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A ira de Zeus…

Poseidon começou a mexer com os mares e marés para empurrar os barcos colonizadores que zarparam de Hamburgo. Afrodite correu para o destino dos barcos e encheu de amor o coração de quem os vai receber. Hera esmagou todos os que se oponham e levantavam entraves no percurso deles. Ora Zeus, sempre de olho aberto e com um trovão na mão preparado para aniquilar todos que pensem opor-se aos seus desígnios…

O Grepolis chegou à sua fase final, a sua internacionalização. Estamos na última fase para mostrar ao mundo o verdadeiro poder dos deuses gregos, a horas do lançamento da versão internacional deste grande jogo todos trabalhamos para que este lançamento seja o mais perfeito possível. Ao mesmo tempo que aquele nervosismo miudinho nos assombra e sabemos que está a poucos dias a vez do lançamento da nossa versão.

Isto tudo para dizer, é com grande prazer que vos anuncio que o Grepolis está a chegar às comunidades lusófonas. Neste momento a tradução está quase concluída e entra na fase de revisão. Os servidores estão a ser preparados e testados e em breve começa o teste interno da equipa de suporte deste novo jogo. À medida que os testes são feitos, as regras começam a ser elaboradas e os fóruns configurados, entre outras novas surpresas que estamos a preparar.

Da mesma forma iniciamos agora o processo de recrutamento para o Grepolis, brevemente será aberto na nossa plataforma de candidaturas (http://candidaturas.solutions.pt) as inscrições para o Grepolis.

Este não é o primeiro, nem segundo, nem terceiro jogo que lanço ao público, mas mesmo assim não consigo deixar a inquietação e as insónias de lado. O Grepolis é sem sombra de dúvida a jóia da coroa da Grécia antiga nos tempos actuais.

Falta apenas divulgar a data de lançamento, bem segundo os nossos planos actuais será numa data especial de Fevereiro.

Iremos continuar a informar a comunidade sobre o desenvolvimento do lançamento deste grande jogo.

Ricardo, Administrador de Comunidades.

Cinzento: não é preto nem é branco

Nos últimos tempos parece que a zona cinzenta está cada vez mais em moda, eu pessoalmente sou um grande apreciador desta zona, especialmente no que toca a relações. Então para os mais inocentes, o que é uma zona cinzenta numa relação. Esta é a área em que ainda não existe propriamente um compromisso, mas algo já acontece.

Então se o cinzento é o prazer dos dois mundos, porque escrever sobre isto? Bem porque o cinzento para quase todos é o pior pesadelo possível. Um contra-senso? É mesmo… então quando se pode estar com alguém regularmente e ainda não surgiu a conversa da definição, basicamente vale tudo.

Esta é uma teoria da situação ideal, porém as pessoas tem a tendência de controlar as variáveis do momento e ler um pouco mais alem da realidade da situação, desta forma o que era um cinzento puro começa a tornar-se mais branco ou mais cinzento.

Sendo, impossível de manter o cinzento por longos períodos de tempo, pois há coisas que no cinzento não se podem fazer sem um esforço magnífico, recordo-me de ter andado com uma miúda durante 8 meses que a definição de seriedade era “ela tem uma escova de dentes em minha casa e eu uma em casa dela, mas não namoramos”. Ou a outra situação que também está nas minhas preferidas o verdadeiro cinza-benneton, as amizades com privilégios.

O verdadeiro cinzento é impossível de se manter por longos períodos de tempo pela ideia da monogamia imposta pela sociedade, sendo que este apenas se prolonga enquanto existir alguma outra atrocidade social de valência maior, exemplo o facto de alguém estar simultaneamente em várias situações cinzentas (por algum motivo andar com mais que uma pessoa ao mesmo tempo, socialmente, é muito errado). Porém a amizade de benefícios rapidamente tende a alterar segundo o sentido de posse e necessidade de algo seguro…

A tragédia dos comuns

Apesar de ser um termo económico, aplica-se perfeitamente a este caso. Ora veja-se as duas possibilidades por onde a zona cinzenta começa e termina mal.

Quando ambas as partes não estão de acordo com o curso que querem dar à “relação” basta que um esteja a levar a “coisa” de forma mais seria, para que seja como um barco a caminho de rochedo no seu percurso e um rema para a direita e o outro para a esquerda, no final é caso para se dizer aquele calhau era duro como tudo…

O segundo caso, consegue ainda ser mais complicado que o primeiro, pois o anterior é de curta duração e o problema surge rapidamente e a bola de neve cresce rapidamente até chegar ao penedo. Esta segunda situação é um pouco do género “de onde veio mesmo aquele camião”.

O ser humano é um ser de hábitos e sentimentos, portanto é natural que quando um usa a sua amizade de privilégios com alguma regularidade se acostume à magia da relação sem compromissos. No entanto a parte chave nesta expressão é “sem compromissos” o que quer dizer que tanto nós como o nosso parceiro de crimes imorais, é livre de ter outros cúmplices. Isto funciona sempre bem enquanto ninguém procura outros parceiros, pois quando surge a terceira pessoa surgem a eternas duvidas, será que quero algo mais? Será que esta amizade de privilégios acaba aqui? Será que consigo lidar com esta situação? Devo também fazer o mesmo?

No que diz respeito à resposta de tais dúvidas é mesmo “talvez… e bem-vindo ao tornado das dúvidas”. As relações tem um prazo de validade, podem ser desde horas a uma vida (sim, pelos ursinhos carinhos admite-se a possibilidade de algumas relações serem para a vida toda).

A área cinzenta é por natureza o vulgo “one night stand” pela sua magia de desaparecer no dia seguinte porque não há telefonemas, nem repetições e muito menos decisões a serem tomadas. A repetição do acontecimento é de facto uma relação não discutida e com tal começa a surgir as regras destas.

Resumindo e concluindo, vários “one night stands” criam uma relação cinzenta, e qualquer relação por mais cinzenta que seja acaba por ter de ser necessário ter a “conversa”. E o cinzento só é mágico até ao ponto de se ter a tal conversa.

Entrevista a Raquel09

Trago-vos hoje mais uma entrevista, a Jogadora em questão é a Raquel09, foi uma entrevista engraçada, com direito a intervalo devido a uma batalha de fortes e tudo^^ Espero que gostem!

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Nome: Raquel

Idade: 36

Profissão: Gestora

Localidade: Porto

Mundos em que joga: Mundos 1, 2 e 3

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Sudritter: Boa noite, antes de mais, gostava por lhe fazer a pergunta que é feita a todos, como conheceu o “nosso” the-West?

Raquel09: Conheci o the-west através da publicidade que apareceu num outro jogo. E embora tenha começado a jogar esse mesmo jogo, este é efectivamente o 1º jogo online da minha vida.

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Sudritter: O motivo desta entrevista, como muitos devem deduzir, é o facto de se encontrar dentro do top5 nos três primeiros mundos do The-West.pt, pergunto, sem deixar demasiadas pistas aos adversários, qual é a formula para o sucesso?

Raquel09: (lol…) sucesso teria sido ficar em 1º nalgum deles. Gosto muito deste jogo, desde o inicio tive a preocupação de o entender, fazer trabalhos que me dessem muita experiencia e ao mesmo tempo completar as aventuras. E fui subindo…

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Sudritter: A nossa primeira entrevista foi ao Manowar, jogador que no mundo em que joga chegou em primeiro ao nível99, demorando aproximadamente um mês até o 2º conseguir isto, o que acha deste feito?

Raquel09: Dou os Parabéns ao Manowar!!! Mas não posso deixar de referir que para mim o melhor jogador do the-west foi o Mav3rick. O melhor em todos os sentidos… Em ranking, em participação e actividade, em disponibilidade para ajudar, na construção da cidade Gotham. Num conjunto de coisas que faz dele o melhor jogador do west.

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Sudritter: Entrou no Mundo um perto da abertura do mesmo, ou andou “a correr atrás do resultado”?

Raquel09: Penso que entrei quase no inicio, o jogo tinha começado há poucos dias. Mas no inicio estava muito atrás no ranking. Fui estabelecendo objectivos e o primeiro deles era chegar à primeira página do ranking e consegui. Depois era aproximar-me o mais possível do topo e cá estou. A partir daí o meu objectivo passou a ser alcançar o Mav3rick. 😉

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Sudritter: Certamente só com dedicação e esforço 🙂
Dos mundos em que joga actualmente, acha ter preferência por algum deles?

Raquel09: Sem dúvida o mundo 1… embora no 2 tenha conseguido estar em primeiro e nessa altura fiquei satisfeita.

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Sudritter: Durante o seu tempo de jogo deve ter feito inúmeros amigos e companheiros, considera que estes o ajudaram a aprender o jogo como aprendeu, tendo devido a eles os resultados que hoje tem?

Raquel09: Claro que sim… Conheci muita gente no jogo e apenas no jogo. Sem eles não saberia o que sei hoje. Ensina-se e aprende-se.

Claro está que me ajudaram jogadores aliados, bem como jogadores de outras alianças.

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Sudritter: Alguém em especial? Poderá ser esta a oportunidade de um agradecimento/homenagem em público 😛

Raquel09: Bem… referir todos os nomes aqui seria extenso e poder-me ia esquecer de algum, mas tenho de referir alguns jogadores com quem privei mais de perto e me marcaram mais, DeltaPsi e Darkmafia, com quem iniciei o meu jogo na Madeira death valley e o Mav3rick a minha referencia durante quase todo o jogo.

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Sudritter: Um tema que tem vindo a ser polémico são as alianças, acha que são propícias ao jogo? Ou que se perde um pouco da essência do West ao jogar com “meio mundo aliado” como dizem os críticos?

Raquel09: No inicio quando começaram as aliança havia muitas e o espírito era muito interessante. Com o decorrer do jogo as alianças foram-se unindo e hoje existem poucas. Mas gosto deste espírito, Transforma o jogo num jogo ainda mais de equipa, combatendo o individualismo.

Quando iniciei o jogo no mundo 2 tinha a ideia de o jogar sem cidade… a título individual, mas logo percebi que não tinha graça nenhuma 😉

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Sudritter: Outra polémica: Ultimamente têm havido várias acusações de batota no jogo, nomeadamente duelos de push up, de modo a subirem mais rapidamente no ranking, principalmente com a chegada ao nível 99 e a corrida pelo lugar de honra isto agravou-se, tem uma opinião sobre isto?

Raquel09: Tenho uma opinião clara sobre isso. Acho que existe mesmo batota nesse sentido. Como referi jogo o The-west desde o inicio e portanto estranho que agora alguns jogadores nestes ultimos 2/3 meses tenham galgado lugares no ranking tão rapidamente,

Nomeadamente dei-me ao trabalho de controlar a situação e verificar que determinado jogador no final de um dia de trabalho perdia tantos duelos como os que ganhava…

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Sudritter: Como sabe, os melhores jogadores começaram a atingir o nível 99, qual a sua opinião sobre este bloqueio a um nível, e como será o jogo para si depois de atingida esta meta?

Raquel09: Uma chatice (lol)

Estou muito perto de o atingir no mundo 1, mas não penso desistir. Depois vou andar a passear pelo jogo, a tentar ganhar medalhas e a participar em batalhas e ficar à espera de uma actualização que altere essa regra.

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Sudritter: Engraçado falar em medalhas, o que acha delas? São um mistério, ou somente mais um ícone estético?

Raquel09: Sinceramente não sei, mas espero que sejam um mistério… por isso vou trabalhar para as conseguir.

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Sudritter: Continuando nos mistérios, uma pergunta que também fiz ao Manowar, dentro do jogo, é religiosa?

Raquel09: Rezei durante quase todo o jogo, mas ultimamente não tenho paciência para rezar e não me tenho dado mal com isso. Não notei diferença nenhuma…

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Sudritter: E sobre as 3 chaves, pretende tentar desvendar mais este enigma?

Raquel09: Já tenho uma chave e claro que gostaria de ter as 3 para ver o que acontece. Essa parte dos mistérios neste jogo é muito gira. (Lol)

Agora ando a juntar todas as armas que não existem à venda nas lojas para tentar ver se a sua existência também é um mistério.

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Sudritter: Hum, ja vi que temos uma jogadora com iniciativa para descodificar o jogo 🙂
O que achou da implementação dos fortes? Considera que são uma mais-valia para o jogo?

Raquel09: São sem dúvida uma mais-valia. Confesso que no inicio não achei muita graça aos fortes. Estava numa fase em que dedicava menos tempo ao jogo e tive algum tempo até perceber a sua dinâmica. Quando entendi comecei a gostar e nesta altura são essenciais para que o jogo prossiga. Estava-se a tornar monótono antes do aparecimento dos fortes.

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Sudritter: Falemos um pouco de si, como consegue relacionar estes 3 mundos com a sua vida pessoal, é complicado?

Raquel09: Muito. Isto de nos queremos licenciar em ” Westologia ” não é tarefa fácil. Durante o dia é só por o boneco a trabalhar e à noite é que dedico um pouco mais de tempo ao jogo.

Normalmente durante o dia só venho dar uma espreitadela para ver como está a correr.

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Sudritter: Em média, quanto tempo passa mais ou menos por dia no jogo?

Raquel09: Pergunta complicada… ultimamente desde que chego a casa até que me deito estou no jogo. Não necessariamente a 100%, Mas tenho dedicado algumas horas, mais do que as que devia. São fases, umas dedico mais outras menos. Agora empenhei-me em unir a aliança UTF e torna-la um pouco mais activa, mas começa a ficar complicado gerir tudo. 🙂

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Sudritter: Caminhando para o fim da entrevista, tem alguma sugestão para o melhoramento do jogo?

Raquel09: Como disse no inicio gosto muito deste jogo e estou certa que haverá sempre o que melhorar, mas no geral acho muito bom. Na minha opinião faltam 2 coisas essenciais, um chat (ou no jogo, ou pelo menos nas batalhas), e mais aventuras.

E já agora… gerir os telegramas é muito complicado. Devíamos poder escolher os telegramas que queremos ver por nome de jogador e deveria haver a possibilidade de criar pastas por exemplo “jogadores por cidade”.

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Sudritter: O chat vem a caminho 🙂 As aventuras… Bom penso que dependerá se haverá ou não alteração na limitação para o nível99.
O que considera desta iniciativa, das entrevistas e artigos no jornal para a comunidade?

Raquel09: Acho uma boa iniciativa. O the-west é já uma grande comunidade e iniciativas como as que referiu servem para dar um pouco de “vida real” a esta mesma comunidade. É interessante!

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Sudritter: Para terminar, tem alguma sugestão para a gerência, suporters ou moderados dos mundos The-West portugueses?

Raquel09: Trabalham bem (Lol). Não tenho qualquer sugestão a fazer, até porque sempre que precisei não tive qualquer problema.

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Sudritter: Queria Agradecer em nome de toda a equipa pelo tempo despendido para a entrevista, é sempre bom termos um feedback por parte dos utilizadores, pessoalmente desejo-lhe boa sorte na chegada ao nível 99, e também na vida em Geral. Obrigado

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Como segunda entrevista, penso que escolhemos a pessoa certa, interessada pelos mistérios, ao contrário de muitos, passou tempo a rezar, opiniões sobre temas polémicos, mais uma vez, parabéns a jogadora 🙂

Sudritter

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Comentários à entrevista no tópico do Fórum do The West: http://forum.the-west.com.pt/showthread.php?t=15884

Candidaturas, segunda volta!

Voltamos a abrir as candidaturas para a equipa de suporte, as candidaturas anteriores foram removidas. Assim apresenta-se uma boa oportunidade para voltar a tentar, mas é vos pedido para levarem a sério o processo.

Deixo aqui algumas notas sobre o que nunca deve fazer ao escrever a sua candidatura, perca um pouco de tempo a fazer um rascunho antes de o publicar. Lembre-se sempre que a sua candidatura será avaliada pelo que escrever, se que perder meia hora para fazer a sua inscrição é demasiado tempo, com toda a certeza o tempo e a paciência de ser um membro da equipa é bastante mais!

Eis algumas frases tiradas de algumas candidaturas e comentadas pela nossa equipa:
 

  • “…e sou iper activo passoi muitas h neste jogo” – Será isto Português?
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  • “…depois de cuida das aldeias e tals nao tem mais nada pra fazer,por isso eu me candidato ao cargo de Moderador…” – Ser moderador implica ter vida própria?!
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  • “Tenho alguma experiência em html (nomeadamente BB codes, no entanto, não é muita)” – HTML é muito mais que BB-codes, seja honesto e humilde.
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  • “Quero que os tribeiros cresçam e façam as coisas coretamente exatas,…” – Tradutores!?
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  • “Eu fico 16 horas por dia na frente do computador, gosto de sempre estar me relacionando com pessoas diferentes” – Os membros da nossa equipa são pessoas, não são robôs! saia e divirta-se!
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  • “Obs: estou no Tribal wars e no The west quase 24 horas por dia!” – Ao menos dorme…
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  • “cuido de 5 contas no tribal wars todas com mais de 500 pontos em apenas 7 dias” – Será que é multi!? ora deixa cá ver…
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  • “Gostaria de ajudar o TribalWars ja que nao tenho nada para fazer mesmo e tenho NET.” –NET é mesmo indespensável!
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  • “nao tenho experiencia quaze nenhuma! mas gustaria de a ganhar!” – Já só falta falarmos em português, ao menos motivação tem!
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  • “reportar insultos” – texto deveras completo, mas pode continuar a reportar mesmo que não entre para o suporte.
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    Boa sorte a todos!