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A viagem medieval’ 12

                    

11 de agosto. Mais um encontro das equipas de suporte portuguesas do Tribos, The West e Grepolis na Feira Medieval em Santa Maria da Feira.

Como amantes da Era Medieval, não poderíamos deixar de comparecer a tal evento.

O ponto de encontro foi, para começar bem, na taberna, mesmo em frente ao castelo da rainha D. Dulce. Boa conversa e boa disposição não faltaram até porque, mesmo a falar de crise, arranjamos sempre motivo para dar umas gargalhadas.

O castelo de Santa Maria, construído antes da fundação da nossa nacionalidade, vai dar origem a uma nova povoação: a Feira. É o centro administrativo e militar da Terra de Santa Maria, passando, a partir de 1188, a ser o reduto e abrigo das senhoras da Casa Real. D. Sancho I coloca à disposição da rainha D. Dulce e de suas filhas este Castelo, para o utilizarem como entenderem, assim como todos os rendimentos desta Terra.

Como sempre, gostamos de estar no centro da ação, mas desta vez estávamos “mesmo no centro” de onde decorreria uma batalha em frente ao castelo, e pediram-nos para sair do palco dos artistas – mal conheciam a nossa experiência em territórios hostis…

A peça retratava duas hostes de fações rivais – cruzados e mouros – que se encontram na terra de ninguém. Surgiram alguns membros do Clero que ouviram as provocações e os gritos de guerra. Havia vencedores e vencidos. Estava feito o juízo de Deus!

ARRAIAL DOS CRUZADOS
Os Cruzados, convocados para a Terra Santa, vindos do norte da Europa, passavam ao largo da península hispânica. Também a braços com os infiéis, eram algumas vezes chamados a participar nos ataques e ações militares perpetrados pelos reis cristãos na conquista das possessões mouras.
Estas expedições, chegando a terra, montavam arraiais, acampando perto da fortaleza ou do castelo que pretendiam tomar. Montavam as tendas e todos os apetrechos necessários à sobrevivência do dia-a-dia, para um largo período de tempo.

No final da peça, tirámos uma fotografia com os soldados – que conheciam o Tribos e logo se notou…, eram soldados corajosos! – e mostrámos que somos guerreiros mesmo fora do mundo virtual!

Depois da fotografia e de umas facadas nas costas conseguimos sair do local, devido à nossa experiência estratégica, vivos.

Rumo a território desconhecido, procurávamos o local onde iríamos jantar.
Durante o passeio, o coadministrador EnteiRocks ainda tentou comprar um sabre, mas o vendedor só aceitava euros e, como sabem, nós compramos tudo com recursos (ferro, madeira, argila, pedra…), TUP’s ou dinheiro (daquele que não agrada fora do velho Oeste), e nem com Premium conseguimos!

Entre as várias possibilidades, decidimos ir jantar umas francesinhas.

Voltámos à conversa enquanto aguardávamos mesa para jantar, acompanhados dos jogos olímpicos e os seus comentários de “bancada” – a brilhante vitória do Brasil sobre as arquirrivais dos EUA, no voleibol; o ouro de Chicherova, a única a saltar os 2,05m; a estonteante estafeta 4x400m feminina dos EUA; e, o incrível recorde do mundo do quarteto da Jamaica nos 4x100m – e, como é claro, da boa cerveja.

Depois do jantar, um novo passeio pela Feira Medieval, nova peça. Desta vez, a investida.

Prosseguindo a conquista do território, el-rei D. Sancho tem o apoio de várias famílias da alta nobreza. Estes cavaleiros, reunindo os seus homens de armas, e juntando-se às hostes d’el-rei, partem para o sul do território, onde se encontra o baluarte mouro. Aí chegando, montam arraiais em campo aberto e preparam-se para os possíveis ataques-surpresa, investidas fortuitas com o propósito de enfraquecer o inimigo.

Batalhas, infantaria e cavaleiros, flechas em chamas e tendas incendiadas… Tudo o que um amante desta Era marcante gosta de ver.

A ATALAIA
Uma atalaia (torre) tinha como função principal avistar e depois alertar as populações da sua proximidade, para qualquer investida realizada pelo inimigo. Localizava-se sempre perto de locais de passagem: vias, pontes, portos secos ou outros lugares estratégicos onde também poderiam existir outras fortificações de maior dimensão, estando esta sempre na dianteira da defesa e alerta dessas populações.

No fim do espetáculo, e apesar da confusão, conseguimos chegar aos nossos cavalos e regressar aos nossos povoados.

Um encontro a repetir certamente em 2013!

Obrigado a todos,
Ricardofr

Quem és tu, Versão 6?

Mais uma versão para o Tribal Wars… a esta chamam-lhe 6.0 e trouxeAldeiabastantes melhorias ao nosso jogo.

Foi  no vigésimo quinto dia do segundo mês do ano corrente, simplificando, a 25 de Fevereiro de 2010 que abriu o mundo 16, trazendo consigo a Versão 6.0 com melhorias como o tão aguardado Sistema de Reservas, a possibilidade de atribuir cores aos grupos, alteração da cor das aldeias neutras, possibilidade de uma pré-visualização  de uma mensagem que queremos colocar no fórum da nossa tribo, e muitos mais afins… sem esquecer, claro, os acampamentos.

Descendo e vasculhando a particularidade das alterações e modificações a que mais polémica soa é o Sistema de Reservas. Não menosprezando os acampamentos, mas o sistema de reservas facilitou a organização das tribos neste parâmetro de reversas e conquistas. Com este modelo utilizado, que é ainda simplificado aos utilizadores de conta premium, uma vez que lhes permite fazer uma reserva directa da aldeia. Também considero esta uma brilhante mudança pois terminaram (espero) as discussões dentro da tribo, infantis e desnecessárias sobre a posse de uma aldeia –  “Aí eu reservei primeiro…”, “Mas eu baixei primeiro a lealdade…” , “Tu puseste uma barra (/) e não um traço (|)…” – enfim…salvaguarda a paciência dos líderes e dos moderadores do fórum de qualquer tribo.

Prosseguindo nas mudanças e arrumações, o que se segue são os acampamentos. Suponho que a maior parte dos jogadores do mundo 16 (único mundo do servidor português com acampamentos) não sabe como utilizar esta nova ferramenta que temos à disposição. Antes de mais convém saber como construir/montar os acampamentos militares de uma tribo. Ora bem, para tal há necessidade de haver uma cunhagem de moedas por de parte dos membros da tribo – são necessárias 100 moedas de ouro. Após a criação do acampamento (o que é necessário permissões para tal), os membros da tribo podem enviar tropas para lá, e de movimentar as suas tropas, tanto para ataque, como para defesa. Com isto o tempo de apoio/ataque é reduzido, mas cada jogador pode mover as suas próprias tropas.

De uma forma mais geral, queria salientar as restantes alterações, sendo elas: o melhoramento do Login; a criação de uma versão móvel do Tribal Wars;  melhoramento no recrutamento (para conta premium);  notificação sobre uma aldeia reservada (somos avisados quando atacamos uma aldeia reservada por um membro da nossa tribo); pré-visualização de uma mensagem no fórum da tribo; solicitação de apoio mais rápida e eficaz (para conta premium); as alterações na cor das aldeias neutras e a possibilidade de atribuir cores aos grupos; atribuição da religiosidade automática no simulador, quando os batedores a detectarem; e por fim, e-mails de notificação quando o armazém atinge o limite de capacidade, ou quando fica inactivo, caso o deseje receber.

São mudanças que vêm a acontecer de versão em versão e que tornam um pouco diferente o jogo.

Entrevista a gatekeeper

Nome: Michael
Idade: 26
Profissão: Designer Multimédia

Nick – Gatekeeper

LamiosEm primeiro lugar, gostaria de saber, como já é pergunta da praxe, como conheceu o tribos e como começou a jogar.

Gateekeeper – Em primeiro lugar gostaria desde já de agradecer a oportunidade de entrevista.Respondendo à questão, conheci o tribos num banner da internet, dos muitos que existem espalhados por imensos sites. Resolvi por curiosidade clicar e fui então parar ao ecrã inicial do tribal wars. isto por volta de Junho de 2007. Jogo portanto tribal wars há pouco tempo, cerca de dois anos e pouco.

Lamios –  Gostei da parte do pouco tempo, embora seja muito subjectivo 🙂 Passando à próxima questão, outra coisa que penso que todos gostávamos de saber é: já usou outros nick´s? Se sim, quais?

 gatekeeper – Sim. Já usei muitos nicks, nomes como cyanide, enemyyy e tantos outros que já não me lembro. Nunca fui contudo multi conta…sempre joguei apenas com um nick por mundo. Acredito que o jogo merece ser jogado de forma justa e que todos devemos seguir as regras para que possamos retirar o melhor do jogo e de quem o integra.

Lamios – Passando à próxima questão: Gostaria de saber a posição que assume em relação à espionagem no Tribos.

gatekeeper – A espionagem para mim é um factor que estraga o jogo. Existem jogadores e tribos que são apologistas de espionagem por considerarem que é algo perfeitamente natural e que por isso usam muitas vezes o argumento “toda a gente o faz, por isso a espionagem tem de ser usada por todos”. Eu sou de opinião contrária. Penso que é possivel vencer sem recurso a esse tipo de esquemas. Se dá jeito saber informações do outro lado? Sim, dá. Eu já estive em tribos em que eram usados esses esquemas e é engraçado saber o que se passa do lado de lá. Mas com o tempo de jogo descobri que o que é ainda mais engraçado é combater às cegas, o jogo ganha outro interesse e as vitórias obtidas de forma justa e transparente acabam por ser muito mais saborosas.

Lamios – Next one : Resposta rapida, quem te marcou mais no teu percurso no TW PT?

gatekeeper – Foi um jogador do tribalwars br chamado slaaash. Foi meu líder no BR3 e aprendi muita coisa com ele. Curiosamente pelo factor inverso da formação…isto é, aprendi por observação muito do que não se devia fazer enquanto líder. No TW PT a experiência é recente. Seria para mim injusto apontar nomes. Diria que quem mais me marcou no TW PT foi mesmo a birlik.

Lamios – como surgiu a ideia de formar a birlik e como foi ela nos primeiros dias?

gatekeeper – A birlik surge quando decido voltar a jogar Tribal Wars depois de uma paragem de 4 a 5 meses. Decidi voltar a jogar e como era português decidi finalmente experimentar o nosso TRIBOS, nunca tinha jogado no server PT antes. Entrei então no M10 que por volta de Maio passado era o servidor mais recente que existia. Como não gostava de nenhuma tribo que via pelo K66, decidi formar eu mesmo uma, embora a minha ideia inicial fosse para ir “apenas” como jogador e não como líder e responsável de uma tribo. Assim, ao 4º dia de servidor, por volta das 22 horas nasce então a birlik no K66 do M10. Nos primeiros dias foi uma batalha dura. Já existia uma tribo que começava a dominar o K66 e todos os jogadores preferiam ir para lá do que para a birlik. Muitas mensagens depois a estrutura da birlik começou finalmente a aparecer. Trabalhamos desde o inicio a nossa coesão interna e união e com a nossa politica de jogo de “diplomacia 0” fomos atraindo gradualmente excelentes jogadores e companheiros. Os menos experientes que mostraram perfil para ficar na birlik foram aprendendo internamente e são hoje jogadores de excelente nível. Orgulho-me do nosso percurso humilde mas marcado pelo trabalho e dedicação de todos os membros e só espero que possamos estar juntos por muito tempo.

Lamios – Não achas que é uma postura de falta de modéstia afirmar que se é modesto? Ou seja, ao afirmarmos que somos modestos estamos a carecer da mesma, certo? A birlik afirma várias vezes ser humilde… Não será aqui uma contradição?

gatekeeper – Bem, quem nos conhece bem sabe que somos humildes. Se o afirmamos muitas vezes…sim, é verdade. Afirmamos para reforçar e muitas vezes para nos dar a conhecer a quem ainda não nos conhece. Humildade vê-se em muitas situações de jogo. Vê-se na conduta de todos os membros a todos os níveis. Embora por vezes aconteça, é raro ver um membro afirmar, por exemplo, no fórum externo que a birlik é uma das melhores tribos do M10 e que vai derrotar este ou aquele e “rebentar” com tudo à sua volta. Tal nunca aconteceu até penso eu. Por outro lado, humildade é por exemplo tentar conquistar o primeiro lugar através da guerra e da derrota de adversários directos e não optar por atalhos fáceis como o mass-recruiting e fusões para lá chegar. Humildade é muitas vezes não nos deixarmos levar pelo calor do momento e responder de forma arrogante a quem nos claramente desafia para o fazermos. Humildade é ter a coragem de tentar conquistar efectivamente aquilo a que temos direito, mas conquistar não a qualquer preço mas sim pela valia de quem está connosco. Acredito que a birlik é por estes e por outros aspectos vista como uma tribo humilde e continuará certamente a sê-lo.

Lamios – Agora, outra pergunta: o mundo13 anda nas bocas do mundo. Gostaria de saber a sua opinião sobre a Quiet e o seu líder, KingCharles.

gatekeeper – Penso que será injusto destacar apenas uma tribo e um líder do M13 quando nesse mundo em particular irá certamente existir tanta qualidade a todos os níveis. Bom, mas obviamente tenho uma opinião sobre a Quiet! e sobre o seu líder KingCharles. Vejo a Quiet! como uma tribo organizada, objectiva e competente. Penso que é uma tribo bem à imagem do seu líder que me parece também competente e ser de elevado nível. Será pelo seu discurso e trajecto certamente um dos melhores líderes do TW PT, tal como a Quiet! promete em particular no M13 ser também uma das melhores tribos desse mundo.

Lamios – gostaria de saber a sua opinião sobre o jornal do tribos, e se considera o mesmo uma ferramenta importante para o servidor.

gatekeeper – Qualquer jornal “interno” é importante para uma organização. Vejo o Jornal do TRIBOS como uma ferramenta de comunicação feita por alguem da comunidade para a comunidade. É bom ver que existe intenção de injectar “sangue-novo”, como ainda recentemente existiu ao integrar o Lamios na estrutura do jornal. Penso que o mesmo deve continuar com uma dinâmica de crescimento pois faz realmente falta um bom jornal para que toda a comunidade possa ver e debater questões que interessam a todos.

Lamios – e agora sim para terminar que a entrevista vai longa e ninguem vai ter paciencia para ler tudo – 2 coisas: em primeiro lugar, se pudesse implementar qualquer mudança no tribos, qual seria? em segundo lugar, se pudesse eleger um unico jogador como “rei” do server PT, quem seria? (não aceito evasivas :D)

gatekeeper – Se pudesse mudar qualquer coisa no tribos começaria por reforçar a administração do mesmo que me parece claramente não ter mãos suficientes para dar conta de tudo o que o jogo e a sua comunidade obriga. Ao nível de jogo gostaria de ver implementada uma solução de pesquisa para mensagens privadas. Por vezes tenho dificuldade em encontrar mensagens e dava-me imenso jeito uma ferramenta de pesquisa para facilitar essa tarefa. A nível de fórum externo gostaria de ver aumentado o limite de 50 mensagens privadas para pelo menos o dobro pois facilmente a caixa de mensagens fica cheia e por vezes até “entupida” para membros que sejam mais activos ao nível de comunicação. Como também já fiz questão de demonstrar e sugerir no fórum relativo a sugestões, gostaria ainda de ver implementado um fórum para contacto directo com o staff. Penso que seria algo que iria facilitar a tarefa dos moderadores e incentivar à proximidade entre comunidade/staff.

Relativamente ao “rei” do server PT, como referi anteriormente eu sou um membro recente e conheço ainda pouco da sua vasta comunidade. Como gosto apenas de falar do que conheço, se tivesse de nomear um “rei” do servidor português apontaria claramente o “Relaxxx” pois é de longe o melhor jogador de Tribal Wars que já vi no meu curto percurso de 2 anos e tal de jogo. E é o melhor que já vi não só neste servidor mas em todos por onde passei. É um prazer poder jogar ao lado dele pois para além de um excelente jogador é um excelente companheiro. Todos na birlik sabem da sua valia e ele tem a admiração e o respeito de todos por lá. Se a questão fosse no plural, ou seja, quais para mim os “reis” do Tribal Wars diria claramente que são todos os membros da birlik pois são os melhores companheiros e amigos que se podem ter e fazer neste jogo, pelo menos falando pessoalmente.

Lamios – esta pergunta tem vindo a desesperar todos os pensadores do sv PT…
 quantos teclados gastas por dia a escrever textos daqueles? 🙂

gatekeeper – Por incrivel que pareça tenho o mesmo teclado há mais de 6 anos. 🙂 Está bem gasto sim mas não é por causa do que escrevo no jogo porque nitidamente escrevo pouco. Isto é, os posts são realmente longos, pelo menos alguns deles, mas até que nem têm muitos caracteres. Se por vezes a comunidade se cansa de ler ficam as minhas desculpas, como referi por diversas vezes, não sou muito sintético naquilo que escrevo mas gosto de partilhar tudo o que penso sobre as questões lançadas nos tópicos da melhor forma e por vezes não é possivel fazer a transmissão de forma “curta”. Espero que aos poucos que leêm os meus posts eles possam dizer qualquer coisa e, quem sabe, incentivar ao gosto pela leitura e escrita correcta do nosso querido português.

Nota do autor: a conversa foi retirada do Skype, é natural que existam erros ortográficos.

Cumps

Lamios

Análise final – o bom líder

Bom dia,

Aproveito para me apresentar como novo redactor-chefe do jornal, a partir de agora tratarei eu da maior parte das coisas relacionadas com o mesmo, claro com a ajuda do nosso MC Peralta.

Depois de várias discussões começadas no fórum externo do tribos, podemos agora reunir as características mais importantes de um líder, de acordo com a comunidade. E são elas (atenção, é uma recolha de vários posts, uma selecção dos mais importantes e concordantes, nada da minha autoria):

Um líder é…

1. O líder é um condutor
O líder é uma figura que tem de gerar consenso. Liderar é antes de mais servir. No contexto de tribal wars é servir a tribo e cada um dos seus membros da melhor forma, explorando os aspectos positivos de cada membro, potenciando os defeitos de forma a torná-los em virtudes. O líder conduz portanto a tribo e cada um dos seus membros para o atingir dos objectivos globais que são potenciados pela exploração do melhor de cada membro a nível individual, mas sempre em função do grupo. É na motivação de cada membro que a tribo alcançará os resultados pretendidos, atingindo os seus objectivos como grupo composto por diversas unidades.

2. O líder é transparente e justo em todas as situações
Já se falou neste tópico sobre líderes que por vezes somam muitos pontos por absorverem inactivos, sem muitas vezes darem conhecimento ao grupo da desistência desses jogadores. O líder deve ser o sinal máximo dos principios da tribo. Quer isto dizer que se pretende respeito por parte de todos os que lidera, deve ele próprio ser um exemplo. Por uma questão de transparência e justiça o líder não deve absorver em momento algum inactivos, mas antes fazer com que inactivos sejam absorvidos por outros membros que não ele de forma sempre justa e transparente para toda a tribo. Desta forma manterá uma imagem interna de total confiança e integridade perante todos, o que lhe confere legitimidade para comparecer sempre como figura de justiça e verdade total em situações de conflitos internos.

3. O líder escreve de forma cativante
No tribal wars isto é uma caracteristica que eu acho fulcral. Todos os bons líderes escrevem de forma exemplar e usam a comunicação escrita como factor de diferenciação e criador de carisma e estilo próprio. Escrever bem e de forma cativante ajuda ao bem estar da tribo, tanto interna como externamente.

4. “Deve formar e estimular o nascimento de outros líderes
Um líder não deve querer, ter apenas seguidores…um líder não deve cair no erro de se fazer idolatrar e sentir que é insubstituível. Um líder deve ensinar e estimular as capacidades de liderança noutros membros, para que no desenrolar do jogo deixe de ter o trabalho todo em cima das suas costas.

E uma frase muito importante…

O significado de lider é igual, cada pessoa lhe atribui um.

Espero que tenham gostado

Lamios

Entrevista a LordShadow16

Depois de algum tempo sem entrevistas, por minha culpa, por falta de tempo na vida pessoal, volto hoje com uma entrevista a um jogador, que ficará na História do servidor Português do Tribal Wars. O jogador que se segue, foi o jogador a vencer o 1º Round Speed, no Server Português, que ocorreu no dia de Portugal (10/06/2009), estou a falar do LordShadow16.

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Nome: Pedro

Idade: 16

Localidade: Vila Nova de Gaia

Mundos Activos: Br: 2 e 12

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Mc: Quero, primeiro que tudo, dar-lhe os parabéns por ter vencido o primeiro Speed do Tribos Português, e agradecer ter aceite o convite para a entrevista.

LordShadow16: Obrigado e sinto-me lisonjeado por tal oportunidade.

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Mc: Vou-lhe fazer uma pergunta que tenho feito a todos os jogadores já entrevistados, mas que acho que é importante sabermos. Quando é que começou a jogar Tribos? E como conheceu o Tribos?

Ls16: Comecei a jogar tribos quando o 1º Mundo abriu, em conjunto com alguns amigos fundamos a tribo PT. Após isso fizemos algumas fusões e acabamos por parar no TOP2/3.

Além de criarmos uma família enorme conseguimos dominar bastantes continentes, até que todos os nossos Inimigos e potencias TOP´s fundiram e declararam-nos Guerra.

Devido á grande falta de tempo da Liderança, por causa das aulas e tal, eu mais os dois Lideres restantes da Família, desistimos do Mundo 1 PT

Depois de muito tempo fora do Tribos PT, ouvi falar do SpeeD PT, e entrei para ver se encontrava uma cara amiga dos velhos tempos.

Conheci o Tribos a partir do tribal wars BR, mas conheci todo o jogo a partir da publicidade feita num jogo concorrente. Gostei dos gráficos e iniciei a minha carreira.

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Mc: Certamente, ainda se lembra do nome da tribo. Pode dizer-nos qual era? E qual os outros jogadores com que partilhou a lderança.

Ls16: A tribo inicial chamou-se “Primeira Tribo Noroeste”, e criamos varias tribos com a mesma TAG nos vários cantos do Mundo 1 PT.

Depois unimos a Família a outras tribos, pois nós só não dominávamos todo o Mundo devido a tantos Inimigos.

Dai surgiu a CEL (Celtas), que agora é a TOP2 Mundo 12 BR.

Os outros jogadores com qual partilhava a Liderança eram o Afridi e Tuga, 2 grandes jogadores do Mundo 2 E 3.

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Mc: Decidiu vir para o Speed, para ver se encontrava alguns jogadores antigos, e acabou por ganhar o Speed. Explique-nos a táctica que utilizou.

Ls16: Eu praticamente usei tudo o que tinha na manga, mas com grande prazer encontrei uma coisa que não se encontra noutros Speed´s, talvez por ser o primeiro do servidor. Isto é, havia muito companheirismo entre todos os jogadores que participaram, e acabei por ganhar graças a isso.

Em especial a minha vitória foi graças ao jogador Carniceiro, ele jogou muito bem até ao fim e ele podia ter vencido o Speed pois era um jogador a altura, mas a determinada altura começamos a conversar e ele acabou por ajudar-me a atacar Inimigos, ele e outros da tribo onde pertencíamos.

E no final eu peguei mais aldeias, muito mais rápido, mas o carniceiro não ficou atrás. Penso que foi um movimento de sorte.

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Mc: Em que altura percebeu que poderia ganhar o Round?

Ls16: Quando o TOP1 ficou inactivo, a minha tribo aproveitou para ataca-lo em força e limpá-lo, e, quando ele voltou, já era tarde demais pois não tinha tropas para se proteger de tantos fulls, a tanta velocidade. Ai, foi uma passadeira para primeiro lugar.

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Mc: O que acha que fez, para ganhar o Speed? Já que a diferença entre os 4 primeiros, é bastante curta.

Ls16: Imagina isto como uma pista de atletismo de muitos corredores. Há os que têm resistência e os que correm muito, e há os que têm pouca resistência e correm pouco.

Logo os que têm mais resistência ficam em primeiros e parece, que eu tinha mais resistência e corria mais.

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Mc: Consegue dizer mais ou menos quantas horas este online durante todo o Speed? E mais ou menos quantas horas dormiu?

Ls16: 23h acordado e 1h a dormir, levo os Speed’s bastante a serio, especialmente quando preciso da premium.

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Mc: Verifiquei que também ganhou alguns Speeds no Servidor BR. Vencer 3 Round Speeds, não é para qualquer um, e ainda gerir 2 Mundos activamente… como gere o seu tempo?

Ls16: Bem às vezes torna-se difícil, especialmente quando tenho coisas combinadas para ir a festas ou até para à discoteca, festivais, etc.

Mas tento sempre manter a actividade no máximo de tempo disponível que me sobra, mas na verdade é muito difícil jogarmos activamente no Verão pois na minha idade a ideia é apenas curtir e curtir, e não ficar muito tempo colado no PC.

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Mc: Conte-nos um pouco acerca do seu historial no BR.

Ls16: De momento estou no Mundo 2 e 12. No mundo 2, sou da Família DOM, que é um dos Blocos mais fortes daquele Mundo e que está em Guerra com mais ou menos metade do Mundo, o que torna o Mundo bastante activo e competitivo.

O Mundo está reduzido a uns 1000 e tal jogadores, pois o processo de eliminação dos que tinham menos tempo acabou a algum tempo atrás. A Guerra lá é bastante difícil, mas isso é o que dá divertimento ao jogo, e até agora tive o prazer de jogar com muitos bons jogadores que merecem tudo só pelo seu companheirismo e devoto á tribo.

No Mundo 12 sou Líder da CEL, que é TOP2/3 daquele Mundo. Pertencemos a um grupo de tribos, que se juntam em guerras comuns para uma maior distribuição de pancada no inimigo.

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Mc: Dando a conhecer um pouco da sua vida pessoal, como é que você se caracteriza?

Ls16: Sou um pouco arrogante e convencido, mas tenho confiança nas minhas capacidades, dentro e fora do jogo.

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Mc: Quais são os seus hobbies?e o que gostaria de seguir nos estudos?

Ls16: Bem no tempo livre, pratico kick boxing, jogo voleibol e TW, claro.

Estou de momento a fazer o curso de Línguas E humanidades – 11º ano, mas vou entrar na Academia de Policia depois do 12º e tentar juntar-me ao GOI.

Espero eu que tudo corra bem.

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Mc: Certamente irá correr bem. Voltando ao Tribos, Prevê voltar a jogar no Tribos.pt?

Ls16: Nesta altura ainda não sei. Depende do tempo que tiver este ano, pois uma conta sem actividade é um peso morto em qualquer Mundo e se for para estar a dormir prefiro nem entrar. Bem só o tempo dirá.

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Mc: Já que joga isto à vários anos, certamente terá opiniões bem formadas acerca do Tribos. O que mais gosta no Jogo?

Ls16: Adoro o companheirismo que se desenvolve ao longo do tempo nas tribos, e a amizade e o afecto que ganhamos a jogadores com que convivemos diariamente no Mundo virtual.

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Mc: Qual a maior crítica que tem a apontar ao Tribos?

Ls16: Sem dúvida, as traições que se desenrolam nos Speed´s. Todos sabemos que mundos com apenas algum tempo de duração geram uma competitividade enorme, especialmente os jogadores que estão no TOP20 desse mesmo Mundo, que querem ganhar a premium.

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Mc: Tem alguma sugestão que queira dar para melhorar o Tribos?

Ls16: Sim. Reparei que num dos Rounds Speed, não se podia entrar e sair de qualquer tribo durante um bom tempo. Aconselho a Administração a não deixarem algum jogador sair de uma tribo, mal este entre numa, assim diminuiria a hipótese de traição por parte dos jogadores da mesma tribo.

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Mc: Agradeço o tempo dispensado na entrevista, e desejo-lhe boa sorte no Tribos, e uma continuação de Boas Férias.

Ls16: Obrigado e continuação de bom trabalho.

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Neste tópico do fórum, poderão fazer comentários á entrevista: http://forum.tribos.com.pt/showthread.php?t=17301

Candidaturas, segunda volta!

Voltamos a abrir as candidaturas para a equipa de suporte, as candidaturas anteriores foram removidas. Assim apresenta-se uma boa oportunidade para voltar a tentar, mas é vos pedido para levarem a sério o processo.

Deixo aqui algumas notas sobre o que nunca deve fazer ao escrever a sua candidatura, perca um pouco de tempo a fazer um rascunho antes de o publicar. Lembre-se sempre que a sua candidatura será avaliada pelo que escrever, se que perder meia hora para fazer a sua inscrição é demasiado tempo, com toda a certeza o tempo e a paciência de ser um membro da equipa é bastante mais!

Eis algumas frases tiradas de algumas candidaturas e comentadas pela nossa equipa:
 

  • “…e sou iper activo passoi muitas h neste jogo” – Será isto Português?
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  • “…depois de cuida das aldeias e tals nao tem mais nada pra fazer,por isso eu me candidato ao cargo de Moderador…” – Ser moderador implica ter vida própria?!
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  • “Tenho alguma experiência em html (nomeadamente BB codes, no entanto, não é muita)” – HTML é muito mais que BB-codes, seja honesto e humilde.
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  • “Quero que os tribeiros cresçam e façam as coisas coretamente exatas,…” – Tradutores!?
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  • “Eu fico 16 horas por dia na frente do computador, gosto de sempre estar me relacionando com pessoas diferentes” – Os membros da nossa equipa são pessoas, não são robôs! saia e divirta-se!
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  • “Obs: estou no Tribal wars e no The west quase 24 horas por dia!” – Ao menos dorme…
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  • “cuido de 5 contas no tribal wars todas com mais de 500 pontos em apenas 7 dias” – Será que é multi!? ora deixa cá ver…
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  • “Gostaria de ajudar o TribalWars ja que nao tenho nada para fazer mesmo e tenho NET.” –NET é mesmo indespensável!
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  • “nao tenho experiencia quaze nenhuma! mas gustaria de a ganhar!” – Já só falta falarmos em português, ao menos motivação tem!
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  • “reportar insultos” – texto deveras completo, mas pode continuar a reportar mesmo que não entre para o suporte.
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    Boa sorte a todos!