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Tribos na App Store

Tribos para iOS – já disponível!

O Tribos está agora disponível gratuitamente numa aplicação na Apple Store!

A aplicação permite-lhe jogar e verificar a sua conta enquanto se movimenta, quer seja no seu iPhone, iPad ou iPod Touch.

Recursos da aplicação

  • Acesso facilitado às ferramenta de jogo, através de uma visualização geral costumizável e dinâmica.
  • Notificações configuráveis para ataques e mensagens recebidas.
  • Acesso rápido às mensagens e relatórios através de uma nova interface, apenas disponível nesta aplicação.
  • Exploração eficiente do mapa, através de uma versão móvel detalhada e rápida.
  • Alternar entre mundos rapidamente, sem necessidade de voltar a iniciar sessão.
  • Compra de Pontos Premium rápida e eficiente, através da sua conta iTunes.
  • Disponível em mais de 20 idiomas.

Para mais capturas de ecrã, informação ou para obter a aplicação, por favor, clique aqui.

Mass Recruit vs. Aliança Pequena: qual o melhor caminho?

À priori, há uma necessidade de quebrar este velho mito que ocorre dentre os mais diversos mundos do Grepolis:

 Alianças Mass Recruit é sinal de má qualidade dos jogadores e/ou gestão, culminando em insucesso. Trata-se de uma mentira.

Acontece que em sua maioria, uma deficiência de gestão pelos fundadores inexperientes e|ou incapacitados, onde procuram apenas ranking de pontos, e não dão a mínima quanto ao recrutamento nem perfil dos membros que acabara de integrar-se à esta nova ally.

Tentarei trazer de uma forma prática, e de leitura rápida, as vantagens e desvantagens de cada estratégia traçada conforme a formação de uma aliança. Veremos, com o decorrer da leitura, que de ambas obtém-se bons resultados, tudo dependerá da administração, como também do feedback de seus integrantes.

 

 

Começaremos pela mais comum, e que mais facilmente se desenvolve: Mass Recruit.

O termo em inglês significa Recrutamento em Massa. Isto é, leva-nos a acreditar que não existe critério preciso para entrada na aliança, e o objetivo em geral é juntar a maior quantidade de membros numa só equipa. O grande desafio está na gestão de um grande número de jogadores, os quais não possuem a mínima empatia, e possivelmente não haverá.

São jogadores muitas vezes desconhecidos entre si, e que aceitam o convite de entrada na aliança devido ao único atrativo de ser a TOP no ranking de score num início de servers.  Muitas vezes não são observados sequer a média de pontuação, ranking de atacantes, nem de combatente.

Todavia,

O grande segredo das Mass Recruit, e principal fator que a faz cair, é a gestão. Tem de haver uma boa estrutura organizacional, com hierarquia verticalizada, e uma LEAD bem definida.  Na maioria das vezes, o líder é inexperiente como já citado acima, e escapa-lhe o comando sobre seus membros, havendo dicotomias dentro da própria aliança e figuras distintas de lideranças tomam a frente de um grupo que não observa a figura de um único líder. Num ponto crítico, sob pressão dos adversários, ocorre que a ruptura é inevitável e a fragmentação acontece de forma natural.

A centralização de permissões pode ser uma grande saída. Ressalto, apenas as permissões devem ser evitadas, mas os títulos são quase que obrigatórios. Isto é, deve-se atribuir cargos e testar o membro à medida que assume. Via de regra, o player ambicioso por cargos tende a não desenvolver um bom trabalho após nomeação, dando-lhe o respaldo de exoneração do mesmo. De uma forma geral, os membros tendem à ociosidade e longos períodos de paz. A diplomacia baseia-se na formação de aliança com as equipas adversárias além da criação de academias que driblam a capacidade máxima do mundo, a guerra é a última instância desejada. O ápice deste segmento obtém-se com a visualização de um mapa completamente azul e seus membros rodeados de aliados.

Observa-se facilmente que integrantes destas alianças não se preocuparão na produção de tropas e a tendência ao desenvolvimento dos edifícios que geram recursos é claro e notório.

Esta estrutura acaba por garantir a inactividade a longo prazo e aproveitam-se das desistências internas para promover o crescimento daqueles que resistem ao tempo. A lógica está em manter sempre um backup de bons jogadores e partilhar a ally em grupos distintos de jogadores:

  • Players de alto nível: são os gestores e formadores de opiniões. Possuem perfil de líder e sua possível perda é considerada crítica para a quebra da aliança;
  • Players de baixa qualidade: são as fontes de birremes e tropas defensivas para o grupo acima. Sempre quando solicitados lançam tropas para protegê-los. Quando isso não acontece, são conquistados. Frente à baixa capacidade de desenvolvimento, não promovem resistência.

Se garantir uma diplomacia benéfica junto de outras alianças TOPs e mantiver a ordem hierárquica com respeito perante seus membros, sem dúvida esta linha estratégica é a mais segura, como também aquela de crescimento mais facilmente alcançado.

Num outro prisma de formação de equipas e convergência de jogadores, num enfoque contraditório ao primeiro descrito, encontra-se as Alianças Pequenas por simples ideologia de jogo.

Já agora, para quem está à procura de muita adrenalina, noites mal dormidas e olheiras durante todo o dia, eis que a melhor opção é uma aliança de poucos jogadores, sendo todos participativos e altamente seleta. Por volta de seus 40 membros, neste caso, a prioridade dar-se-á à qualidade, contrastando com a quantidade, exactamente o oposto das Mass Recruit.

Acontece que o desenho estratégico deste tipo de aliança é garantido por uma defesa no estilo de falange, alta interação entre seus membros e uma sintonia com grau mais próximo da amizade, pois um grupo assim requer acima de qualquer outra coisa: UNIÃO!

Sim… UNIÃO, a maior de todas as virtudes para este esquema tático. No sentido literal da palavra companheiro, haja vista sua etimologia mais aceite:

Derivado da expressão «cum panis», onde «cum» é a preposição com e «panis» é o substantivo masculino pão, o que lhe dá o significado de participantes do mesmo pão. Isso dá a ideia de uma convivência tão íntima e profunda entre duas ou mais pessoas, a ponto destas participarem do mesmo pão, para o seu nutrimento.

Neste tipo de aliança, todos os membros são vistos como parte fundamental desta, compartilhando o mesmo grau de importância. A figura do líder é simbólico, não necessitando o destaque de comando centralizador de forma mais acentuada, até porque todos são nivelados. A ajuda mútua é obrigatória neste sistema, onde o “elo fraco” não pode existir. Se um falhar os demais podem sofrer graves consequências, pois a moral, quanto a motivação, ficarão abaladas.

Apesar de exigir extremamente destes jogadores, obrigando-os a uma exaustiva dedicação e tempo on-line, este estilo de jogo é cobiçado por uma parcela considerável dos amantes do Grepolis.

Claramente, pode-se considerar outras classificações derivadas desta, como também não se espera que sigam com rigidez as definições e características aqui apresentadas.

Todavia,

são estilos distintos para perfil de jogadores distintos, opções que devem ser escolhidas com muito critério, e ponderar algumas variáveis determinantes, tais como tempo disponível e perseverança do jogador, como também dos demais integrantes da equipa.

O importante é que garanta muita diversão e entretenimento, essencial para aqueles que procuram estas plataformas de jogos da InnoGames.

A História de Avandreolina – Episódio 5

A lua brilhava por trás de uma cortina de nevoeiro. Era uma noite pacífica na capital. O mercado escondia tesouros de terras distantes e na rua apenas passavam os bêbados regressavam a casa depois de se afogarem em cerveja e cidra.
No porto não se ouvia vivalma. As gaivotas pareciam gárgulas que protegiam os barcos e os edifícios à volta. O castelo apenas tinha duas luzes acesas. Numa das torres podia ouvir-se um escrevinhar incessante e quase frenético.
Um homem velho de barbas longas grisalhas escrevia numa língua indecifrável.
Num dos quartos um dos conselheiros sussurava com um comandante:
Conselheiro: – “Como vão as preparações?”
Comandante: – “Os Jurgos já estão às portas do reino. Assim que começarem o plano os turcos vão com certeza abandonar o reino. Os esquadrões estão praticamente todos na fronteira Sudeste. Não chegarão a tempo de salvar nada.”
Conselheiro: – “A Tríade recompensar-te-á abundantemente pelos teus préstimos. Avisa Ponus que os turcos não poderão ser maltratados. Tudo terá que acontecer com rapidez e sem falhas para que a vitória seja assegurada.”
Comandante: – “Como será a resposta dos bárbaros a Norte?”
Conselheiro: – “Os bárbaros são preguiçosos de mais para se mexer por causa de uns vizinhos. Mesmo que fizessem alguma coisa seriam esmagados contra a nossa cavalaria.”
Comandante: – “Muito bem. Parto imediatamente. Se tudo correr bem ver-nos-emos dentro de 3 semanas em Varin.”
Conselheiro: – “Ide pelo Norte, onde há menos actividade, levai esta carta para Ponus.”
O comandante pegou na carta e colocou-a no alforge e saiu do quarto em silêncio.
Dirigiu-se para os estábulos do castelo sem fazer um ruído e pegou num cavalo branco já preparado para partir. Montou-o e saiu da capital sem ninguém lhe dirigir a palavra.

———

Avandreolina sentia-se estranha. Pela primeira vez há muito tempo não tivera pesadelos, no entanto sentia algo que não lhe permitia dormir. Belta dormia tranquilamente ao seu lado. A cama intocada do outro lado do quarto recordava-a do que tinha sucedido.
Levantou-se e foi à pequena janela do quarto. Lá fora não parecia estar a passar-se nada. De repente sente um estranho odor no ar. “É fumo!” – pensou ela. Dirigiu-se imediatamente para o porto.
Um dos barcos da capital estava a arder. Avandreolina começou a gritar para alertar os habitantes. Os marinheiros do porto acordaram de imediato e apercebendo-se do que estava a acontecer pegaram em baldes e começaram a apagar o fogo. Várias pessoas acordaram também e começaram a dirigir-se ao porto.
No meio daquela confusão Avandreolina nem tinha reparado que estava em trajes menores e sem o seu disfarce. Caiu em si, depressa toda a vila acordaria e vê-la-iam assim. Correu para a estalagem tentando ocultar a face e acordou Belta rapidamente.
Avandreolina: – “Um dos barcos no porto está a arder.”
Belta: – “Como assim?”
Avandreolina: – “Alguém deve ter pegado fogo a um dos barcos.”
Belta: – “Era um dos nossos?”
Avandreolina: – “Acho que sim. Não vi pormenores… Mal reparei que estava sem disfarce retornei. Como vou agora arranjar um disfarce?”
Belta: – “Calma. Só partimos ao fim do dia. Vou fazer os possíveis por ajudar mas o mercado só abre daqui a umas horas. Vou tentar ajudar no porto e volto mais tarde.”

Belta vestiu-se e saiu do quarto com o cabelo desgrenhado.
Avandreolina não conseguia aguentar fechada num quarto… A paciência não era uma das suas virtudes. Enquanto esperava olhava pela janela e viu que a maior parte da população da vila estava já à volta do porto enquanto vários homens acabavam de apagar o fogo.
Escutou um sussuro no quarto ao lado. Avandreolina encostou o ouvido à madeira.
Voz 1: – “… era necessário. Apenas um ficou danificado. Não vai parar nada. Se Gebor chegar à capital o plano pode ficar arruinado.”
Voz 2: – “Se for preciso podemos pará-lo quando chegar à capital. Eles vão chegar durante a noite.”
Voz 1: – “E o que será do delfim? Quem o protegerá?”
Voz 2: – “Se morrer, a Tríade louvará o seu sacrifício. Está o futuro da Tríade em jogo.”
Avandreolina pensou para si “A Tríade aqui? Quem será o delfim? Que plano é este que falam?”.
Alguém bateu à porta.
Voz à porta: – “TODOS LÁ FORA! JÁ!”
Era a voz do porta voz dos cavaleiros da capital. No quarto do lado calaram-se imediatamente. Imediatamente a seguir bateram na porta so seu quarto.
O porta voz fez o mesmo aviso novamente, mas desta vez bateram à porta. O que poderia fazer? Não tinha disfarce!
Imediatamente gritou numa voz claramente disfarçada:
Avandreolina: – “JÁ VOU! JÁ VOU! AGUENTEM!”
Lá fora gritaram novamente:
Voz: – “TODOS AO PORTO!”

Ouviram-se vários passos por toda a estalagem e vozes que murmuravam incrédulas umas para as outras.
De repente a porta abriu-se. Belta entrou no quarto.
Belta: – “Temos que nos despachar. Um dos barcos que foi danificado era da capital e o resultado pode atrasar o nosso regresso à capital. Eles querem descobrir quem foi o culpado pelo incêndio.”
Deu a avandreolina um recipiente de madeira que continha uma pasta adesiva. Usou-a para colocar os cabelos que usava no dia anterior na face. Vestiu-se e saíram juntos em direcção ao porto.

Chegados ao porto os cavaleiros da capital formavam uma linha e o Porta Voz pediu a todos os camponeses que formassem outra atrás deles. Começou:
Porta voz: – “Todos vós sois testemunhas que foi danificado um barco do nosso rei. Tratando-se de propriedade real tem que ser punido o responsável por tal acto. O vosso treino começará hoje!
Irão ser organizados em parelhas com os cavaleiros para fazer uma busca à vila de actividade ou sinais suspeitos de traição. Quaisquer suspeitas devem-me ser comunicadas imediatamente. Como os restantes barcos partirão para a capital ao fim da tarde e partiremos com eles tendes até lá para me encontrar o culpado.
Gebor irá emparelhar-vos.”
Gebor dividiu-os em pares e trios já que existiam mais camponeses do que cavaleiros. Avandreolina formou um par com um cavaleiro que já havia reconhecido da sua aldeia. Reflectindo nas palavras do Porta Voz pensou também no que ouvira no quarto ao lado do seu na estalajem. Deveria começar certamente por lá.
Avandreolina: – “Podemos começar na estalajem?”
O cavaleiro que a acompanhava não respondeu e dirigiu-se para um lado da vila onde Avandreolina nunca estivera.
Avandreolina: – “Ei! Estou a falar contigo! Não me respondes?”
O cavaleiro seguiu o seu caminho sem proferir uma palavra. Avandreolina seguiu-o. O cavaleiro entrava nas casas das pessoas sem mencionar uma palavra. Vasculhava-as mecanicamente e as pessoas nem comentavam.
Avandreolina olhava para esta situação sem saber o que fazer. Seguia o cavaleiro e pedia às pessoas das casas para entrar nelas com uma voz melancólica.

Numa casa o cavaleiro pegou numa criança que estava a esconder uma pequena caixa de madeira pelos cabelos. Os pais nada fizeram. Avandreolina não conseguiu ficar imóvel.

Avandreolina: -“Pára brutamontes!” gritou sem reparar que o disse num tom de voz normal.
Os pais ficaram muito admirados e boquiabertos.
Avandreolina: -“Se queres magoar alguém luta com alguém do teu tamanho!”- corrigiu com a voz rouca e grossa que utilizava como disfarce.
O cavaleiro atirou a criança para o lado e olhou para a caixa como se nada se tivesse passado.
Depois de olhar para a caixa atirou-a para a lareira e deslocou-se para a porta.

Avandreolina viu a pequena caixa de madeira voar em direcção à lareira e imediatamente tirou-a de lá com auxílio de uma tenaz. Ficou parcialmente destruída.
O pobre rapaz olhando para o seu tesouro saiu de casa chorando. Avandreolina pousou a caixa sem reparar que o seu conteúdo tinha ficado alojado na sua bolsa.

Continuaram a procurar por sinais nas casas do mesmo bairro sem nada encontrar.
Depois de procurarem em duas dúzias de casas dirigiram-se para a estalagem para jantar.

—–

Deixem comentários em:

http://forum.tribos.com.pt/showthread.php?t=31568

Aquarius,
Daniel

A última ceia

Foi mesmo antes de morrer, mesmo antes de ser levado pelos soldados, mesmo antes de ir para o monte das oliveiras que Jesus de Nazaré fez a sua última ceia com os seus doze apóstolos.

Estamos já habituados (os cristãos) a ouvir a citação que narra os acontecimentos desta ceia: “Jesus pegou no pão em suas mãos, deu graças e disse aos Seus discípulos: “Este é o meu corpo que será entregue a vós”. Do mesmo modo, ao fim da ceia, Ele pegou o cálice em suas mãos, levantou ao alto e disse aos seus discípulos: “este é o meu sangue, o sangue da vida que será derramado por vós.”

Pelo que se conta, esta última ceia teve lugar numa sala, hoje chamada de Sala da Última Ceia, no Monte Sião.

Esta ceia, Jesus fez referência que um dos doze o iria entregar. Esse apóstolo era Judas. Não irei abordar este tema, pois aqui entram em cena questão da liberdade do Homem ( se Jesus sabia o que iria fazer Judas, então é porque já estava escrito, por isso ele foi, como que, “obrigado” a fazê-lo).

Esta ceia é, nos dias de hoje, simbolizada nas nossas igrejas – A Eucaristia. Segundo a Igreja Católica, a Eucaristia é um do Sete Sacramentos. O Papa João Paulo II dizia que a Eucaristia é verdadeiramente um pedaço de céu que se abre sobre a terra; é um raio de glória da Jerusalém celeste, que atravessa as nuvens da nossa história e vem iluminar o nosso caminho.

Segundo a Igreja Católica há uma  presença real de Cristo, em seu corpo, sangue, alma e Divindade após a transubstanciação do pão e do vinho, ou seja, a aparência permanece de pão e vinho, porém a substância se modifica, passa a ser o próprio Corpo e Sangue de Cristo.

No Protestantismo (outra vertente do Cristianismo), a  Eucaristia também é vista como um sacramento. O entendimento da ceia, nas igrejas Luteranas, é dado como essência ou substância do corpo de Cristo, e não transformada no mesmo. A essa forma de entendimento dá-se o nome de consubstanciação.

Dentro do Evangelismo  a Eucaristia é chamada  geralmente por “Santa Ceia” ou “ceia do Senhor”.

Leonardo Da Vinci tem uma representação desta última ceia, ao qual vos deixo a imagem, porém, não venham falar no Código Da Vinci.

Vale tudo? menos tirar olhos?

Alguns dias atrás estávamos todos, como de habitual, numa conversa de Skype quando um disse a frase “a minha nova colega de casa é uma brasa”… rapidamente a atenção masculina focou-se nesta tirada com questões mais pragmáticas do estilo “então, já estás a marcar pontos?” e rapidamente surgiu a questão moralista do assunto numa outra afirmação “tem namorado”.

Disto tudo o que ouvi foi “vizinha gira com cão de guarda”… e prontamente o meu cérebro disparou para perguntar “dás-me o número dela?” que se repetiu com um “ela tem namorado”.

O dilema desta história é um pouco daquela expressão “vale tudo no amor e na guerra” – o típico discurso se os fins justificam os meios ou será os meios que justificam os fins. A minha opinião sincera é nem tanto à terra nem tanto ao mar.

Quando conheço, inicio uma conversa, com uma miúda gira a ultima questão que me lembro de fazer é o namorado. Primeiramente porque não faço a mínima ideia o que irá sair dessa conversa por isso estar a fazer planos daquilo que acontecerá ou não simplesmente não me interessa. Acho mais produtivo dizer olá a pensar se no casamento ela troca ou não o apelido.

À medida que a conversa se desenvolve, rapidamente surge a certeza se aquela é uma pessoa a quem queres ou não dar o teu número de telefone, isto é, voltar a estar com ela (apesar do caso de estudo ter uns contornos diferentes). Então quando alguém sabe a resposta do dar ou não dar o número surge a próxima, qual dos números a dar o descartável ou o “verdadeiro”… este é aquele momento que define o interesse que a conversa está a ter e o rumo das “próximas horas”.

À medida que estas decisões são tomadas o discurso da conversa vai mudando o rumo entre coisas mais e menos pessoais e é criada uma conversa bastante perceptível, ou seja, se ela tem namorado está perfeitamente capaz de o introduzir na conversa com uma linha qualquer. Isto tudo apenas para dizer, a relação é dela e não minha… logo, com toda a certeza não devo ser eu a ter de me preocupar com isso.

Caso seja usada a linha do namorado, no meu livro de regras à apenas algumas questões (mentais – não verbalizar) a divagar,

  • Qual é o número do encontro (em numeração romana)?

Se já tem um V e é a primeira vez que aparece a menção do outro fulanito, podes começar a pensar em enterra-lo.

Se for antes de um V, pensa seriamente na questão seguinte…

  • E para onde queres ir com essa pessoa?

Quarto de hotel? E mudar o numero de telefone? – Eu pessoalmente passava a oportunidade, não pelo dilema moral, mas alguém que namore e seja possível de levar para umas cambalhotas quer dizer que ou está a pensar em vingar-se ou em trocar… e claramente que não te apetece ser o próximo.

Passar o fim-de-semana e umas férias? – É bom que já tenha tido um X na contagem… não que discorde do amor à primeira vista… mas isso é como os milagres ver para acreditar, e ainda não vi nenhum…

Considerando que queres algo mais com a tal beldade que conheceste e só soubeste do emplastro depois de já teres o queixo no chão… bem, não há muito a dizer sobre isto… podes sempre mandar um cartão de boa sorte ao fulanito!?

A realidade é simples, todos os seres humanos gostam de ter uma estabilidade emocional e procuram essa realização. Se existe uma vontade de duas pessoas passarem tempo juntas é sinal que há um certo feedback, o facto de existir outra pessoa é apenas um pequeno obstáculo pelo caminho.

A convenção de Genebra da guerra de engate

Esta é capaz de ser a parte mais simples e complicada de todo o processo – esquece que a outra pessoa existe, uma relação é feita a dois e não a três (filhos excluídos da contagem). O realmente importante é construir uma “ponte emocional entre o par”.

Uma coisa típica que tenho visto no passar dos anos é a necessidade (de combater a insegurança) com frases “se eu fosse o teu namorado (não) fazia…” – falar é bonito, fazer é provar! Portanto da próxima vez que pensares em dizer tal frase imagina-me a dizer “hellllllooooo! DUUUUUHHH! WAKE UP!”

Moral da história

Estás interessado numa pessoa mais que o puro físico, ela tem o mínimo de interesse em ti? Na realidade vale tudo, porém um ataque cirúrgico é preferível a uma destruição nuclear.

Dedicatória

Engata logo a miúda, ou começamos a pensar que a tua religião está errada 🙂

Economia das relações

Estes últimos dias, estive a trocar umas smses com uma “amiga” numa sub-especie de coro inocente… e a dada altura começamos a utilizar os trocadilhos de termos económicos para classificar o como abordar os relacionamentos.

economics-0Este será um artigo, talvez um pouco difícil de compreender pois utilizarei termos económicos ao invés das famosas metáforas da física e da química – por outro lado ficaram a saber que a minha identidade não se resume apenas às ciências ditas exactas mas também toca as ciências sociais.

Como sempre, os meus amigos e amigas mais próximas preocupam-se com o meu isolamento das relações serias. A minha visão sobre isto mantém-se da na dúvida do investimento à contra partida do lucro. No entanto nesta troca de sinais de fumo electrónicos surgiu o conceito de oferta e procura e como eles tendem a equilibrar-se num mercado perfeito. Verdade, que considero que quase todas as leis aplicadas a fenómenos físicos e sociais se manifestam no conceito interpessoal entre as pessoas.

Se eu procuro uma mulher logo devo ter uma oferta, não só a disponibilidade económica que tenho para despender com ela, mas também todo o resto da minha essência do ser. Então, esta será a parte que deixo a modéstia de parte e tenho de me auto-avaliar no mercado. Então como fazer isto, vejamos a nível económico estou numa situação estável (isto deve ser um ponto positivo em época de crise), o meu status quo social permite-me tratar por “tu logo vens tomar café?” muitas personalidade veneradas por ai fora (creio que isto é mais um ponto positivo), a nível académico – apesar de estar a tirar uma nova licenciatura, tenho provas dadas noutra área (mais que um curso deve ser um mais). Sendo este o embrulho muito mais fica escondido no produto em si.

Então a lei da procura e oferta define-se pelo ponto de equilíbrio de por quanto o produtor irá se livrar do produto e simultaneamente o consumidor está interessado a pagar por isso. Numa relação a equação torna-se ligeiramente mais complicada pois cada parte assume o papel de produtor e consumidor simultaneamente fazendo que as quatro rectas podem nunca se intersectar num único ponto e assim criar apenas uma área negocial na qual uma das partes, ou mesmo as duas ficariam claramente a perder.

Neste ultimo caso, no termo estritamente económico é introduzido os conceitos de luxo. O luxo é dado como um produto raro apenas comparável a um produto inferior cuja sua preferência é denotada quando o consumidor está num patamar económico superior e por esse motivo prefere algo no produto de luxo. Os produtos de luxo não são obrigatoriamente melhores que os “bens inferiores” porém oferecem alguma garantia no produto que os distingue dos restantes, pode ser a marca, a garantia, a imagem, entre muitos outros.

Nas relações o mesmo acontece, e o luxo neste caso pode ser o visual, pode ser o intelecto, o compromisso de esforço, entre muitas variáveis. No entanto o mercado, tal como nas relações, o ser humano é um ser insaciável que procura sempre a máxima satisfação e assim introduziu-se um termo que nos estudos económicos de hoje em dias se tem esquecido, os supra-luxos.

Os supra-luxos são oásis, ou ex-libris de uma dada categoria dos bens são aqueles que se distinguem de todos os outros não só pelos detalhes e primazia de várias qualidades como pela sua raridade. São como aqueles chocolates belgas que uma vez postos à boca rapidamente estamos a tirar o cartão de crédito para pedir todos os da loja, e questionamos como fomos capazes de viver e ser felizes sem conhecer aquele prazer…

O problema na economia das relações é que nem todos sabemos o nosso real valor de mercado, é fácil sobreavaliarmos as nossas capacidades, tal como fazer o exacto oposto e desta forma entramos na tal área de negociação cuja oferta-procura não atingem o equilíbrio desejado.

Que hajam bons negócios a serem feitos por ai, é algo bom! Creio que todos gostam de aproveitar a época de saldos para comprar o item A ou B que antes era muito caro… afinal de contas o lucro é todo do comprador. Porém como se fala de pessoas e por mais que as transforme em objectos, é apropriado ver o outro lado da moeda – especialmente se formos nós a vender-nos por menos – e para tal irei roubar a Lamarck (Biólogo) parte da sua teoria do uso e desuso. Diz-nos este senhor que os órgãos que o ser não utilizar atrofiam-se e os que utilizamos aperfeiçoam-se e vou esquecer a parte genética do caso. Então quer isto dizer que numa relação da área de negociação o pontífice máximo será obrigado a descer o seu nível de compromisso e dedicação e de tal forma desce o seu patamar relativo.

Então, assim sendo, o ser luxoso será degrado… esta é a parte em que muitos leitores devem ficar chateados porque se identificam num dos lados, não merecedores de alguém ou estão com alguém que não os merece – denote-se que o termo merecedor foi apenas utilizado para chatear e não tem qualquer sentido moral, não que esta nota faça alguma diferença.

As boas noticias para os indivíduos nas circunstâncias acima descritas são, ainda estão a tempo de mudar, afinal de contas só a morte é certa porque nunca ninguém de lá voltou para dar informações credíveis – as minhas desculpas a Cristo, mas o sermão dele tinha muita moral associada.

Então à minha amiga, repito, simplesmente acho um desperdício de pessoa estar estragar coisas que gosto tanto em mim e batalhei para moldar e lá chegar. É possível que esteja demasiado qualificado para o cargo de namorado, mas gosto de ser quem sou.

Enquanto houver pecado, não haverá crise.
O herege Advogado do Diabo

Defende o teu forte

O forte,

fort-01

Estamos a planear em breve fazer mais uma actualização ao nosso jogo, The West, com esta nova versão será introduzido um novo método de batalha entre cidades através de Fortes, mas passemos ao que interessa – as informações detalhadas sobre o forte.

O conceito,

O mapa passará a ter novos locais onde as cidades poderão construir fortes, cada forte irá trazer vantagens especificas às cidades. Porém as outras cidades poderão atacar os fortes já construídos, resultando numa grande batalha na qual a cidade vencedora ficará com o forte.

 

Assim, The West, irá ter uma evolução drástica na sua jogabilidade e no divertimento da comunidade tornado ainda mais interessante o espírito de equipa de cada cidade.

Ricardo, pela equipa de suporte