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Vencedores do Mundo 18

Uma nova tribo é consagrada vencedora! O Mundo 18 chegou ao fim e das chamas a tribo Fènix, O Renascimento elevou-se no trono declarando-se vencedora com o total de 386.518.753 pontos e 39.241 aldeias!

Parabéns aos vencedores do Mundo 18!

Tribo vencedora: [@] Fx
1.º classificado: Mayada (IM)
2.º classificado: TORMENTER (IM)
3.º classificado: plick ([@] Fx)

Podemos concluir que o top 15 foi severamente disputado entre os jogadores da tribo [@] Fx e IM ao longo da batalha pelo 1.º lugar na classificação.

Mas ainda assim conseguiram dominar o Mundo 18, saindo-se vitoriosos!

O jogador que terminou em 1.º lugar na classificação foi o Mayada, com 14.493.897 pontos e 1.310 aldeias (11.064 média de pontos por aldeia).

Logo a seguir, em 2.º lugar na tabela, ficou o TORMENTER (14.387.056 pontos) e em 3.º plick (13.375.579  pontos) respetivamente.

Nos oponentes derrotados, na classificação das tribos, verificamos que a [@] Fx não conseguiu a liderança, ficando em 2.º lugar na classificação perdendo o 1º lugar para a Tribo oponente IM, que lidera a tabela com 3.552.416.217 Mio.

Em termos de oponentes derrotados pelos jogadores, o jogador merkkurio liderou a ofensiva com 110.895.312 Mio. e o jogador Crómium na defensiva com 137.457.628 Mio.

Configurações do Mundo 18

Início: 01 de setembro de 2010
Fim: 10 de janeiro de 2013

A equipa do Tribos felicita a tribo [@] Fx e o jogador Mayada pelas suas vitórias!

Entrevista a z333, vencedor do Mundo 21

z333
z333, vencedor do Mundo 21

Me God: Iniciando da melhor forma e utilizando uma pergunta “praxe”, como conheceu o Tribos?

z333Conheci o tribos quando pesquisava na Internet jogos medievais.

Me God: Em breves instantes, por favor, conte um pouco da sua história no jogo.

z333Entrei no Mundo 1, que foi o meu primeiro contacto com o Tribos. Entretanto abriu o Mundo 3 e entrei de início e foi onde aprendi a jogar Tribos, mas ao fim de ano e meio tive de desistir. Mais tarde voltei e entrei no Mundo 21.

Me God: Como encarou o início do jogo? Que conselho transmitiria a um novato para se tornar um grande Jogador?

z333No início de jogo tive bastante trabalho, pois formei, juntamente com alguns amigos, uma tribo, mas para a qual tivemos que recrutar mais jogadores o que foi um pouco complicado no início… Aos novatos, o conselho que lhes dava era serem ativos, ter vontade de aprender e espírito de equipa.

Me God: Está satisfeito com o seu feito no Mundo? Sempre foi esse o seu objetivo?

z333: Sim, fiquei muito satisfeito, depois de ano e meio de muito sacrifício, de muitas horas passadas no jogo, vencer a classificação individual e coletiva, foi uma enorme satisfação. Inicialmente, nem sonhava que iria ganhar o mundo porque quando entrei apenas vinha com o intuito de passar um bom bocado com uns amigos, mas à medida que o tempo foi passando o jogo tornou se mais sério e o nível competitivo veio ao de cima.

Me God: Qual o momento em que sentiu mais dificuldade para se manter no topo da classificação?

z333: A altura em que senti a classificação ameaçada foi com 2 senhores, que curiosamente era da minha tribo. Passaram meses a fio a conquistar bárbaras e mais bárbaras e não colaboraram com a tribo, nem com ataques, nem com defesa. Aí sim, senti ameaçada a minha classificação devido aos papa bárbaras.

Me God: O que mais o cativa no jogo?

z333O espírito competitivo, a amizade que se cria e o convívio.

Me God: Tenciona alcançar o mesmo feito noutro Mundo?

z333Não tenciono, porque não me vejo a ter o tempo que disponibilizei para vencer o Mundo 21, mas continuarei certamente nos primeiros lugares dos mundos em que eu entrar.

Me God: Acha que o Tribos influenciou de alguma forma a sua vida fora do jogo?

z333Sim, certamente em alturas da minha vida influenciou, por vezes tornámos o jogo num vício e esquecemos-nos um pouco da realidade.

Me God: Uma vez que o Mundo 21 terminou há algum tempo, sente saudades?

z333Sim, bastantes… Tenho saudades do grupo que formámos, saudades das conversas que tínhamos, do convívio e neste momento começamos a perder o contacto com alguns.

Me God: Para terminar, gostaria de deixar algumas palavras à Comunidade?

z333Quero agradecer ao Ferreira, um grande amigo e o grande obreiro da vitória no Mundo 21. E a todos os que jogam Tribos, quero relembrar que isto é apenas um jogo, um passatempo, e que na vida temos a família em primeiro lugar, por isso, tudo o que se passa aqui no Tribos nada tem a ver com a realidade. Os desentendimentos no fórum, isso tudo…, por vezes é provocado e nada passa para a realidade e a prova disso mesmo é os jantares que fazemos, inclusive com jogadores que num passado era inimigos… Divirtam-se…

Me God: Obrigada pelo seu contributo e participação e boa sorte para as próximas etapas.

Reset, a vencedora do Mundo 5

“Como ponto prévio, gostaria de referir que o meu objetivo inicial com esta entrevista era fazer as coisas de maneira diferente do que tem sido nos mundos que terminaram. Ou seja, não ser eu, o líder, a falar, mas dar voz a todos os que quisessem da Reset para serem eles os entrevistados. Para o efeito solicitei internamente que todos contribuíssem com um pequeno texto sobre algum momento específico do jogo que os tivesse marcado, falassem do que é a Reset e o que permitiu chegarmos ao final da maratona em 1.º lugar. Por isso mesmo, ao longo desta entrevista, irão encontrar respostas não só do Hélder, mas também, de vários jogadores da Reset.”

Para começar gostaríamos de saber quem é o Hélder, o que faz e como conheceu o Tribos?

Sou uma pessoa normalíssima que gosta muito pouco de falar dela em público e com uma família que me faz lembrar todos os dias que tudo vale a pena. Tenho 41 anos, com uma atividade profissional ligada àquelas coisas chatas e aborrecidas como finanças, controlo de gestão, contabilidade e fiscalidade e a nível pessoal sou casado e tenho 2 filhos.

Conheci o Tribos há sensivelmente 4 anos. Sempre gostei de jogos de estratégia e, na altura, quis o destino que as minhas procuras online me levassem até ao Tribos, mais concretamente ao mundo 3.

O que começou por ser apenas uma tarefa como o de ligar a televisão e ver um filme quando me apetecesse, rapidamente se transformou num hobby viciante e intenso. Muito por culpa de um grupo de pessoas que aprendi a conhecer e a trabalhar em equipa nesse mundo 3 e que alguns deles se mantiveram comigo até ao final deste mundo 5, razão pela qual estamos hoje a conversar.

Certamente que se lembra dos seus tempos no início do jogo, quando pouco ou nada sabia em relação ao Tribos. Como foram esses inícios no jogo?

Comecei a jogar talvez em julho de 2008 no mundo 3 com o nome de utilizador Nero the Rott em homenagem ao meu rottweiler que se chamava Nero. Em 03/08/2008, e por questões de proximidade, “ofereci-me” a uma tribo pequenina chamada NF|P (Nightfighters|P), liderada pelo cmtf e começo então a perceber, pouco, mas a perceber, a dinâmica do jogo.

Sempre na vida fui pessoa de projectos longos, pautando sempre a minha conduta por valores como lealdade, ética e integridade. Com isso, posso dizer que a NF|P foi a 1.ª e única tribo em que estive até ela terminar. Terminou com um ultimatum de uma tribo maior e nome no mundo 3 na altura, que se chamava N.O.M. (Nova Ordem Mundial Elite pro). Ultimatum esse que foi mais ou menos: “ou vocês veem para cá ou então desaparecem do mapa”. Nós, pequeninos, que éramos inexperientes, mas que já dávamos nas vistas pela forma aguerrida e unida (ingenuidade talvez?) com que nos metíamos com todos, grandes, pequenos, vedetas do Tribos e afins, chegámos a ponderar não aceitar o “convite amistoso”, mas dado o interesse de alguns de nós em continuar a jogar, lá aceitamos integrar a N.O.M.. O nosso líder da altura, cmtf, decidiu assim e eu aceitaria a decisão qualquer que ela fosse. Até porque eu andava tipo “barata tonta” a absorver tudo sobre o jogo com a curiosidade típica de um miúdo à descoberta.

Não obstante, a integração nunca aconteceu na sua plenitude pela forma como se deu o convite. Surge nessa altura (novembro de 2008) a abertura do mundo 5.

Uma nossa colega e amiga de jogo, a *mr*, começa-nos a sondar em replicar a NF|P no mundo 5 e lá vamos nós. Assim começa a nossa aventura no mundo 5 em dezembro de 2008.

Tínhamos uma líder empenhadíssima (*mr*) e um grupo de pessoas entusiasmadas pelo jogo pelo que na altura eram tudo maravilhas. Íamos fazer e acontecer. Já estava ganho e ainda nem tínhamos começado J.

Aqui vale a pena realçar um episódio que espelha bem o meu nível de “noobice” que em boa verdade se mantém até aos dias de hoje.

Entro no mundo 5 com o meu nome de utilizador de sempre, Nero the Rott, em 5 de dezembro de 2008. Vamos todos para aquele que se tornou o primeiro continente a ser dominado pela Reset (Click Restart), o K42.

15 dias depois, ando eu a evoluir a minha aldeiazita e a explorar as opções da conta e, quando dou por mim, tinha apagado a minha conta – não me perguntem como fiz, porque nem eu sei bem. O que é certo é que nessa altura a frustração foi tanta que decidi dar por terminada a minha participação no Tribos.

Depois de muita insistência dos meus colegas começo a jogar com a conta pela qual me conhecem no mundo 5, eecaveira.

Seguramente este será o melhor episódio para responder à sua questão.

Como nasceu este projeto?

A Reset veio ao mundo a 22 de fevereiro de 2009.

Mas para responder a esta pergunta deixo aqui o testemunho de um jogador da Reset, o Beat m up, e que espelha bem o que foi a Reset nos seus primeiros meses de vida.

Para quem não sabe, o Beat m up era o líder da Fun! (Have Fun!). Nos primórdios do jogo decidiu-se juntar estes dois pequenos grupos de jogadores, o nosso (NF|P) e o deles (Fun!), dando origem à NFun! (Have some Fun!!).

Convém referir que o Beat m up liderou a Reset juntamente com a *mr* nos dois a três primeiros meses da tribo, estando eu como vice-líder e depois por razões várias de indisponibilidade de um e de outro, pego na tribo sensivelmente a partir de maio de 2009 se não me falha a memória.

Beat m up a 08.06.2012 às 22:11

Um grupo feito de amizade no jogo, resolveu mais uma vez, iniciar um mundo, e assim entrámos no pt5, éramos uma tribo pequena com o seu ponto central no K42, na altura a Fun! – como disse éramos pequenos e sabíamos que por perto estava uma tribo com membros que tinham migrado do pt3 os NF|P, tivemos umas picardias e verificámos que eram unidos e trabalhavam em equipa também, decidimos assim juntar as duas tribos e renascemos como a NFun!. Na mesma altura uma tribo se cria no K vizinho, era a K43 (Os Traídos….), iniciou-se assim uma guerra entre a NFun! e a K43, era uma guerra onde se podia concluir que estavam bons jogadores em ambas… Aliás conhecíamo-nos de outros mundos, iniciámos conversações para uma fusão, a última que faríamos no jogo… Mas de fusões o mundo estava cheio, assim como de famílias, queríamos algo de diferente, não queríamos membros sem fim, e pouco ativos, queríamos criar um grupo de amigos que trabalha-se como equipa, onde o espírito de união prevalecesse, sem recurso a recrutamento em massa, mas antes um recrutamento estratégico, e antes de mais verificar se os jogadores se integrariam na ideologia, com esta ideia em mente criámos a Reset
Os primeiros tempos ficaram marcados pela nossa precisão horária e cirúrgica, os famigerados “coordenados da Reset” eram preparados ao segundo, e era para todos os membros participarem… Foi assim que iniciámos hostilidades com quase tudo o que nos rodeava… Esses coordenados foram talvez o momento mais importante da Reset, foi com eles que criámos o espírito de união ainda hoje reinante na tribo, assim como a nível de estratégia era uma machadada psicológica, os nossos inimigos viam companheiros de armas desaparecerem em segundos, e o respeito para com a nossa tribo crescia a olhos vistos…
Foram momentos inesquecíveis com piadas internas, as nossas famosas idas ao “privado”, conversa via MSN com os líderes, e a nossa líder da altura adorava privados com quem falhasse 😉

Como foi gerir a Reset? Houve conflitos internos? As questões diplomáticas foram sempre consensuais?

O período de jogo no mundo 3 e o facto de ter sido um observador privilegiado por ter acesso a todas as mensagens que eram trocadas desde a entrada no mundo 5 e a sorte que tive de conviver no jogo com pessoas com maturidade e boas pessoas por natureza, deram-me uma visão abrangente do que queria e do que não queria para a Reset.

Aliado a isso, a minha vivência pessoal e profissional levam-me a refletir sobre como levar este projeto a ser um projeto vencedor e respeitado por todos.

O essencial foi a definição inicial do que era isto do Tribos. Para mim, Tribos corresponde a um espírito tribal onde um grupo heterogéneo com vivências e experiências de vida díspares se une em torno de uma ideia, um tema ou um propósito que liga os seus membros. Tribos são grupos de pessoas com interesses comuns que se ajudam mutuamente. Liderar, mais do que gerir, é ser capaz de perceber esse potencial e criar as condições para os seus membros comunicarem entre si de uma forma organizada e com objetivos comuns. As opções estratégicas permitiram que se fortalecessem os laços emocionais entre os membros da tribo quase como promovendo um “consumo sagrado” da Reset (não essencial, mas irresistível). Adotando uma comunicação adaptada e focada nas preferências específicas de cada um. Tendo isto em mente foi definido o rumo. Em paralelo, começo atentamente a olhar para cada membro da Reset e a ver o que escrevem, o que dizem, o que fazem. Dessa observação, sai aquele que foi o meu núcleo duro e que para além de me ajudarem na gestão operacional diária, recorria amiúde para auscultar opiniões sobre dúvidas que tinha ou passos a serem dados. Na Reset felizmente que todos interiorizaram o seu papel e sabem que todos foram importantes no seu campo de atuação. Desde o carcaldas, à sonia2070, ao GJPEIXOTO, cortiço ventoinha, marcoazinheira, etc., etc. Todos sem exceção e já sei que alguém vai ficar chateado comigo por me ter esquecido de colocar aqui o nome J (perdoem-me gente!). Houve contudo três pessoas que puxei para cima e que sem eles não conseguiria ter forças para tamanho fardo. Cada um com características diferentes e que se complementavam como um todo. O fersal pela sua serenidade e bom senso; o EL NeroKido pela sua dedicação e disponibilidade para ajudar tudo e todos; e, o KEMPES35 que é aquela figura de quem não se consegue deixar de gostar e que se tornou o responsável pelos recrutamentos da tribo e com o qual passei horas a fio ao telefone a falar de estratégia e dos recrutamentos que iriamos ou não fazer. O homem deve-se ter tornado o principal cliente da operadora móvel face à quantidade de tempo que ele passava com os potenciais jogadores da Reset. Era tudo escalpelizado ao pormenor até ser possível entrar.

Deixo aqui a minha última mensagem que enviei internamente à tribo e que acredito responder à questão. Não vou obviamente falar dos conflitos internos e questões diplomáticas consensuais ou não, porque por isso todas as tribos passam e o importante é resolvê-las de imediato não deixando crescer esses sentimentos menos bons.

eecaveira

Caros amigos e amigas,
Lembro-me como se fosse hoje, do processo de criação da Reset e pertencer a esse grupo de pessoas que estão cá desde o primeiro dia.
Foram três anos e meio intensos a todos os níveis. Decisões estratégicas, comunicação adaptada a uma população de diferentes realidades e expectativas com o jogo, diversão à fartazana e de vez enquando alguns murros na mesa e decisões difíceis, mas necessárias. Sorri quase diariamente com todos vocês, ao ler as vossas mensagens, ao ler o fórum, nos nossos convívios, ao falar ao telefone.
Ao ver as vossas mensagens não deixo de ficar comovido por estarmos a chegar ao fim de um percurso longo.
Quero agradecer a todos com um carinho especial, o terem acreditado no projeto Reset e terem caminhado lado a lado comigo com um único objetivo em mente: sermos vencedores. Sermos vencedores, mas não a todo o custo. Sempre com ética e integridade no nosso percurso. Para isso, desde o início foram traçados 10 critérios básicos:
1. Lealdade ao projeto.
2. O TODO é sempre maior que a soma das partes (os jogadores cujos objetivos individuais eram mais importantes, foram sempre de alguma forma “convidados” a mudar de atitude ou então não se encaixavam no projeto).
3. Onde estivesse um jogador da Reset estariam todos os outros.
4. Igualdade e equidade de tratamento.
5. Respeito entre todos.
6. Espírito grupal.
7. Diálogo.
8. Respeito pelas opiniões de todos.
9. Comunicação com o exterior limitado.
10. Ética e integridade.

Gente: Conseguimos!!!
É um orgulho enorme ter pertencido a esta equipa que foi sendo construída ao longo do tempo e que claramente nos fez a todos, crescermos enquanto seres humanos.

À equipa Reset, a minha nobre e reverente vênia. Vamos abrir o champagne.
Despeço-me com um sentimento de dever cumprido e… os tomates! (*)

Hélder

Nota: (*) A expressão “os tomates” acabou por se tornar numa simbologia, num ritual que internamente usei por inúmeras vezes e que serviu para unir também por esta via toda a equipa. Uma linguagem própria de comunicação à semelhança do “comando sem fios”, “lengalengas”, “o presidente da rússia”, “o panda”, “o fersas”, etc., etc. que nós internamente usámos e abusámos.

Tínhamos agora algumas questões que me está a colocar sobre que guerras mais gostei, qual a que deu mais luta, qual o segredo da Reset e quais os momentos mais marcantes e que, se me permite, deixaria para a malta da Reset responder em linhas genéricas como disse no início desta entrevista.

Madrug a 08.06.2012 às 00:15

As guerras da Reset contra =TWE= (Tribal Warriors Elite) e contra a N.O.M.
O recrutamento restrito feito pela liderança…

PauloOVieira a 08.06.2012 às 00:17

A ida ao confessionário com a Marina (*mr*) quando eramos recrutados para a tribo.

MobyDick a 08.06.2012 às 10:27

É frequente, neste tipo de jogos, entrarmos a jogar com 1 ou 2 amigos, às vezes na mesma tribo, às vezes em tribos diferentes….
A história da Reset não é diferente da das outras equipas… É feita de muitos pequenos momentos e posturas. Um dos pontos fortes, e que julgo importante salientar, é a de que as posturas corretas estão sempre acima de amizades de longa data imprimindo assim coerência e carisma a esta tribo.
As malhas da vitória foram sendo construídas pacientemente 24 horas sobre 24 horas. Houve sempre alguém a entrar no segundo certo para apoiar uma aldeia que estava por um fio e sempre resposta pronta (ou a seu tempo) a ataques de outras equipas, nem sempre a uma única voz, nem sempre a quatro… Mas isso faz também parte de uma equipa que soube colocar o coletivo acima das iniciativas pessoais.
É interessante também perceber a “cultura” de cada equipa e ter assistido ao modo como a “Reset Finalista” é bem reflexo disso… De pequenas equipas internas dentro de um todo bem coeso.
😉 Moby

caskeira a 08.06.2012 às 10:54

Do tempo que aqui estive, parece-me que o mais importante para a vitória foi manter um grupo relativamente alargado de jogadores ativos. O despachar os inativos foi importante para livrar a tribo de peso morto (isto acabou com tribos onde estive antes).

PauloOVieiraa 08.06.2012 às 13:24

A referência maior foi o facto de termos sempre alguém com disponibilidade para “sittar” contas e assim haverem poucas perdas ou nenhumas, da entreajuda no envio de apoios quando solicitados para evitar serem-nos conquistadas aldeias e, acima de tudo, a amizade criada entre nós que nos levou a conviver extra jogo e em que essa amizade teve retorno no jogo.

krus a 08.06.2012 às 15:49

Os nossos coordenados com dia e hora marcada. Caímos em cima do alvo de surpresa conquistando várias aldeias. Desde cedo verifiquei a união do grupo e logo ali não tive dúvidas da nossa vitória.
Sempre pessoal muito ativo, sempre que era preciso apoio vinha às vezes mais que o necessário (somos uns brutos). Despachávamos os inativos com uma rapidez impressionante até quando expulsávamos alguém da tribo por mau comportamento, conquistávamos mais de 90% das aldeias.
Os momentos em que avançámos para a guerra com alguma tribo escolhida pela liderança sempre com um bom timing.
Sempre que escolhíamos um alvo era atacado por todos até ele desistir e por a conta bárbara ou a demolir edifícios, lol.
Pusemos sempre o interesse da tribo à frente dos interesses pessoais no jogo. A defender então nem se fala, quando éramos atacados respondíamos a todos os incêndios com a mesma rapidez, mesmo ficando sem tropas nas aldeias para ajudar o guerreiro ao lado.
E o recrutamento sempre feito com cabeça, tronco e membros. Muitos quiseram entrar e foram recusados mesmo tendo bastantes aldeias, mas não se encaixavam no nosso espírito.
A guerra contra a DARK (THE DARK) foi bastante curta e desonesta. Não cumpriram o estabelecido e ganharam uma certa vantagem, mas quando nós começámos era ver o que aconteceu aos desonestos dessa tribo, lol, e daí aproveitámos o que aquela tribo tinha de bom.
Esta última guerra, mal começámos despedaçámos aquela tribo toda, nem tem comentários de tão fracos que eram e eram eles que tinham mais membros, muitos e maus.
Deixei de propósito a N.O.M. para último. Foi uma guerra desgastante de parte a parte (penso eu), mas que foi sempre leal, essa tribo foi grande, honesta e unida, pois sempre que perdeu uma aldeia tentava-a conquistar de volta. Só pecava numa coisa, não atacava – defendia bem, mas atacar só quando perdia a aldeia e tentava reconquistar – daí que não foi difícil a integração nesta tribo e com a absorção da N.O.M. desmoralizamos o pouco que restava do resto do mundo, até à sua conquista foi um “ver se te avias”.
Resumindo o que nos levou a vitória foi: a nossa união, dedicação, lealdade, honestidade, camaradagem e a nossa liderança.

Aproveito este registo do krus para falar da N.O.M. e responder talvez à pergunta de qual das guerras mais gostei.

Acho que estivemos em guerra com todas as tribos do mundo 5. Pelo menos aquelas que no nosso entender se podem chamar de tribos.

De memória lembro-me: da .:V:. (VETERAN), =TWE=, BDA (BAD ANGELS), BAD (BAD_ANGELS_UNTIL_THE_END), NOMA (N.O.M.A), =GODS= (=Gods of War=), GoS (The Fighter Gods of Sun), MAU (Mamonas Assassinas Uhh), Fun!, DARK, SUN (The Warriors of Sun), WWW (We Want War) e N.O.M.. Espero não me ter esquecido de nenhuma.

Sem dúvida alguma que a guerra que tivemos com a N.O.M. elejo como a maior. A mais intensa e mais disputada. A que nos deu um tremendo gozo qualquer aldeia que se conquistasse porque difícil o era de fazer e iriamos ter uma tentativa de recuperação posterior.

Foi uma senhora guerra e daí nasce o respeito pela N.O.M..

Agora mais para o fim, passados três anos de jogo e depois de irmos eliminando uma a uma as tribos que encontrávamos pela frente e infelizmente sem adversários à altura, começámos a reparar que só teríamos a N.O.M. para brincar para o final.

Nas nossas reflexões estratégicas, é notado que a N.O.M. é constituída por meia dúzia de bravos jogadores embora a maioria da tribo nos parecesse ausente e inactiva. A Reset por seu lado, já acusava o desgaste de três anos de objectivos agressivos e de uma dinâmica non-stop e não nos estávamos a ver a passar mais 1 ou 2 anos à frente do ecrã, até e porque é normal que assim aconteça, os inactivos começam a aparecer com mais frequência.

É tomada a decisão de convidar a N.O.M. a juntar-se a nós e assim em conjunto acelerarmos o fecho do mundo 5. Decisão devidamente ponderada e no meu entender acertada. A N.O.M. pelo menos connosco sempre tinha tido uma postura correcta no passado e desta forma antecipamos um pouco o encerramento do mundo. Deixo aqui o meu voto de apreço público à Asterixideafix, simpson-pt, true blood e Jonas47 pela postura e carácter demonstrado.

galoindio a 08.06.2012 às 16:40

Poderia ou deveria aqui delongar-me na trajetória desde que vi saltar pequenina na tela do meu PC aquela aldeiazita urgindo para crescer… Muita persistência e um certo carinho foram fundamentais… Passado um tempo percebi que o fundamental era o jogo de equipa…”Uma andorinha só não faz verão.”
Resumindo, os fatores que levaram a Reset à vitória:
1 – Perceção
2 – Estratégia
3 – Persistência
4 – Responsabilidade
5 – Relacionamento
6 – Trabalho de equipa

Minha gratidão a todos que permitiram e muito contribuíram para a alegria da nossa vitória!

P.S. Complementando “sucintamente”… Comecei no K60 na DPL72 (academia da DARK) e o Karlitox6 era o líder. Um dia acordei e só vi vermelho à minha volta e quando dei por fé estávamos fora numa tribo que não me recordo nem o nome… Falei com amigos e entrei novamente para a DPL72 e tive o albcoe como líder a quem sempre admirei pela postura e valores que tínhamos em comum… Depois de ano e meio, se me recordo, a convite do magico79 entrei para a DARK e lancei-me a outras fronteiras com a ajuda dos companheiros… Neste ínterim =TWE= peleava com a N.O.M. e Reset se não me falha a memória… Como sempre desavenças internas entre magico79 e cmd124 levaram a tribo a um impasse… Após esse “trauma” seguimos. Quando da união DARK/=TWE= (DWE) vislumbrei um novo rumo que poderia levar-nos a inesquecíveis batalhas pela conquista do pt5, mas – como sempre um “mas” mudando o rumo da história – birras internas e falta de visão estratégica levaram a dissolução da DWEcmd124 salta e arrasta consigo 95% da tribo recriando a nova (?!) DARK… Nós que ficámos não aceitávamos que, por egoísmo, falta de maturidade e visão estratégica, tivesse enterrado um projeto que a médio e longo prazo tinha tudo para fazer a diferença no jogo e que tivéssemos um final épico neste mundo… Ficámos à deriva por curto tempo, sempre sob o comando do dr00py e albcoe, e um dia a notícia de que seriamos integrados na Reset… Os famosos “guerreiros do norte” tão temidos e admirados pelas demais tribos… Confesso que senti muita alegria e emoção quando cheguei na Reset que nos acolheu tão fraternalmente e aqui passei os melhores e os piores dias da minha vida de jogadora, rsrs
A partir daí se inicia outra fase que já todos os companheiros conhecem… Deixo aqui registado o dia em que ao entrar no jogo (vindo de um exaustivo teste cardiológico) me deparo com um coordenado massivo e contínuo numa guerra iniciada sorrateiramente pela DARK… Momentos difíceis e exaustivos que todos conhecem e finalizando… “Vitória, vitória, acabou-se a história… O poço era fundo e acabou-se o mundo!”

carcaldas a 08.06.2012 às 20:27

Aqui foi um por todos e todos por um, esse foi o ponto essencial para a nossa vitória, suámos a camisola, demos o que tínhamos e o que não tínhamos, perdemos noites e noites de sono (os inimigos também), culpa da Reset, lol!
Primeiro estava o nosso camarada de guerra, só isso diz tudo sobre o quanto a Reset é unida… O ponto da viragem para se avançar em definitivo e desbravar caminho para a vitória, para mim, foi quando mudámos as agulhas de guerra em direção à WWW, aí sim foi galgar terreno até não parar!
Tínhamos a N.O.M., que foi uma grande e saudável batalha, em que se continuássemos, acabaríamos por conseguir vencer, iria era demorar mais tempo (a fronteira era muito pequena).
A guerra com a DARK foi aquilo que posso dizer. A Reset sempre soube quando avançar e quando recuar (ofensivamente). Nessa altura, devido à falta de caráter da DARK, soubemos recuar e aguentar as primeiras vagas deles, estremecemos um pouco, mas recuperamos logo a nossa maneira de jogar, e foi o que se viu, a guerra mais curta que me lembre…
A vinda da N.O.M. para a Reset foi o que se esperava ao fim destes anos sempre em guerra e a exaustão já se apoderava de todos…
Resumindo, foi uma gestão quase perfeita de jogo, por parte da liderança e dos restantes membros da tribo… e não escrevo mais nada, que também já estou farto de fazer testamentos!

fersal a 08.06.2012 às 23:05

Eu vou contar só uma ou duas passagens e daquilo que me lembro.
Eu e o TheRedDragon fomos dos que tivemos convite para ingressar na Reset no momento da sua criação, não o aceitámos por consideração aos nossos companheiros de tribo e por esse facto ficamos como inimigos da Reset.
Um dia mais tarde, não sei como, recebo uma mensagem de um eecaveira, alguém que anda ainda aí, a dizer-me que tinha havido uma troca de jogadores em que tinham sido dados 2 jogadores à tribo onde eu estava em troca da minha ida e do TheRedDragon, eu achei estranho, pois não estava a par de nada e de um momento para o outro receber tal mensagem, o que é certo é que isso ocorreu, contudo não sem antes o confirmar pela liderança de onde eu estava.
Outro ponto e que o achei o mais marcante em termos de impor respeito neste mundo foi o coordenado feito ao jogador jorge francisco, foi um coordenado feito ao segundo, se analisarem as suas perdas verificam que, em pouco tempo e para a altura, foi o desaparecer de um jogador num abrir e fechar de olhos.
Mas muitas mais histórias há para contar.
Espero que ajudem a contar a nossa.

albcoe a 09.06.2012 às 02:28

Bom, eu cá como recém-contratado a recibos verdes, não tenho propriamente histórias ou momentos da Reset a acrescentar, embora curiosamente haja algo que tem ligação à Reset logo no início do jogo, vou tentar ser breve sem os testamentos do presidente (carcaldas), lol.
Comecei a jogar por curiosidade ao ver a minha filha a jogar e inicialmente pensei: “Que jogo tão estúpido.”. Entretanto fui ganhando o vício ao construir a aldeia, primeiros ataques, etc.
Entrei para a tribo PKS (PainKillers) que foi dissolvida por jogadores de má-fé, que nos mandaram para outra tribo. Após descobrir saímos e em conjunto com um colega (JSRA83) fundei a EPK (Ex-PainKillers), o curioso aqui é que este JSRA83 tinha uma ligação com uma jogadora da Reset, a SaLpOcInHa e já ia falando da Reset como uma tribo pequena que resistia a grandes tribos, para nos motivar, e a verdade é que motivava, lol (penso também que ele chegou a ser Reset).
Crescemos rápido e começámos a chocar com a DARK em conquistas – vendo que a coisa acabaria mal, comecei a negociar integração na DARK tendo sido aceite e ido para a DPL72 (academia da DARK), onde cheguei a líder (coisa para que nunca tive vocação), passando mais tarde para a DARK a convite do magico79. Saltando mais à frente, após a fusão com a =TWE= (originando a DWE), as coisas complicaram-se e por não concordar com a forma de agir do cmd124, que saiu e fundou novamente a DARK, fiquei do lado dos ex-=TWE= onde se negociou com a Reset a nossa vinda, salto à frente, e cá estamos, lol.

fersal a 10.06.2012 às 16:31

Um momento que não podemos esquecer: a PENA BRANCA1962.
A PENA BRANCA1962 foi uma jogadora que nos pediram para não atacar porque sofria de uma doença que se veio a revelar incurável. Posteriormente integramo-la na tribo e assim ficou até ao fim. Faleceu como jogadora da Reset e até ao fim encontra-se no nosso perfil da tribo. Até sempre!

Dj Ónix a 10.06.2012 às 20:34

Os momentos que recordo desta tribo são muitos e por diversos jogadores já aqui falados (coordenados ao segundo, despertadores às 3 e 4 da manhã para lançar ataques, o stress das guerras (N.O.M., principalmente, pois ao sair da N.O.M. para a Reset fui logo atacado…), a emoção da conquista, etc. Acima de tudo recordo a forma sempre empenhada com que todos nos apoiávamos e complementávamos, a forma como todos, sendo completamente diferentes na vida real, nos conseguimos organizar e acreditar neste projeto.
Claro que a liderança foi fundamental, ao cumprir e fazer cumprir os princípios que sempre nortearam esta Tribo. Para eles o meu muito obrigado e reconhecimento pela forma cordata, positiva e objetiva com que conduziram a estratégia.
Analisando estes 3 anos e meio de vida dedicada ao mundo 5 e a este projeto, julgo que transportando o melhor desta união e cumprimento de princípios que nos deu a vitória, prova que se as pessoas quiserem e se unirem em prol de uma causa comum, podem sempre vencer e serem melhores seres humanos. Podem contribuir com os seus gestos e atitudes para uma sociedade mais evoluída e justa e influenciar positivamente os que nos rodeiam…
“É em pedra bruta que o aprendiz começa e com a sua aprendizagem consegue transformar-se por forma a atingir a perfeição, evoluindo para o homem ideal.” (G)
É por isso que me dá um nó na garganta quando penso que estes momentos vão acabar neste jogo. Para mim continuarão para a vida.

P.S. – Não, não sou maçónico.
Não, não estou a treinar para político.
Não, não me vou tornar padre quando acabar o mundo 5.
Não, não estou maluco.
Não, não estou com vapores etílicos do almoço de ontem.

Até sempre…

Cumps
Dj Ónix

pocardoso a 10.06.2012 às 21:41

Como todos são vários os momentos que recordo, mas vou realçar aquele que penso mais me marcou.
Sem dúvida a entrada para a Reset. Não vou estar com grandes pormenores, pois foi uma entrada algo atribulada, mas uma coisa é certa: bem dita a hora em que ocorreu.
Vou realçar aqui o momento em que o meu telefone tocou por volta das 21h e do outro lado estava o Hélder, após poucos minutos a entrada na tribo estava consumada.
Marcante também é o empenho com que a tribo toda se manteve ao longo deste tempo, não é fácil encontrar tanta dedicação como a encontrada neste grupo de pessoas.
Não posso deixar de considerar marcante a postura da liderança nos momentos menos bons que passámos, estiveram sempre bem, digno de registo.
Podia falar de mais alguns, não me vou alongar mais.
A todos o meu muito obrigado por estes momentos e até um dia destes.
Um grande abraço

um.sorriso a 10.06.2012 às 22:20

O Tribos foi para mim um escape, um calmante, um antidepressivo. Quando entrei no jogo queria recuperar os meus sorrisos rasgados. E assim foi…
Assim realço alguns momentos na Reset:
O despertador tocar ao meio da noite para enviar ataques ou defender aldeias e ir ensonada trabalhar.
O levar o PC para o WC e lá reter-me muito para além do normal.
O colar post-its no PC do emprego para não esquecer os horários de envio de ataques.
O esconder esses post-its do diretor para ele não perceber que estava a jogar.
O espírito de equipa, a união, a camaradagem, o grande líder e os seus grandes conselheiros.
O consultar todos os membros da tribo e ouvir as opiniões sobre questões importantes.
Os coordenados ao minuto e a entreajuda (apoios) para a defesa de aldeias.
A Reset ter poucos inativos.
O inimigo número 1 deixar de ser a N.O.M. e passar a ser WWW.
As conversas no Skype.
O chá do António (Dj Ónix).
O café do krus.
O comboio a apitar, a passagem pelos túneis…
O nascimento de herdeiros de membros da tribo.
O casamento de membros da tribo.
Não esquecer, como lembrou o Fernando (fersal), a PENA BRANCA1962. Embora não fosse, nesse tempo, jogadora da Reset foi um momento que me tocou.
No fundo, as etapas da vida.
Agora, nestes últimos dias:
O meu PC ter avariado e pensar que não chegava a ver o término do mundo onde passei 3 anos e meio da minha vida.
Memórias que ficam para todo o sempre.
Bem hajam a todos.
um 🙂

KEMPES35 a 10.06.2012 às 22:51

Boas,
Bem eu comecei no vício juntamente com 3 amigos do trabalho… Rapidamente me tornei tribo-dependente…
O meu trajeto foi quase sempre tranquilo…Estive na DNI (Dinastia Imperial 32/42) passando depois para a K42 (Legendary Elite of Tribal Wars). E, foi no dia da mudança que começou talvez a minha fase mais negra e triste neste jogo…
Ao entrar na K42, qual não é o meu espanto quando vejo vários jogadores a saírem… Deixando para trás vários outros jogadores onde eu me incluía e um projeto que me parecia sólido… Ainda por cima, entrei e fiquei logo com as mesmas permissões que o fersal e o TheRedDragon… E foi nessa altura que cometi a minha maior asneira (e única)… lol.
O pessoal que saiu da K42 foi para a Reset (acabada de fundar)… Passando a atacar fortemente quem tinha sido abandonado… Ao deparar-me diariamente com montanhas de confusões, traições, bufos e muitas aldeias perdidas, perdi a cabeça e na tentativa de moralizar as tropas enviei uma MP coletiva (interna), bastante provocatória para com a Reset e seus membros… Como é natural, estando nós na altura rodeados de “bufos”, essa MP foi enviada para a Reset… E aí sim, começou uma longa novela (não vou entrar em mais detalhes, pois é uma novela enormíssima e com bastantes episódios), com alguns atores famosos da nossa praça… Joel (Beat m up), Marina, Hélder, Mário (KEMPES35), Fernando (o apaziguador), entre outros… Não deixar de realçar que foi aqui que nasceu a minha enorme admiração, amizade, “paixão”, lol, pelo Hélder, pelos motivos que já sabem…
A K42 acabou e eu fui para a .:V:., na altura liderada por mais 2 cromos do Tribos, BotelhoDeLaCoast e Joao 1er
Mas foi essa novela que culminou na minha vinda para a Reset depois de muito sofrer. Comecei a falar com a Marina através de uma conta que estava a “sittar” na .:V:., conta essa que tinha o nome de utilizador xuxu600, perfeito para lançar charme sobre uma mulher, lol, e depois da troca de dezenas de MPs e de algumas tentativas de aproximação do Joel, que foi o mais difícil, que é pior que eu… lol.
Finalmente e ao fim de algum tempo lá consegui o perdão de todos e consumámos a minha entrada na Reset… E foi nesta casa que cresci e aprendi a ser um homenzinho… Todos vocês contribuíram para esse crescimento, com a vossa ajuda e paciência para me aturarem…
Para terminar, senão nunca mais paro… “Lengalengas”… Apenas digo o mesmo que todos vós já disseram… Se não fôssemos um grupo unido, eficaz, responsável, ponderado, amigo, adulto, viciado, sexylol, e com um timoneiro chamado Hélder, não tínhamos chegado onde chegámos… Todos foram importantes, claro que há sempre quem acabe por se sacrificar mais, mas a vida é mesmo assim…
Parabéns Reset

GJPEIXOTO hoje às 22:11

Bem amigos, recomposto de uma anestesia geral levada hoje às 8h30 da manhã devido a uma cirurgia que tive de efetuar e que felizmente correu muito bem, vou realçar os pequenos grandes momentos como atrás a minha amiga Ana (um.sorriso) realçou. Foram 3 anos e meio cheios de acontecimentos, mas o que mais me marcou foi a amizade com que um grande número de nós criou e que ultrapassou largamente as fronteiras do jogo. Amizade essa que perdurará para sempre se cada um de nós quiser.
Não me levem a mal, mas tenho de deixar uma palavra aos companheiros de armas que abraçaram de corpo e alma esta minha decisão de extinguir a NOMA e entrarmos no projeto mais sólido do mundo 5, por isso a minha gratidão ao Amadeu (pica1111), Sónia (sonia2070), Ana, Rafael (RAFAEL2510), stoned2009 e o brasuca maluco do camiseta Rafael (Devill4Fun).
À direção da tribo (Mário, Hélder e Fernando) deixo só uma pequena frase: “tenho o maior orgulho em me deixarem ser vosso amigo”.
Aos restantes, um até sempre.

1 abraço

O que considera mais desafiador no Tribos?

Um pouco o que já tive oportunidade de referir anteriormente, mas diria que o principal desafio é a gestão de pessoas. Alinhar um grupo de pessoas completamente diferentes umas das outras em redor de um projeto é sem dúvida o maior desafio. Para isso é necessário ter coerência e uma gestão pelo exemplo onde as pessoas se revejam e verifiquem que não estamos a fazer nada em benefício próprio (muito pelo contrário). Depois é ter a disponibilidade para lançar novos desafios constantemente e imprimir dinâmica e velocidade na operação diária. Isto acontecendo, tudo o resto torna-se bastante fácil.

Acha que o Tribos influenciou a sua vida? Como?

Bom, seguramente influenciou, porque de outra forma não teria tido a oportunidade de conhecer as pessoas fantásticas da Reset. Fazia questão de conhecer a todos pessoalmente. Caso isso não fosse possível devido a questões de distância geográfica, o telefone e o Skype eram as opções. Os nossos convívios (almoços, jantares, tardes de paintball a vingarem-se no chefe J, etc.) ficarão para sempre na memória. As nossas noitadas no MSN, no Skype, etc. Costumo dizer na Reset, que estou sempre à distância de um telefonema. Independentemente da distância que nos separa, uns mais perto, outros mais longe, o que vivemos durante três anos e meio não se apaga da memória facilmente. E agora sem aquele vício diário de entrar no mundo 5 e vermos o que cada um anda a fazer e a dizer, iremos colmatar essa falta com um jantar anual de hoje em diante para reunirmos e matarmos as saudades.

Qual a sua primeira reação quando soube que a tribo que liderava tinha ganho o Mundo 5?

Tranquila. Era uma questão de tempo, perdoem-me a imodéstia. Acho que demos os passos certos, na altura certa e a partir de uma determinada altura verificámos que não havia, no mundo 5, nenhum grupo que pudesse fazer frente à nossa união.

Será que vamos encontrar a Reset num outro mundo?

Eu encontro-me a partir desta recolha de memórias, oficialmente reformado do Tribos J.

Eu, à semelhança de alguns companheiros de luta, irei fazer uma pausa e dar atenção a outras componentes da nossa vida. A Reset do mundo 5 começa e termina no mundo 5. Sei que apareceram, por vários mundos fora, tribos com o nome Reset, mas que em nada estavam ligadas connosco.

Sei que existem colegas meus que se aventuraram noutros mundos, porque o vício ainda não foi totalmente extinguido, mas todos nós sabemos que para aparecer uma tribo noutro mundo com o nome Reset, é preciso reunir o núcleo duro do mundo 5 e muitos desses vão fazer uma pausa pelo que tão cedo não me parece.

Que conselho dá aos jogadores novatos no jogo para se tornarem grandes jogadores?

Um grande jogador não é aquele que é famoso no fórum externo. Um grande jogador não é aquele que cada mundo que abre abandona o anterior e faz propaganda desenfreada durante um mês, na tribo que criou e que vai dominar o mundo. Estes jogadores, as chamadas vedetas, não costumam durar mais do que 1 a 2 meses no jogo. Cansam-se depressa.

Para ser um bom jogador temos que ser humildes e encarar os projetos com espírito de missão. Saber que para se ganhar algo na vida, ou aqui, é preciso sacrifício e muito trabalho. O Tribos é uma prova de resistência de muito longa duração e não de 100 metros.

Saibam ser humildes acima de tudo e limitarem-se a desempenhar o vosso papel no tabuleiro de xadrez sem querer passar de peão a bispo quando podem não ter competências para tal. Sejam curiosos e divertidos. Sejam honestos, leais e destemidos. Não levem a frustração do dia-a-dia para o jogo. Encarem o jogo como um microcosmos onde podem se divertir nesse escape. Disfrutem do jogo. Tudo o resto, a glória da vitória, vem por acréscimo.

Gostaria de deixar alguma mensagem final aos nossos leitores?

Agradecer a eles e a vocês a oportunidade da Reset dar-se a conhecer um bocadinho, já que a nossa política foi sempre de estancar para o exterior qualquer tipo de comentários. Raramente o fiz e qualquer um de nós o fez. Também por aqui se cria um pouco do mistério e fascínio. Julgo que quem acompanha o mundo 5 sempre teve um pouco de curiosidade em relação à Reset. Pois bem, aqui está muito resumidamente aquilo que somos.

Obrigado e nunca se esqueçam de serem felizes. No Tribos e fora dele!

Clássico 4

Parabéns aos vencedores do Clássico 4!


Tribo vencedora: URUZ
1.º lugar: Picas69
2.º lugar: noeemi
3.º lugar: IMPERADOR THIAGAO

 Configurações do Clássico 4

Início: 27 de Dezembro 2011
Fim: 27 de Fevereiro 2012
Descrição:

  • Velocidade: 5
  • Velocidade de unidades: 1x relativa e 5x real
  • Moral: Desativada
  • Bónus nocturno: 0h-08h
  • Premium: Opções avançadas (gestor, reduções, entre outras funcionalidades premium)
  • Protecção de novatos: 3 dias
  • Protecção de rácio: Deactivada
  • Paladino: Desativado
  • Arqueiros: Ativados
  • Igreja: Desativada
  • Ferreiro: Pesquisa simplificada
  • Saques: Sem restrições
  • Nobres: Pacotes
  • Tribos: 20 membros
  • Ataques internos: Ataques a membros na tribos, são considerados como visitas
  • Modo de substituição: Ativo

Prémios:

  • Membros da tribo vencedora: 100 pontos Premium
  • 1.º lugar: 800 pontos Premium
  • 2.º lugar:  600 pontos Premium
  • 3.º lugar:  400 pontos Premium

Vencedores do Mundo 2

Após 1346 dias desde a abertura do Mundo 2, são conhecidos os primeiros vencedores de um mundo português!

Até ao final resistiram 125 jogadores com aldeias – 89 deles da tribo vencedora – e 9 tribos! A tribo vencedora contabiliza 183054 aldeias em sua posse.

Parabéns aos vencedores do Mundo 2!

Tribo vencedora: PAX
1.º classificado: jonypetter
2.º classificado: Santimateus
3.º classificado: edgarsilva

Não deixando margens para dúvidas, a PAX dominou o Mundo 2…


…distribuindo os seus jogadores pelo mundo como verdadeiras muralhas!

Apenas os seus 40 melhores jogadores somaram 1.344.188.021 pontos de um total de 1.930.798.921 conseguidos pela tribo. Lidera também o ranking de tribos de oponentes derrotados com 13.991,21 Mio. totais, deixando para trás a 2.ª classificada em oponentes derrotados (WW*RIP) com 6.374,38 Mio. totais e a 3.ª classificada (»MIKE«) com 5.438,11 Mio. totais.

Do topo do classificação, a PAX observa agora, com superioridade, o Mundo 2 (“We are watching you”).

O jogador que atingiu o requisito de vitória do Mundo 2 – jogador com a pontuação mais alta no final do servidor – foi jonypetter, membro da tribo PAX, com um total de 4496 aldeias, somando assim 51.926.384 pontos!

Individualmente, os membros da PAX também comandaram as tabelas de oponentes derrotados.
O jogador Difavio, da PAX, contabilizou 785,62 Mio. totais, seguido do jogador Neckas, membro da Fim, com 565,05 Mio. totais e hitboy23, também membro da PAX, com 548,30 Mio. totais.


Configurações do Mundo 2

Início: 4 de Abril de 2008
Fim: 10 de Dezembro de 2011

A equipa do Tribos felicita a PAX e jonypetter pelas suas vitórias.

Clássico 3

Parabéns aos vencedores do Clássico 3!


Tribo vencedora: GO
1.º lugar: RED CORSA
2.º lugar: mighty me
3.º lugar: pé de mesa

 Configurações do Clássico 3

Início: 29 de Setembro de 2011
Fim: 29 de Novembro de 2011
Descrição:

  • Velocidade: 4
  • Velocidade das unidades: 1x relativa e 4x real
  • Moral: Desactivada
  • Bónus nocturno: Das 0h00 às 8h00
  • Tribos: Máx. 20 membros (ataques a membros da tribo são considerados visitas)
  • Paladino: Desactivado
  • Arqueiros: Activado
  • Igreja: Desactivada
  • Ferreiro: Pesquisa simplificada
  • Saques: sem restrições
  • Nobres: Moedas

Prémios:

  • Membros da tribo vencedora: 100 pontos Premium
  • 1.º lugar: 800 pontos Premium
  • 2.º lugar:  600 pontos Premium
  • 3.º lugar:  400 pontos Premium

Entrevista a SCPPedro76

Apresento hoje uma nova entrevista com o líder do Mundo 2. É um jogador conhecido da maioria de vós nomeadamente dos que frequentam o Fórum externo, e também esteve envolto em algumas polémicas. Estou a falar do SCPPedro76.

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Nickname: SCPPedro76

Nome Verdadeiro: Pedro Monteiro

Idade: 33

Localidade: Lisboa

Mundos Activos: M2

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Mc: Bons dias. Para começar quero agradecer-lhe por ter aceitado o convite para a entrevista.

SCPPedro76: Permita-me antes de mais agradecer-lhe o convite que me dirigiu e manifestar-lhe que é com muito gosto que irei responder às suas perguntas.

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Mc: Vou começar com a pergunta da Praxe. Quando começou a jogar Tribos, e como conheceu o jogo?

SCP76: Comecei a jogar tribos no dia 22 de Abril de 2008, no mundo 2, único onde continuo a jogar apesar de ter entrado em alguns outros mas apenas por breves períodos. Conheci o jogo num anúncio online. Resolvi experimentar e por cá continuo.

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Mc: Qual foi o nome da sua primeira tribo? E conte-nos o percurso até à sua presente tribo.

SCP76: Ao fim de 4 dias de jogo entrei na |RVT3|, tribo na qual fiquei até Janeiro deste ano altura em que a |RVT3| transitou para a família metal, e eu, juntamente com o núcleo duro da |RVT3| passei para a hmetal.

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Mc: Conte-nos um pouco sobre o tempo em que esteve na RVT3.E o porquê desse nome?

Scp76: Começarei pelo nome da |RVT3|. Era a 3ª tribo da família |RVT|, sigla de Revoltados, e acabou por se tornar na única grande tribo dessa família no mundo 2, aliás única que verdadeiramente subsiste, agora no seio da família metal.

Na |RVT3| aprendi a jogar tribos. A organizar o fórum. A planear ataques conjuntos. A jogar em equipa. Ao fim de 10 dias de permanência na tribo já era eu que geria o dia-a-dia. O então líder e fundador da |RVT3| suma2 concedeu-me o título de barão e deu-me poderes de duque ao fim de um mês.

Desde essa data e até Janeiro deste ano exerci essas funções e em conjunto com grandes jogadores da |RVT3|, a maioria dos quais estão hoje comigo na hmetal, e ainda com um que não posso deixar de referir por ser sem dúvida dos melhores e mais completos jogadores que conheci, o karrasko, levámos a |RVT3| até ao 2º lugar da classificação da geral.

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Mc: Há muita discussão sobre o porquê dessa fusão, e também dizem que você abandonou alguns colegas de tribo. Conte-nos a sua versão.

Scp76: A fusão foi decidida em conselho de tribo depois de devidamente discutida entre mim e o meu actual líder bakkkano. Desde sempre as relações entre a |RVT3| e a hmetal foram muito boas. A |RVT3| era uma tribo de elite, com excelentes jogadores e que não pertencendo a nenhuma família chegou ao 2º lugar da geral.

Mas o mundo 2 está em constante ebulição. É muito renhido, muito combativo, e sempre em evolução.

O conselho da tribo decidiu, e a meu ver muito bem, por unanimidade, que era chegada a altura de dar outra dimensão à |RVT3|. Uma dimensão que lhe possibilitasse, no seio de uma família forte, continuar em jogo até ao fim do mundo 2, aportando, neste caso à metal, o “know-how” e a capacidade dos bons jogadores da |RVT3|.

Era uma questão de juntar dois projectos vencedores e bons jogadores de ambos os lados, que estavam estrategicamente colocados no mapa, e que permitiria – como está à vista – um largo domínio do mundo 2, nos K’s a sul.

Estas foram as razões da fusão. Quanto à “polémica”. Só fiz duas exigências ao bakkkano para que a fusão fosse para a frente.

A 1ª foi que a |RVT3| integrasse a família metal e mantivesse o seu nome. Ainda hoje jogo com a |RVT3| todos os dias. Ajudo a tribo a crescer, dou conselhos, apoios, limpo aldeias para os meus companheiros dessa “minha” tribo continuarem a crescer.

A 2ª foi que os jogadores que vinham da |RVT3| pudessem no seio da hmetal continuar a guerra que tinham com a 666.

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Mc: Creio que a pergunta seguinte está na mente de todos os jogadores. Como é possível gerir tantas Aldeias?

Scp76: Já tive oportunidade de responder a essa questão a muitos que efectivamente ma colocam. Gerir as quase 1600 aldeias que tenho não é algo que me tire o sono ou que crie dificuldades. Encontrei uma excelente organização para a minha conta, através das capacidades inequívocas que a utilização da conta premium permite.

Se organizarmos devidamente por grupos a nossa conta, independentemente da quantidade de aldeias que tivermos as coisas tornam-se muito mais simples.

O que me tira tempo no tribos não é a gestão das aldeias, com as quais gasto não mais de 30 minutos por dia, a construir, recrutar tropas e editar grupos, mas sim a organização de ataques conjuntos, a resposta às cerca de 100 mensagens diárias que recebo (quando não são mais), a resolução de conflitos entre jogadores da família relacionados com conquistas e reservas.

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Mc: Falando um pouco na sua vida privada. O que faz na vida real?

Scp76: Sou advogado.

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Mc: Em que escola tirou o curso de direito? E à quantos anos é que é advogado?

SCP76: Licenciei-me pela Faculdade de Direito da Universidade Católica de Lisboa em 1999, ao que se seguiu o obrigatório estágio profissional junto da Ordem dos Advogados. Exerço a profissão como Advogado desde Fevereiro de 2002.

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Mc: Sendo você advogado, terá certamente uma opinião própria sobre os vários “incidentes” na justiça portuguesa. Quer partilhar algumas opiniões connosco?

Scp76: A justiça que conheço, com a qual lido no dia-a-dia, não é a “justiça” das televisões e dos jornais. O que vem a público retracta apenas os problemas, as incoerências e os defeitos do sistema judicial.

É frequente todos acharem que têm uma opinião muito informada sobre os grandes casos mediáticos que se discutem na praça pública. A verdade é que para a opinião pública não passam notícias, mas sim apenas o que se pretende que passe, para criar um clima de suspeição e de desinformação. Sou terminantemente contra o julgamento em praça pública. Não é isso que deve suceder num Estado de Direito.

É um facto que infelizmente em Portugal as decisões judiciais levam muito tempo a ser tomadas na generalidade dos casos. Mas existem tribunais que funcionam muito bem, e desses ninguém fala. A justiça tem de fazer o seu trabalho de forma serena, e não com constante pressão de quem controla os órgãos de comunicação social, e de quem “faz” a opinião pública.

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Mc: Não sei se posso meter desta forma a seguinte pergunta, mas tem algum “caso” ou situação que goste mais de defender em tribunal que outros?

Scp76: Eu de casos em que intervenha não posso falar em público, na medida em que a tal estou obrigado por dever de sigilo profissional. No entanto, de um modo geral posso dizer que dispenso sempre que possível questões de natureza criminal, preferindo sempre lidar com matérias cíveis – como contratos, por exemplo – ou de direito comercial.

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Mc: Quais são os seus interesses e hobbies?

SCP76: Para além do tribos que ocupa actualmente grande parte do meu tempo disponível, tenho diversos outros hobbies, que estão uns mais que outros “arrumados” num canto.

Gosto de jogar futebol, o que continuo a conseguir fazer uma a duas vezes por semana, toco guitarra, o que tento fazer todas as noites enquanto estou no tribos.

E antes de jogar tribos jogava vários jogos online na minha xbox360, a qual está agora quase sempre desligada.

Outro dos meus interesses é, como o meu nick indica, o Sporting, clube do meu coração que sigo sempre com expectativa e fervor, pese embora a péssima época que está a realizar.

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Mc: Acha que o novo treinador do Sporting, Carlos Carvalhal, é o indicado para a presente situação do Sporting?

SCP76: Acho que é o treinador possível num momento difícil. Tem experiência. Pelo menos muito mais do que o primeiro que foi falado, a quem não conheço qualquer façanha, e tem por hábito tentar colocar as suas equipas a jogar bom futebol. E isso, para quem já anda cansado de ver o Sporting a jogar pauperrimamente, é um bom sinal. A ver vamos.

É preciso dar tempo ao tempo, mas tenho grandes dúvidas e creio que dificilmente prolongará o seu vínculo para lá do final da temporada.

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Mc: Voltando para o Tribos, à uns meses atrás esteve envolvido num bug que causa imensa polémica, já que apareceram relatórios com tropas negativas. Conte-nos o que aconteceu para que isso acontece-se.

SCP76: Essa questão foi muito debatida na altura. Não faço a mínima ideia do que terá estado na origem desse bug. O que conheço são as circunstâncias que rodearam esse “acontecimento”.

Decorria a guerra entre a hmetal e a 666. Na madrugada de 9 de Março de 2009,pela 1:15 começaram a cair os primeiros ataques dos 32 que o rickyb – excelente jogador diga-se – dirigiu à minha aldeia 312|642.

O que fiz foi simples. Como tinha muitas tropas nessa aldeia, e tinha identificado todos os ataques do rickyb, sabendo que os nobres, num total de 5, cairiam à 1:23, retirei as tropas próprias da aldeia, cancelando essa ordem por forma a que regressassem um segundo antes do 1º nobre cair.

Matei os 18 primeiros nukes e depois deixei o rickyb ver 7 relatórios a verde. De seguida, matei-lhe os nobres. De imediato recebi uma msg dele a dar-me os parabéns. E um minuto depois era 1h24 surgiu o tal relatório.

Após os nobres havia mais dois ataques com aríetes que eu não sabia se eram ou não fakes. Para evitar perder as tropas da aldeia dei ordem de saída às mesmas assim que o último nobre caiu – tinha posto a praça da reunião a construir por forma a estar pronta no segundo seguinte ao último nobre cair.

O relatório que se seguiu mostrou um ataque com 45 espadas, 45 arcos e 1 cata, e na minha aldeia “encontravam-se” -1 lança, -1 espada e – 1 arco.

De imediato abri uma solicitação de suporte, e perante as injustificadas suspeitas que se levantaram dizendo que eu matava nobres com tropas negativas – esse relatório é vermelho para mim, como é óbvio, e o ricky não tem nenhuma baixa – enviei ao rickyb os relatórios que mostravam como tinha morto os nobres – para ele eram relatórios a vermelho.

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Mc: A guerra em que isso aconteceu, foi uma das mais comentadas no fórum. Você passou por várias guerras comentadas no fórum, como essa contra a 666, e presentemente contra os “Lobos”. Das várias guerras porque passou, qual a que mais gostou? Qual é que lhe deu mais luta e que encontrou melhores jogadores do lado inimigo?

SCP76: Existem bons e maus jogadores em todas as tribos.

A 666 tinha um nível de organização e de entreajuda muito semelhante ao que temos na hmetal. Era uma tribo com muitos bons jogadores. Que atacava e defendia em bloco. Que contra-atacava. Que estudava o mapa.

Dessa tribo e como inimigos destaco, sem sombra de dúvida, o Rickyb, jogador com quem trocava mensagens de forma assídua e sempre com elevação.

Na guerra que actualmente travamos com a família WW enfrentamos um inimigo maior, mais espalhado pelo mapa, com uma zona de conflito mais abrangente e que poderia criar muitas dificuldades. Sucede que, ao contrário da 666 e da família metal, a família WW tem denotado grande desorganização, e excepção feita à WWRA. O avanço da metal tem sido constante e de acordo com os planos que foram traçados.

Se me permite gostaria de relembrar a primeira guerra que travei no K64, continente onde tive as minhas primeiras aldeias com o então inimigo histórico (numa rivalidade que vinha da |RVT|), a PAX. A Nobre Kasta da pax. Uma tribo constituída por bons e fortes jogadores que desapareceram do K64.

Em síntese posso afirmar que a guerra com a 666 foi até hoje a que mais dificuldade nos criou.

Na guerra actual tivemos perdas naturais, em continentes em que tínhamos aldeias ou jogadores isolados, e algumas perdas em continentes disputados como é o caso do K62 – que já fora palco da guerra com a 666 – e que se encontra rodeado a norte, sul e oeste por K’s dominados pela família WW.

Com a 666 tivemos jogadores que quase desapareceram e, por isso, quase desistiram.

Este é um jogo em que se investe muito tempo e quando se perdem muitas aldeias as pessoas desmotivam e acabam por desistir. Essa é sem dúvida uma das tácticas que utilizamos e que dá os seus frutos inequívocos. A chave para aguentar e prosseguir é jogar em equipa, e isso nós fazemos cada vez melhor.

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Mc: Já joga o Tribos à imenso tempo, para ter conseguido enormes feitos, tal como alguns erros. Indique o feito que mais se orgulha, e um erro, cometido no Tribos.

SCP76: O que mais me motiva neste jogo é a capacidade de jogar em conjunto. De jogar em equipa e de poder ajudar a minha tribo a crescer. A este título posso dizer que fico muito satisfeito quando vejo por exemplo o meu grande amigo Hannibal que foi um dos tais jogadores que quase foi aniquilado pela 666 ter hoje perto de 300 aldeias, num processo de crescimento para o qual pude contribuir

Limpando aldeias para ele conquistar. Ao mesmo tempo o Hannibal ajudava-me com os seus nobres baixando a lealdade das aldeias para eu conquistar enviando apenas um nobre. Jogando assim em equipa conquistávamos às 20 aldeias de cada vez em ataques conjuntos, quando se fossemos sozinhos não passaríamos das 5 ou 6. É este o feito de que mais me orgulho neste jogo. Crescer em conjunto com os outros.

Jogar sempre em equipa. Continuo a fazê-lo com diversos jogadores. Todos os dias.

Quanto a erros cometidos. Creio que no início cometi muitos, como enviar dois nobres no mesmo ataque, convencido de que assim poderia retirar mais depressa a lealdade a uma aldeia.

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Mc: O que mais lhe cativa no jogo?

SCP76: O que mais me tem cativado é o espírito de grupo que se cria. Conhecer novas pessoas. Fazer novos amigos. Conhecer alguns deles.

Jogar em conjunto com todos estes novos companheiros de armas é sem dúvida o que este jogo tem de mais aliciante.

Do ponto de vista do meu jogo propriamente dito e do papel que desempenho na tribo o que mais me cativa é a parte de estratégia atacante e defensiva. Isto quer a nível da organização de ataques e/ou apoios em larga escala quer ao nível do ataque e defesa isolado. Este é um jogo de guerra, não é um jogo para construir aldeias… mas sim para as conquistar.

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Mc: Prevê a sua entrada nalgum mundo brevemente?

SCP76: Não prevejo jogar em qualquer outro mundo. Tentei o mundo 3 por cerca de dois meses e mais tarde creio que o 6 para experimentar a igreja, onde joguei na tribo LR do grande jogador Spydon. Mas estive lá pouco tempo, tal como sucedeu no mundo 8 e no mundo 10 onde entrei apenas para dar uma ajuda a uma tribo de um amigo. O tempo que o mundo 2 me consome é mais do que aquele que eu tenho disponível.

A isto acresce o facto de o espírito de união que temos na hmetal não ser fácil de encontrar. E o que me prende ao jogo é, como já disse, jogar em conjunto com os amigos que cá fiz.

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Mc: Há alguma coisa que gostaria de ver implantado no Tribos?

SCP76: Não vou dizer nada de original a este respeito. Creio que já tudo foi dito. Mas acho que era importante que a partir do momento em que o mundo é fechado a novos jogadores, como já sucedeu com o mundo 2, deveria deixar de existir a regra da moral. Acho que não faz sentido manter essa regra num mundo em que todos os que restam, ou pelo menos a grande maioria estão por cá há mais de um ano.

Se uns pouco evoluíram não devem beneficiar dessa vantagem, tanto mais que pertencendo a uma das boas tribos subsistentes, o facto de ao serem atacados terem o benefício de o adversário atacar com uma moral de 30% acaba por ter um efeito perverso.

Outra das coisas que penso poderia ser introduzida neste momento do jogo era a possibilidade de as tribos terem 120 membros. Somos pouco mais de 1500 jogadores, seremos cada vez menos. Existem 4 blocos de tribos activas e julgo ser uma ideia que beneficiaria todos.

Em jeito de brincadeira diria que era uma excelente medida oferecerem 100 nobres a quem passou das 1000 aldeias.

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Mc: Quem é que gostaria de ver entrevistado?

SCP76: Creio que seria interessante entrevistar o líder da hmetal, o meu caro amigo bakkkano, que sabe muito mais deste jogo do que se calhar muitas das pessoas que só vêm o lado provocador dele no fórum público pensam.

E acho também que seria interessante e justo entrevistar o líder da família PAX, um grande companheiro e senhor do mundo 2, o Rastafara1982.

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Mc: Agradeço o tempo dispendido nesta entrevista, e desejo-lhe boa sorte, tanto no jogo, como na vida real.

SCP76: Agradeço esses seus desejos que retribuo bem como o facto de ter considerado ser interessante realizar esta entrevista.

Dos primordiais do tw até aos dias de hoje

Artigo a sugestão de Horny Rhyno 🙂

Aqui está uma questão interessante. Desde o velho Tribos que todos nos habituamos a jogar, até este novo e melhorado, houve bastantes mudanças. Todas boas? Veremos. Toca a analisar 😀

Pacote Gráfico – se pusessem lado a lado o “velho” tribos e o “novo” tribos a diferença principal seria imediatamente esta. O pacote gráfico. Os edifícios foram melhorados, os homenzinhos dos recursos já mexem… Claramente uma boa mudança, mesmo para quem tem Tráfego Limitado pois disponibilizamos a ferramenta Vista Clássica.

Igreja – outra mudança importante… A igreja. Muitas questões se vêm à volta dela, do raio religioso, da aldeia A ou B, mas no geral as opiniões são de maioria esmagadora: uma implementação infeliz, mas nada de importante pois muitos mundos abrem sem ela.

Moral – tem muito que se lhe diga… será certo benificiar quem vai ao jogo uma vez por dia e cresce lentamente, ou deveríamos ser mais benevolentes com quem passa mais tempo por cá e trabalha para crescer rapidamente? A verdade é que o tribos é um jogo para todos, e que limites de tráfego, de tempo ou de possibilidades levam a que seja necessário “proteger” alguns membros menos activos. Se com isso beneficiarmos também os “morre-ao-sol”, parece-me um preço justo.

Membros de confiança – Outra alteração importante, seja na identificação de espiões ou na boa organização de uma tribo. Só traz benefícios 🙂

Mundo profissional – amado por muitos, odiado por ainda mais… O mundo11, primeiro mundo profissional do servidor PT, deu que falar. As configurações inovadoras foram uma lufada de ar fresco para uns e uma desilusão para outros. Bom ou mau? Depende da perspectiva…

Rondas speed – acho graça que ainda ontem falei com um jogador veterano, exclusivo mundo1 sobre as rondas speed, e consegui uma cara atónita… “O que é isso?”. Embora alguns jogadores se desliguem do resto, a verdade é que os speeds foram uma grande implementação para melhor no servidor PT … Próximo passo, speed de uma hora 😛

Termino assim o artigo

Fiquem bem e espero que tenham gostado

Lamios

Espionagem – Necessário?

Olá,

Como eu no fundo sou um desocupado aos fins de semana (:P), aqui vai mais um artigo. O tema? Espionagem.

Um dos piores pesadelos dos líderes de tribo é a espionagem. A espionagem no Tribos, para quem não sabe, não é mandar 2 vikings roubar documentos secretos do forum da tribo, nem enviar os batedores para ver as tropas (embora possa ser).

A espionagem é a inserção de meio deliberado de membros de confiança em tribos adversárias, de forma a ter acesso ao fórum das mesmas e às mensagens colectivas.

Os benifícios são muitos – a possibilidade de antecipar ataques coordenados, de ver quais os membros que estão mais fragilizados em termos de tropas… Um bom espião até pode utilizar a secção do mercado no fórum para descobrir as necessidades do jogador! Por exemplo, se precisa de ferro pressupõe-se que seja para tropas e antecipam-se ataques ao mesmo, antes que elas sejam aumentadas…

Outro ponto importante a que os espiões têm acesso são as mensagens colectivas e o geral do fórum. Um bom espião tem de transferir as informações no momento, e pode aproveitar-se (se a pessoa que o colocou lá for inteligente) de momentos de maior fragilidade na união da tribo para aliciar membros descontentes com convites, criando confusão interna.

Certamente têm reparado que já algumas vezes me referi a bons espiões. Mas será que existem de facto BONS espiões? A mim, não me parece. Qualquer jogador que enverede pelo caminho da espionagem contraria a total natureza do tribos em si, que como a frase diz, é ” um jogo de guerra sobre a era mediaval”. Mas métodos são métodos.

Para finalizar deixo aqui umas sugestões para evitar a entrada/detecção de espiões.

– Utilização da ferramenta membros de confiança para disponibilizar, um a um, a todos os membros, informações falsas, e verificar se elas foram utilizadas.

– Processo rigoroso de  recrutamento

– Reserva de aldeias inimigas num forum oculto e por PM ao líder. Também enviar PM ao líder para verificar se a aldeia não está reservada.

Espero que tenham gostado, e deixo-vos aqui com uma comparação:

“os espiões são como uma pandemia. entram, afectam e alastram…”

Cumps

Lamios

Dois anos de Tribos / TribalWars…

Brevemente farão dois anos que me liguei com a InnoGames GmbH, seria de se esperar que com a celebração desta data se seguisse uma análise introspectiva baseada nesse tempo. Em dois anos a vida dá imensas voltas, umas boas e outras más…

Decidi, partilhar um pouco da minha introspecção com todos, algumas das surpresas que tive tal como os pontos altos e baixos. Não poderia começar esta introspecção sem deixar uma nota de agradecimento a todos aqueles que trabalharam comigo ao longo destes dois anos, todos aqueles que me apoiaram como todos os que me desiludiram, pois cada um contribuiu para a pessoa que sou hoje e para aquilo que aprendi ao longo deste tempo.

Como começou tudo?

A culpa foi do Ry-Fi e do Nino! Ainda andava eu a falar com o Frank sobre os nossos ataques à CEG no mundo 2 (internacional), quando decidimos para facilitar a cooperação dos nossos ataques que era mais fácil falar que escrever. Foi nessa altura que descobrimos um tópico do Nino no fórum sobre o Ventrilo. Lá instalamos o programa e começamos a falar… como o servidor era do Nino e do Ry-Fi (Administrador sueco e moderador no internacional), os sacaninhas estavam sempre a cair nas nossas conversas e eles eram da tribo adversária! Começamos a confraternizar com o inimigo. Hoje, o Nino é um dos meus melhores amigos e foi quem me convidou para ingressar no projecto.

O primeiro ano…

Foi a 12 Fevereiro de 2008, que finalmente tinha sido lançado o Tribos em Portugal. Após um mês de traduções e muitos afazeres entre a comunidade brasileira onde tinha uma cota parte de funções administrativas. Curiosamente, até 14 de Fevereiro nunca tinha percebido o tempo que o Tribos me ocupava, foi apenas nesse dia com uma grande discussão com a actual “ex” que vi o tempo que tinha dedicado ao projecto.

Com o lançamento do pt1, também foi conheci um dos melhores membros de suporte que até hoje esteve na minha equipa, o M4 (João), emprestado da equipa do BR foi uma pessoa que não só desempenhou um trabalho brilhante como recomendou a Diana para integrar a nossa equipa. A Diana, foi uma das mais estimadas amizades que fiz ao longo das minhas funções, foi alguém que apesar de ter negligenciado várias vezes por me enterrar no trabalho sempre apareceu na altura certa com as palavras correctas e uma voz de sã. Por falar, nisso tentarei após escrever este artigo tentar-lhe ligar…

Uma pequena curiosidade, a personagem Diana no jogo, The West, originalmente era Maria, este foi alterado durante as traduções em homenagem ao laço de amizade com a Diana.

Ainda não tinha passado dois meses quando recebi uma chamada da Alemanha a perguntar se tinha disponibilidade para assumir mais responsabilidades no servidor do TribalWars BR. Poucas horas mais tarde, tinha as chaves do mesmo e estava na altura de por mãos à obra. E foi também quando conheci o meu primeiro braço direito e esquerdo (o Tiago). Tenho que admitir que o meu primeiro contacto com o Tiago não foi o mais amigável, porém hoje considero-o um grande amigo e a pessoa que me obriga a ir dançar com miúdas desconhecidas nas praças de Aveiro.

Rapidamente chegou o verão e com este veio a viagem à sede da InnoGames GmbH, na altura ainda na pequena cidade Stade. Foi uma semana incrivelmente bem-disposta, que para alem de trabalho e ter sido possível introduzir imensas alterações para a versão 5 que foram implementadas. Também aprendi uma valiosa lição para a vida, em casa do chefe nunca beber o liquido verde, após o primeiro copo o mundo desaparece… ou as aventuras da 6 da manhã à porta da pastelaria a dizer “queremos comer”…

Já em Agosto, tanto por motivos pessoais como profissionais mudei de residência de Braga para Maastricht, Países Baixos e paraíso na terra. Foi já nesta altura que surgia os testes ao The West, jogo onde fiquei 5 vezes em primeiro lugar e sempre que isso acontecia ao fim de 2 dias era feito um reset ao servidor (há gente com mau perder).

O segundo ano…

Já era Outono quando comecei a participar mais activamente com a empresa, o crescimento de jogadores é enorme, era preciso lançar novos mundos constantemente… enfim… muito, mas muito trabalho. E este mês foi também o mês que finalmente conheci o Nino, Klovadis (antigo administrador holandês), o Dimme (administrador grego) numa cidadezinha na Suécia, na qual passamos um fim-de-semana divinal! Além do divertimento todo, criou-se uma base de amizade entre colegas de trabalho que falavam frequentemente pelo skype (já o ventrilo tinha sido substituído) e partilhamos as nossas experiencias e know-how de gestão de comunidades online.

Já o final do ano, Novembro e Dezembro foi uma altura em que se perderam muitos bons elementos do suporte por inactividade (sim, também acontece no suporte). E foi a altura que comecei a desenhar novos projectos para o futuro. Esta foi também uma altura de sobrecarga de trabalho, o lançamento do West português, brasileiro e espanhol, dos quais lancei dois e cooperei no lançamento do segundo.

Nos três primeiros meses de 2009, foi uma altura de remodelação e reformas na estrutura do suporte. Também foi uma altura em que adoptei uma postura muito mais próxima com as minhas equipas. Foi também nesta altura que um bom amigo integrou o cargo de braço direito e esquerdo com o Tiago, foi o André, uma pessoa simplesmente espectacular…

Esta segunda parte do segundo ano foi, para mim claramente marcada pela corrida de novos objectivos e reformas. Comecei por lentamente abandonar alguns projectos, inicialmente o West BR e depois o TribalWars BR. Estas foram decisões bastante difíceis, após imenso tempo de interligação com um projecto abdicar dele para seguir novos objectivo deixa sempre um amargo travo. Felizmente, descanso em saber que estes projectos foram entregues a pessoas que gostam de fazer o que fazem.

Já no momento em que abandonava o TribalWars BR, uma nova reforma estava a ser feita, tinha sido uma grande aposta da equipa em tornar algumas acções de suporte e inspecções mais automáticas de forma a evitar possíveis erros humanos. Neste campo o Tiago foi e ainda é o pai e mãe do pilar onde este sistema se sustenta. Ao mesmo tempo que foram reconvertidos antigos recursos e iniciativas para servir de algo mais para o futuro.

Foi apenas, a grande custo que o projecto do solutions.pt tornou-se uma possibilidade cada vez mais presente e brevemente será para todos o que é para as pessoas da equipa. Infelizmente, é algo que ainda não posso divulgar, mas a largos passos este projecto tem crescido.

E sem esquecer de mencionar, foi nesta altura que comecei a testar o Grepolis com o Tiago e André… e por falar nisso tenho que fazer um artigo para vos informar como está a correr o teste.

O terceiro ano…

O que eu espero do terceiro ano… honestamente ainda não sei dizer o que esperar. Sei que o projecto solutions.pt será colocado ao público, sei que vem ai um novo jogo da InnoGames, mas ao certo é difícil de dizer qual será o meu envolvimento em todo isto.

Posso apenas dizer que gostei imenso da minha experiência até agora e espero continuar com todos vós, até os mais “irritantes” durante este ano e vindouros.

E claro continuar a testar o Grepolis 🙂

Ricardo, Administrador de Comunidade