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Windows VS Mac OS

A ultima vez que tinha utilizado um Mac já lá iam quase 10 anos, e já faziam mais de 20 anos que brincava com os sistemas da Microsoft (MS-Dos, Windows 3.11, win95/98/2000, …).

Após um episodio complicado que me privou do meu Sony serie Z (que ainda não acabou) foi forçado a optar por um novo computador… após muita ponderação continuei na incerteza e caiu-me no colo um MacBook Pro.

Primeira impressão

Claramente o sistema é diferente, e não se compara com aquelas instalações do Linux (fedora, ubuntu, suse, mandrake, …). Começa pela arquitectura do hardware ser diferente, veja-se o Trackpad (o touchpad dos “PC”).

Uma coisa é certa, se hoje fala-se muito no touch-screen, contudo a Apple já há muito tempo começou a pensar em algo mais útil, o multi-touch. As primeiras horas de vida com o meu Mac foi literalmente aprender com quantos dedos se faz algo. Resumido a questão era sempre, isto faz-se com 1, 2, 3 ou 4 dedos?

Comparar os sistemas…

Bem demorou-me 10 minutos para crashar o meu Mac, mas nunca mais aconteceu, já o meu Windows farta-se de me dizer que os ficheiros do meu telemóvel não são meus e por isso não tenho autorização para fazer tal acção.

O meu Mac não me pendura os programas ou fica 5 minutos a carregar uma base de dados extensa de emails (a mesma base de dados que pendura o Windows).

Outra coisa que adorei no Mac é a velocidade de arranque e de desligar, uma mega actualização do OS demora menos tempo a reiniciar o sistema por completo que o Windows a actualizar o primeiro dos 3 pacotes habituais…

O desenho dos programas, a sua estética é deveras precária em comparação com os do Windows, porém não crasham com a mesma frequência. Levantando a questão beleza vs interior.

Mas uma das mais valias do Mac vem directamente da Microsoft, a licença do Office para estudante e não comerciais fica por perto de 100 euros, quando comparadas as duas versões é chocante que um produto que para Windows custa mais de 100 euros vem incluído no pack do Office do Mac, o Outlook (ou em Mac conhecido com Entourage).

No hardware…

O ecrã é simplesmente divinal é dos poucos computadores que conheço que fazem frente aos displays da Sony-Z. A bateria dura entre 10 a 8 horas em modo wireless…. só este aspecto diz quase tudo sobre o computador, não se transforma naquele forno.

Depois são aqueles extras de pormenor, o teclado retro-iluminado, o trackpad de área gigante, o super microfone incorporado, a camera com uma definição espectacular, etc.

Em suma,

Lamento imenso não ter sido eu a escolher o Mac, pois até ao momento tem sido uma surpresa deveras agradável.

Quando considero o Mac vs outros PCs de topo, vejo claramente que o preço do Mac compensa.

Contudo, a Apple apresenta um claro ponto negativo: O preço do Mac não é caro quando compramos apenas o computador, mas quando começamos a querer investir mais e apetrechar o nosso espaço de trabalho, com um monitor extra, sistemas de backup entre outros o preço começa a ser abusivo.

Uma Time Capsule (unidade de backup wireless) de 1 TB pode custar perto de 300 euros, naturalmente trás mais funções todas catitas… mas ainda é cara. Ou os trocos que se gasta em adaptadores para isto e aquilo e ser compatível com outras marcas…

Mesmo assim, eu recomendo darem uma trinca na maçã.

A História de Avandreolina – Episódio 4

O pequeno grupo de cavaleiros cavalgava fazendo apenas pequenas paragens. Sem locais de abrigo não podiam arriscar ficar muito tempo num mesmo lugar. Dormiam poucas horas de cada vez. Avandreolina não vira Gebor pregar olho uma única hora.
A criança que levava consigo continuava sem pronunciar uma palavra. Ninguém parecia corajoso o suficiente para arriscar atirar uma frase. Cavalgavam ao sabor do vento e do sol.
Quando chovia tinham que andar mais devagar para não cansar os cavalos.
A chuva no planalto caía sem obstáculos. O retinir nas suas armaduras marcava o ritmo do seu passo.

Quando chegaram, alguns dias mais tarde ao fim do planalto a comida que trouxeram já não era comestível. Próximo do rio que ladeava a montanha sabiam que encontrariam um local de repouso.
Aproximaram-se das escarpas que flanqueavam o rio procurando pelo local mais fácil para o atravessar. Viram em baixo deles uma jangada que poderiam usar para atravessar para o porto. O rio era pequeno e corria calmamente.
Não tiveram dificuldade em atravessar. A jangada apenas podia levar 2 cavalos de cada vez pelo que em cada viagem ia um cavaleiro da capital e um aldeão. Na última viagem foi Avandreolina com Gebor.
Avandreolina: – “Quantos dias mais demoraremos a chegar à capital?”
Gebor: – “Não mais de 3, em princípio.”
Avandreolina: – “Já havias lutado com soldados Jurgos?”
Gebor: – “Já lutei contra muitos homens. Os Jurgos sempre lutaram a meu lado contra a tirania.”
Avandreolina: – “O que faremos sem os aliados?”
Gebor: – “Não é a mim que cabe tal decisão. Informaremos o General Sirrus de tudo o que sabemos. Quem pode planear o futuro não somos nós.”
Perante a resposta ela ficou pensativa. Não desejava ver a sua vida nas mãos de homens que nunca conhecera.

Chegados ao outro lado do rio os seus amigos receberam-nos com grande entusiasmo.
A pequena vila piscatória parecia recebê-los de braços abertos. Várias crianças vieram saudá-los como se de heróis se tratassem.
Havia muita gente nas ruas. Belta cumprimentava alguns dos locais. Entretanto os cavaleiros da capital deslocaram-se para o quartel da vila onde iriam receber provisões.
Os restantes aldeões seguiram o porta voz para uma estalagem onde iriam pernoitar.

Avandreolina nunca vira uma vila. A quantidade de pessoas parecia-lhe desmesurada para um local apertado. Belta apresentou-lhe alguns dos seus amigos. Avandreolina sorria educadamente.
Aparentemente chegaram numa altura propícia. Vários barcos chegaram da capital e para lá partiriam no fim do dia seguinte. As mercadorias que traziam interessaram Belta que deixou Avandreolina com duas das suas amigas.
Amiga 1: – “Ali vai um com o qual não me importaria de partilhar o leito.”
Avandreolina ficou muito corada mas mantinha a cabeça baixa.
Amiga 2: – “Mas não se preocupe que somos ternas com todos.”
Amiga 1: – “Se quiserem passar uns bons momentos não se esqueçam de nós na ‘Belle’.”
Avandreolina nunca olhara para Belta “daquela” maneira. Foi o seu primeiro e mais próximo amigo na nova aldeia depois do terrível acontecimento. Sempre olhara para ele como um irmão, alguém que estaria sempre presente numa hora de necessidade.
Enquanto as duas amigas se afastavam olhava para Belta como se não o conhecesse. Era alto e bem parecido. Porque é que nunca o vira com uma moça?

Porta Voz:  – “Venha depressa”
Avandreolina: –  “Imediatamente senhor.”
Seguira para a estalagem onde todos os aldeões já estavam instalados. Os cavaleiros da capital entraram na estalagem carregados de sacos e iam pousando-os à frente de cada aldeão.
Gebor: – “Partimos amanhã ao fim da tarde com os barcos que vão para a capital. Aproveitem bem o tempo disponível.”
A maior parte dos aldeões saíram da estalagem despreocupadamente. Gebor e o porta voz discutiam alguma coisa.
Porta Voz: – “Que notícias há da capital?”
Gebor: – “Vamos chegar atrasados. Os forasteiros já lá chegaram.”
Porta voz: – “Tão cedo? Só deveriam chegar na próxima semana!”
Gebor: – “Os ventos devem ter sido extremamente favoráveis.”
Porta voz: – “Que Deus nos ajude nesta hora de necessidade. Bem precisamos de apoios.”
Gebor: – “Apoios assim poderão não ser de confiança…”

Avandreolina pensava para si quem seriam estes “forasteiros”.
Entretanto um aldeão puxou-a para fora da estalagem. Seguiram juntos para uma taverna nas docas. Belta estava a conversar com o dono. Avandreolina olhou fixamente para ele. Ele olhou para ela.
Os aldeões na taverna bebiam cerveja e cidra. As jovens da taverna riam e circundavam-nos na esperança de obter lucro fácil.
O aldeão que a puxara pedira várias cervejas ao dono da taverna e oferecera-lhe uma. Avandreolina bebeu a cerveja de um trago só. Belta comentou:
Belta: – “Se começares assim a noite acabará cedo…”
Avandreolina: – “A noite ainda é uma criança!”
Avandreolina aprendera facilmente os trejeitos masculinos. Ria e praguejava como o mais purista dos marinheiros. Belta ria também, e dançava com as jovens ao som de um trovador invisível. Avandreolina sentia saudades dele.
Já não passava tanto tempo com Belta desde que construiu a sua quinta na aldeia. Desde que Belta começara as suas viagens de mercadoria que pouco tempo passavam juntos. Tiveram ali a oportunidade de rir juntos durante largas horas.
Chegou mesmo a desejar que o dia seguinte não viesse.
Avandreolina não reparara que com tanta cerveja a sua “barba” se desprendia da cuidadosa colocação sobre a sua face. De repente entra na taverna um dos cavaleiros da capital. Belta ficou alarmado com a sua presença e rapidamente aproximou-se de Avandreolina.
Ela estava um pouco estonteada. Belta saiu com ela discretamente por uma porta da taverna para as traseiras. Apoiando um braço dela sobre as costas deslocava-se para a estalagem. Avandreolina nunca tinha reparado nos pormenores da face de Belta.
Parecia-lhe um ser perfeito. Chegados à estalagem Belta entrou num quarto e ajudou-a a sentar-se numa das camas. Avandreolina não queria separar-se de Belta. Puxou o seu braço longo e atirou-o para a sua cama.
Nunca tinha sentido tal desejo, queria apenas cobri-lo de beijos.
Belta: – “Estás bem?”
Avandreolina: – “Nunca estive melhor!”

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Deixem comentários em:

http://forum.tribos.com.pt/showthread.php?t=31568

Aquarius,
Daniel

ROM vs FNX

Trazemos para vós, um novo formato de entrevista. Procurámos saber qual das presentes guerras seria uma das mais antigas, e chegamos a uma guerra do Mundo 1. Então, convidámos para um debate os líderes das tribos, os quais aceitarão.

Nickname: Blaspel
Nome Verdadeiro: Ruben Gouveia
Idade: 17 anos
Localidade: Vila Nova de Gaia
Tribo: FNX

Nickname: Ciganita
Nome Verdadeiro: Maria do Carmo Gonçalves
Idade: 55
Localidade: Porto
Tribo: ROM

Juntamos os líderes das Tribos FNX e da ROM e 3 moderadores (Mc Peralta, Rafita King e Sir Paulo Ferreira), e abrimos o debate:

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Mc Peralta: Bom, para começar peço que ambos nos falem um pouco da vossa passagem pelo primeiro mundo do Tribos.

Blaspel: Eu comecei a jogar em Março ou Abril de 2008. Iniciei-me a solo e fui jogando no centro/norte do k43. Quando já tinha algumas aldeias, entrei para a Fuk 43. Nessa tribo, conheci alguns jogadores influentes, como o snaga, o beemer e muitos outros. Porém como estava numa zona afastada da tribo e tinha recebido uma proposta do jogador lacd para entrar na Reino dos Céus, acabei por deixar a Fuk 43 e ingressei na referida. Lá era quase como que o braço direito do lacd, e embora nunca me tenham sido atribuídos privilégios, tornei-me no gestor real daquilo, o que me permitiu arranjar muitos contactos e fazermos guerras onde saíamos sempre vitoriosos. Mas com o tempo os melhores jogadores foram desistindo e não eram repostos. Então, num último acto de rebeldia por parte do lacd, juntou-se à missanita, nossa inimiga durante muito tempo, e fundiram a =tr= e a rc. Nessa altura éramos inimigos dos nks, clancim e ainda mais algumas tribos e pertencíamos à família Irmandade Elementar, constituída pela cova, ROM e rc. Bom, há ainda a história do snaga. Ele era meu amigo na Fuk 43 e apresentou-me o cef. Eles eram os líderes nk e nós estávamos em guerra com eles. Mas a rc cedeu e decidiu face a acontecimentos com a rom, devido à fusão com a =te=, forçámos o término da aliança com eles. E trocamos no plano diplomático os nk pela rom.

Ciganita: Eu comecei em Abril de 2008 e não percebia nada disto. Foi um amigo que me convidou a jogar e juntos formamos a alcateia do atlântico, que viria a transformar-se na lusitanus. Mas como em tudo o que é humano, a expansão leva a confrontos. A =te= estava no k42 assim como nós, o que os impedia de progredirem no terreno. Isto levou-nos a várias escaramuças com a =te= que na altura tinha como líder a missanita. A 28 de Agosto de 2008, três jogadores decidiram juntar-se a formar a ROM. Esses jogadores eram o blackvolt, o lobo40 e o shylock. Eu só conhecia o lobo40, que foi quem me colocou a jogar. Fui convidada para a tribo e entrei. A ROM tinha uma aliança com a eok nessa altura e isto durou julgo que até Novembro. Nessa altura o shylock abandonou praticamente o jogo, vindo, como se costuma dizer, apenas marcar presença. Então o blackvolt resolveu negociar uma aliança com a =te= e rc, abandonando a aliança com a eok. Mas tanto a rc como a =te= tinham elementos um pouco imprevisíveis e por vezes rudes e agressivos. Como o blaspel disse acima, o snaga foi atacado pela ROM e refugiou-se na Irmandade Elementar. Fizeram-se jogos de bastidores e a eok conseguiu uma aliança com a Irmandade Elementar. Logo não seria possível a ROM manter a mesma aliança, como tal quebrou-a. E aí começou a guerra ROM. Neste intervalo, o shylock desistiu do jogo e passou o jogo a uma pessoa que o transfere, para na altura, Irmandade. Aí foi finalmente o fim de qualquer hipótese de paz.

Rafita King: Então, digam-me, como conheceram o Tribos?

Blaspel: Eu comecei há seis anos no mundo 1 e 2 de outro servidor. Descobri-o através de publicidade num outro jogo online.

Ciganita: Eu conheci-o através do jogador lobo40.

Mc Peralta: Ouvi dizer que esta é a guerra mais antiga do mundo 1. Quando começou? O que tem acontecido desde então?

Blaspel: Não tenho a certeza. Mas sei que estava desde Dezembro de 2008 em contactos com o cef e o snaga. Mas não fazia ideia dos planos e tão pouco fui eu quem o convidou para a rc, mas sim o lacd. Depois apenas peguei nessa jogada e virei o jogo.

Ciganita: Julgo que terá começado em Fevereiro de 2009.

Mc Peralta: Ciganita, para si foi uma jogada de bastidores e de refugiados… Contem mais pormenorizadamente a vossa versão.

Blaspel: Bastidores foi da nossa parte, mas refugiados foi parte da ROM, pois aproveitaram muitos antigos jogadores da =te=.

Ciganita: Não houveram refugiados de nossa parte. As pessoas refugiaram-se na Irmandade quando foram atacadas.

Blaspel: Então o que foram aquelas contratações todas, como o bads, meires, pc444, lu123 e ainda outros?

Ciganita: Esse último joga comigo desde o início do jogo. Foi sempre de tribos onde eu também estive. Os outros, segundo me parece, não estavam de acordo com a política da Irmandade, e embora ainda não estivessem a ser atacados, pediram para vir para a ROM. Na actualidade, a FNX tem procurado fazer alianças de jeito que possam atacar a ROM. Porque afinal temos poucos jogadores mas vamos fazendo alguma coisa.

Blaspel: Desde Dezembro não tem sido bom para vós.

Ciganita: Natural. É um jogo de guerra. Mas quando são precisos vários jogadores para me atacarem só a mim, algo deve estar mal.

Blaspel: Claro, tens 700 aldeias. Mas guerra é guerra, nem sempre se sai vitorioso.

Ciganita: Vocês metem medo aos jogadores da fronteira para que eles se mudem para a FNX.

Blaspel: Talvez, mas não o podes dizer quando são eles a pedir. Além disso nós assustámo-los através de ataques e não de falsos testemunhos como deves pensar. Afinal, se tu recebeste 2000 ataques com três ou quatro jogadores imagina alguém na fronteira de duas tribos inteiras. É de ter medo.

Ciganita: Ainda assim, para mim, o pior deste jogo é o facto de ser um jogo de equipa e grande parte não o joga como tal. Deixam de jogar sem mais nem menos, o que atrapalha tudo.

Blaspel: Pois, mas isso acontece em todo o lado. Se assim fosse, a RC estaria em primeiro.

Ciganita: Assim como a ROM, embora não sejamos a junção de várias tribos, uma vez que fomos só nós desde o início.

Blaspel: Por isso digo RC. A FNX foi um projecto mal feito, por jogadores que só pensam em aldeias dadas por inactivas e fáceis.

Mc Peralta: Sendo que a guerra dura há bastante tempo, certamente terão existido boas conquistas, assim como pesadas derrotas. Qual acham que foi a maior e pior derrota e porquê?

Ciganita: A maior vitória foi expulsar a FNX do k40, ficando lá apenas a aldeia do jorgus. A minha maior derrota foi provavelmente provocada pelos inactivos na minha tribo.

Blaspel: As minhas maiores derrotas foram perder o k40 e o shilock, se bem que não levei em consideração este primeiro, uma vez que já era território perdido mesmo. As maiores vitórias foram ter iniciado a expansão do bloco do k43 e já ter um bloco considerável no k42.

Rafita King: Qual o ponto de vista de cada um de vós em relação à tribo adversária?

Blaspel: Sei que a ROM no início era muito boa, muito activos e eliminaram perfeitamente o k40. Recentemente são inactivos, medrosos e como o k40 ficou sem FNX muitos começaram a desistir de lá, sendo lá que estava o verdadeiro coração ofensivo da ROM.

Ciganita: Respeito a FNX, embora por vezes julgue que não joga limpo. Mas como o blaspel disse, isto é um jogo de Homens e os Homens, ao longo da história sempre foram assim. Sim, temos gente inactiva, mas não jogamos com eles como a FNX faz, que tem muita gente inactiva e que de repente aparece a jogar. Sei que na guerra vale tudo, não sei o que irá acontecer e tão pouco sei quanto tempo mais continuarei a jogar, mas se continuar tentarei jogar sempre como sei. Não sou política, sou educadora, e como tal não ensino o que não devo. Sei que estão em melhor posição que a ROM no k42, porque de momento estão aliados a uma das maiores famílias, a U.

Blaspel: Eu estou na mesma, a motivação para o jogo já não é tanta.

Sir Paulo Ferreira: Acho que vocês já ouviram imensas vezes aquela famosa frase: “Uma tribo cai, na maior parte das vezes, ou quase sempre, por questões internas e não por ser eliminada”. Acham que é isto o que vai acontecer nesta guerra?

Blaspel: Sim, esta guerra vai ser ganha pelos inactivos da ROM. Essa é a razão pela qual eles não estão a dar luta.

Ciganita: Estou totalmente de acordo com essa citação. É como na política: o partido cai por questões do partido que o apoia. Eu nunca pensei ficar por cá tanto tempo.

Sir Paulo Ferreira: Então é assumido que não entram questões quer de diplomacia, quer de organização interna nesta guerra?

Blaspel: Organização interna por parte da FNX sim. Graças a isso é que temos sucesso. Afinal se estivemos um ano parados, por alguma coisa era. Quanto a diplomacia, não.

Ciganita: Diplomacia julgo que dificilmente. Mas a ROM precisa de mais organização interna. Mas ainda temos mais algo contra nós: é que a maioria dos nossos jogadores são pessoas com compromissos no meio de trabalho e nem sempre podem estar presentes, e isso impede muita coisa.

Blaspel: Pois, lá está. Mas eu tenho muita sorte noutro campo, que é o tal que te faz confusão. Eu já jogo este jogo há seis anos e conheci muitos bons jogadores pelo caminho. Uma curiosidade: Eu gosto mais de jogar com brasileiros, porque é complicado convencer os portugueses de que o segredo do jogo está no ataque e não nos pontos. Mas fui muitos amigos portugueses, alguns que considero amigos reais.

Sir Paulo Ferreira: Porque diz isso blaspel?

Blaspel: As pessoas jogam isto a olhar para os pontos, mas esquecem-se de que os pontos não se mexem.

Sir Paulo Ferreira: Pelo que vejo neste tópico: http://forum.tribos.com.pt/showthread.php?t=23585, entre ambas as tribos, existe apenas uma frente de batalha.

Ciganita: Neste momento temos duas, porque se aliaram à u-tx que se encontra a Sul de nós.

Blaspel: Com a ROM sim, só o k42. Já tivemos o k40, mas não tivemos tanto sucesso porque tínhamos todas as frentes comprometidas.

Sir Paulo Ferreira: Pelas cartas que estão lançadas, são capazes de prever um vencedor?

Blaspel: Eu sendo sincero aposto na FNX e na u-tx.

Ciganita: É assim, eu morro de pé. Mas de momento a FNX, tendo a U como aliada, tem muitas mais hipóteses que nós.

Mc Peralta: Há algo que queiram dizer um ao outro, de forma oficial e pública?

Blaspel: Acho que entre nós será quem desiste primeiro. Mas bom, direi o que sempre pensei dela. A Ciganita é a alma da ROM e sem ela a mesma não existiria. Ainda assim penso que ela exagera, porque não delega trabalho e armazena tudo para ela. E tem demasiada consideração por quem não liga nada ao jogo. Ela é boa pessoa e jogadora e se estivesse numa tribo mais activa seria ainda melhor.

Ciganita: Quero desejar tudo de bom ao blaspel e que vença o melhor. Tenho consideração e como eu só não viria jogar se não pudesse penso o mesmo dos outros.

Blaspel: Gostava ainda de referir que quantas mais meninas uma tribo tem, mais activa é e falo por experiência própria. As mulheres é que comandam os homens e os homens é que jogam isto. Mas já agora, a FNX não seria o mesmo sem a shanan. Assim como a ROM não seria nada sem a Ciganita.

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Quero agradecer aos presentes os líderes das tribos, Blaspel e Ciganita, o tempo dispensado para este debate, e desejo um bom jogo, e que a guerra seja o mais saudável possível.

Espero que a comunidade tenha gostado deste debate, e esperamos em fazer mais vezes este tipo de entrevistas.

Grepolis

heraPara os menos informados a InnoGames GmbH, o Grepolis, um jogo baseado na Grécia antiga e nos seus deuses.

Os administradores do Tribos.com.pt na ultima semana têm estado a testar arduamente este novo jogo, e após varias horas de sono perdido e de gritos de guerra no Skype “VOU TE NOBLAR OH ANDRÉ!” ou então “já foste!” tal como a famosa expressão “Ricardo, os meus pontos premium”…

Entã0… após uma semana de testes que temos a dizer:

O West e o Tribos chegaram a um consenso e o resultado é o Grepolis. A tecnologia do jogo é simplesmente WOW! Os gráficos são um novo patamar para os jogos de browser.

Em nome da equipa, tenho a dizer que há muito tempo que um jogo não nos tirava tantas horas de sono apenas pelo prazer de enviar tropas, desenvolver a cidade e “tribo”.

As novas funcionalidades do Grepolis tanto a nível de jogabilidade como  no espirito de “tribo” foram muito melhorados, havendo desafios pessoais tal como colectivos.

InselO Mapa é mais uma das grandes inovações do jogo, um pouco parecido com os mapas do The West com gráficos que fazem lembrar o Google Earth.
Feuerschiff

Algo que rapidamente salta à vista de todos é o mar… E a resposta é sim! preparem-se para batalhas em terra, como batalhas navais!

À medida que temos andado a jogar o Grepolis, ficamos apenas desiludidos com um pequeno aspecto, para um jogo sobre a Grécia antiga onde andam os Deuses? Porque é que Zeus não foi convidado? Na realidade o Grepolis tem Deuses, a mitologia grega não foi esquecida neste jogo. Nós é que ainda não chegamos ao templo para oferecer os nossos tributos ao deus pagão da antiguidade.

zeusIremos deixar-vos com apenas mais uma pequena imagem, a do Deus dos Deuses – Zeus!

Esperamos apenas que ele não tenha reparado que tinha sido esquecido e afaste todos os bugs deste novo jogo.

Assim que tivermos mais novidades, ou o André for conquistado daremos informações.