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chisum, um jogador do Tribos alemão


chisum
é um jogador do Tribos alemão.

1. Olá, chisum! Obrigado por nos dar esta entrevista. Para iniciar, pode contar-nos um pouco sobre a sua carreira no Tribos?
A minha carreira activa não é grande, comparadamente à de outros jogadores. Comecei algures no fim de 2004/início de 2005, quando um conhecido me perguntou se queria jogar com ele. Comecei a jogar tão depressa como ele me convidou, e estava com uma conta no mundo 3, onde permaneci por um ano e meio, até ter de desistir devido ao tempo limitado. Mas o “vício” era mais forte e, depois de alguns breves momentos no .de 6 e .de 10, na Primavera de 2007, juntei-me ao .de 12.
Deve ter sido por volta do fim de 2009/início de 2010 que muitos companheiros da tribo tiveram de desistir, devido à escola ou questões relacionadas com o trabalho e, lentamente, comecei a abandonar também – sem eles, deixava de ser o jogo que eu queria jogar.
Ocasionalmente, fui jogando, embora muito pouco, no .de 15 ou .de 16, e até cheguei a jogar no servidor espanhol, apenas para tentar coisas novas. Jogar em mais do que um mundo não era possível, para mim, por causa do tempo que é preciso, mesmo que o meu trabalho me permita jogar a qualquer altura do dia.
Então, quando abriu o BETA, no último ano, voltei a ficar viciado. Desde então, posso ser encontrado aí ou em qualquer conta no servidor alemão, se um antigo conhecido necessitar de um babysitter ou se eu precisar de uma conta maior num “ambiente em directo” para “testar” alguns erros ou recursos que encontramos no BETA.
Também estou envolvido num projecto fora do Tribos normal, ao qual me juntei há dois ou três anos – ainda que a nova versão não esteja a avançar tão rapidamente quanto eu gostaria, devido a falta de tempo.

2. Qual acha que é a estratégia mais útil no início do jogo?
A minha estratégia tem um nome simples: actividade. Na minha opinião, para ter sucesso, é preciso ser-se muito activo – pilhar, recrutar constantemente tropas ofensivas, manter os vizinhos fracos, construir a academia o mais rapidamente possível e conquistar uma segunda aldeia (com boa população e que valha a pena) a uma distância apropriada da aldeia original. Isto leva a um crescimento automático, dado que agora se tem mais tropas para saquear outras aldeias, entre outros. Os pontos vêm sozinhos, mesmo que as minas não sejam evoluídas.

3. E quais são as maiores armadilhas para os novatos?
Infelizmente, ainda há algumas para os iniciantes. A mais problemática, no meu ponto de vista, é o par inexperiência e inactividade. O Tribos é um jogo que qualquer um pode aprender a jogar com relativa facilidade.
Os novos jogadores juntam-se ao jogo, mas subestimam o factor actividade, que, como disse acima, é crucial.
Além disso, a maioria deles não se importa com a ajuda da Wiki, tutoriais, entre outros. Por isso, evoluem as suas aldeias à custa das tropas, ficam felizes se os pontos continuarem a crescer, constroem aldeias mistas e, assim, tornam-se fornecedores de recursos para os vizinhos, muito rapidamente.
Muitos cometem o erro de esperarem por um mundo novo, para começarem, pensando que, se forem dos primeiros a juntarem-se ao mundo, têm mais hipóteses de sucesso. Na minha opinião, tem mais lógica começar num continente mais afastado, tentando entender algumas coisas para conseguirem perceber o básico ou alcançarem a ideia-base do jogo. Nunca se devem desmotivar por serem constantemente atacados, porque há sempre formas de contra-atacar.

4. Acabamos de falar do início do jogo. Mas, mais tarde, que estratégia segue e por que razão?
Numa situação mais avançada, penso que o vigor e a paciência são as melhores estratégias. As frentes estão, normalmente, bloqueadas, fazendo com que, frequentemente, não valha a pena atacá-las directamente.
Por isso, é necessário desgastar o inimigo através de ataques constantes e de grandes dimensões. O ego do jogador ou a classificação deve ficar para segundo lugar, caso perceba que pode beneficiar a tribo.

5. Qual é a importância dos outros jogadores e/ou da tua tribo nesta estratégia?
No início, podes manter-te seguro a solo. Mas, mais tarde, torna-se impossível fazê-lo, sem uma tribo ou amigos co-players. De outro modo, podes baixar os braços e assistir a tua conta a ser levada pelo inimigo. Ou seja, sem uma tribo funcional, nem a melhor estratégia é suficiente.


6. O que pode dizer-nos sobre a sua unidade preferida?

Todas as unidades têm prós e contras. Escolher uma favorita é difícil – no final de contas, a combinação    das unidades é a chave para o sucesso. Não se agarrem a uma unidade favorita.


7.
Vamos tentar não o fazer! E qual é o significado do seu nome de utilizador, para si?
Sinceramente, não tenho uma ligação com o meu nome. Dado que não tenho qualquer criatividade nesse aspecto, escolhi, simplesmente, o título do filme que estava a dar na televisão, quando procurava um novo nome para o .de 12. Ainda o uso, para não ter de decorar muitos nomes e palavras-passe. Mas não posso dizer que gosto dele, na realidade.

8. É um utilizador de Conta Premium?
Obviamente. A Conta Premium facilita a gestão da conta e ajuda a reduzir o tempo necessário, para que, em vez disso, nos possamos focar nas partes essenciais do jogo. Até um certo tamanho, consegue-se gerir tudo sem Conta Premium, mas, mal os ataques em massa começam a chegar, torna-se stressante.

9. O que considera mais desafiador, no Tribos?
O maior desafio, para mim, foi encontrar formas e caminhos para destruir os inimigos com a ajuda dos companheiros de tribo.

10. O que mais aprecia no jogo?
Se se olhar para o motivo pelo qual desisti, inicialmente, deve tornar-se óbvio: a comunicação e companheirismo na tribo são muito importantes para mim.

11. E, por fim, mas não menos importante, pode recomendar um tipo de música em particular, para ouvir enquanto se joga Tribos?
Para mim, depende da altura do dia, e mesmo do estado de espírito. Eu, normalmente, prefiro ouvir a minha estação rock de rádio preferida, mas, também, algo relaxante, como música clássica. É um contraste forte e interessante, mas é bastante agradável.

Speed – Milestone!

Não é pequeno feito estamos a aproximar da milésima ronda speed. O percurso até aqui não foi simples, pelo contrario foi deveras atribulado, contudo considero que estamos todos de parabéns – tanto jogadores como a equipa de suporte em finalmente estamos a chegar a tal marco.

Para celebrar tal feito será feita uma ronda especial entre jogadores e equipa de suporte. Qual o motivo para chamarmos esta ronda “especial” podem questionar-nos?

Apesar de não estamos a contar fazer a ronda com a nova versão 7.0, visto esta ainda estar na fase final de preparação, temos dois grandes factores a trazer nesta ronda:

  • A presença da equipa de suporte, como devem saber a equipa de suporte não são jogadores activos visto que o trabalho e as responsabilidades ocupam practicamente o nosso tempo todo, contudo iremos tirar as 24h para podermos divertir um pouco com os jogadores e jogar aquilo que consideramos uma ronda fascinante.
  • Como alguns devem saber, antes do lançamento de um mundo a equipa de suporte junta-se para testar o mundo, contudo na generalidade dos casos temos apenas 7 dias para testar um ano de desenvolvimento do jogo, e por esse motivo subimos com a velocidade até aos 25.000x e abusamos dos servidores ao máximo para ter a certeza que eles vão aguentar a carga. Esta ronda, infelizmente não pode ser a esta velocidade, mas como é a 1000ª ronda achamos perfeito faze-la a 1000x.

Bem, vamos agora trabalhar nas configurações e iremos manter-vos actualizados.

Ricardo Vitoriano, Gestor de Comunidades

Walking on Six!

Depois de escrever umas palavras sobre a versão 6.0, com o objectivo de informar os leitores do blog sobre as novas funcionalidades desta versão, decidi então vasculhar a opinião de diversos jogadores, moderadores do fórum, moderadores do jogo, co-administradores e até o administrador.

Foi então que abracei este artigo com o intuito do revelar a opinião dos mais variados usuários, moderadores, e até administradores.

Optei por ser breve nos inquéritos, mas objectivo. Aos jogadores fiz três perguntas, e aos restantes apenas uma.

Começando pelo lado dos usuários, inquiri o BrunoFF, o Sir Filip, o Tschüss e o Infectedking. Usei três meras perguntas:

  • O que acha da versão 6.0?
  • Acha que o Tribos melhorou em relação à versão anterior?
  • Tem dúvidas sobre a versão 6.0? Se sim, quais?

Começando pela  primeira e  mais obvia pergunta, Tschüss disse-me que era um passo em frente na optimização do Tribos, nomeadamente o sistema de reservas, tal como Sir Filip e BrunoFF que elogiaram o sistema de reservas, Infectedking adjectivou esta versão com algum potencial.

Em relação à pergunta que se seguiu – Acha que o Tribos melhorou em relação à versão anterior? – todos responderam que sim, uns mais enfaticamente do que outros, mas o opinião geral foi positiva.

Por fim, sobre as dúvidas, ficou-se pelo cinquenta/cinquenta, Tschüss e Infectedking afirmaram não ter dúvidas sobre esta versão, e BrunoFF e Sir Filip disseram ter ainda algumas dúvidas sobre o acampamento.

Quanto aos restantes, isto é, quanto aos moderadores do fórum, os moderadores do jogo, os co-administradores e o administrador obtive respostas concretas quanto a esta nova versão. Shanan disse-me que gostava imenso, Rafita King está um pouco cauteloso quanto aos acampamentos, Aquarius optou por dizer que os acampamentos são uma fonte de novas estratégias, embora seja um pouco complicado de usar devido à necessidade de cunhar moedas. Arodrigues afirmou enfaticamente que esta versão é uma das mais interessantes que surgiram no TW, Ogait87 gostou da implementação do sistema de reservas e do acampamento. Por fim, o administrador Ricardo disse-me que a versão 6.0 veio trazer aquilo que sempre foi pedido e suplicado.

No meu caso, à semelhança dos anteriores, gostei bastante do sistema de reservas, embora ainda haja jogadores “às escuras”.

A História de Avandreolina – Episódio 3

Avandreolina queria gritar… mas não podia deixar que o seu disfarce fosse descoberto.
Gebor estava ofegante. A idade pesava sobre os seus ombros largos e a cota de malha parecia mais pesada que o normal. Sentou-se ao pé de um poço que estava posicionado ao pé de um celeiro a arder. Ninguém parecia preocupado por tal fogo.
Os restantes cavaleiros da capital pegavam no corpo de Trog e dirigiram-se para fora da aldeia para lhe dar uma morada mais condigna.
Parecia ter passado horas até que o resto do grupo chegou à aldeia com o aldeão ferido.
O porta voz dos cavaleiros estava lívido. Não conseguia pronunciar uma palavra. Belta e os companheiros olhavam para a cena mudos.

Gebor tomou a palavra:
Gebor: – Temos que partir imediamente. A aldeia foi atacada pelos Jurgos. O general tem que saber de tal traição.
Porta voz: – Como? Jurgos? Tendes a certeza?
Gebor: – Sim. Consegui retirar o elmo de um dos cavaleiros. Trazia na face a marca dos Jurgos.
Avandreolina: – Quem são os Jurgos?
Porta voz: – Aliados do Nordeste
Gebor: – Ex-aliados…
Belta: – Os Jurgos nunca foram aliados deste reino.
Porta voz: – Sempre tivémos um inimigo comum e tínhamos um pacto de não agressão!
Belta: – Quantos Jurgos morreram a proteger este reino?… NEM UM! – Gritou
Avandreolina parecia não reconhecer Belta. Nunca o vira tão irado.
Gebor: – Tínhamos um pacto para combater juntos a Tríade… é passado. Perante tal agressão não podemos ficar aqui. Com certeza que os cavaleiros negros vão avisar os seus companheiros. Temos que sair daqui o quanto antes. Temos que chegar à capital!

O porta voz dirigiu-se a Avandreolina, sem sequer reparar na criança que se escondia atrás dela.
Porta voz: – Devolva-me a montada!
Avandreolina: – Perdoe-me… as circunstâncias assim o exigiam!
Porta voz: – Se estivéssemos na capital poderia acusá-lo de roubo! Para uma próxima mostre maior apreço pelas suas mãos.

Avandreolina largou a rédea do cavalo e entregou-a ao porta voz. Pegou na criança e colocou-a em cima do seu cavalo, trazido por Belta. Dirigiu-se ao ferreiro da aldeia procurando ferraduras para o seu cavalo.
O ferreiro estava completamente devastado. Tudo estava espalhado pelo chão e o lume do ferreiro estava já frio. Avandreolina encontrou as ferraduras que precisava e próximo delas uma pequena caixa metálica.
Lá fora Gebor chamava por todos pelo que colocou a pequena caixa numa saca que trazia à cinta e correu para junto dos outros.

Belta acalmava a pequena criança e levava no seu cavalo o homem ferido. O grupo pôs-se a cavalo e dirigiu-se para o planalto que antecedia a montanha mais alta do reino…

———

Na capital todos os cidadãos estavam atarefados. No mercado ouviam-se gritos em várias línguas e os mercadores galanteavam as senhoras com promessas de uma vida exótica se comprassem os seus produtos; nas ruas circulavam várias carroças carregadas de alimentos, armas e tecidos sem cuidado com os míudos que corriam pela cidade; o porto fedia a peixe e era o recanto de um jovem franzino que, sentado no cais, olhava o pôr do sol ao longe imaginando um mundo de aventuras sem fim.
No castelo a azáfama e nervosismo eram notórios em todos. Corriam criadas de um lado para o outro corrigindo os meninos que não paravam quietos; na cozinha preparava-se um grande banquete e o chefe da cozinha tinha constantemente que corrigir aquele maldito miúdo que não sabia cortar batatas; as aias e as senhoras comentavam entre si frases sem sentido, “será que são iguais?”, “quantos virão?”, “ouvi dizer que o seu sangue não era vermelho”; o rei estava reunido com uma dúzia dos seus conselheiros que lhe davam pormenores acerca do que se iria passar; o rei roía as unhas nervoso escutando com atenção e receio de perder algum pormenor importante.
Conselheiro 1: – “É importante que não se façam comentários sobre o seu exotismo…”
Conselheiro 2: – “Temos que mostrar que aliarem-se a nós é a sua melhor escolha”
Conselheiro 1: – “É preciso arranjar um local conveniente para os seus aposentos”
Conselheiro 3: – “Quando chegarão os esquadrões reais?”
Conselheiro 4: – “Devem estar a chegar”
Conselheiro 2: – “Não tenha receio de mostrar altivez”
Conselheiro 1: – “As mulheres usam uns trajes muito diferentes…”
Conselheiro 3: – “Assim vão chegar atrasados!”
Conselheiro 1: – “… mas não se podem olhar nos olhos…”
Conselheiro 4: – “Vão chegar quando for preciso”
Conselheiro 2: – “Eles sabem reconhecer o poder quando o vêm”
Conselheiro 1: – “… nem nos tornozelos!”

De repente abre-se uma porta do salão real. Um velho criado anuncia:
Criado: – “Vossa alteza, chegaram os convidados!”
Rei: – “Mandai-os entrar!”
Criado: – “Sim, vossa alteza.”

As portas do salão abiram-se de par em par deixando entrar um leve cheiro a incenso.
Um homem alto e musculoso entra à frente com um turbante que parecia não caber na sua enorme cabeça. Atrás dele entram várias mulheres de véus roxos, lilázes, azuis e verdes.
O salão enche-se de cores e música. Ouvem-se instrumentos de cordas e sopro a aproximar-se. Entra de repente um grupo de 8 homens, cercados por aquilo que pareciam ser claramente soldados, que trazem nos ombros uma liteira.
Os soldados pousam as suas cimitarras no chão. os homens pousam a liteira no meio do salão e a música que provém de fora pára.

Da liteira sai um homem de pele escura, com um turbante branco carregado de jóias de muitas cores. Os conselheiros do rei estão boquiabertos.
O homem toma a palavra:
Naren: – “Boa noite bom rei, cheguei em má altura?”

—–

Coloquem comentários em:

http://forum.tribos.com.pt/showthread.php?t=31568

Aquarius,
Daniel

Seriedade… ou serenidade…

ILHYEste artigo é co-escrito, entre o Advogado do Diabo e o Anjo da Guarda e surge do resultado de um café entre amigos e da eterna batalha argumentativa de qual é a relação ideal e será que é melhor as relações que perduram versus as relações pontuais.

O Advogado,

Antes de mais, deixem apenas dizer que vou utilizar a palavra “serio” e as suas variantes fora do meu conceito no que se aplica a relações. Apesar o termo de relação seria, no meu entender também acaba por tocar neste ponto de intimidade e compromisso, creio que a seriedade de uma relação é algo mais complexo e profundo que apenas números de coisas e que se fazem e a sua frequência num calendário.

Como pré-conceito irei partir da máxima que todas as pessoas do planeta estão dispostas a algures na sua vida a terem uma relação inconsequente do dia de amanha e por esse motivo fica já uma aleluia ao nosso anjo.

Ontem, na nossa conversa acesa profanei o conceito de relações e as dinâmicas existentes entre os diversos tipos de relações. Sendo que o supra-ex-líbris foi porque motivo deveria de ter uma relação seria se consigo ter os prazeres carnais ao entrar num bar e os prazeres metafísicos em conversas como aquela que estávamos a ter com os meus amigos (e amigas, por incrível que pareça também tenho disso) mais próximos.

A verdade é que as relações estáveis apresentam algumas vantagens, por exemplo saber o nome da pessoa que está ao nosso lado quando abrimos os olhos. As constantes trocas de mensagens e telefonemas com frases do género onde estás!? – upss, isso é uma das más partes… ou talvez como disse o outro senhor, ouvir um amo-te sentido! No entanto, sem querer insultar as gerações mais novas, como é que se sabe que o amo-te ou a sua versão light, o adoro-te, é sentido? As palavras e os conceitos, tal como tudo no mundo, mudam o seu significado. Eu lembro-me de nos meus tempos de juventude uma miúda dizer-me amo-te era assustador, significava algo de muito importante e que ela me via como um parceiro para a vida e rapidamente sentia o sufoco da responsabilidade. Aquilo já era algo bastante serio e daquele momento em diante acabava-se a brincadeira para o bem ou para o mal.

Para felicidade, e também para a minha infelicidade, os meus ouvidos já ouviram vários “amo-te” e “adoro-te”. Mas nenhum me marcou tanto como em 2004, enquanto ia-me divertindo com uma amiga colorida que estava numa situação pouco normal de relacionamento para se andar a divertir. Foi num fim-de-semana de maratonas que a dada altura ela me disse “amo-te” o momento não podia ter sido pior, porém segundo o código da guerra dos sexos, coisas ditas nessa altura devem ser ignoradas e assim o fiz. Mas com o passar dos dias o “amo-te” começou a surgir com maior frequência, apesar de nunca lhe ter dito de volta as mesmas palavras comecei a reparar que essa expressão surgia em alturas particulares, quando os benefícios da nossa amizade não estavam a ser utilizados. A expressão tinha-se tornado num reflexo condicionado do Pavlov, era a campainha que anunciava um convite desportivo.

Apesar de todas as minhas folias e fugas às relações serias, já estive metido em algumas – afinal de contas como podemos saber que algo não foi talhado para nós antes de experimentarmos? No entanto é certo e sabido que somos o produto do nosso passado, constantemente preocupados com o futuro e a deixar fugir o presente, por este motivo sempre fui uma pessoa muito consciente e fatalista no que toca a relações serias, sei o que realmente quero e o que estou disposto a dar por isso. Com toda a minha experiencia de vida a taça não é o troféu máximo, pelo contrário é algo fácil de obter num bar a 20 km de minha casa (nos mais próximos estou um pouco marcado ou teria de repetir a corrida).

No entanto existe uma necessidade do sexo feminino de complicar as relações, e de as planear. Ora se num encontro casual as coisas acontecem, e como dito anteriormente todos nós estamos pré-disposto a tentar pelo menos uma vez… porque é necessário complicar aquilo que na teoria já é serio? Falemos de novo da famosa taça, ora bem se for sair ao tal bar, no máximo são 5 horas até chegar ao final da taça, porém se for arriscar numa relação seria com essa mesma pessoa habilito-me à taça passados 5 meses… o ridículo disto é que pode ser a mesma pessoa a levar percursos diferentes, mas quando estou a investir para algo de nem trocar o número de telefone é um par de bebidas e umas piaditas parvas. Ora se for algo serio… é uns jantares, cinemas, passeios por acolá, conhecer os pais, etc…

Ou seja, discordo! Não me faz sentido que os actos inconsequentes sejam de borla e os sentidos sejam os olhos da cara. Agora deixarei o Anjo discursar um pouco para contra-atacar…

O Anjo,

As relações são mais que uma postura carnal, são uma cumplicidade ao mais alto nível entre duas pessoas. Uma relação é o complemento de duas pessoas numa entidade de consciência comum, é um processo de entrelinhamentos entre um par e não é algo passível de acontecer de um dia para o outro, exige trabalho árduo inicial na construção de alicerces sólidos e constante manutenção daquela chama que os une.

Infelizmente é quase impossível de determinar se as relações irão funcionar ou não, depende imenso das pessoas envolvidas como dos meios exteriores. Acontece muitas vezes que por mais vontade de uma das partes (ou mesmo das duas) em fazer tal relação perdurar pode não ser o suficiente. Gosto de pensar que as relações no seu estado inicial são como o gato de Schrödinger.

O gato de Schrödinger,
A teoria de Schrödinger basea-se na relatividade dos eventos (física quântica), simplificando a teoria, Um gato está fechado dentro de uma caixa com algo venenoso, cabe ao gato decidir se irá se alimentar do veneno ou não. Porém o observador nada sabe sobre o estado do gato até abrir a caixa. Durante o tempo que a caixa está fechada para o observador o gato está simultaneamente vivo e morto. A certeza é apenas atingida com a abertura da caixa.

Quer isto dizer, que até ambas as partes atingirem um consenso de quanto querem investir nessa relação tudo é incerto, esta é uma relação que tem tudo para chegar ao “happy ending” tal como ao “crash and burn” tudo que lhe falta é abrir a tampa na caixa de Pandora e descobrir os males que dela saíram e a esperança que ficará.

Das relações que falham pouco há a dizer, senão compreender o porque de terem falhado e o que esperar no futuro, tal como o advogado disse, o passado marca-nos no entanto não tem de ser o assassino do nosso presente e futuro.

As relações que continuam, precisam agora de ser trabalhadas e limadas para garantir a sua continuidade, no entanto nesta fase surgem já os verdadeiros benefícios de uma relação estável. Quem não gosta de depois de um dia tenebroso chegar a casa e ter a sua cara-metade para o receber com aquele genuíno sorriso de felicidade. As palavras podem ter vindo a perder o seu significado, talvez hoje o “amo-te” seja utilizado de mão leve para diversas situações, no entanto isso não quer dizer que a emoção “dos tempos antigos” tenha desaparecido, pode sim ter-se diluído no termo – mas isso só o torna ainda mais especial quando se encontra algo tão sincero e sentido.

Não existe, nenhuma, acção no mundo que não possa ser feita de leve ânimo, seja um beijo, um abraço, um carinho, etc… no entanto a realização pessoal de se fazer esses actos a alguém que realmente queremos agradar todos os dias.

Uma relação séria é quando conseguimos abrir mão do nosso coração para entregar a outra pessoa sem pedir nada em retorno, e apenas esperar que essa pessoa não o vai partir.

O advogado contra-ataca…

Será possível de se esperar que uma relação foi feita para perdurar? Se uma relação é feita de sentimentos mútuos e deve ser sincera (segundo o que percebi e do qual não discordo). A questão que levanto não é do conceito geral de uma relação, mas sim da sua real existência e se realmente valerá a pena procurar estas?

Se uma relação séria tem como uma das bases a sinceridade dos sentimentos, a que se chamará a uma relação que é programada? Digo programada na forma como evolui… lembro-me do meu último relacionamento, altamente condicionado pelos faux pas do indivíduo que me precedeu, verdade que não sou nenhum anjo (para isso existes tu meu amigo). Mas partindo do principio que o passado foi de tal forma marcante sobre a outra pessoa que condicionou as atitudes desta nova relação. Seria de se esperar algo diferente? Talvez sim, talvez não… cada pessoa lida com a sua bagagem de forma diferente.

Podia-se argumentar que se travava apenas de um simples caso de “wrong time, wrong place” porém a causa de morte de pouco interessa a realidade é que encontrar o nível de sinceridade emocional para criar as tais bases é uma utopia, que nem mesmo nessa ilha deve existir.

Outro ponto pelo qual sou obrigado a discordar é nas relações falhadas. Não só pelo facto acima indicado porém algo mais pessoal, que são as cicatrizes emocionais que os relacionamentos deixados para trás. Para mim o melhor tratamento para isso é voltar ao jogo e relembrar-me que ainda tenho algo que atrai o sexo oposto. No entanto, tal como disse, diferentes pessoas diferentes formas de lidar com a “rejeição” varias atiram-se numa espiral de depressão (um termo que também diluiu a melancolia e os sentimentos perca).

Não discordo que as relações estáveis contribuem para um ego mais forte e saudável, melhorando significativamente o nosso estado. A minha divagação sobre este assunto prende-se à velha questão será que os meios justificam os fins? Todo o investimento que é necessário para encontrar (e nada garante) a tal relação? Afinal de contas este jogo de seduções, faz-me lembrar outro jogo estranho, a roleta russa.

O Anjo conclui…

É um jogo, sim… contudo, se o prémio é tão cobiçável, apenas uma coisa é certa se não o jogarmos o prémio não nos irá cair no colo. Em vários artigos escritos ao longo desta crónica foi sempre dito que a forma correcta é tomar uma atitude mais pró-activa e tomar controlo do destino.

Nada na vida é simplesmente fácil, aquilo que realmente vale a pena exige esforço e tributação de quem tenta alcançar. Isto faz-me um pouco lembrar os exames, quem estuda tem maior probabilidade de sucesso no exame. O mesmo acontece neste caso, não posso dizer que não existem azares e becos sem saída, mas também somos capazes de ver que erramos em alguns caminhos e voltar a trás para seguir uma nova direcção.

A forma mais simples que tenho para concluir este artigo é apenas dizer que a vida é como um barco, agora existem barcos que são desgovernados e aqueles que sabem para onde vão… a escolha cabe a cada um.

O dueto (Advogado e Anjo)

Relações de Maio a Setembro…

Ao ler alguns dos comentários do artigo anterior deparei-me com algo que já em certo aspecto fez parte da minha vida e complicado de se lidar…

Com toda a certeza isto toca em dois aspecto complicados de qualquer relação que (ainda) não existe… a diferença de idades e o receio da tampa.

Sobre a idade, tenho a dizer que isso é indiferente, como o nome do artigo se apelida Maio a Setembro serve para catacterizar relações com diferenças de idade até aos 10 anos, ora Maio a  Dezembro já são para diferenças de mais de 10 anos e até aos 20 de diferença.

Como disse logo no inicio, considero que a idade é um factor irrelevante (desde que não haja uma ilegalidade) a determinar se uma relação deve ou não existir. Existem vários casos “mediáticos” de relações que funcionam com grandes disparidades de idades, veja-se: Demi More, ou Michael Douglas…

Quem é que ainda não passou por momentos parecidos como estes?
Gostar de alguém que é mais velho e que sabes que não tens hipótese, mas querer na mesma ela…que difícil…

Eu ainda ando na escola e ter que levar com ela todos (ou quase todos) os dias…não é propriamente bom.
Apesar de o que o que disseram não ter experimentado, mas este de haver esta “barreira” é muito má.No caso descrito é um namorado que anda ai cmg para alem disso é a idade,por acaso ela tem namorado, e não sou capaz de lhe dizer que gosto dela apesar de saber que vou levar uma tampa

Não sei se isto será spam, apenas quis partilhar a experiência.

(comentário de um jogador)

Porém as relações com grandes diferenças de idades são não só o desafio visual para a sociedade como é um grande desafio para o casal. Com a diferença de idades e quanto mais acentuada maior será (possivelmente) os presentes objectivos de vida, um dos tais pode ser casamento e filhos (para quem os quer). É aqui que acima de tudo é preciso uma grande maturidade do casal, em encontrar uma forma de por as coisas em andamento.

O desafio social é outro grande obstáculo,  esqueçam lá os desconhecidos no meio da rua… esses pouco ou nada interferem, a verdadeira dificuldade está na convivência com os amigos das respectivas metades do casal. A cada qual deve caber um grupo de amigos mais próximos, que na sua generalidade devem ser da mesma idade do seu amigo e assim criar mais um “gap”.

Relações com disparidades de idades funcionam, mesmo que a minha experiência tenha sido um tiro ao lado. O que é certo é que estas relações exigem mais esforço que as relações ditas “normais”.

No caso referido, idade e cão de guarda… bem, a falar por mim isso ainda me fascinava mais… mas temos de ver que qualquer tampa é tramada para o ego de qualquer pessoa (mas isso fica para um próximo artigo).

Então sem estragar o próximo artigo,  mesmo sem que uma pessoa se envolva fisicamente com alguém a atracção metafisica é algo deveras poderoso sobre o nosso frágil estado psicológico. É possível que uma pessoa tenha que passar por um luto emocional mesmo sem nunca ter saído com a cara-metade.

O que fazer em tal caso? Existem 2 caminhos, o de fazer algo ou continuar nos bastidores… eu pessoalmente sou a favor do fazer algo. Ficar nos bastidores é apenas alimentar o crescimento de um sentimento que ficará sempre na duvida e sem saber o que irá acontecer (o que mais provavelmente é nada)…

Como nunca fui pessoa de acreditar no fatalismo do destino, pelo contrario sou firme crente que cada qual faz por aquilo que tem, sempre abordei os meus problemas de frente… Se der deu, se não der… oh bolas, está na altura de lamber as feridas…

Existem milhares de pessoas no mundo, com as quais cada um se cruza todos os dias apenas por sair de casa ou por ligar o computador. Se uma tentativa falhar, acredita há mais pessoas no mundo e (estaticamente falando) melhores!  por isso uma tampa até pode ser algo de bom! custa certo, mas quem sabe se não será pelo melhor? Uma coisa é certa, quanto mais cedo se tenta mais fácil e rápida será a recuperação…

Pelo outro lado, imagina que até funciona… os dois até tem tudo para ir longe e uma excelente técnica de engate!? Maravilhoso? Sim, se como disse anterior ambos tiverem os pés bem firmes no chão para se comprometerem a fazer o tal esforço extra para por as coisas sobre rodas.

Honestamente, desejo-vos um bom desfecho e lembra-te há dois tipos de pessoas no mundo, os que fazem por aquilo que querem e o resto.

Santificado Advogado do Diabo 🙂

Conta Premium – Benefícios

Conta Premium – Benefícios

Como conversado com o Lamios anteriormente sobre este artigo, vou editá-lo pois a meu ver, o anterior estava bastante incompleto.

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Antes que comecemos a falar das vantagens da Conta Premium, temos que explicar o que é uma Conta Premium do Tribos. O que é uma Conta Premium?

A conta premium é nome que se dá a um certo tipo de conta, ou seja, o responsável da conta ou não, paga um valor monetário à empresa criadora do jogo (Innogames) para ajudar no desenvolvimento do jogo, a empresa criadora (Innogames) oferece uma conta premium. Essa conta premium têm várias vantagens…  mais à frente iremos falar sobre as vantagens.

Para quem não sabe, a abreviatura de Conta Premium é CP.

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Quando se deve usar?

A meu ver pessoal, não tem significado algum usar a Conta Premium (CP) no início. Só verá a real diferença, quando começar a ter algumas aldeias. A título pessoal, conseguia gerir bem a minha conta, sem CP, até mais ou menos às 20 aldeias, mas a partir dessa altura, a CP dá um grande jeito, principalmente na poupança de tempo para efectuar o recrutamento, como a mudança entre as aldeias. Antes de ter premium, demorava cerca de 30 mins a efectuar o recrutamento, a verificar as aldeias e construções, e depois de ter a premium, demorava uns 15 mins. Este tempo, com uma média de 20 aldeias, claro.

Por isso, acho que a partir de um certo número de aldeias, a CP é essencial para a continuação de Jogo.

Se for Líder de uma tribo a meu ver acho que é aconselhável ter CP desde o ínicio, pois um brasão da tribo fica sempre bem, porque infelizmente ou não vários jogadores dão importância a isso.

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Agora iremos falar sobre as várias vantagens que uma Conta Premium oferece:

– Fila de Construção:

A meu ver, é a única vantagem que justifica ter CP no início do jogo. Com a CP, poderá efectuar até 5 ordens de construção, tanto no Edifício Principal, como no Ferreiro. Poderá adicionar mais construções mas, a partir das 5, será cobrado um extra de recursos por cada ordem extra.

– Tamanho do Mapa: O tamanho do mapa pode ser ajustado do padrão 7×7 até o máximo de 15×15 campos, o que permite um estudo mais rápido dos nossos vizinhos e não só…

– Visualização geral da aldeia: Com esta opção, poderá ver o progresso das construções e recrutamento, em tempo real, e sem ser preciso aceder ao edifício, tudo na visualização gráfica da sua aldeia. Também verá a movimentação de suas tropas na visualização geral da aldeia.

– Marcar jogador com cores e símbolos de ataques: Uma das recentes actualizações trouxe um código de cores, para marcar os jogadores no seu mapa. Também terá símbolos sobre as aldeias, quando está a enviar comandos para as aldeias em questão, diferenciando os símbolos para uma melhor compreensão, tanto em atacar, como em ser atacado.

– Barra de acesso rápido: Para mim, uma das melhores coisas que a CP tem, para ganhar tempo a efectuar as variadas acções possíveis em cada aldeia, tal como pode colocar scripts que facilitem as suas acções.

– Menus de um clique: Outra coisa que nos poupa tempo é estes menus, que ao colocar o rato por cima deles aparece uma lista flutuante em queda com todas as opções dentro do mesmo. (exemplo: ao por o rato em cima de tribo, podemos aceder directamente a propriedades ou diplomacia)

– Scripts: A conta premium permite a utilização de vários scripts úteis, disponíveis no fórum do tribos. Alguns scripts, como o “script do mercado” ou o “recrutar em massa” são extremamente úteis principalmente quando já temos mais de 50 aldeias.

– Outras visualizações estão disponíveis: Terá outro tipo de visualizações das suas aldeias, como combinado (sumario de produção, pesquisas e tropas) forças (sumário de tropas nas próprias aldeias) comandos, em chegada construções, pesquisas, grupos. Estas opções faz com que possa organizar as suas aldeias como quer, e nomeadamente os grupos dão muito jeito, para as poder dividir por continentes ou por tipo de aldeia, o que facilita numa altura que está a ser atacado, e precisa de agir rapidamente.

– Navegar entre aldeias: A opção que mais gosto, e que me faz ganhar mais tempo, que é o navegar entre aldeias muito facilmente, e rápido. Ao pé do nome das aldeias aparecerá umas setas que poderão ir para as aldeias seguinte, conforme tiver as aldeias organizadas, sempre por ordem alfabética ou numérica. Uma outra boa opção, é na praça de reunião, que poderá visualizar as suas aldeias, como as aldeias recentemente atacadas, e até pode criar um favorito de aldeias.

– Informações do mapa: Aqui está uma das informações que foram trazidas recentemente, numa das actualizações e que ajudam bastante. Poderá ver, numa barra de informação, quando passar o rato por cima da aldeia, inúmeras informações, desde o tempo que cada tipo de tropa demora até chegar àquela aldeia, como a moral. Se for a uma aldeia sua, até verá os recursos e as tropas que tem na aldeia.

– Mapa político: Poderá, no seu mapa, activar o mapa político, e visualizar como estão distribuídas as áreas dominadas por si, e pela sua tribo.

Brasão: Poderá carregar um brasão para o seu perfil, e se for duque de uma tribo, para a sua tribo também.

– Recrutamento: Para mim, esta é também uma das vantagens de ter CP, que mais ajuda, quando tiver muitas aldeias, já que poderá efectuar o recrutamento das suas tropas, de uma só vez, sem ter que ir individualmente a cada aldeia, o que dá para ganhar imenso tempo para estudar os inimigos e claro atacar.

– Perfil dos Inimigos: Com a CP, terá um link directo (“Arquivo de Utilizador”) para o Twstats, nos perfis dos jogadores, tal como poderá adicionar o jogador à lista de contactos e marcar o jogador no mapa.

– Perfil das aldeias: poderá enviar recursos através do link da aldeia, como também poderá adicionar a aldeia aos favoritos, que aparecerá na praça de reunião ou mercado, quando necessitar de enviar recursos ou tropas.

– Academia: Excelente ajuda, para quando já estamos bem evoluídos. Podemos Armazenar recursos/Cunhar moedas em massa, sem ter que ir aldeia a aldeia.

Bloco de Notas: Pode guardar informações aqui, ajuda imenso quando é para sitting para troca de informações entre contas para que não se cometa alguma ilegalidade.

Amigos: Pode adicionar amigos, e verificar quando os mesmo se encontram online.

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Aqui estão os factores principais, para que devamos usar Conta Premium, e o porquê. Certamente este artigo irá sofrer algumas actualizações, até porque acho que ainda poderá faltar algumas coisas para adicionar, e também em futuras actualizações de benefícios da conta Premium.

Concluo que, é impossível jogar sem ter Conta Premium, principalmente quando começamos a ter imensas aldeias, a meu ver pessoal, a partir das 20 aldeias, começa a ser essencial e de uma grande ajuda.

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Agradeço ao Lamios, e nomeadamente ao Pekenino, para completar este artigo.

Poderá comentar este artigo no Seguinte link: http://forum.tribos.com.pt/showthread.php?t=20842

Espionagem – Necessário?

Olá,

Como eu no fundo sou um desocupado aos fins de semana (:P), aqui vai mais um artigo. O tema? Espionagem.

Um dos piores pesadelos dos líderes de tribo é a espionagem. A espionagem no Tribos, para quem não sabe, não é mandar 2 vikings roubar documentos secretos do forum da tribo, nem enviar os batedores para ver as tropas (embora possa ser).

A espionagem é a inserção de meio deliberado de membros de confiança em tribos adversárias, de forma a ter acesso ao fórum das mesmas e às mensagens colectivas.

Os benifícios são muitos – a possibilidade de antecipar ataques coordenados, de ver quais os membros que estão mais fragilizados em termos de tropas… Um bom espião até pode utilizar a secção do mercado no fórum para descobrir as necessidades do jogador! Por exemplo, se precisa de ferro pressupõe-se que seja para tropas e antecipam-se ataques ao mesmo, antes que elas sejam aumentadas…

Outro ponto importante a que os espiões têm acesso são as mensagens colectivas e o geral do fórum. Um bom espião tem de transferir as informações no momento, e pode aproveitar-se (se a pessoa que o colocou lá for inteligente) de momentos de maior fragilidade na união da tribo para aliciar membros descontentes com convites, criando confusão interna.

Certamente têm reparado que já algumas vezes me referi a bons espiões. Mas será que existem de facto BONS espiões? A mim, não me parece. Qualquer jogador que enverede pelo caminho da espionagem contraria a total natureza do tribos em si, que como a frase diz, é ” um jogo de guerra sobre a era mediaval”. Mas métodos são métodos.

Para finalizar deixo aqui umas sugestões para evitar a entrada/detecção de espiões.

– Utilização da ferramenta membros de confiança para disponibilizar, um a um, a todos os membros, informações falsas, e verificar se elas foram utilizadas.

– Processo rigoroso de  recrutamento

– Reserva de aldeias inimigas num forum oculto e por PM ao líder. Também enviar PM ao líder para verificar se a aldeia não está reservada.

Espero que tenham gostado, e deixo-vos aqui com uma comparação:

“os espiões são como uma pandemia. entram, afectam e alastram…”

Cumps

Lamios

Estás pronto para mundo V?

O mundo V,

fort-01

Estamos neste momento a testar o mundo V para lançar ao publico no dia 27 de Agosto. De momento tenho apenas a dizer que os testes estão a correr muito melhor que o esperado e não vemos nenhum motivo para atraso do mundo.

O mundo V,

Como seria de esperar este mundo já trás os fortes de raiz e irá correr na versão 1.21.

Acreditamos que além de ser uma óptima oportunidade para planear estratégias com os seus amigos e vizinhos, será interessante ver a corrida aos fortes.

Assim, o novo mundo do West, irá ter uma enorme competitividade e será recheado das aventuras que todos gostamos.

Ricardo, pela equipa de suporte