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chisum, um jogador do Tribos alemão


chisum
é um jogador do Tribos alemão.

1. Olá, chisum! Obrigado por nos dar esta entrevista. Para iniciar, pode contar-nos um pouco sobre a sua carreira no Tribos?
A minha carreira activa não é grande, comparadamente à de outros jogadores. Comecei algures no fim de 2004/início de 2005, quando um conhecido me perguntou se queria jogar com ele. Comecei a jogar tão depressa como ele me convidou, e estava com uma conta no mundo 3, onde permaneci por um ano e meio, até ter de desistir devido ao tempo limitado. Mas o “vício” era mais forte e, depois de alguns breves momentos no .de 6 e .de 10, na Primavera de 2007, juntei-me ao .de 12.
Deve ter sido por volta do fim de 2009/início de 2010 que muitos companheiros da tribo tiveram de desistir, devido à escola ou questões relacionadas com o trabalho e, lentamente, comecei a abandonar também – sem eles, deixava de ser o jogo que eu queria jogar.
Ocasionalmente, fui jogando, embora muito pouco, no .de 15 ou .de 16, e até cheguei a jogar no servidor espanhol, apenas para tentar coisas novas. Jogar em mais do que um mundo não era possível, para mim, por causa do tempo que é preciso, mesmo que o meu trabalho me permita jogar a qualquer altura do dia.
Então, quando abriu o BETA, no último ano, voltei a ficar viciado. Desde então, posso ser encontrado aí ou em qualquer conta no servidor alemão, se um antigo conhecido necessitar de um babysitter ou se eu precisar de uma conta maior num “ambiente em directo” para “testar” alguns erros ou recursos que encontramos no BETA.
Também estou envolvido num projecto fora do Tribos normal, ao qual me juntei há dois ou três anos – ainda que a nova versão não esteja a avançar tão rapidamente quanto eu gostaria, devido a falta de tempo.

2. Qual acha que é a estratégia mais útil no início do jogo?
A minha estratégia tem um nome simples: actividade. Na minha opinião, para ter sucesso, é preciso ser-se muito activo – pilhar, recrutar constantemente tropas ofensivas, manter os vizinhos fracos, construir a academia o mais rapidamente possível e conquistar uma segunda aldeia (com boa população e que valha a pena) a uma distância apropriada da aldeia original. Isto leva a um crescimento automático, dado que agora se tem mais tropas para saquear outras aldeias, entre outros. Os pontos vêm sozinhos, mesmo que as minas não sejam evoluídas.

3. E quais são as maiores armadilhas para os novatos?
Infelizmente, ainda há algumas para os iniciantes. A mais problemática, no meu ponto de vista, é o par inexperiência e inactividade. O Tribos é um jogo que qualquer um pode aprender a jogar com relativa facilidade.
Os novos jogadores juntam-se ao jogo, mas subestimam o factor actividade, que, como disse acima, é crucial.
Além disso, a maioria deles não se importa com a ajuda da Wiki, tutoriais, entre outros. Por isso, evoluem as suas aldeias à custa das tropas, ficam felizes se os pontos continuarem a crescer, constroem aldeias mistas e, assim, tornam-se fornecedores de recursos para os vizinhos, muito rapidamente.
Muitos cometem o erro de esperarem por um mundo novo, para começarem, pensando que, se forem dos primeiros a juntarem-se ao mundo, têm mais hipóteses de sucesso. Na minha opinião, tem mais lógica começar num continente mais afastado, tentando entender algumas coisas para conseguirem perceber o básico ou alcançarem a ideia-base do jogo. Nunca se devem desmotivar por serem constantemente atacados, porque há sempre formas de contra-atacar.

4. Acabamos de falar do início do jogo. Mas, mais tarde, que estratégia segue e por que razão?
Numa situação mais avançada, penso que o vigor e a paciência são as melhores estratégias. As frentes estão, normalmente, bloqueadas, fazendo com que, frequentemente, não valha a pena atacá-las directamente.
Por isso, é necessário desgastar o inimigo através de ataques constantes e de grandes dimensões. O ego do jogador ou a classificação deve ficar para segundo lugar, caso perceba que pode beneficiar a tribo.

5. Qual é a importância dos outros jogadores e/ou da tua tribo nesta estratégia?
No início, podes manter-te seguro a solo. Mas, mais tarde, torna-se impossível fazê-lo, sem uma tribo ou amigos co-players. De outro modo, podes baixar os braços e assistir a tua conta a ser levada pelo inimigo. Ou seja, sem uma tribo funcional, nem a melhor estratégia é suficiente.


6. O que pode dizer-nos sobre a sua unidade preferida?

Todas as unidades têm prós e contras. Escolher uma favorita é difícil – no final de contas, a combinação    das unidades é a chave para o sucesso. Não se agarrem a uma unidade favorita.


7.
Vamos tentar não o fazer! E qual é o significado do seu nome de utilizador, para si?
Sinceramente, não tenho uma ligação com o meu nome. Dado que não tenho qualquer criatividade nesse aspecto, escolhi, simplesmente, o título do filme que estava a dar na televisão, quando procurava um novo nome para o .de 12. Ainda o uso, para não ter de decorar muitos nomes e palavras-passe. Mas não posso dizer que gosto dele, na realidade.

8. É um utilizador de Conta Premium?
Obviamente. A Conta Premium facilita a gestão da conta e ajuda a reduzir o tempo necessário, para que, em vez disso, nos possamos focar nas partes essenciais do jogo. Até um certo tamanho, consegue-se gerir tudo sem Conta Premium, mas, mal os ataques em massa começam a chegar, torna-se stressante.

9. O que considera mais desafiador, no Tribos?
O maior desafio, para mim, foi encontrar formas e caminhos para destruir os inimigos com a ajuda dos companheiros de tribo.

10. O que mais aprecia no jogo?
Se se olhar para o motivo pelo qual desisti, inicialmente, deve tornar-se óbvio: a comunicação e companheirismo na tribo são muito importantes para mim.

11. E, por fim, mas não menos importante, pode recomendar um tipo de música em particular, para ouvir enquanto se joga Tribos?
Para mim, depende da altura do dia, e mesmo do estado de espírito. Eu, normalmente, prefiro ouvir a minha estação rock de rádio preferida, mas, também, algo relaxante, como música clássica. É um contraste forte e interessante, mas é bastante agradável.

Priceless: saber dizer não

noQuando decidi iniciar as minhas sátiras e reclamações dos seres que habitam este planeta olhei para as minhas experiencia de vida e dissequei várias como gozaria com os meus netos (se tivesse o azar de ter filhos). No entanto, olho para trás e vejo os sábios conselhos que deixei a amigos e colegas (sem o intuito de me passar como um expert) de situações da paixão carnal. Contudo as abordagens feitas acabaram por ser um pouco da minha forma de olhar para o mundo e de como reajo em dadas condições da vida.

Como qualquer ser digno do nome humano, já tive os meus momentos do auge como os momentos que afundam-se (ligeiramente) abaixo do normal. Estes são muitas vezes os momentos mais marcantes na vida de qualquer pessoa e a forma como os abordamos definem muito sobre nós.

Então, no paradoxo da busca da supremacia do ego e da excelência do ser, e não é cogito ergo sum (tradução: penso logo existo). Mas a capacidade de moldar as circunstâncias ao nosso prazer, e isso sim implica pensar um pouco.

Não sei bem porque, mas as maiores lições que tenho tirado na vida saem daquelas saídas com um campo de batalha entre os sexos. Tal como anteriormente disse, a interacção com uma perfeita desconhecida é algo que me traz grande prazer, como faz com todos os seres humanos. Afinal de contas, nada puxa mais lustro ao nosso ego que o reconhecimento da nossa pessoa por um par atractivo.

No entanto, com os anos de experiencia e o relativo sucesso nestas investidas com o sexo oposto traz sempre alguns problemas. Sendo o primeiro, que de alguma forma a coisa torna-se fácil e por esse motivo é necessário subir a aposta. Isto é algo que resulta ainda durante algum tempo, afinal de contas busca-se um premio maior… Mas rapidamente, ganha-se a fama e desde que entramos na era da inclusão digital a fama cresce bastante mais rápido e com isso temos dois novos níveis de alvos, os que oferecem resistência e aqueles que pintam a tabuleta.

Sobre os que pintam a tabuleta não irei falar, visto que é demasiado fácil e volátil que a sua utilidade é para quando alguém acaba de sair de uma relação e precisa do seu rebound. Já os que oferecem resistência são dignos do esforço extra. No entanto feito o tal esforço extra, apesar de nem sempre se conseguir, grande parte das vezes consegue-se quebrar o gelo e passar ao nível seguinte.

É nesta circunstância que fico a pensar, afinal de contas tanta dificuldade? Será que vale mesmo a pena, ou esta dificuldade é para fomentar algo mais serio? Eu quando sai de casa não andava à procura de namorada ou algo do género e agora arranjei uma?

Na minha perspectiva pessoal e deturpada isto é quase como ser mulher e chegar a casa e dizer estou grávida… afinal de contas, as relações é um pouco como criar uma criança, dizem por ai que é preciso dar amor, carinho e ir regando com frequência.

Então é neste pânico que me saem as coisas mais aparvalhadas como o corte final, do género, “epah isto até está a ser interessante, mas tenho de confessar-te algo: eu vivo noutro país e estou cá apenas de férias” ou “eu até vos convidava para jantar, mas já sei que não aceitas e por isso fiz outros planos” ou mesmo “a minha namorada está à minha espera e tem uns ataques de fúria quando chego atrasado”. Bem, a verdade é ao ver a cara e a reacção do outro lado enquanto ferve em fúria e procura o objecto mais próximo para me atirar no momento que me despeço da companhia e sigo para a próxima aventura é, como diria os tipos da mastercard, priceless.

Então, se for como neste fim-de-semana, de conseguir iludir as investidas de uma pessoa ao qual meio envolvente se babava, ainda se torna mais divertido e o ego sobe em flecha.

A realidade é que nos tempos que correm a sociedade (real) mudou porém as pessoas continuam a acreditar no estereótipo que os homens continuam a ser fáceis e que para as mulheres basta estalar os dedos. Isso ainda acontece, mas já não é a regra sólida que foi outrora. E ter o controlo suficiente para dizer não a uma mulher (muito atractiva) é provavelmente um dos momentos mais bonitos na vida de um homem. É saber que não somos controlados pelas nossas hormonas e que somos capazes de resistir, mas acima de tudo termos a confiança que conseguimos melhor.

Nem sempre o pecado carnal pode ser a melhor opção, por vezes negar os prazeres da carne pode ser melhor.
O Advogado do Diabo

Entrevista a Raquel09

Trago-vos hoje mais uma entrevista, a Jogadora em questão é a Raquel09, foi uma entrevista engraçada, com direito a intervalo devido a uma batalha de fortes e tudo^^ Espero que gostem!

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Nome: Raquel

Idade: 36

Profissão: Gestora

Localidade: Porto

Mundos em que joga: Mundos 1, 2 e 3

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Sudritter: Boa noite, antes de mais, gostava por lhe fazer a pergunta que é feita a todos, como conheceu o “nosso” the-West?

Raquel09: Conheci o the-west através da publicidade que apareceu num outro jogo. E embora tenha começado a jogar esse mesmo jogo, este é efectivamente o 1º jogo online da minha vida.

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Sudritter: O motivo desta entrevista, como muitos devem deduzir, é o facto de se encontrar dentro do top5 nos três primeiros mundos do The-West.pt, pergunto, sem deixar demasiadas pistas aos adversários, qual é a formula para o sucesso?

Raquel09: (lol…) sucesso teria sido ficar em 1º nalgum deles. Gosto muito deste jogo, desde o inicio tive a preocupação de o entender, fazer trabalhos que me dessem muita experiencia e ao mesmo tempo completar as aventuras. E fui subindo…

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Sudritter: A nossa primeira entrevista foi ao Manowar, jogador que no mundo em que joga chegou em primeiro ao nível99, demorando aproximadamente um mês até o 2º conseguir isto, o que acha deste feito?

Raquel09: Dou os Parabéns ao Manowar!!! Mas não posso deixar de referir que para mim o melhor jogador do the-west foi o Mav3rick. O melhor em todos os sentidos… Em ranking, em participação e actividade, em disponibilidade para ajudar, na construção da cidade Gotham. Num conjunto de coisas que faz dele o melhor jogador do west.

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Sudritter: Entrou no Mundo um perto da abertura do mesmo, ou andou “a correr atrás do resultado”?

Raquel09: Penso que entrei quase no inicio, o jogo tinha começado há poucos dias. Mas no inicio estava muito atrás no ranking. Fui estabelecendo objectivos e o primeiro deles era chegar à primeira página do ranking e consegui. Depois era aproximar-me o mais possível do topo e cá estou. A partir daí o meu objectivo passou a ser alcançar o Mav3rick. 😉

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Sudritter: Certamente só com dedicação e esforço 🙂
Dos mundos em que joga actualmente, acha ter preferência por algum deles?

Raquel09: Sem dúvida o mundo 1… embora no 2 tenha conseguido estar em primeiro e nessa altura fiquei satisfeita.

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Sudritter: Durante o seu tempo de jogo deve ter feito inúmeros amigos e companheiros, considera que estes o ajudaram a aprender o jogo como aprendeu, tendo devido a eles os resultados que hoje tem?

Raquel09: Claro que sim… Conheci muita gente no jogo e apenas no jogo. Sem eles não saberia o que sei hoje. Ensina-se e aprende-se.

Claro está que me ajudaram jogadores aliados, bem como jogadores de outras alianças.

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Sudritter: Alguém em especial? Poderá ser esta a oportunidade de um agradecimento/homenagem em público 😛

Raquel09: Bem… referir todos os nomes aqui seria extenso e poder-me ia esquecer de algum, mas tenho de referir alguns jogadores com quem privei mais de perto e me marcaram mais, DeltaPsi e Darkmafia, com quem iniciei o meu jogo na Madeira death valley e o Mav3rick a minha referencia durante quase todo o jogo.

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Sudritter: Um tema que tem vindo a ser polémico são as alianças, acha que são propícias ao jogo? Ou que se perde um pouco da essência do West ao jogar com “meio mundo aliado” como dizem os críticos?

Raquel09: No inicio quando começaram as aliança havia muitas e o espírito era muito interessante. Com o decorrer do jogo as alianças foram-se unindo e hoje existem poucas. Mas gosto deste espírito, Transforma o jogo num jogo ainda mais de equipa, combatendo o individualismo.

Quando iniciei o jogo no mundo 2 tinha a ideia de o jogar sem cidade… a título individual, mas logo percebi que não tinha graça nenhuma 😉

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Sudritter: Outra polémica: Ultimamente têm havido várias acusações de batota no jogo, nomeadamente duelos de push up, de modo a subirem mais rapidamente no ranking, principalmente com a chegada ao nível 99 e a corrida pelo lugar de honra isto agravou-se, tem uma opinião sobre isto?

Raquel09: Tenho uma opinião clara sobre isso. Acho que existe mesmo batota nesse sentido. Como referi jogo o The-west desde o inicio e portanto estranho que agora alguns jogadores nestes ultimos 2/3 meses tenham galgado lugares no ranking tão rapidamente,

Nomeadamente dei-me ao trabalho de controlar a situação e verificar que determinado jogador no final de um dia de trabalho perdia tantos duelos como os que ganhava…

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Sudritter: Como sabe, os melhores jogadores começaram a atingir o nível 99, qual a sua opinião sobre este bloqueio a um nível, e como será o jogo para si depois de atingida esta meta?

Raquel09: Uma chatice (lol)

Estou muito perto de o atingir no mundo 1, mas não penso desistir. Depois vou andar a passear pelo jogo, a tentar ganhar medalhas e a participar em batalhas e ficar à espera de uma actualização que altere essa regra.

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Sudritter: Engraçado falar em medalhas, o que acha delas? São um mistério, ou somente mais um ícone estético?

Raquel09: Sinceramente não sei, mas espero que sejam um mistério… por isso vou trabalhar para as conseguir.

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Sudritter: Continuando nos mistérios, uma pergunta que também fiz ao Manowar, dentro do jogo, é religiosa?

Raquel09: Rezei durante quase todo o jogo, mas ultimamente não tenho paciência para rezar e não me tenho dado mal com isso. Não notei diferença nenhuma…

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Sudritter: E sobre as 3 chaves, pretende tentar desvendar mais este enigma?

Raquel09: Já tenho uma chave e claro que gostaria de ter as 3 para ver o que acontece. Essa parte dos mistérios neste jogo é muito gira. (Lol)

Agora ando a juntar todas as armas que não existem à venda nas lojas para tentar ver se a sua existência também é um mistério.

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Sudritter: Hum, ja vi que temos uma jogadora com iniciativa para descodificar o jogo 🙂
O que achou da implementação dos fortes? Considera que são uma mais-valia para o jogo?

Raquel09: São sem dúvida uma mais-valia. Confesso que no inicio não achei muita graça aos fortes. Estava numa fase em que dedicava menos tempo ao jogo e tive algum tempo até perceber a sua dinâmica. Quando entendi comecei a gostar e nesta altura são essenciais para que o jogo prossiga. Estava-se a tornar monótono antes do aparecimento dos fortes.

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Sudritter: Falemos um pouco de si, como consegue relacionar estes 3 mundos com a sua vida pessoal, é complicado?

Raquel09: Muito. Isto de nos queremos licenciar em ” Westologia ” não é tarefa fácil. Durante o dia é só por o boneco a trabalhar e à noite é que dedico um pouco mais de tempo ao jogo.

Normalmente durante o dia só venho dar uma espreitadela para ver como está a correr.

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Sudritter: Em média, quanto tempo passa mais ou menos por dia no jogo?

Raquel09: Pergunta complicada… ultimamente desde que chego a casa até que me deito estou no jogo. Não necessariamente a 100%, Mas tenho dedicado algumas horas, mais do que as que devia. São fases, umas dedico mais outras menos. Agora empenhei-me em unir a aliança UTF e torna-la um pouco mais activa, mas começa a ficar complicado gerir tudo. 🙂

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Sudritter: Caminhando para o fim da entrevista, tem alguma sugestão para o melhoramento do jogo?

Raquel09: Como disse no inicio gosto muito deste jogo e estou certa que haverá sempre o que melhorar, mas no geral acho muito bom. Na minha opinião faltam 2 coisas essenciais, um chat (ou no jogo, ou pelo menos nas batalhas), e mais aventuras.

E já agora… gerir os telegramas é muito complicado. Devíamos poder escolher os telegramas que queremos ver por nome de jogador e deveria haver a possibilidade de criar pastas por exemplo “jogadores por cidade”.

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Sudritter: O chat vem a caminho 🙂 As aventuras… Bom penso que dependerá se haverá ou não alteração na limitação para o nível99.
O que considera desta iniciativa, das entrevistas e artigos no jornal para a comunidade?

Raquel09: Acho uma boa iniciativa. O the-west é já uma grande comunidade e iniciativas como as que referiu servem para dar um pouco de “vida real” a esta mesma comunidade. É interessante!

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Sudritter: Para terminar, tem alguma sugestão para a gerência, suporters ou moderados dos mundos The-West portugueses?

Raquel09: Trabalham bem (Lol). Não tenho qualquer sugestão a fazer, até porque sempre que precisei não tive qualquer problema.

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Sudritter: Queria Agradecer em nome de toda a equipa pelo tempo despendido para a entrevista, é sempre bom termos um feedback por parte dos utilizadores, pessoalmente desejo-lhe boa sorte na chegada ao nível 99, e também na vida em Geral. Obrigado

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Como segunda entrevista, penso que escolhemos a pessoa certa, interessada pelos mistérios, ao contrário de muitos, passou tempo a rezar, opiniões sobre temas polémicos, mais uma vez, parabéns a jogadora 🙂

Sudritter

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Comentários à entrevista no tópico do Fórum do The West: http://forum.the-west.com.pt/showthread.php?t=15884

O diabo e o anjo

D&ANão, não e não! Com toda a certeza isto não anuncia um cliché entre escolhas “boas” e “más”, o objectivo desta coluna é satirizar e enaltecer actos e pensamentos do dia-a-dia.

Como surgiu a ideia?

Para aqueles que não sabem, a equipa costuma reunir-se no skype e discutir o trabalho do dia tal como ter outras conversas não relacionadas ao trabalho, é neste contexto que surge a ideia. Entre divagações e parodias do “adoro-te” à contagem do numero de grãos de café que estão dentro do saco.

A vida de uma pessoa transcende o jogo e as suas ferramentas de comunidade, então porque não abrir asas a uma “aproximação” de todos num contexto divertido.

Que podemos esperar desta coluna?

Um diabinho e um anjo! Na realidade não existe um ou dois autores, existe uma equipa por trás destas duas personagens com opiniões distintas e com vários antagonismos.

O modelo que iremos adoptar, privilegiar o secretismo de quem escreve, em nenhuma altura será revelado o nome do autor. Os temas serão variados e irão manter um nível de bom senso sendo possível dos textos serem lidos por idade diferentes.

Ao mesmo tempo iremos utilizar como fonte de inspiração, os fóruns PT.

Assim aqui deixo os votos de maior sucesso para este projecto.
Ricardo, Administrador de Comunidade

Forum PT: http://forum.tribos.com.pt/showthread.php?t=11637