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Entrevista a z333, vencedor do Mundo 21

z333
z333, vencedor do Mundo 21

Me God: Iniciando da melhor forma e utilizando uma pergunta “praxe”, como conheceu o Tribos?

z333Conheci o tribos quando pesquisava na Internet jogos medievais.

Me God: Em breves instantes, por favor, conte um pouco da sua história no jogo.

z333Entrei no Mundo 1, que foi o meu primeiro contacto com o Tribos. Entretanto abriu o Mundo 3 e entrei de início e foi onde aprendi a jogar Tribos, mas ao fim de ano e meio tive de desistir. Mais tarde voltei e entrei no Mundo 21.

Me God: Como encarou o início do jogo? Que conselho transmitiria a um novato para se tornar um grande Jogador?

z333No início de jogo tive bastante trabalho, pois formei, juntamente com alguns amigos, uma tribo, mas para a qual tivemos que recrutar mais jogadores o que foi um pouco complicado no início… Aos novatos, o conselho que lhes dava era serem ativos, ter vontade de aprender e espírito de equipa.

Me God: Está satisfeito com o seu feito no Mundo? Sempre foi esse o seu objetivo?

z333: Sim, fiquei muito satisfeito, depois de ano e meio de muito sacrifício, de muitas horas passadas no jogo, vencer a classificação individual e coletiva, foi uma enorme satisfação. Inicialmente, nem sonhava que iria ganhar o mundo porque quando entrei apenas vinha com o intuito de passar um bom bocado com uns amigos, mas à medida que o tempo foi passando o jogo tornou se mais sério e o nível competitivo veio ao de cima.

Me God: Qual o momento em que sentiu mais dificuldade para se manter no topo da classificação?

z333: A altura em que senti a classificação ameaçada foi com 2 senhores, que curiosamente era da minha tribo. Passaram meses a fio a conquistar bárbaras e mais bárbaras e não colaboraram com a tribo, nem com ataques, nem com defesa. Aí sim, senti ameaçada a minha classificação devido aos papa bárbaras.

Me God: O que mais o cativa no jogo?

z333O espírito competitivo, a amizade que se cria e o convívio.

Me God: Tenciona alcançar o mesmo feito noutro Mundo?

z333Não tenciono, porque não me vejo a ter o tempo que disponibilizei para vencer o Mundo 21, mas continuarei certamente nos primeiros lugares dos mundos em que eu entrar.

Me God: Acha que o Tribos influenciou de alguma forma a sua vida fora do jogo?

z333Sim, certamente em alturas da minha vida influenciou, por vezes tornámos o jogo num vício e esquecemos-nos um pouco da realidade.

Me God: Uma vez que o Mundo 21 terminou há algum tempo, sente saudades?

z333Sim, bastantes… Tenho saudades do grupo que formámos, saudades das conversas que tínhamos, do convívio e neste momento começamos a perder o contacto com alguns.

Me God: Para terminar, gostaria de deixar algumas palavras à Comunidade?

z333Quero agradecer ao Ferreira, um grande amigo e o grande obreiro da vitória no Mundo 21. E a todos os que jogam Tribos, quero relembrar que isto é apenas um jogo, um passatempo, e que na vida temos a família em primeiro lugar, por isso, tudo o que se passa aqui no Tribos nada tem a ver com a realidade. Os desentendimentos no fórum, isso tudo…, por vezes é provocado e nada passa para a realidade e a prova disso mesmo é os jantares que fazemos, inclusive com jogadores que num passado era inimigos… Divirtam-se…

Me God: Obrigada pelo seu contributo e participação e boa sorte para as próximas etapas.

O Tribos por Tojo Bravo

Vou começar por dizer como comecei neste jogo – Foi simplesmente numa brincadeira de amigo, vimos este jogo na net, e começamos a jogar, jogar, e jogar até ficarmos totalmente viciados, no principio do mundo 1, ninguém percebia como é que o jogo funcionava, ao passar dos tempos começávamos a perceber a origem do jogo, e a maneira de se jogar melhor e cada vez melhor, mas por azar os meus vikings faleceram, e perdi.

Comecei a jogar no mundo 2, depois de muito jogo mesmo, decidi jogar no mundo 12, um excelente mundo, adorei mesmo jogar nesse mundo que por azar, morri com 3 milhões de pontos por inactividade (questões pessoais).

E agora neste preciso momento estou com 2M de pontos no PT14, também adoro imenso aquele mundo, estamos neste preciso momento em guerra com a -WAR- uma tribo muito experiente, com jogadores muito fixes, e claro como em todas as tribos jogadores que só fazem monte e jogam SIM CITY, mas em geral O TRIBOS é um excelente jogo para todos os tipo de pessoas.

Também me candidato todas as vezes a moderador do fórum, mas nunca fui escolhido, quase todas as vezes que me candidato, consigo sempre acertar nas respostas só depois nas informações pessoais é que não escrevo muito, mas 1 dia irei participar nesta equipa do tribos.

Uma vez no mundo 14, tive uma excelente notícia, iria ser deputado na minha tribo a [666] pelo meu esforço em questão a tribo, e também em questão as guerras de ser muito participativo, mas o que foi mais engraçado foi que a minha tribo inimiga descobriu que eu era deputado, e o líder da tribo mandou-me logo uma MP a dizer se eu não queria ser um espião dele, e em troca nunca seria atacado, eu nesse momento estava fraco de tropas e sim fui inteligente e respondi que sim era uma óptima ideia.

Eu era MDF de um jogador dentro da tribo inimiga, e sabia tudo exactamente os coordenados que eles iriam nos fazer então eu ajudava claro sempre a minha tribo principal [666], durante 1 semana consegui fazer as minhas tropas todas, e aí sim foi engraçado, eu comuniquei a tribo inimiga da [666] que estavam a fazer um coordenado ao líder, toda a gente apoiou com tudo o líder, e por fim eles a ultima da hora descobriram que o coordenado era para diversos jogadores que estavam longe do líder, para não terem tempo de retirarem os apoios, e assim por causa duma coisinha de nada, aquela tribo ficou destruída e com apenas 5 jogadores com pouquíssimas aldeias, e assim acabou uma guerra que nem um mês durou 🙂 Foi a minha melhor experiência neste jogo altamente.

Quero agradeçer a INNOGAMES por ter criado este jogo muito fixe 🙂

Com os cumprimentos de,
Tojo Bravo (PT14)

O Regresso da Grécia Antiga

Grepolis, a mais recente aposta da InnoGames GmbH, prometeu surpreender e assim o fez!

Os dados foram lançados e dia 17 de Fevereiro ficou marcado pelo regresso da Grécia Antiga ao mundo moderno. Um início de mais um jogo que já prendeu milhares de jogadores.

Após sensivelmente um mês de lançamento, o servidor português já conta com 3 mundos (Alpha, Beta e Gamma) e aproxima-se de 100 mil jogadores.

Decidimos então lançar o primeiro artigo após o lançamento do Grepolis, no nosso Blog, depois de um período de adaptação ao jogo, e começar a perceber como é que os jogadores entraram em mais uma jornada e o que mais lhes atrai, sendo então o tema desta estreia.

Depois da disponibilidade demonstrada, não poderia continuar sem antes agradecer a todos os jogadores que aceitaram participar no inquérito realizado. A todos um muito obrigado da equipa do Grepolis!

Como teve conhecimento do Grepolis e o que o levou a experimentá-lo?
A maioria dos jogadores entrevistados conheceu o Grepolis através de outros jogos da InnoGames GmbH, nomeadamente Tribos e The West. A curiosidade foi, sem dúvida, o grande empurrão para um jogo que tem tudo para ser um dos melhores e não desiludiu.

Iniciou-se o primeiro servidor português há sensivelmente 1 mês, qual o balanço que faz deste primeiro mês?
Neste primeiro mês de servidor, todos os jogadores destacam que já se começam a notar os bons jogadores existentes, assim como as primeiras rivalidades entre alianças, mas ainda tudo está no início.

O que mais lhe agrada no Grepolis?
Quanto às funcionalidades que mais agradaram os nossos jogadores no Grepolis, todos salientam os combates marítimos – a criação de transportes e os poderes divinos são duas das ideias criativas e realistas deste novo jogo – novas funcionalidades que trouxeram uma maior interacção entre o jogo e o jogador.

Entrevista a Atomic7

Trago mais uma entrevista do West para vocês. Trata-se do primeiro jogador a atingir o nível 99, o Atomic7. Conhecido na comunidade, é um jogador activo, participando em diversos mundos. Espero que gostem!

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Nome: João

Idade: 29

Profissão: Porteiro

Localidade: Suíça

Mundos em que joga: Mundos 2,3,4,5,6

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Sudritter: Boa tarde, como tenho perguntado já anteriormente, como conheceu o The-West?

Atomic7: Por intermédio de um fórum de um jogo online.

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Sudritter:Esta entrevista é feita principalmente por ter sido o primeiro do mundo 3 a chegar ao nível 99, como conseguiu chegar tão longe, mais rápido que os restantes?

Atomic7: Deveu-se a  inúmeros factores. As batalhas dos fortes são uma grande inovação que o jogo teve, permite ganhar muita experiência muito rapidamente. Contribui para o jogo (pepitas), o que acelera de alguma forma certos desenvolvimentos do nosso boneco e graças a fabulosa aliança RAW.

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Sudritter: Ainda vamos falar da RAW um pouco mais tarde, Embora bem sucedido neste mundo, ainda joga em 4 outros dos nossos mundos portugueses, qual é aquele que mais o anima neste momento? Porque?

Atomic7: Sem duvida o mundo 3. A aliança onde estou está cada vez a dominar mais esse mundo contra o seu principal rival, FUW. Nesse mesmo mundo ainda estou a terminar aventuras (LVL 67 blargh) e estou a mudar as minhas skills para modo de duelo 😉

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Sudritter: O que considera deste bloqueio final, pensa ser uma boa opção ou acha que existe uma outra forma de finalizar os mundos? Caso afirmativo, qual?

Atomic7: Pessoalmente penso ser uma boa opção. A minha vida não me permite estar online no The-West o dia todo e foi com grande satisfação que consegui chegar a nível 99 em primeiro.

Uma outra maneira de finalizar os mundos seria de acabar as aventuras disponíveis com o tal nível 99 e com a melhor classificação no rank de duelos em conjunto com a melhor cidade. Ai não haveria duvidas para o melhor do jogo, já que no salão da fama fica sempre gravado e será até agora um marco que os outros jogadores todos podem ver.

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Sudritter: Diz então que chegar ao nível 99 lhe deu um certo “descanso”, no entanto continua a jogar, e a participar nas batalhas de forte (não pude deixar de reparar a referências às mesmas no seu perfil de jogo), considera então que chegar ao nível 99 não é um impeditivo a continuar a divertir-se no servidor?

Atomic7: Continuo a divertir-me com o jogo mesmo que não evolua em termos de experiência. Tenho muitos conhecimentos por causa deste tempo e não os vou deixar ficar mal só porque atingi uma marca pessoal. Tenho uma aliança para ajudar e um mundo para dominar.

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Sudritter: Penso que já todos entendemos que para si a RAW é a melhor aliança do mundo 3, na sua opinião o que ditou o vosso sucesso?

Atomic7: Nesta altura do campeonato penso que foi a entreajuda entre todos. Posso referir nomes de pessoal que ta sempre a agitar a minha caixa de correio como o gibreelfarishta, Psi, Soulless, entre outros.
Estou também no mundo 2 e a FUW domina a seu belo prazer, no mundo 3 já não é bem assim 🙂

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Sudritter: São estes os companheiros que lhe ajudaram a chegar onde chegou?

Atomic7: Foram estes os principais dinamizadores da aliança que por acaso até fazem parte do núcleo duro da minha cidade. Existe muitas pessoas na aliança que me ajudaram porque sabiam que eu estava no top de experiência. Quero salientar a importância da interacção dos membros da aliança através de chats como por exemplo do MSN.
Penso que essa opção para o jogo já esta em andamento e seria uma grande ajuda 😉

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Sudritter: Falando doutro mundo, neste momento esta juntamente com o projecto DOMINATION no mundo 6, foi muito falado ultimamente pelo bom grupo de jogadores, e pelas atrocidades que vos assombraram, que expectativa tem do mesmo?

Atomic7: É o segundo mundo onde estou mais activo e sinceramente penso que vamos ser imparáveis 😛
Temos um belo grupo de jogadores, experientes, líderes e com actividade razoável em média 😀
Claro que o mundo ainda está no inicio e existem poucas alianças. Mas com o avançar do jogo, penso que poderemos ter 3 ou 4 cidades aliadas com o mesmo tipo de jogadores que formam a nossa. E ai sim, vamos dominar todos 🙂

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Sudritter:E expectativas pessoais, embora longe do topo o mundo ainda está no inicio, luta pelo top20?

Atomic7:Não. Chegar a nível 99 no mundo 3 foi muito cansativo, foi à pouco tempo e espero agora contribuir com a minha experiência para que outros atinjam o top 3 pelo menos. Como é normal temos muitos bons jogadores neste mundo devido à sua experiência.
Mas já tenho alguns planos para o mundo 7 se chegar em boa altura 😀

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Sudritter:🙂 Desejo boa sorte a todos os membros da cidade.
O The-West pode ser considerado um jogo envolto em mistérios, a igreja, as 3 chaves, missões secretas e uma constante inovação dão ao jogo inúmeras alternativas de jogo, tem curiosidade por algum destes pontos? Procura descobrir mistérios ou coleccionar itens famosos ou raros, ou joga de modo simples?

Atomic7:Vamos por partes. Igreja não me seduz. Na altura em que comecei a jogar e penso que até agora, dizia que dava bónus aos construtores, mais sorte em trabalhos, etc. Para mim igreja é como no mundo real, dizem muito mas vê-se pouco ou nada.
As 3 chaves.. hmm.. penso que devido a mudar as skills para duelo não vou chegar tão longe… Mas se quando estiver a pesquisar em outros lados vir que vale a pena vou mudar as minhas skills por completo para chegar a esse objectivo. Missões ‘secretas’ são por pouco tempo 😀 Vai sempre haver alguém que se descuida e depois se espalham por todos 😛
Itens famosos ou raros, gosto muito, nem que seja para exibir 😀
Neste momento jogo para acabar as aventuras todas e ajudar a aliança.

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Sudritter: Sobre a questão da importância da igreja, com o conjunto de dorminhoco, foi de novo levantado à discussão a vantagem de rezar, já que o set favorece esse ponto, acredita que este set dará uma ajuda real?

Atomic7: Penso que o set de dorminhoco foi das melhores coisas que pensaram em trazer para o jogo. Faz sempre a diferença em termos de recuperação o que para um jogador que luta pelo topo de experiência ou um duelista que quer recuperar saúde da sempre um bónus em relação aos outros menos activos.

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Sudritter: Mudaremos um pouco de tema, já disse que a sua vida nem sempre lhe disponibiliza tempo para o jogo, é difícil conciliar a vida pessoal e o jogo?

Atomic7:Foi difícil na minha situação, porque passava mais de 8h sem acesso ao jogo. Nada que o premium não resolve-se… mas é sempre diferente, estar a acompanhar o jogo de hora a hora para o caso de algum ataque que nos obriga se a ir dormir ao hotel para não ser desmaiado ou para algum trabalho que nos tira se muita saúde.
E depois temos sempre a vida pessoal que nos ocupa o resto do tempo restante (dormir e’ mentira :P)

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Sudritter: lol 😛 No fórum alguns jogadores falaram a algum tempo na abertura dos velhos mundos, considera que tal é propício para os servidores?

Atomic7: Penso que se era positivo sim. Mundos mais antigos tem muito pessoal inactivo o que deixa esses mesmos mundos com vagas para pessoal novo entrar e se relacionar com amigos de outros mundos que já la estejam ou com outros jogadores onde podem fazer novas amizades e ter sempre o estimulo de os seguir sempre que abram outros mundos.

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Sudritter:O que acha destas iniciativas, como as entrevistas e os artigos, para o melhoramento da comunidade?

Atomic7: Acho que são coisas que entretêm a comunidade. O pessoal pelo tópico vai sempre ler o que os que estão no topo tem a dizer e penso que é uma excelente iniciativa para quem quer animar um pouco mais o fórum.

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Sudritter:Tem alguma sugestão para o melhoramento do jogo?

Atomic7: Sim, os tão falados chats no jogo.
Além disso poderia haver um menu novo de alianças idêntico aos que temos na cidade mas a englobar a aliança e onde esses mesmos membros não se podiam atacar

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Sudritter:Hum, não se esqueça que as alianças não fazem parte da fisionomia de jogo

Atomic7: Mas evitava cidades que metem os nomes e não fazem parte da dita aliança, entre outras coisas, penso ser importante, já que as alianças são parte fundamental do jogo.

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Sudritter:Continuando, já jogou um dos outros jogos da Innogames? Como o famoso Tribos ou o novo Grepolis?

Atomic7: Penso que não. No entanto joguei um muito semelhante ao tribos.

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Sudritter:Já teve contacto com a nossa equipa de suporte? Como considera o trabalho efectuado pela mesma?

Atomic7: Já tive oportunidade de usar. Penso que têm de ser pessoas adultas que saibam separar o jogo das regras em alguns casos. São muito eficazes para o tempo que têm que imagino que é pouco.

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Sudritter:Para terminar, tem alguma sugestão para a gerência dos mundos portugueses?

Atomic7: Penso que o nosso fórum não é tão visitado como podia ser. Temos muitos atractivos, desde discussões a ideias novas, analise de mundos, o belo do bar…. Penso que mandar uma mensagem in-game para o pessoal não custava nada e ganhava se clientes frescos porque o Doidão varre o pessoal todo 😀
De resto, o pessoal da gerência podia lançar desafios para apelar a participação dos membros com questionários e um respectivo salão da fama no fórum no qual se podia meter um ranking por actividade e resposta certa.
decerto que deste modo podia meter cada vez mais membros online do fórum.

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Sudritter:Queria agradecer em nome de toda a equipa pelo tempo despendido para a entrevista, as entrevistas são sempre um bom método de conhecer a opinião dos jogadores, pessoalmente desejo-lhe sorte no jogo, principalmente no novo mundo 6.

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Pessoalmente gostei bastante de trabalhar com o João, decerto que foi uma entrevista longa, mas bem disposta, mais ainda quando descobrimos que ja fomos quase vizinhos. Penso que abordamos algumas das questões mais fulcrais na actualidade do The – West português, principalmente da vida no nosso fórum, agradeço mais uma vez ao jogador, 😉

Sudritter

Comentários deverão ser feitos no seguinte tópico: http://forum.the-west.com.pt/showthread.php?t=17122

Entrevista a SCPPedro76

Apresento hoje uma nova entrevista com o líder do Mundo 2. É um jogador conhecido da maioria de vós nomeadamente dos que frequentam o Fórum externo, e também esteve envolto em algumas polémicas. Estou a falar do SCPPedro76.

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Nickname: SCPPedro76

Nome Verdadeiro: Pedro Monteiro

Idade: 33

Localidade: Lisboa

Mundos Activos: M2

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Mc: Bons dias. Para começar quero agradecer-lhe por ter aceitado o convite para a entrevista.

SCPPedro76: Permita-me antes de mais agradecer-lhe o convite que me dirigiu e manifestar-lhe que é com muito gosto que irei responder às suas perguntas.

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Mc: Vou começar com a pergunta da Praxe. Quando começou a jogar Tribos, e como conheceu o jogo?

SCP76: Comecei a jogar tribos no dia 22 de Abril de 2008, no mundo 2, único onde continuo a jogar apesar de ter entrado em alguns outros mas apenas por breves períodos. Conheci o jogo num anúncio online. Resolvi experimentar e por cá continuo.

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Mc: Qual foi o nome da sua primeira tribo? E conte-nos o percurso até à sua presente tribo.

SCP76: Ao fim de 4 dias de jogo entrei na |RVT3|, tribo na qual fiquei até Janeiro deste ano altura em que a |RVT3| transitou para a família metal, e eu, juntamente com o núcleo duro da |RVT3| passei para a hmetal.

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Mc: Conte-nos um pouco sobre o tempo em que esteve na RVT3.E o porquê desse nome?

Scp76: Começarei pelo nome da |RVT3|. Era a 3ª tribo da família |RVT|, sigla de Revoltados, e acabou por se tornar na única grande tribo dessa família no mundo 2, aliás única que verdadeiramente subsiste, agora no seio da família metal.

Na |RVT3| aprendi a jogar tribos. A organizar o fórum. A planear ataques conjuntos. A jogar em equipa. Ao fim de 10 dias de permanência na tribo já era eu que geria o dia-a-dia. O então líder e fundador da |RVT3| suma2 concedeu-me o título de barão e deu-me poderes de duque ao fim de um mês.

Desde essa data e até Janeiro deste ano exerci essas funções e em conjunto com grandes jogadores da |RVT3|, a maioria dos quais estão hoje comigo na hmetal, e ainda com um que não posso deixar de referir por ser sem dúvida dos melhores e mais completos jogadores que conheci, o karrasko, levámos a |RVT3| até ao 2º lugar da classificação da geral.

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Mc: Há muita discussão sobre o porquê dessa fusão, e também dizem que você abandonou alguns colegas de tribo. Conte-nos a sua versão.

Scp76: A fusão foi decidida em conselho de tribo depois de devidamente discutida entre mim e o meu actual líder bakkkano. Desde sempre as relações entre a |RVT3| e a hmetal foram muito boas. A |RVT3| era uma tribo de elite, com excelentes jogadores e que não pertencendo a nenhuma família chegou ao 2º lugar da geral.

Mas o mundo 2 está em constante ebulição. É muito renhido, muito combativo, e sempre em evolução.

O conselho da tribo decidiu, e a meu ver muito bem, por unanimidade, que era chegada a altura de dar outra dimensão à |RVT3|. Uma dimensão que lhe possibilitasse, no seio de uma família forte, continuar em jogo até ao fim do mundo 2, aportando, neste caso à metal, o “know-how” e a capacidade dos bons jogadores da |RVT3|.

Era uma questão de juntar dois projectos vencedores e bons jogadores de ambos os lados, que estavam estrategicamente colocados no mapa, e que permitiria – como está à vista – um largo domínio do mundo 2, nos K’s a sul.

Estas foram as razões da fusão. Quanto à “polémica”. Só fiz duas exigências ao bakkkano para que a fusão fosse para a frente.

A 1ª foi que a |RVT3| integrasse a família metal e mantivesse o seu nome. Ainda hoje jogo com a |RVT3| todos os dias. Ajudo a tribo a crescer, dou conselhos, apoios, limpo aldeias para os meus companheiros dessa “minha” tribo continuarem a crescer.

A 2ª foi que os jogadores que vinham da |RVT3| pudessem no seio da hmetal continuar a guerra que tinham com a 666.

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Mc: Creio que a pergunta seguinte está na mente de todos os jogadores. Como é possível gerir tantas Aldeias?

Scp76: Já tive oportunidade de responder a essa questão a muitos que efectivamente ma colocam. Gerir as quase 1600 aldeias que tenho não é algo que me tire o sono ou que crie dificuldades. Encontrei uma excelente organização para a minha conta, através das capacidades inequívocas que a utilização da conta premium permite.

Se organizarmos devidamente por grupos a nossa conta, independentemente da quantidade de aldeias que tivermos as coisas tornam-se muito mais simples.

O que me tira tempo no tribos não é a gestão das aldeias, com as quais gasto não mais de 30 minutos por dia, a construir, recrutar tropas e editar grupos, mas sim a organização de ataques conjuntos, a resposta às cerca de 100 mensagens diárias que recebo (quando não são mais), a resolução de conflitos entre jogadores da família relacionados com conquistas e reservas.

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Mc: Falando um pouco na sua vida privada. O que faz na vida real?

Scp76: Sou advogado.

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Mc: Em que escola tirou o curso de direito? E à quantos anos é que é advogado?

SCP76: Licenciei-me pela Faculdade de Direito da Universidade Católica de Lisboa em 1999, ao que se seguiu o obrigatório estágio profissional junto da Ordem dos Advogados. Exerço a profissão como Advogado desde Fevereiro de 2002.

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Mc: Sendo você advogado, terá certamente uma opinião própria sobre os vários “incidentes” na justiça portuguesa. Quer partilhar algumas opiniões connosco?

Scp76: A justiça que conheço, com a qual lido no dia-a-dia, não é a “justiça” das televisões e dos jornais. O que vem a público retracta apenas os problemas, as incoerências e os defeitos do sistema judicial.

É frequente todos acharem que têm uma opinião muito informada sobre os grandes casos mediáticos que se discutem na praça pública. A verdade é que para a opinião pública não passam notícias, mas sim apenas o que se pretende que passe, para criar um clima de suspeição e de desinformação. Sou terminantemente contra o julgamento em praça pública. Não é isso que deve suceder num Estado de Direito.

É um facto que infelizmente em Portugal as decisões judiciais levam muito tempo a ser tomadas na generalidade dos casos. Mas existem tribunais que funcionam muito bem, e desses ninguém fala. A justiça tem de fazer o seu trabalho de forma serena, e não com constante pressão de quem controla os órgãos de comunicação social, e de quem “faz” a opinião pública.

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Mc: Não sei se posso meter desta forma a seguinte pergunta, mas tem algum “caso” ou situação que goste mais de defender em tribunal que outros?

Scp76: Eu de casos em que intervenha não posso falar em público, na medida em que a tal estou obrigado por dever de sigilo profissional. No entanto, de um modo geral posso dizer que dispenso sempre que possível questões de natureza criminal, preferindo sempre lidar com matérias cíveis – como contratos, por exemplo – ou de direito comercial.

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Mc: Quais são os seus interesses e hobbies?

SCP76: Para além do tribos que ocupa actualmente grande parte do meu tempo disponível, tenho diversos outros hobbies, que estão uns mais que outros “arrumados” num canto.

Gosto de jogar futebol, o que continuo a conseguir fazer uma a duas vezes por semana, toco guitarra, o que tento fazer todas as noites enquanto estou no tribos.

E antes de jogar tribos jogava vários jogos online na minha xbox360, a qual está agora quase sempre desligada.

Outro dos meus interesses é, como o meu nick indica, o Sporting, clube do meu coração que sigo sempre com expectativa e fervor, pese embora a péssima época que está a realizar.

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Mc: Acha que o novo treinador do Sporting, Carlos Carvalhal, é o indicado para a presente situação do Sporting?

SCP76: Acho que é o treinador possível num momento difícil. Tem experiência. Pelo menos muito mais do que o primeiro que foi falado, a quem não conheço qualquer façanha, e tem por hábito tentar colocar as suas equipas a jogar bom futebol. E isso, para quem já anda cansado de ver o Sporting a jogar pauperrimamente, é um bom sinal. A ver vamos.

É preciso dar tempo ao tempo, mas tenho grandes dúvidas e creio que dificilmente prolongará o seu vínculo para lá do final da temporada.

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Mc: Voltando para o Tribos, à uns meses atrás esteve envolvido num bug que causa imensa polémica, já que apareceram relatórios com tropas negativas. Conte-nos o que aconteceu para que isso acontece-se.

SCP76: Essa questão foi muito debatida na altura. Não faço a mínima ideia do que terá estado na origem desse bug. O que conheço são as circunstâncias que rodearam esse “acontecimento”.

Decorria a guerra entre a hmetal e a 666. Na madrugada de 9 de Março de 2009,pela 1:15 começaram a cair os primeiros ataques dos 32 que o rickyb – excelente jogador diga-se – dirigiu à minha aldeia 312|642.

O que fiz foi simples. Como tinha muitas tropas nessa aldeia, e tinha identificado todos os ataques do rickyb, sabendo que os nobres, num total de 5, cairiam à 1:23, retirei as tropas próprias da aldeia, cancelando essa ordem por forma a que regressassem um segundo antes do 1º nobre cair.

Matei os 18 primeiros nukes e depois deixei o rickyb ver 7 relatórios a verde. De seguida, matei-lhe os nobres. De imediato recebi uma msg dele a dar-me os parabéns. E um minuto depois era 1h24 surgiu o tal relatório.

Após os nobres havia mais dois ataques com aríetes que eu não sabia se eram ou não fakes. Para evitar perder as tropas da aldeia dei ordem de saída às mesmas assim que o último nobre caiu – tinha posto a praça da reunião a construir por forma a estar pronta no segundo seguinte ao último nobre cair.

O relatório que se seguiu mostrou um ataque com 45 espadas, 45 arcos e 1 cata, e na minha aldeia “encontravam-se” -1 lança, -1 espada e – 1 arco.

De imediato abri uma solicitação de suporte, e perante as injustificadas suspeitas que se levantaram dizendo que eu matava nobres com tropas negativas – esse relatório é vermelho para mim, como é óbvio, e o ricky não tem nenhuma baixa – enviei ao rickyb os relatórios que mostravam como tinha morto os nobres – para ele eram relatórios a vermelho.

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Mc: A guerra em que isso aconteceu, foi uma das mais comentadas no fórum. Você passou por várias guerras comentadas no fórum, como essa contra a 666, e presentemente contra os “Lobos”. Das várias guerras porque passou, qual a que mais gostou? Qual é que lhe deu mais luta e que encontrou melhores jogadores do lado inimigo?

SCP76: Existem bons e maus jogadores em todas as tribos.

A 666 tinha um nível de organização e de entreajuda muito semelhante ao que temos na hmetal. Era uma tribo com muitos bons jogadores. Que atacava e defendia em bloco. Que contra-atacava. Que estudava o mapa.

Dessa tribo e como inimigos destaco, sem sombra de dúvida, o Rickyb, jogador com quem trocava mensagens de forma assídua e sempre com elevação.

Na guerra que actualmente travamos com a família WW enfrentamos um inimigo maior, mais espalhado pelo mapa, com uma zona de conflito mais abrangente e que poderia criar muitas dificuldades. Sucede que, ao contrário da 666 e da família metal, a família WW tem denotado grande desorganização, e excepção feita à WWRA. O avanço da metal tem sido constante e de acordo com os planos que foram traçados.

Se me permite gostaria de relembrar a primeira guerra que travei no K64, continente onde tive as minhas primeiras aldeias com o então inimigo histórico (numa rivalidade que vinha da |RVT|), a PAX. A Nobre Kasta da pax. Uma tribo constituída por bons e fortes jogadores que desapareceram do K64.

Em síntese posso afirmar que a guerra com a 666 foi até hoje a que mais dificuldade nos criou.

Na guerra actual tivemos perdas naturais, em continentes em que tínhamos aldeias ou jogadores isolados, e algumas perdas em continentes disputados como é o caso do K62 – que já fora palco da guerra com a 666 – e que se encontra rodeado a norte, sul e oeste por K’s dominados pela família WW.

Com a 666 tivemos jogadores que quase desapareceram e, por isso, quase desistiram.

Este é um jogo em que se investe muito tempo e quando se perdem muitas aldeias as pessoas desmotivam e acabam por desistir. Essa é sem dúvida uma das tácticas que utilizamos e que dá os seus frutos inequívocos. A chave para aguentar e prosseguir é jogar em equipa, e isso nós fazemos cada vez melhor.

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Mc: Já joga o Tribos à imenso tempo, para ter conseguido enormes feitos, tal como alguns erros. Indique o feito que mais se orgulha, e um erro, cometido no Tribos.

SCP76: O que mais me motiva neste jogo é a capacidade de jogar em conjunto. De jogar em equipa e de poder ajudar a minha tribo a crescer. A este título posso dizer que fico muito satisfeito quando vejo por exemplo o meu grande amigo Hannibal que foi um dos tais jogadores que quase foi aniquilado pela 666 ter hoje perto de 300 aldeias, num processo de crescimento para o qual pude contribuir

Limpando aldeias para ele conquistar. Ao mesmo tempo o Hannibal ajudava-me com os seus nobres baixando a lealdade das aldeias para eu conquistar enviando apenas um nobre. Jogando assim em equipa conquistávamos às 20 aldeias de cada vez em ataques conjuntos, quando se fossemos sozinhos não passaríamos das 5 ou 6. É este o feito de que mais me orgulho neste jogo. Crescer em conjunto com os outros.

Jogar sempre em equipa. Continuo a fazê-lo com diversos jogadores. Todos os dias.

Quanto a erros cometidos. Creio que no início cometi muitos, como enviar dois nobres no mesmo ataque, convencido de que assim poderia retirar mais depressa a lealdade a uma aldeia.

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Mc: O que mais lhe cativa no jogo?

SCP76: O que mais me tem cativado é o espírito de grupo que se cria. Conhecer novas pessoas. Fazer novos amigos. Conhecer alguns deles.

Jogar em conjunto com todos estes novos companheiros de armas é sem dúvida o que este jogo tem de mais aliciante.

Do ponto de vista do meu jogo propriamente dito e do papel que desempenho na tribo o que mais me cativa é a parte de estratégia atacante e defensiva. Isto quer a nível da organização de ataques e/ou apoios em larga escala quer ao nível do ataque e defesa isolado. Este é um jogo de guerra, não é um jogo para construir aldeias… mas sim para as conquistar.

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Mc: Prevê a sua entrada nalgum mundo brevemente?

SCP76: Não prevejo jogar em qualquer outro mundo. Tentei o mundo 3 por cerca de dois meses e mais tarde creio que o 6 para experimentar a igreja, onde joguei na tribo LR do grande jogador Spydon. Mas estive lá pouco tempo, tal como sucedeu no mundo 8 e no mundo 10 onde entrei apenas para dar uma ajuda a uma tribo de um amigo. O tempo que o mundo 2 me consome é mais do que aquele que eu tenho disponível.

A isto acresce o facto de o espírito de união que temos na hmetal não ser fácil de encontrar. E o que me prende ao jogo é, como já disse, jogar em conjunto com os amigos que cá fiz.

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Mc: Há alguma coisa que gostaria de ver implantado no Tribos?

SCP76: Não vou dizer nada de original a este respeito. Creio que já tudo foi dito. Mas acho que era importante que a partir do momento em que o mundo é fechado a novos jogadores, como já sucedeu com o mundo 2, deveria deixar de existir a regra da moral. Acho que não faz sentido manter essa regra num mundo em que todos os que restam, ou pelo menos a grande maioria estão por cá há mais de um ano.

Se uns pouco evoluíram não devem beneficiar dessa vantagem, tanto mais que pertencendo a uma das boas tribos subsistentes, o facto de ao serem atacados terem o benefício de o adversário atacar com uma moral de 30% acaba por ter um efeito perverso.

Outra das coisas que penso poderia ser introduzida neste momento do jogo era a possibilidade de as tribos terem 120 membros. Somos pouco mais de 1500 jogadores, seremos cada vez menos. Existem 4 blocos de tribos activas e julgo ser uma ideia que beneficiaria todos.

Em jeito de brincadeira diria que era uma excelente medida oferecerem 100 nobres a quem passou das 1000 aldeias.

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Mc: Quem é que gostaria de ver entrevistado?

SCP76: Creio que seria interessante entrevistar o líder da hmetal, o meu caro amigo bakkkano, que sabe muito mais deste jogo do que se calhar muitas das pessoas que só vêm o lado provocador dele no fórum público pensam.

E acho também que seria interessante e justo entrevistar o líder da família PAX, um grande companheiro e senhor do mundo 2, o Rastafara1982.

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Mc: Agradeço o tempo dispendido nesta entrevista, e desejo-lhe boa sorte, tanto no jogo, como na vida real.

SCP76: Agradeço esses seus desejos que retribuo bem como o facto de ter considerado ser interessante realizar esta entrevista.

Duas torres – o conceito

Quando? onde?

Como todos devem estar à espera amanha pelas 12h/13h (e alguns minutos) de Lisboa irá começar uma ronda temática do SPEED, no nosso servidor do Tribos (TribalWars PT).

Porque? O conceito por trás…

Por algum motivo achamos que teria piada… os jogadores  entram em uma de duas tribos já pré existentes, a alfa e a beta cujo o objectivo das tribos será durante as seguintes 30 e muitas horas conquistar os jogadores líder da tribo oposta.

Perguntas óbvias, repostas curtas (também conhecido por FAQ)…

Posso escolher a tribo?

Não, a tribo é logo atribuída na entrada do servidor.

Posso sair da tribo e mudar?

Não, uma vez dentro da tribo é impossível de sair.

Quem são os lideres da tribo?

– São membros da equipa de suporte, que assegurar que as contas e tribos não ficam abandonadas.

As regras do speed são as mesmas?

Sim, as regras normais do speed aplicam-se.

Os lideres tem alguma vantagem?

Os lideres das tribos começam com uma aldeia evoluída e acima da capacidade de construção (exemplo a fazenda no nível 35, que permite ter 53093 espaços).

Os lideres das tribos podem atacar e apoiar jogadores?

– Apoiarem sempre que quiserem, mas apenas os membros da tribo. Podem ainda atacar os jogadores que os atacarem, mesmo se seja apenas espionagem.

Os restantes membros podem atacar e apoiar livremente?

Não, só podem atacar inimigos e apoiar membros da sua tribo.

O jogo acaba quando um dos lideres for conquistado?

Não, o jogo continua até ao final.

Esperamos que todos se divirtam,

Ricardo, Administrador de Comunidade

Perguntas e respostas

Tal como tinha sido anunciado no fórum do Tribos decidimos iniciar uma nova iniciativa onde tentaremos responder a todas as questões dos nossos jogadores sobre as mais variadas coisas, desta vez ao que parece as questões foram apenas sobre o jogo. Ficamos à espera de questões sem ser do jogo e “embaraçosas”.

redfishportugal2: O que consideram mais difícil no trabalho, que é administrar o jogo?

Ricardo: O mais difícil, bem do meu ponto de vista o mais difícil de todo é a gestão da equipa. Todos os dias há detalhes a serem limados e é preciso sempre um olho atento aos mais ínfimos detalhes para manter um espírito coeso em que tudo funcione. Às vezes parece ser um pouco de futurologia prever como actuar para evitar situações que podem ser complicadas.
O que é gerir o jogo? A gestão do jogo é bastante simples, é aplicar as regras e seguir em frente. A verdadeira dificuldade é gerir a comunidade, aí sim reside o verdadeiro trabalho. É preciso gerir o jogo e compreender o lado humano e o conjunto de diversos tipos de personalidade e encontrar soluções que se adequém ao maior numero de pessoas possível.

Pekenino: Sermos acusados como corruptos quando somos totalmente o contrário.

bebesinha: administrar o jogo não sei, moderar o fórum bem o mais difícil é mesmo, gerir o tempo para dar resposta em tempo útil a todas as inumeras solicitações, tal como não aumentar o club de fãs e aturar o pequenote 😉

carvalhoes: A parte mais complicada é manter em equilíbrio os vários intervenientes no jogo, a aplicação das regras e a constante contestação à aplicação das mesmas e garantir que são dadas respostas e solucionadas dificuldades em tempo útil.

rastadude: quanto à primeira questão… não sei que responder pois gerir o jogo em si nada tem a haver com moderar um fórum… e só com conhecimento de causa podemos dar uma boa resposta ….ou seja a primeira questão deve ser respondida por suporters jogo…

Lagrima:para o jogo penso que o mais complicado é o julgamento que temos de fazer a cada caso, saber penalizar

Airking: my turn!
Eu quanto ao administrar o jogo pouco ou nada conheço das funções, dado que nem sempre deve ser fácil administrar o mesmo. Tenho reparado em 1ª análise como jogador nas inúmeras falcatruas que se encontram pois não é de todo num geral de certa forma aceite por todos as regras. É claro que se estas não existissem tudo seria uma balburdia, de certo modo a resposta vai mesmo para o trabalho que deve dar detectar todas estas discrepâncias.

Mewt: Em estimativa (isto é se não guardam relatórios do mesmo) quantos jogadores são banidos por operação de limpeza a cada mundo? E com que frequência fazem estas limpezas?

Ogait87: A frequência é simples, depois de termos resolvido todos os apelos da tal limpeza, iniciamos uma nova.

Ricardo: A media ronda entre os 500 a 1000 contas por mundo em cada limpeza.

gs720: Qual a tarefa mais ardua de ser moderador?

Ricardo: terem de me aturar todos os dias!?

rpaiva: looooooooooool, levar nas orelhas do chefe, não?

bebsinha: o ter de penalizar os jogadores por não entenderem as regras do fórum nem terem em conta os avisos que são feitos.

rastadude: penso que para 1 moderador o mais difícil é agradar a todos , pois mesmo com razão nem todos os jogadores se exprimem da maneira correcta , sendo punidos e julgando isso como imparcialidade do moderador …

Tiagus: sublinho o rasta

Lagrima: para o fórum o mais complicado é saber manter a ordem, já vi revoltas de fóruns de comunidades pequenas onde é complicado dar a volta, onde abrem tópicos atrás de tópicos acerca da mesma coisa que são as criticas as teams, saber parar isso é o mais complicado quanto a mim.

Airking: Quanto ao fórum… devo realçar as palavras do Rasta, porque o mais difícil é ser imparcial… sem que A ou B nos venham apontar de… ora bem, é claro que eu sou imparcial porque não jogo naqueles mundos… mas que consulta e quem escreve no fórum por norma tem como garantido que os moderadores do mesmo também jogam…
Daí de quando a quando virem as alegações e os tópicos sem nexo – é esta a minha opinião.

Ricardo: Luís: sábado falamos 😉

makotokobayashi: Como conseguem ser imparciais depois de certas “palhaçadas”?

Ricardo: Uma das coisas que permite a imparcialidade é a estrutura da equipa, a mesma é dividida por ramos e níveis. Por exemplo um apelo é atendido por um supporter que se identifica um caso problemático ao lidar com a solicitação, este irá passar a um nível superior (supervisor de jogo) o qual irá verificar se está na sua capacidade de actuar, caso contrario é enviado para um dos co-administradores que irão reanalisar o caso todo e se for necessário chamaram a minha atenção para o caso.
Quando o caso é deveras complexo e está envolvido em situações mais sensíveis o mesmo é discutido na reunião semanal dos lideres de equipa e decidido como actuar.
Desta forma tentamos que os casos mais “chatos” passem por varias mãos e é decidido em conjunto.

Ivan17: A velocidade do mundo 13 vai ser superior a 1?

Ricardo: Considerando que deve ser aberto em Setembro, o mais provável é a velocidade ser superior a 1x. Porém ainda não tenho dados concretos sobre a abertura do pt13, apenas especulações.

redfishportugal2: Já pensas-te em te demitir da administração do tribos?

Ricardo: Sim. A uma dada altura da minha vida, o tempo parecia que não ia ser suficiente para este projecto e outros que estou ligado. Porém com bastante esforço foi possível conciliar todos os projectos.

Skull Dead: teremos algum dia um speed sem limite e sem konta premium?

Ricardo: Não quero dizer que não pois não sei o que o futuro reserva. Porém acho que seja quase impossível.

Line Back: Ricardo quando postas as fotos daquela saida de membros da equipe e do jogo??

Ricardo: Realmente estou em falta com isso, e a resposta para o mês está a ficar velha. Por esse motivo vou colocar isso de novo no topo das prioridades.

GoNGaXInHuO: A Equipa do Tribos lê frequentemente as sugestões dadas pela Comunidade?

Ricardo: Eu leio sensivelmente todas as semanas, mas acredito que os moderadores da secção leiam mais vezes, caso contrario temos mais um sermão na próxima reunião de equipa… A realidade é que muitas das ideias que entraram na ultima versão do Tribos saíram da equipa Portuguesa sendo a nossa maior fonte de inspiração o fórum, especialmente essa zona.

carvalhoes: a resposta da tanga seria: lemos pois temos que moderar o tópico.
As sugestões são lidas e analisadas embora em boa parte dos casos não tenham aplicação possível, mas sempre que há uma boa sugestão há possibilidade de ser proposta para implementação

Tiagus: Sim lemos, é claro que as sugestões demoram a ser analisadas.. Algumas das sugestões (maiorias vindas de Portugal), já foram colocadas no jogo.

antonio rs: A RUN! do mundo 12 foi criada por uma ex-moderadora de fórum,contudo foi banida, esse ban é ao IP ao apenas email/conta ? Ou seja com este tipo de bans os jogadores podem criar outra conta (com outro mail)?

Ricardo: O bloqueio aplicado é “global ban” sendo esta a medida mais forte de que a equipa de suporte toma com jogadores. Uma vez que uma pessoa seja inserido nessa lista, não há mais retorno ao jogo. é mantida uma lista que com diversas informações sobre o jogador e são procurados pelo servidor regularmente. Quer isto dizer que nós não permitimos o retorno, porém alguns conseguem iludir os nossos sistemas por algum tempo, mas quando encontrados são mais uma vez expulsos.

Arctic Wolf: O que é considerado spam para ti?

Ricardo: é uma forma de propagação de mensagens sem interesse publico em meios de comunicação online.

Rastadude: Spam …qualquer frase sem censo ou contexto na conversa (assunto) que esta a ser discutido …

Tiagus: já esta.

carvalhoes: spam é qualquer frase ou expressão que nada de útil traz ao tópico servindo apenas para destabilizar ou marcar presença.

rpaiva: Cada tópico tem um tema. Qualquer comentário feito fora do contexto do mesmo, é considerado spam.

Airking: faço das palavras do paiva minhas

Y2J.: Porque que o suporte portugues nao oferece um ou varios premios em um mundo?

Ricardo: é algo que tem vindo a ser pensado seriamente, porém quando o fizermos queremos fazer algo muito diferente. Já existe um plano para tal, mas o segredo é a alma do negocio.

E assim fechamos a primeira publicação e ficamos à espera de novas questões.

Pela Equipa,
Ricardo, Administrador de Comunidade

Entrevista a LordShadow16

Depois de algum tempo sem entrevistas, por minha culpa, por falta de tempo na vida pessoal, volto hoje com uma entrevista a um jogador, que ficará na História do servidor Português do Tribal Wars. O jogador que se segue, foi o jogador a vencer o 1º Round Speed, no Server Português, que ocorreu no dia de Portugal (10/06/2009), estou a falar do LordShadow16.

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Nome: Pedro

Idade: 16

Localidade: Vila Nova de Gaia

Mundos Activos: Br: 2 e 12

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Mc: Quero, primeiro que tudo, dar-lhe os parabéns por ter vencido o primeiro Speed do Tribos Português, e agradecer ter aceite o convite para a entrevista.

LordShadow16: Obrigado e sinto-me lisonjeado por tal oportunidade.

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Mc: Vou-lhe fazer uma pergunta que tenho feito a todos os jogadores já entrevistados, mas que acho que é importante sabermos. Quando é que começou a jogar Tribos? E como conheceu o Tribos?

Ls16: Comecei a jogar tribos quando o 1º Mundo abriu, em conjunto com alguns amigos fundamos a tribo PT. Após isso fizemos algumas fusões e acabamos por parar no TOP2/3.

Além de criarmos uma família enorme conseguimos dominar bastantes continentes, até que todos os nossos Inimigos e potencias TOP´s fundiram e declararam-nos Guerra.

Devido á grande falta de tempo da Liderança, por causa das aulas e tal, eu mais os dois Lideres restantes da Família, desistimos do Mundo 1 PT

Depois de muito tempo fora do Tribos PT, ouvi falar do SpeeD PT, e entrei para ver se encontrava uma cara amiga dos velhos tempos.

Conheci o Tribos a partir do tribal wars BR, mas conheci todo o jogo a partir da publicidade feita num jogo concorrente. Gostei dos gráficos e iniciei a minha carreira.

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Mc: Certamente, ainda se lembra do nome da tribo. Pode dizer-nos qual era? E qual os outros jogadores com que partilhou a lderança.

Ls16: A tribo inicial chamou-se “Primeira Tribo Noroeste”, e criamos varias tribos com a mesma TAG nos vários cantos do Mundo 1 PT.

Depois unimos a Família a outras tribos, pois nós só não dominávamos todo o Mundo devido a tantos Inimigos.

Dai surgiu a CEL (Celtas), que agora é a TOP2 Mundo 12 BR.

Os outros jogadores com qual partilhava a Liderança eram o Afridi e Tuga, 2 grandes jogadores do Mundo 2 E 3.

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Mc: Decidiu vir para o Speed, para ver se encontrava alguns jogadores antigos, e acabou por ganhar o Speed. Explique-nos a táctica que utilizou.

Ls16: Eu praticamente usei tudo o que tinha na manga, mas com grande prazer encontrei uma coisa que não se encontra noutros Speed´s, talvez por ser o primeiro do servidor. Isto é, havia muito companheirismo entre todos os jogadores que participaram, e acabei por ganhar graças a isso.

Em especial a minha vitória foi graças ao jogador Carniceiro, ele jogou muito bem até ao fim e ele podia ter vencido o Speed pois era um jogador a altura, mas a determinada altura começamos a conversar e ele acabou por ajudar-me a atacar Inimigos, ele e outros da tribo onde pertencíamos.

E no final eu peguei mais aldeias, muito mais rápido, mas o carniceiro não ficou atrás. Penso que foi um movimento de sorte.

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Mc: Em que altura percebeu que poderia ganhar o Round?

Ls16: Quando o TOP1 ficou inactivo, a minha tribo aproveitou para ataca-lo em força e limpá-lo, e, quando ele voltou, já era tarde demais pois não tinha tropas para se proteger de tantos fulls, a tanta velocidade. Ai, foi uma passadeira para primeiro lugar.

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Mc: O que acha que fez, para ganhar o Speed? Já que a diferença entre os 4 primeiros, é bastante curta.

Ls16: Imagina isto como uma pista de atletismo de muitos corredores. Há os que têm resistência e os que correm muito, e há os que têm pouca resistência e correm pouco.

Logo os que têm mais resistência ficam em primeiros e parece, que eu tinha mais resistência e corria mais.

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Mc: Consegue dizer mais ou menos quantas horas este online durante todo o Speed? E mais ou menos quantas horas dormiu?

Ls16: 23h acordado e 1h a dormir, levo os Speed’s bastante a serio, especialmente quando preciso da premium.

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Mc: Verifiquei que também ganhou alguns Speeds no Servidor BR. Vencer 3 Round Speeds, não é para qualquer um, e ainda gerir 2 Mundos activamente… como gere o seu tempo?

Ls16: Bem às vezes torna-se difícil, especialmente quando tenho coisas combinadas para ir a festas ou até para à discoteca, festivais, etc.

Mas tento sempre manter a actividade no máximo de tempo disponível que me sobra, mas na verdade é muito difícil jogarmos activamente no Verão pois na minha idade a ideia é apenas curtir e curtir, e não ficar muito tempo colado no PC.

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Mc: Conte-nos um pouco acerca do seu historial no BR.

Ls16: De momento estou no Mundo 2 e 12. No mundo 2, sou da Família DOM, que é um dos Blocos mais fortes daquele Mundo e que está em Guerra com mais ou menos metade do Mundo, o que torna o Mundo bastante activo e competitivo.

O Mundo está reduzido a uns 1000 e tal jogadores, pois o processo de eliminação dos que tinham menos tempo acabou a algum tempo atrás. A Guerra lá é bastante difícil, mas isso é o que dá divertimento ao jogo, e até agora tive o prazer de jogar com muitos bons jogadores que merecem tudo só pelo seu companheirismo e devoto á tribo.

No Mundo 12 sou Líder da CEL, que é TOP2/3 daquele Mundo. Pertencemos a um grupo de tribos, que se juntam em guerras comuns para uma maior distribuição de pancada no inimigo.

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Mc: Dando a conhecer um pouco da sua vida pessoal, como é que você se caracteriza?

Ls16: Sou um pouco arrogante e convencido, mas tenho confiança nas minhas capacidades, dentro e fora do jogo.

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Mc: Quais são os seus hobbies?e o que gostaria de seguir nos estudos?

Ls16: Bem no tempo livre, pratico kick boxing, jogo voleibol e TW, claro.

Estou de momento a fazer o curso de Línguas E humanidades – 11º ano, mas vou entrar na Academia de Policia depois do 12º e tentar juntar-me ao GOI.

Espero eu que tudo corra bem.

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Mc: Certamente irá correr bem. Voltando ao Tribos, Prevê voltar a jogar no Tribos.pt?

Ls16: Nesta altura ainda não sei. Depende do tempo que tiver este ano, pois uma conta sem actividade é um peso morto em qualquer Mundo e se for para estar a dormir prefiro nem entrar. Bem só o tempo dirá.

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Mc: Já que joga isto à vários anos, certamente terá opiniões bem formadas acerca do Tribos. O que mais gosta no Jogo?

Ls16: Adoro o companheirismo que se desenvolve ao longo do tempo nas tribos, e a amizade e o afecto que ganhamos a jogadores com que convivemos diariamente no Mundo virtual.

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Mc: Qual a maior crítica que tem a apontar ao Tribos?

Ls16: Sem dúvida, as traições que se desenrolam nos Speed´s. Todos sabemos que mundos com apenas algum tempo de duração geram uma competitividade enorme, especialmente os jogadores que estão no TOP20 desse mesmo Mundo, que querem ganhar a premium.

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Mc: Tem alguma sugestão que queira dar para melhorar o Tribos?

Ls16: Sim. Reparei que num dos Rounds Speed, não se podia entrar e sair de qualquer tribo durante um bom tempo. Aconselho a Administração a não deixarem algum jogador sair de uma tribo, mal este entre numa, assim diminuiria a hipótese de traição por parte dos jogadores da mesma tribo.

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Mc: Agradeço o tempo dispensado na entrevista, e desejo-lhe boa sorte no Tribos, e uma continuação de Boas Férias.

Ls16: Obrigado e continuação de bom trabalho.

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Neste tópico do fórum, poderão fazer comentários á entrevista: http://forum.tribos.com.pt/showthread.php?t=17301

Alteração das regras de jogo

paladino

Hoje, 7 de Junho, o texto das regras do jogo foi alterado com o objectivo de tornar mais claras as regras e colmatar alguns casos de abusos que foram encontrados durante a existência do Tribos.
 
O texto integral das regras está disponível em: http://www.tribalwars.com.pt/rules.php
Foram aditadas três novas regras e uma foi dividida em duas, segundo segue a lista:

  • (§2) Co-Playing – de hoje em diante, em regras rígidas, é permitido a partilha de contas. Uma conta poderá ser jogada até ao máximo de três jogadores. Antes de começarem o co-playing recomenda-se vivamente a leitura da regra §2 (disponível em: http://www.tribalwars.com.pt/rules.php?rule=2)
  • (§4) Baby sitting – foi clarificado que não é permitido desenvolver contas para terceiros.
  • (§11) Bloqueios e penalizações – clarificadas as questões de responsabilidades sobre os bloqueios e os tipos de sancionamento aplicáveis.
  • (§6 & §7) Modos expressivos e Interacções com o suporte – anteriormente estes dois pontos estavam unidos, a partir deste momento existem regras específicas para cada tipo de comunicação e interacção entre a comunidade.
  •  

    Como alterações significativas, destaca-se a separação dos comandos ilegais dos modos de substituição e a unificação da definição de comandos ilegais numa unica regra, os textos ficaram mais claros e concisos definindo com mais detalhe o que é considerado ilegal.

     

    Ainda, o novo texto das regras abrange o servidor Speed, especificando aquilo que é esperado dos jogadores e manter o jogo equilibrado.

     

    Ricardo, Admninistrador de Comunidade

    Round Speed: Equipa VS jogadores

    Neste mês a equipa de suporte organizou um Round Speed no servidor BR entre os jogadores e a equipa, para grande infelicidade nossa o round não correu como esperado.

    Conforme tinha sido anunciado a equipa de suporte jogou no Round Speed na tribo Care-a-lot, inspirado nos ursinhos carinhos e com nomes de utilizadores baseados nesta serie de desenhos animados.

    Agradecemos a todos os jogadores que participaram neste Round proporcionado 24h de grande diversão, porém fica aqui os nossos sinceros pêsames que alguns antigos membros da equipa decidiram endrominar o jogo através da divulgação dos nomes de utilizador que cada membro do suporte estava a utilizar.

    Da mesma forma como havia sido prometido, eis a lista dos membros da equipa e os respectivos nomes utilizados:

    Oopsy Bear – Ricardo
    Grams Bear – FernanCar
    Grumpy Bear – CarlosCmc
    Superstar Bear – SirManteigas
    True Heart Bear – Monzilla
    Always There Bear – Paula501
    Secret Bear – Arodrigues
    Surprise Bear – irius
    Daydream Bear – sofiita
    Do-Your-Best Bear –  EredWethrin
    Love-A-Lot Bear – Dannyinside
    Smart Heart Bear – Aquarius
    America Cares Bear – Dalilla3000
    Proud Heart Bear – Rubysac
    Heartsong Bear – Caliope
    Laugh-A-Lot Bear – Mc Peralta
    Bedtime Bear – Ogait87
    Champ Bear – Tiagus
    Sweet Dreams Bear – Teu23
    Tenderheart Bear – alca
    Pink Power Bear – Cerelac
    Messy Bear – EnteiRocks
    Grizzly Bear- Spydon
    Wish Bear – RosinhaJu
    Daydream Bear – Shangas
    Take Care Bear – zemaneljag

    Como nota final, deixo ficar que brevemente iremos abrir Rounds Speed no servidor português e esta iniciativa será lá repetida.

    Ricardo, Administrador de Comunidade