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Grepolis 2.0

Grepolis 2.0A tão aguardada actualização do Grepolis chegou finalmente aos servidores Portugueses. Numa mística de design agradável ao utilizador e de inovação a nível de desenvolvimento surge esta desejada versão cheia de alterações e de novas características  de agradar na jogabilidade.

A nova Interface leva-nos a usufruir da totalidade do monitor de ambiente de jogo, tendo desta forma um mapa alargado em toda a extensão da área de jogo situando-se os comandos de jogo nas laterais e no topo. A abertura de outras áreas de jogo faz-se por janelas com funções de arrastar e minimizar, assemelhando-se a um autentico software de sistema operativo.

Grepolis HadesUma nova divindade surge também nesta versão – Hades – é o senhor do mundo dos mortos. Ele reina sobre o mundo dos mortos e guarda os tesouros do submundo. O deus dos mortos vem trazer mais competitividade com os seu poderes de ressuscitar tropas ou torna-las invisíveis e de  invadir cidades inimigas de peste.  A entrada numa cidade reinada por Hades é guardada por Cérbero, o mastim infernal de três cabeças e Erínias, deusas da vingança.

O Mercador fenício é outra característica desta versão. Um mercador chegando no seu galeão surgirá de tempos a tempos nos Portos das suas cidades para lhe trazer bos oportunidades de comercio e de tropas de bens.

O sistema de pilhagem a aldeias barbaras vem igualmente com modificações , sendo este agora muito mais pratico e fácil de garantir os recursos das aldeias barbaras circundantes. Através de um conjunto de cliques irá conseguir pedir educadamente ou extorquir uma boa doze de recursos aos seu pacifistas aldeões vizinhos.

Grepolis Maravilhas do MundoMas deixando o melhor para o final, a grande novidade desta versão  – Grepolis 2.0 – é a possibilidade da construção de MARAVILHAS DO MUNDO.  Esta tarefa da construção irá desenvolver mais a necessidade de sociabilização entre os jogadores. O seu desenvolvimento irá carecer da ajuda de todos os elementos de uma aliança, sendo necessário o contributo de todos os elementos que a constituem.  A construção destas maravilhas do mundo irão também  ditar o final de um mundo no jogo, havendo por consequência um vencedor colectivo, desta feita, a aliança que conseguir terminar os seus objectivos primeiro em relação ás restantes.

Existem muitas mais características inovadoras nesta nova versão que deixarei para o prazer de as explorares e contemplares.

O desfio está lançado, será que o medo te assiste ou serás um dos destemidos a aventurar-te?

pt.grepolis.com

 

 

Põe a conversa em dia no Grepolis

Grepolis chat

Longe vão os tempos em que para se comunicar em tempo real com os nossos amigos de jogos online teríamos que recorrer a clientes de IM (Mensagens instantâneas) externos, complexos, fora de contexto do jogo e que, por vezes, até se poderiam tornar perigosos para a própria privacidade, bem como para a segurança do nosso jogo.

Pois bem, numa forma de combater toda essa necessidade apelada por muitos jogadores, o Grepolis presenteou-nos com um novo sistema de mensagens (Chat) incorporado no ambiente de jogo.

A simplicidade e a fácil e intuitiva utilização deste, aliada ao excelente enquadramento na arquitectura do ambiente de jogo, torna a utilização desta ferramenta útil e indispensável para o desenrolar do plano de jogo. Organização de comandos de jogo colectivos, conversar com os aliados, poderá fazer agora parte do quotidiano de jogo.

Grepolis chat

A actual versão de chat (Lançada em conjunto com o update 1.18) permite o contacto conjunto com os elementos pertencentes a uma aliança num mundo de jogo, permite ainda a mutação de posicionamento e comportamento do ambiente do chat na área de jogo. É de referir e não esquecer que esta ferramenta (Chat) encontra-se numa fase ‘Beta‘, o que significa que está a ser testada com vista a melhorias na utilização, bem como a possibilidade de serem acrescentadas novas funcionalidades, situação que também não é estranha aos nossos mais fieis jogadores que já estão certamente habituados às constantes inovações e melhorias que a Innogames, de forma contínua, vai efectuando em todos os seu produtos existentes no mercado.

Até lá, desejo-vos boas conversas e a continuação de um óptimo e guerreado jogo.

Álcool na juventude…

Alguém sugeriu recentemente que se fala-se no binómio álcool-juventude, a minha maior dificuldade é decidir se existe álcool na juventude ou juventude no álcool. A minha única conclusão é que ambas as premissas são uma realidade actual. Apesar de ainda não ser muito velho, estou numa fase de maturidade que me distingue dos tempos de adolescência (mas ainda com proximidade) e permite-me observar na terceira pessoa tais rituais.

O álcool têm várias formas de se ver, pode ser um toque de classe (como um bom vinho com uma boa refeição), um refresco de verão (o tal fino na esplanada), o afogador dos problemas (a garrafa de vodka), uma linha de engate (pagar um copo num bar), um ritual de iniciação (os barris de cerveja nas festas académicas), entre outros.

Eu pessoalmente bebo um copo ou outro com alguma regularidade, porém rara é a altura que subo acima das 0,5mg/L (limite legal para condução), contudo em raras ocasiões é possível ser encontrado um pouco alcoolicamente bem-disposto. Tal acontece apenas em circunstâncias muito especiais e quando a minha responsabilidade e consciência sobre os eventos que se seguem o permite.

Como muitos jovens, também passei pela fase de um consumo excessivo de álcool – apesar de esta fase ter sido altamente reduzida no tempo. A minha fase ocorreu no meu ano de caloiro quando estava a muitos quilómetros de casa e as saídas nocturnas a bares eram a forma de integração num novo grupo de amigos, e um copo era o perfeito quebra-gelo.

Contudo, o álcool hoje aparece na vida dos jovens cada vez mais cedo, hoje em dia ao sair de casa com os meus amigos ou aquela pessoa encontro com regularidade pessoas nos seus 14 anos já num estado além do alcoolicamente bem-disposto. É o “novo” grito de rebeldia! E é ao mesmo tempo o motivo pelo qual, deixei o meu ritual de caloiro e hoje sempre que bebo é com extrema moderação. Olho muitas vezes para as situações que ocorrem com estes jovens e na minha infinita paciência tento desarmar as situações que de mim se aproximam.

É uma paisagem “normal” sair e ver um grupo de miúdos embriagados, permitam-me ser rude, é como as pessoas que atiram com o lixo para o chão… apenas poluem o campo de visão e há sempre alguém que fica para trás e apanhar.

No entanto há um cenário mais grave que é a universidade. É nestas que muitas vezes se agrava o hábito do consumo excessivo do álcool, e torna-se muito difícil de “combater” este problema. A decisão de quanto beber é um pouco como a questão: quão anormal ei de ser hoje!? Coloco as coisas por este prisma tão negativista por ser uma pessoa altamente interligada ainda na vida académica. Recordo-me que não faz muito tempo de ter chatices atrás de chatices porque o grupo de amigos de uma ex-namorada era dos tais que o álcool era algo importante para eles, apesar de ela raramente beber. O factor de ela não beber enquanto inserida nesse grupo foi também um problema para ela, ora muitas pessoas utilizam o álcool como a desculpa máxima para fazerem algumas coisas menos próprias e “ilibarem-se” dos seus actos.

Por outro lado, passei vários anos a estudar como o álcool influencia a saúde e vida das pessoas. Compreendo os “motivos” pelos quais as pessoas bebem em excesso e não os censuro, apenas acredito que há outras formas de se lidar com os “problemas”.

De quem é a culpa do consumo de álcool? Apenas da pessoa que leva o copo à boca… e não digo isto numa forma moralista, pelo contrario. Cada qual tem momentos na vida que são mais veneráveis e não existem protocolos mágicos de curas para esses momentos, o mundo é cada vez mais cinza aos olhos das pessoas e desanima a vontade de lutar por melhores momentos. Mas a garrafa não é o mesmo que uma caixa de cereais – não há um prémio no fundo desta.

Aos amigos sóbrios, o consumo excessivo de álcool pode ser uma fase passageira ou algo que perdura. Infelizmente, o álcool é um psicotrópico de efeitos deprimentes – quer isto dizer que quanto mais se procura a felicidade no fundo de uma garrafa mais deprimido se fica. E muitas vezes é preciso intervir clinicamente. É da responsabilidade de quem está à volta dessa pessoa de saber quando as coisas já descarrilaram e actuar antes que se perca demasiado. No entanto isto é algo difícil pois desagradar um bom amigo, mesmo que para o seu bem é complicado.

Tudo faz bem na dose correcta, mas os excessos matam.
Anjo da Guarda

sentido de justiça…

Pouco dias atrás li uma reportagem num dito jornal de “prestigio” algo deveras chocante, uma personalidade tinha sido presa alguns dias atrás devido a um crime (muito grave, a meu ver) que tinha (alegadamente) cometido à 31 anos atrás. Porém esta reportagem não se centralizava pelo facto de alguém seria apresentado à justiça para responder sobre os seus possíveis actos, mas pela sua libertação.

Esta historia ocorreu noutro país e devido às similaridades de um outro caso polémico que ainda se encontra em julgamento nas nossas terras lusitanas irei abstrair de entrar nesses detalhes. Apenas irei reafirmar que a meus olhos é algo que me choca e assusta saber que há pessoas capazes de tais coisas. Não sei se estas pessoas realmente cometeram ou não tais crimes, e por tal motivo abstraiu-me de passar julgamentos e focar-me-ei na discussão do direito.

Este caso fez-me relembrar a velha polémica das prescrições de crimes, algo que separa claramente vários sistemas judiciais, partindo de filosofias sobre a essência do ser humano completamente dispares. Por exemplo, em Portugal, a um crime cometido é dado um limite de tempo para se trazer a parte culpada à justiça, caso este não seja encontrado nesse tempo e não continue a praticar este crime – a nossa doutrina de justiça assume que a pessoa aprendeu e já não é um risco para a sociedade – sendo que para tipologia de crime existem tempos de prescrição. Desta forma a nossa justiça tenta encontrar e tratar a vitima e o infractor pela sua vertente humana. Ora nos EUA, terra dos cowboys, as coisas passam-se de forma diferente, pois quem comete um crime pode ser julgado em qualquer altura mesmo que já tenha falecido. Para o sistema judicial americano existe uma necessidade de repor e corrigir os crimes cometidos no passado, mesmo que ao fazer estejam a modificar a vida dos descendentes do infractor.

Quando olhamos criticamente para ambas as partes encontramos que estas se encontram em extremos opostos e rapidamente seriamos capazes de tecer o comentário, a prescrição deve existir para crimes “não graves” e não deve existir para os crimes “graves”. Porém isto trata-se de uma dicotomia de significados, o que é mau e o que é “bom”.

Poucos dias atrás ouvia uma musica (retro e verdadeiramente vintage) – The Beatles: Imagine – em que a dada altura John Lennon nos diz “imagina um mundo sem paraíso, … sem inferno… sem países… sem tudo aquilo pelo qual as pessoas matam… é fácil…” não consigo deixar de tentar imaginar este paradoxo. Sei que as pessoas precisam dos seus compassos morais e realidades circunscritas para actuarem numa sociedade funcional, ora sempre que tento imaginar o mundo que Lennon descreve apenas consigo ver algo pior que aquilo que já existe nesse sentido.

Lennon tenta-nos dizer que grande parte das discordâncias que ocorrem entre as pessoas deriva directamente das diferentes valencias que damos aos valores que temos, e assim quando dois são de tal forma dispares detona conflitos. O mesmo poderá se aplicar à decisão de quais são os crimes graves e desta forma ser impossível de se chegar a um dado consenso, sem ainda falar que para algumas pessoas determinados crimes podem ser vistos como nem sendo crimes – continuo a dizer que o circulo vermelho com o número 120 é a recomendação de velocidade de cruzeiro…

Isto tudo para chegar a uma pobre conclusão sobre a justiça, o ideal colocado sobre a justiça é da sua cegueira externa, que esta existe e é movida sobre um pilar estrutural de isenção do mundo externo. Contudo, a cada dia torna-se mais clara a influencia dos meios de comunicação social na perpetuação dos casos, no desenrolar de pré-sentenças, entre muitos outros. Será que caminhamos para uma fase em que as sentenças passaram a ser dadas através de envio de mensagens escritas para um numero de custo acrescido? A justiça poderá passar para um concurso de mera popularidade, uma espécie de reality show do qual as sentenças conseguiram ainda gerar lucros para cobrir os buracos orçamentais.

Eterno critico,
Advodago do Diabo

Seriedade… ou serenidade…

ILHYEste artigo é co-escrito, entre o Advogado do Diabo e o Anjo da Guarda e surge do resultado de um café entre amigos e da eterna batalha argumentativa de qual é a relação ideal e será que é melhor as relações que perduram versus as relações pontuais.

O Advogado,

Antes de mais, deixem apenas dizer que vou utilizar a palavra “serio” e as suas variantes fora do meu conceito no que se aplica a relações. Apesar o termo de relação seria, no meu entender também acaba por tocar neste ponto de intimidade e compromisso, creio que a seriedade de uma relação é algo mais complexo e profundo que apenas números de coisas e que se fazem e a sua frequência num calendário.

Como pré-conceito irei partir da máxima que todas as pessoas do planeta estão dispostas a algures na sua vida a terem uma relação inconsequente do dia de amanha e por esse motivo fica já uma aleluia ao nosso anjo.

Ontem, na nossa conversa acesa profanei o conceito de relações e as dinâmicas existentes entre os diversos tipos de relações. Sendo que o supra-ex-líbris foi porque motivo deveria de ter uma relação seria se consigo ter os prazeres carnais ao entrar num bar e os prazeres metafísicos em conversas como aquela que estávamos a ter com os meus amigos (e amigas, por incrível que pareça também tenho disso) mais próximos.

A verdade é que as relações estáveis apresentam algumas vantagens, por exemplo saber o nome da pessoa que está ao nosso lado quando abrimos os olhos. As constantes trocas de mensagens e telefonemas com frases do género onde estás!? – upss, isso é uma das más partes… ou talvez como disse o outro senhor, ouvir um amo-te sentido! No entanto, sem querer insultar as gerações mais novas, como é que se sabe que o amo-te ou a sua versão light, o adoro-te, é sentido? As palavras e os conceitos, tal como tudo no mundo, mudam o seu significado. Eu lembro-me de nos meus tempos de juventude uma miúda dizer-me amo-te era assustador, significava algo de muito importante e que ela me via como um parceiro para a vida e rapidamente sentia o sufoco da responsabilidade. Aquilo já era algo bastante serio e daquele momento em diante acabava-se a brincadeira para o bem ou para o mal.

Para felicidade, e também para a minha infelicidade, os meus ouvidos já ouviram vários “amo-te” e “adoro-te”. Mas nenhum me marcou tanto como em 2004, enquanto ia-me divertindo com uma amiga colorida que estava numa situação pouco normal de relacionamento para se andar a divertir. Foi num fim-de-semana de maratonas que a dada altura ela me disse “amo-te” o momento não podia ter sido pior, porém segundo o código da guerra dos sexos, coisas ditas nessa altura devem ser ignoradas e assim o fiz. Mas com o passar dos dias o “amo-te” começou a surgir com maior frequência, apesar de nunca lhe ter dito de volta as mesmas palavras comecei a reparar que essa expressão surgia em alturas particulares, quando os benefícios da nossa amizade não estavam a ser utilizados. A expressão tinha-se tornado num reflexo condicionado do Pavlov, era a campainha que anunciava um convite desportivo.

Apesar de todas as minhas folias e fugas às relações serias, já estive metido em algumas – afinal de contas como podemos saber que algo não foi talhado para nós antes de experimentarmos? No entanto é certo e sabido que somos o produto do nosso passado, constantemente preocupados com o futuro e a deixar fugir o presente, por este motivo sempre fui uma pessoa muito consciente e fatalista no que toca a relações serias, sei o que realmente quero e o que estou disposto a dar por isso. Com toda a minha experiencia de vida a taça não é o troféu máximo, pelo contrário é algo fácil de obter num bar a 20 km de minha casa (nos mais próximos estou um pouco marcado ou teria de repetir a corrida).

No entanto existe uma necessidade do sexo feminino de complicar as relações, e de as planear. Ora se num encontro casual as coisas acontecem, e como dito anteriormente todos nós estamos pré-disposto a tentar pelo menos uma vez… porque é necessário complicar aquilo que na teoria já é serio? Falemos de novo da famosa taça, ora bem se for sair ao tal bar, no máximo são 5 horas até chegar ao final da taça, porém se for arriscar numa relação seria com essa mesma pessoa habilito-me à taça passados 5 meses… o ridículo disto é que pode ser a mesma pessoa a levar percursos diferentes, mas quando estou a investir para algo de nem trocar o número de telefone é um par de bebidas e umas piaditas parvas. Ora se for algo serio… é uns jantares, cinemas, passeios por acolá, conhecer os pais, etc…

Ou seja, discordo! Não me faz sentido que os actos inconsequentes sejam de borla e os sentidos sejam os olhos da cara. Agora deixarei o Anjo discursar um pouco para contra-atacar…

O Anjo,

As relações são mais que uma postura carnal, são uma cumplicidade ao mais alto nível entre duas pessoas. Uma relação é o complemento de duas pessoas numa entidade de consciência comum, é um processo de entrelinhamentos entre um par e não é algo passível de acontecer de um dia para o outro, exige trabalho árduo inicial na construção de alicerces sólidos e constante manutenção daquela chama que os une.

Infelizmente é quase impossível de determinar se as relações irão funcionar ou não, depende imenso das pessoas envolvidas como dos meios exteriores. Acontece muitas vezes que por mais vontade de uma das partes (ou mesmo das duas) em fazer tal relação perdurar pode não ser o suficiente. Gosto de pensar que as relações no seu estado inicial são como o gato de Schrödinger.

O gato de Schrödinger,
A teoria de Schrödinger basea-se na relatividade dos eventos (física quântica), simplificando a teoria, Um gato está fechado dentro de uma caixa com algo venenoso, cabe ao gato decidir se irá se alimentar do veneno ou não. Porém o observador nada sabe sobre o estado do gato até abrir a caixa. Durante o tempo que a caixa está fechada para o observador o gato está simultaneamente vivo e morto. A certeza é apenas atingida com a abertura da caixa.

Quer isto dizer, que até ambas as partes atingirem um consenso de quanto querem investir nessa relação tudo é incerto, esta é uma relação que tem tudo para chegar ao “happy ending” tal como ao “crash and burn” tudo que lhe falta é abrir a tampa na caixa de Pandora e descobrir os males que dela saíram e a esperança que ficará.

Das relações que falham pouco há a dizer, senão compreender o porque de terem falhado e o que esperar no futuro, tal como o advogado disse, o passado marca-nos no entanto não tem de ser o assassino do nosso presente e futuro.

As relações que continuam, precisam agora de ser trabalhadas e limadas para garantir a sua continuidade, no entanto nesta fase surgem já os verdadeiros benefícios de uma relação estável. Quem não gosta de depois de um dia tenebroso chegar a casa e ter a sua cara-metade para o receber com aquele genuíno sorriso de felicidade. As palavras podem ter vindo a perder o seu significado, talvez hoje o “amo-te” seja utilizado de mão leve para diversas situações, no entanto isso não quer dizer que a emoção “dos tempos antigos” tenha desaparecido, pode sim ter-se diluído no termo – mas isso só o torna ainda mais especial quando se encontra algo tão sincero e sentido.

Não existe, nenhuma, acção no mundo que não possa ser feita de leve ânimo, seja um beijo, um abraço, um carinho, etc… no entanto a realização pessoal de se fazer esses actos a alguém que realmente queremos agradar todos os dias.

Uma relação séria é quando conseguimos abrir mão do nosso coração para entregar a outra pessoa sem pedir nada em retorno, e apenas esperar que essa pessoa não o vai partir.

O advogado contra-ataca…

Será possível de se esperar que uma relação foi feita para perdurar? Se uma relação é feita de sentimentos mútuos e deve ser sincera (segundo o que percebi e do qual não discordo). A questão que levanto não é do conceito geral de uma relação, mas sim da sua real existência e se realmente valerá a pena procurar estas?

Se uma relação séria tem como uma das bases a sinceridade dos sentimentos, a que se chamará a uma relação que é programada? Digo programada na forma como evolui… lembro-me do meu último relacionamento, altamente condicionado pelos faux pas do indivíduo que me precedeu, verdade que não sou nenhum anjo (para isso existes tu meu amigo). Mas partindo do principio que o passado foi de tal forma marcante sobre a outra pessoa que condicionou as atitudes desta nova relação. Seria de se esperar algo diferente? Talvez sim, talvez não… cada pessoa lida com a sua bagagem de forma diferente.

Podia-se argumentar que se travava apenas de um simples caso de “wrong time, wrong place” porém a causa de morte de pouco interessa a realidade é que encontrar o nível de sinceridade emocional para criar as tais bases é uma utopia, que nem mesmo nessa ilha deve existir.

Outro ponto pelo qual sou obrigado a discordar é nas relações falhadas. Não só pelo facto acima indicado porém algo mais pessoal, que são as cicatrizes emocionais que os relacionamentos deixados para trás. Para mim o melhor tratamento para isso é voltar ao jogo e relembrar-me que ainda tenho algo que atrai o sexo oposto. No entanto, tal como disse, diferentes pessoas diferentes formas de lidar com a “rejeição” varias atiram-se numa espiral de depressão (um termo que também diluiu a melancolia e os sentimentos perca).

Não discordo que as relações estáveis contribuem para um ego mais forte e saudável, melhorando significativamente o nosso estado. A minha divagação sobre este assunto prende-se à velha questão será que os meios justificam os fins? Todo o investimento que é necessário para encontrar (e nada garante) a tal relação? Afinal de contas este jogo de seduções, faz-me lembrar outro jogo estranho, a roleta russa.

O Anjo conclui…

É um jogo, sim… contudo, se o prémio é tão cobiçável, apenas uma coisa é certa se não o jogarmos o prémio não nos irá cair no colo. Em vários artigos escritos ao longo desta crónica foi sempre dito que a forma correcta é tomar uma atitude mais pró-activa e tomar controlo do destino.

Nada na vida é simplesmente fácil, aquilo que realmente vale a pena exige esforço e tributação de quem tenta alcançar. Isto faz-me um pouco lembrar os exames, quem estuda tem maior probabilidade de sucesso no exame. O mesmo acontece neste caso, não posso dizer que não existem azares e becos sem saída, mas também somos capazes de ver que erramos em alguns caminhos e voltar a trás para seguir uma nova direcção.

A forma mais simples que tenho para concluir este artigo é apenas dizer que a vida é como um barco, agora existem barcos que são desgovernados e aqueles que sabem para onde vão… a escolha cabe a cada um.

O dueto (Advogado e Anjo)

Pela transparência…

bannedAo longo dos últimos tempos temos vindo a denotar que alguns jogadores se queixam da transparência dos bloqueios e penalizações. Por este motivo, enquanto administrador de comunidade decidi que criar uma nova iniciativa, relatórios mensais sobre os bloqueios e pedidos de suporte entre outras actividades referentes às actividades da equipa.

Sendo esta a primeira vez que se pratica este tipo de actividade, gostaria de explicar um pouco sobre o funcionamento interno do suporte. Ao contrário de algumas acusações o suporte é todo ele registado em bases de dados que estão fora do acesso dos membros da equipa, que todos os dias é verificado aleatoriamente pelos administradores e pela empresa mãe.

No mês de Maio a nossa preocupação primária foi o desenvolvimento interno em métodos mais eficazes de controlo de comandos ilegais (envio / recepção de tropas e recursos no mesmo meio de ligação). Como resultado, das diversas operações de limpeza a estas situações irregulares foi possível verificar que muitos utilizadores não compreenderam as regras imposta no inicio do jogo, assim aproveitando o lançamento das rondas speed preparamos diversas alterações ao texto das regras que serão brevemente lançadas para a comunidade

Assim, sendo ficam aqui alguns dados sobre o mês de Maio:

Acção de suporte
Quantidade
Bloqueios de contas:
3137
Penalizações de contas:
4172
Solicitações de suporte atendidas:
7046
Insultos analisados:
800
Expulsões do servidor:
59

Outras actividades da equipa durante o mês de Maio:

  • Reestruturação das regras de jogo,
  • Preparação e desenvolvimento das rondas speed,
  • Recrutamento e treino de novos membros da equipa,
  • Verificação das actividades dos presentes membros da equipa e avaliação dos mesmos,
  • Planeamento e execução dos encontros com a comunidade,
  • Planeamento de alterações às candidaturas,
  • Entre outros.
  • Ricardo, Administrador de Comunidade