeito pela N.O.M..

Agora mais para o fim, passados três anos de jogo e depois de irmos eliminando uma a uma as tribos que encontrávamos pela frente e infelizmente sem adversários à altura, começámos a reparar que só teríamos a N.O.M. para brincar para o final.

Nas nossas reflexões estratégicas, é notado que a N.O.M. é constituída por meia dúzia de bravos jogadores embora a maioria da tribo nos parecesse ausente e inactiva. A Reset por seu lado, já acusava o desgaste de três anos de objectivos agressivos e de uma dinâmica non-stop e não nos estávamos a ver a passar mais 1 ou 2 anos à frente do ecrã, até e porque é normal que assim aconteça, os inactivos começam a aparecer com mais frequência.

É tomada a decisão de convidar a N.O.M. a juntar-se a nós e assim em conjunto acelerarmos o fecho do mundo 5. Decisão devidamente ponderada e no meu entender acertada. A N.O.M. pelo menos connosco sempre tinha tido uma postura correcta no passado e desta forma antecipamos um pouco o encerramento do mundo. Deixo aqui o meu voto de apreço público à Asterixideafix, simpson-pt, true blood e Jonas47 pela postura e carácter demonstrado.

galoindio a 08.06.2012 às 16:40

Poderia ou deveria aqui delongar-me na trajetória desde que vi saltar pequenina na tela do meu PC aquela aldeiazita urgindo para crescer… Muita persistência e um certo carinho foram fundamentais… Passado um tempo percebi que o fundamental era o jogo de equipa…”Uma andorinha só não faz verão.”
Resumindo, os fatores que levaram a Reset à vitória:
1 – Perceção
2 – Estratégia
3 – Persistência
4 – Responsabilidade
5 – Relacionamento
6 – Trabalho de equipa

Minha gratidão a todos que permitiram e muito contribuíram para a alegria da nossa vitória!

P.S. Complementando “sucintamente”… Comecei no K60 na DPL72 (academia da DARK) e o Karlitox6 era o líder. Um dia acordei e só vi vermelho à minha volta e quando dei por fé estávamos fora numa tribo que não me recordo nem o nome… Falei com amigos e entrei novamente para a DPL72 e tive o albcoe como líder a quem sempre admirei pela postura e valores que tínhamos em comum… Depois de ano e meio, se me recordo, a convite do magico79 entrei para a DARK e lancei-me a outras fronteiras com a ajuda dos companheiros… Neste ínterim =TWE= peleava com a N.O.M. e Reset se não me falha a memória… Como sempre desavenças internas entre magico79 e cmd124 levaram a tribo a um impasse… Após esse “trauma” seguimos. Quando da união DARK/=TWE= (DWE) vislumbrei um novo rumo que poderia levar-nos a inesquecíveis batalhas pela conquista do pt5, mas – como sempre um “mas” mudando o rumo da história – birras internas e falta de visão estratégica levaram a dissolução da DWEcmd124 salta e arrasta consigo 95% da tribo recriando a nova (?!) DARK… Nós que ficámos não aceitávamos que, por egoísmo, falta de maturidade e visão estratégica, tivesse enterrado um projeto que a médio e longo prazo tinha tudo para fazer a diferença no jogo e que tivéssemos um final épico neste mundo… Ficámos à deriva por curto tempo, sempre sob o comando do dr00py e albcoe, e um dia a notícia de que seriamos integrados na Reset… Os famosos “guerreiros do norte” tão temidos e admirados pelas demais tribos… Confesso que senti muita alegria e emoção quando cheguei na Reset que nos acolheu tão fraternalmente e aqui passei os melhores e os piores dias da minha vida de jogadora, rsrs
A partir daí se inicia outra fase que já todos os companheiros conhecem… Deixo aqui registado o dia em que ao entrar no jogo (vindo de um exaustivo teste cardiológico) me deparo com um coordenado massivo e contínuo numa guerra iniciada sorrateiramente pela DARK… Momentos difíceis e exaustivos que todos conhecem e finalizando… “Vitória, vitória, acabou-se a história… O poço era fundo e acabou-se o mundo!”

carcaldas a 08.06.2012 às 20:27

Aqui foi um por todos e todos por um, esse foi o ponto essencial para a nossa vitória, suámos a camisola, demos o que tínhamos e o que não tínhamos, perdemos noites e noites de sono (os inimigos também), culpa da Reset, lol!
Primeiro estava o nosso camarada de guerra, só isso diz tudo sobre o quanto a Reset é unida… O ponto da viragem para se avançar em definitivo e desbravar caminho para a vitória, para mim, foi quando mudámos as agulhas de guerra em direção à WWW, aí sim foi galgar terreno até não parar!
Tínhamos a N.O.M., que foi uma grande e saudável batalha, em que se continuássemos, acabaríamos por conseguir vencer, iria era demorar mais tempo (a fronteira era muito pequena).
A guerra com a DARK foi aquilo que posso dizer. A Reset sempre soube quando avançar e quando recuar (ofensivamente). Nessa altura, devido à falta de caráter da DARK, soubemos recuar e aguentar as primeiras vagas deles, estremecemos um pouco, mas recuperamos logo a nossa maneira de jogar, e foi o que se viu, a guerra mais curta que me lembre…
A vinda da N.O.M. para a Reset foi o que se esperava ao fim destes anos sempre em guerra e a exaustão já se apoderava de todos…
Resumindo, foi uma gestão quase perfeita de jogo, por parte da liderança e dos restantes membros da tribo… e não escrevo mais nada, que também já estou farto de fazer testamentos!

fersal a 08.06.2012 às 23:05

Eu vou contar só uma ou duas passagens e daquilo que me lembro.
Eu e o TheRedDragon fomos dos que tivemos convite para ingressar na Reset no momento da sua criação, não o aceitámos por consideração aos nossos companheiros de tribo e por esse facto ficamos como inimigos da Reset.
Um dia mais tarde, não sei como, recebo uma mensagem de um eecaveira, alguém que anda ainda aí, a dizer-me que tinha havido uma troca de jogadores em que tinham sido dados 2 jogadores à tribo onde eu estava em troca da minha ida e do TheRedDragon, eu achei estranho, pois não estava a par de nada e de um momento para o outro receber tal mensagem, o que é certo é que isso ocorreu, contudo não sem antes o confirmar pela liderança de onde eu estava.
Outro ponto e que o achei o mais marcante em termos de impor respeito neste mundo foi o coordenado feito ao jogador jorge francisco, foi um coordenado feito ao segundo, se analisarem as suas perdas verificam que, em pouco tempo e para a altura, foi o desaparecer de um jogador num abrir e fechar de olhos.
Mas muitas mais histórias há para contar.
Espero que ajudem a contar a nossa.

albcoe a 09.06.2012 às 02:28

Bom, eu cá como recém-contratado a recibos verdes, não tenho propriamente histórias ou momentos da Reset a acrescentar, embora curiosamente haja algo que tem ligação à Reset logo no início do jogo, vou tentar ser breve sem os testamentos do presidente (carcaldas), lol.
Comecei a jogar por curiosidade ao ver a minha filha a jogar e inicialmente pensei: “Que jogo tão estúpido.”. Entretanto fui ganhando o vício ao construir a aldeia, primeiros ataques, etc.
Entrei para a tribo PKS (PainKillers) que foi dissolvida por jogadores de má-fé, que nos mandaram para outra tribo. Após descobrir saímos e em conjunto com um colega (JSRA83) fundei a EPK (Ex-PainKillers), o curioso aqui é que este JSRA83 tinha uma ligação com uma jogadora da Reset, a SaLpOcInHa e já ia falando da Reset como uma tribo pequena que resistia a grandes tribos, para nos motivar, e a verdade é que motivava, lol (penso também que ele chegou a ser Reset).
Crescemos rápido e começámos a chocar com a DARK em conquistas – vendo que a coisa acabaria mal, comecei a negociar integração na DARK tendo sido aceite e ido para a DPL72 (academia da DARK), onde cheguei a líder (coisa para que nunca tive vocação), passando mais tarde para a DARK a convite do magico79. Saltando mais à frente, após a fusão com a =TWE= (originando a DWE), as coisas complicaram-se e por não concordar com a forma de agir do cmd124, que saiu e fundou novamente a DARK, fiquei do lado dos ex-=TWE= onde se negociou com a Reset a nossa vinda, salto à frente, e cá estamos, lol.

fersal a 10.06.2012 às 16:31

Um momento que não podemos esquecer: a PENA BRANCA1962.
A PENA BRANCA1962 foi uma jogadora que nos pediram para não atacar porque sofria de uma doença que se veio a revelar incurável. Posteriormente integramo-la na tribo e assim ficou até ao fim. Faleceu como jogadora da Reset e até ao fim encontra-se no nosso perfil da tribo. Até sempre!

Dj Ónix a 10.06.2012 às 20:34

Os momentos que recordo desta tribo são muitos e por diversos jogadores já aqui falados (coordenados ao segundo, despertadores às 3 e 4 da manhã para lançar ataques, o stress das guerras (N.O.M., principalmente, pois ao sair da N.O.M. para a Reset fui logo atacado…), a emoção da conquista, etc. Acima de tudo recordo a forma sempre empenhada com que todos nos apoiávamos e complementávamos, a forma como todos, sendo completamente diferentes na vida real, nos conseguimos organizar e acreditar neste projeto.
Claro que a liderança foi fundamental, ao cumprir e fazer cumprir os princípios que sempre nortearam esta Tribo. Para eles o meu muito obrigado e reconhecimento pela forma cordata, positiva e objetiva com que conduziram a estratégia.
Analisando estes 3 anos e meio de vida dedicada ao mundo 5 e a este projeto, julgo que transportando o melhor desta união e cumprimento de princípios que nos deu a vitória, prova que se as pessoas quiserem e se unirem em prol de uma causa comum, podem sempre vencer e serem melhores seres humanos. Podem contribuir com os seus gestos e atitudes para uma sociedade mais evoluída e justa e influenciar positivamente os que nos rodeiam…
“É em pedra bruta que o aprendiz começa e com a sua aprendizagem consegue transformar-se por forma a atingir a perfeição, evoluindo para o homem ideal.” (G)
É por isso que me dá um nó na garganta quando penso que estes momentos vão acabar neste jogo. Para mim continuarão para a vida.

P.S. – Não, não sou maçónico.
Não, não estou a treinar para político.
Não, não me vou tornar padre quando acabar o mundo 5.
Não, não estou maluco.
Não, não estou com vapores etílicos do almoço de ontem.

Até sempre…

Cumps
Dj Ónix

pocardoso a 10.06.2012 às 21:41

Como todos são vários os momentos que recordo, mas vou realçar aquele que penso mais me marcou.
Sem dúvida a entrada para a Reset. Não vou estar com grandes pormenores, pois foi uma entrada algo atribulada, mas uma coisa é certa: bem dita a hora em que ocorreu.
Vou realçar aqui o momento em que o meu telefone tocou por volta das 21h e do outro lado estava o Hélder, após poucos minutos a entrada na tribo estava consumada.
Marcante também é o empenho com que a tribo toda se manteve ao longo deste tempo, não é fácil encontrar tanta dedicação como a encontrada neste grupo de pessoas.
Não posso deixar de considerar marcante a postura da liderança nos momentos menos bons que passámos, estiveram sempre bem, digno de registo.
Podia falar de mais alguns, não me vou alongar mais.
A todos o meu muito obrigado por estes momentos e até um dia destes.
Um grande abraço

um.sorriso a 10.06.2012 às 22:20

O Tribos foi para mim um escape, um calmante, um antidepressivo. Quando entrei no jogo queria recuperar os meus sorrisos rasgados. E assim foi…
Assim realço alguns momentos na Reset:
O despertador tocar ao meio da noite para enviar ataques ou defender aldeias e ir ensonada trabalhar.
O levar o PC para o WC e lá reter-me muito para além do normal.
O colar post-its no PC do emprego para não esquecer os horários de envio de ataques.
O esconder esses post-its do diretor para ele não perceber que estava a jogar.
O espírito de equipa, a união, a camaradagem, o grande líder e os seus grandes conselheiros.
O consultar todos os membros da tribo e ouvir as opiniões sobre questões importantes.
Os coordenados ao minuto e a entreajuda (apoios) para a defesa de aldeias.
A Reset ter poucos inativos.
O inimigo número 1 deixar de ser a N.O.M. e passar a ser WWW.
As conversas no Skype.
O chá do António (Dj Ónix).
O café do krus.
O comboio a apitar, a passagem pelos túneis…
O nascimento de herdeiros de membros da tribo.
O casamento de membros da tribo.
Não esquecer, como lembrou o Fernando (fersal), a PENA BRANCA1962. Embora não fosse, nesse tempo, jogadora da Reset foi um momento que me tocou.
No fundo, as etapas da vida.
Agora, nestes últimos dias:
O meu PC ter avariado e pensar que não chegava a ver o término do mundo onde passei 3 anos e meio da minha vida.
Memórias que ficam para todo o sempre.
Bem hajam a todos.
um 🙂

KEMPES35 a 10.06.2012 às 22:51

Boas,
Bem eu comecei no vício juntamente com 3 amigos do trabalho… Rapidamente me tornei tribo-dependente…
O meu trajeto foi quase sempre tranquilo…Estive na DNI (Dinastia Imperial 32/42) passando depois para a K42 (Legendary Elite of Tribal Wars). E, foi no dia da mudança que começou talvez a minha fase mais negra e triste neste jogo…
Ao entrar na K42, qual não é o meu espanto quando vejo vários jogadores a saírem… Deixando para trás vários outros jogadores onde eu me incluía e um projeto que me parecia sólido… Ainda por cima, entrei e fiquei logo com as mesmas permissões que o fersal e o TheRedDragon… E foi nessa altura que cometi a minha maior asneira (e única)… lol.
O pessoal que saiu da K42 foi para a Reset (acabada de fundar)… Passando a atacar fortemente quem tinha sido abandonado… Ao deparar-me diariamente com montanhas de confusões, traições, bufos e muitas aldeias perdidas, perdi a cabeça e na tentativa de moralizar as tropas enviei uma MP coletiva (interna), bastante provocatória para com a Reset e seus membros… Como é natural, estando nós na altura rodeados de “bufos”, essa MP foi enviada para a Reset… E aí sim, começou uma longa novela (não vou entrar em mais detalhes, pois é uma novela enormíssima e com bastantes episódios), com alguns atores famosos da nossa praça… Joel (Beat m up), Marina, Hélder, Mário (KEMPES35), Fernando (o apaziguador), entre outros… Não deixar de realçar que foi aqui que nasceu a minha enorme admiração, amizade, “paixão”, lol, pelo Hélder, pelos motivos que já sabem…
A K42 acabou e eu fui para a .:V:., na altura liderada por mais 2 cromos do Tribos, BotelhoDeLaCoast e Joao 1er
Mas foi essa novela que culminou na minha vinda para a Reset depois de muito sofrer. Comecei a falar com a Marina através de uma conta que estava a “sittar” na .:V:., conta essa que tinha o nome de utilizador xuxu600, perfeito para lançar charme sobre uma mulher, lol, e depois da troca de dezenas de MPs e de algumas tentativas de aproximação do Joel, que foi o mais difícil, que é pior que eu… lol.
Finalmente e ao fim de algum tempo lá consegui o perdão de todos e consumámos a minha entrada na Reset… E foi nesta casa que cresci e aprendi a ser um homenzinho… Todos vocês contribuíram para esse crescimento, com a vossa ajuda e paciência para me aturarem…
Para terminar, senão nunca mais paro… “Lengalengas”… Apenas digo o mesmo que todos vós já disseram… Se não fôssemos um grupo unido, eficaz, responsável, ponderado, amigo, adulto, viciado, sexylol, e com um timoneiro chamado Hélder, não tínhamos chegado onde chegámos… Todos foram importantes, claro que há sempre quem acabe por se sacrificar mais, mas a vida é mesmo assim…
Parabéns Reset

GJPEIXOTO hoje às 22:11

Bem amigos, recomposto de uma anestesia geral levada hoje às 8h30 da manhã devido a uma cirurgia que tive de efetuar e que felizmente correu muito bem, vou realçar os pequenos grandes momentos como atrás a minha amiga Ana (um.sorriso) realçou. Foram 3 anos e meio cheios de acontecimentos, mas o que mais me marcou foi a amizade com que um grande número de nós criou e que ultrapassou largamente as fronteiras do jogo. Amizade essa que perdurará para sempre se cada um de nós quiser.
Não me levem a mal, mas tenho de deixar uma palavra aos companheiros de armas que abraçaram de corpo e alma esta minha decisão de extinguir a NOMA e entrarmos no projeto mais sólido do mundo 5, por isso a minha gratidão ao Amadeu (pica1111), Sónia (sonia2070), Ana, Rafael (RAFAEL2510), stoned2009 e o brasuca maluco do camiseta Rafael (Devill4Fun).
À direção da tribo (Mário, Hélder e Fernando) deixo só uma pequena frase: “tenho o maior orgulho em me deixarem ser vosso amigo”.
Aos restantes, um até sempre.

1 abraço

O que considera mais desafiador no Tribos?

Um pouco o que já tive oportunidade de referir anteriormente, mas diria que o principal desafio é a gestão de pessoas. Alinhar um grupo de pessoas completamente diferentes umas das outras em redor de um projeto é sem dúvida o maior desafio. Para isso é necessário ter coerência e uma gestão pelo exemplo onde as pessoas se revejam e verifiquem que não estamos a fazer nada em benefício próprio (muito pelo contrário). Depois é ter a disponibilidade para lançar novos desafios constantemente e imprimir dinâmica e velocidade na operação diária. Isto acontecendo, tudo o resto torna-se bastante fácil.

Acha que o Tribos influenciou a sua vida? Como?

Bom, seguramente influenciou, porque de outra forma não teria tido a oportunidade de conhecer as pessoas fantásticas da Reset. Fazia questão de conhecer a todos pessoalmente. Caso isso não fosse possível devido a questões de distância geográfica, o telefone e o Skype eram as opções. Os nossos convívios (almoços, jantares, tardes de paintball a vingarem-se no chefe J, etc.) ficarão para sempre na memória. As nossas noitadas no MSN, no Skype, etc. Costumo dizer na Reset, que estou sempre à distância de um telefonema. Independentemente da distância que nos separa, uns mais perto, outros mais longe, o que vivemos durante três anos e meio não se apaga da memória facilmente. E agora sem aquele vício diário de entrar no mundo 5 e vermos o que cada um anda a fazer e a dizer, iremos colmatar essa falta com um jantar anual de hoje em diante para reunirmos e matarmos as saudades.

Qual a sua primeira reação quando soube que a tribo que liderava tinha ganho o Mundo 5?

Tranquila. Era uma questão de tempo, perdoem-me a imodéstia. Acho que demos os passos certos, na altura certa e a partir de uma determinada altura verificámos que não havia, no mundo 5, nenhum grupo que pudesse fazer frente à nossa união.

Será que vamos encontrar a Reset num outro mundo?

Eu encontro-me a partir desta recolha de memórias, oficialmente reformado do Tribos J.

Eu, à semelhança de alguns companheiros de luta, irei fazer uma pausa e dar atenção a outras componentes da nossa vida. A Reset do mundo 5 começa e termina no mundo 5. Sei que apareceram, por vários mundos fora, tribos com o nome Reset, mas que em nada estavam ligadas connosco.

Sei que existem colegas meus que se aventuraram noutros mundos, porque o vício ainda não foi totalmente extinguido, mas todos nós sabemos que para aparecer uma tribo noutro mundo com o nome Reset, é preciso reunir o núcleo duro do mundo 5 e muitos desses vão fazer uma pausa pelo que tão cedo não me parece.

Que conselho dá aos jogadores novatos no jogo para se tornarem grandes jogadores?

Um grande jogador não é aquele que é famoso no fórum externo. Um grande jogador não é aquele que cada mundo que abre abandona o anterior e faz propaganda desenfreada durante um mês, na tribo que criou e que vai dominar o mundo. Estes jogadores, as chamadas vedetas, não costumam durar mais do que 1 a 2 meses no jogo. Cansam-se depressa.

Para ser um bom jogador temos que ser humildes e encarar os projetos com espírito de missão. Saber que para se ganhar algo na vida, ou aqui, é preciso sacrifício e muito trabalho. O Tribos é uma prova de resistência de muito longa duração e não de 100 metros.

Saibam ser humildes acima de tudo e limitarem-se a desempenhar o vosso papel no tabuleiro de xadrez sem querer passar de peão a bispo quando podem não ter competências para tal. Sejam curiosos e divertidos. Sejam honestos, leais e destemidos. Não levem a frustração do dia-a-dia para o jogo. Encarem o jogo como um microcosmos onde podem se divertir nesse escape. Disfrutem do jogo. Tudo o resto, a glória da vitória, vem por acréscimo.

Gostaria de deixar alguma mensagem final aos nossos leitores?

Agradecer a eles e a vocês a oportunidade da Reset dar-se a conhecer um bocadinho, já que a nossa política foi sempre de estancar para o exterior qualquer tipo de comentários. Raramente o fiz e qualquer um de nós o fez. Também por aqui se cria um pouco do mistério e fascínio. Julgo que quem acompanha o mundo 5 sempre teve um pouco de curiosidade em relação à Reset. Pois bem, aqui está muito resumidamente aquilo que somos.

Obrigado e nunca se esqueçam de serem felizes. No Tribos e fora dele!

Tribos: antes e agora, por kempokamoritz

Olá, comunidade!

Venho-vos apresentar uma “crónica”, uma espécie de túnel do tempo. Iremos relembrar os tempos antigos do jogo, o tempo onde não existia nada do que existe agora, inclusive, o recrutamento em massa, que era uma simples miragem ao fundo do túnel…

O que mudou do começo para cá?

Muitas coisas mudaram, todos os “antigos” sabem.

O recrutamento em massa, como já foi dito, tão utilizado por nós, trouxe a mudança e sem ela o sistema de renomeação de ataques simplesmente não existia – e poucos de nós conseguiriam renomear os ataques recebidos. Falo dos tempos de viagens, nos detalhes de ataques recebidos. Também a renomeação de comandos enviados, foram das primeiras e grandes mudanças do Tribos.

E os acampamentos militares, alguns ainda tiveram a oportunidade de experimentar as suas funcionalidades. No início foi esperado por muitos jogadores, pois, finalmente, os jogadores ofensivos tinham alguns benefícios. No entanto, devido ao motivo que levou à sua implementação não ter sido o que os desenvolvedores tinham em mente, não teve o sucesso esperado. Foram retirados.

O famoso Sistema de Reservas foi um grande passo para o Tribos. Toda a gente conhece, toda a gente precisa. Lembram-se do tempo das milhentas secções no fórum, onde reservávamos as aldeias à mão? Divididas por continentes e/ou tribos adversárias, mais as bárbaras… Que confusão! Mas agora já não.

As célebres medalhas são mini metas que os jogadores vão alcançando, sejam sprinters ou endurances, há para todos os gostos. Ao longo do tempo, várias e novas medalhas foram adicionadas e, sobre elas, um ranking de quem tem mais pontos com as medalhas. Isto é uma opção que não deixa a competição esmoronar-se, ao ver-se quantos nobres já conseguiram matar, quantas tropas por dia, …, e para se mostrar mais ativo ou melhor estratega, comparando as medalhas de saqueador, diárias e não-diárias.

Como é que as mudanças afetaram a forma de jogar?

Todas as ações têm consequências e as mudanças táticas de jogo, com as novas implementações, não foram diferentes.

Desde que a redução do tempo de evolução de um edifício foi implementado, quem não faz uns cortes? Considera-se isto uma mudança de tática, pois aumenta a rapidez da evolução. O corte nos custos, também não foi exceção.

Mas, na totalidade, com este tipo de implementações a estratégia em si não mudou, desenvolveu-se. Desenvolveu-se, pois aprende-se, melhora-se com o tempo de jogo, todos os jogadores, mesmo que já joguemos isto há anos, há sempre algo a aprender.

Quais os pontos positivos? E os negativos?

Como tudo e como em tudo, há sempre pontos positivos e negativos.

O jogo, antigamente, era muito menos rápido, muito mais manual. Contava o tempo online, a pura estratégia do jogo, coisas que muitos de nós gostavam que voltassem a existir. Quando se farmava sem a facilidade de scripts ou do Assistente de Farm, era o mais paciente o melhor do mundo. Agora jogamos em co-play, o desenvolvimento da estratégia que nos leva a novas formas de jogar para combater contra quem utiliza outros recursos que substituem a sua paciência. Antes a estratégia fazia do jogador o mais temido, agora mais do que sempre, o tempo vale ouro.

Tudo evolui por necessidade, ou por opção, para melhores resultados. Mas há sempre algo que se torna justo para ambos os lados e, principalmente, que devolve de flores, para pequenas e frágeis sementes, com cuidados necessários, para se tornar algo bonito, capaz de iluminar o mundo e mostrar uma nova era.

O Tribos era mais disputado antigamente ou tornou-se agora mais competitivo?

Muitos jogadores, vários estilos de jogo, várias ideologias do que será o melhor, 2 únicas opções possíveis: antes ou agora?

Naquele diferente tempo, horas a fio passadas online no jogo, no MSN, Skype e até por telemóvel, a decidir os próximos movimentos, a combinar as horas para os apoios… Movimentos lindos, que tornavam uma equipa num único jogador com uma força espantosa.

Com os planeadores que nos mostram as horas a que temos de estar online para coordenar-mos um ataque, o Gestor de Conta que nos avisa quando recebemos um ataque, ou até uma mensagem. Tudo isto reduz o tempo necessário online e deixa a balança mais equilibrada para outro tipo de jogadores.

Mas tudo muda, tudo evolui. Estas são as diferenças dos tempos antigos, comparados para os tempos de agora.

Cada jogador tem a sua opinião, como disse: “muitos jogadores, vários estilos de jogo, várias ideologias do que será o melhor, 2 únicas opções possíveis”.

Obrigado pela leitura e bom jogo para todos os Tribalistas.

kempokamoritz 

Mass Recruit vs. Aliança Pequena: qual o melhor caminho?

À priori, há uma necessidade de quebrar este velho mito que ocorre dentre os mais diversos mundos do Grepolis:

 Alianças Mass Recruit é sinal de má qualidade dos jogadores e/ou gestão, culminando em insucesso. Trata-se de uma mentira.

Acontece que em sua maioria, uma deficiência de gestão pelos fundadores inexperientes e|ou incapacitados, onde procuram apenas ranking de pontos, e não dão a mínima quanto ao recrutamento nem perfil dos membros que acabara de integrar-se à esta nova ally.

Tentarei trazer de uma forma prática, e de leitura rápida, as vantagens e desvantagens de cada estratégia traçada conforme a formação de uma aliança. Veremos, com o decorrer da leitura, que de ambas obtém-se bons resultados, tudo dependerá da administração, como também do feedback de seus integrantes.

 

 

Começaremos pela mais comum, e que mais facilmente se desenvolve: Mass Recruit.

O termo em inglês significa Recrutamento em Massa. Isto é, leva-nos a acreditar que não existe critério preciso para entrada na aliança, e o objetivo em geral é juntar a maior quantidade de membros numa só equipa. O grande desafio está na gestão de um grande número de jogadores, os quais não possuem a mínima empatia, e possivelmente não haverá.

São jogadores muitas vezes desconhecidos entre si, e que aceitam o convite de entrada na aliança devido ao único atrativo de ser a TOP no ranking de score num início de servers.  Muitas vezes não são observados sequer a média de pontuação, ranking de atacantes, nem de combatente.

Todavia,

O grande segredo das Mass Recruit, e principal fator que a faz cair, é a gestão. Tem de haver uma boa estrutura organizacional, com hierarquia verticalizada, e uma LEAD bem definida.  Na maioria das vezes, o líder é inexperiente como já citado acima, e escapa-lhe o comando sobre seus membros, havendo dicotomias dentro da própria aliança e figuras distintas de lideranças tomam a frente de um grupo que não observa a figura de um único líder. Num ponto crítico, sob pressão dos adversários, ocorre que a ruptura é inevitável e a fragmentação acontece de forma natural.

A centralização de permissões pode ser uma grande saída. Ressalto, apenas as permissões devem ser evitadas, mas os títulos são quase que obrigatórios. Isto é, deve-se atribuir cargos e testar o membro à medida que assume. Via de regra, o player ambicioso por cargos tende a não desenvolver um bom trabalho após nomeação, dando-lhe o respaldo de exoneração do mesmo. De uma forma geral, os membros tendem à ociosidade e longos períodos de paz. A diplomacia baseia-se na formação de aliança com as equipas adversárias além da criação de academias que driblam a capacidade máxima do mundo, a guerra é a última instância desejada. O ápice deste segmento obtém-se com a visualização de um mapa completamente azul e seus membros rodeados de aliados.

Observa-se facilmente que integrantes destas alianças não se preocuparão na produção de tropas e a tendência ao desenvolvimento dos edifícios que geram recursos é claro e notório.

Esta estrutura acaba por garantir a inactividade a longo prazo e aproveitam-se das desistências internas para promover o crescimento daqueles que resistem ao tempo. A lógica está em manter sempre um backup de bons jogadores e partilhar a ally em grupos distintos de jogadores:

  • Players de alto nível: são os gestores e formadores de opiniões. Possuem perfil de líder e sua possível perda é considerada crítica para a quebra da aliança;
  • Players de baixa qualidade: são as fontes de birremes e tropas defensivas para o grupo acima. Sempre quando solicitados lançam tropas para protegê-los. Quando isso não acontece, são conquistados. Frente à baixa capacidade de desenvolvimento, não promovem resistência.

Se garantir uma diplomacia benéfica junto de outras alianças TOPs e mantiver a ordem hierárquica com respeito perante seus membros, sem dúvida esta linha estratégica é a mais segura, como também aquela de crescimento mais facilmente alcançado.

Num outro prisma de formação de equipas e convergência de jogadores, num enfoque contraditório ao primeiro descrito, encontra-se as Alianças Pequenas por simples ideologia de jogo.

Já agora, para quem está à procura de muita adrenalina, noites mal dormidas e olheiras durante todo o dia, eis que a melhor opção é uma aliança de poucos jogadores, sendo todos participativos e altamente seleta. Por volta de seus 40 membros, neste caso, a prioridade dar-se-á à qualidade, contrastando com a quantidade, exactamente o oposto das Mass Recruit.

Acontece que o desenho estratégico deste tipo de aliança é garantido por uma defesa no estilo de falange, alta interação entre seus membros e uma sintonia com grau mais próximo da amizade, pois um grupo assim requer acima de qualquer outra coisa: UNIÃO!

Sim… UNIÃO, a maior de todas as virtudes para este esquema tático. No sentido literal da palavra companheiro, haja vista sua etimologia mais aceite:

Derivado da expressão «cum panis», onde «cum» é a preposição com e «panis» é o substantivo masculino pão, o que lhe dá o significado de participantes do mesmo pão. Isso dá a ideia de uma convivência tão íntima e profunda entre duas ou mais pessoas, a ponto destas participarem do mesmo pão, para o seu nutrimento.

Neste tipo de aliança, todos os membros são vistos como parte fundamental desta, compartilhando o mesmo grau de importância. A figura do líder é simbólico, não necessitando o destaque de comando centralizador de forma mais acentuada, até porque todos são nivelados. A ajuda mútua é obrigatória neste sistema, onde o “elo fraco” não pode existir. Se um falhar os demais podem sofrer graves consequências, pois a moral, quanto a motivação, ficarão abaladas.

Apesar de exigir extremamente destes jogadores, obrigando-os a uma exaustiva dedicação e tempo on-line, este estilo de jogo é cobiçado por uma parcela considerável dos amantes do Grepolis.

Claramente, pode-se considerar outras classificações derivadas desta, como também não se espera que sigam com rigidez as definições e características aqui apresentadas.

Todavia,

são estilos distintos para perfil de jogadores distintos, opções que devem ser escolhidas com muito critério, e ponderar algumas variáveis determinantes, tais como tempo disponível e perseverança do jogador, como também dos demais integrantes da equipa.

O importante é que garanta muita diversão e entretenimento, essencial para aqueles que procuram estas plataformas de jogos da InnoGames.

Mundo 1 … em 6 meses

 

12 de Fevereiro de 2008…sem dúvida alguma que foi um dia marcante para muitos de nós. Quem diria que já se passou tanto tempo desde que o Mundo 1 abriu. Muitos se devem questionar, sobre se este mundo está a acabar, ou o porquê de tanta demora no fim do mesmo. De facto é um mundo lento, mas repleto de acção e bons jogadores.

O objectivo deste artigo é precisamente apresentar a evolução do mundo 1 num espaço de 6 meses, sendo que o início deste estudo se remete a Janeiro de 2011.

 

À 6 meses atrás o Mundo 1 estava dividido em 7 grandes tribos/famílias. Eram elas: Família HOSP (HOSP; H-GOES; H-acd); Família U (U-XF; U-CTA); Família Falcon (SCMF; SMF; *SCMF*; TUARER); Família Nova Ordem (NO*VD; NO*MD); ROM; F.A.

Nessa altura as grandes guerras que estavam a decorrer eram: HOSP vs SCMF; U-XF vs SCMF; ROM vs Família U; Família U vs H-GOES; HOSP vs Família Nova Ordem.

Após 6 meses, em termos diplomáticos houve apenas uma alteração. Em Abril a H-GOES saiu da Família HOSP e juntou-se à NO*MD. Com isso, uma nova guerra surgiu: Família U vs NO*MD. A NO*VD manteve-se neutra relativamente a essa guerra.

 

Ao longo dos meses, a evolução do mundo 1 foi:

 

Como podem reparar, a Família U tem ganho bastante terreno à NO*MD/H-GOES, principalmente na zona do K75/76/85/95, e a uma velocidade bastante rápida.

Na zona norte, a SCMF tem perdido bastante para a HOSP, que continua a expandir-se na zona norte do mundo.

A ROM, na zona do K40/41 também tem perdido aldeias para a U-XF.  Essa é uma frente de guerra renhida.

Uma das guerras mais renhidas, durante estes 6 últimos meses, foi sem dúvida a guerra entre a Família Falcon e a U-XF. Nessa guerra não se visualizam grandes alterações pois umas vezes conquista um, outra vez conquista o outro.

Quanto à fronteira de guerra entre a HOSP e NO, também não se visualizam grandes alterações.

 

A seguir apresento o estado do mundo 1 em Janeiro face à situação em Junho:

 

De um modo geral, a HOSP está em vantagem face à Família Falcon, tal como a Família U está em relação à NO*MD.

A guerra entre a U-XF e SCMF tem sido uma guerra renhida e a fronteira não se tem alterado muito, tal como acontece com a guerra entre a HOSP e NO. Mas será que estas batalhas continuarão assim?

 

Quem olhe para o mundo 1 nestes últimos 6 meses pode pensar que o mundo em si pouco evoluiu…as fronteiras não tiveram grandes alterações, mas tendo em conta a velocidade do mundo, o preço dos nobres para grande parte dos jogadores, e tendo em conta que é um mundo com excelentes jogadores em todas as tribos, diria que o mundo 1 até evoluiu bastante rápido nestes últimos 6 meses.

 

Como irá o Mundo 1 progredir até ao final do ano? Será que a tendência se vai manter? Ou surgirão novas guerras? A velocidade de expansão das tribos continuará ou a situação das guerras irá inverter-se? A estas perguntas só o tempo poderá responder…e nós só teremos que aguardar e esperar que estes guerreiros desfrutem deste que é o 1º mundo do Tribos.

 

Espero que tenham gostado.

Tribos por Odracir 678

A minha história no Tribos começou exactamente à 3 anos atrás. Eu estava a jogar um jogo online, o qual já não me lembro do nome, e de repente vejo um anúncio que me chamou bastante a atenção, sinceramente não me lembro bem do que dizia mas era algo sobre um mundo medieval, este anúncio despertou a minha atenção pois eu desde pequeno que me sinto fascinado pela idade media.

Bem eu resolvi clicar em cima, do anúncio, para ver do que se tratava, como eu naquela altura ainda era um miúdo ao inicio não me queria inscrever pois tinha medo que tivesse de pagar algo, de repente olho e vejo escrito em letras enormes, “REGISTE-SE AGORA GRÁTIS”, eu resolvi arriscar e fiz o registo.

Naquela altura ainda não percebia nada de tribos, eu nunca tinha jogado um jogo de Browser na vida, então tentei fazer o que vinha no tutorial, basicamente era o chamado “autentico noob”,só para terem noção eu ao inicio enviei umas quantas tropas para uma aldeia como apoio, a pensar que isso servia para conquistar a aldeia, quando vi que as tropas não voltavam e eu não consegui aceder a outra aldeia pensava que tinha perdido as tropas, até que percebi que estar a apoiar um aldeia era estar a defendê-la, o mais giro é que só percebi isso passados uns 2 dias.

Bem nesse mesmo mundo eu tentei fazer a minha própria tribo, eu era um noob mas mesmo assim tentei aprender e tentei ensinar os que eram como eu, basicamente tentei aprender a jogar a um nível razoável mas sem nunca recorrer aos tutórias do FE (Fórum externo), nessa altura nem sabia que havia um fórum externo. Bem eu tentei desenvolver a minha tribo segundo aquilo que eu via as outras tribos fazerem, nessa altura tudo o que eu fazia na tribo fazia-me pensar que estava a ser um grande líder e ficava extremamente feliz. Bem naquela altura ainda não tinha percebido que a tribo deveria estar perto para o apoio ser mais rápido então convidada tudo o que era jogador forte, fosse em que parte do mundo fosse so para tentar ter muitos pontos. Até que chegou o meu pior dia no TW, o dia em que me conquistaram a minha 1ª aldeia, eu nessa altura já tinha umas 3 ou 4 aldeias, mas mesmo assim fiquei tão “chocado” que acabei por desistir do TW. Isto passou –se tudo no mundo 1 do server português.

Passado uns 6 meses voltei a convite de um amigo meu , eu nessa altura era uma espécie de noob evoluído, pois já sabia que tinha de fazer tropas só que ainda não tinha arranjado um método de o fazer e ao mesmo tempo evoluir edifícios. Esse meu amigo tinha uma tribo, era mais ou menos similar a minha no pt1, naquela altura até já eu sabia que aquilo não era a forma correcta de uma tribo “boa”, eu tentei explicar isso ao meu amigo mas ele não me ligou e ao fim de 2 ou 3 meses entramos em guerra com uma tribo bem mais forte que nós e, como é óbvio, perdemos sem dar-mos qualquer luta, não me orgulho disso, mas nessa altura nem liguei muito, Isto passou-se no mundo 6, numa fase já um bocado evoluída do mundo.

Bem depois comecei a jogar no pt9, com outro amigo meu, mas ai não estive muito tempo, tive de sair por causa das aulas.

E depois de tanta nobice, finalmente chega a parte em que eu comecei a jogar TW á séria, bem isto aconteceu no pt13, eu como em toda a minha vida sempre gostei de liderar entrei neste mundo com a ideia de criar uma tribo de ToP, neste mundo eu já tinha uma noção do que era uma tribo de ToP, já foi uma evolução não acham? Continuando, eu entrei para o K24 e lá comecei a desenvolver a minha tribo, continuei com o mass recruit, mas desta vez só recrutei no meu K, para os apoios serem mais rápidos.Passados poucas semanas de eu ter criado a minha tribo recebi uma proposta de uma tribo a MLN$, para nos fundirmos com eles, eu aceitei, depois essa tribo sofreu várias alterações fez mais fusões, mudaram de nome e outras coisas mais, até que no fim só ficaram cerca de 70 membros divididos em 2 tribos, pois o nº máximo de jogadores por tribo nesse mundo era 40, e foi ao longo desse percurso todo que eu passei a conhecer as várias ferramentas que o mundo do TW tinha para oferecer, como o FE e o TW stats, e aprendi a tirar o melhor partido deles.

Bem nesse mesmo mundo a minha tribo que estava em 8º na classificação geral, entrou em guerra com a OUT e BH, 2 das melhores tribos do server, a guerra durou e nós estávamos a aguentar-nos bem, até que o nosso líder deu a conta a um primo, e ele desfez a tribo, ainda a tentamos reconstruir mas já não deu, então a tribo toda separou-se e alguns, inclusive eu, desistiram do pt13.

Tentei voltar a pouco tempo para lá através há alguns meses mas não consegui conciliar com as aulas por isso tive de desistir de novo.

Bem depois de ter deixado pela 1ª o pt13 sai do jogo e só voltei passados uns meses, entrei no pt17, na EL CHE, um bom mundo com bons jogadores, mas infelizmente os lideres dessa tribo não tinham muito tempo para ir ao jogo e devido á desorganização da tribo fui conquistado por uma inimiga.

A meio da minha passagem pelo pt17, abriu o pt18, onde eu entrei logo que abriu, mas infelizmente fui expulso por multi-contas, o que não é verdade pois quem jogava era o meu irmão e é normal nós acedermos do mesmo PC e da mesma internet, desculpem o desabafo. Prosseguindo, eu não desisti e mais tarde voltei a entrar no pt18, lá, juntamente com grandes jogadores que conheci, criamos a NpD, uma tribo sem mass recruit com os melhores do K24 e K25, essa tribo ainda existe e estão a evoluir muito bem, eu sai pois não consigo conciliar 2 mundos de baixa velocidade neste momento, e também não gosto muito da ideia de co-playing.

Actualmente estou no pt20 onde, finalmente, consegui fazer uma grande tribo sem mass recruit só com bons jogadores e bem seleccionados, essa tribo continua a crescer tanto em pontos como em ODA, e basicamente ela é o meu orgulho e um culminar de vários anos a aprender a gerir uma tribo, a seleccionar jogadores e a jogar.

Também participo no clássico, mas ando lá “só a ver”, como se costuma dizer.

Bem e foi este o meu percurso ao longo do server português de TW.
Odracir 678