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Aniversário do Tribos e do Grepolis ’13

FANTÁSTICO!

A equipa solutions.pt organizou um almoço com as comunidades para festejar, mais uma vez, o 5.º aniversário do Tribos e o 3.º aniversário do Grepolis! Desta vez, no Porto.

Neste aniversário estiveram presentes, da equipa, o Ricardo, o ogait87, o EnteiRocks, a Larkin, a krislete, o Ricardofr, o fersal, o luisphilipus, o Chill Out., o lBOPE, o euu17, o ReD Chaos, a WolfGirl, a goofynas e o InKSane.

Como é tradição o espírito de equipa, este evento não poderia ser contado sem ajuda dos presentes…

Tal como no ano passado os jogadores também foram convidados a participar no evento.

Desta vez, tínhamos como novidade caras novas dos novos moderadores na equipa, como a WolfGirl, uma das primeiras a chegar, enquanto o pessoal se ia juntando aproveitamos para pôr a conversa em dia.

euu17

O motivo principal que me levou a estar presente neste almoço foi o facto de me estar prometido que iria receber um Mac, sim, leram bem, um Mac oferecido pelo Ricardo (com cola e batata frita…).

fersal

A goofynas, logo pela manhã, bem cedinho, fez as orações, despediu-se do cão e dos gatos, vestiu a armadura e seguiu para o encontro com a equipa e os jogadores.

Confesso que estava curiosa para ver quem aparecia e associar algumas caras aos nomes de utilizador.
Por ser no Porto, não havia o stresse do último jantar em Braga e ia confiante que conseguiria perceber que estava perdida antes de chegar ao Castelo do Queijo.

goofynas

O ponto de encontro era o café “Enjoy It”, ao lado da Estrada da Circunvalação.

A WolfGirl chegou mais cedo, porque pensava que ia ter dificuldade em arranjar lugar para estacionar, mas acabou por encontrar um parque quase vazio e o café, que seria o ponto de encontro, fechado.

“Ok, e agora? Vou ficar aqui à espera que alguém chegue…” Passado uns minutos vejo ao longe 3 rapazes. “Será que são? Será que não são da equipa?” Aproximam-se e o Ricardo diz: “Olá.” E eu: “Olá?” E eles apresentaram-se: Ricardo, ogait87 e euu17.

No início estava um bocado envergonhada… Aos poucos foram chegando, alguns com quem eu nunca sequer tinha falado e a esplanada começou a parecer-se mais com o “Mercado da Coscuvilhice”.

WolfGirl

Os novos chegaram bem cedo para “mostrar” serviço.

luisphilipus

Entretanto, outros membros iam-se encontrando no restaurante.

Quando a goofynas chegou ao restaurante encontrou um antigo membro da equipa, o Galrito, que estava num dilema sobre onde amarrar a sua bicicleta. Praticabilidade feminina número 1 by goofynas: “Porque não pedes aos senhores do restaurante para a guardarem?”

Apareceu o InKSane.

Enquanto estávamos em amena cavaqueira a tentar perceber se as pessoas que iam parando no passeio eram jogadores ou colegas que ainda não conhecíamos, o InKSane lembrou-se de ligar a alguém a perguntar por onde andavam. Lá fomos ter com eles a um café [ao suposto ponto de encontro] com uma agradável esplanada e “espetacular” vista para a Circunvalação. Já lá estavam colegas conhecidos e outros por conhecer. É sempre diferente apresentarmos-nos como “goofynas”.

goofynas

Na esplanada…

O Chill Out. tão caladinho… ao contrário do que se passa nas conversas da equipa. O ReD Chaos conversava com o InKSane e o luisphilipus sobre estratégias de guerra e a WolfGirl ficou agradavelmente surpreendida ao reparar que afinal não somos antipáticos.

goofynas

Depois de reunidos, fomos todos para o restaurante, onde já estavam os jogadores à nossa espera – foram identificados pelas lanças e as espadas encostadas à parede.

luisphilipus

A goofynas, o InKSane, o Ricardofr, a namorada do Ricardofr e o luisphilipus puseram-me bastante à vontade a caminho do restaurante e, para mim, foi muito divertido o convívio com toda a gente, em especial com eles. O fersal, o EnteiRocks e o ReD Chaos também foram bastantes simpáticos, mas tive menos contacto com eles.

WolfGirl

No restaurante, novamente para alguns…

Quando chegámos ao restaurante já lá estavam os jogadores, algumas caras até eram conhecidas do jantar do ano passado.

euu17

Já depois de estarmos no restaurante chegou a Larkin com os bolos… por sinal muito bons e com uma decoração a condizer com o motivo da “reunião”.

luisphilipus

Para o lBOPE o evento começou mais cedo, pois começou a jornada até à bela cidade do Porto (lBOPE), um pouco mais cedo que os restantes.

O almoço foi muito agradável, tive a oportunidade de conhecer e de poder conviver com os meus colegas da equipa de suporte do fórum e jogo. Tive também a oportunidade de poder estar com alguns jogadores com quem joguei e ainda jogo. Tínhamos um fotógrafo de serviço, um jogador, que fez questão de tirar fotografias à malta toda. Foi um momento muito engraçado.

lBOPE

O serviço foi bastante bom, volta e meia o senhor empregado aparecia a perguntar se queríamos mais lume que era código para “mais lombo”. Ficou prontamente conhecido como “o senhor do lume”.

Houve bastantes intervalos, o que dava para colocar a conversa em dia com a Larkin, o Galrito e o luisphilipus e por sessões fotográficas deveras irritantes. Mas o responsável (jogador do Tribos) era um senhor bem-disposto e tornava-as menos “torturosas” (ou talvez não)…

goofynas

Depois, durante o almoço lá fomos conhecendo melhor o pessoal, principalmente os jogadores do Tribos, como é claro.

Enquanto aguardávamos pela chegada da krislete, aproveitamos para tirar umas fotografias para a recordação.

euu17

Boa conversa e boa disposição. Ficámos a conhecer melhor o ReD Chaos e a Wolfgirl, que se mostraram bastante simpáticos, foi bom conhecê-los.

Ricardofr

Estavam lá os “suspeitos do costume” , e mais alguns.
Os novos moderadores do Grepolis, alguns deles – os que estavam presentes, pareceram ser bons colegas e vão certamente dar um bom contributo à equipa.
Os outros moderadores, que pessoalmente menos conheço, do Tribos, parecem ser igualmente muito unidos e ativos, contribuíram e bem para uma tarde bem passada entre todos os que ajudam estes jogos a evoluir, e como vemos, para melhor.
Em relação aos “suspeitos do costume”, estão todos no bom caminho, são uns “tinhosos”,  somos amigos, é mais do mesmo, que mais se pode dizer…

InKSane

Fiquei bastante surpreendida com a forma de ser dos membros da equipa, acho que são todos incrivelmente acessíveis e simpáticos, foi o que mais me surpreendeu. Ao longo de todo o almoço não faltou assunto de conversa, toda a gente com boa disposição, piadas não faltaram, e histórias divertidas também não.

WolfGirl

A escolha da sobremesa também tinha deu pano para mangas…

O Ricardo, com a sua voz de comando, comunicou-nos “Aqui é molotov!” ao que prontamente entendemos que era para escolher molotov. Quando o empregado de mesa recolheu o pedido do Ricardo, informou-o de que já não havia molotov. Pelo que houve um urgente rearranjo de pedidos de sobremesas.

goofynas

O almoço decorreu com “normalidade” até à sobremesa, onde o “respeito” foi notório.
Ricardo: “Eu vou comer molotov!”
Os moderadores do Grepolis uns para os outros:
– O Ricardo disse aquilo porque tem de ser molotov para todos?
– Em caso de dúvida… “Molotov”!
Todos escolhiam molotov, até que ficamos a saber que não era “sobremesa obrigatória”, antes pelo contrário, só haviam 2 molotov’s… (UPS)
Lá tivemos de escolher outra sobremesa… (ainda bem, não gosto de molotov… :D)

 luisphilipus

 A sobremesa prosseguiu com outro ponto alto… 

A odisseia do Galrito na sua “matança de formigas”.

luisphilipus

Durante o almoço fomos brindados com a tática do Galrito para matar formigas. Uma coisa posso garantir, no decorrer da história, por mais ideias idiotas que déssemos, não suplantava a realidade.

goofynas

Um dos meus momentos preferidos foi quando o Galrito contou a história de quando ele “catapultou” as formigas para as tentar matar até perceber que não ia conseguir e a Larkin atender o telefone e explicar-lhe como se devia livrar das formigas…

WolfGirl

O momento mais engraçado para mim foi quando o Galrito contou como se livrava das formigas, com fósforos. Essa, sem dúvida, foi a melhor parte do almoço, ri-me a perder. O convívio foi do melhor. Toda a equipa, Grepolis e Tribos, era excelente. Espero que se façam mais convívios destes.

ReD Chaos

Outro foi quando o InKSane contou que passados dois dias de começar a jogar Lagoonia, entrou no jogo e apareceu-lhe uma personagem do jogo grávida, então ele fez logo Alt+F4 e não voltou ao jogo, com medo que ela lhe viesse pedir o dinheiro para sustentar o puto. (Isto contado por ele tem muito mais piada…)

WolfGirl

Após a aguardada chegada da krislete… BOLOOS!

Entretanto, chegou a krislete e podemos passar aos bolos. Bonitos, bem doces e prontos a ser devorados pelos guerreiros presentes.

O primeiro bolo a chegar foi o do Tribos… um guerreiro careca de lança na mão e com ar de corajoso. Mas assim que viu a entrada do Zeus ficou “partido em dois”… foi isso ou a Larkin…

luisphilipus

Foi pena a krislete chegar tarde e não ter almoçado connosco, mas ainda bem que chegou a tempo do bolo, porque adorei vê-la e à Larkin a abrirem os bolos. Foi muito engraçado ver as duas muito compenetradas a tirar os agraves com muito jeitinho e o Ricardo aparecer com a tesoura para cortar os plásticos…

WolfGirl

O final do almoço foi coroado com 2 magníficos bolos com a figura do Paladino do Tribos e de Zeus do Grepolis.

A Larkin matou saudades dos seus tempos de jogadora, cortando as pernas ao Paladino e trespassando-o com a lança. Enquanto que o lBOPE mostrou como se destrói uma muralha, devorando-a. Zeus aguentou firme e hirto até ao fim da celebração.

goofynas

As primeiras despedidas…

Depois de mais umas quantas brincadeiras, piada para aqui e para ali… chegou a hora de sair do restaurante.

luisphillipus

Quando (finalmente) saímos do restaurante, o Galrito foi brindado com a segunda praticabilidade feminina do dia, desta vez by krislete.
Galrito: “Que faço à bicicleta? Vou pô-la em casa? Amarro-a ao poste?”
krislete: “Porque não pedes para a deixar aqui e vens buscá-la amanhã?”

goofynas

E tivemos as primeiras baixas, e de uma estreia, que se foi embora, mas com um sentimento de orgulho para todos.

O que eu mais gostei do almoço do Grepolis e do Tribos foi de conhecer o pessoal, tudo pessoas 5 estrelas. Foi uma boa tarde passada na companhia de pessoas muito engraçadas e simpáticas.  E também da comida, estava deliciosa, como as sobremesas e as entradas.

Quem me surpreendeu foi o InKSane, nunca pensei que ele fosse assim uma pessoa tão agitada e sempre pronto para a “borga”, gostei de conhecê-lo.

As minhas expectativas foram as melhores, diverti-me com o pessoal, foi um almoço bem passado, com boa gente.

ReD Chaos

No final, posso dizer que correu tudo bem, pela parte dos jogadores, pois não estavam armados, mas antes com os dentes desarmados com tanta fome por estarem à nossa espera há muito tempo. Agora quanto ao menu prometido pelo Ricardo, esse foi uma deceção…

fersal

Nova etapa!

O passeio programado foi para um bar em Leça da Palmeira – “Bar da Memória”. Aí, estivemos todos reunidos, seja na conversa, seja nos jogos de cartas.

 luisphilipus

Ao fim do almoço fomos todos até Leça da Palmeira onde durante a viagem, quando perguntava ao Galrito: “Estas a ver o Ricardo?”, ele dizia “Sim, sim, vai ali a frente!”, mesmo quando ele já não ia à nossa frente…

Uma vez lá no bar, houve quem se entreteve a jogar póquer, outros Monopoly Deal e outros, como eu, a ver o jogo do Barcelona.

euu17

Fomos ter um bar muito “bacano”, juntinho ao mar, com música ambiente. Passámos lá um bom final de tarde, foi pena não haver la uma mesinha de matraquilhos ou uma maquinazinha de setas, mas foi também muito interessante. Tivemos também a presença de alguns dos jogadores que foram ao almoço.

 lBOPE

Ainda fiz um “All In”, enquanto outros jogavam aquela cena do… “Rhh Rhh… Luke i’m your father… Rhh…”, lá da guerra das estrelas…

InKSane

De que é que estás a falar, InKSane?! Vá, a goofynas e o luisphilipus explicam…

Além da boa conversa, algumas pessoas dedicaram-se a um feroz jogo de póquer. A krislete e o ogait87 dedicaram-se a um jogo de cartas que tinha regras tão estranhas como “a carta X vale Y, mas se for à segunda-feira, as terças e quintas vale Z, mas só depois do pôr-do-sol, senão vale K mas se estiver associada à carta W” (obviamente, não prestei grande atenção às regras).

goofynas

Um dos jogos em causa nunca tinha visto, e a única coisa que aprendi é que as regras mudam a meio do jogo, literalmente!

 luisphilipus

…ou então, não, não explicam.

Depois de um tempo a olhar (aborrecidamente) para o jogo de póquer, desafiei a Larkin a pegar num dos vários baralhos que tinha trazido e vir jogar. O escolhido foi Monopoly Deal. O início foi meio tremido, depois de 5 minutos a tentar perceber as regras, desviámos o ogait87 para nos vir explicar como jogar. Quando finalmente começámos a sério (a primeira vitória da Larkin não conta) a namorada do Ricardofr conseguiu ganhar um jogo. Perante a nossa incredulidade verbalizada com um “Deixa ver…”, desabafou:
– Porquê que ninguém acredita em mim?

Os jogadores foram saindo de mansinho (ou nós é que estávamos absorvidas no jogo). Quando a Larkin reparou que só restavam membros da equipa, perguntou:
– Quem é que baniu os jogadores todos?

 goofynas

Seguiu-se o jantar em Famalicão

Há noite, já só com os membros da equipa, fomos jantar a Famalicão, e lá é que deu para conhecer melhor a equipa. Tive um contacto mais direto e falei mais à vontade. Depois do jantar, antes de irmos embora, na altura do café, criou-se um debate muito saudável entre o EnteiRocks e a Larkin sobre a tourada, e mais tarde evoluiu para um tema um pouco diferente, “Pessoas vs. Animais” – foi muito engraçado porque ambos tinham argumentos bastante válidos.  Houve muitos outros temas, muitas risadas, muitas mesmo, e gostei imenso.

lBOPE

O restaurante era agradável, a companhia ajudava (a sangria também). Apesar de quando a krislete se sentou queixou-se que a tinham deixado sozinha (na ponta da mesa), mas revelou-se uma localização excelente, porque o empregado colocava tudo à sua frente, inclusive os jarros de sangria.

goofynas  

E entre conversas e comida, lá se foi passando o tempo a voar, até que muito educadamente nos mandaram embora do restaurante porque queriam fechar.

euu17

A conversa prosseguiu animada, tão animada que fomos os últimos a sair do restaurante. E acho que só saímos porque mais uma vez “tivemos de sair” (2 em 2, não perdoamos… :D)
O Ricardo, num ato de gentileza diz ao empregado:
– Quando quiser fechar, diga.
– Já estamos nas limpezas, só falta vocês saírem. (UPS)
E pronto, depois disto lá saímos… mas quais sobreviventes, ainda nos mantivemos “à tona da água”, e permanecemos na mais amena cavaqueira no exterior durante pelo menos mais uma hora.

luisphilipus

O que fica…

Mais uma vez foi um encontro bastante agradável e foi bom conhecer os jogadores (lendários) do Tribos. Tive alguma pena que os jogadores de Grepolis não tivessem aderido a esta iniciativa. Entre os colegas que entraram recentemente na equipa, foi uma oportunidade para nos conhecermos melhor e verificar que somos todos relativamente “normais”.

goofynas

Mais um encontro, cheio de coisas boas e onde o espírito da equipa ficou bem patente. A continuar assim, ninguém nos pára e seremos cada vez mais e melhores!

luisphilipus

A desilusão maior foi não terem aparecido jogadores do Grepolis, isso acabou por entristecer um pouco.
Em resumo, foi um almoço muito divertido e foi um prazer conhecer todos pessoalmente. Só tenho a agradecer por me receberem tão bem e me porem completamente à vontade.

WolfGirl

E assim finalizou mais um encontro, como de costume, muito agradável e aguardar até que outros venham.

euu17

Chegou a horinha de ir embora, e posso dizer que adorei o dia por completo. Há malta que não foi, e falo em concreto dos outros novos moderadores, como eu, mas acho que foi muito importante este contacto “cara-a-cara” com a equipa e perderam um grande dia.

lBOPE

Sem dúvida uma experiência única e inesquecível. Apesar de ser a primeira vez, todos se mostraram atenciosos e incentivaram-me a dialogar um pouco mais com eles. Fiquei a conhecer um pouco mais de todos os que se encontram para lá do ecrã, com quem todas as noites temos conversas fiadas.

Encontrei também colegas e amigos de alguns mundos do servidor português, com quem compartilhei experiências adquiridas ao longo destes anos.

É com orgulho que digo que nunca esquecerei este dia.

 Chill Out.

Foi uma uma boa experiência. Malta porreira e os bolos fenomenais.
Aguardo pelos próximos e espero estar lá outra vez e, se puder, até ao fim 😉

InKSane

Foi um encontro cheio de boa disposição, como de costume. Foi bom conhecer os jogadores do Tribos e, felizmente, a equipa Grepolis compareceu em força para contrabalançar os números.

Espero que o próximo aniversário seja tão ou mais divertido que este e obrigado a todos por este bom momento que passámos.

Ricardofr

Vejam como foi o convívio, seguindo as nossas páginas no Facebook:
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http://www.facebook.com/Grepolis.PT

A equipa solutions.pt deixa um especial agradecimento a todos os membros e jogadores presentes por mais um excelente e inesquecível aniversário e que, para o ano, possamos contar com a vossa presença e de mais!

W@tchman, a entrevista ao líder da tribo vencedora do Mundo 15

W@tchman, líder da V.T.@

Tribo vencedora:VAI TUDO @BAIXO! (V.T.@)
Líder: W@tchman
Nome verdadeiro: Pedro Toste
Idade: 39
Localidade: Lisboa


shanan: 
Olá W@tchman!

Antes de mais queríamos agradecer o facto de ter aceitado o nosso convite para esta entrevista e felicitá-lo a si e à sua tribo pela vossa vitória no Mundo 15. Na impossibilidade de contactar o fundador da tribo V.T.@, contactamo-lo a si como representante de toda a liderança da tribo.

W@tchman: Isto é a minha 1.ª vez, por isso peço que seja um pouco tolerante, lol.


shanan: Qual a história da V.T.@? Quais as suas raízes e percurso?

W@tchman: O Mundo 15 era muito rápido (velocidade 2) e as aldeias bárbaras cresciam a uma velocidade enorme, até aos 3.000 pontos e sem bónus noturno. De facto, quem se aplica desde o início começa a ter grandes resultados no seu jogo. Pertenci à tribo FOW, liderada já pelo jogador Shaubarack, mais um conjunto de players que acompanhavam o Shaubarack desde o Mundo 11 – e que naquela altura já lideravam o Mundo 11 -, mas aquele núcleo de jogadores não tinha tempo para jogar num mundo muito rápido como o Mundo 15.

Pelo Mundo 15 passaram grandes players e tribos fortíssimas que ainda tinham muito para dar ao longo dos anos. Mas desde o início que se destacou, pela grande capacidade, o número 1, o jogador Bald3ant3, de Santarém, que liderou vários meses a pontuação individual neste mundo até ao seu bloqueio. Na altura a tribo @ foi fundada por um player da margem que tinha saído da FOW, chateado com a forma de jogar de alguns miúdos e jovens. O jogador toste foi atrás dele, mais o Bald3ant3, e começou a recrutar os melhores do k44 e do k45. Quando a tribo Scr3am, liderada pelo meu amigo jogador KingCharles e o jogador jpintassilgo, foi dissolvida, o toste recrutou os melhores players do k44, como o dragao0069, V.D.F, stoneR., ze do cano, Portas Minas, papao xmen, …, vários jogadores que na altura estavam a dar cartas pelo k44. O Bald3ant3 recrutava e era o responsável pelo k45, depois do Bald3ant3 ser bloqueado o k45 caiu para outras tribos e passamos a trabalhar apenas num continente, no k44. Estavam lá os melhores dos melhores.

A V.T.@ apareceu por causa de uma desavença entre o toste e o dragao0069, por uma aldeia de um inativo que tinha desistido de jogar. Foi fundada pelo dragao0069 a 29 de junho de 2010. Alguns jogadores acompanharam o dragao0069 e os restantes permaneceram ao lado do toste.

Bem, alguns pontos chave na história do k44: O famoso e mega coordenado à tribo +DW-, que fez dissolver a tribo; a família IT no k44 e no k43; a conquista do k45; a formação da tribo =NEW= por parte do Bald3ant3, onde o Bald3ant3 levou um coordenado com mais de 9.000 ataques e onde perdeu tudo; a invasão do k55 pelo stoneR. e pelo jogador MasterRB; a eliminação do jogador martinha123 do k55; a fusão com a tribo DRINK!, do toste com os jogadores Pedroalmeida90, mrssilva e o XiNeS, no k54; a fusão do papao xmen da V.T.@ com o jogador bad player da tribo 666; e a fusão da @ com a V.T.@, em setembro de 2010, e passou a designar-se a famosa V.T.@. Acho que estes são vários episódios deste Mundo 15.

A vitória deste mundo se deve às amizades que foram criadas no jogo e nos almoços e jantares de convívio em Albergaria-a-Velha, Alcântara, Odivelas.


shanan: Considera o nome VAI TUDO @BAIXO adequado à tribo? Se sim, porquê?

W@tchman: Sim, claro. De facto, foi o nome certo para este mundo. Para conquistar um mundo tem mesmo que se mandar todos os inimigos abaixo e conquistar-lhes as aldeias todas e foi o que aconteceu.


shanan: Como e quando se tornou líder da VAI TUDO @BAIXO?

W@tchman: Eu liderava a @ e a minha forma de estar, maneira de ser – a que eu chamo de “equilíbrio” – na conquista e na criação de frentes de ataques, sempre foi uma das minhas melhores qualidades, na leitura estratégica dos mapas. Com a minha entrada na V.T.@, quem tomou as rédeas da liderança fui eu e o papao xmen, passando a ter a voz de comando na resolução de incidentes que surgem no dia a dia do jogo.


shanan: Qual a sua primeira reação quando soube que a tribo que liderava tinha ganho o Mundo 15?

W@tchman: Fiquei orgulhoso de todo o trabalho que envolveu aquela conquista do grupo de amigos que eu criei, a experiência que ganhei, e nunca julguei que fosse possível, porque, a partir de certa altura, quando deixa de haver tribos inimigas fortes passamos a ter um problema interno de abandonos e de inativos. É a maior dificuldade que se pode ter, senão vira tudo bárbaro.


shanan: Qual o seu percurso no “Tribos”? Este foi o 1.º mundo onde jogou? Onde e com quem aprendeu a jogar?

W@tchman: Bem, ainda tenho pouco tempo de “Tribos”. Iniciei-me em 2009, por volta de abril, no Mundo 8; passei um pouco pelo Mundo 7, na KIA, e iniciei o meu jogo com este nick no dia 13 de fevereiro de 2010, um dia depois da abertura deste Mundo 15. Aprendi com o meu irmão, toste, “A Lenda”, lol.


shanan: Qual era o seu objetivo para o Mundo 15?

W@tchman: O meu objetivo pessoal era sempre liderar o OD Atacante. Nunca trabalhei para os pontos. Sempre foram as tropas. Sempre trabalhar em equipa.


shanan: Quando começou a jogar no Mundo 15, começou sozinho ou este projeto já estava delineado?

W@tchman: Não, apenas sozinho… eu e todos os outros.


shanan: A V.T.@ foi criada no dia 30 de junho de 2010 e após 528 dias sagrou-se vencedora do Mundo 15, um mundo que durou apenas 666 dias. Como foi ser líder da tribo mais rápida a vencer um mundo?

W@tchman: Foi um trabalho fantástico e que devo a todos os jogadores amigos e também aos inimigos. Aqueles players todos profissionais…

Foi dos mundos mais profissionais que passaram pelo server PT e agradeço à administração pela coragem que teve para implementar um mundo com estas características únicas.


shanan: Apesar do Mundo 15 ter sido um mundo com uma duração rápida, várias guerras foram travadas. Qual foi, na sua opinião, a guerra que mais o marcou e que colocou mais em prova a união da V.T.@? Qual foi o inimigo mais difícil de vencer?

W@tchman: A +DW-, a =NEW= do Bald3ant3 e a invasão do k55 – foi muito difícil, era o coração da tribo NceN, dos jogadores novaoeiras, ***Nevoeiro*** e doublechesse. Depois de virarmos a sul foi sempre a conquistar.

O inimigo mais difícil de vencer foi a NceN, estavam bem estruturados e com a frente de ataque bem defendida.


shanan: Como foi gerir a V.T.@? Houve conflitos internos? As questões diplomáticas foram sempre consensuais?

W@tchman: Uma tribo como a V.T.@ tinha um núcleo bem definido de jogadores que se conheciam pessoalmente dos famosos jantares das quintas-feiras, em Odivelas, na GRUTA, e era ali que era tudo definido e resolvido. Havia outros núcleos com força dentro da V.T.@, pessoal que tinha pertencido à DRINK! e a famosa 666 (fetei, aqui vai um grande abraço para o meu amigo fetei). Os problemas eram sempre debatidos pela gestão da liderança, todos eles opinavam e chegava-se sempre a um consenso.


shanan: A atividade de um líder de uma tribo é muito importante. Como conciliava a sua vida particular com o jogo?

W@tchman: Muito difícil. Normalmente o jogador começa a dormir no sofá para evitar aborrecimentos maiores, mas deve-se ter sempre em mente o equilíbrio entre todos. Mas o V.D.F teve a vida mais difícil do que eu.


shanan: Acha que o “Tribos” influenciou a sua vida? Se sim, como?

W@tchman: Sim, com certeza e em tudo. Tenho um grupo de amigos fortíssimo e mesmo depois do mundo terminar ainda nos encontramos em Odivelas.


shanan: Além do “Tribos”, como ocupa os seus tempos livres?

W@tchman: Tenho pouco tempo para isso, mas apenas a tratar da família.


shanan: Agora que o Mundo 15 acabou, já sente saudades?

W@tchman: Já estou noutro mundo e continuamos com os amigos todos próximos de uma chamada telefónica. É mesmo ao lado.

Ainda ontem fomos ao restaurante fazer as reservas para o maior evento de 2012 do “Tribos” [Aniversário do “Tribos”] – o Mundo 15 vai estar presente.


shanan: Será que vamos encontrar a V.T.@ num outro mundo? Se sim, já se sabe em qual? E o nome da tribo manter-se-á o mesmo, ou será que “V.T.@ só à uma, a do Mundo 15 e mais nenhuma”?

W@tchman: Bem, em relação a isso, o grupo de players vai-se encontrar de certeza absoluta, agora o nome já não concordo, porque apenas uma tribo ganha um mundo e nunca dois mundos ao mesmo tempo. Desde que @ se manteve a liderar o mundo durante meses no Mundo 15, é sempre massacrada nos novos mundos, porque o receio é tanto… Assim se passa o mesmo com a 666, serão sempre massacrados no início dos mundos, para evitar o crescimento da tribo. A maior parte deste grupo continua a jogar noutros mundos, desde o Mundo 20, o Mundo 21, Mundo 22, Mundo 23 e Mundo 24. A V.T.@ esta toda distribuída por estes mundos e alguns deles TOP na pontuação ou mesmo a liderar as tabelas de OD Atacantes na composição das tribos.


shanan: Se pudesse escolher as configurações do próximo mundo em que a V.T.@ (ou o jogador) fosse participar quais seriam? 

W@tchman: Sem bónus nocturno, gosto da igreja, habituei-me a esse grau de dificuldade. Velocidade 2 e que os nobres já se possam deslocar à velocidade das 108 horas, como nos mundos mais recentes.


shanan: Que conselhos deixaria aos jogadores que agora se iniciam no “Tribos”?

W@tchman: Que é um jogo importante e que a aprendizagem é contínua, mas muito exigente, e com as pessoas certas ao lado vão conseguir também chegar lá. Apenas ainda alguns conseguiram atingir essa meta, mas está ao alcance de todos os players.

No início do mundo é ele que decide que tipo de jogador quer ser e até onde pode chegar.


shanan: Que mensagem gostaria de deixar aos seus companheiros e colegas de tribo?

W@tchman: AFINAL VALE A PENA E VEIO TUDO @BAIXO. VALEU!


shanan: Gostaria de deixar alguma mensagem final aos nossos leitores?

W@tchman: A conquista de um mundo não é para todos, é só para alguns, mas que está ao alcance de todos.

Determinação, raça e muita guerra! lol.


shanan: Que pergunta gostaria de fazer ao próximo líder da próxima tribo vencedora?

W@tchman: Se valeu a pena e se lhe deu gozo chegar até ao fim.


shanan:
Bem, dou a entrevista por terminada. Muito obrigada pelo tempo disponibilizado.

W@tchman: Obrigado eu.


(A solutions.pt procura o brasão da tribo V.T.@.) 

Alianças “premades”: Avanço ou retrocesso dos jogos em massa?

 

Com o desenvolvimento do jogo, e inter-relacionamento de vários jogadores entre as diversas alianças dentro de um servidor, a partilha e sincronia do método de desenvolvimento ocorre naturalmente. A relação torna-se inevitável, independentemente muitas vezes da bandeira, pois muitos jogadores tendem a manter contacto extra-jogo, tanto com amigos de mesma aliança, como também com adversários que admiram a postura no jogo.

Visto isso, a equipa de nosso blog resolveu contactar dois grandes jogadores desta plataforma disponibilizada pela InnoGames – Ricardofr e Vanyali – que possuem ideias distintas quanto à formação das chamadas premades. Vale salientar que a observância desta entrevista tem como aspecto fundamental a imparcialidade destes diferentes prismas, trazendo para os nossos leitores uma perspectiva de vantagens e desvantagens deste modelo de recrutamento que tende a dominar futuros servidores dos mais diversos jogos deste género.

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De início, o jogador Vanyali dará sua contribuição.

1. Primeiramente, gostaria de que expusesse o seu historial neste Grepolis. Discorra uma breve apresentação e a sua experiência no jogo.

Viva, chamo-me Diogo, tenho 20 anos e sou de Lousada (para quem não conhece, é ao lado de Penafiel).

Vou ser muito breve, porque senão descontrolo-me e ainda acabo por fazer um testamento sobre o meu historial.

Ora bem, conheci e comecei a jogar Grepolis em 05-03-2010 no Mundo Beta, registei-me 4 dias depois dele abrir e 2 semanas depois de surgir o Grepolis em Portugal (Mundo Alpha). Bem, passei por duas alianças efectivas: “Batattoon e Companhia” e “BOPE”. Ambas excelentes alianças, das melhores onde estive, especialmente a primeira.

Depois passei pelo Mundo Iota (ainda jogava no Beta) apenas porque um companheiro meu da BOPE me chateou demasiado. Mas desisti pouco tempo depois.

De momento, jogo no My e registei-me à pouco tempo no Ny.

Muito resumidamente é isto.

2. Qual é o seu conceito sobre aliança e finalidades desta?

Vou tentar ser o mais breve possível também, quer queiram, quer não, é-me dificil explicar tudo sem muitas palavras.

Conceito de aliança é muito simples.

Aliança é união de várias facções/regiões/países/impérios pelo que cada um tem uma palavra a dizer, pelo que não deveria existir uma liderança de x jogadores, mas sim todos eles serem a liderança, todos os outros cargos são meramente teóricos.

Junto disto, dentro da aliança devem ter todos o mesmo poder decisão, deve reinar a união e o divertimento principalmente.

Aliança, quando se é criada, obviamente que é para criar condições de vitória, mas não se pode esquecer da competividade do mundo, do divertimento, vosso e dos outros jogadores, que não têm a mesma possibilidade de fazer as coisas como muitos fazem, que não tem conhecimento de tantos amigos e que têm a infelicidade de não serem conhecidos (apesar de bons jogadores) nos outros mundos.

Não esquecer dos jogadores novos que entram, ainda estão a ver o Grepolis pela primeira vez e reparam logo que não têm chance nenhuma.

Uma aliança, apesar de ser criada para a vitória, serve para haver competições/guerras saudáveis com outras alianças, servem para conhecer novos jogadores e ensiná-los.

Aliança, é isso e muito mais. O que acontece nesses mundos recentes é totalmente o oposto disto… Criando uma instabilidade que só quem lá está é que não repara, a isso se chamava comodismo.

Foi a partir da “BOPE” que comecei a ser afixionado por alianças com menos probabilidades de vitória, e é isso mesmo que faço, lutar contra os supostos melhores e contra as mais poderosas, porque se ninguém o fizer isto não tem piada. Além de ser bastante divertido.

E entrei no Xi, grande parte por causa da premade, sorte é que também vim acompanhado, não com tantos membros, mas uns poucos que conheço.

3. Por que existe a sua preferência por esta modalidade de jogo e formação de aliança dentro do Grepolis?

Foi na “Batatoon” que comecei adorar alianças com 30 membros no máximo e foi na BOPE (como disse na pergunta anterior) que comecei a adorar alianças com pouca probabilidade de vincar no mundo.

Porquê de lutar numa aliança do meu tipo? Primeiro: poucos membros; segundo: conheces muito melhor as pessoas que lá se encontram e conheces novos jogadores; terceiro: lutas com os supostos poderosos do mundo, sendo eles mais e melhores; quarto: ainda tens o privilégio de lutar contra os teus ex-companheiros e gozar com eles de vez enquanto (xD); quinto: a dificuldade é muito mais acrescida pelo que se torna muito mais saborosa cada vitória. Querem mais razões?

4. Aponte a vantagem, de acordo com seu ponto de vista pessoal, sobre a estratégia oposta a sua.

Uma aliança premade tem praticamente todas as vantagens que a aliança do meu tipo não tem. E o simples facto disso é que todos os jogadores se conhecem. E se ainda forem mais membros que os adversários, já nem preciso comentar, certo? Porque uma das coisas mais difícies de uma criação de uma aliança desde o zero é arranjar membros activos, participativos, ensinar ou trocar de hábitos, que eles tinham noutro mundo, quer no fórum da aliança, quer no jogo. E como ainda não se conhecem, a probabilidade de correr mal é maior do que numa premade.

5. O que o impede de tomar o caminho contrário ao que você notoriamente defende, haja vista todos termos o livre direito de mudar de opinião? Quais os prós e contras para esta medida actualmente contraditória?

Porque não faz parte de mim estar numa aliança onde sei que a probabilidade de vitória é muito maior do que a derrota. Eu gosto de estar sempre na barricada oposta. E sei, porque já tive em ambas as barricadas, que agora gosto mais deste lado. E só pelo simples facto de ter uma maior dificuldade é que me concentro mais no jogo, porque se tivesse numa boa aliança e com as costas protegidas por todos os lados nem me dedicava a isto como faço. Apesar de eu me achar um jogador mediano, simplesmente pelo facto de que nunca sou constante do início ao fim, isso faz de mim um jogador banal comparado a muitos que nem falados ou conhecidos são.

6. Agora, relate resumidamente sobre esta evolução que o jogo tem vindo a demonstrar e defina os rumos futuros das alianças que formar-se-ão de acordo com seu conhecimento do Grepolis.

Eu sei que é normal a formação de premades, cada vez mais. Eu não digo para não se juntarem com os vossos companheiros num novo mundo. Podem e até devem, mas nunca numa proporção exagerada, 10/15 no máximo, assim aproveitavam para descobrir novos jogadores e fazer novas amizades. E têm a possibilidade de ter outros vossos companheiros como adversários e garanto que irá ser engraçado.

Mas como eu sei que isso nunca irá acontecer, porque com a implementação das maravilhas haverá sempre quem tenha mais olhos que barriga, sugiro o seguinte: porque não, nos próximos mundos, as alianças terem como 25 membros como limite dos mesmos? Bons jogadores eram distribuídos por várias alianças e competividade triplicava. Pensem nisso.

7.    Finalize com palavras para seus amigos e leitores de nosso blog.

Quero agradecer pela entrevista e pela escolha da minha pessoa. Espero que também não esteja muito mau e chata, porque bem sei que torno-me chato quando começo a escrever. Espero que tenham gostado e acima de tudo que tenham entendido o meu ponto de vista.

Abraços e continuação de bom jogo.

 

 Agora veremos a partir do prisma de nosso colaborador Ricardofr:

1. Primeiramente, gostaria de que expusesse o seu historial neste Grepolis. Discorra uma breve apresentação e a sua experiência no jogo.

Comecei no mundo Zeta, na altura o “mundo recomendado”, sem perceber bem o jogo. Iniciava sessão apenas para gastar recursos e fechava a janela. Com o tempo, o jogo começou a absorver as minhas horas de lazer até que decidi dedicar-me e aprender um pouco mais.

Ataquei com birremes, com espadachins, arqueiros e fiz imensos ataques cheios de tropas sem faróis. Tudo fez parte da minha evolução “in-game”. Acredito que tenha feito todas as asneiras possíveis. (risos)

Recebi um convite de uma aliança, “Castro Nemetacia”, onde conheci muitos dos amigos com quem jogo ainda hoje (um ano e três meses depois). Os fundadores da aliança abandonaram o seu posto e aceitei o desafio de liderar pela primeira vez uma aliança.

O interesse pelo jogo aumentou significativamente quando senti a “responsabilidade” de comandar um grupo de guerreiros, muitos deles mais experientes que eu. Ora, não gosto de fazer má figura e empenhei-me a sério para absorver o máximo de informação possível.

Entrei nos mundos seguintes com o objectivo de conhecer outros líderes e outros jogadores, absorver o máximo de conhecimentos e aplicá-los no Zeta. Fiz bons amigos e inimigos no Theta e Lambda.

O grupo de amigos e conhecidos foi crescendo. Como alguns jogavam em mundos diferentes, sempre tivemos o desejo de poder jogar juntos de novo. Até que chegou o Xi e aconteceu o desejado reencontro.

Hoje, mantenho essa dedicação ao jogo e em continuar a aprendizagem, pois no Grepolis há sempre algo para aprender.

2. Qual seu conceito sobre aliança e finalidades desta?

Para mim, uma aliança deve ter poucos membros, ter uma liderança firme e com poucos líderes, não ceder aos pactos e manter uma postura ofensiva temível. Toda a sua estrutura deve começar no “n.º 1”, o fundador. Deve ser presente, bom comunicador, capaz de movimentar as massas, figura de respeito e confiança. É a peça chave e fundamental, não existem muitos com este perfil.

Estar numa aliança é jogar pelo colectivo e para o colectivo, nada de individualismos. Cabe ao “n.º 1” manter os jogadores individualistas fora dela e manter o rigor na escolha dos seus membros e novas recrutas.

Sim, sou a favor do centralismo no Grepolis. A opinião dos membros deve ser sempre ouvida e respeitada, mas as decisões só devem passar por um. Se os membros entrarem neste espírito, tudo é resolvido mais rápido e a aliança torna-se uma potência ao domínio do mundo.

Costumo dizer que a aliança é como um reflexo do seu líder, tudo depende da sua postura.

Vejo imensas vantagens em planear a estrutura da aliança antes do início do servidor. Basta ver que as melhores alianças que passaram nos mundos PT, foram planeadas antes do seu começo.

3. Por que existe a sua preferência por esta modalidade de jogo e formação de aliança dentro do Grepolis?

A criação de uma aliança antes da abertura do servidor já acontece a bastante tempo, porém, só no último mundo foi mais debatido no fórum do Grepolis, mais um sinal de evolução da comunidade. O prazer de poder jogar com alguns velhos amigos, num grupo coeso e determinado é algo que todos queremos.

Formar uma aliança é uma grande responsabilidade, daí deve ser um ato pensado e planeado com antecedência.

Ter a lista de membros definida, assim como toda a estrutura da aliança, é sinal que os jogadores do Grepolis PT estão cada vez mais selectivos e à procura da perfeição e sucesso nos seus projectos.

4. Aponte a vantagem, de acordo com seu ponto de vista pessoal, sobre a estratégia oposta a sua.

Entrar no servidor sem nada definido é algo que eu não acredito que exista actualmente. Antes de entrar num novo mundo, todos falam com os amigos, combinam a direcção a seguir e a aliança que vão participar. É normal querermos jogar com quem já conhecemos, é normal o ser humano preferir o conhecido ao desconhecido.

Contudo, se posso considerar isso uma vantagem, ao entrar num novo mundo, sem combinar nada com ninguém, provavelmente seria emocionante a nível individual. Poderia até tentar jogar sozinho contra alguns jogadores inmigos perto de mim, sim… Até poderia ser engraçado.

5. O que o impede de tomar o caminho contrário ao que você notoriamente defende, haja vista todos termos o livre direito de mudar de opinião? Quais os prós e contras para esta medida actualmente contraditória?

Se eu pretender ter um grupo forte, criar um bom núcleo e dominar uma zona do mundo, vou optar por criar uma premade. Caso queira divertir-me por alguns dias, na incógnita sobre a minha permanência no mundo, irei sozinho e logo se vê.

Não sou um jogador individualista, gosto de atacar e defender junto com alguns amigos, para mim essa é a essência do Grepolis, o espírito de equipa. Logo, se entrar com uns amigos e criar uma aliança, será uma premade.

6. Agora, relate resumidamente sobre esta evolução que o jogo tem vindo a demonstrar e defina os rumos futuros das alianças que formar-se-ão de acordo com seu conhecimento do Grepolis.

É notório que a cada novo mundo existem mais alianças premade, pois o Grepolis PT tem um bom número de membros activos, experientes e amigos feitos em mundos antigos. O que é um bom indício de competitividade nos novos mundos.

Neste novo mundo a grande discussão foi por isso mesmo,  o aparecimento com maior notoriedade das alianças premade que, por acaso, desde o mundo Beta existem. Neste mundo foi mais comentado e abordado o tema, pois alguns jogadores sentiram que o desafio seria enorme. Contudo, todos aqueles que contrariaram as premade, acabaram, inconscientemente, criando também, pois é assim que se intitulam alianças planeadas antes da abertura do servidor.

Acredito que a tendência será essa, a formação de grupos pré-definidos, aumentando assim as possibilidades de chegar ao tão pretendido Mundo Herói. Estou certo, que será esse o caminho para uma maior competitividade dentro dos servidores portugueses e os constantes desafios que esses grupos fortes terão que enfrentar.

As batalhas cada vez serão mais difíceis e os combates entre alianças serão cada vez mais “acesos”, mais demorados, com maiores picos de adrenalina e noites com poucas horas de sono, isso é Grepolis.

Veremos na abertura do próximo mundo se a tendência se confirma ou não.

7.    Finalize com palavras para seus amigos e leitores de nosso blog.

Agradeço ao Cláudio a oportunidade de falar um pouco dos meus conceitos sobre o Grepolis e a todos os leitores do blog, por dispensarem alguns minutos de leitura debruçados sobre as minhas palavras.

A todos os jogadores, continuem a inovar, a lançar novas estratégias e novas tendências, mostrem “fair-play” dentro e fora do jogo. Continuem a jogar ao lado daqueles que vos dão mais gozo e diversão como parceiros, sem fechar portas a novas amizades.

Mantenham o dinamismo na criação de novas alianças, no rigor da sua gestão e principalmente apostem em mais diversão, é esse o intuito de um jogo como este.

 

Ambos demonstraram com clareza as suas perspectivas quanto a esta tendência que domina a cada vez mais os servidores que estão a abrir. Sempre na procura de maior competitividade, seja na busca ou não de amigos a acompanharem, vale sempre lembrar a premissa: o objectivo do Grepolis é a diversão, emoção e muitas noites acordadas dos amantes desta plataforma de jogo.

Tribos por Odracir 678

A minha história no Tribos começou exactamente à 3 anos atrás. Eu estava a jogar um jogo online, o qual já não me lembro do nome, e de repente vejo um anúncio que me chamou bastante a atenção, sinceramente não me lembro bem do que dizia mas era algo sobre um mundo medieval, este anúncio despertou a minha atenção pois eu desde pequeno que me sinto fascinado pela idade media.

Bem eu resolvi clicar em cima, do anúncio, para ver do que se tratava, como eu naquela altura ainda era um miúdo ao inicio não me queria inscrever pois tinha medo que tivesse de pagar algo, de repente olho e vejo escrito em letras enormes, “REGISTE-SE AGORA GRÁTIS”, eu resolvi arriscar e fiz o registo.

Naquela altura ainda não percebia nada de tribos, eu nunca tinha jogado um jogo de Browser na vida, então tentei fazer o que vinha no tutorial, basicamente era o chamado “autentico noob”,só para terem noção eu ao inicio enviei umas quantas tropas para uma aldeia como apoio, a pensar que isso servia para conquistar a aldeia, quando vi que as tropas não voltavam e eu não consegui aceder a outra aldeia pensava que tinha perdido as tropas, até que percebi que estar a apoiar um aldeia era estar a defendê-la, o mais giro é que só percebi isso passados uns 2 dias.

Bem nesse mesmo mundo eu tentei fazer a minha própria tribo, eu era um noob mas mesmo assim tentei aprender e tentei ensinar os que eram como eu, basicamente tentei aprender a jogar a um nível razoável mas sem nunca recorrer aos tutórias do FE (Fórum externo), nessa altura nem sabia que havia um fórum externo. Bem eu tentei desenvolver a minha tribo segundo aquilo que eu via as outras tribos fazerem, nessa altura tudo o que eu fazia na tribo fazia-me pensar que estava a ser um grande líder e ficava extremamente feliz. Bem naquela altura ainda não tinha percebido que a tribo deveria estar perto para o apoio ser mais rápido então convidada tudo o que era jogador forte, fosse em que parte do mundo fosse so para tentar ter muitos pontos. Até que chegou o meu pior dia no TW, o dia em que me conquistaram a minha 1ª aldeia, eu nessa altura já tinha umas 3 ou 4 aldeias, mas mesmo assim fiquei tão “chocado” que acabei por desistir do TW. Isto passou –se tudo no mundo 1 do server português.

Passado uns 6 meses voltei a convite de um amigo meu , eu nessa altura era uma espécie de noob evoluído, pois já sabia que tinha de fazer tropas só que ainda não tinha arranjado um método de o fazer e ao mesmo tempo evoluir edifícios. Esse meu amigo tinha uma tribo, era mais ou menos similar a minha no pt1, naquela altura até já eu sabia que aquilo não era a forma correcta de uma tribo “boa”, eu tentei explicar isso ao meu amigo mas ele não me ligou e ao fim de 2 ou 3 meses entramos em guerra com uma tribo bem mais forte que nós e, como é óbvio, perdemos sem dar-mos qualquer luta, não me orgulho disso, mas nessa altura nem liguei muito, Isto passou-se no mundo 6, numa fase já um bocado evoluída do mundo.

Bem depois comecei a jogar no pt9, com outro amigo meu, mas ai não estive muito tempo, tive de sair por causa das aulas.

E depois de tanta nobice, finalmente chega a parte em que eu comecei a jogar TW á séria, bem isto aconteceu no pt13, eu como em toda a minha vida sempre gostei de liderar entrei neste mundo com a ideia de criar uma tribo de ToP, neste mundo eu já tinha uma noção do que era uma tribo de ToP, já foi uma evolução não acham? Continuando, eu entrei para o K24 e lá comecei a desenvolver a minha tribo, continuei com o mass recruit, mas desta vez só recrutei no meu K, para os apoios serem mais rápidos.Passados poucas semanas de eu ter criado a minha tribo recebi uma proposta de uma tribo a MLN$, para nos fundirmos com eles, eu aceitei, depois essa tribo sofreu várias alterações fez mais fusões, mudaram de nome e outras coisas mais, até que no fim só ficaram cerca de 70 membros divididos em 2 tribos, pois o nº máximo de jogadores por tribo nesse mundo era 40, e foi ao longo desse percurso todo que eu passei a conhecer as várias ferramentas que o mundo do TW tinha para oferecer, como o FE e o TW stats, e aprendi a tirar o melhor partido deles.

Bem nesse mesmo mundo a minha tribo que estava em 8º na classificação geral, entrou em guerra com a OUT e BH, 2 das melhores tribos do server, a guerra durou e nós estávamos a aguentar-nos bem, até que o nosso líder deu a conta a um primo, e ele desfez a tribo, ainda a tentamos reconstruir mas já não deu, então a tribo toda separou-se e alguns, inclusive eu, desistiram do pt13.

Tentei voltar a pouco tempo para lá através há alguns meses mas não consegui conciliar com as aulas por isso tive de desistir de novo.

Bem depois de ter deixado pela 1ª o pt13 sai do jogo e só voltei passados uns meses, entrei no pt17, na EL CHE, um bom mundo com bons jogadores, mas infelizmente os lideres dessa tribo não tinham muito tempo para ir ao jogo e devido á desorganização da tribo fui conquistado por uma inimiga.

A meio da minha passagem pelo pt17, abriu o pt18, onde eu entrei logo que abriu, mas infelizmente fui expulso por multi-contas, o que não é verdade pois quem jogava era o meu irmão e é normal nós acedermos do mesmo PC e da mesma internet, desculpem o desabafo. Prosseguindo, eu não desisti e mais tarde voltei a entrar no pt18, lá, juntamente com grandes jogadores que conheci, criamos a NpD, uma tribo sem mass recruit com os melhores do K24 e K25, essa tribo ainda existe e estão a evoluir muito bem, eu sai pois não consigo conciliar 2 mundos de baixa velocidade neste momento, e também não gosto muito da ideia de co-playing.

Actualmente estou no pt20 onde, finalmente, consegui fazer uma grande tribo sem mass recruit só com bons jogadores e bem seleccionados, essa tribo continua a crescer tanto em pontos como em ODA, e basicamente ela é o meu orgulho e um culminar de vários anos a aprender a gerir uma tribo, a seleccionar jogadores e a jogar.

Também participo no clássico, mas ando lá “só a ver”, como se costuma dizer.

Bem e foi este o meu percurso ao longo do server português de TW.
Odracir 678

Entrevista a SCPPedro76

Apresento hoje uma nova entrevista com o líder do Mundo 2. É um jogador conhecido da maioria de vós nomeadamente dos que frequentam o Fórum externo, e também esteve envolto em algumas polémicas. Estou a falar do SCPPedro76.

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Nickname: SCPPedro76

Nome Verdadeiro: Pedro Monteiro

Idade: 33

Localidade: Lisboa

Mundos Activos: M2

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Mc: Bons dias. Para começar quero agradecer-lhe por ter aceitado o convite para a entrevista.

SCPPedro76: Permita-me antes de mais agradecer-lhe o convite que me dirigiu e manifestar-lhe que é com muito gosto que irei responder às suas perguntas.

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Mc: Vou começar com a pergunta da Praxe. Quando começou a jogar Tribos, e como conheceu o jogo?

SCP76: Comecei a jogar tribos no dia 22 de Abril de 2008, no mundo 2, único onde continuo a jogar apesar de ter entrado em alguns outros mas apenas por breves períodos. Conheci o jogo num anúncio online. Resolvi experimentar e por cá continuo.

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Mc: Qual foi o nome da sua primeira tribo? E conte-nos o percurso até à sua presente tribo.

SCP76: Ao fim de 4 dias de jogo entrei na |RVT3|, tribo na qual fiquei até Janeiro deste ano altura em que a |RVT3| transitou para a família metal, e eu, juntamente com o núcleo duro da |RVT3| passei para a hmetal.

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Mc: Conte-nos um pouco sobre o tempo em que esteve na RVT3.E o porquê desse nome?

Scp76: Começarei pelo nome da |RVT3|. Era a 3ª tribo da família |RVT|, sigla de Revoltados, e acabou por se tornar na única grande tribo dessa família no mundo 2, aliás única que verdadeiramente subsiste, agora no seio da família metal.

Na |RVT3| aprendi a jogar tribos. A organizar o fórum. A planear ataques conjuntos. A jogar em equipa. Ao fim de 10 dias de permanência na tribo já era eu que geria o dia-a-dia. O então líder e fundador da |RVT3| suma2 concedeu-me o título de barão e deu-me poderes de duque ao fim de um mês.

Desde essa data e até Janeiro deste ano exerci essas funções e em conjunto com grandes jogadores da |RVT3|, a maioria dos quais estão hoje comigo na hmetal, e ainda com um que não posso deixar de referir por ser sem dúvida dos melhores e mais completos jogadores que conheci, o karrasko, levámos a |RVT3| até ao 2º lugar da classificação da geral.

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Mc: Há muita discussão sobre o porquê dessa fusão, e também dizem que você abandonou alguns colegas de tribo. Conte-nos a sua versão.

Scp76: A fusão foi decidida em conselho de tribo depois de devidamente discutida entre mim e o meu actual líder bakkkano. Desde sempre as relações entre a |RVT3| e a hmetal foram muito boas. A |RVT3| era uma tribo de elite, com excelentes jogadores e que não pertencendo a nenhuma família chegou ao 2º lugar da geral.

Mas o mundo 2 está em constante ebulição. É muito renhido, muito combativo, e sempre em evolução.

O conselho da tribo decidiu, e a meu ver muito bem, por unanimidade, que era chegada a altura de dar outra dimensão à |RVT3|. Uma dimensão que lhe possibilitasse, no seio de uma família forte, continuar em jogo até ao fim do mundo 2, aportando, neste caso à metal, o “know-how” e a capacidade dos bons jogadores da |RVT3|.

Era uma questão de juntar dois projectos vencedores e bons jogadores de ambos os lados, que estavam estrategicamente colocados no mapa, e que permitiria – como está à vista – um largo domínio do mundo 2, nos K’s a sul.

Estas foram as razões da fusão. Quanto à “polémica”. Só fiz duas exigências ao bakkkano para que a fusão fosse para a frente.

A 1ª foi que a |RVT3| integrasse a família metal e mantivesse o seu nome. Ainda hoje jogo com a |RVT3| todos os dias. Ajudo a tribo a crescer, dou conselhos, apoios, limpo aldeias para os meus companheiros dessa “minha” tribo continuarem a crescer.

A 2ª foi que os jogadores que vinham da |RVT3| pudessem no seio da hmetal continuar a guerra que tinham com a 666.

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Mc: Creio que a pergunta seguinte está na mente de todos os jogadores. Como é possível gerir tantas Aldeias?

Scp76: Já tive oportunidade de responder a essa questão a muitos que efectivamente ma colocam. Gerir as quase 1600 aldeias que tenho não é algo que me tire o sono ou que crie dificuldades. Encontrei uma excelente organização para a minha conta, através das capacidades inequívocas que a utilização da conta premium permite.

Se organizarmos devidamente por grupos a nossa conta, independentemente da quantidade de aldeias que tivermos as coisas tornam-se muito mais simples.

O que me tira tempo no tribos não é a gestão das aldeias, com as quais gasto não mais de 30 minutos por dia, a construir, recrutar tropas e editar grupos, mas sim a organização de ataques conjuntos, a resposta às cerca de 100 mensagens diárias que recebo (quando não são mais), a resolução de conflitos entre jogadores da família relacionados com conquistas e reservas.

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Mc: Falando um pouco na sua vida privada. O que faz na vida real?

Scp76: Sou advogado.

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Mc: Em que escola tirou o curso de direito? E à quantos anos é que é advogado?

SCP76: Licenciei-me pela Faculdade de Direito da Universidade Católica de Lisboa em 1999, ao que se seguiu o obrigatório estágio profissional junto da Ordem dos Advogados. Exerço a profissão como Advogado desde Fevereiro de 2002.

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Mc: Sendo você advogado, terá certamente uma opinião própria sobre os vários “incidentes” na justiça portuguesa. Quer partilhar algumas opiniões connosco?

Scp76: A justiça que conheço, com a qual lido no dia-a-dia, não é a “justiça” das televisões e dos jornais. O que vem a público retracta apenas os problemas, as incoerências e os defeitos do sistema judicial.

É frequente todos acharem que têm uma opinião muito informada sobre os grandes casos mediáticos que se discutem na praça pública. A verdade é que para a opinião pública não passam notícias, mas sim apenas o que se pretende que passe, para criar um clima de suspeição e de desinformação. Sou terminantemente contra o julgamento em praça pública. Não é isso que deve suceder num Estado de Direito.

É um facto que infelizmente em Portugal as decisões judiciais levam muito tempo a ser tomadas na generalidade dos casos. Mas existem tribunais que funcionam muito bem, e desses ninguém fala. A justiça tem de fazer o seu trabalho de forma serena, e não com constante pressão de quem controla os órgãos de comunicação social, e de quem “faz” a opinião pública.

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Mc: Não sei se posso meter desta forma a seguinte pergunta, mas tem algum “caso” ou situação que goste mais de defender em tribunal que outros?

Scp76: Eu de casos em que intervenha não posso falar em público, na medida em que a tal estou obrigado por dever de sigilo profissional. No entanto, de um modo geral posso dizer que dispenso sempre que possível questões de natureza criminal, preferindo sempre lidar com matérias cíveis – como contratos, por exemplo – ou de direito comercial.

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Mc: Quais são os seus interesses e hobbies?

SCP76: Para além do tribos que ocupa actualmente grande parte do meu tempo disponível, tenho diversos outros hobbies, que estão uns mais que outros “arrumados” num canto.

Gosto de jogar futebol, o que continuo a conseguir fazer uma a duas vezes por semana, toco guitarra, o que tento fazer todas as noites enquanto estou no tribos.

E antes de jogar tribos jogava vários jogos online na minha xbox360, a qual está agora quase sempre desligada.

Outro dos meus interesses é, como o meu nick indica, o Sporting, clube do meu coração que sigo sempre com expectativa e fervor, pese embora a péssima época que está a realizar.

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Mc: Acha que o novo treinador do Sporting, Carlos Carvalhal, é o indicado para a presente situação do Sporting?

SCP76: Acho que é o treinador possível num momento difícil. Tem experiência. Pelo menos muito mais do que o primeiro que foi falado, a quem não conheço qualquer façanha, e tem por hábito tentar colocar as suas equipas a jogar bom futebol. E isso, para quem já anda cansado de ver o Sporting a jogar pauperrimamente, é um bom sinal. A ver vamos.

É preciso dar tempo ao tempo, mas tenho grandes dúvidas e creio que dificilmente prolongará o seu vínculo para lá do final da temporada.

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Mc: Voltando para o Tribos, à uns meses atrás esteve envolvido num bug que causa imensa polémica, já que apareceram relatórios com tropas negativas. Conte-nos o que aconteceu para que isso acontece-se.

SCP76: Essa questão foi muito debatida na altura. Não faço a mínima ideia do que terá estado na origem desse bug. O que conheço são as circunstâncias que rodearam esse “acontecimento”.

Decorria a guerra entre a hmetal e a 666. Na madrugada de 9 de Março de 2009,pela 1:15 começaram a cair os primeiros ataques dos 32 que o rickyb – excelente jogador diga-se – dirigiu à minha aldeia 312|642.

O que fiz foi simples. Como tinha muitas tropas nessa aldeia, e tinha identificado todos os ataques do rickyb, sabendo que os nobres, num total de 5, cairiam à 1:23, retirei as tropas próprias da aldeia, cancelando essa ordem por forma a que regressassem um segundo antes do 1º nobre cair.

Matei os 18 primeiros nukes e depois deixei o rickyb ver 7 relatórios a verde. De seguida, matei-lhe os nobres. De imediato recebi uma msg dele a dar-me os parabéns. E um minuto depois era 1h24 surgiu o tal relatório.

Após os nobres havia mais dois ataques com aríetes que eu não sabia se eram ou não fakes. Para evitar perder as tropas da aldeia dei ordem de saída às mesmas assim que o último nobre caiu – tinha posto a praça da reunião a construir por forma a estar pronta no segundo seguinte ao último nobre cair.

O relatório que se seguiu mostrou um ataque com 45 espadas, 45 arcos e 1 cata, e na minha aldeia “encontravam-se” -1 lança, -1 espada e – 1 arco.

De imediato abri uma solicitação de suporte, e perante as injustificadas suspeitas que se levantaram dizendo que eu matava nobres com tropas negativas – esse relatório é vermelho para mim, como é óbvio, e o ricky não tem nenhuma baixa – enviei ao rickyb os relatórios que mostravam como tinha morto os nobres – para ele eram relatórios a vermelho.

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Mc: A guerra em que isso aconteceu, foi uma das mais comentadas no fórum. Você passou por várias guerras comentadas no fórum, como essa contra a 666, e presentemente contra os “Lobos”. Das várias guerras porque passou, qual a que mais gostou? Qual é que lhe deu mais luta e que encontrou melhores jogadores do lado inimigo?

SCP76: Existem bons e maus jogadores em todas as tribos.

A 666 tinha um nível de organização e de entreajuda muito semelhante ao que temos na hmetal. Era uma tribo com muitos bons jogadores. Que atacava e defendia em bloco. Que contra-atacava. Que estudava o mapa.

Dessa tribo e como inimigos destaco, sem sombra de dúvida, o Rickyb, jogador com quem trocava mensagens de forma assídua e sempre com elevação.

Na guerra que actualmente travamos com a família WW enfrentamos um inimigo maior, mais espalhado pelo mapa, com uma zona de conflito mais abrangente e que poderia criar muitas dificuldades. Sucede que, ao contrário da 666 e da família metal, a família WW tem denotado grande desorganização, e excepção feita à WWRA. O avanço da metal tem sido constante e de acordo com os planos que foram traçados.

Se me permite gostaria de relembrar a primeira guerra que travei no K64, continente onde tive as minhas primeiras aldeias com o então inimigo histórico (numa rivalidade que vinha da |RVT|), a PAX. A Nobre Kasta da pax. Uma tribo constituída por bons e fortes jogadores que desapareceram do K64.

Em síntese posso afirmar que a guerra com a 666 foi até hoje a que mais dificuldade nos criou.

Na guerra actual tivemos perdas naturais, em continentes em que tínhamos aldeias ou jogadores isolados, e algumas perdas em continentes disputados como é o caso do K62 – que já fora palco da guerra com a 666 – e que se encontra rodeado a norte, sul e oeste por K’s dominados pela família WW.

Com a 666 tivemos jogadores que quase desapareceram e, por isso, quase desistiram.

Este é um jogo em que se investe muito tempo e quando se perdem muitas aldeias as pessoas desmotivam e acabam por desistir. Essa é sem dúvida uma das tácticas que utilizamos e que dá os seus frutos inequívocos. A chave para aguentar e prosseguir é jogar em equipa, e isso nós fazemos cada vez melhor.

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Mc: Já joga o Tribos à imenso tempo, para ter conseguido enormes feitos, tal como alguns erros. Indique o feito que mais se orgulha, e um erro, cometido no Tribos.

SCP76: O que mais me motiva neste jogo é a capacidade de jogar em conjunto. De jogar em equipa e de poder ajudar a minha tribo a crescer. A este título posso dizer que fico muito satisfeito quando vejo por exemplo o meu grande amigo Hannibal que foi um dos tais jogadores que quase foi aniquilado pela 666 ter hoje perto de 300 aldeias, num processo de crescimento para o qual pude contribuir

Limpando aldeias para ele conquistar. Ao mesmo tempo o Hannibal ajudava-me com os seus nobres baixando a lealdade das aldeias para eu conquistar enviando apenas um nobre. Jogando assim em equipa conquistávamos às 20 aldeias de cada vez em ataques conjuntos, quando se fossemos sozinhos não passaríamos das 5 ou 6. É este o feito de que mais me orgulho neste jogo. Crescer em conjunto com os outros.

Jogar sempre em equipa. Continuo a fazê-lo com diversos jogadores. Todos os dias.

Quanto a erros cometidos. Creio que no início cometi muitos, como enviar dois nobres no mesmo ataque, convencido de que assim poderia retirar mais depressa a lealdade a uma aldeia.

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Mc: O que mais lhe cativa no jogo?

SCP76: O que mais me tem cativado é o espírito de grupo que se cria. Conhecer novas pessoas. Fazer novos amigos. Conhecer alguns deles.

Jogar em conjunto com todos estes novos companheiros de armas é sem dúvida o que este jogo tem de mais aliciante.

Do ponto de vista do meu jogo propriamente dito e do papel que desempenho na tribo o que mais me cativa é a parte de estratégia atacante e defensiva. Isto quer a nível da organização de ataques e/ou apoios em larga escala quer ao nível do ataque e defesa isolado. Este é um jogo de guerra, não é um jogo para construir aldeias… mas sim para as conquistar.

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Mc: Prevê a sua entrada nalgum mundo brevemente?

SCP76: Não prevejo jogar em qualquer outro mundo. Tentei o mundo 3 por cerca de dois meses e mais tarde creio que o 6 para experimentar a igreja, onde joguei na tribo LR do grande jogador Spydon. Mas estive lá pouco tempo, tal como sucedeu no mundo 8 e no mundo 10 onde entrei apenas para dar uma ajuda a uma tribo de um amigo. O tempo que o mundo 2 me consome é mais do que aquele que eu tenho disponível.

A isto acresce o facto de o espírito de união que temos na hmetal não ser fácil de encontrar. E o que me prende ao jogo é, como já disse, jogar em conjunto com os amigos que cá fiz.

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Mc: Há alguma coisa que gostaria de ver implantado no Tribos?

SCP76: Não vou dizer nada de original a este respeito. Creio que já tudo foi dito. Mas acho que era importante que a partir do momento em que o mundo é fechado a novos jogadores, como já sucedeu com o mundo 2, deveria deixar de existir a regra da moral. Acho que não faz sentido manter essa regra num mundo em que todos os que restam, ou pelo menos a grande maioria estão por cá há mais de um ano.

Se uns pouco evoluíram não devem beneficiar dessa vantagem, tanto mais que pertencendo a uma das boas tribos subsistentes, o facto de ao serem atacados terem o benefício de o adversário atacar com uma moral de 30% acaba por ter um efeito perverso.

Outra das coisas que penso poderia ser introduzida neste momento do jogo era a possibilidade de as tribos terem 120 membros. Somos pouco mais de 1500 jogadores, seremos cada vez menos. Existem 4 blocos de tribos activas e julgo ser uma ideia que beneficiaria todos.

Em jeito de brincadeira diria que era uma excelente medida oferecerem 100 nobres a quem passou das 1000 aldeias.

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Mc: Quem é que gostaria de ver entrevistado?

SCP76: Creio que seria interessante entrevistar o líder da hmetal, o meu caro amigo bakkkano, que sabe muito mais deste jogo do que se calhar muitas das pessoas que só vêm o lado provocador dele no fórum público pensam.

E acho também que seria interessante e justo entrevistar o líder da família PAX, um grande companheiro e senhor do mundo 2, o Rastafara1982.

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Mc: Agradeço o tempo dispendido nesta entrevista, e desejo-lhe boa sorte, tanto no jogo, como na vida real.

SCP76: Agradeço esses seus desejos que retribuo bem como o facto de ter considerado ser interessante realizar esta entrevista.

Entrevista a gatekeeper

Nome: Michael
Idade: 26
Profissão: Designer Multimédia

Nick – Gatekeeper

LamiosEm primeiro lugar, gostaria de saber, como já é pergunta da praxe, como conheceu o tribos e como começou a jogar.

Gateekeeper – Em primeiro lugar gostaria desde já de agradecer a oportunidade de entrevista.Respondendo à questão, conheci o tribos num banner da internet, dos muitos que existem espalhados por imensos sites. Resolvi por curiosidade clicar e fui então parar ao ecrã inicial do tribal wars. isto por volta de Junho de 2007. Jogo portanto tribal wars há pouco tempo, cerca de dois anos e pouco.

Lamios –  Gostei da parte do pouco tempo, embora seja muito subjectivo 🙂 Passando à próxima questão, outra coisa que penso que todos gostávamos de saber é: já usou outros nick´s? Se sim, quais?

 gatekeeper – Sim. Já usei muitos nicks, nomes como cyanide, enemyyy e tantos outros que já não me lembro. Nunca fui contudo multi conta…sempre joguei apenas com um nick por mundo. Acredito que o jogo merece ser jogado de forma justa e que todos devemos seguir as regras para que possamos retirar o melhor do jogo e de quem o integra.

Lamios – Passando à próxima questão: Gostaria de saber a posição que assume em relação à espionagem no Tribos.

gatekeeper – A espionagem para mim é um factor que estraga o jogo. Existem jogadores e tribos que são apologistas de espionagem por considerarem que é algo perfeitamente natural e que por isso usam muitas vezes o argumento “toda a gente o faz, por isso a espionagem tem de ser usada por todos”. Eu sou de opinião contrária. Penso que é possivel vencer sem recurso a esse tipo de esquemas. Se dá jeito saber informações do outro lado? Sim, dá. Eu já estive em tribos em que eram usados esses esquemas e é engraçado saber o que se passa do lado de lá. Mas com o tempo de jogo descobri que o que é ainda mais engraçado é combater às cegas, o jogo ganha outro interesse e as vitórias obtidas de forma justa e transparente acabam por ser muito mais saborosas.

Lamios – Next one : Resposta rapida, quem te marcou mais no teu percurso no TW PT?

gatekeeper – Foi um jogador do tribalwars br chamado slaaash. Foi meu líder no BR3 e aprendi muita coisa com ele. Curiosamente pelo factor inverso da formação…isto é, aprendi por observação muito do que não se devia fazer enquanto líder. No TW PT a experiência é recente. Seria para mim injusto apontar nomes. Diria que quem mais me marcou no TW PT foi mesmo a birlik.

Lamios – como surgiu a ideia de formar a birlik e como foi ela nos primeiros dias?

gatekeeper – A birlik surge quando decido voltar a jogar Tribal Wars depois de uma paragem de 4 a 5 meses. Decidi voltar a jogar e como era português decidi finalmente experimentar o nosso TRIBOS, nunca tinha jogado no server PT antes. Entrei então no M10 que por volta de Maio passado era o servidor mais recente que existia. Como não gostava de nenhuma tribo que via pelo K66, decidi formar eu mesmo uma, embora a minha ideia inicial fosse para ir “apenas” como jogador e não como líder e responsável de uma tribo. Assim, ao 4º dia de servidor, por volta das 22 horas nasce então a birlik no K66 do M10. Nos primeiros dias foi uma batalha dura. Já existia uma tribo que começava a dominar o K66 e todos os jogadores preferiam ir para lá do que para a birlik. Muitas mensagens depois a estrutura da birlik começou finalmente a aparecer. Trabalhamos desde o inicio a nossa coesão interna e união e com a nossa politica de jogo de “diplomacia 0” fomos atraindo gradualmente excelentes jogadores e companheiros. Os menos experientes que mostraram perfil para ficar na birlik foram aprendendo internamente e são hoje jogadores de excelente nível. Orgulho-me do nosso percurso humilde mas marcado pelo trabalho e dedicação de todos os membros e só espero que possamos estar juntos por muito tempo.

Lamios – Não achas que é uma postura de falta de modéstia afirmar que se é modesto? Ou seja, ao afirmarmos que somos modestos estamos a carecer da mesma, certo? A birlik afirma várias vezes ser humilde… Não será aqui uma contradição?

gatekeeper – Bem, quem nos conhece bem sabe que somos humildes. Se o afirmamos muitas vezes…sim, é verdade. Afirmamos para reforçar e muitas vezes para nos dar a conhecer a quem ainda não nos conhece. Humildade vê-se em muitas situações de jogo. Vê-se na conduta de todos os membros a todos os níveis. Embora por vezes aconteça, é raro ver um membro afirmar, por exemplo, no fórum externo que a birlik é uma das melhores tribos do M10 e que vai derrotar este ou aquele e “rebentar” com tudo à sua volta. Tal nunca aconteceu até penso eu. Por outro lado, humildade é por exemplo tentar conquistar o primeiro lugar através da guerra e da derrota de adversários directos e não optar por atalhos fáceis como o mass-recruiting e fusões para lá chegar. Humildade é muitas vezes não nos deixarmos levar pelo calor do momento e responder de forma arrogante a quem nos claramente desafia para o fazermos. Humildade é ter a coragem de tentar conquistar efectivamente aquilo a que temos direito, mas conquistar não a qualquer preço mas sim pela valia de quem está connosco. Acredito que a birlik é por estes e por outros aspectos vista como uma tribo humilde e continuará certamente a sê-lo.

Lamios – Agora, outra pergunta: o mundo13 anda nas bocas do mundo. Gostaria de saber a sua opinião sobre a Quiet e o seu líder, KingCharles.

gatekeeper – Penso que será injusto destacar apenas uma tribo e um líder do M13 quando nesse mundo em particular irá certamente existir tanta qualidade a todos os níveis. Bom, mas obviamente tenho uma opinião sobre a Quiet! e sobre o seu líder KingCharles. Vejo a Quiet! como uma tribo organizada, objectiva e competente. Penso que é uma tribo bem à imagem do seu líder que me parece também competente e ser de elevado nível. Será pelo seu discurso e trajecto certamente um dos melhores líderes do TW PT, tal como a Quiet! promete em particular no M13 ser também uma das melhores tribos desse mundo.

Lamios – gostaria de saber a sua opinião sobre o jornal do tribos, e se considera o mesmo uma ferramenta importante para o servidor.

gatekeeper – Qualquer jornal “interno” é importante para uma organização. Vejo o Jornal do TRIBOS como uma ferramenta de comunicação feita por alguem da comunidade para a comunidade. É bom ver que existe intenção de injectar “sangue-novo”, como ainda recentemente existiu ao integrar o Lamios na estrutura do jornal. Penso que o mesmo deve continuar com uma dinâmica de crescimento pois faz realmente falta um bom jornal para que toda a comunidade possa ver e debater questões que interessam a todos.

Lamios – e agora sim para terminar que a entrevista vai longa e ninguem vai ter paciencia para ler tudo – 2 coisas: em primeiro lugar, se pudesse implementar qualquer mudança no tribos, qual seria? em segundo lugar, se pudesse eleger um unico jogador como “rei” do server PT, quem seria? (não aceito evasivas :D)

gatekeeper – Se pudesse mudar qualquer coisa no tribos começaria por reforçar a administração do mesmo que me parece claramente não ter mãos suficientes para dar conta de tudo o que o jogo e a sua comunidade obriga. Ao nível de jogo gostaria de ver implementada uma solução de pesquisa para mensagens privadas. Por vezes tenho dificuldade em encontrar mensagens e dava-me imenso jeito uma ferramenta de pesquisa para facilitar essa tarefa. A nível de fórum externo gostaria de ver aumentado o limite de 50 mensagens privadas para pelo menos o dobro pois facilmente a caixa de mensagens fica cheia e por vezes até “entupida” para membros que sejam mais activos ao nível de comunicação. Como também já fiz questão de demonstrar e sugerir no fórum relativo a sugestões, gostaria ainda de ver implementado um fórum para contacto directo com o staff. Penso que seria algo que iria facilitar a tarefa dos moderadores e incentivar à proximidade entre comunidade/staff.

Relativamente ao “rei” do server PT, como referi anteriormente eu sou um membro recente e conheço ainda pouco da sua vasta comunidade. Como gosto apenas de falar do que conheço, se tivesse de nomear um “rei” do servidor português apontaria claramente o “Relaxxx” pois é de longe o melhor jogador de Tribal Wars que já vi no meu curto percurso de 2 anos e tal de jogo. E é o melhor que já vi não só neste servidor mas em todos por onde passei. É um prazer poder jogar ao lado dele pois para além de um excelente jogador é um excelente companheiro. Todos na birlik sabem da sua valia e ele tem a admiração e o respeito de todos por lá. Se a questão fosse no plural, ou seja, quais para mim os “reis” do Tribal Wars diria claramente que são todos os membros da birlik pois são os melhores companheiros e amigos que se podem ter e fazer neste jogo, pelo menos falando pessoalmente.

Lamios – esta pergunta tem vindo a desesperar todos os pensadores do sv PT…
 quantos teclados gastas por dia a escrever textos daqueles? 🙂

gatekeeper – Por incrivel que pareça tenho o mesmo teclado há mais de 6 anos. 🙂 Está bem gasto sim mas não é por causa do que escrevo no jogo porque nitidamente escrevo pouco. Isto é, os posts são realmente longos, pelo menos alguns deles, mas até que nem têm muitos caracteres. Se por vezes a comunidade se cansa de ler ficam as minhas desculpas, como referi por diversas vezes, não sou muito sintético naquilo que escrevo mas gosto de partilhar tudo o que penso sobre as questões lançadas nos tópicos da melhor forma e por vezes não é possivel fazer a transmissão de forma “curta”. Espero que aos poucos que leêm os meus posts eles possam dizer qualquer coisa e, quem sabe, incentivar ao gosto pela leitura e escrita correcta do nosso querido português.

Nota do autor: a conversa foi retirada do Skype, é natural que existam erros ortográficos.

Cumps

Lamios

Grepolis

heraPara os menos informados a InnoGames GmbH, o Grepolis, um jogo baseado na Grécia antiga e nos seus deuses.

Os administradores do Tribos.com.pt na ultima semana têm estado a testar arduamente este novo jogo, e após varias horas de sono perdido e de gritos de guerra no Skype “VOU TE NOBLAR OH ANDRÉ!” ou então “já foste!” tal como a famosa expressão “Ricardo, os meus pontos premium”…

Entã0… após uma semana de testes que temos a dizer:

O West e o Tribos chegaram a um consenso e o resultado é o Grepolis. A tecnologia do jogo é simplesmente WOW! Os gráficos são um novo patamar para os jogos de browser.

Em nome da equipa, tenho a dizer que há muito tempo que um jogo não nos tirava tantas horas de sono apenas pelo prazer de enviar tropas, desenvolver a cidade e “tribo”.

As novas funcionalidades do Grepolis tanto a nível de jogabilidade como  no espirito de “tribo” foram muito melhorados, havendo desafios pessoais tal como colectivos.

InselO Mapa é mais uma das grandes inovações do jogo, um pouco parecido com os mapas do The West com gráficos que fazem lembrar o Google Earth.
Feuerschiff

Algo que rapidamente salta à vista de todos é o mar… E a resposta é sim! preparem-se para batalhas em terra, como batalhas navais!

À medida que temos andado a jogar o Grepolis, ficamos apenas desiludidos com um pequeno aspecto, para um jogo sobre a Grécia antiga onde andam os Deuses? Porque é que Zeus não foi convidado? Na realidade o Grepolis tem Deuses, a mitologia grega não foi esquecida neste jogo. Nós é que ainda não chegamos ao templo para oferecer os nossos tributos ao deus pagão da antiguidade.

zeusIremos deixar-vos com apenas mais uma pequena imagem, a do Deus dos Deuses – Zeus!

Esperamos apenas que ele não tenha reparado que tinha sido esquecido e afaste todos os bugs deste novo jogo.

Assim que tivermos mais novidades, ou o André for conquistado daremos informações.

Tribos + SPEED = 10 de Junho

lvcPara todos aqueles que acham que o Tribos é um jogo lento e que podia ser mais rápido, ou que então ficam a contar os segundos até terem os recursos necessários para aquela construção… Hoje trago boas noticias! Finalmente iremos lançar rondas SPEED na comunidade portuguesa.

Para celebrar o Dia de Portugal, de Camões e das Comunidades Portuguesas, será dado será inaugurada a primeira volta do nosso SPEED, com uma cereja no topo do bolo – terão a oportunidade de massacrar a equipa de suporte que irá estar a jogar neste dia (10 de Junho).

Aconselhamos a todos a lerem as informações disponibilizadas pela equipa em: LINK

Convidamos todos os jogadores a participarem e divertirem-se numa corrida de cliques. Lembram-se que existem apenas alguns lugares nesta ronda que não são para contas premium, após estas vagas estarem preenchidas será apenas possível participar quem activar premium.

Ricardo, pela equipa de suporte

Entrevista a Albboteta

Venho agora apresentar-vos um dos primeiros jogadores a jogar o Tribos, começou a jogar no Mundo 1.
É o líder do Mundo 1, o primeiro mundo da comunidade PT, e um dos líderes da Melhor tribo do Mundo 1, a COVA.
Estou a falar obviamente do Albboteta.

Nome: António

Idade: 41

Localidade: Beja-Cuba

Mundos Activos: Mundo 1

Mc: Quero agradecer-lhe por ter aceitado o meu convite para a entrevista, e pelo tempo disponível par ao mesmo.

Vou começar por pergunta, como a todos os jogadores, como conheceu o Tribos, e como começou a jogar?

ALBBOTETA: Conheci o tw, por alguns colegas meus, começarem a jogar e até foram eles que me registaram. De inicio, não achei muita piada pois nunca tinha jogado em pc e, muito menos, jogos on line.

Mas comecei a jogar e entrei no vício até hoje.


Mc: Ainda se lembra em que dia começou?

Albboteta: Se não me engano foi em Março de 2008 entre os dias 12 a 14.


Mc: Qual foi a sua 1ª tribo?

Albboteta: B.T. – Brigada dos Templários.


Mc: Você é o líder do Mundo 1, o primeiro mundo PT. Conte-nos como foi o seu progresso até aqui.

Albboteta: Bem para chegar a n.º 1 é preciso ter-se primeiro gosto e disponibilidade, eu tive a sorte de quando me registei ficar no meio de K’s só com aldeias barbaras, e ai era fazer cavalaria leve, saques e recursos para nobres e conquistar o máximo de aldeias. Até ao ponto de passar 8 horas ao pc.

E como é do conhecimento de todos, o abandono de muitos jogadores que vão deixando aldeias, já feitas para a tribo conquistar, e ai é ainda mais fácil.

E o segredo para muito de isto tudo é nunca nos deixarmos bloquear num K, pois temos que ir vendo até que podemos estar e sair para outro, que tenha ainda aldeias para evoluirmos.

Eu já estou em 4/5 K’s para que possa ter sempre fuga. Basicamente é isto.


Mc: O que mais gosta no Tribos? Isto é, o que faz com que tenha ficado viciado no Tribos?

Albboteta: Gosto das estratégias que em conjunto, arranja-mos para tentar sermos os melhores.

Começarmos a conhecer pessoas e todos os dias falamos, uns dias discutimos outros estamos amigos. Em fim, há muitos factores que nos levam a viciar, eu hoje em dia passo ai umas 10/12 horas ao pc.

Depois, comecei a administrar uma tribo, que por sua vez é a número 1 do mundo, logo ai tenho muito trabalho e empenho porque gosto do TW.

Mais de metade das horas, que passo ao pc, são a resolver assuntos da tribo.

Jogadores que dizem esta aldeia pertence a mim o outro diz ser ele o primeiro que nobrou. Enfim dá-me gosto resolver assuntos da tribo.

Depois tenho muitos jogadores colegas e amigos meus, que discutimos algumas estratégias, de jogo num bar que frequentamos normalmente as tardes enfim basicamente é isto que me leve a viciar mais no jogo.


Mc: Realmente a sua tribo tem uma diferença de 10 milhões comparando com a 2ª melhor do mesmo continente. Qual o vosso segredo?

Albboteta: Nunca recrutar jogadores com menos da média do 40º. Jogador da tribo, só por estratégia do jogo a que se recruta um jogador com menos pontos.

E como pode ver a nossa tribo tem sempre menos jogadores que as outras, e temos sempre algumas desistências.


Mc: Sendo você, o líder do mundo 1, deve sentir alguma pressão. Como é que gere tanta coisa ao mesmo tempo? Liderança do mundo, liderança da tribo?

Albboteta: Bem, o difícil mesmo é chegar a primeiro, depois é só ir gerindo e fazer tropas, porque as aldeias estão vazias. Pois os recursos foram só para nobres, agora estou parado pois estive a carregar tropas até encher a fazendas das aldeias. Pois mais uns 5 a 6 dias vamos começar outra vez em ataques para subir mais uns pontos.

Quanto a tribo, pois tenho uma equipa por trás de mim muito boa, e assim consigo ter as coisas mais ou menos em ordem. O pior é a primeira hora é só abrir mensagem e ter que dar resposta a alguns, pois 50% nem respondo, é injúrias e coisas sem interessa.

Quanto a pressões são muitas como deve perceber, ter que estar atento aos inimigos, as diplomacias as fusões entre outras coisas para que a nossa família nunca esteja em risco.


Mc: Qual o seu principal objectivo, tanto a nível individual, e como líder de tribo?

Albboteta: È divertir-me e passar o tempo livre que tenho, pois não tenho hábito de passar o tempo em cafés e nada mais. Tenho uma coisa que me diz nunca entres em guerras pessoais por um jogo que não vale a pena, se chegar a esse ponto abandono de imediato.

E como objectivo principal era ver todos os K’s completos sem aldeias de bárbaros.


Mc: Como começou logo no mundo 1, acredito que tenha imensas situações de que se orgulha de ter feito, ou conquistado. Qual deles é que realmente o mais marca e orgulha?

Albboteta: Mundo 1, porque era os únicos que tinha-mos na altura, só depois apareceram os outros.

Situações que me orgulho ter feito, não tenho nenhum em especial pois o meu orgulho é trabalhar todos os dias para a grande tribo que é a cova, nunca deixando um jogador sem uma resposta ou ajuda. Que me lembre, a tempos atrás convidei uma jogadora para a COVA, e ela me disse que vinha mas a minha tribo ia-me atacar. Eu disse-lhe não ha problema eu defendo-te deles, ela não viu com bons olhos eu sozinho a defender tantas aldeias dela, mas o que é certo é que durante umas semanas esteve a ser atacada e eu a defende-la e não lhe conquistaram nenhuma aldeia.


Mc: Mais ou menos, quantas horas é que está online por dia, e quantas vezes faz log ins?

Albboteta: Depende quando estou de serviço, estou sempre ligado por estratégica do jogo. Mas não quer dizer que esteja a jogar, mas média de 8 horas por dia, estou no jogo.


Mc: Você tem um nick bastante diferente. Porque escolheu esse nick, e qual o significado?

Albboteta: È simples é o meu nome. António Luis Batista Boteta.


Mc: Você também tem uma conta activa no mundo 7. Está a pensar em levar em frente a mesma estratégia utilizada no mundo 1?

Albboteta: Não, até estou a ser atacado foi so para ver como era, não tenho tempo.


Mc: Tem alguma sugestão que gostaria de dar par ao Jogo?

Albboteta: Gostaria que não existisse jogador com multi contas, que esses jogadores fossem postos fora deste jogo. Também tenho dúvidas até quanto não haverá jogadores protegidos, pois tenho visto de tudo neste jogo.

Quanto a sugestões gostava que alguém do fórum do jogo nos disse-se quando acabará o jogo se existe já algum fim ou será em deixando de haver quem compre contas prémios.

Sugestões, não estou a ver nada a acrescentar, pois eu estou cá é para me divertir.


Mc: Qual é a pessoa que gostava de ver entrevistada par ao nosso Jornal?

Albboteta: Talvez o jogador que tem mais aldeias que eu da CEL 45, RedDevil.


Mc: Obrigado pelo tempo disponível para a entrevista. Desejo o maior sucesso no jogo, e muito mais na sua vida real, tanto para si, como para os seus.

Albboteta: Muito obrigado. Uma Páscoa feliz para si.


Mc: Boa Páscoa para você também.

Neste tópico do fórum, poderão fazer comentários á entrevista: http://forum.tribos.com.pt/showthread.php?t=11159

Entrevista a Imbativel Gerreira

Depois de uma semana atribulada, aqui vem mais uma entrevista para a nossa comunidade. Depois do pedido de muitas “famílias”, realmente decidi que esta jogadora deveria ser entrevistada. Não só pelo sucesso desta do mundo 2, mas também pela tribo em que está integrada, sendo uma das lideres. Estou a falar da imbatível gerreira.

Nick: imbatível gerreira

Nome: Isabel

Idade: 36

Localidade: Odivelas/Lisboa

Mundos Activos: Mundo 2

Mc: Gostaria de lhe agradecer a disponibilidade para esta entrevista, já que sei que é pouca.

Imbativel: Através de amigos que jogavam e despertou-me a curiosidade experimentei e fiquei viciada. Ate hoje, cá ando


Mc: Por onde começou a jogar tribos?

Imbativel: Comecei o jogo no Tribos português, faz um ano em Maio, no belo mundo dois mais tarde dei um pulinho ao mundo 1 e 3 dos quais desisti por amor a minha tribo a qual me dedico a 100%…


Mc: Qual foi a sua 1ª tribo no mundo 2?e qual a sua actual?

Imbativel: Bem, gostava de te dizer qual foi a 1ª mas acho q ate já nem existe e como lá tive muito pouco tempo nem lembro mais a 2ª e única e aquela em que estou ate hoje, já tendo passado por várias tags, quando entrei era a saudosa FCP sendo actualmente a gloriosa, e grande e inigualável *PAX*.


Mc: Qual é o seu estatuto na PAX?

Imbativel: Sou um dos líderes da *Pax* tendo título de rainha, pertencendo ao concelho da família PAX.


Mc: Falando um pouco sobre a sua vida pessoal, qual a sua profissão na vida real?

Imbatível: Sou operadora especializada de hipermercado.


Mc: Foi mãe á pouco tempo, certo? Como arranja tempo para organizar tanta coisa? Uma tribo inteira, e o seu filho?

Imbativel: Difícil amigo, mas tudo se consegue quando se gosta do que se faz e se faz com gosto. Por norma costumo dizer que sou como os cangurus sempre aos saltinhos, basta distribuir-se bem o tempo e da para tudo, com esforço claro.


Mc: Como explica os grandes feitos tanto seus, como da sua tribo?

Imbativel: Bem, tudo se resume que desde inicio sempre incentivamos todos a que acima de tudo levassem isto como um jogo virtual, no qual todos se deviam divertir e sempre disse que tribo significava, precisamente, união e jogo de equipa. Resumindo, a velha máxima de todos por um e um por todos. Depois sempre houve a preocupação de incentivar todos a participarem no fórum e foi-se criando laços de amizade.

Sendo que mesmo que isto um dia acabe, continuara a amizade, pois existe uma camaradagem e espírito de equipa que nos da muita força. Se e para atacar, atacamos todos se e para apoiar apoiamos todos, pois não e um jogo individualista onde exista a ganância pelas aldeias ou pontuação, e sim onde os grandes dão a mão aos mais pequenos…

Resumindo, somos um grupo de 80 e poucos amigos q se juntam no mundo virtual e ai primamos pela diferença.


Mc: Qual é o seu comentário acerca dos bloqueios recentes, que a sua tribo considera “tendenciosa”?

Imbativel: Penso que muita coisa devia mudar assim como penso que se deste lado há humanos, logo há falhas e cometem-se erros. Desse passa-se o mesmo e isso nunca irá mudar apenas há que tentar arranjar soluções que facilitem a que esses erros tanto de um lado como de outro diminuam ou ate desapareçam. Arranjar modos que o próprio jogo impeça de se cometer certos erros, que eu acredito que muitos são cometidos inconscientemente. O que mais me chocou e revoltou, admito que ate nem foi o bloqueio de contas e perdas de aldeias, e sim os bloqueios no fórum e o apagar posts, isso eu não concordarei em absoluto. Digam o q disserem pois ninguém e obrigado a ler, só lá vai quem quer, só lê quem deseja…

Resumindo, dificilmente se chegara a um consenso entre ambas as partes.


Mc: Só para que fique do conhecimento geral, dos cerca de 300 jogadores bloqueados, quantos é que eram da PAX?

Imbativel: Só sei acerca da minha tribo, que foram 4. Não poderei falar acerca da família inteira, já que não tenho conhecimento.


Mc: A PAX tem uma das maiores famílias da comunidade PT. É fácil de organizar tantas tribos?

Imbatível: Somos um total de 17 tribos e torna-se um pouco mais fácil quando existem bons lideres e quando esses lideres são orientados por dois grandes senhores neste jogo, que se trata do neiva764 e o rastafara1982, duas pessoas que muito admiro…

Reforçando o facto de haver muita comunicação entre todos nós, mas o mérito vai mesmo para esses 2 grandes senhores… Meu beijo grande neles dois.


Mc: Muitos jogadores criticam estas grandes famílias. O que tem a dizer acerca disso?

Imbativel: É normal… Por norma o ser humano critica tudo aquilo que cobiça, que tentam alcançar o que desejam sem conseguir obter, e depois vêem grandes feitos. Acusação e criticar números fica mais fácil que elogiar feitos. É facílimo dizer que somos bons porque somos muitos e não porque somos bons jogadores…


Mc: Para si, qual foi o seu maior feito, tanto a nível pessoal, como no jogo?

Imbatível: A nível de jogo, foi ao fim de quase um ano ver que consegui (não sozinha), unir oitenta e tal estranhos que se sentam atrás de um computador, longe uns dos outros, sem se verem, tornarem-se no que mais idêntico pode haver ,virtualmente, a uma família e serem capazes de se preocuparem uns com os outros e unirem-se nos bons e maus momentos.

Esse para mim e o meu maior feito a nível de jogo…

A nível pessoal foi conseguir chegar a esta bela idade e continuar uma pessoa alegre e bem disposta sem me ter tornado amarga com certos azares e contratempos que ocorrem ao longo dos anos. Continuo a ser uma pessoa que ainda olha aos meios para atingir os fins, esse para mim e o maior feito a nível pessoal. Ser feliz com o que tenho.


Mc: Como chegou a uma líder da tribo PAX?

Imbativel: Quando me lembro… Sendo muito chata com o meu querido amigo líder e rei tiagor, fundador desta magnifica tribo… Não fui chata a pedir cargos, mas um titulo que ele teimava em não dar, porque não se lembrava de nenhum adequado a uma menina. Sim eu era uma nina no meio de lindos guerreiros hoje amigos queridos, e eu sempre fui uma jogadora muito activa no fórum, então ninguém me calava, nem cala. Ainda brincava e acalmava as vezes os ânimos que se exaltavam, dava concelhos e incentivava. Já na altura o divertimento era união. Dei nas vistas na tribo, quando ele precisava de ir de férias e deixou-me a frente da tribo assim, sem água vai nem água vem. Lembro-me de entrar no fórum e ver um tópico a dar-me os parabéns, e eu pensei “. Mas eu não faço anos hoje..” ,e assim dei comigo líder e rainha de uma tribo com plenos poderes. E ate hoje, nunca mais me deixaram largar o cargo.


Mc: Tem alguma sugestão para o Tribos? Alguma coisa que quer que mude?

Imbatível: Gostaria se possível que o jogo permitisse que escolhêssemos uma quantidade de moedas pretendidas q fossem cunhadas em todas as aldeias, por exemplo, em vez de perder tempo em alterar a quantidade máxima de aldeia em aldeia, colocar logo por exemplo 7 moedas em todas. Claro que há coisas mais importantes, mas sinceramente o bloqueio deu-se agora na minha cabeça e não me ocorre nenhuma.


Mc: Qual a pessoa que gostava de ver entrevistada no nosso jornal?

Imbativel: Gostava q fosse o neiva764 e de saber tudo o que me perguntaste a mim. Como começou esta grande obra, e como consegue gerir tão bem esta enorme família também sendo ele um pai de família e trabalhador.


Mc: Quero agradecer-lhe o tempo disponível, que sei que é bastante curto, e desejo-lhe um enorme sucesso no tribos, e muito mais a si e ao seu filho na vida real, com todo o sucesso que desejo para mim.

Imbativel: Obrigado amigo, eu agradeço também o ter sido convidada. E deixa-me só mandar um beijo aos ninos e ninas q comigo partilham as horas que aqui passo e que tanto te chatearam para que fosse eu a entrevistada. Beijo *pax* eu um obrigado a vocês todos. Sem eles eu não era quem sou. Beijo para ti também.


Para comentários a esta entrevista, utilize o nosso forum: http://forum.tribos.com.pt/showthread.php?t=10693