Arquivo de etiquetas: TribalWars

Aniversário do Tribos e do Grepolis ’13

FANTÁSTICO!

A equipa solutions.pt organizou um almoço com as comunidades para festejar, mais uma vez, o 5.º aniversário do Tribos e o 3.º aniversário do Grepolis! Desta vez, no Porto.

Neste aniversário estiveram presentes, da equipa, o Ricardo, o ogait87, o EnteiRocks, a Larkin, a krislete, o Ricardofr, o fersal, o luisphilipus, o Chill Out., o lBOPE, o euu17, o ReD Chaos, a WolfGirl, a goofynas e o InKSane.

Como é tradição o espírito de equipa, este evento não poderia ser contado sem ajuda dos presentes…

Tal como no ano passado os jogadores também foram convidados a participar no evento.

Desta vez, tínhamos como novidade caras novas dos novos moderadores na equipa, como a WolfGirl, uma das primeiras a chegar, enquanto o pessoal se ia juntando aproveitamos para pôr a conversa em dia.

euu17

O motivo principal que me levou a estar presente neste almoço foi o facto de me estar prometido que iria receber um Mac, sim, leram bem, um Mac oferecido pelo Ricardo (com cola e batata frita…).

fersal

A goofynas, logo pela manhã, bem cedinho, fez as orações, despediu-se do cão e dos gatos, vestiu a armadura e seguiu para o encontro com a equipa e os jogadores.

Confesso que estava curiosa para ver quem aparecia e associar algumas caras aos nomes de utilizador.
Por ser no Porto, não havia o stresse do último jantar em Braga e ia confiante que conseguiria perceber que estava perdida antes de chegar ao Castelo do Queijo.

goofynas

O ponto de encontro era o café “Enjoy It”, ao lado da Estrada da Circunvalação.

A WolfGirl chegou mais cedo, porque pensava que ia ter dificuldade em arranjar lugar para estacionar, mas acabou por encontrar um parque quase vazio e o café, que seria o ponto de encontro, fechado.

“Ok, e agora? Vou ficar aqui à espera que alguém chegue…” Passado uns minutos vejo ao longe 3 rapazes. “Será que são? Será que não são da equipa?” Aproximam-se e o Ricardo diz: “Olá.” E eu: “Olá?” E eles apresentaram-se: Ricardo, ogait87 e euu17.

No início estava um bocado envergonhada… Aos poucos foram chegando, alguns com quem eu nunca sequer tinha falado e a esplanada começou a parecer-se mais com o “Mercado da Coscuvilhice”.

WolfGirl

Os novos chegaram bem cedo para “mostrar” serviço.

luisphilipus

Entretanto, outros membros iam-se encontrando no restaurante.

Quando a goofynas chegou ao restaurante encontrou um antigo membro da equipa, o Galrito, que estava num dilema sobre onde amarrar a sua bicicleta. Praticabilidade feminina número 1 by goofynas: “Porque não pedes aos senhores do restaurante para a guardarem?”

Apareceu o InKSane.

Enquanto estávamos em amena cavaqueira a tentar perceber se as pessoas que iam parando no passeio eram jogadores ou colegas que ainda não conhecíamos, o InKSane lembrou-se de ligar a alguém a perguntar por onde andavam. Lá fomos ter com eles a um café [ao suposto ponto de encontro] com uma agradável esplanada e “espetacular” vista para a Circunvalação. Já lá estavam colegas conhecidos e outros por conhecer. É sempre diferente apresentarmos-nos como “goofynas”.

goofynas

Na esplanada…

O Chill Out. tão caladinho… ao contrário do que se passa nas conversas da equipa. O ReD Chaos conversava com o InKSane e o luisphilipus sobre estratégias de guerra e a WolfGirl ficou agradavelmente surpreendida ao reparar que afinal não somos antipáticos.

goofynas

Depois de reunidos, fomos todos para o restaurante, onde já estavam os jogadores à nossa espera – foram identificados pelas lanças e as espadas encostadas à parede.

luisphilipus

A goofynas, o InKSane, o Ricardofr, a namorada do Ricardofr e o luisphilipus puseram-me bastante à vontade a caminho do restaurante e, para mim, foi muito divertido o convívio com toda a gente, em especial com eles. O fersal, o EnteiRocks e o ReD Chaos também foram bastantes simpáticos, mas tive menos contacto com eles.

WolfGirl

No restaurante, novamente para alguns…

Quando chegámos ao restaurante já lá estavam os jogadores, algumas caras até eram conhecidas do jantar do ano passado.

euu17

Já depois de estarmos no restaurante chegou a Larkin com os bolos… por sinal muito bons e com uma decoração a condizer com o motivo da “reunião”.

luisphilipus

Para o lBOPE o evento começou mais cedo, pois começou a jornada até à bela cidade do Porto (lBOPE), um pouco mais cedo que os restantes.

O almoço foi muito agradável, tive a oportunidade de conhecer e de poder conviver com os meus colegas da equipa de suporte do fórum e jogo. Tive também a oportunidade de poder estar com alguns jogadores com quem joguei e ainda jogo. Tínhamos um fotógrafo de serviço, um jogador, que fez questão de tirar fotografias à malta toda. Foi um momento muito engraçado.

lBOPE

O serviço foi bastante bom, volta e meia o senhor empregado aparecia a perguntar se queríamos mais lume que era código para “mais lombo”. Ficou prontamente conhecido como “o senhor do lume”.

Houve bastantes intervalos, o que dava para colocar a conversa em dia com a Larkin, o Galrito e o luisphilipus e por sessões fotográficas deveras irritantes. Mas o responsável (jogador do Tribos) era um senhor bem-disposto e tornava-as menos “torturosas” (ou talvez não)…

goofynas

Depois, durante o almoço lá fomos conhecendo melhor o pessoal, principalmente os jogadores do Tribos, como é claro.

Enquanto aguardávamos pela chegada da krislete, aproveitamos para tirar umas fotografias para a recordação.

euu17

Boa conversa e boa disposição. Ficámos a conhecer melhor o ReD Chaos e a Wolfgirl, que se mostraram bastante simpáticos, foi bom conhecê-los.

Ricardofr

Estavam lá os “suspeitos do costume” , e mais alguns.
Os novos moderadores do Grepolis, alguns deles – os que estavam presentes, pareceram ser bons colegas e vão certamente dar um bom contributo à equipa.
Os outros moderadores, que pessoalmente menos conheço, do Tribos, parecem ser igualmente muito unidos e ativos, contribuíram e bem para uma tarde bem passada entre todos os que ajudam estes jogos a evoluir, e como vemos, para melhor.
Em relação aos “suspeitos do costume”, estão todos no bom caminho, são uns “tinhosos”,  somos amigos, é mais do mesmo, que mais se pode dizer…

InKSane

Fiquei bastante surpreendida com a forma de ser dos membros da equipa, acho que são todos incrivelmente acessíveis e simpáticos, foi o que mais me surpreendeu. Ao longo de todo o almoço não faltou assunto de conversa, toda a gente com boa disposição, piadas não faltaram, e histórias divertidas também não.

WolfGirl

A escolha da sobremesa também tinha deu pano para mangas…

O Ricardo, com a sua voz de comando, comunicou-nos “Aqui é molotov!” ao que prontamente entendemos que era para escolher molotov. Quando o empregado de mesa recolheu o pedido do Ricardo, informou-o de que já não havia molotov. Pelo que houve um urgente rearranjo de pedidos de sobremesas.

goofynas

O almoço decorreu com “normalidade” até à sobremesa, onde o “respeito” foi notório.
Ricardo: “Eu vou comer molotov!”
Os moderadores do Grepolis uns para os outros:
– O Ricardo disse aquilo porque tem de ser molotov para todos?
– Em caso de dúvida… “Molotov”!
Todos escolhiam molotov, até que ficamos a saber que não era “sobremesa obrigatória”, antes pelo contrário, só haviam 2 molotov’s… (UPS)
Lá tivemos de escolher outra sobremesa… (ainda bem, não gosto de molotov… :D)

 luisphilipus

 A sobremesa prosseguiu com outro ponto alto… 

A odisseia do Galrito na sua “matança de formigas”.

luisphilipus

Durante o almoço fomos brindados com a tática do Galrito para matar formigas. Uma coisa posso garantir, no decorrer da história, por mais ideias idiotas que déssemos, não suplantava a realidade.

goofynas

Um dos meus momentos preferidos foi quando o Galrito contou a história de quando ele “catapultou” as formigas para as tentar matar até perceber que não ia conseguir e a Larkin atender o telefone e explicar-lhe como se devia livrar das formigas…

WolfGirl

O momento mais engraçado para mim foi quando o Galrito contou como se livrava das formigas, com fósforos. Essa, sem dúvida, foi a melhor parte do almoço, ri-me a perder. O convívio foi do melhor. Toda a equipa, Grepolis e Tribos, era excelente. Espero que se façam mais convívios destes.

ReD Chaos

Outro foi quando o InKSane contou que passados dois dias de começar a jogar Lagoonia, entrou no jogo e apareceu-lhe uma personagem do jogo grávida, então ele fez logo Alt+F4 e não voltou ao jogo, com medo que ela lhe viesse pedir o dinheiro para sustentar o puto. (Isto contado por ele tem muito mais piada…)

WolfGirl

Após a aguardada chegada da krislete… BOLOOS!

Entretanto, chegou a krislete e podemos passar aos bolos. Bonitos, bem doces e prontos a ser devorados pelos guerreiros presentes.

O primeiro bolo a chegar foi o do Tribos… um guerreiro careca de lança na mão e com ar de corajoso. Mas assim que viu a entrada do Zeus ficou “partido em dois”… foi isso ou a Larkin…

luisphilipus

Foi pena a krislete chegar tarde e não ter almoçado connosco, mas ainda bem que chegou a tempo do bolo, porque adorei vê-la e à Larkin a abrirem os bolos. Foi muito engraçado ver as duas muito compenetradas a tirar os agraves com muito jeitinho e o Ricardo aparecer com a tesoura para cortar os plásticos…

WolfGirl

O final do almoço foi coroado com 2 magníficos bolos com a figura do Paladino do Tribos e de Zeus do Grepolis.

A Larkin matou saudades dos seus tempos de jogadora, cortando as pernas ao Paladino e trespassando-o com a lança. Enquanto que o lBOPE mostrou como se destrói uma muralha, devorando-a. Zeus aguentou firme e hirto até ao fim da celebração.

goofynas

As primeiras despedidas…

Depois de mais umas quantas brincadeiras, piada para aqui e para ali… chegou a hora de sair do restaurante.

luisphillipus

Quando (finalmente) saímos do restaurante, o Galrito foi brindado com a segunda praticabilidade feminina do dia, desta vez by krislete.
Galrito: “Que faço à bicicleta? Vou pô-la em casa? Amarro-a ao poste?”
krislete: “Porque não pedes para a deixar aqui e vens buscá-la amanhã?”

goofynas

E tivemos as primeiras baixas, e de uma estreia, que se foi embora, mas com um sentimento de orgulho para todos.

O que eu mais gostei do almoço do Grepolis e do Tribos foi de conhecer o pessoal, tudo pessoas 5 estrelas. Foi uma boa tarde passada na companhia de pessoas muito engraçadas e simpáticas.  E também da comida, estava deliciosa, como as sobremesas e as entradas.

Quem me surpreendeu foi o InKSane, nunca pensei que ele fosse assim uma pessoa tão agitada e sempre pronto para a “borga”, gostei de conhecê-lo.

As minhas expectativas foram as melhores, diverti-me com o pessoal, foi um almoço bem passado, com boa gente.

ReD Chaos

No final, posso dizer que correu tudo bem, pela parte dos jogadores, pois não estavam armados, mas antes com os dentes desarmados com tanta fome por estarem à nossa espera há muito tempo. Agora quanto ao menu prometido pelo Ricardo, esse foi uma deceção…

fersal

Nova etapa!

O passeio programado foi para um bar em Leça da Palmeira – “Bar da Memória”. Aí, estivemos todos reunidos, seja na conversa, seja nos jogos de cartas.

 luisphilipus

Ao fim do almoço fomos todos até Leça da Palmeira onde durante a viagem, quando perguntava ao Galrito: “Estas a ver o Ricardo?”, ele dizia “Sim, sim, vai ali a frente!”, mesmo quando ele já não ia à nossa frente…

Uma vez lá no bar, houve quem se entreteve a jogar póquer, outros Monopoly Deal e outros, como eu, a ver o jogo do Barcelona.

euu17

Fomos ter um bar muito “bacano”, juntinho ao mar, com música ambiente. Passámos lá um bom final de tarde, foi pena não haver la uma mesinha de matraquilhos ou uma maquinazinha de setas, mas foi também muito interessante. Tivemos também a presença de alguns dos jogadores que foram ao almoço.

 lBOPE

Ainda fiz um “All In”, enquanto outros jogavam aquela cena do… “Rhh Rhh… Luke i’m your father… Rhh…”, lá da guerra das estrelas…

InKSane

De que é que estás a falar, InKSane?! Vá, a goofynas e o luisphilipus explicam…

Além da boa conversa, algumas pessoas dedicaram-se a um feroz jogo de póquer. A krislete e o ogait87 dedicaram-se a um jogo de cartas que tinha regras tão estranhas como “a carta X vale Y, mas se for à segunda-feira, as terças e quintas vale Z, mas só depois do pôr-do-sol, senão vale K mas se estiver associada à carta W” (obviamente, não prestei grande atenção às regras).

goofynas

Um dos jogos em causa nunca tinha visto, e a única coisa que aprendi é que as regras mudam a meio do jogo, literalmente!

 luisphilipus

…ou então, não, não explicam.

Depois de um tempo a olhar (aborrecidamente) para o jogo de póquer, desafiei a Larkin a pegar num dos vários baralhos que tinha trazido e vir jogar. O escolhido foi Monopoly Deal. O início foi meio tremido, depois de 5 minutos a tentar perceber as regras, desviámos o ogait87 para nos vir explicar como jogar. Quando finalmente começámos a sério (a primeira vitória da Larkin não conta) a namorada do Ricardofr conseguiu ganhar um jogo. Perante a nossa incredulidade verbalizada com um “Deixa ver…”, desabafou:
– Porquê que ninguém acredita em mim?

Os jogadores foram saindo de mansinho (ou nós é que estávamos absorvidas no jogo). Quando a Larkin reparou que só restavam membros da equipa, perguntou:
– Quem é que baniu os jogadores todos?

 goofynas

Seguiu-se o jantar em Famalicão

Há noite, já só com os membros da equipa, fomos jantar a Famalicão, e lá é que deu para conhecer melhor a equipa. Tive um contacto mais direto e falei mais à vontade. Depois do jantar, antes de irmos embora, na altura do café, criou-se um debate muito saudável entre o EnteiRocks e a Larkin sobre a tourada, e mais tarde evoluiu para um tema um pouco diferente, “Pessoas vs. Animais” – foi muito engraçado porque ambos tinham argumentos bastante válidos.  Houve muitos outros temas, muitas risadas, muitas mesmo, e gostei imenso.

lBOPE

O restaurante era agradável, a companhia ajudava (a sangria também). Apesar de quando a krislete se sentou queixou-se que a tinham deixado sozinha (na ponta da mesa), mas revelou-se uma localização excelente, porque o empregado colocava tudo à sua frente, inclusive os jarros de sangria.

goofynas  

E entre conversas e comida, lá se foi passando o tempo a voar, até que muito educadamente nos mandaram embora do restaurante porque queriam fechar.

euu17

A conversa prosseguiu animada, tão animada que fomos os últimos a sair do restaurante. E acho que só saímos porque mais uma vez “tivemos de sair” (2 em 2, não perdoamos… :D)
O Ricardo, num ato de gentileza diz ao empregado:
– Quando quiser fechar, diga.
– Já estamos nas limpezas, só falta vocês saírem. (UPS)
E pronto, depois disto lá saímos… mas quais sobreviventes, ainda nos mantivemos “à tona da água”, e permanecemos na mais amena cavaqueira no exterior durante pelo menos mais uma hora.

luisphilipus

O que fica…

Mais uma vez foi um encontro bastante agradável e foi bom conhecer os jogadores (lendários) do Tribos. Tive alguma pena que os jogadores de Grepolis não tivessem aderido a esta iniciativa. Entre os colegas que entraram recentemente na equipa, foi uma oportunidade para nos conhecermos melhor e verificar que somos todos relativamente “normais”.

goofynas

Mais um encontro, cheio de coisas boas e onde o espírito da equipa ficou bem patente. A continuar assim, ninguém nos pára e seremos cada vez mais e melhores!

luisphilipus

A desilusão maior foi não terem aparecido jogadores do Grepolis, isso acabou por entristecer um pouco.
Em resumo, foi um almoço muito divertido e foi um prazer conhecer todos pessoalmente. Só tenho a agradecer por me receberem tão bem e me porem completamente à vontade.

WolfGirl

E assim finalizou mais um encontro, como de costume, muito agradável e aguardar até que outros venham.

euu17

Chegou a horinha de ir embora, e posso dizer que adorei o dia por completo. Há malta que não foi, e falo em concreto dos outros novos moderadores, como eu, mas acho que foi muito importante este contacto “cara-a-cara” com a equipa e perderam um grande dia.

lBOPE

Sem dúvida uma experiência única e inesquecível. Apesar de ser a primeira vez, todos se mostraram atenciosos e incentivaram-me a dialogar um pouco mais com eles. Fiquei a conhecer um pouco mais de todos os que se encontram para lá do ecrã, com quem todas as noites temos conversas fiadas.

Encontrei também colegas e amigos de alguns mundos do servidor português, com quem compartilhei experiências adquiridas ao longo destes anos.

É com orgulho que digo que nunca esquecerei este dia.

 Chill Out.

Foi uma uma boa experiência. Malta porreira e os bolos fenomenais.
Aguardo pelos próximos e espero estar lá outra vez e, se puder, até ao fim 😉

InKSane

Foi um encontro cheio de boa disposição, como de costume. Foi bom conhecer os jogadores do Tribos e, felizmente, a equipa Grepolis compareceu em força para contrabalançar os números.

Espero que o próximo aniversário seja tão ou mais divertido que este e obrigado a todos por este bom momento que passámos.

Ricardofr

Vejam como foi o convívio, seguindo as nossas páginas no Facebook:
http://www.facebook.com/solutions.pt
http://www.facebook.com/Tribos
http://www.facebook.com/Grepolis.PT

A equipa solutions.pt deixa um especial agradecimento a todos os membros e jogadores presentes por mais um excelente e inesquecível aniversário e que, para o ano, possamos contar com a vossa presença e de mais!

Vencedores do Mundo 18

Uma nova tribo é consagrada vencedora! O Mundo 18 chegou ao fim e das chamas a tribo Fènix, O Renascimento elevou-se no trono declarando-se vencedora com o total de 386.518.753 pontos e 39.241 aldeias!

Parabéns aos vencedores do Mundo 18!

Tribo vencedora: [@] Fx
1.º classificado: Mayada (IM)
2.º classificado: TORMENTER (IM)
3.º classificado: plick ([@] Fx)

Podemos concluir que o top 15 foi severamente disputado entre os jogadores da tribo [@] Fx e IM ao longo da batalha pelo 1.º lugar na classificação.

Mas ainda assim conseguiram dominar o Mundo 18, saindo-se vitoriosos!

O jogador que terminou em 1.º lugar na classificação foi o Mayada, com 14.493.897 pontos e 1.310 aldeias (11.064 média de pontos por aldeia).

Logo a seguir, em 2.º lugar na tabela, ficou o TORMENTER (14.387.056 pontos) e em 3.º plick (13.375.579  pontos) respetivamente.

Nos oponentes derrotados, na classificação das tribos, verificamos que a [@] Fx não conseguiu a liderança, ficando em 2.º lugar na classificação perdendo o 1º lugar para a Tribo oponente IM, que lidera a tabela com 3.552.416.217 Mio.

Em termos de oponentes derrotados pelos jogadores, o jogador merkkurio liderou a ofensiva com 110.895.312 Mio. e o jogador Crómium na defensiva com 137.457.628 Mio.

Configurações do Mundo 18

Início: 01 de setembro de 2010
Fim: 10 de janeiro de 2013

A equipa do Tribos felicita a tribo [@] Fx e o jogador Mayada pelas suas vitórias!

Entrevista a z333, vencedor do Mundo 21

z333
z333, vencedor do Mundo 21

Me God: Iniciando da melhor forma e utilizando uma pergunta “praxe”, como conheceu o Tribos?

z333Conheci o tribos quando pesquisava na Internet jogos medievais.

Me God: Em breves instantes, por favor, conte um pouco da sua história no jogo.

z333Entrei no Mundo 1, que foi o meu primeiro contacto com o Tribos. Entretanto abriu o Mundo 3 e entrei de início e foi onde aprendi a jogar Tribos, mas ao fim de ano e meio tive de desistir. Mais tarde voltei e entrei no Mundo 21.

Me God: Como encarou o início do jogo? Que conselho transmitiria a um novato para se tornar um grande Jogador?

z333No início de jogo tive bastante trabalho, pois formei, juntamente com alguns amigos, uma tribo, mas para a qual tivemos que recrutar mais jogadores o que foi um pouco complicado no início… Aos novatos, o conselho que lhes dava era serem ativos, ter vontade de aprender e espírito de equipa.

Me God: Está satisfeito com o seu feito no Mundo? Sempre foi esse o seu objetivo?

z333: Sim, fiquei muito satisfeito, depois de ano e meio de muito sacrifício, de muitas horas passadas no jogo, vencer a classificação individual e coletiva, foi uma enorme satisfação. Inicialmente, nem sonhava que iria ganhar o mundo porque quando entrei apenas vinha com o intuito de passar um bom bocado com uns amigos, mas à medida que o tempo foi passando o jogo tornou se mais sério e o nível competitivo veio ao de cima.

Me God: Qual o momento em que sentiu mais dificuldade para se manter no topo da classificação?

z333: A altura em que senti a classificação ameaçada foi com 2 senhores, que curiosamente era da minha tribo. Passaram meses a fio a conquistar bárbaras e mais bárbaras e não colaboraram com a tribo, nem com ataques, nem com defesa. Aí sim, senti ameaçada a minha classificação devido aos papa bárbaras.

Me God: O que mais o cativa no jogo?

z333O espírito competitivo, a amizade que se cria e o convívio.

Me God: Tenciona alcançar o mesmo feito noutro Mundo?

z333Não tenciono, porque não me vejo a ter o tempo que disponibilizei para vencer o Mundo 21, mas continuarei certamente nos primeiros lugares dos mundos em que eu entrar.

Me God: Acha que o Tribos influenciou de alguma forma a sua vida fora do jogo?

z333Sim, certamente em alturas da minha vida influenciou, por vezes tornámos o jogo num vício e esquecemos-nos um pouco da realidade.

Me God: Uma vez que o Mundo 21 terminou há algum tempo, sente saudades?

z333Sim, bastantes… Tenho saudades do grupo que formámos, saudades das conversas que tínhamos, do convívio e neste momento começamos a perder o contacto com alguns.

Me God: Para terminar, gostaria de deixar algumas palavras à Comunidade?

z333Quero agradecer ao Ferreira, um grande amigo e o grande obreiro da vitória no Mundo 21. E a todos os que jogam Tribos, quero relembrar que isto é apenas um jogo, um passatempo, e que na vida temos a família em primeiro lugar, por isso, tudo o que se passa aqui no Tribos nada tem a ver com a realidade. Os desentendimentos no fórum, isso tudo…, por vezes é provocado e nada passa para a realidade e a prova disso mesmo é os jantares que fazemos, inclusive com jogadores que num passado era inimigos… Divirtam-se…

Me God: Obrigada pelo seu contributo e participação e boa sorte para as próximas etapas.

Jantar de Natal das Equipas ’12

Mais um ano, mais um especial jantar de Natal da equipa. Desta vez em Braga e, como não poderiam faltar, com as habituais peripécias de quem se estreia, ou não…

Como uma verdadeira equipa, todos queremos partilhar com as comunidades como foi para cada um este jantar “icónico”.

EnteiRocks começa por valorizar a interação pessoal de todos os membros da equipa, é nestes momentos que nos podemos conhecer um pouquinho melhor.

Já que passamos tantas horas a trabalhar virados para um ecrã, nada melhor que podermos sempre fazer corresponder uma voz/um texto a uma cara sorridente.

O evento começa sempre por quem vem de mais longe…

krislete viajou durante 6 horas para se reencontrar com a equipa, mas antes ainda teve de preparar a logística para visitar Braga.

Para grande sorte do euu17…

Finalmente aqui perto! E para começar bem a tarde iniciámos o encontro com o pessoal pelo Colinatrum.

Ricardofr chegou algumas horas mais cedo para se sentir turista, “para tirar umas fotografias, dada a riqueza do centro histórico”. Mais tarde encontrou-se com o Ricardo, “a conversa, como sempre, foi boa e sobre os mais variados assuntos”.

Aos poucos iam chegando outros membros da equipa. EnteiRocks, euu17, luisphilipus, Galrito…

Bebe-se um café para aquecer e coloca-se a conversa em dia à espera dos restantes elementos da equipa e a ver se o tempo passa depressa e se chega a hora de ir para o restaurante jantar.

luisphillipus

A nossa estreante nestas andanças dos encontros da equipa, goofynas, “como de praxe, andou perdida algures em Braga até que alguém a fosse orientar”, conta Ricardofr.

Não se livrou da necessidade de ligar a alguém a pedir indicações.

Ao chegar a uma rotunda que apontava para Ponte de Lima, pareceu-me que seria melhor pedir ajuda. Depois de uma conversa em que descrevi todos os edifícios num raio de 500 metros, foi-me dito “espera aí que eu vou buscar-te”. E é sempre desafiante conhecer alguém por: “Sou eu num carro branco, grande, aqui no meio da rotunda, com os quatro piscas ligados”.

goofynas

Quando chegou goofynas pensou: “Porque raio estão sentados na esplanada com este frio de rachar???”. E ainda não sabe se os primeiros minutos de silêncio foram pela timidez ou pela hipotermia…

Apesar do céu limpo, estava um frio de rachar. Veio então mais uma rodada de cafés para aquecer, enquanto aguardávamos pelos restantes.

Ricardofr

“Simpática e bem-disposta, foi bom conhecê-la”, conta Ricardofr.

Como as horas de conversa no Skype são muitas, ela já nos conseguia tirar a pinta e ia dizendo os nossos nomes/’nicks’enquanto a cumprimentávamos.

Ricardofr

E um pouco mais tarde chegou fersal, “um ‘rapaz’ com um sorriso fácil”, diz goofynas.

goofynas ainda tentou criar um ambiente de suspense e considerou fazer uma surpresa, mas deve-se ter arrependido quando pensou “o lugar reservado para mim seria no passeio?”.

No entanto, depois de inquéritos aos locais, fiquei a saber que havia uma sucursal de um restaurante de ‘fast food’ nas imediações.

goofynas

Para além do lugar no passeio, poderia ter corrido pior…

Ao entrar na autoestrada, ocorreu-me que me tinha esquecido de algo importantissímo: a prenda para as trocas. Na estação de serviço, depois de vasculhar desesperadamente o carro à procura de algo que pusesse ser oferecido, resignei-me a gastar dinheiro em algo estupidamente caro. Depois de inspecionar com curiosidade as chaves de velas e as garrafas de água destilada, cheguei à conclusão que não havia ali nada que pudesse servir para a troca de prendas. Não me restava mais nada senão lamentar a minha sorte à senhora da estação de serviço, que compadecida se ofereceu para me vender uma prenda que ia levar ao seu filho. Assunto resolvido.

goofynas

Mas não foi a única a lembrar-se tarde do presente…

Apesar de tentar organizar o melhor possível, ao chegar ao restaurante, apercebi-me que faltava algo… Faltava o presente de Natal!!! Era já tarde demais, iria ter que ficar de fora da famosa troca de prendas… Mesmo assim, não era propriamente preocupante, o evento era mais que especial.

krislete

E também o euu17, mas não foi tão grave.

Mais uma vez, eu, sempre o mesmo esquecido, ainda tive de ir buscar a minha [prenda] ao carro. Uma vez todos no café, excepto o Me God que já estava no restaurante e a Larkin que ainda não tinha chegado, partimos todos para o restaurante, exceto eu, devido ao luisphilipus ter dado sinais de luzes a dizer que estávamos todos quando faltava eu… Como é claro lá tive eu de ligar para o Ricardo para me indicar o caminho pois eu andava lá as voltinhas e não saia do mesmo sítio.

euu17

E no restaurante já os esperava Me God.

Me God, a caminho e olhando para as horas, viu que já estava atrasado, contudo, assim que chega ao restaurante ainda ninguém tinha chegado…

Entretanto começam então a chegar o resto das pessoas, a mesa começa a ganhar forma, cor e movimento, um ambiente bem acolhedor devo dizer. Antes do jantar e como habitualmente, todos entregam a prenda que trouxeram para, no final, se realizar a consagrada troca de prendas. O jantar inicia sempre com algumas risadas e brincadeiras pelo meio. Nas entradas foram colocados na mesa pratos com cogumelos e um pouco de alheira por cima, bem, estava extremamente delicioso.

Me God

Depois de nos rearranjarmos numas mesas colocadas numa configuração estranha, entrou a Larkin, com um embrulho que suspeitamente parecia um bacalhau…

goofynas

Uma vez que cheguei já se encontrava la todo o pessoal e finalmente conheci o Me God.

euu17

O jantar pode dizer-se que foi no mínimo estranho, além de uma timidez inicial, os empregados pareciam demasiado solícitos a recolher os pratos antes de os convivas terem acabado de comer. Alguns de nós já tinham o bacalhau à frente enquanto outros ainda comiam as entradas de melão (verdissímo) com presunto.

goofynas

Jantamos… a correr, pois o restaurante fechava às 23h (situação que apenas reparamos depois de alguma reclamação que vinha da cozinha e do vigilante de serviço começar a rondar muitas vezes o restaurante).

luisphilipus

Batemos o recorde de comer numa hora.

goofynas

O jantar estava bom, comi tudo o que havia para comer – ok, deixei os caroços das azeitonas no prato.

EnteiRocks

Apesar da pressa tirámos algumas fotos e “ainda nos deixaram fazer a troca de prendas e a tal prenda que tanta expectativa causou… não era um bacalhau”, conta goofynas.

Chega então a hora da troca de prendas, divertida como sempre.

Galrito prefere contar como procedemos ao sorteio:

Tal como no jantar de natal do ano passado, houve novamente a tradicional troca de presentes. O sorteio das prendas aconteceu da seguinte forma: foram escritos os nomes dos membros da equipa e acompanhantes presentes no jantar em vários papelinhos e colocados num saco; escolhia-se um presente e ia-se ao saco procurar pelo sortudo.

Apesar da alegria ao descobrir qual o presente que lhe calhou, o EnteiRocks relembra algo em falta…

Considero que fui um felizardo com a prenda de Natal que me saiu na rifa – nada melhor que um ‘suporte de caneta’! Foi interessante e com ambiente descontraído e acolhedor. A mim fica-me apenas uma mágoa – o Galrito não pagou o jantar a toda a equipa (o prometido é devido)!

EnteiRocks

Eu recebi uma caixa de chocolates Belga e logo no primeiro olhar que trocamos, senti que ela não ia chegar inteira a casa.

Ricardofr

E parece que não chegou mesmo.

O jantar correu bem, apesar do mau comportamento do Me God, e foi-lhe prometido um castigo. Chegado o momento para a troca de prendas, a última prenda sorteada era a do Me God e a quem faltava entregar a prenda? Por ironia, ao Me God! A oportunidade de aplicar o castigo surgiu – acaso, destino, intervenção divina, …quem sabe? – o Me God ficou sem prenda. E de repente, não sei como, essa prenda veio parar às minhas mãos e diversas pessoas insistiram que eu ficasse com ela e a abrisse. Talvez o meu comportamento este ano tenha sido exemplar… O:-)

krislete

Mas, apesar disso, Me God não ficou realmente sem prenda: “A melhor prenda que recebi: um fantástico jantar na companhia de bons amigos.”.

Quanto à prenda da goofynas, bem… parece que provocou alguns conflitos: “Já sei resolver o cubo mágico, apesar daquele já se ter partido todo e juro que não foi consequência de o mandar contra a parede.”

A continuação do convívio teve de se deslocar, uma vez mais.

No fim do jantar, fomos a um bar localizado no Bom Jesus de Braga.

Enquanto se decidia quem levava carro e quem não levava, ainda houve tempo para dar uns toques na bola e até ficou prometido um jogo de futebol num próximo encontro.

Ricardofr

A localização do bar proporcionou a seguinte conversa num automóvel:

Interveniente 1: “Aonde vamos?”
Interveniente 2 “Ao Bom Jesus.”
Interveniente 1: “O que é o bom Jesus?”
Interveniente 3: “Uma igreja.”
Interveniente 1: “Que raios vamos fazer a uma igreja a esta hora???”

Todos: “Rezar!”

O bar estava concorrido e apesar de sermos avisados que não havia onde sentar, feitos valentes entrámos na mesma. Depois de escolhido o local estratégico (no meio do caminho), estudámos maneiras de intimidar os outros patronos a vagar as mesas e, obviamente, as cadeiras.

goofynas

Nada de mesas disponíveis… e como tal toca a ficar de pé junto ao bar, que a seguir aos lugares sentados é o melhor local para se estar.

Depois disto, foi-se conversando, quebrando o gelo, não de vergonha, mas mesmo pelo frio que se fazia sentir, bebendo mais um pouco, descontrair e fazendo “pressão” para que quem estava nas mesas se decidisse levantar para nos podermos sentar e continuar a noite mais descansados e confortáveis. Isso aconteceu cerca de 40 minutos depois de já estarmos no bar e lá fomos nós… nesta altura já o InKSane tinha chegado junto da equipa.

luisphilipus

Quando finalmente conseguimos lugar, já se encontrava connosco o InKSane. Após um momento de conversa de cerimónia, resolvemos investigar as prendas de cada um. Depois de o Galrito dizer por umas 10 vezes “Vamos?” lá decidimos fazer-lhe a vontade e jogar com ele.

Primeiro ponto a reter: O Galrito inventa regras à medida que chega à vez dele. Segundo ponto a reter: O resto da equipa aceita as regras cada vez mais estranhas do Galrito. Terceiro Ponto a reter: Quando a Larkin se junta ao jogo, lêem-se as regras.

goofynas

Na sua fase inicial, e segundo rezam as críticas, o Galrito era o “Leis”. Aquele que dizia que se jogava assim ou fazia aquilo de certa forma… “Eu já joguei e sei que é assim”. Com a entrada em cena da Larkin, Galrito percebeu que teria de ler as regras outra vez e então começou a jogar-se de forma normal.

luisphilipus

Passou-se um bom bocado entre algumas pérolas:
– Qual é a cor?
– Azul.
– Mas nem olhaste para a carta, pois não?
– Ela não precisa de olhar, sempre que perguntas qual é a cor ela responde sempre: AZUL!

goofynas

No final de tudo, ao Me God a noite até que não lhe correu assim tão mal…

Quando chego ao carro para voltar para casa reparo que está uma carteira em cima do tejadilho e de quem era? Bem… foi um alívio e um “facepalm” ao mesmo tempo, porque a carteira era minha, ou seja, ficou cerca de três horas em cima do carro sem que alguém reparasse ou a levasse. Distração é, de facto, uma das minhas virtudes…

E algumas considerações finais dos participantes do evento.

Mais um bom encontro, repleto de boa disposição e bons amigos. A repetir certamente em 2013.

Ricardofr

Este dia é um daqueles dias que pessoalmente adoro passar, na companhia de bons Amigos. E assim foi, mais um pequeno grande convívio anual e espero que se repita por muitos e longos anos.

Me God

Foi um encontro agradável, as pessoas são exactamente como se portam no grupo. Algumas com mais à vontade que outras pela experiência já nos encontros.

goofynas

Em suma, foi um serão bem passado juntamente com os elementos da equipa e que serviu para fortalecer laços entre todos os elementos presentes.

luisphilipus

Larkin e krislete

A equipa solutions.pt deseja a todos um Feliz Natal e um ótimo ano 2013, com muito sucesso!

A viagem medieval’ 12

                    

11 de agosto. Mais um encontro das equipas de suporte portuguesas do Tribos, The West e Grepolis na Feira Medieval em Santa Maria da Feira.

Como amantes da Era Medieval, não poderíamos deixar de comparecer a tal evento.

O ponto de encontro foi, para começar bem, na taberna, mesmo em frente ao castelo da rainha D. Dulce. Boa conversa e boa disposição não faltaram até porque, mesmo a falar de crise, arranjamos sempre motivo para dar umas gargalhadas.

O castelo de Santa Maria, construído antes da fundação da nossa nacionalidade, vai dar origem a uma nova povoação: a Feira. É o centro administrativo e militar da Terra de Santa Maria, passando, a partir de 1188, a ser o reduto e abrigo das senhoras da Casa Real. D. Sancho I coloca à disposição da rainha D. Dulce e de suas filhas este Castelo, para o utilizarem como entenderem, assim como todos os rendimentos desta Terra.

Como sempre, gostamos de estar no centro da ação, mas desta vez estávamos “mesmo no centro” de onde decorreria uma batalha em frente ao castelo, e pediram-nos para sair do palco dos artistas – mal conheciam a nossa experiência em territórios hostis…

A peça retratava duas hostes de fações rivais – cruzados e mouros – que se encontram na terra de ninguém. Surgiram alguns membros do Clero que ouviram as provocações e os gritos de guerra. Havia vencedores e vencidos. Estava feito o juízo de Deus!

ARRAIAL DOS CRUZADOS
Os Cruzados, convocados para a Terra Santa, vindos do norte da Europa, passavam ao largo da península hispânica. Também a braços com os infiéis, eram algumas vezes chamados a participar nos ataques e ações militares perpetrados pelos reis cristãos na conquista das possessões mouras.
Estas expedições, chegando a terra, montavam arraiais, acampando perto da fortaleza ou do castelo que pretendiam tomar. Montavam as tendas e todos os apetrechos necessários à sobrevivência do dia-a-dia, para um largo período de tempo.

No final da peça, tirámos uma fotografia com os soldados – que conheciam o Tribos e logo se notou…, eram soldados corajosos! – e mostrámos que somos guerreiros mesmo fora do mundo virtual!

Depois da fotografia e de umas facadas nas costas conseguimos sair do local, devido à nossa experiência estratégica, vivos.

Rumo a território desconhecido, procurávamos o local onde iríamos jantar.
Durante o passeio, o coadministrador EnteiRocks ainda tentou comprar um sabre, mas o vendedor só aceitava euros e, como sabem, nós compramos tudo com recursos (ferro, madeira, argila, pedra…), TUP’s ou dinheiro (daquele que não agrada fora do velho Oeste), e nem com Premium conseguimos!

Entre as várias possibilidades, decidimos ir jantar umas francesinhas.

Voltámos à conversa enquanto aguardávamos mesa para jantar, acompanhados dos jogos olímpicos e os seus comentários de “bancada” – a brilhante vitória do Brasil sobre as arquirrivais dos EUA, no voleibol; o ouro de Chicherova, a única a saltar os 2,05m; a estonteante estafeta 4x400m feminina dos EUA; e, o incrível recorde do mundo do quarteto da Jamaica nos 4x100m – e, como é claro, da boa cerveja.

Depois do jantar, um novo passeio pela Feira Medieval, nova peça. Desta vez, a investida.

Prosseguindo a conquista do território, el-rei D. Sancho tem o apoio de várias famílias da alta nobreza. Estes cavaleiros, reunindo os seus homens de armas, e juntando-se às hostes d’el-rei, partem para o sul do território, onde se encontra o baluarte mouro. Aí chegando, montam arraiais em campo aberto e preparam-se para os possíveis ataques-surpresa, investidas fortuitas com o propósito de enfraquecer o inimigo.

Batalhas, infantaria e cavaleiros, flechas em chamas e tendas incendiadas… Tudo o que um amante desta Era marcante gosta de ver.

A ATALAIA
Uma atalaia (torre) tinha como função principal avistar e depois alertar as populações da sua proximidade, para qualquer investida realizada pelo inimigo. Localizava-se sempre perto de locais de passagem: vias, pontes, portos secos ou outros lugares estratégicos onde também poderiam existir outras fortificações de maior dimensão, estando esta sempre na dianteira da defesa e alerta dessas populações.

No fim do espetáculo, e apesar da confusão, conseguimos chegar aos nossos cavalos e regressar aos nossos povoados.

Um encontro a repetir certamente em 2013!

Obrigado a todos,
Ricardofr

O Mundo 22, por Iberian Hell

Abertura: 20/06/11

                O mundo 22 fez, recentemente, um aninho… Que tal recordar o que aconteceu já neste mundo onde, no seu início, muita gente esperava dele?

                O mundo 22 do servidor português foi “atacado” por imensos jogadores conhecidos e por grandes tribos já formadas. Nomes como BH, FREE!, RUN!, WC, 1., LOAD! e muitas outras que foram aparecendo com o tempo, como é o caso da K.O!, NEW!, EL!… Digamos que o mundo teve três fases até ao momento: o início atribulado com tribos de grande qualidade, uma segunda onde, do nada, apareceram algumas tribos feitas in-game, mas sólidas juntamente com, naturalmente, as tão famosas tribos mass recruit. Por último, a terceira fase… Fase em que, como se pode observar, neste mundo desapareceram muitas tribos… Algumas devido a fusões, outras por desistências e outras simplesmente pelo fator guerra.

                A verdade é que, numa certa altura onde ninguém sabia o que podia acontecer, aparece uma tribo do nada constituída por vários jogadores espalhados por diferentes continentes… Estou a falar, é claro, da tão controversa K.O!. E porquê controversa? Simplesmente pelo facto de todos apontarem para uma situação e ocorrer exatamente o oposto… É verdade que a tribo apareceu tarde, mas esta veio dar uma “nova” luz ao mundo, numa fase onde já haviam guerras entre muitas tribos… Na primeira fase falada anteriormente, esta tribo não existia, nem sonhava existir… A verdade é que o mundo era, em certa altura, “dominado” por 4 grandes potências: FREE!, RUN! e 1. e LOAD!… Estas foram, sem dúvida, das tribos que mais marcaram este mundo.

                Quando já toda a gente falava apenas nestas 4 tribos aparece a K.O! no mapa… Foi sem dúvida a tribo que mais espantou o mundo. A partir daqui, pouco se tem a dizer em relação a este mundo… Muitos dizem que este perdeu todo o interesse devido a vários acontecimentos, como o desaparecimento de algumas tribos, como a WC, BH, NEW!, EL! e isto também muito graças aos esforços das tribos que os estavam a combater. Muitos dos seus jogadores simplesmente desistiram, outros continuam a jogar e outros viram os nobres a chegar às suas aldeias. Portanto, tendo em conta este facto, é de referir que este mundo perdeu, inicialmente, jogadores como lmcs94, ***Nevoeiro***, PedroAlmeida90 e uma grande lista de jogadores, perdendo o mundo alguma competitividade… Mais à frente na história deste mundo temos ainda mais desistências… Desta vez maioritariamente de membros da tão prometedora K.O!, que chegou a estar alguns dias sem líderes inclusive. No entanto, grandes jogadores trouxeram-na de volta…

    

                De momento, alguns seguidores deste mundo estão enormemente desiludidos, pois dizem que este perdeu toda a sua competitividade. A verdade é que RUN! e K.O! quebraram a aliança mais antiga do mundo 22 e decidiram que estava na hora de fazer a corrida às aldeias inimigas. Decidiram, portanto, juntar o útil ao agradável e juntar todos os seus membros numa só tribo, criando, assim, a »R.K«. Diga-se de passagem que isto não agradou a gregos e troianos, visto a RUN! estar em guerra com a 1. e a K.O! com um “pacto de boca”… A verdade é que, de momento, estamos praticamente na reta final do mundo, pois só se fala em duas tribos: os rapazes Velha Guarda e o pessoal da RUN + Knockout. A verdade é que, no que toca a guerra, vemos a junção da TOP1 com a TOP2 a dar imenso resultado, com 415 aldeias de saldo positivo para esta. É nestas horas que todos nos perguntamos se a união entre estas duas tribos é realmente forte ou foi a Velha Guarda que se deixou, subitamente, ir abaixo? No que toca a mim, penso que a »R.K« demonstrou as suas capacidades na maior guerra de todo este mundo. É TOP1 vs TOP2. Onde o TOP1 leva clara vantagem para conseguir a conquista e vitória neste mundo que já deu tantas voltas que nem quem está lá dentro a viver o jogo se consegue lembrar de todas! Note-se apenas que, apesar de estar a perder esta guerra, a 1. é, possivelmente, das poucas tribos que se mantém intacta desde o primeiro dia do mundo… Por isso, temos uma grande guerra, pelo que tudo pode acontecer. Por outro lado, a TOP1 tem liderado e feito o que quer neste mundo, pois nenhuma ou pouca resistência tem encontrado.

Da minha parte é tudo. Desejo boas conquistas a quem se encontra neste mundo e que vença e convença a melhor tribo!

Saudações,
luis morte (in-game) – Iberian Hell (fórum externo)

Clássico 5

Parabéns aos vencedores do Clássico 5!

Tribo vencedora: =NG3=
1.º lugar: MUNDO5
2.º lugar: nordestino
3.º lugar: metal9

E parabéns também aos jogadores que alcançaram as marcas:

Configurações do Clássico 5

Início: 19 de março 2012
Fim: 19 de junho 2012
Descrição:

  • Velocidade: 5x
  • Velocidade de unidades: 1x relativa e 5x real
  • Moral: Ativada (baseada em pontos e tempo).
  • Bónus nocturno: Ativado (das 0 horas às 8 horas)
  • Premium: Opções avançadas (gestor, reduções, entre outras funcionalidades Premium).
  • Proteção de novatos: 3 dias.
  • Proteção de rácio: 1/0 em 60 dias.
  • Paladino: Ativo com armas e com novos itens.
  • Arqueiros: Ativados.
  • Igreja: Desativada.
  • Ferreiro: Simplificada.
  • Saques: Ativados sem limitações.
  • Nobres: Moedas de ouro
    • Custo: 14000  15000  12500 
    • Distância: máxima de 1000 campos.
  • Tribos:
    • Membros: até 10 membros
    • Os ataques a membros da tribo: são visitas
    • Apoios a membros fora da tribo: são permitidos
  • Modo de substituição: Ativado.

Prémios:

  • Membros da tribo vencedora: 100 pontos Premium
  • 1.º lugar: 800 pontos Premium
  • 2.º lugar:  600 pontos Premium
  • 3.º lugar:  400 pontos Premium

Vencedores do Mundo 5

Depois de três anos e meio de histórias no Mundo 5 sagram-se os vencedores, os jogadores da Reset (Click Restart)!

E o Mundo 5 chega ao fim com um novo recorde! A tribo com mais pontos a encerrar mais um mundo português – Reset, com um total de 1.935.320.441 pontos!

Parabéns aos vencedores do Mundo 5!

Tribo vencedora: Reset
1.º classificado: Octávio Dionísio (Reset)
2.º classificado: simpson-pt (Reset)
3.º classificado: kibiboy (Reset)

Após 1296 dias restaram 148 jogadores e 5.862,56 Mio. de habitantes nas aldeias, com uma média de 8.335 pontos por aldeia, e 67 continentes dominados pela Reset.


Os jogadores da Reset dominavam o mundo, não havia escapatória!


Os 66 membros da Reset atingiram uma média de pontos de 29.323.037, com um total de 189565 aldeias!

O jogador com a pontuação mais alta no final do mundo foi Octávio Dionísio, da Reset, com 61.666.566 pontos, que conquistou 5118 aldeias e detém uma média de 12049 pontos/aldeia!

Logo a seguir os 2.º e 3.º lugares são ocupados por simpson-pt e kibiboy, com 55.064.748 pontos (4513 aldeias) e 50.543.554 pontos (4355 aldeias), respectivamente!

Nos rankings de oponentes derrotados das tribos, a Reset, mais uma vez, lidera as tabelas!
Como atacante derrotou 9.884,84 Mio. e como defensor 4.067,27 Mio., contabilizando no total 13.952,12 Mio., sempre seguidos da *FUN* (2.ª classificada em pontos) e da WWW (19.ª classificada em pontos).

Já nos rankings de oponentes derrotados dos jogadores, as tabelas, mais variáveis, mantêm uma constante, são lideradas pelos jogadores da Reset!
Como atacante, Octávio Dionísio derrotou 630,84 Mio., enquanto que como defensor deixou a vez a joanarv (jogadora 66.ª classificada), que “[procurava] por aventura e perigo” e derrotou 817,71 Mio..
Mas no total, foi Dj Ónix (jogador 16.ª classificado), que com a sua “mente, corpo e espírito”, e também com os 1.105,36 Mio. derrotados, lhes passou a perna.

Configurações do Mundo 5

Início: 18 de novembro de 2008
Fim: 6 de junho de 2012

A equipa do Tribos felicita a tribo Reset e o jogador Octávio Dionísio pelas suas vitórias!

 

 

O Tribos por kempokamoritz

          Conheci o Tribos quando pesquisava na internet por “jogos online”. Como o meu computador era muito fraquito, não podia passar da linha dos jogos de browser, lol. Tinha acabado de vir da Alemanha (sou natural de lá) e, recentemente chegado a Portugal, decidi pesquisar por jogos em alemão. Ao fim de uns dias, lá descobri o Die Stämme (Tribos), na versão que continha a única língua que sabia falar. Tinha 8/9 anos quando comecei a jogar, e obviamente que não sabia, mal andava pelo fórum externo a pesquisar, nem haviam as missões que existem agora e outras novidades… Era apenas um passatempo de um “puto”. Saí passado umas semanas.

          Em 2004, no início do verão, antes do tão esperado por mim, Euro 2004, encontrava-me sem nada para fazer. Fui à internet e redescobri o que viria a ser a minha obsessão. Nessa altura tinha começado o Mundo 2 muito recentemente, mas decidi ficar-me apenas pelo Mundo 1, visto que começava mais tarde e que os jogadores estavam mais “entretidos” com os de sua pontuação que nem me ligavam… Dava para eu aprender a jogar, desenvolver técnicas, etc. Recomeçou o meu percurso no jogo. Mais tarde, começou o verão com os jogos de futebol diários nas TV’s gigantes espalhadas pela cidade – a febre do futebol – e rapidamente a minha conta foi apagada por inatividade.

          Em 2008 é que comecei a jogar “a sério” e desde aí que voltei que não largo o Tribos. Por esta altura, já “mais desenvolvido”, tanto eu como o jogo (comparado ao que estava no início), a minha aprendizagem foi muito mais rápida. Mas obviamente que nem sonhava ser possível conseguir fazer o que faço hoje.

          O início do jogo para mim, sinceramente, era uma seca. Sabia as bases de que tropas fazer se o meu estilo inicial fosse ofensivo ou defensivo, sabia que se tinha de farmar e, para ter melhor hipótese de trazer tudo cheio, dividir as tropas por igual de modo a que não tenhamos mais baixas do que o lucro por saque. Mas não sabia sprintar (e ainda hoje não sei sprintar muito bem…).

          Primeiro que tivesse uma aldeia… Nunca mais chegava o dia… Mas depois da primeira vinham as restantes mais facilmente, pois só fazia tropas na principal, lol. Era uma forma de conquistar mais aldeias, mais rapidamente.

          Conforme os mundos iam abrindo no servidor português eu ia entrando, mas sempre com muito tempo de diferença, para ficar mais longe de possíveis contactos com tops, no mínimo, até aprender a jogar minimamente, de modo a que conseguisse dar luta e não marcar apenas a minha sentença. Evoluindo, melhorando as estratégias, lendo o fórum e os primeiros tutoriais que lá apareciam e coisas dessas… Cheguei a participar em 5 mundos ao mesmo tempo:  Mundo 8, Mundo 9, Mundo 10, Mundo 11 e  Mundo 12. Ao fim de um tempo, optei por apenas 2 destes mundos, o mundo 9 e o Mundo 11. As aldeias dos outros mundos foram dadas a elementos da tribo perto de mim. E assim começou uma nova fase no jogo. No Mundo 9, com o tempo, consegui entrar para a CGRA, líder do k48, liderada pelo CGRocha. No Mundo 11, entrei no k42, e com o tempo subi para a líder do continente, a Warriors of Honour, liderada pelo ermesinde10. Mas não gostei de por lá passar – estava rodeado pela tribo. Decidi ir falar com um amigo, o Frederica, desse mesmo mundo para pedir convite para a tribo dele, a F.O.W., e fui aceite (estavam em guerra com a Warriors of Honour). Cresci, cresci, cresci e fiquei uma pedra grande no sapato da Warriors of Honour, pois não se conseguiam ver livres de mim, enquanto eu os noblava pelo interior e recebia apoios rápidos do top1 dessa altura, Frederica. Assim começou o jogo “a sério”.

          Aprendi a jogar com todos os jogadores que me rodeavam da minha tribo, e até dos que não eram da minha tribo. Shido de Mizar, Frederica, oulivas, wicca13, Shaubarak, dannyt, bombasman, xoliveira, B1ackS0ul, todos os jogadores que me conseguiam aturar no MSN. Estes jogadores são apenas os do Mundo11, apesar de ter aprendido com outros, por volta dessa altura também. Também aprendi a jogar com uns amigos meus do Mundo 9, o Lorde Chakal, Tito Maia e Kicca.

          Considero para mim jogadores chave todos aqueles de quem me lembro sempre que faço login no jogo. Para mim, os jogadores são o Shido de Mizar (considero-o um excelente jogador, líder e, o mais importante, uma excelente pessoa), wicca13 (uma verdadeira guerreira, ensinou-me muitas coisas sobre o jogo, mas também sobre como encarar a vida todos os dias, apesar das adversidades), Shaubarak (excelente líder e pessoa, não há mais nada possível a acrescentar, 5 estrelas).

          Adianto já que sou totalmente viciado nisto, geralmente olho aos meios para atingir um fim, mas, no entanto, um fim pode justificar os meios (ou não), mas isso depende de pessoa para pessoa… Já fiz tanta coisa para ficar mais tempo online no jogo… Recentemente consegui com que os professores me deixassem ter o meu computador à minha frente na sala de aula, para “tirar os apontamentos mais rápido”, visto que “sou muito lento a escrever à mão”, lol. Obviamente que utilizo o PC única e exclusivamente para a escola e não levo a minha PEN wireless para a escola. E obviamente que nunca usei o telemóvel como despertador, para a meio das aulas coordenar os ataques no jogo. Mas não foi a única coisa que fiz. Já fiquei “doente” num dia que os ataques de um coordenado que estava a sofrer iriam chegar, para poder movimentar melhor as tropas, coisa que mesmo com o PC à frente na aula só não dava nas vistas ao professor, caso o meu professor fosse, bem…, distraído. Diretas a meio da semana em tempos de aulas para defender a minha conta e continua assim… Sou totalmente viciado nisto.

          Sem dúvida que considero a competividade viciante. O facto de podermos evoluir sempre em algo e nunca chegarmos sempre a um patamar em que se possa dizer “sou o melhor a fazer isto!”. Falar com as pessoas, que geralmente são igualmente viciadas, é sempre engraçado – estar a falar com pessoas iguais a nos, mas com 20 ou 30 mais velhos.

          Claro está que há sempre horas para dormir, estar com os amigos, fazer desporto, divertir-mo-nos, vermos televisão, brincarmos com os cães, ajudarmos em casa… O dia tem 24h, 6/7h por dia gasto eu a dormir, fico com muito tempo livre para fazer tudo.

          Eu prefiro jogar ofensivamente, apesar de que se conhecer na conta que estiver a defender e estiver toda organizada por mim consigo fazer grandes feitos na defesa também. Ofensivamente, o meu recorde esta em colocar 20 fulls no mesmo segundo, seguido de nobres, e ainda ter o meu próprio noble train (NT) snipado com mais fulls meus, para evitar ao máximo que o snipem. Fiz isto poucas vezes, pois a paciência para organizar isto tudo num mundo avançado (onde jogo melhor, como endurancer) não é muita.

          Na defesa, como poucos portugueses sabem atacar forte e bem, um coordenado “coordenado” foi no servidor internacional, num mundo que tinha alguns portugueses a jogar, que estabeleci o meu recorde defensivo. Estive a sofrer cerca de 10.000 ataques, todos eles a chegarem em 30h mais ou menos, todos no núcleo da fronteira apenas, fakes, fakes NT’s, e muitos mas muitos fulls com catas para todos os edifícios. Totalmente tramado. O que fiz? Mandava a tropa passear e com as aldeias de longe snipava os NT’s, só conseguia isso… mas quando limpavam umas aldeias e tinham NT’s a poucas horas, com 10.000 ataques, era difícil de ver alguma coisa, pelo menos em tão curto espaço de tempo… Optava pela reconquista, pois era mesmo a única coisa a fazer… Perdi várias aldeias, reconquistei outras, mas no final, acho que não me sai mal…

          Já liderei uma tribo de raiz, criei-a com amigos meus do jogo. Foi no Mundo 22 português, a tribo chamava-se Spirit Thieves. Não eramos máquinas, nem pessoas com muito tempo livre, mas o ambiente lá dentro era ótimo (com exceção de alguns jogadores, sobre os quais me arrependo profundamente de ter concordado e ter deixado entrar na tribo).

          Que conselho daria aos novos líderes? Bem… Sinceramente: “cria uma tribo com um amigo teu do jogo, com quem normalmente fales muito e te dês bem, chama outros amigos nem que seja para se divertirem num mundo apenas 3 meses, dá para se desenvolverem um pouco sobre liderança. E como todos se conhecem uns aos outros (líderes – membros), sabem como se há-de falar quando houver problema, de modo a que tudo se resolva sem haver problemas maiores. Não façam recrutamento random pelo mundo, escolham quem conhecem. Podem não acertar na primeira vez, mas sempre dá para começar de algum lado”. O meu conselho não é grande coisa, pois de raiz apenas criei 1 tribo, apesar de já ter liderado outras tribos top de outros mundos.

          O mundo que mais gostei de jogar foi o Mundo 11, sem dúvida alguma. Para além de ter sido um dos meus primeiros mundos a sério, este mundo é diferente por causa das suas configurações – “Mundo 11, o mundo profissional” – torna este mundo diferente de todos os outros portugueses. Gostava que o próximo fosse de configurações iguais, mas a única diferença seria a velocidade (ia de 1 para velocidade 2), pois o nosso servidor bem precisa de um mundo de velocidade 2, e, se possível, sem bónus noturno, nem moral, nem rácio. Que espetáculo de mundo que seria.

          Também estou a pensar entrar num mundo novo brevemente. Talvez para o Mundo 27. Vou com um co-play, um amigo meu, Shido de Mizar, sem tribo no início e iremos afastado do core (que agora já não são os continentes centrais, mas sim à volta deles). Como não sabemos sprintar e somos melhor estrategas e endurancers, se queremos chegar a algum lado num mundo, há que começar de maneira onde apenas nos possam ver no nosso melhor.

          Se pudesse optar o que mudava no jogo era simples: assistente de fakes, visto que o script de fakes foi retirado. Também gostava que houvesse a possibilidade de editar a ordem dos grupos na página dos relatórios – esta função faz falta na minha opinião. Depois são outras que não me ocorrem no momento.

          Um dia gostava de entrar na equipa de suporte do Tribos. Tenho muito tempo livre, gosto de ensinar e esclarecer as dúvidas aos jogadores, tinha todo o gosto em fazê-lo se me aceitassem. Também por gostar de organização, acho eu, são várias coisas que me levam a gostar de estar na equipa do suporte…

Agora pessoalmente, no futuro, gostava de estar ligado a policiamento e investigação criminal. Também gostava de ir para a tropa ou de ter um trabalho à frente de um computador, de preferência em casa.

Nos meus tempos livres pratico desporto, muito desporto. Não sou de estar parado. Pratico futsal (sou guarda-redes) e também artes marciais (Kempo Karate Chines – Kajukenbo). No Kempo Chinês até estou na seleção nacional, onde já fui representar Portugal a um campeonato mundial em Espanha (Segovia, arredores de Madrid). Sai-me bem nesse campeonato, mas se os espanhóis admitissem que perdessem, eu não saia apenas com 2 segundos lugares e menos irritado do que sai nesse fim de semana. Agora estou parado em desportos, devido a lesões em ambos os joelhos. De resto, ouço música, vejo TV, jogo PlayStation3 online, brinco com os cães, tudo normal. Não digo Tribos, pois já nem considero um hobby, mas sim algo diário, que nunca falta.


kempokamoritz

 

Clássico 4

Parabéns aos vencedores do Clássico 4!


Tribo vencedora: URUZ
1.º lugar: Picas69
2.º lugar: noeemi
3.º lugar: IMPERADOR THIAGAO

 Configurações do Clássico 4

Início: 27 de Dezembro 2011
Fim: 27 de Fevereiro 2012
Descrição:

  • Velocidade: 5
  • Velocidade de unidades: 1x relativa e 5x real
  • Moral: Desativada
  • Bónus nocturno: 0h-08h
  • Premium: Opções avançadas (gestor, reduções, entre outras funcionalidades premium)
  • Protecção de novatos: 3 dias
  • Protecção de rácio: Deactivada
  • Paladino: Desativado
  • Arqueiros: Ativados
  • Igreja: Desativada
  • Ferreiro: Pesquisa simplificada
  • Saques: Sem restrições
  • Nobres: Pacotes
  • Tribos: 20 membros
  • Ataques internos: Ataques a membros na tribos, são considerados como visitas
  • Modo de substituição: Ativo

Prémios:

  • Membros da tribo vencedora: 100 pontos Premium
  • 1.º lugar: 800 pontos Premium
  • 2.º lugar:  600 pontos Premium
  • 3.º lugar:  400 pontos Premium