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Maior transparência!

De acordo com uma das nossas promessas de natal, antecipamos um pouco os nossos planos e decidimos disponibilizar desde já um dos nossos documentos internos mais antigos, as regras da equipa.

É um conjunto simples de princípios  pelos quais todas as acções da equipa de suporte se deve reger em todas as circunstancias. Este passa agora a ser visível na nossa plataforma de candidaturas, na introdução (disponivel em: http://candidaturas.solutions.pt/candidaturas/ ).

Com o levantamento do sigilo deste documento esperamos que a comunidade fique com um maior conhecimento do funcionamento interno da equipa, que compreendam como actuamos e quais os nossos standards. Da mesma forma, aproveitamos para generalizar a consciência de todos os futuros candidatos ao suporte qual é o acordo que estarão a assumir para com a comunidade e os restantes membros da equipa aos candidatarem-se e se seleccionados.

Despeço-me de todos,

Ricardo Vitoriano

Dia-a-Dia de um Moderador: Pekenino

Olá a todos! Este artigo foi editado e creio que ficou melhor… Agradeço a todos as sugestões que deram, porque assim, consegui melhorar o meu artigo!

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QUEM SOU EU:

O meu nome é João Brito e moro na cidade da Amadora, distrito de Lisboa. Já muitos de vocês ouviram falar do Pekenino, alcunha essa que será fácil perceber a razão da sua existência… Mas conto-vos uma breve história veredicta: Uma vez no meu trabalho, estava a repor uma palete como é habitual, mas nessa semana havia uma promoção especial então teria que colocar um objecto no local em que a empresa decidiu. Eu com a mão na folha do Layout e outra mão na testa a pensar como é que iria colocar aquele objecto lá no alto… Ora, como não tinha nada por perto que me ajudasse tive que desenrascar-me… Eu estiquei-me mas as tentivas foram em vão… L  Um caro cliente teve a feliz ideia de me chamar ‘pequenino’… ao menos ajudou-me a colocar o dito objecto lá no alto.
Dias mais tarde num dos cafés que tive com pessoal amigo contei-lhes a história… a partir daí começaram a chamar-me ‘pequenino’ (anteriormente já me chamavam).
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SER MODERADOR:

Na minha opinião, a capacidade de ser moderador passa principalmente por saber avaliar as situações de cabeça fria e de um modo completamente imparcial. Moderar, ou seja, ser responsável por diversas actividades dos jogadores no jogo e fórum, é algo que me dá imenso prazer, pelo facto de poder “pôr ordem” nas coisas e fazer com que se faça justiça e de ajudar os membros da comunidade, nas dúvidas ou problemas que possam surgir. Este meu gosto existe talvez por ter familiares ligados à justiça, o que fez com que, desde muito novo, visse e assistisse a muitas coisas ligadas com leis, direitos e deveres.

Dedico bastante tempo à moderação. Cerca de 2 a 4 horas diárias, no jogo e no fórum. Muitos amigos já me perguntaram quanto tempo gasto no jogo e dizem que é tempo a mais para algo aparentemente simples. Mas para moderar é preciso muito mais do que simplesmente avaliar actos menos correctos. Passa também por aprendizagens, reuniões, conversas com outros moderadores/adminstradores sobre diversos assuntos.

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VIDA PESSOAL:

A minha vida pessoal é também feita a trabalhar. Sim, trabalho a part-time, em horários mais ou menos rotativos, num supermercado de nome conhecido de todos vós (em Portugal – Europa), nome esse que julgo desnecessário revelar. As várias horas livres que tenho, permitem-me realizar as minhas tarefas no Tribos, a que me dedico voluntariamente e com todo o prazer – o ser moderador. O que mais me entristece é ter que, por vezes, trabalhar aos fins-de-semana, o que me deixa sem oportunidade para sair com os amigos, quando todos eles têm tempo livre.

Faço questão de ocupar os meus dias da melhor maneira possível, o que nem sempre consigo. Quando não estou a trabalhar, gosto de estar com os amigos ou então no computador, não só a moderar, mas a jogar, consultar sites, entre muitas outras coisas. Gosto muito de jantar fora, de ir ao cinema, de tomar café com os amigos, de conversar, de ouvir música ou de visitar algum sítio do país ou até outros países. Também adoro viajar, principalmente se for de avião… Adoro música e os meus géneros favoritos passam pela música House e Techno.

Gosto muito de dormir também. Como nem sempre me deito cedo, muitas vezes só acordo tarde. Para os que não sabem, vivo sozinho. Isso faz com que tenha muitos outros afazeres, tais como tratar da minha roupa, preparar refeições, limpar, arrumar, organizar e esquematizar toda a minha vida. Não o faço com a frequência que desejava, mas sempre faço os possíveis para ter uma vida harmoniosa. Para eu conseguir conciliar tudo, que por vezes é complicado, tenho que planear, e por norma faço um plano semanal.

A noite é algo que não me agrada. Além da solidão, que por vezes parece bater à porta, é quando tenho que preparar o jantar, algo que não gosto muito de fazer. Uma vez ou outra, costumo ir dar uma volta durante a semana, à noite, mas na maioria das vezes passo-a à frente ao computador falando com a equipa, a ver televisão ou a ler.

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NOTAS FINAIS:

Espero que tenham gostado da partilha do que é o meu dia-a-dia. Aguardo ansioso os vossos comentários e as vossas críticas, tanto positivas, como as negativas também! Beijos e abraços.

João Brito aka Pekenino

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Comentários a este artigo, devem ser feitos no Fórum do Tribos.

Assunto delicado – Famílias de tribos

Olá

Depois da análise de um bom líder, deixo aqui um artigo sobre as famílias de tribos… um grande “tabu” no Tribos de hoje. Porquê? São boas? São más? Quais são as vantagens e desvantagens? Continuem a ler para descobrir.

As famílias têm, como uma vez alguém disse, de ser analisadas sobre várias perspectivas.

1 – Perspectiva dos Líderes das Famílias

Todos os líderes actuais devem ficar assustados só de pensar em liderar uma família. Se 60 a 80 membros já são tão dificeis de governar, quanto mais 300, divididos por diversas tribos, cada qual em seu continente. Das duas uma, ou o líder passa o dia todo colado ao ecrã e tem mesmo muito talento, ou designa líderes para cada uma das “alas” da família. Resultado? Confusão. Tribos que começam a prosperar e quando vêm negadas posições superiores na hierarquia procuram independência, tribos que são mais pequenas e pedem constantemente apoio militar das “tribos-mãe”… E líderes menos capazes que são atribuídos à liderança resultando em problemas internos.

2 – Perspectiva do membro novato da família

Ao estar rodeado por tantas tribos da família, aliadas, e membros da tribo, ou seja, pontinhos azuis, os membros novatos vão experienciar uma sensação de segurança acrescida em relação às suas preciosas aldeias.

Contras? Pouco espaço para crescer, o que os condiciona no seu jogo obrigando a que conquistem inactivos e bárbaras. Além disso, a sensação de excessiva segurança leva muitas vezes a que descurem as tropas, o que resulta em jogadores não preparados para uma guerra.

3 – Perspectiva do membro experiente da família

Enquanto que os membros novatos se conformam e jogam pelo seguro, os membros mais experientes procuram guerra, tops e expansão, e não o encontram rodeados de aliados e membros da tribo.

Resultado? O membro experiente vai sair da família. Rodeado como está, em breve será extinguido pelo número de jogadores, que não sendo pela coordenação, o vencem pelo número e pela persistência. Fica então a família com um jogador a menos e umas aldeiinhas a mais. Esta situação repetir-se-à viciosamente, até que o número de jogadores a sair seja elevado, originando problemas internos a alto nível, o que aliado ao facto da má governação levará à procura de fusões e à queda, mais cedo ou mais tarde.

Prós e contras

Prós

Segurança no inicio do jogo

Possibilidade de crescer sem necessitar de “gastar” muitas tropas e tempo

Pouca necessidade de apoio e ataques coordenados

Contras

Comprometem seriamente o crescimento a médio e longo prazo

São auto-destrutivas consoante o ponto 3.

Espero que seja do vosso agrado, comentários no fórum do tribos.

Lamios