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Entrevista a z333, vencedor do Mundo 21

z333
z333, vencedor do Mundo 21

Me God: Iniciando da melhor forma e utilizando uma pergunta “praxe”, como conheceu o Tribos?

z333Conheci o tribos quando pesquisava na Internet jogos medievais.

Me God: Em breves instantes, por favor, conte um pouco da sua história no jogo.

z333Entrei no Mundo 1, que foi o meu primeiro contacto com o Tribos. Entretanto abriu o Mundo 3 e entrei de início e foi onde aprendi a jogar Tribos, mas ao fim de ano e meio tive de desistir. Mais tarde voltei e entrei no Mundo 21.

Me God: Como encarou o início do jogo? Que conselho transmitiria a um novato para se tornar um grande Jogador?

z333No início de jogo tive bastante trabalho, pois formei, juntamente com alguns amigos, uma tribo, mas para a qual tivemos que recrutar mais jogadores o que foi um pouco complicado no início… Aos novatos, o conselho que lhes dava era serem ativos, ter vontade de aprender e espírito de equipa.

Me God: Está satisfeito com o seu feito no Mundo? Sempre foi esse o seu objetivo?

z333: Sim, fiquei muito satisfeito, depois de ano e meio de muito sacrifício, de muitas horas passadas no jogo, vencer a classificação individual e coletiva, foi uma enorme satisfação. Inicialmente, nem sonhava que iria ganhar o mundo porque quando entrei apenas vinha com o intuito de passar um bom bocado com uns amigos, mas à medida que o tempo foi passando o jogo tornou se mais sério e o nível competitivo veio ao de cima.

Me God: Qual o momento em que sentiu mais dificuldade para se manter no topo da classificação?

z333: A altura em que senti a classificação ameaçada foi com 2 senhores, que curiosamente era da minha tribo. Passaram meses a fio a conquistar bárbaras e mais bárbaras e não colaboraram com a tribo, nem com ataques, nem com defesa. Aí sim, senti ameaçada a minha classificação devido aos papa bárbaras.

Me God: O que mais o cativa no jogo?

z333O espírito competitivo, a amizade que se cria e o convívio.

Me God: Tenciona alcançar o mesmo feito noutro Mundo?

z333Não tenciono, porque não me vejo a ter o tempo que disponibilizei para vencer o Mundo 21, mas continuarei certamente nos primeiros lugares dos mundos em que eu entrar.

Me God: Acha que o Tribos influenciou de alguma forma a sua vida fora do jogo?

z333Sim, certamente em alturas da minha vida influenciou, por vezes tornámos o jogo num vício e esquecemos-nos um pouco da realidade.

Me God: Uma vez que o Mundo 21 terminou há algum tempo, sente saudades?

z333Sim, bastantes… Tenho saudades do grupo que formámos, saudades das conversas que tínhamos, do convívio e neste momento começamos a perder o contacto com alguns.

Me God: Para terminar, gostaria de deixar algumas palavras à Comunidade?

z333Quero agradecer ao Ferreira, um grande amigo e o grande obreiro da vitória no Mundo 21. E a todos os que jogam Tribos, quero relembrar que isto é apenas um jogo, um passatempo, e que na vida temos a família em primeiro lugar, por isso, tudo o que se passa aqui no Tribos nada tem a ver com a realidade. Os desentendimentos no fórum, isso tudo…, por vezes é provocado e nada passa para a realidade e a prova disso mesmo é os jantares que fazemos, inclusive com jogadores que num passado era inimigos… Divirtam-se…

Me God: Obrigada pelo seu contributo e participação e boa sorte para as próximas etapas.

Entrevista aos líderes da tribo vencedora do mundo 19, HMetal

aussieeagle
Nome: Fernando

bakkkano
Nome: Miguel

Parabéns pela conquista do mundo 19, o mundo mais rápido a fechar até agora na história do Tribos, com 645 dias!

aussieeagle – Entreguei a responsabilidade desta entrevista ao meu co-player bakkkano. Ele é, sem dúvida, o líder carismático da Heavy Metal (HMetal) e sem ele nenhum de nós chegaria ao fim, ele é sem dúvida um grande jogador e um estrategista de grande categoria, um grande amigo e companheiro de armas.

1. Antes de começarmos, tem alguma música para sugerir, para acompanhar a leitura da sua entrevista?

bakkkano – Deixo a música dos Manowar – Brothers of Metal, é o nosso hino e esta música foi feita a pensar na HMetal.

2. Conte-nos um pouco sobre a história da Heavy Metal. Como surgiu este projeto?

bakkkano – O projeto Heavy Metal no mundo 19 surgiu graças a uma iniciativa de um amigo meu, conhecido por novaoeiras, que falou comigo e decidimos uma semana antes do mundo abrir criar uma tribo com intuito de vencer o mundo. Em conjunto com o meu co-player aussieeagle formámos a tripla da liderança da HMetal, que durante todo o jogo deu os seus frutos.

3. O que tem a dizer acerca das dificuldades deste mundo? Da competição ao longo destes quase 2 anos de jogo? Os prognósticos que fazia sobre as tribos e jogadores para este mundo corresponderam com a realidade? E sobre as configurações?

bakkkano – Começando pelo fim, achei as configurações fantásticas. Boa velocidade, sem igreja e nobres baratos. Tudo isso ajudou a que este mundo fosse bastante concorrido e de muita qualidade.

Todos os prognósticos que fizemos sobre as tribos que participaram por norma, dada a nossa boa organização interna, tínhamos relatórios bastante precisos sobre quem eram os nossos potenciais adversários e quais os fatores positivos e negativos que apresentavam. Esses relatórios eram atualizados mensalmente e em conjunto era debatido pela liderança da HMetal, onde e quando devíamos atuar.

Achei um mundo interessante e com um grau de dificuldade médio/alto. Ou seja, no início apresentaram-se cerca de 15-20 premades com jogadores bastante conhecidos do nosso servidor e com experiência em liderança de tribos de renome, posso referenciar algumas como a =C=, NVS, URUZ, 666, SQUAD, entre outras. Sabíamos à partida que o nosso sucesso seria difícil, mas estávamos confiantes quanto à possibilidade de fechar o mundo.

4. Quando entraram para este mundo traziam algum objetivo definido? Alguma vez o viram em risco?

bakkkano – À entrada no mundo 19 só tínhamos um objetivo na mente: era fechar o mundo e jogar por diversão. Sentimos desde o momento inicial o risco, como é obvio, visto o Tribos ser um jogo de longa duração onde diversos problemas surgem e no qual são os líderes os primeiros que devem estar prontos para resolver todos os problemas e obstáculos que possam surgir. Em todas as guerras que entrámos sempre houve risco, mas dada toda a estrutura da HMetal, desde a sua liderança, o seu conselho tribal e todos os guerreiros que honraram a tribo, conseguimos graças ao nosso espírito de entre ajuda transformar os riscos em riscos calculados na sua maioria das vezes.

5. O grupo da HMetal, em termos de membros, poucas mudanças teve desde o seu aparecimento, correto? O que acha do grupo final que acabou o mundo 19 consigo?

bakkkano – Como todos sabemos o Tribos é um hobby onde passamos algum tempo em diversão com amigos e acima de tudo é feito de evoluções, nem sempre o grupo inicial é aquele que consegue concluir os mundos devido a vários fatores como a falta de tempo, escola, trabalho, família, cansaço, etc. O importante é saber manter um grupo motivado e com objetivos bem delineados sem prejudicar em demasia os aspectos familiares e/ou profissionais. Congratulo-me pelo núcleo duro inicial da HMetal praticamente ter todo ele chegado ao fim, e durante o nosso trajeto é obvio que demos sempre oportunidade a outros jogadores fazerem parte do nosso projeto. Esta evolução metamórfica acima de tudo tem como objetivo de manter sempre os níveis de prontidão nas nossas necessidades de jogo elevadas e aceitamos estes recrutamentos como uma ferramenta do jogo.

O grupo que chegou ao final posso afirmar que foram uns apaixonados pelo jogo, porque vindo a última grande guerra o jogo por si só perdeu o seu interesse e foi uma fase mais de paixão pela tribo que nos levou até ao seu terminus.

6. É considerado um líder experiente neste jogo com atributos invulgares. Teve muitas dificuldades com este grupo? Partilhe connosco algumas das suas estratégias para motivar os jogadores resistirem no jogo – quase 2 anos de luta constante, não e para qualquer um, tanto para membros, como para lideres.

bakkkano – As dificuldades de gestão de massas existem sempre dada a grande variedade de personalidades que encontramos no jogo, uns mais emotivos, outros mais reservados, outros explosivos. Enfim, todos eles fazem falta numa tribo e a liderança da HMetal pela sua experiência, tanto no jogo, como na vida real, sempre soube gerir na base do diálogo todas as dificuldades emergentes das diversas personalidades dos jogadores. Ser líder não é um estatuto, ser líder é saber ouvir os seus companheiros de guerra, é saber motivá-los, é saber estar com eles nos momentos mais difíceis e sempre disposto a ajudar. Um aspeto que tento sempre transmitir a quem joga comigo é ter sempre uma atitude de altruísmo e estar sempre pronto a ajudar o próximo. Se todos os jogadores de uma tribo conseguirem ultrapassar esta barreira irão ver que tudo se torna muito mais fácil e o jogo mais fluído. Outro aspeto é a motivação organizacional, motivar com organização, transmitir objetivos de forma motivadora, juntar ao máximo os extremos da tribo e saber orientá-la é outra vantagem que a HMetal sempre teve.

7. Qual foi a sua guerra preferida? Porquê? Que dificuldades sentiu? Teve de disponibilizar muito tempo para planear estratégias, planear coordenados, nessa guerra?

bakkkano – No fundo tenho preferência por todas as guerras em que participámos no mundo 19, porque todas elas têm os seus aspetos positivos e negativos. Análises, estudos, estratégias, táticas e todas as guerras são diferentes. Desde o início encarámos os adversários com respeito e sem menosprezo. Em relação ao tempo que disponibilizava para planear e arquitetar os coordenados da tribo sempre foi bastante célere, devido a ter um conjunto de amigos no conselho da HMetal onde cada um tinha a sua função: um fazia relatórios sobre os adversários ou potenciais adversários, outro assumia uma atitude passiva junto dos adversários para analisar a sua estrutura, outros estavam ligados à parte tática da tribo. A minha função era apenas de organizar coordenados e orientar a direção da tribo, onde utilizava uma ferramenta criada por mim no Excel e consigo preparar coordenados em 5 minutos, logo o tempo dispensado nestes assuntos era mesmo muito reduzido.

8. Como todos sabemos, uma parte do seu grupo, também participou no mundo 2, onde travou uma grande guerra com a vencedora desse mundo. O que acha que mudou desde o mundo 2?

bakkkano – Sim, participámos numa guerra de viragem do mundo 2, onde a PAX conseguiu ser a justa vencedora do mundo 2 graças a essa vitória. Desde daí o Tribos mudou bastante, começando pelas novas configurações e gráficos introduzidos, tem tido melhorias significativas.

Ainda sou do tempo em que para fazer tropas tinha de ir aldeia a aldeia (imaginem fazer tropas em 1000 aldeias depois de 2 horas só a fazer tropas, nem pensava em farmar). Hoje clico em 2 botões e tenho isso feito.

Portanto, os mundos mudaram muito, para melhor, apesar de achar que as melhorias em termos do jogo jogado foram bastante ao encontro dos jogadores, existem medidas especialmente realizadas nos últimos mundos que, na minha opinião, vão contra aquilo que a chamo de verdade do jogo, como as medidas colocadas por troca de pontos Premium que ajudam na evolução do jogo sem ser um ato prático dos jogadores. Estes são os aspetos no qual acho e tenho a certeza que tornam o jogo menos atrativo.

No entanto, não deixo de sublinhar a excelente iniciativa do Assistente de farming, que veio ao encontro das necessidades dos jogadores. Deixo também uma sugestão para a criação de um Mass Attack Planner, porque penso que é algo que falta na estrutura deste jogo, quem sabe um dia não teremos isso criado.

9. Como se sentiu quando percebeu que a sua tribo, HMetal, tinha nas mãos a fase final no mundo 19? O que sentiu quando constatou a vitória e a sua tribo? Transmitiu alguma mensagem à sua tribo em especial?

bakkkano – O sentimento de dever cumprido, e agradeci a toda a tribo o contributo que deram em prol da nossa saudosa HMetal, mensagem essa direcionada a todos os que participaram nesse projeto mesmo aqueles que por uma razão ou outra tiveram de nos deixar mais cedo.

10. Agora mais a nível pessoal. Em que trabalha? Como consegue conciliar o jogo e a sua vida pessoal?

bakkkano – Sou consultor e consigo conciliar a parte profissional/familiar com o jogo graças ao meu grande companheiro de batalhas, o Fernando. Sem ele não conseguiria conciliar o meu tempo para o hobby de forma mais ativa.

11. Os convívios são algo cada vez mais frequente nos grupos de jogadores que jogam juntos há algum tempo. A HMetal também costuma organizar esses momentos? Considera importante no desenrolar do jogo e para a tribo?

bakkkano – Esse para mim é o aspeto mais importante no jogo. Conhecer a maioria dos jogadores da HMetal através de diversos convívios que organizamos, almoços, jantares que foram imensos, onde discutíamos as estratégias, técnicas, peripécias. Enfim, um momento de lazer onde só se fala de Tribos, vale a pena e ajuda na coesão da tribo.

12. Na última entrevista feita ao jogador W@tchman (da tribo vencedora do mundo 15), ele partilhou uma pergunta que gostaria de fazer a um futuro líder vencedor: “Valeu a pena e deu-lhe gozo chegar até ao fim?

bakkkano – Este foi o meu terceiro mundo que conclui e o primeiro no PT, claro que deu prazer em concluir o mundo 19, foi esse o objetivo a que nos predispusemos desde o início e na companhia dos meus “meninos” mais saboroso foi. É sempre um momento especial saber que atingimos o fecho de um mundo em tempo recorde.

13. Que conselhos sobre liderança daria a outros líderes?

bakkkano – Os conselhos que posso dar aos líderes de tribos são simples. Sejam pacientes, objetivos, racionais, organizados e nunca receiem tomar decisões. Acima de tudo divirtam-se e defendam sempre os vossos.

Aproveito também para aconselhar a leitura de um livro intitulado “A Arte da Guerra”, de Sun Tzu. Os ensinamentos que nele transmitem podem sempre introduzir na gestão da vossa tribo. E acreditem, funciona!

14. Gostava de deixar alguma mensagem aos nossos leitores ou à sua tribo em especial?

bakkkano – Desejo a todos sempre muita diversão no jogo, muito fair-play e sejam sempre cordiais com os vossos adversários. Hoje são adversários, amanhã companheiros de tribo. Mas acima de tudo saibam separar as águas. Todos os Metaleiros sabem que da minha parte sempre tiveram tudo e sempre terão. O nosso grito de guerra sempre foi “NO MEN NEVER WALK ALONE” e continuará sempre a sê-lo.

Agradecemos a sua disponibilidade e mais uma vez felicitamos a tribo HMetal pelas suas conquistas.

Clássico 5

Parabéns aos vencedores do Clássico 5!

Tribo vencedora: =NG3=
1.º lugar: MUNDO5
2.º lugar: nordestino
3.º lugar: metal9

E parabéns também aos jogadores que alcançaram as marcas:

Configurações do Clássico 5

Início: 19 de março 2012
Fim: 19 de junho 2012
Descrição:

  • Velocidade: 5x
  • Velocidade de unidades: 1x relativa e 5x real
  • Moral: Ativada (baseada em pontos e tempo).
  • Bónus nocturno: Ativado (das 0 horas às 8 horas)
  • Premium: Opções avançadas (gestor, reduções, entre outras funcionalidades Premium).
  • Proteção de novatos: 3 dias.
  • Proteção de rácio: 1/0 em 60 dias.
  • Paladino: Ativo com armas e com novos itens.
  • Arqueiros: Ativados.
  • Igreja: Desativada.
  • Ferreiro: Simplificada.
  • Saques: Ativados sem limitações.
  • Nobres: Moedas de ouro
    • Custo: 14000  15000  12500 
    • Distância: máxima de 1000 campos.
  • Tribos:
    • Membros: até 10 membros
    • Os ataques a membros da tribo: são visitas
    • Apoios a membros fora da tribo: são permitidos
  • Modo de substituição: Ativado.

Prémios:

  • Membros da tribo vencedora: 100 pontos Premium
  • 1.º lugar: 800 pontos Premium
  • 2.º lugar:  600 pontos Premium
  • 3.º lugar:  400 pontos Premium

Três anos mais tarde…

É verdade o tempo realmente voa, foram à exactamente três anos atrás que lançamos o primeiro mundo PT do Tribos, tal como em anos anteriores gosto de aproveitar este dia para ponderar o ano que passou e comparar com os anteriores… e realmente o ano que passou foi marcado com imensos episódios tristes e alegres, com partidas e chegadas.

Neste ano perdemos alguns membros da equipa e da comunidade que realmente marcaram a diferença e contribuíram para a melhoria deste jogo, e a sua falta é sentida todos os dias. Mas também tivemos revelações, novos membros que tem mostrado a cada um de nós que apesar de terem passados três anos ainda há um longo caminho pela frente a todos nós e a estes membros agradecemos por nos abrirem as portas a estas novas oportunidades.

Para mim, pessoalmente este ultimo ano foi um renascer e voltar a apostar em alguns projectos de gaveta tal como outros novos que surgiram, e honestamente, acredito que este ultimo ano foi a base para um novo patamar profissional que se aproxima. O curso deste quarto ano já se encontra definido, mas como qualquer bom gestor não devemos olhar para os problemas apenas no presente, mas colocar os olhos para o futuro e fazer o melhor possível para que eles não apareçam.

Assim sendo, é com uma postura realista que pouco posso adiantar do futuro que virá, mas ficam um pequeno aroma,

  • Em celebração do aniversario do tribos está a correr uma ronda speed em que os três primeiros classificados recebem 200 pontos premium.
  • Ainda neste tema de celebração durante esta semana iremos oferecer pontos premium aos jogadores em troca das suas histórias de tribos ao longo dos três anos que passaram.
  • Segunda-feira iremos ter o Clássico (também conhecido como alta performance) no Tribos, neste momento posso apenas adiantar que a velocidade deverá ser de 5x e a duração perto de 6 meses.
  • Segunda-feira serão introduzidos a uma fase final os mundos I, II e III e aberto um dialogo com os jogadores destes mundos sobre possíveis alterações ao mesmo.
  • Brevemente iremos contar com mais uma ronda de recrutamento de membros da equipa de suporte, pois queremos reactivar algumas iniciativas que foram perdidas com o tempo, tal como preparar novas.
  • Avizinha-se a versão 7.1 e com esta algumas novidades muito interessantes, mas isso será apenas contado no futuro.
  • Está quase a chegar a guerra PT vs ES, apesar de pouco ter sido dito nos fóruns PT e muita conversa tem sido feita nos bastidores, acreditem que se tudo correr conforme o previsto estamos presentes algo completamente novo e emocionante.
  • No correr do próximo mês chegará o mundo XXI (pt21), contudo este já se encontra disponível para testes da equipa.
  • E muito, mas mesmo muito mais!

Bem, resta-me apenas parar com a conversa e voltar ao trabalho, assim despeço-me de todos com um agradecimento por fazerem este um dos melhores jogos online.

Parabéns a todos nós,
Ricardo Vitoriano, Gestor de comunidades.

Continente aí vou eu – 1.º Episódio

Era Primavera, num belo dia chuvoso, Lisboa acabara de ser eleita a melhor cidade para visitar da Europa, não havemos de criticar apenas o nosso país,  mas salientar também aquilo que o mesmo tem de melhor.

Da esquerpa para a direita: Estr1ga, Kris59, Arodrigues e Shanan

Foi então que o nosso Co-Administrador (ARodrigues) decidira viajar para finalmente conhecer os seus companheiros de equipa, primeira paragem Lisboa. Após uma recepção calorosa, a visita (Curta) por Lisboa teve inicio  num tradicional autocarro da Carris (Transito e mais Transito), finalmente Parque Das Nações, seguiu-se umas apostas no casino, um passeio por teleférico, e eis que encontram a Maquina Digital, para poderemos registar o momento.

Conversas, que nunca mais terminavam e o tempo voou,  a hora do nosso caríssimo Co-Administrador, voar até ao porto estava próxima. As despedidas começaram, e calhou-me a mim ir por a encomenda no avião ( temos sempre de mandar um enviado para certificar que a encomenda não volta para trás).

Fica aqui alguns dos momentos que marcaram aquela tarde.

Após esta pequena introdução de inicio de viagem, decidi fazer umas breves questões ao nosso Co-Adm (Arodrigues):

Estr1ga : O que o trouxe por Portugal continental, foi o seu desejo de conhecer o continente ou realmente conhecer todos aqueles que trabalham diariamente consigo?

Arodrigues :  O continente já conhecia, moro nos Açores e apesar de lá ter acesso a todos os bens de que necessito costumo ou melhor costumava deslocar-me a Lisboa para desanuviar e para estar a par da novas tendência. Assim o que motivou sem dúvida a vir ao continente foi sem dúvida a grande vontade de conhecer pessoalmente os meus companheiros de equipa.

Estr1ga : O que mais gostou no primeiro impacto que teve com os seus companheiros de equipa?

Arodrigues : Podia estar horas a enumerar o que gostei no primeiro que tive com os meus companheiros, mas sem dúvida aquele que mais me marcou foi a boa disposição dos mesmos, que era contagiante.

Estr1ga : Alguns dos seus colegas preparam um recepção calorosa, pode-nos descrever a mesma?

Arodrigues :Não, não posso. Prefiro manter esse pormenor em segredo. Apenas pode confirmar que foi sem dúvida um recepção muito caloroso, que causou impacto nas pessoas estranhas que nos rodeavam e mais não digo.

Estr1ga : Ficará o desejo de voltar ao continente? Ou irá voltar para a “Ilha” e nunca mais vai por os pés no continente?

Arodrigues : Sim, fica com a minha partida uma vontade imensa de voltar ao continente, para matar as saudades e rever os meus companheiros de equipa.

Continua!!!

Não percam o próximo episódio porque nós também não!!!

2000 Aldeias…

Hoje chegou-se a um facto histórico no Tribos.pt

Um jogador chegou, pela 1ª vez, a deter 2000 aldeias.  O jogador SCPPedro76. Poderá ver a classificação neste link: http://pt2.tribalwars.com.pt/guest.php

Neste momento tem 2013 Aldeias, e continua a somar, o que é um feito inédito até agora, e com uma diferença de tantas aldeias do 2º classificado que tem 1643.

Aproveitei para umas perguntas rápidas ao jogador em questão:

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2000 Aldeias é um feito inédito, e como sabe, é o 1º Jogador a chegar a este feito. Como se sente?

SCP: Cansado. Um pouco farto do jogo. Sem a mesma energia que tinha para o jogar até há um mês atrás.
Ainda assim é óbvio que ao fim de quase dois anos de tanta dedicação a este jogo sinto-me satisfeito por ter alcançado esta marca tanto mais que, neste momento, tenho mais de 300 aldeias que qualquer outro jogador no mundo

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Se já é dificil ter 1000, que foi o Spydon o 1º a chegar, quanto mais 2000… Como é que é organizar tantas aldeias?

SCP:A organização das aldeias permanece igual à que desde há muito tenho. Nos últimos dias limpei e conquistei mais de 100 aldeias que pertenciam a um amigo que ficou inactivo, e isso envolve um pouco mais de tempo com organização, mas a verdade é que já tenho tudo direitinho. A manutenção da conta leva 10 minutos diários. Aliás no último mês, excepção feita a esta última semana em que estive activo foi esse o tempo que dispendi com a minha conta.

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A sua diferença para o 2º Lugar é substancial. O que é que o difere dos outros?

SCP: Sinceramente não sei responder à sua questão. Tento ter uma boa organização das aldeias que me permita utilizar ao máximo os recursos que tenho disponíveis, não deixo nunca encher totalmente os armazéns. Cunho moedas.. faço nobres e gasto-os. Além disso tenho tido a sorte de não ter perdido muitas aldeias o que me permite manter um elevado grau de cunhagem de moedas.

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O que prevê para o seu Futuro?

Para lhe ser franco não tenho grande perspectiva relativamente à minha continuidade no tribos. Estou à vontade para o dizer pois já o referi quer aos meus amigos e companheiros de tribo quer a diversos jogadores com quem me dou e que “vestem as cores” das tribos com quem ando em guerra.
Estou numa fase em que me parece mais provável deixar o jogo do que continuar por cá. A motivação já não é a mesma. Mas ainda não apaguei a conta.. e por isso se verá!

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Sendo que o SCPedro76 demonstra alguma indecisão quanto ao seu futuro, veremos quem será o jogador a chegar à marca de 3000 Aldeias.

Continuação de Bom Jogo a todos.

Entrevista a SCPPedro76

Apresento hoje uma nova entrevista com o líder do Mundo 2. É um jogador conhecido da maioria de vós nomeadamente dos que frequentam o Fórum externo, e também esteve envolto em algumas polémicas. Estou a falar do SCPPedro76.

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Nickname: SCPPedro76

Nome Verdadeiro: Pedro Monteiro

Idade: 33

Localidade: Lisboa

Mundos Activos: M2

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Mc: Bons dias. Para começar quero agradecer-lhe por ter aceitado o convite para a entrevista.

SCPPedro76: Permita-me antes de mais agradecer-lhe o convite que me dirigiu e manifestar-lhe que é com muito gosto que irei responder às suas perguntas.

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Mc: Vou começar com a pergunta da Praxe. Quando começou a jogar Tribos, e como conheceu o jogo?

SCP76: Comecei a jogar tribos no dia 22 de Abril de 2008, no mundo 2, único onde continuo a jogar apesar de ter entrado em alguns outros mas apenas por breves períodos. Conheci o jogo num anúncio online. Resolvi experimentar e por cá continuo.

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Mc: Qual foi o nome da sua primeira tribo? E conte-nos o percurso até à sua presente tribo.

SCP76: Ao fim de 4 dias de jogo entrei na |RVT3|, tribo na qual fiquei até Janeiro deste ano altura em que a |RVT3| transitou para a família metal, e eu, juntamente com o núcleo duro da |RVT3| passei para a hmetal.

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Mc: Conte-nos um pouco sobre o tempo em que esteve na RVT3.E o porquê desse nome?

Scp76: Começarei pelo nome da |RVT3|. Era a 3ª tribo da família |RVT|, sigla de Revoltados, e acabou por se tornar na única grande tribo dessa família no mundo 2, aliás única que verdadeiramente subsiste, agora no seio da família metal.

Na |RVT3| aprendi a jogar tribos. A organizar o fórum. A planear ataques conjuntos. A jogar em equipa. Ao fim de 10 dias de permanência na tribo já era eu que geria o dia-a-dia. O então líder e fundador da |RVT3| suma2 concedeu-me o título de barão e deu-me poderes de duque ao fim de um mês.

Desde essa data e até Janeiro deste ano exerci essas funções e em conjunto com grandes jogadores da |RVT3|, a maioria dos quais estão hoje comigo na hmetal, e ainda com um que não posso deixar de referir por ser sem dúvida dos melhores e mais completos jogadores que conheci, o karrasko, levámos a |RVT3| até ao 2º lugar da classificação da geral.

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Mc: Há muita discussão sobre o porquê dessa fusão, e também dizem que você abandonou alguns colegas de tribo. Conte-nos a sua versão.

Scp76: A fusão foi decidida em conselho de tribo depois de devidamente discutida entre mim e o meu actual líder bakkkano. Desde sempre as relações entre a |RVT3| e a hmetal foram muito boas. A |RVT3| era uma tribo de elite, com excelentes jogadores e que não pertencendo a nenhuma família chegou ao 2º lugar da geral.

Mas o mundo 2 está em constante ebulição. É muito renhido, muito combativo, e sempre em evolução.

O conselho da tribo decidiu, e a meu ver muito bem, por unanimidade, que era chegada a altura de dar outra dimensão à |RVT3|. Uma dimensão que lhe possibilitasse, no seio de uma família forte, continuar em jogo até ao fim do mundo 2, aportando, neste caso à metal, o “know-how” e a capacidade dos bons jogadores da |RVT3|.

Era uma questão de juntar dois projectos vencedores e bons jogadores de ambos os lados, que estavam estrategicamente colocados no mapa, e que permitiria – como está à vista – um largo domínio do mundo 2, nos K’s a sul.

Estas foram as razões da fusão. Quanto à “polémica”. Só fiz duas exigências ao bakkkano para que a fusão fosse para a frente.

A 1ª foi que a |RVT3| integrasse a família metal e mantivesse o seu nome. Ainda hoje jogo com a |RVT3| todos os dias. Ajudo a tribo a crescer, dou conselhos, apoios, limpo aldeias para os meus companheiros dessa “minha” tribo continuarem a crescer.

A 2ª foi que os jogadores que vinham da |RVT3| pudessem no seio da hmetal continuar a guerra que tinham com a 666.

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Mc: Creio que a pergunta seguinte está na mente de todos os jogadores. Como é possível gerir tantas Aldeias?

Scp76: Já tive oportunidade de responder a essa questão a muitos que efectivamente ma colocam. Gerir as quase 1600 aldeias que tenho não é algo que me tire o sono ou que crie dificuldades. Encontrei uma excelente organização para a minha conta, através das capacidades inequívocas que a utilização da conta premium permite.

Se organizarmos devidamente por grupos a nossa conta, independentemente da quantidade de aldeias que tivermos as coisas tornam-se muito mais simples.

O que me tira tempo no tribos não é a gestão das aldeias, com as quais gasto não mais de 30 minutos por dia, a construir, recrutar tropas e editar grupos, mas sim a organização de ataques conjuntos, a resposta às cerca de 100 mensagens diárias que recebo (quando não são mais), a resolução de conflitos entre jogadores da família relacionados com conquistas e reservas.

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Mc: Falando um pouco na sua vida privada. O que faz na vida real?

Scp76: Sou advogado.

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Mc: Em que escola tirou o curso de direito? E à quantos anos é que é advogado?

SCP76: Licenciei-me pela Faculdade de Direito da Universidade Católica de Lisboa em 1999, ao que se seguiu o obrigatório estágio profissional junto da Ordem dos Advogados. Exerço a profissão como Advogado desde Fevereiro de 2002.

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Mc: Sendo você advogado, terá certamente uma opinião própria sobre os vários “incidentes” na justiça portuguesa. Quer partilhar algumas opiniões connosco?

Scp76: A justiça que conheço, com a qual lido no dia-a-dia, não é a “justiça” das televisões e dos jornais. O que vem a público retracta apenas os problemas, as incoerências e os defeitos do sistema judicial.

É frequente todos acharem que têm uma opinião muito informada sobre os grandes casos mediáticos que se discutem na praça pública. A verdade é que para a opinião pública não passam notícias, mas sim apenas o que se pretende que passe, para criar um clima de suspeição e de desinformação. Sou terminantemente contra o julgamento em praça pública. Não é isso que deve suceder num Estado de Direito.

É um facto que infelizmente em Portugal as decisões judiciais levam muito tempo a ser tomadas na generalidade dos casos. Mas existem tribunais que funcionam muito bem, e desses ninguém fala. A justiça tem de fazer o seu trabalho de forma serena, e não com constante pressão de quem controla os órgãos de comunicação social, e de quem “faz” a opinião pública.

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Mc: Não sei se posso meter desta forma a seguinte pergunta, mas tem algum “caso” ou situação que goste mais de defender em tribunal que outros?

Scp76: Eu de casos em que intervenha não posso falar em público, na medida em que a tal estou obrigado por dever de sigilo profissional. No entanto, de um modo geral posso dizer que dispenso sempre que possível questões de natureza criminal, preferindo sempre lidar com matérias cíveis – como contratos, por exemplo – ou de direito comercial.

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Mc: Quais são os seus interesses e hobbies?

SCP76: Para além do tribos que ocupa actualmente grande parte do meu tempo disponível, tenho diversos outros hobbies, que estão uns mais que outros “arrumados” num canto.

Gosto de jogar futebol, o que continuo a conseguir fazer uma a duas vezes por semana, toco guitarra, o que tento fazer todas as noites enquanto estou no tribos.

E antes de jogar tribos jogava vários jogos online na minha xbox360, a qual está agora quase sempre desligada.

Outro dos meus interesses é, como o meu nick indica, o Sporting, clube do meu coração que sigo sempre com expectativa e fervor, pese embora a péssima época que está a realizar.

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Mc: Acha que o novo treinador do Sporting, Carlos Carvalhal, é o indicado para a presente situação do Sporting?

SCP76: Acho que é o treinador possível num momento difícil. Tem experiência. Pelo menos muito mais do que o primeiro que foi falado, a quem não conheço qualquer façanha, e tem por hábito tentar colocar as suas equipas a jogar bom futebol. E isso, para quem já anda cansado de ver o Sporting a jogar pauperrimamente, é um bom sinal. A ver vamos.

É preciso dar tempo ao tempo, mas tenho grandes dúvidas e creio que dificilmente prolongará o seu vínculo para lá do final da temporada.

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Mc: Voltando para o Tribos, à uns meses atrás esteve envolvido num bug que causa imensa polémica, já que apareceram relatórios com tropas negativas. Conte-nos o que aconteceu para que isso acontece-se.

SCP76: Essa questão foi muito debatida na altura. Não faço a mínima ideia do que terá estado na origem desse bug. O que conheço são as circunstâncias que rodearam esse “acontecimento”.

Decorria a guerra entre a hmetal e a 666. Na madrugada de 9 de Março de 2009,pela 1:15 começaram a cair os primeiros ataques dos 32 que o rickyb – excelente jogador diga-se – dirigiu à minha aldeia 312|642.

O que fiz foi simples. Como tinha muitas tropas nessa aldeia, e tinha identificado todos os ataques do rickyb, sabendo que os nobres, num total de 5, cairiam à 1:23, retirei as tropas próprias da aldeia, cancelando essa ordem por forma a que regressassem um segundo antes do 1º nobre cair.

Matei os 18 primeiros nukes e depois deixei o rickyb ver 7 relatórios a verde. De seguida, matei-lhe os nobres. De imediato recebi uma msg dele a dar-me os parabéns. E um minuto depois era 1h24 surgiu o tal relatório.

Após os nobres havia mais dois ataques com aríetes que eu não sabia se eram ou não fakes. Para evitar perder as tropas da aldeia dei ordem de saída às mesmas assim que o último nobre caiu – tinha posto a praça da reunião a construir por forma a estar pronta no segundo seguinte ao último nobre cair.

O relatório que se seguiu mostrou um ataque com 45 espadas, 45 arcos e 1 cata, e na minha aldeia “encontravam-se” -1 lança, -1 espada e – 1 arco.

De imediato abri uma solicitação de suporte, e perante as injustificadas suspeitas que se levantaram dizendo que eu matava nobres com tropas negativas – esse relatório é vermelho para mim, como é óbvio, e o ricky não tem nenhuma baixa – enviei ao rickyb os relatórios que mostravam como tinha morto os nobres – para ele eram relatórios a vermelho.

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Mc: A guerra em que isso aconteceu, foi uma das mais comentadas no fórum. Você passou por várias guerras comentadas no fórum, como essa contra a 666, e presentemente contra os “Lobos”. Das várias guerras porque passou, qual a que mais gostou? Qual é que lhe deu mais luta e que encontrou melhores jogadores do lado inimigo?

SCP76: Existem bons e maus jogadores em todas as tribos.

A 666 tinha um nível de organização e de entreajuda muito semelhante ao que temos na hmetal. Era uma tribo com muitos bons jogadores. Que atacava e defendia em bloco. Que contra-atacava. Que estudava o mapa.

Dessa tribo e como inimigos destaco, sem sombra de dúvida, o Rickyb, jogador com quem trocava mensagens de forma assídua e sempre com elevação.

Na guerra que actualmente travamos com a família WW enfrentamos um inimigo maior, mais espalhado pelo mapa, com uma zona de conflito mais abrangente e que poderia criar muitas dificuldades. Sucede que, ao contrário da 666 e da família metal, a família WW tem denotado grande desorganização, e excepção feita à WWRA. O avanço da metal tem sido constante e de acordo com os planos que foram traçados.

Se me permite gostaria de relembrar a primeira guerra que travei no K64, continente onde tive as minhas primeiras aldeias com o então inimigo histórico (numa rivalidade que vinha da |RVT|), a PAX. A Nobre Kasta da pax. Uma tribo constituída por bons e fortes jogadores que desapareceram do K64.

Em síntese posso afirmar que a guerra com a 666 foi até hoje a que mais dificuldade nos criou.

Na guerra actual tivemos perdas naturais, em continentes em que tínhamos aldeias ou jogadores isolados, e algumas perdas em continentes disputados como é o caso do K62 – que já fora palco da guerra com a 666 – e que se encontra rodeado a norte, sul e oeste por K’s dominados pela família WW.

Com a 666 tivemos jogadores que quase desapareceram e, por isso, quase desistiram.

Este é um jogo em que se investe muito tempo e quando se perdem muitas aldeias as pessoas desmotivam e acabam por desistir. Essa é sem dúvida uma das tácticas que utilizamos e que dá os seus frutos inequívocos. A chave para aguentar e prosseguir é jogar em equipa, e isso nós fazemos cada vez melhor.

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Mc: Já joga o Tribos à imenso tempo, para ter conseguido enormes feitos, tal como alguns erros. Indique o feito que mais se orgulha, e um erro, cometido no Tribos.

SCP76: O que mais me motiva neste jogo é a capacidade de jogar em conjunto. De jogar em equipa e de poder ajudar a minha tribo a crescer. A este título posso dizer que fico muito satisfeito quando vejo por exemplo o meu grande amigo Hannibal que foi um dos tais jogadores que quase foi aniquilado pela 666 ter hoje perto de 300 aldeias, num processo de crescimento para o qual pude contribuir

Limpando aldeias para ele conquistar. Ao mesmo tempo o Hannibal ajudava-me com os seus nobres baixando a lealdade das aldeias para eu conquistar enviando apenas um nobre. Jogando assim em equipa conquistávamos às 20 aldeias de cada vez em ataques conjuntos, quando se fossemos sozinhos não passaríamos das 5 ou 6. É este o feito de que mais me orgulho neste jogo. Crescer em conjunto com os outros.

Jogar sempre em equipa. Continuo a fazê-lo com diversos jogadores. Todos os dias.

Quanto a erros cometidos. Creio que no início cometi muitos, como enviar dois nobres no mesmo ataque, convencido de que assim poderia retirar mais depressa a lealdade a uma aldeia.

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Mc: O que mais lhe cativa no jogo?

SCP76: O que mais me tem cativado é o espírito de grupo que se cria. Conhecer novas pessoas. Fazer novos amigos. Conhecer alguns deles.

Jogar em conjunto com todos estes novos companheiros de armas é sem dúvida o que este jogo tem de mais aliciante.

Do ponto de vista do meu jogo propriamente dito e do papel que desempenho na tribo o que mais me cativa é a parte de estratégia atacante e defensiva. Isto quer a nível da organização de ataques e/ou apoios em larga escala quer ao nível do ataque e defesa isolado. Este é um jogo de guerra, não é um jogo para construir aldeias… mas sim para as conquistar.

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Mc: Prevê a sua entrada nalgum mundo brevemente?

SCP76: Não prevejo jogar em qualquer outro mundo. Tentei o mundo 3 por cerca de dois meses e mais tarde creio que o 6 para experimentar a igreja, onde joguei na tribo LR do grande jogador Spydon. Mas estive lá pouco tempo, tal como sucedeu no mundo 8 e no mundo 10 onde entrei apenas para dar uma ajuda a uma tribo de um amigo. O tempo que o mundo 2 me consome é mais do que aquele que eu tenho disponível.

A isto acresce o facto de o espírito de união que temos na hmetal não ser fácil de encontrar. E o que me prende ao jogo é, como já disse, jogar em conjunto com os amigos que cá fiz.

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Mc: Há alguma coisa que gostaria de ver implantado no Tribos?

SCP76: Não vou dizer nada de original a este respeito. Creio que já tudo foi dito. Mas acho que era importante que a partir do momento em que o mundo é fechado a novos jogadores, como já sucedeu com o mundo 2, deveria deixar de existir a regra da moral. Acho que não faz sentido manter essa regra num mundo em que todos os que restam, ou pelo menos a grande maioria estão por cá há mais de um ano.

Se uns pouco evoluíram não devem beneficiar dessa vantagem, tanto mais que pertencendo a uma das boas tribos subsistentes, o facto de ao serem atacados terem o benefício de o adversário atacar com uma moral de 30% acaba por ter um efeito perverso.

Outra das coisas que penso poderia ser introduzida neste momento do jogo era a possibilidade de as tribos terem 120 membros. Somos pouco mais de 1500 jogadores, seremos cada vez menos. Existem 4 blocos de tribos activas e julgo ser uma ideia que beneficiaria todos.

Em jeito de brincadeira diria que era uma excelente medida oferecerem 100 nobres a quem passou das 1000 aldeias.

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Mc: Quem é que gostaria de ver entrevistado?

SCP76: Creio que seria interessante entrevistar o líder da hmetal, o meu caro amigo bakkkano, que sabe muito mais deste jogo do que se calhar muitas das pessoas que só vêm o lado provocador dele no fórum público pensam.

E acho também que seria interessante e justo entrevistar o líder da família PAX, um grande companheiro e senhor do mundo 2, o Rastafara1982.

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Mc: Agradeço o tempo dispendido nesta entrevista, e desejo-lhe boa sorte, tanto no jogo, como na vida real.

SCP76: Agradeço esses seus desejos que retribuo bem como o facto de ter considerado ser interessante realizar esta entrevista.

A ultima versão 5 (5.7)

Para finalizar a versão 5.x lançamos a versão 5.7, a ultima desta serie uma vez que já começamos a dedicar os nossos esforços na versão 6.0.

Assim para fechar o ciclo 5, eis o que fizemos e esperamos que seja do vosso agrado,

  • Paladino: ao transferir o paladino de uma aldeia para outra é possível visualizar o tempo que demora a mudar de aldeia
  • Pagamentos cancelados: o jogador irá receber uma notificação em jogo caso haja um pagamento cancelado.
  • Relatórios: ao passar as unidades para o simulador, a influencia da religião também será transferida para o simulador.
  • Mercado/Praça de reunião: correcção de erros na mostragem das “aldeias próprias”.
  • Fóruns das Tribos: ao criar um novo fórum pode definir logo as suas opções de visibilidade
  • Fóruns das Tribos: novos codigos-bb. Exemplo: [spoiler]texto a esconder[/spoiler]
  • Fóruns das Tribos: os fóruns de confiança passam a ser visíveis apenas aos membros de confiança, sendo que para os restantes é desconhecida a sua existência.
  • API do Tribos: get_config now returns night setting.
  • API dos Tribos: get_config now only returns settings which are no problem for players to see, namely: ‘speed’, ‘unit_speed’, ‘moral’, ‘build_queue’, ‘build’, ‘snob’, ‘misc’, ‘newbie’, ‘game’, ‘night’, ‘ally’, ‘win’, ‘coord’, ‘sitter’, ‘sleep’
  • Mini-mapa: corrigido erro com o browser Opera
  • Login: apenas serão mostrados (por defeito) os mundos activos do jogador
  • PA: número máximo de comandos visíveis por pagina é colocado a 1000

Estas foram algumas das inovações que colocamos na versão 5.7, ainda modificamos mais alguns pequenos detalhes como corrigimos erros irritantes.

Contudo as grandes modificações ficaram reservadas para a versão 6, e esta sim será uma grande surpresa!

Acordar bem disposto…

É Outono e o tempo está cinzento, a chuva ameaça… é mais um domingo, e pego no carro para ir tomar o pequeno-almoço e ler o jornal. Chego à pasteleira com um sorriso e peço a minha tosta mista.

Começo a ler o jornal e o mundo parece ser dos sacanas, olho à minha volta e vejo as pessoas com as suas preocupações na cara, reclamações do tempo, da sociedade e outras coisas… Eis que o meu telemóvel toca, discretamente pego no telemóvel e abro a mensagem que recebi para ler “gostei imenso da noite anterior, quando voltar temos de repetir” e eis que se abre um sorriso parvo na minha face que parece ainda irritar mais as pessoas à minha volta.

A verdade é que o dia anterior correu bem, e não tenho grandes planos para hoje… mas acordei a saber que aconteça o que acontecer o dia de hoje será um bom dia! Não vou estar com ninguém em especial e a única coisa que sei é mesmo que devo almoçar em qualquer restaurante a zona.

Estar bem-disposto, não é uma consequência dos factores que nos rodeiam, muito menos das circunstâncias. É apenas o resultado da forma como encaramos a vida, é como ter uma tabuleta a dizer apenas boa-disposição é aceite.

É impossível controlar o que nos rodeia, porém é mais simples dar importância às pequenas coisas que aumentam a nossa boa disposição. É claro que quando estamos no auge da nossa boa disposição acordar ao meio dia e descobrir que ainda são 11 horas, ou receber uma mensagem de afecto disparam com a nossa felicidade ainda uns bons metros para cima.

Muitas pessoas tendem a culpar a falta de boa-disposição aos factores que o rodeiam, é verdade que estar vivo é complicado e tem os seus problemas. Porém basta pensar um pouco que a postura derrotista não faz com que os problemas desapareçam, mas encara-los com um sorriso é um primeiro passo para desarmar grande parte dos problemas.

Hoje é um bom dia! É porque sei sorrir.

O vosso Anjo da guarda!