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A História de Avandreolina – Episódio 5

A lua brilhava por trás de uma cortina de nevoeiro. Era uma noite pacífica na capital. O mercado escondia tesouros de terras distantes e na rua apenas passavam os bêbados regressavam a casa depois de se afogarem em cerveja e cidra.
No porto não se ouvia vivalma. As gaivotas pareciam gárgulas que protegiam os barcos e os edifícios à volta. O castelo apenas tinha duas luzes acesas. Numa das torres podia ouvir-se um escrevinhar incessante e quase frenético.
Um homem velho de barbas longas grisalhas escrevia numa língua indecifrável.
Num dos quartos um dos conselheiros sussurava com um comandante:
Conselheiro: – “Como vão as preparações?”
Comandante: – “Os Jurgos já estão às portas do reino. Assim que começarem o plano os turcos vão com certeza abandonar o reino. Os esquadrões estão praticamente todos na fronteira Sudeste. Não chegarão a tempo de salvar nada.”
Conselheiro: – “A Tríade recompensar-te-á abundantemente pelos teus préstimos. Avisa Ponus que os turcos não poderão ser maltratados. Tudo terá que acontecer com rapidez e sem falhas para que a vitória seja assegurada.”
Comandante: – “Como será a resposta dos bárbaros a Norte?”
Conselheiro: – “Os bárbaros são preguiçosos de mais para se mexer por causa de uns vizinhos. Mesmo que fizessem alguma coisa seriam esmagados contra a nossa cavalaria.”
Comandante: – “Muito bem. Parto imediatamente. Se tudo correr bem ver-nos-emos dentro de 3 semanas em Varin.”
Conselheiro: – “Ide pelo Norte, onde há menos actividade, levai esta carta para Ponus.”
O comandante pegou na carta e colocou-a no alforge e saiu do quarto em silêncio.
Dirigiu-se para os estábulos do castelo sem fazer um ruído e pegou num cavalo branco já preparado para partir. Montou-o e saiu da capital sem ninguém lhe dirigir a palavra.

———

Avandreolina sentia-se estranha. Pela primeira vez há muito tempo não tivera pesadelos, no entanto sentia algo que não lhe permitia dormir. Belta dormia tranquilamente ao seu lado. A cama intocada do outro lado do quarto recordava-a do que tinha sucedido.
Levantou-se e foi à pequena janela do quarto. Lá fora não parecia estar a passar-se nada. De repente sente um estranho odor no ar. “É fumo!” – pensou ela. Dirigiu-se imediatamente para o porto.
Um dos barcos da capital estava a arder. Avandreolina começou a gritar para alertar os habitantes. Os marinheiros do porto acordaram de imediato e apercebendo-se do que estava a acontecer pegaram em baldes e começaram a apagar o fogo. Várias pessoas acordaram também e começaram a dirigir-se ao porto.
No meio daquela confusão Avandreolina nem tinha reparado que estava em trajes menores e sem o seu disfarce. Caiu em si, depressa toda a vila acordaria e vê-la-iam assim. Correu para a estalagem tentando ocultar a face e acordou Belta rapidamente.
Avandreolina: – “Um dos barcos no porto está a arder.”
Belta: – “Como assim?”
Avandreolina: – “Alguém deve ter pegado fogo a um dos barcos.”
Belta: – “Era um dos nossos?”
Avandreolina: – “Acho que sim. Não vi pormenores… Mal reparei que estava sem disfarce retornei. Como vou agora arranjar um disfarce?”
Belta: – “Calma. Só partimos ao fim do dia. Vou fazer os possíveis por ajudar mas o mercado só abre daqui a umas horas. Vou tentar ajudar no porto e volto mais tarde.”

Belta vestiu-se e saiu do quarto com o cabelo desgrenhado.
Avandreolina não conseguia aguentar fechada num quarto… A paciência não era uma das suas virtudes. Enquanto esperava olhava pela janela e viu que a maior parte da população da vila estava já à volta do porto enquanto vários homens acabavam de apagar o fogo.
Escutou um sussuro no quarto ao lado. Avandreolina encostou o ouvido à madeira.
Voz 1: – “… era necessário. Apenas um ficou danificado. Não vai parar nada. Se Gebor chegar à capital o plano pode ficar arruinado.”
Voz 2: – “Se for preciso podemos pará-lo quando chegar à capital. Eles vão chegar durante a noite.”
Voz 1: – “E o que será do delfim? Quem o protegerá?”
Voz 2: – “Se morrer, a Tríade louvará o seu sacrifício. Está o futuro da Tríade em jogo.”
Avandreolina pensou para si “A Tríade aqui? Quem será o delfim? Que plano é este que falam?”.
Alguém bateu à porta.
Voz à porta: – “TODOS LÁ FORA! JÁ!”
Era a voz do porta voz dos cavaleiros da capital. No quarto do lado calaram-se imediatamente. Imediatamente a seguir bateram na porta so seu quarto.
O porta voz fez o mesmo aviso novamente, mas desta vez bateram à porta. O que poderia fazer? Não tinha disfarce!
Imediatamente gritou numa voz claramente disfarçada:
Avandreolina: – “JÁ VOU! JÁ VOU! AGUENTEM!”
Lá fora gritaram novamente:
Voz: – “TODOS AO PORTO!”

Ouviram-se vários passos por toda a estalagem e vozes que murmuravam incrédulas umas para as outras.
De repente a porta abriu-se. Belta entrou no quarto.
Belta: – “Temos que nos despachar. Um dos barcos que foi danificado era da capital e o resultado pode atrasar o nosso regresso à capital. Eles querem descobrir quem foi o culpado pelo incêndio.”
Deu a avandreolina um recipiente de madeira que continha uma pasta adesiva. Usou-a para colocar os cabelos que usava no dia anterior na face. Vestiu-se e saíram juntos em direcção ao porto.

Chegados ao porto os cavaleiros da capital formavam uma linha e o Porta Voz pediu a todos os camponeses que formassem outra atrás deles. Começou:
Porta voz: – “Todos vós sois testemunhas que foi danificado um barco do nosso rei. Tratando-se de propriedade real tem que ser punido o responsável por tal acto. O vosso treino começará hoje!
Irão ser organizados em parelhas com os cavaleiros para fazer uma busca à vila de actividade ou sinais suspeitos de traição. Quaisquer suspeitas devem-me ser comunicadas imediatamente. Como os restantes barcos partirão para a capital ao fim da tarde e partiremos com eles tendes até lá para me encontrar o culpado.
Gebor irá emparelhar-vos.”
Gebor dividiu-os em pares e trios já que existiam mais camponeses do que cavaleiros. Avandreolina formou um par com um cavaleiro que já havia reconhecido da sua aldeia. Reflectindo nas palavras do Porta Voz pensou também no que ouvira no quarto ao lado do seu na estalajem. Deveria começar certamente por lá.
Avandreolina: – “Podemos começar na estalajem?”
O cavaleiro que a acompanhava não respondeu e dirigiu-se para um lado da vila onde Avandreolina nunca estivera.
Avandreolina: – “Ei! Estou a falar contigo! Não me respondes?”
O cavaleiro seguiu o seu caminho sem proferir uma palavra. Avandreolina seguiu-o. O cavaleiro entrava nas casas das pessoas sem mencionar uma palavra. Vasculhava-as mecanicamente e as pessoas nem comentavam.
Avandreolina olhava para esta situação sem saber o que fazer. Seguia o cavaleiro e pedia às pessoas das casas para entrar nelas com uma voz melancólica.

Numa casa o cavaleiro pegou numa criança que estava a esconder uma pequena caixa de madeira pelos cabelos. Os pais nada fizeram. Avandreolina não conseguiu ficar imóvel.

Avandreolina: -“Pára brutamontes!” gritou sem reparar que o disse num tom de voz normal.
Os pais ficaram muito admirados e boquiabertos.
Avandreolina: -“Se queres magoar alguém luta com alguém do teu tamanho!”- corrigiu com a voz rouca e grossa que utilizava como disfarce.
O cavaleiro atirou a criança para o lado e olhou para a caixa como se nada se tivesse passado.
Depois de olhar para a caixa atirou-a para a lareira e deslocou-se para a porta.

Avandreolina viu a pequena caixa de madeira voar em direcção à lareira e imediatamente tirou-a de lá com auxílio de uma tenaz. Ficou parcialmente destruída.
O pobre rapaz olhando para o seu tesouro saiu de casa chorando. Avandreolina pousou a caixa sem reparar que o seu conteúdo tinha ficado alojado na sua bolsa.

Continuaram a procurar por sinais nas casas do mesmo bairro sem nada encontrar.
Depois de procurarem em duas dúzias de casas dirigiram-se para a estalagem para jantar.

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Deixem comentários em:

http://forum.tribos.com.pt/showthread.php?t=31568

Aquarius,
Daniel

Vale tudo? menos tirar olhos?

Alguns dias atrás estávamos todos, como de habitual, numa conversa de Skype quando um disse a frase “a minha nova colega de casa é uma brasa”… rapidamente a atenção masculina focou-se nesta tirada com questões mais pragmáticas do estilo “então, já estás a marcar pontos?” e rapidamente surgiu a questão moralista do assunto numa outra afirmação “tem namorado”.

Disto tudo o que ouvi foi “vizinha gira com cão de guarda”… e prontamente o meu cérebro disparou para perguntar “dás-me o número dela?” que se repetiu com um “ela tem namorado”.

O dilema desta história é um pouco daquela expressão “vale tudo no amor e na guerra” – o típico discurso se os fins justificam os meios ou será os meios que justificam os fins. A minha opinião sincera é nem tanto à terra nem tanto ao mar.

Quando conheço, inicio uma conversa, com uma miúda gira a ultima questão que me lembro de fazer é o namorado. Primeiramente porque não faço a mínima ideia o que irá sair dessa conversa por isso estar a fazer planos daquilo que acontecerá ou não simplesmente não me interessa. Acho mais produtivo dizer olá a pensar se no casamento ela troca ou não o apelido.

À medida que a conversa se desenvolve, rapidamente surge a certeza se aquela é uma pessoa a quem queres ou não dar o teu número de telefone, isto é, voltar a estar com ela (apesar do caso de estudo ter uns contornos diferentes). Então quando alguém sabe a resposta do dar ou não dar o número surge a próxima, qual dos números a dar o descartável ou o “verdadeiro”… este é aquele momento que define o interesse que a conversa está a ter e o rumo das “próximas horas”.

À medida que estas decisões são tomadas o discurso da conversa vai mudando o rumo entre coisas mais e menos pessoais e é criada uma conversa bastante perceptível, ou seja, se ela tem namorado está perfeitamente capaz de o introduzir na conversa com uma linha qualquer. Isto tudo apenas para dizer, a relação é dela e não minha… logo, com toda a certeza não devo ser eu a ter de me preocupar com isso.

Caso seja usada a linha do namorado, no meu livro de regras à apenas algumas questões (mentais – não verbalizar) a divagar,

  • Qual é o número do encontro (em numeração romana)?

Se já tem um V e é a primeira vez que aparece a menção do outro fulanito, podes começar a pensar em enterra-lo.

Se for antes de um V, pensa seriamente na questão seguinte…

  • E para onde queres ir com essa pessoa?

Quarto de hotel? E mudar o numero de telefone? – Eu pessoalmente passava a oportunidade, não pelo dilema moral, mas alguém que namore e seja possível de levar para umas cambalhotas quer dizer que ou está a pensar em vingar-se ou em trocar… e claramente que não te apetece ser o próximo.

Passar o fim-de-semana e umas férias? – É bom que já tenha tido um X na contagem… não que discorde do amor à primeira vista… mas isso é como os milagres ver para acreditar, e ainda não vi nenhum…

Considerando que queres algo mais com a tal beldade que conheceste e só soubeste do emplastro depois de já teres o queixo no chão… bem, não há muito a dizer sobre isto… podes sempre mandar um cartão de boa sorte ao fulanito!?

A realidade é simples, todos os seres humanos gostam de ter uma estabilidade emocional e procuram essa realização. Se existe uma vontade de duas pessoas passarem tempo juntas é sinal que há um certo feedback, o facto de existir outra pessoa é apenas um pequeno obstáculo pelo caminho.

A convenção de Genebra da guerra de engate

Esta é capaz de ser a parte mais simples e complicada de todo o processo – esquece que a outra pessoa existe, uma relação é feita a dois e não a três (filhos excluídos da contagem). O realmente importante é construir uma “ponte emocional entre o par”.

Uma coisa típica que tenho visto no passar dos anos é a necessidade (de combater a insegurança) com frases “se eu fosse o teu namorado (não) fazia…” – falar é bonito, fazer é provar! Portanto da próxima vez que pensares em dizer tal frase imagina-me a dizer “hellllllooooo! DUUUUUHHH! WAKE UP!”

Moral da história

Estás interessado numa pessoa mais que o puro físico, ela tem o mínimo de interesse em ti? Na realidade vale tudo, porém um ataque cirúrgico é preferível a uma destruição nuclear.

Dedicatória

Engata logo a miúda, ou começamos a pensar que a tua religião está errada 🙂

Grepolis

heraPara os menos informados a InnoGames GmbH, o Grepolis, um jogo baseado na Grécia antiga e nos seus deuses.

Os administradores do Tribos.com.pt na ultima semana têm estado a testar arduamente este novo jogo, e após varias horas de sono perdido e de gritos de guerra no Skype “VOU TE NOBLAR OH ANDRÉ!” ou então “já foste!” tal como a famosa expressão “Ricardo, os meus pontos premium”…

Entã0… após uma semana de testes que temos a dizer:

O West e o Tribos chegaram a um consenso e o resultado é o Grepolis. A tecnologia do jogo é simplesmente WOW! Os gráficos são um novo patamar para os jogos de browser.

Em nome da equipa, tenho a dizer que há muito tempo que um jogo não nos tirava tantas horas de sono apenas pelo prazer de enviar tropas, desenvolver a cidade e “tribo”.

As novas funcionalidades do Grepolis tanto a nível de jogabilidade como  no espirito de “tribo” foram muito melhorados, havendo desafios pessoais tal como colectivos.

InselO Mapa é mais uma das grandes inovações do jogo, um pouco parecido com os mapas do The West com gráficos que fazem lembrar o Google Earth.
Feuerschiff

Algo que rapidamente salta à vista de todos é o mar… E a resposta é sim! preparem-se para batalhas em terra, como batalhas navais!

À medida que temos andado a jogar o Grepolis, ficamos apenas desiludidos com um pequeno aspecto, para um jogo sobre a Grécia antiga onde andam os Deuses? Porque é que Zeus não foi convidado? Na realidade o Grepolis tem Deuses, a mitologia grega não foi esquecida neste jogo. Nós é que ainda não chegamos ao templo para oferecer os nossos tributos ao deus pagão da antiguidade.

zeusIremos deixar-vos com apenas mais uma pequena imagem, a do Deus dos Deuses – Zeus!

Esperamos apenas que ele não tenha reparado que tinha sido esquecido e afaste todos os bugs deste novo jogo.

Assim que tivermos mais novidades, ou o André for conquistado daremos informações.

Perguntas e respostas

Tal como tinha sido anunciado no fórum do Tribos decidimos iniciar uma nova iniciativa onde tentaremos responder a todas as questões dos nossos jogadores sobre as mais variadas coisas, desta vez ao que parece as questões foram apenas sobre o jogo. Ficamos à espera de questões sem ser do jogo e “embaraçosas”.

redfishportugal2: O que consideram mais difícil no trabalho, que é administrar o jogo?

Ricardo: O mais difícil, bem do meu ponto de vista o mais difícil de todo é a gestão da equipa. Todos os dias há detalhes a serem limados e é preciso sempre um olho atento aos mais ínfimos detalhes para manter um espírito coeso em que tudo funcione. Às vezes parece ser um pouco de futurologia prever como actuar para evitar situações que podem ser complicadas.
O que é gerir o jogo? A gestão do jogo é bastante simples, é aplicar as regras e seguir em frente. A verdadeira dificuldade é gerir a comunidade, aí sim reside o verdadeiro trabalho. É preciso gerir o jogo e compreender o lado humano e o conjunto de diversos tipos de personalidade e encontrar soluções que se adequém ao maior numero de pessoas possível.

Pekenino: Sermos acusados como corruptos quando somos totalmente o contrário.

bebesinha: administrar o jogo não sei, moderar o fórum bem o mais difícil é mesmo, gerir o tempo para dar resposta em tempo útil a todas as inumeras solicitações, tal como não aumentar o club de fãs e aturar o pequenote 😉

carvalhoes: A parte mais complicada é manter em equilíbrio os vários intervenientes no jogo, a aplicação das regras e a constante contestação à aplicação das mesmas e garantir que são dadas respostas e solucionadas dificuldades em tempo útil.

rastadude: quanto à primeira questão… não sei que responder pois gerir o jogo em si nada tem a haver com moderar um fórum… e só com conhecimento de causa podemos dar uma boa resposta ….ou seja a primeira questão deve ser respondida por suporters jogo…

Lagrima:para o jogo penso que o mais complicado é o julgamento que temos de fazer a cada caso, saber penalizar

Airking: my turn!
Eu quanto ao administrar o jogo pouco ou nada conheço das funções, dado que nem sempre deve ser fácil administrar o mesmo. Tenho reparado em 1ª análise como jogador nas inúmeras falcatruas que se encontram pois não é de todo num geral de certa forma aceite por todos as regras. É claro que se estas não existissem tudo seria uma balburdia, de certo modo a resposta vai mesmo para o trabalho que deve dar detectar todas estas discrepâncias.

Mewt: Em estimativa (isto é se não guardam relatórios do mesmo) quantos jogadores são banidos por operação de limpeza a cada mundo? E com que frequência fazem estas limpezas?

Ogait87: A frequência é simples, depois de termos resolvido todos os apelos da tal limpeza, iniciamos uma nova.

Ricardo: A media ronda entre os 500 a 1000 contas por mundo em cada limpeza.

gs720: Qual a tarefa mais ardua de ser moderador?

Ricardo: terem de me aturar todos os dias!?

rpaiva: looooooooooool, levar nas orelhas do chefe, não?

bebsinha: o ter de penalizar os jogadores por não entenderem as regras do fórum nem terem em conta os avisos que são feitos.

rastadude: penso que para 1 moderador o mais difícil é agradar a todos , pois mesmo com razão nem todos os jogadores se exprimem da maneira correcta , sendo punidos e julgando isso como imparcialidade do moderador …

Tiagus: sublinho o rasta

Lagrima: para o fórum o mais complicado é saber manter a ordem, já vi revoltas de fóruns de comunidades pequenas onde é complicado dar a volta, onde abrem tópicos atrás de tópicos acerca da mesma coisa que são as criticas as teams, saber parar isso é o mais complicado quanto a mim.

Airking: Quanto ao fórum… devo realçar as palavras do Rasta, porque o mais difícil é ser imparcial… sem que A ou B nos venham apontar de… ora bem, é claro que eu sou imparcial porque não jogo naqueles mundos… mas que consulta e quem escreve no fórum por norma tem como garantido que os moderadores do mesmo também jogam…
Daí de quando a quando virem as alegações e os tópicos sem nexo – é esta a minha opinião.

Ricardo: Luís: sábado falamos 😉

makotokobayashi: Como conseguem ser imparciais depois de certas “palhaçadas”?

Ricardo: Uma das coisas que permite a imparcialidade é a estrutura da equipa, a mesma é dividida por ramos e níveis. Por exemplo um apelo é atendido por um supporter que se identifica um caso problemático ao lidar com a solicitação, este irá passar a um nível superior (supervisor de jogo) o qual irá verificar se está na sua capacidade de actuar, caso contrario é enviado para um dos co-administradores que irão reanalisar o caso todo e se for necessário chamaram a minha atenção para o caso.
Quando o caso é deveras complexo e está envolvido em situações mais sensíveis o mesmo é discutido na reunião semanal dos lideres de equipa e decidido como actuar.
Desta forma tentamos que os casos mais “chatos” passem por varias mãos e é decidido em conjunto.

Ivan17: A velocidade do mundo 13 vai ser superior a 1?

Ricardo: Considerando que deve ser aberto em Setembro, o mais provável é a velocidade ser superior a 1x. Porém ainda não tenho dados concretos sobre a abertura do pt13, apenas especulações.

redfishportugal2: Já pensas-te em te demitir da administração do tribos?

Ricardo: Sim. A uma dada altura da minha vida, o tempo parecia que não ia ser suficiente para este projecto e outros que estou ligado. Porém com bastante esforço foi possível conciliar todos os projectos.

Skull Dead: teremos algum dia um speed sem limite e sem konta premium?

Ricardo: Não quero dizer que não pois não sei o que o futuro reserva. Porém acho que seja quase impossível.

Line Back: Ricardo quando postas as fotos daquela saida de membros da equipe e do jogo??

Ricardo: Realmente estou em falta com isso, e a resposta para o mês está a ficar velha. Por esse motivo vou colocar isso de novo no topo das prioridades.

GoNGaXInHuO: A Equipa do Tribos lê frequentemente as sugestões dadas pela Comunidade?

Ricardo: Eu leio sensivelmente todas as semanas, mas acredito que os moderadores da secção leiam mais vezes, caso contrario temos mais um sermão na próxima reunião de equipa… A realidade é que muitas das ideias que entraram na ultima versão do Tribos saíram da equipa Portuguesa sendo a nossa maior fonte de inspiração o fórum, especialmente essa zona.

carvalhoes: a resposta da tanga seria: lemos pois temos que moderar o tópico.
As sugestões são lidas e analisadas embora em boa parte dos casos não tenham aplicação possível, mas sempre que há uma boa sugestão há possibilidade de ser proposta para implementação

Tiagus: Sim lemos, é claro que as sugestões demoram a ser analisadas.. Algumas das sugestões (maiorias vindas de Portugal), já foram colocadas no jogo.

antonio rs: A RUN! do mundo 12 foi criada por uma ex-moderadora de fórum,contudo foi banida, esse ban é ao IP ao apenas email/conta ? Ou seja com este tipo de bans os jogadores podem criar outra conta (com outro mail)?

Ricardo: O bloqueio aplicado é “global ban” sendo esta a medida mais forte de que a equipa de suporte toma com jogadores. Uma vez que uma pessoa seja inserido nessa lista, não há mais retorno ao jogo. é mantida uma lista que com diversas informações sobre o jogador e são procurados pelo servidor regularmente. Quer isto dizer que nós não permitimos o retorno, porém alguns conseguem iludir os nossos sistemas por algum tempo, mas quando encontrados são mais uma vez expulsos.

Arctic Wolf: O que é considerado spam para ti?

Ricardo: é uma forma de propagação de mensagens sem interesse publico em meios de comunicação online.

Rastadude: Spam …qualquer frase sem censo ou contexto na conversa (assunto) que esta a ser discutido …

Tiagus: já esta.

carvalhoes: spam é qualquer frase ou expressão que nada de útil traz ao tópico servindo apenas para destabilizar ou marcar presença.

rpaiva: Cada tópico tem um tema. Qualquer comentário feito fora do contexto do mesmo, é considerado spam.

Airking: faço das palavras do paiva minhas

Y2J.: Porque que o suporte portugues nao oferece um ou varios premios em um mundo?

Ricardo: é algo que tem vindo a ser pensado seriamente, porém quando o fizermos queremos fazer algo muito diferente. Já existe um plano para tal, mas o segredo é a alma do negocio.

E assim fechamos a primeira publicação e ficamos à espera de novas questões.

Pela Equipa,
Ricardo, Administrador de Comunidade