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Candidaturas ao suporte

A gestão do projecto, vem por este meio informar todos os interessados que estão abertas as candidaturas à equipa de suporte até ao final do dia 23 de Outubro. As mesmas estão acessíveis no portal: http://candidaturas.solutions.pt/

Recordamos, que o prazo não é curto e é necessário que os candidatos respondam a duas questões. Visto que a avaliação é feita apenas em base nestes textos que elaborem os mesmos.

Ainda, deste momento em diante o processo das entrevistas dos candidatos na segunda fase será todo feito por Skype, utilizando o recurso de chamada de voz (apenas).

Boa sorte a todos,
Ricardo Vitoriano

 

Maior transparência!

De acordo com uma das nossas promessas de natal, antecipamos um pouco os nossos planos e decidimos disponibilizar desde já um dos nossos documentos internos mais antigos, as regras da equipa.

É um conjunto simples de princípios  pelos quais todas as acções da equipa de suporte se deve reger em todas as circunstancias. Este passa agora a ser visível na nossa plataforma de candidaturas, na introdução (disponivel em: http://candidaturas.solutions.pt/candidaturas/ ).

Com o levantamento do sigilo deste documento esperamos que a comunidade fique com um maior conhecimento do funcionamento interno da equipa, que compreendam como actuamos e quais os nossos standards. Da mesma forma, aproveitamos para generalizar a consciência de todos os futuros candidatos ao suporte qual é o acordo que estarão a assumir para com a comunidade e os restantes membros da equipa aos candidatarem-se e se seleccionados.

Despeço-me de todos,

Ricardo Vitoriano

A equipa & os (des)encontros…

001A equipa de suporte por cada centena de milhares de bloqueios de contas, insultos processados, solicitações de suporte respondidas, cartões no fórum, tópicos removidos e todas essas coisas que parecem que irritam alguns dos jogadores precisa de espairecer um pouco… e por esse mesmo motivo acabamos por marcar aquilo que chamamos de encontros da equipa.

E pelas próximas linhas de prosa  sem grande sentido irei dar a conhecer um pouco da equipa de suporte como um grupo (de amigos) unido capaz não só efectuar as suas funções de forma profissional, mas também serem uns animais de festa quando nos é possível.

Então o que são os tais encontros de equipa e porque um artigo sobre isso?

team-01Na realidade é quando nos encontramos pelo puro prazer da “jabardice”, estamos todos proibidos de levar um computador e falar sobre o trabalho é a ultima coisa que se quer… porque escrever um artigo sobre isso? honestamente não sei… quase que foi obrigado a tal proeza uma vez que à bastante tempo que não escrevia no jornal e já acumulava algumas reclamações que este era agora algo que se dividia entre os céus e os infernos (da coluna D&A).

Essa é uma das desculpas, a outra acaba por ser relatar alguns dos momentos interessantes e o baptismo de fogo de muitos novos elementos da equipa. Este ultimo evento costuma ser imortalizado nos cognomes de quem todos os dias se esforça por trazer a resposta correcta aos utilizadores e lidar com situações complicadas.

Lembro-me de alguns cognomes que ficaram imortalizados como Discreto (Aveiro’09), Arigato (Braga’09), PME-I (Porto’09), El Diario da Batatinha (Lisboa’09), Içador (Famalicão’09), entre muitos outros.

Os nossos encontros tem como principal objectivo a diversão máxima e por tal motivo eles correm todos os meses em locais diferentes (de Famalicão) todos os meses.  Isso e naturalmente promover uma base solida de confiança entre os membros da equipa, afinal de contas já li por ai que não à nada como um bom cara-a-cara.

A equipa de suporte diverte-se?

team-02Por incrível que pareça, SIM e muito. Somos um grupo de bem dispostos e se a felicidade passa por sermos pessoas bem-dispostas, bem… vou quase tão longe como dizer que é o equivalente a terapia de grupo da boa disposição e suficiente para se poupar uns trocos da cadeira de um psiquiatra.

Mas às vezes também temos os nossos momentos menos famosos, porém o importante é que por mais triste que seja o momento a nossa boa disposição nunca acaba e conseguimos nos rir um pouco mais disso tudo…

Para compreender melhor o que é um encontro da equipa, é importante lembrar que a grande maioria da equipa tem mais de 20 anos e menos de 60 anos. Quer isto dizer que já somos quase todos uns adultitos que andam por aqui perdidos a tentar desencaminhar os mais velhinhos e ao mesmo tempo a tentar nos comportamos e mostrar respeito por estes. E acreditem que isso não é fácil às vezes.

Uma das historias que até hoje me faz rir como um perdido, é a aposta que fiz com o Nuno. Apostamos que ele teria de dançar num bar com uma rapariga de quem ele não gostava mesmo nada. Mas isso só aconteceria se eu conseguisse convencer a rapariga do bar a dançar em cima do balcão. No final as danças acabaram por acontecer, agora fica à imaginação de cada um quais a situações ridículas que tanto o Nuno como eu tivemos de passar… de tal forma que em alguns sítios a vergonha de lá entrar é mais forte que a vontade.

Concluo aqui a primeira parte de varias sobre alguns dos mistérios da equipa de suporte.

Dilemas de se ser jovem…

Alguns dias atrás tinha começado a escrever este artigo, porém com a confusão desta quadra que se aproxima e todos os compromissos sociais que perseguem a altura do Natal este artigo ficou perdido. Contudo, decidi rescrever esta pérola perdida.

Ser jovem, melhor dizendo ser um teenager, é uma das épocas mais emblemáticas na vida de cada um de nós. Sem ofensas, é porque somos ignorantes nesta época! E vivemos com a sensação que tudo é lógico e compreendemos todos aqueles detalhes que fazem o mundo girar à volta do sol. Ora nada podia estar mais longe da realidade e é apenas anos mais tarde que olhamos para trás e conseguimos rir de coisas tão absurdas que se fossem feitas na idade actual seriam vergonhosas.

Sou tímido e ela dá a impressão de me odiar.
O que fazer neste caso?
(PS-Já gostei da melhor amiga dela, e também não correu muito bem)

A inocência oferecida pela adolescência também trás os seus problemas, tal como foi a frase que inspirou a escrita deste artigo. Então passando ao que realmente importa, ao pensar lembro me rapidamente de num artista que me acompanhou nesta idade – Rui Veloso – e naturalmente há uma musica que salta logo à mente “não há estrelas no céu”.

Ora bem vamos lá dissecar o problema, e separar a partes o ódio e o pos- scriptum. E para tal começo com o ódio. As pessoas muitas vezes tendem a confundir ódio com desprezo, que é algo totalmente diferente. Por outro lado, existe ainda mais um faux pas, que se diz por ai que o ódio e o amor andam de mãos dadas.

Ódio ou desprezo?

Como identificar qual das duas coisas é? Ora bem… há sempre a hipótese de ir lá e perguntar “tu odeias-me ou desprezas-me?” isto seria a forma que eu faria… contudo eu tenho experiencia e conhecimento para ler a situação e descobrir a resposta real. O maior problema desta abordagem divide-se em duas questões pertinentes: a pessoa que vai responder sabe a resposta real e o significado das palavras? Ou quão honesta será a resposta?

É aqui que se torna importante ler os pequenos sinais que as pessoas não controlam, mas para tal lamento informar que são precisos ainda alguns anos para se atingir a maturidade suficiente de domínio desta técnica. Contudo irei, explicar-vos como fazer isso de uma forma mais rudimentar e não tão exacta.

Vamos partir por uma nova abordagem, o ódio será visto como vulnerabilidade e o desprezo como ameaça. Ambos se tornam difíceis de ser “ler” visto que em ambos os casos a outra pessoa tomará sempre uma postura defensiva. Assim fica aqui mais um pequeno conceito, as pessoas em circunstâncias defensivas têm três possíveis alternativas, congelar, fugir e confrontando. Se olharmos para as reacções simplificadas (se tal existe) podemos definir rude escala de por exemplo quando entras no mesmo local que essa pessoa se encontra… que é que ela faz?

Esconde-se e minimiza a atenção focada nela? – Congelamento
Desloca-se para outro local, ou fica irrequieta? – Fuga
Começa a tecer comentários com a colega do lado enquanto olha para ti? – Confrontação

Estes são apenas alguns exemplos que se podem incluir nestes 3 parâmetros. Existe ainda a indiferença e para esse posso apenas dizer – desiste, pois encontraste o desprezo. Tal como se encontrares uma situação de confronto, regra geral será mais trabalho que proveito.

Nos outros dois casos, estamos com sorte. Mas saliento já que a condição ideal é o congelamento, ora a fuga encontra-se demasiado perto da confrontação e torna-se muito difícil de se lidar.

O passado social…

O texto que utilizei para dissecar esta situação divide-se em duas partes, a primeira era sobre qual será as reais emoções neste imbróglio natural. Contudo, nada na vida é simples e esta situação torna-se ainda mais complexa com o envolvimento da terceira personagem e a atribulada viagem até ao presente momento.

Muito resumidamente: Desiste! Não é uma questão de gostarem-se mutuamente ou não é apenas que o esforço necessário é demasiado para o resultado final. Por esta altura, devem estar alguns mais românticos a atirarem-se ao tecto com esta conclusão, porém não se trata de um atentado ao “amor vence tudo” – é apenas uma clara observação que não existe lá amor, mas sim uma paixoneta (lovers fool).

Todos os seres humanos tem problemas de aceitação em sair com o caixote de lixo de alguém que nos é próximo. E à medida que a pessoa que rejeitou a outra mais próxima nos é maior a dificuldade de aceitação e por tal motivo crescem os problemas e dificuldades iniciais. Se considerarmos que a fase inicial é a base da nutrição de uma relação podemos chamar à discussão o velho ditado “pau que nasce torto, não endireita…” Assim sendo, no dado caso estaria a pregar noutra paróquia.

Dedicado à única pessoa mais chata que o Pekenino,
O Advogado do Diabo

Os jogos e a vida pessoal…

Alguns dias atrás navegava pelo fórum e lia uma sugestão de artigo, como algumas pessoas levam o jogo demasiado serio e por vezes que tal interfere com a sua vida pessoal. Este é um artigo que me pôs a matutar sobre este assunto e especialmente na forma de como o abordar. Duvido que era esta a abordagem que o leitor queria ler, mas torna-se mais fácil para mim concluir algo através de uma “visão clínica”.

Assim arranco com o conceito jogo e a sua inserção na vida de cada um de nós. Jogos é aquilo que fazemos todos os dias, não é um conceito estrito a joguinhos de computador e de tabuleiro, na realidade tudo na vida acaba por ser uma espécie de jogo. É uma forma que o nosso foro psicológico se auto-regula para vivermos uma vida sã (mentalmente). Algumas teorias mais “arcaicas” definiam a vida como um sistema de desafios para se passar de nível de forma a se atingir novos pontos de maturidade.

O jogo (conceito generalista) torna-se assim uma parte integrante da nossa formação pessoal e aprendizagem como seres humanos, quem nunca jogou aos polícias e “roubões”? Que é isto senão um RPG (Role Playing Game) na sua versão offline. Porém, no desenvolvimento desta actividade rapidamente entram conceitos sociais importantes para a dinâmica cognitiva de todos nós, como as regras, a definição de papéis e um elo social de interacção entre diversos indivíduos.

Outro “jogo” comum e presente em todas as idades é a futurologia da mente, uma espécie de xadrez mental que fazemos todos os dias – simulamos (bem ou mal) decisões que temos de tomar e tentamos prever reacções, gosto de pensar que isto é uma espécie de simulador de voo dada a complexidade de variantes que temos de tentar controlar e o objectivo é falhar as twin towers.

Os jogos são onde a nossa mente se refugia, pois é o local ontem podemos teorizar e testar decisões e posturas que nos ajudam a formular as “verdadeiras decisões”. Sem termos de arrecadar com as consequências reais que a vida nos impõe.

Quando compreendemos este conceito que passamos a vida a jogar na nossa mente, devemos ponderar uma nova questão. Vivemos na era do High-Tech, temos emails, sms, telefones moveis, programas de mensagens instantâneas, vídeo-conferencias, etc… mas mesmo assim as pessoas ainda se deslocam milhares de quilómetros para concluir negócios, para ter conversas cara-a-cara… qual o motivo? Se o uso destas tecnologias nos permite comunicar muito mais rapidamente!?

A resposta a esta questão é simples, o contacto humano trás uma valência de sinceridade muito superior à conversa. Estar no mesmo local com quem se está a comunicar permite ler a linguagem verbal e não verbal expondo a pessoa a um nível de “stress” muito superior.

Então o que acontece com os jogos online, estes são o casamento perfeito para a nossa mente. Ora as nossa simulações mentais são sempre tão limitadas… nunca conseguimos prever todas hipóteses, mas podemos sempre citar uma das lei de Murphy: Quando sabemos as duas formas de algo correr mal e as corrigimos, surge uma nova que irá acontecer.

Desta forma os jogos online, permitem-nos interagir com as pessoas e “jogar o jogo”, teorizar e até pedir conselho. Mas a verdadeira vantagem é a combinação deste factor com a muralha do não estar presente, o facto de a pessoa estar blindada pelo monitor permite dar a tal segurança de preservação que o cara-a-cara nunca permitiu. E assim cria-se o mito do crime sem vítima (visível), pois facilmente as pessoas partem de um pré-conceito que sendo um mundo virtual ninguém leva a serio, mas as emoções à distancia, cara-a-cara, ou mesmo nas simulações intelectuais são sempre bem reais.

As dinâmicas num mundo virtual e desprovido do contacto directo são o paraíso da protecção pessoal pois ninguém consegue saber a sinceridade daquilo que está a acontecer, pelo outro lá é o inferno dos abusos pois ninguém vê a lágrima no canto do olho para perceber que está na altura de parar. Criando assim os que abusam e os abusados, sem intenções de fazer os outros sofrerem, afinal de contas apenas os loucos tem a necessidade de criar um péssimo dia a outra pessoa.

Como conclusão, se existe alguma… as pessoas não trazem os seus problemas para os jogos virtuais, apenas usam os jogos virtuais para substituir alguns dos jogos da sua vida. O que fazer então, o mesmo que faríamos numa situação “real” constroem-se mecanismos de auto-preservação e desenvolve-se a capacidade de comunicação directa sobre o que absorvemos dos dados estímulos.

A descascar a cebola do nosso ser,
Anjo da Guarda

Espionagem – Necessário?

Olá,

Como eu no fundo sou um desocupado aos fins de semana (:P), aqui vai mais um artigo. O tema? Espionagem.

Um dos piores pesadelos dos líderes de tribo é a espionagem. A espionagem no Tribos, para quem não sabe, não é mandar 2 vikings roubar documentos secretos do forum da tribo, nem enviar os batedores para ver as tropas (embora possa ser).

A espionagem é a inserção de meio deliberado de membros de confiança em tribos adversárias, de forma a ter acesso ao fórum das mesmas e às mensagens colectivas.

Os benifícios são muitos – a possibilidade de antecipar ataques coordenados, de ver quais os membros que estão mais fragilizados em termos de tropas… Um bom espião até pode utilizar a secção do mercado no fórum para descobrir as necessidades do jogador! Por exemplo, se precisa de ferro pressupõe-se que seja para tropas e antecipam-se ataques ao mesmo, antes que elas sejam aumentadas…

Outro ponto importante a que os espiões têm acesso são as mensagens colectivas e o geral do fórum. Um bom espião tem de transferir as informações no momento, e pode aproveitar-se (se a pessoa que o colocou lá for inteligente) de momentos de maior fragilidade na união da tribo para aliciar membros descontentes com convites, criando confusão interna.

Certamente têm reparado que já algumas vezes me referi a bons espiões. Mas será que existem de facto BONS espiões? A mim, não me parece. Qualquer jogador que enverede pelo caminho da espionagem contraria a total natureza do tribos em si, que como a frase diz, é ” um jogo de guerra sobre a era mediaval”. Mas métodos são métodos.

Para finalizar deixo aqui umas sugestões para evitar a entrada/detecção de espiões.

– Utilização da ferramenta membros de confiança para disponibilizar, um a um, a todos os membros, informações falsas, e verificar se elas foram utilizadas.

– Processo rigoroso de  recrutamento

– Reserva de aldeias inimigas num forum oculto e por PM ao líder. Também enviar PM ao líder para verificar se a aldeia não está reservada.

Espero que tenham gostado, e deixo-vos aqui com uma comparação:

“os espiões são como uma pandemia. entram, afectam e alastram…”

Cumps

Lamios

Relatório de Julho

Como é habitual, todos os meses publicamos um relatório sobre as actividades da equipa de suporte do tribos relativo ao jogo. Este mês sendo o terceiro “fecha-se o trimestre” tal como decidi trazer algumas novidades aos relatórios.

Sendo a primeira novidade  a contabilização do trimestre,  estive a calcular aproximadamente o tempo (estimado) que foi dispensado pela equipa de suporte ao longo destes 3 meses. O total foi aproximadamente 2048 horas em três meses que foi repartido entre 12 pessoas ao longo de 3 meses.

Espero ainda num futuro próximo poder  também começar a contabilizar as acções de moderação do forum, sendo uma das novidades que está a ser estudada para inserção nestes relatórios mensais.

Passando às considerações sobre o mês (de Julho) passado, existiu um aumento significativo de bloqueio de contas e expulsões do servidor, estas duas situações foram essencialmente marcadas por 3 eventos, o retorno das inspecções massivas por parte da equipa de suporte (vulgas operações de limpeza) que resultaram em diversos bloqueios; a reacção de vários jogadores a bloqueios e ondas de protesto contra produtivas resultaram ainda em mais bloqueios; e por ultimo o famoso caso dos MCs (abordado abaixo).

Então os números deste mês e a comparação com os meses anteriores.

Acção de suporte Maio Junho Julho Total
Bloqueios de contas: 3137 994 3412 7543
Penalizações de contas: 4172 945 5345 10462
Solicitações de suporte atendidas: 7046 7170 9189 23405
Insultos analisados: 800 3281 2150 6231
Expulsões do servidor: 59 80 190 329

Como é possível de verificar os bloqueios de contas tem vindo a aumentar, o que não implica que as infracções tenham aumentado. Na realidade acreditamos que o nosso sistema de detecção de infracções de regras tem sofrido grandes melhorias que tem permitido detectar e actuar mais rapidamente sobre as infracções.

Como em todas as nossas operações de limpeza, verificamos que os jogadores tendem a perder a calma e a tomar atitudes que apenas os prejudicam, como insultar a equipa de suporte e partir para o fórum publico para discutir o seu bloqueio. Este tipo de comportamento apenas prejudica o jogador e os seus companheiros que (muitas vezes) os seguem. Nestas condições recomendo a todos os jogadores que mantenham a calma contactem a equipa de suporte para esclarecer qualquer duvida que tenham. Ao actuar desta forma será informado, caso não saiba, qual a regra infringida e como foi infringida, permitindo um retorno ao jogo mais rápido.

Ainda como novidade sobre o relatório, decidi partilhar  a situação mais marcante do mês de Julho. Como seria de esperar esta situação foi o caso dos MCs ao qual a própria InnoGames GmbH se prenunciou sobre o caso. Na minha perspectiva de administrador de comunidade tenho apenas a reflectir que foi um caso lamentável que demonstra uma das nossas maiores máximas enquanto equipa de suporte – zelar pelo cumprimento das regras e gerir a comunidade. Fomos obrigados a expulsar vários jogadores do servidor devido a participarem numa acção conjunta cujo o objectivo foi apenas destabilizar a equipa de suporte.

Creio que o relatório já se extende bastante, por esse motivo “encerro este trimeste” e aguardamos um melhor.

Ricardo, Administrador de Comunidade

Versão 5.4

tribos

Está prevista uma actualização ao jogo para terça-feira (26 de Maio’09) para a versão 5.40, com esta nova versão são esperadas novas funcionalidades e correcção de alguns erros. Lembramos que com a actualização os mundos podem ficar indisponíveis por alguns minutos. .

Assim deixo-vos uma lista das alterações que foram feitas com esta nova versão: .

  • Iniciar sondagens nos fóruns internos das tribos.
  • Será agora possível criar opções de votação dentro do fórum da sua tribo, esperamos assim facilitar o árduo trabalho das lideranças das tribos.

  • Edifício principal: Assim que hajam recursos o link de construção ficará disponível sem ter de carregar a pagina mais uma vez.
  • Para todos aqueles que ficavam a refrescar a pagina à espera dos recursos para construírem mais um edifício agora já não é preciso a pagina irá actualiza-se automaticamente…

  • O código-BB [report_display][/report_display] agora faz parte da barra de códigos.
  • Agora é mais fácil de publicar relatórios no fórum da sua tribo.

  • Primeira Igreja: se um jogador perder a Primeira Igreja poderá construir uma nova, mesmo que já tenha outras igrejas.
  • Anteriormente os jogadores que perdessem a sua primeira igreja e já tivessem uma anteriormente ficavam impossibilitados de a reconstruir noutra aldeia, com esta nova actualização será possível reconstruir a primeira igreja mesmo se o jogador já tiver outras igrejas (normais).

  • Religião: As batalhas com aldeias-barbaras serão sempre com religião a 100%.
  • Todos os ataques a aldeias-barbaras passam a ser feitos com a religião ao máximo, isto é a relegião deixa de ser um factor de penalização no ataque a aldeias-barbaras.

  • Na página de informação de uma aldeia própria serão mostrados todos ataques (apenas em contas premium).
  • Com a nova versão ao visualizar a página de informação da aldeia poderá ver os ataques que se dirigem à mesma, apenas se estiver envolvido como defensor ou atacante e se tiver conta premium activa.

  • Relatórios públicos: o contador de visitar não irá incrementar se for o próprio jogador a visualizar).
  • Agora, o proprietário de um relatório publicado não será mais contabilizado no número de visualizações de um relatório.

  • Bugfix: Não será mais possível cunhar moedas em aldeias que não tenham todos os requisitos de construção da academia, exemplo se o ferreiro for inferior ao nível 20.
  • Agora, cunhar moedas fica condicionado aos requisitos da formação do nobre e da academia, eles são Edifício Principal (nível 20), Mercado (nível 10), Ferreiro (Nível 20), e a Academia.

  • Bugfix: corrigido o problema de (em dadas circunstancias) os ataques na praça de reunião não aparecerem ordenados por tempo.
  • Na versão anterior reparamos que por vezes os ataques, quando visualizados na praça de reunião podiam não aparecer correctamente ordenados, a partir deste momento esse problema não deverá mais ocorrer.

  • Bugfix: não aparecerá mais o link de expansão de um edifício se os requisitos não estiverem atingidos.
  • Só poderá visualizar e executar uma expansão ou construção de um edifício se todos os seus requisitos estiverem preenchidos.

  • Bugfix: ao deslocar o paladino este comando será visível na visualização geral de comandos. .
  • Anteriormente quando se deslocava o paladino de uma aldeia para outra este comando não era visível na visualização de comandos.

  • Bugfix: estreitamento da coluna de mundos nas estatísticas dos mundos.
  • Na versão anterior na pagina de estatísticas, http://www.tribos.com.pt/stat.php ao mudar para mundos mais antigos a coluna dos mundos perdia a sua formatação.

  • Bugfix: ao activar o “mostrar todos os edifícios” no edifício principal, e mudar de pagina e voltar atrás pela função do browser, irá desactivar a opção “mostrar …”
  • Nesta versão ao activar “mostrar todos os edifícios” a opção será guardada, não sendo mais necessário voltar a activar quando mudar de pagina e decidir voltar atrás utilizando a opção “voltar a trás / back” do seu navegador de internet.

  • Bugfix: lista dos últimos 10 relatórios na página informativa de uma aldeia agora aparecem sempre por ordem cronológica.
  • Tal como acontecia com os comandos na página da praça de reunião, na informação da aldeia em dadas circunstancias os ataques não ficavam registado pela sua ordem cronológica. .

  • Bugfix: correcção do ícone de relatório quando o saque for 0/0
  • O erro de ícones nos relatórios sem saques foi corrigido.

    Ricardo, em nome da equipa de suporte do Tribos