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Fórum Externo

Cara comunidade, Zeus falou. Disse-nos que existe uma segunda casa a nível de Grepolis, um lugar único e fascinante onde Atenas partilha a sua sabedoria com aqueles que a procuram, o lugar em que Artémis comunica com Hera, até Poseidon juntamente com Hades debatem ideias sobre as suas batalhas. Até parecia uma fantasia mas existe mesmo, sejam bem vindos ao nosso Fórum Externo, esperamos que se sintam em casa e que se divirtam nesta segunda casa onde muitos heróis já deixaram os seus feitos da Grécia Antiga e onde tu podes deixar os teus.
Curioso?  Vê o video aqui

Fórum Externo

Problemas Grécia Antiga

Em um dado momento, as diferenças entre as cidades-estado promoveram o acirramento dos interesses politicos entre as mesmas. Com isso, apartadas entre as Ligas de Delos e do Peloponeso, as cidade da Grécia Antiga se desgastaram em uma prolongada Guerra que acabou permitindo a dominação de outros povos sobre esta civilização.

Tudo começou no sec. V e IV a.c. os gregos se envolveram em várias guerras.

1ª)

Guerras médicas: lutaram contra os persas, pois estes haviam construindo um império o que ameaçava as colônias gregas.

2ª)

Guerra do Peloponeso: Atenas vs Esparta -> Esparta saiu vencedora (Inicio do declinio)

Tebas vs Esparta: → Tebas saiu vencedora.

A Grécia fez importantes contribuições no campo da arte, literatura,filosofia, ciência: seus escultores e arquitectos, poetas e dramaturgos, filósofos e legisladores, cientistas e matemáticos, estrategas e comandantes lançaram as bases longínquas de toda a cultura ocidental; suas colónias estenderam-se até ao Mar Negro, norte de África e sul de Itália e França mas a constante rivalidade sobretudo entre Esparta e Atenas, acabou enfraquecendo a civlização grega permitindo a sua conquista por Filipe da Macedónia em 338 a.C.

Seu filho, Alexandre o Grande, difundiu largamente a civilização helénica devido a sua paixão pela cultura em vez de a eliminar promoveu-a tendo sido de suma importância para que os valores helênicos perduram-se ao longo do tempo

Artigo de Corujax

Aldeias bárbaras

Aldeias bárbaras – tudo o que tem de saber

O que são?

As Aldeias bárbaras são aldeias criadas pelo próprio jogo, que não tem nenhum jogador a exercer controlo. Servem apenas para obtenção de recursos ou tropas. Cada aldeia tem um nome específico como Rosstri, Draros, Thosgan, Gipsi, Thosky, Dounosga e Rosfrahy, embora exista uma infinidade de nomes. São facilmente identificáveis uma vez que se encontram no meio de algumas ilhas e não na periferia como as cidades normais de cada jogador.

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As aldeias bárbaras representadas com uma bandeira verde são as já conquistadas e as com bandeira vermelha as por conquistar.

Cada jogador, ao fundar a sua primeira cidade, obtém automaticamente uma aldeia bárbara.

Como conquistar aldeias bárbaras?

Nas ilhas onde existem aldeias bárbaras podem ser conquistadas 8 aldeias bárbaras, mesmo que o jogador tenha mais do que uma cidade na mesma ilha. Conforme o número de aldeias bárbaras conquistadas naquela ilha, a dificuldade aumenta para conquistar as restantes.

Tabela

* Não esquecer que a primeira aldeia bárbara na primeira cidade já se encontra conquistada.

O que obter através das aldeias bárbaras?

Como já foi referido através das aldeias bárbaras é possível obter recursos e tropas.

Os recursos podem ser obtidos de 3 formas diferentes: através de pedidos, pilhagens ou trocas. As unidades podem ser obtidas no separador “Unidades” (apenas a partir

O pedido de recursos é, normalmente, mais proveitoso já que não afeta a moral da aldeia. Tanto as pilhagens como o recrutamento de unidades afetam a moral das

A obtenção de recursos ou tropas é aconselhada no menor tempo possível já que irá obter mais recursos.

Imagem 2

(Imagem obtida num servidor de velocidade 3x)

Compensa melhorar as aldeias bárbaras?

O desenvolvimento das aldeias bárbaras de uma ilha é feito por todos os jogadores presentes naquela ilha, ou seja, cada recurso enviado para a aldeia bárbara ir ajudar toda a ilha e não só um jogador.

As aldeias bárbaras podem ser melhoradas através do desenvolvimento de níveis (entre 1 e 6), cada melhoria tem o seu custo, mas também terá mais vantagens!

Para mais informações consulte a nossa wiki aqui!

Artigo de DaniCV

Mito – Pandora

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Há muito tempo, não existiam mulheres no mundo, apenas homens, que viviam dia após dia sem sofrimento ou cansaço e quando chegava a hora de morrerem, faziam-no em paz, como se simplesmente adormecessem.

Mas um dia, Prometeu roubou o fogo a que só os deuses tinham acesso e deu-o aos homens, para que também eles pudessem usufruir desse bem, na defesa contra os animais ferozes, na confeção dos alimentos, na garantia de aquecimento nas noites frias, iluminando a inteligência dos restantes homens.

Zeus, o mal-humorado pai dos deuses, resolveu castigar a humanidade, fazendo-os perder para sempre através de uma mulher extremamente bela, com todos os dons. A primeira mulher – Pandora.

Decidiu então que, com a ajuda de Atena, Hefesto, o deus ferreiro, criasse Pandora, e cada um dos deuses dotou-a com uma das suas características: Afrodite deu-lhe beleza e poder da sedução; Atena fê-la arguta e concedeu-lhe a habilidade dos lavores femininos; mas Hermes deu-lhe a capacidade de mentir e de enganar os outros.

Zeus ofereceu-a então de presente a Epimeteu, irmão de Prometeu. Enquanto Prometeu era o irmão “com cabeça” que pensava em tudo o que fazia antes de o fazer, Epimeteu era o irmão que apenas pensava após fazer. E, de facto, sem pensar duas vezes e contrariando os avisos do irmão, que lhe dissera para nunca aceitar um presente vindo de Zeus, deixou-se seduzir pela bela Pandora e casou-se com ela.

Pandora trazia consigo um presente dado pelo pai dos deuses: uma jarra (a ‘caixa de Pandora’), bem fechada, que estava proibida de abrir. Mas, roída pela curiosidade, um dia decidiu levantar só um bocadinho da tampa, para ver o que lá se escondia. De imediato dela se escaparam todos os males que até aí os homens não conheciam: a doença, a guerra, a velhice, a mentira, os roubos, o ódio, o ciúme, colocados por Zeus como castigo para os homens.

Assustada com o que fizera, Pandora fechou a jarra tão depressa quanto pôde. Mas era demasiado tarde: todos os males haviam invadido o mundo para castigar os homens. Lá muito no fundo da jarra, restara apenas uma pequena e tímida coisa, que ocupava muito pouco espaço, a esperança. Por isso se diz que ‘a esperança é a última a morrer’. De facto, com todos os males soltos no mundo, lutando e quantas vezes vencendo os bens de que os homens gozavam, só a esperança, bem guardada no mais fundo dos nossos corações, nos dá ânimo para nunca desistirmos de expulsar as coisas más das nossas vidas.

O Tribos por kempokamoritz

          Conheci o Tribos quando pesquisava na internet por “jogos online”. Como o meu computador era muito fraquito, não podia passar da linha dos jogos de browser, lol. Tinha acabado de vir da Alemanha (sou natural de lá) e, recentemente chegado a Portugal, decidi pesquisar por jogos em alemão. Ao fim de uns dias, lá descobri o Die Stämme (Tribos), na versão que continha a única língua que sabia falar. Tinha 8/9 anos quando comecei a jogar, e obviamente que não sabia, mal andava pelo fórum externo a pesquisar, nem haviam as missões que existem agora e outras novidades… Era apenas um passatempo de um “puto”. Saí passado umas semanas.

          Em 2004, no início do verão, antes do tão esperado por mim, Euro 2004, encontrava-me sem nada para fazer. Fui à internet e redescobri o que viria a ser a minha obsessão. Nessa altura tinha começado o Mundo 2 muito recentemente, mas decidi ficar-me apenas pelo Mundo 1, visto que começava mais tarde e que os jogadores estavam mais “entretidos” com os de sua pontuação que nem me ligavam… Dava para eu aprender a jogar, desenvolver técnicas, etc. Recomeçou o meu percurso no jogo. Mais tarde, começou o verão com os jogos de futebol diários nas TV’s gigantes espalhadas pela cidade – a febre do futebol – e rapidamente a minha conta foi apagada por inatividade.

          Em 2008 é que comecei a jogar “a sério” e desde aí que voltei que não largo o Tribos. Por esta altura, já “mais desenvolvido”, tanto eu como o jogo (comparado ao que estava no início), a minha aprendizagem foi muito mais rápida. Mas obviamente que nem sonhava ser possível conseguir fazer o que faço hoje.

          O início do jogo para mim, sinceramente, era uma seca. Sabia as bases de que tropas fazer se o meu estilo inicial fosse ofensivo ou defensivo, sabia que se tinha de farmar e, para ter melhor hipótese de trazer tudo cheio, dividir as tropas por igual de modo a que não tenhamos mais baixas do que o lucro por saque. Mas não sabia sprintar (e ainda hoje não sei sprintar muito bem…).

          Primeiro que tivesse uma aldeia… Nunca mais chegava o dia… Mas depois da primeira vinham as restantes mais facilmente, pois só fazia tropas na principal, lol. Era uma forma de conquistar mais aldeias, mais rapidamente.

          Conforme os mundos iam abrindo no servidor português eu ia entrando, mas sempre com muito tempo de diferença, para ficar mais longe de possíveis contactos com tops, no mínimo, até aprender a jogar minimamente, de modo a que conseguisse dar luta e não marcar apenas a minha sentença. Evoluindo, melhorando as estratégias, lendo o fórum e os primeiros tutoriais que lá apareciam e coisas dessas… Cheguei a participar em 5 mundos ao mesmo tempo:  Mundo 8, Mundo 9, Mundo 10, Mundo 11 e  Mundo 12. Ao fim de um tempo, optei por apenas 2 destes mundos, o mundo 9 e o Mundo 11. As aldeias dos outros mundos foram dadas a elementos da tribo perto de mim. E assim começou uma nova fase no jogo. No Mundo 9, com o tempo, consegui entrar para a CGRA, líder do k48, liderada pelo CGRocha. No Mundo 11, entrei no k42, e com o tempo subi para a líder do continente, a Warriors of Honour, liderada pelo ermesinde10. Mas não gostei de por lá passar – estava rodeado pela tribo. Decidi ir falar com um amigo, o Frederica, desse mesmo mundo para pedir convite para a tribo dele, a F.O.W., e fui aceite (estavam em guerra com a Warriors of Honour). Cresci, cresci, cresci e fiquei uma pedra grande no sapato da Warriors of Honour, pois não se conseguiam ver livres de mim, enquanto eu os noblava pelo interior e recebia apoios rápidos do top1 dessa altura, Frederica. Assim começou o jogo “a sério”.

          Aprendi a jogar com todos os jogadores que me rodeavam da minha tribo, e até dos que não eram da minha tribo. Shido de Mizar, Frederica, oulivas, wicca13, Shaubarak, dannyt, bombasman, xoliveira, B1ackS0ul, todos os jogadores que me conseguiam aturar no MSN. Estes jogadores são apenas os do Mundo11, apesar de ter aprendido com outros, por volta dessa altura também. Também aprendi a jogar com uns amigos meus do Mundo 9, o Lorde Chakal, Tito Maia e Kicca.

          Considero para mim jogadores chave todos aqueles de quem me lembro sempre que faço login no jogo. Para mim, os jogadores são o Shido de Mizar (considero-o um excelente jogador, líder e, o mais importante, uma excelente pessoa), wicca13 (uma verdadeira guerreira, ensinou-me muitas coisas sobre o jogo, mas também sobre como encarar a vida todos os dias, apesar das adversidades), Shaubarak (excelente líder e pessoa, não há mais nada possível a acrescentar, 5 estrelas).

          Adianto já que sou totalmente viciado nisto, geralmente olho aos meios para atingir um fim, mas, no entanto, um fim pode justificar os meios (ou não), mas isso depende de pessoa para pessoa… Já fiz tanta coisa para ficar mais tempo online no jogo… Recentemente consegui com que os professores me deixassem ter o meu computador à minha frente na sala de aula, para “tirar os apontamentos mais rápido”, visto que “sou muito lento a escrever à mão”, lol. Obviamente que utilizo o PC única e exclusivamente para a escola e não levo a minha PEN wireless para a escola. E obviamente que nunca usei o telemóvel como despertador, para a meio das aulas coordenar os ataques no jogo. Mas não foi a única coisa que fiz. Já fiquei “doente” num dia que os ataques de um coordenado que estava a sofrer iriam chegar, para poder movimentar melhor as tropas, coisa que mesmo com o PC à frente na aula só não dava nas vistas ao professor, caso o meu professor fosse, bem…, distraído. Diretas a meio da semana em tempos de aulas para defender a minha conta e continua assim… Sou totalmente viciado nisto.

          Sem dúvida que considero a competividade viciante. O facto de podermos evoluir sempre em algo e nunca chegarmos sempre a um patamar em que se possa dizer “sou o melhor a fazer isto!”. Falar com as pessoas, que geralmente são igualmente viciadas, é sempre engraçado – estar a falar com pessoas iguais a nos, mas com 20 ou 30 mais velhos.

          Claro está que há sempre horas para dormir, estar com os amigos, fazer desporto, divertir-mo-nos, vermos televisão, brincarmos com os cães, ajudarmos em casa… O dia tem 24h, 6/7h por dia gasto eu a dormir, fico com muito tempo livre para fazer tudo.

          Eu prefiro jogar ofensivamente, apesar de que se conhecer na conta que estiver a defender e estiver toda organizada por mim consigo fazer grandes feitos na defesa também. Ofensivamente, o meu recorde esta em colocar 20 fulls no mesmo segundo, seguido de nobres, e ainda ter o meu próprio noble train (NT) snipado com mais fulls meus, para evitar ao máximo que o snipem. Fiz isto poucas vezes, pois a paciência para organizar isto tudo num mundo avançado (onde jogo melhor, como endurancer) não é muita.

          Na defesa, como poucos portugueses sabem atacar forte e bem, um coordenado “coordenado” foi no servidor internacional, num mundo que tinha alguns portugueses a jogar, que estabeleci o meu recorde defensivo. Estive a sofrer cerca de 10.000 ataques, todos eles a chegarem em 30h mais ou menos, todos no núcleo da fronteira apenas, fakes, fakes NT’s, e muitos mas muitos fulls com catas para todos os edifícios. Totalmente tramado. O que fiz? Mandava a tropa passear e com as aldeias de longe snipava os NT’s, só conseguia isso… mas quando limpavam umas aldeias e tinham NT’s a poucas horas, com 10.000 ataques, era difícil de ver alguma coisa, pelo menos em tão curto espaço de tempo… Optava pela reconquista, pois era mesmo a única coisa a fazer… Perdi várias aldeias, reconquistei outras, mas no final, acho que não me sai mal…

          Já liderei uma tribo de raiz, criei-a com amigos meus do jogo. Foi no Mundo 22 português, a tribo chamava-se Spirit Thieves. Não eramos máquinas, nem pessoas com muito tempo livre, mas o ambiente lá dentro era ótimo (com exceção de alguns jogadores, sobre os quais me arrependo profundamente de ter concordado e ter deixado entrar na tribo).

          Que conselho daria aos novos líderes? Bem… Sinceramente: “cria uma tribo com um amigo teu do jogo, com quem normalmente fales muito e te dês bem, chama outros amigos nem que seja para se divertirem num mundo apenas 3 meses, dá para se desenvolverem um pouco sobre liderança. E como todos se conhecem uns aos outros (líderes – membros), sabem como se há-de falar quando houver problema, de modo a que tudo se resolva sem haver problemas maiores. Não façam recrutamento random pelo mundo, escolham quem conhecem. Podem não acertar na primeira vez, mas sempre dá para começar de algum lado”. O meu conselho não é grande coisa, pois de raiz apenas criei 1 tribo, apesar de já ter liderado outras tribos top de outros mundos.

          O mundo que mais gostei de jogar foi o Mundo 11, sem dúvida alguma. Para além de ter sido um dos meus primeiros mundos a sério, este mundo é diferente por causa das suas configurações – “Mundo 11, o mundo profissional” – torna este mundo diferente de todos os outros portugueses. Gostava que o próximo fosse de configurações iguais, mas a única diferença seria a velocidade (ia de 1 para velocidade 2), pois o nosso servidor bem precisa de um mundo de velocidade 2, e, se possível, sem bónus noturno, nem moral, nem rácio. Que espetáculo de mundo que seria.

          Também estou a pensar entrar num mundo novo brevemente. Talvez para o Mundo 27. Vou com um co-play, um amigo meu, Shido de Mizar, sem tribo no início e iremos afastado do core (que agora já não são os continentes centrais, mas sim à volta deles). Como não sabemos sprintar e somos melhor estrategas e endurancers, se queremos chegar a algum lado num mundo, há que começar de maneira onde apenas nos possam ver no nosso melhor.

          Se pudesse optar o que mudava no jogo era simples: assistente de fakes, visto que o script de fakes foi retirado. Também gostava que houvesse a possibilidade de editar a ordem dos grupos na página dos relatórios – esta função faz falta na minha opinião. Depois são outras que não me ocorrem no momento.

          Um dia gostava de entrar na equipa de suporte do Tribos. Tenho muito tempo livre, gosto de ensinar e esclarecer as dúvidas aos jogadores, tinha todo o gosto em fazê-lo se me aceitassem. Também por gostar de organização, acho eu, são várias coisas que me levam a gostar de estar na equipa do suporte…

Agora pessoalmente, no futuro, gostava de estar ligado a policiamento e investigação criminal. Também gostava de ir para a tropa ou de ter um trabalho à frente de um computador, de preferência em casa.

Nos meus tempos livres pratico desporto, muito desporto. Não sou de estar parado. Pratico futsal (sou guarda-redes) e também artes marciais (Kempo Karate Chines – Kajukenbo). No Kempo Chinês até estou na seleção nacional, onde já fui representar Portugal a um campeonato mundial em Espanha (Segovia, arredores de Madrid). Sai-me bem nesse campeonato, mas se os espanhóis admitissem que perdessem, eu não saia apenas com 2 segundos lugares e menos irritado do que sai nesse fim de semana. Agora estou parado em desportos, devido a lesões em ambos os joelhos. De resto, ouço música, vejo TV, jogo PlayStation3 online, brinco com os cães, tudo normal. Não digo Tribos, pois já nem considero um hobby, mas sim algo diário, que nunca falta.


kempokamoritz

 

Grepolis

Alguns dias atrás foi aberta a versão beta publica do Grepolis em alemão, em poucos minutos os mil lugares disponíveis foram rapidamente ocupados.

Enquanto os jogadores participavam na corrida a lugares disponíveis  da versão beta, a equipa de administração estava a ser atacada na versão de testes interna. Como resultado perdemos 3 aldeias…

Porém, não ficamos menos motivados e continuamos a jogar arduamente até ao reset de ontem. Isto tudo para dizer que neste momento estamos a testar novas funcionalidades do jogo que prometem serem muito interessantes e revolucionar ainda mais este jogo.

Por enquanto iremos continuar a jogar e deixamos-vos com um trailer do jogo e a noticia que possivelmente a entrada do Grepolis em Portugal poderá estar para “breve”.

Ricardo, Administrador de Comunidade