Arquivo de etiquetas: objectivo

Walking on Six!

Depois de escrever umas palavras sobre a versão 6.0, com o objectivo de informar os leitores do blog sobre as novas funcionalidades desta versão, decidi então vasculhar a opinião de diversos jogadores, moderadores do fórum, moderadores do jogo, co-administradores e até o administrador.

Foi então que abracei este artigo com o intuito do revelar a opinião dos mais variados usuários, moderadores, e até administradores.

Optei por ser breve nos inquéritos, mas objectivo. Aos jogadores fiz três perguntas, e aos restantes apenas uma.

Começando pelo lado dos usuários, inquiri o BrunoFF, o Sir Filip, o Tschüss e o Infectedking. Usei três meras perguntas:

  • O que acha da versão 6.0?
  • Acha que o Tribos melhorou em relação à versão anterior?
  • Tem dúvidas sobre a versão 6.0? Se sim, quais?

Começando pela  primeira e  mais obvia pergunta, Tschüss disse-me que era um passo em frente na optimização do Tribos, nomeadamente o sistema de reservas, tal como Sir Filip e BrunoFF que elogiaram o sistema de reservas, Infectedking adjectivou esta versão com algum potencial.

Em relação à pergunta que se seguiu – Acha que o Tribos melhorou em relação à versão anterior? – todos responderam que sim, uns mais enfaticamente do que outros, mas o opinião geral foi positiva.

Por fim, sobre as dúvidas, ficou-se pelo cinquenta/cinquenta, Tschüss e Infectedking afirmaram não ter dúvidas sobre esta versão, e BrunoFF e Sir Filip disseram ter ainda algumas dúvidas sobre o acampamento.

Quanto aos restantes, isto é, quanto aos moderadores do fórum, os moderadores do jogo, os co-administradores e o administrador obtive respostas concretas quanto a esta nova versão. Shanan disse-me que gostava imenso, Rafita King está um pouco cauteloso quanto aos acampamentos, Aquarius optou por dizer que os acampamentos são uma fonte de novas estratégias, embora seja um pouco complicado de usar devido à necessidade de cunhar moedas. Arodrigues afirmou enfaticamente que esta versão é uma das mais interessantes que surgiram no TW, Ogait87 gostou da implementação do sistema de reservas e do acampamento. Por fim, o administrador Ricardo disse-me que a versão 6.0 veio trazer aquilo que sempre foi pedido e suplicado.

No meu caso, à semelhança dos anteriores, gostei bastante do sistema de reservas, embora ainda haja jogadores “às escuras”.

Duas torres – o conceito

Quando? onde?

Como todos devem estar à espera amanha pelas 12h/13h (e alguns minutos) de Lisboa irá começar uma ronda temática do SPEED, no nosso servidor do Tribos (TribalWars PT).

Porque? O conceito por trás…

Por algum motivo achamos que teria piada… os jogadores  entram em uma de duas tribos já pré existentes, a alfa e a beta cujo o objectivo das tribos será durante as seguintes 30 e muitas horas conquistar os jogadores líder da tribo oposta.

Perguntas óbvias, repostas curtas (também conhecido por FAQ)…

Posso escolher a tribo?

Não, a tribo é logo atribuída na entrada do servidor.

Posso sair da tribo e mudar?

Não, uma vez dentro da tribo é impossível de sair.

Quem são os lideres da tribo?

– São membros da equipa de suporte, que assegurar que as contas e tribos não ficam abandonadas.

As regras do speed são as mesmas?

Sim, as regras normais do speed aplicam-se.

Os lideres tem alguma vantagem?

Os lideres das tribos começam com uma aldeia evoluída e acima da capacidade de construção (exemplo a fazenda no nível 35, que permite ter 53093 espaços).

Os lideres das tribos podem atacar e apoiar jogadores?

– Apoiarem sempre que quiserem, mas apenas os membros da tribo. Podem ainda atacar os jogadores que os atacarem, mesmo se seja apenas espionagem.

Os restantes membros podem atacar e apoiar livremente?

Não, só podem atacar inimigos e apoiar membros da sua tribo.

O jogo acaba quando um dos lideres for conquistado?

Não, o jogo continua até ao final.

Esperamos que todos se divirtam,

Ricardo, Administrador de Comunidade

Entrevista com Spydon

Escolhi, agora, um jogador que é conhecido por muitos como o melhor líder de tribos, e certamente também, como melhor jogador de tribos na comunidade PT. É líder do Mundo 2,e líder de uma tribo de unicamente 32 jogadores, que há bem pouco tempo eram 15, o que demonstra a qualidade deste jogador. Estou a falar do Spydon.


Nome: João

Idade: 36

Localidade: Aveiro

Mundos Activos: Mundo 2

Mc: Quero agradecer por ter aceite o convite para a entrevista

Spydon: Obrigado eu, por me terem dado a possibilidade de participar no Jornal, será um prazer!


Mc: Vou começar por lhe perguntar, quando é que começou a jogar Tribos?

Spydon: Há cerca de 2 anos, encontrei um dos meus alunos a jogar Tribalwars durante uma aula. Por curiosidade, em casa inscrevi-me e “apanhei o vicio”… Na altura jogava no Mundo 4 internacional.


Mc: Começou então no Mundo 4 no .net. Ainda se lembra qual foi a sua 1ª tribo?

Spydon: Perfeitamente, chamava-se “Local domination” e era composta apenas por jogadores próximos. Mais tarde evolui para uma tribo pequena, mas extremamente defensiva, chamada “RE – Roman Empire”, onde aprendi imenso. Era uma tribo que protegia os mais fracos e dedicava o tempo a fazer resistência às grandes famílias de tribos que existiam nesse mundo.


Mc: E jogou nesse mundo quanto tempo? Qual foi o melhor “status” que conseguiu nesse mundo?

Spydon: Comecei a jogar nesse mundo, quando os primeiros classificados já tinha mais de 2 milhões de pontos, ou seja, muito tarde e fui parar ao limite do mundo, K41. Efectuei uma “corrida de trás para a frente” e cheguei ao top 5 do ranking da pontuação em aproximadamente 1 ano ou ano e meio. Deixei esse servidor por falta de tempo. Na altura estava a liderar a minha tribo e coordenava os movimentos com várias outras tribos aliadas, gastando mais tempo com diplomacias e estratégias, do que com o meu próprio jogo, por isso entreguei e abandonei o jogo com o objectivo de recomeçar noutro servidor sem nenhum cargo dentro de nenhuma tribo…


Mc: Então, e depois foi para onde? Continuou no .net?

Spydon: Não. Para passar um pouco o tempo, fui até ao mundo 1 Brasileiro, mas evolui um pouco rápido que me vi rodeado de jogadores com pontuações muito mais baixas, reduzindo de tal maneira a minha moral de ataque, que acabei por “dar” as minhas vilas a um colega de trabalho…


Mc: Em que altura decidiu vir para o .pt?

Spydon: Um dia, andava a navegar pela net e soube que já existia um servidor PT, nessa altura inscrevi-me no mundo 2 por ter uma velocidade de evolução maior.


Mc: Qual foi a sua 1ª tribo no mundo PT? Foi você que fundou a tribo?

Spydon: A primeira tribo chamava-se “Rubias” (RBS). Preferi começar sem tribo, e fui abatendo os meus vizinhos um a um. Enviaram-me várias ameaças e convites de tribos, mas optei pela Rubias por ser uma tribo em que não tinha colegas de equipa por perto, para poder evoluir conforme a minha estratégia de jogo, mas também não estavam muito afastados, caso fosse necessário auxilio (da minha parte e da parte dos meus colegas de tribo).

Não fundei a tribo, desde os cargos que tive no mundo 4 .net, nunca mais quis ter cargos. Fundar uma tribo iria obriga-me a ser pelo menos recrutador…

Apenas pretendia jogar, para me divertir, sem compromissos…


Mc: Como chegou então a líder da sua actual tribo?

Spydon: A evolução da “Rubias” era mais lenta que a minha evolução, por isso decidi sair e ingressar uma tribo mais adequada ao meu tipo de jogo. Na altura fui convidado por uma tribo um pouco maior, mas assim que entrei fui enviado para outra tribo graças a uma fusão que por sua vez correu mal e os elementos da tribo original saíram, deixando-me lá sem me dar nenhuma satisfação… por isso, saí aborrecido.

Com a situação e como não tinha tribo, o Yoda.pt convidou-me para o projecto #DT, uma tribo com apenas 4 jogadores que pretendia fazer frente a todos…

Gostei da ideia, enquadrava-se totalmente no meu tipo de jogo e aceitei, levando comigo um jogador aliado (Fred.desyre) que apesar de nunca ter sido preciso, estava sempre pronto a ajudar-me.

A #DT foi evoluindo, dando um pouco nas vistas, devido a sermos muito poucos, mas irredutíveis… Até ao momento em que este jogo deixou de ser um prazer para ser uma obrigação. Nessa altura decidimos em conjunto deixar o jogo e abandonamos.

Só que ao fim de uns 2 ou 3 dias, tivemos de regressar por sentir saudades deste passatempo e cancelamos a “desistência”, decidindo criar a “LR”, a mesma tribo da #DT com a diferença que não termos obrigações e jogamos apenas para nos divertir-mos… Se perdermos umas vilas (ou o jogo todo) ninguém se vai importar, apenas pretendemos um pouco de diversão.

Na LR, há quem diga que sou líder, talvez por ter alguns pontos a mais que os meus colegas, mas de facto não sou, pois a LR não tem líder. Tal como a antiga #DT, os jogadores que ingressam na LR são escolhidos e todos têm a mesma filosofia, por isso existe um grande sincronismo entre nós, conseguindo chegar a acordo facilmente em todos os assuntos.


Mc: Num mundo, que é considerado o mais competitivo, como é que é gerida uma tribo com “somente” 30 jogadores?

Spydon: A tribo evoluiu esta última semana devido a alguns movimentos estratégicos. A semana passada éramos cerca de 15, actualmente somos o dobro. A gestão é muito simples, cada jogador tem o seu jogo individual e quando é necessário jogamos em grupo. Todos são auto-suficientes e conto pelos dedos de uma mão, o número de vezes que foi necessário auxiliar um jogador da tribo. O fundamental é que todos sejam activos e auto-suficientes…


Mc: Em cima, disse-me que era professor. Virando um pouco a conversa para a vida privada, qual o curso que tem, e que disciplinas é que é professor?

Spydon: Tirei duas licenciaturas, uma de Matemática e um pouco depois, outra de Informática. Neste momento lecciono disciplinas de Informática.


Mc: Em que escola?

Spydon : Este ano lectivo, na Escola Secundária de Albergaria-a-Velha.


Mc: Sendo professor de informática, deve ter possibilidade de estar bastante tempo online. Gostaria de lhe perguntar, em média, quanto tempo é que está online, e quantas vezes faz log in por dia?

Spydon: Só não estou ligado à net quando estou a dormir… Se não estou com um pc (ou mac) à frente, estou com o meu Iphone que até para a cama o levo…


Mc: Felizmente, que não sou seu inimigo, e que não jogo no mundo 2 J . Tem algum objectivo pessoal que ainda não tenha cumprido?

Spydon: Relativamente ao Tribalwars, não tenho nenhum objectivo, apenas divertir-me um pouco. Relativamente à vida privada, para além da família, sou um apaixonado pelo motociclismo. Adoro viajar de moto e ainda existem destinos onde não fui. Quando for possível, gostaria de ir ao Cabo Norte, percorrer os Estados Unidos de uma costa à outra, voltar a Daytona (onde estive em 2000 no maior encontro de motos do mundo – cerca de 600.000 motos) e sair um pouco da Europa, pois já a percorri quase toda de moto…


Mc: É então um apaixonado por motas. Que motas é que tem?

Spydon: Só tenho uma e velhinha, mas já passei tantas aventuras com ela, que sou incapaz de me desfazer dela… É uma Triumph Trophy 1200.


Mc: Voltando para o Tribos, sei que também começou uma conta no Mundo 6. É para seguir o mesmo objectivo do Mundo 2?

Spydon: Não, aliás, deixei essa conta há cerca de 15 dias. Apenas fui testar a funcionalidade da igreja, que era uma novidade. A velocidade do mundo 6 é demasiado lenta para o meu gosto. Quando voltar a existir um mundo PT com velocidade 2x (ou superior), então sim, devo recomeçar de novo.


Mc: Tem alguma sugestão para o Tribos, alguma coisa que gostava de ver mudado?

Spydon: Gostaria de ver alterado o sistema da “Moral”. Sei que a moral serve para proteger os jogadores com menos pontos e concordo que exista numa fase inicial do jogo, mas ao fim de algum tempo deveria ir diminuindo. Não se compreende que um jogador que esteja ao meu lado, que tenha começado o jogo ao mesmo tempo que eu, tenha 100.000 pontos. Se não evoluiu é porque esteve inactivo, logo estamos a proteger jogadores inactivos (contra aqueles que querem jogar) em vez de proteger jogadores mais fracos por terem começado mais tarde…

Ou seja, na minha opinião, o factor moral deveria ir alterando ao longo do tempo. Por exemplo, um jogador ao fim de um ano a jogar, deveria dar já uma moral de 100% a qualquer outro oponente.

Outra sugestão que fazia, era de filtrarem algumas palavras ofensivas, evitando assim que alguns jogadores passem a vida a serem ofendidos. Recebo frequentemente mensagens de conteúdo ofensivo, por isso a maioria das mensagens já nem as abro para não me incomodar.


Mc: Qual é a pessoa, da nossa comunidade, que gostaria de ver entrevistada?

Spydon: O Ricardo, Administrador.


Mc: Quero agradecer-lhe pela disponibilidade para esta entrevista, e desejar-lhe as maiores felicidades a nível de tribos, mas principalmente a nível pessoal.

Spydon: Obrigado pela oportunidade que me deram de participar e dar a minha opinião, gostava também de acrescentar que o Jornal é uma excelente ideia para irmos conhecendo um pouco melhor quem partilha dos mesmos gostos, dos jogos de estratégia, nomeadamente do Tribalwars.


Para comentários a esta entrevista, utilize o nosso forum: http://forum.tribos.com.pt/showthread.php?t=10260

Entrevistas

Boas,

Venho aqui anunciar uma nova secção do nosso jornal, as entrevistas.

Esta nova parte, será dirigido aos jogadores no geral, mas também poderá aparecer outras pessoas, que de uma maneira ou de outra, ajudaram a comunidade Tribos a desenvolver.

O objectivo das entrevistas é também conhecer um pouco mais sobres os jogadores da nossa comunidade, tanto na vida pessoal como na maneira de jogar.

Irá também ser adicionado no fórum português uma nova aba exclusivamente para o Jornal. Para que se possa comentar alguns dos artigos aqui publicados.