Arquivo de etiquetas: vila nova de gaia

ROM vs FNX

Trazemos para vós, um novo formato de entrevista. Procurámos saber qual das presentes guerras seria uma das mais antigas, e chegamos a uma guerra do Mundo 1. Então, convidámos para um debate os líderes das tribos, os quais aceitarão.

Nickname: Blaspel
Nome Verdadeiro: Ruben Gouveia
Idade: 17 anos
Localidade: Vila Nova de Gaia
Tribo: FNX

Nickname: Ciganita
Nome Verdadeiro: Maria do Carmo Gonçalves
Idade: 55
Localidade: Porto
Tribo: ROM

Juntamos os líderes das Tribos FNX e da ROM e 3 moderadores (Mc Peralta, Rafita King e Sir Paulo Ferreira), e abrimos o debate:

.

Mc Peralta: Bom, para começar peço que ambos nos falem um pouco da vossa passagem pelo primeiro mundo do Tribos.

Blaspel: Eu comecei a jogar em Março ou Abril de 2008. Iniciei-me a solo e fui jogando no centro/norte do k43. Quando já tinha algumas aldeias, entrei para a Fuk 43. Nessa tribo, conheci alguns jogadores influentes, como o snaga, o beemer e muitos outros. Porém como estava numa zona afastada da tribo e tinha recebido uma proposta do jogador lacd para entrar na Reino dos Céus, acabei por deixar a Fuk 43 e ingressei na referida. Lá era quase como que o braço direito do lacd, e embora nunca me tenham sido atribuídos privilégios, tornei-me no gestor real daquilo, o que me permitiu arranjar muitos contactos e fazermos guerras onde saíamos sempre vitoriosos. Mas com o tempo os melhores jogadores foram desistindo e não eram repostos. Então, num último acto de rebeldia por parte do lacd, juntou-se à missanita, nossa inimiga durante muito tempo, e fundiram a =tr= e a rc. Nessa altura éramos inimigos dos nks, clancim e ainda mais algumas tribos e pertencíamos à família Irmandade Elementar, constituída pela cova, ROM e rc. Bom, há ainda a história do snaga. Ele era meu amigo na Fuk 43 e apresentou-me o cef. Eles eram os líderes nk e nós estávamos em guerra com eles. Mas a rc cedeu e decidiu face a acontecimentos com a rom, devido à fusão com a =te=, forçámos o término da aliança com eles. E trocamos no plano diplomático os nk pela rom.

Ciganita: Eu comecei em Abril de 2008 e não percebia nada disto. Foi um amigo que me convidou a jogar e juntos formamos a alcateia do atlântico, que viria a transformar-se na lusitanus. Mas como em tudo o que é humano, a expansão leva a confrontos. A =te= estava no k42 assim como nós, o que os impedia de progredirem no terreno. Isto levou-nos a várias escaramuças com a =te= que na altura tinha como líder a missanita. A 28 de Agosto de 2008, três jogadores decidiram juntar-se a formar a ROM. Esses jogadores eram o blackvolt, o lobo40 e o shylock. Eu só conhecia o lobo40, que foi quem me colocou a jogar. Fui convidada para a tribo e entrei. A ROM tinha uma aliança com a eok nessa altura e isto durou julgo que até Novembro. Nessa altura o shylock abandonou praticamente o jogo, vindo, como se costuma dizer, apenas marcar presença. Então o blackvolt resolveu negociar uma aliança com a =te= e rc, abandonando a aliança com a eok. Mas tanto a rc como a =te= tinham elementos um pouco imprevisíveis e por vezes rudes e agressivos. Como o blaspel disse acima, o snaga foi atacado pela ROM e refugiou-se na Irmandade Elementar. Fizeram-se jogos de bastidores e a eok conseguiu uma aliança com a Irmandade Elementar. Logo não seria possível a ROM manter a mesma aliança, como tal quebrou-a. E aí começou a guerra ROM. Neste intervalo, o shylock desistiu do jogo e passou o jogo a uma pessoa que o transfere, para na altura, Irmandade. Aí foi finalmente o fim de qualquer hipótese de paz.

Rafita King: Então, digam-me, como conheceram o Tribos?

Blaspel: Eu comecei há seis anos no mundo 1 e 2 de outro servidor. Descobri-o através de publicidade num outro jogo online.

Ciganita: Eu conheci-o através do jogador lobo40.

Mc Peralta: Ouvi dizer que esta é a guerra mais antiga do mundo 1. Quando começou? O que tem acontecido desde então?

Blaspel: Não tenho a certeza. Mas sei que estava desde Dezembro de 2008 em contactos com o cef e o snaga. Mas não fazia ideia dos planos e tão pouco fui eu quem o convidou para a rc, mas sim o lacd. Depois apenas peguei nessa jogada e virei o jogo.

Ciganita: Julgo que terá começado em Fevereiro de 2009.

Mc Peralta: Ciganita, para si foi uma jogada de bastidores e de refugiados… Contem mais pormenorizadamente a vossa versão.

Blaspel: Bastidores foi da nossa parte, mas refugiados foi parte da ROM, pois aproveitaram muitos antigos jogadores da =te=.

Ciganita: Não houveram refugiados de nossa parte. As pessoas refugiaram-se na Irmandade quando foram atacadas.

Blaspel: Então o que foram aquelas contratações todas, como o bads, meires, pc444, lu123 e ainda outros?

Ciganita: Esse último joga comigo desde o início do jogo. Foi sempre de tribos onde eu também estive. Os outros, segundo me parece, não estavam de acordo com a política da Irmandade, e embora ainda não estivessem a ser atacados, pediram para vir para a ROM. Na actualidade, a FNX tem procurado fazer alianças de jeito que possam atacar a ROM. Porque afinal temos poucos jogadores mas vamos fazendo alguma coisa.

Blaspel: Desde Dezembro não tem sido bom para vós.

Ciganita: Natural. É um jogo de guerra. Mas quando são precisos vários jogadores para me atacarem só a mim, algo deve estar mal.

Blaspel: Claro, tens 700 aldeias. Mas guerra é guerra, nem sempre se sai vitorioso.

Ciganita: Vocês metem medo aos jogadores da fronteira para que eles se mudem para a FNX.

Blaspel: Talvez, mas não o podes dizer quando são eles a pedir. Além disso nós assustámo-los através de ataques e não de falsos testemunhos como deves pensar. Afinal, se tu recebeste 2000 ataques com três ou quatro jogadores imagina alguém na fronteira de duas tribos inteiras. É de ter medo.

Ciganita: Ainda assim, para mim, o pior deste jogo é o facto de ser um jogo de equipa e grande parte não o joga como tal. Deixam de jogar sem mais nem menos, o que atrapalha tudo.

Blaspel: Pois, mas isso acontece em todo o lado. Se assim fosse, a RC estaria em primeiro.

Ciganita: Assim como a ROM, embora não sejamos a junção de várias tribos, uma vez que fomos só nós desde o início.

Blaspel: Por isso digo RC. A FNX foi um projecto mal feito, por jogadores que só pensam em aldeias dadas por inactivas e fáceis.

Mc Peralta: Sendo que a guerra dura há bastante tempo, certamente terão existido boas conquistas, assim como pesadas derrotas. Qual acham que foi a maior e pior derrota e porquê?

Ciganita: A maior vitória foi expulsar a FNX do k40, ficando lá apenas a aldeia do jorgus. A minha maior derrota foi provavelmente provocada pelos inactivos na minha tribo.

Blaspel: As minhas maiores derrotas foram perder o k40 e o shilock, se bem que não levei em consideração este primeiro, uma vez que já era território perdido mesmo. As maiores vitórias foram ter iniciado a expansão do bloco do k43 e já ter um bloco considerável no k42.

Rafita King: Qual o ponto de vista de cada um de vós em relação à tribo adversária?

Blaspel: Sei que a ROM no início era muito boa, muito activos e eliminaram perfeitamente o k40. Recentemente são inactivos, medrosos e como o k40 ficou sem FNX muitos começaram a desistir de lá, sendo lá que estava o verdadeiro coração ofensivo da ROM.

Ciganita: Respeito a FNX, embora por vezes julgue que não joga limpo. Mas como o blaspel disse, isto é um jogo de Homens e os Homens, ao longo da história sempre foram assim. Sim, temos gente inactiva, mas não jogamos com eles como a FNX faz, que tem muita gente inactiva e que de repente aparece a jogar. Sei que na guerra vale tudo, não sei o que irá acontecer e tão pouco sei quanto tempo mais continuarei a jogar, mas se continuar tentarei jogar sempre como sei. Não sou política, sou educadora, e como tal não ensino o que não devo. Sei que estão em melhor posição que a ROM no k42, porque de momento estão aliados a uma das maiores famílias, a U.

Blaspel: Eu estou na mesma, a motivação para o jogo já não é tanta.

Sir Paulo Ferreira: Acho que vocês já ouviram imensas vezes aquela famosa frase: “Uma tribo cai, na maior parte das vezes, ou quase sempre, por questões internas e não por ser eliminada”. Acham que é isto o que vai acontecer nesta guerra?

Blaspel: Sim, esta guerra vai ser ganha pelos inactivos da ROM. Essa é a razão pela qual eles não estão a dar luta.

Ciganita: Estou totalmente de acordo com essa citação. É como na política: o partido cai por questões do partido que o apoia. Eu nunca pensei ficar por cá tanto tempo.

Sir Paulo Ferreira: Então é assumido que não entram questões quer de diplomacia, quer de organização interna nesta guerra?

Blaspel: Organização interna por parte da FNX sim. Graças a isso é que temos sucesso. Afinal se estivemos um ano parados, por alguma coisa era. Quanto a diplomacia, não.

Ciganita: Diplomacia julgo que dificilmente. Mas a ROM precisa de mais organização interna. Mas ainda temos mais algo contra nós: é que a maioria dos nossos jogadores são pessoas com compromissos no meio de trabalho e nem sempre podem estar presentes, e isso impede muita coisa.

Blaspel: Pois, lá está. Mas eu tenho muita sorte noutro campo, que é o tal que te faz confusão. Eu já jogo este jogo há seis anos e conheci muitos bons jogadores pelo caminho. Uma curiosidade: Eu gosto mais de jogar com brasileiros, porque é complicado convencer os portugueses de que o segredo do jogo está no ataque e não nos pontos. Mas fui muitos amigos portugueses, alguns que considero amigos reais.

Sir Paulo Ferreira: Porque diz isso blaspel?

Blaspel: As pessoas jogam isto a olhar para os pontos, mas esquecem-se de que os pontos não se mexem.

Sir Paulo Ferreira: Pelo que vejo neste tópico: http://forum.tribos.com.pt/showthread.php?t=23585, entre ambas as tribos, existe apenas uma frente de batalha.

Ciganita: Neste momento temos duas, porque se aliaram à u-tx que se encontra a Sul de nós.

Blaspel: Com a ROM sim, só o k42. Já tivemos o k40, mas não tivemos tanto sucesso porque tínhamos todas as frentes comprometidas.

Sir Paulo Ferreira: Pelas cartas que estão lançadas, são capazes de prever um vencedor?

Blaspel: Eu sendo sincero aposto na FNX e na u-tx.

Ciganita: É assim, eu morro de pé. Mas de momento a FNX, tendo a U como aliada, tem muitas mais hipóteses que nós.

Mc Peralta: Há algo que queiram dizer um ao outro, de forma oficial e pública?

Blaspel: Acho que entre nós será quem desiste primeiro. Mas bom, direi o que sempre pensei dela. A Ciganita é a alma da ROM e sem ela a mesma não existiria. Ainda assim penso que ela exagera, porque não delega trabalho e armazena tudo para ela. E tem demasiada consideração por quem não liga nada ao jogo. Ela é boa pessoa e jogadora e se estivesse numa tribo mais activa seria ainda melhor.

Ciganita: Quero desejar tudo de bom ao blaspel e que vença o melhor. Tenho consideração e como eu só não viria jogar se não pudesse penso o mesmo dos outros.

Blaspel: Gostava ainda de referir que quantas mais meninas uma tribo tem, mais activa é e falo por experiência própria. As mulheres é que comandam os homens e os homens é que jogam isto. Mas já agora, a FNX não seria o mesmo sem a shanan. Assim como a ROM não seria nada sem a Ciganita.

.

Quero agradecer aos presentes os líderes das tribos, Blaspel e Ciganita, o tempo dispensado para este debate, e desejo um bom jogo, e que a guerra seja o mais saudável possível.

Espero que a comunidade tenha gostado deste debate, e esperamos em fazer mais vezes este tipo de entrevistas.

Entrevista a LordShadow16

Depois de algum tempo sem entrevistas, por minha culpa, por falta de tempo na vida pessoal, volto hoje com uma entrevista a um jogador, que ficará na História do servidor Português do Tribal Wars. O jogador que se segue, foi o jogador a vencer o 1º Round Speed, no Server Português, que ocorreu no dia de Portugal (10/06/2009), estou a falar do LordShadow16.

.

Nome: Pedro

Idade: 16

Localidade: Vila Nova de Gaia

Mundos Activos: Br: 2 e 12

.

Mc: Quero, primeiro que tudo, dar-lhe os parabéns por ter vencido o primeiro Speed do Tribos Português, e agradecer ter aceite o convite para a entrevista.

LordShadow16: Obrigado e sinto-me lisonjeado por tal oportunidade.

.

Mc: Vou-lhe fazer uma pergunta que tenho feito a todos os jogadores já entrevistados, mas que acho que é importante sabermos. Quando é que começou a jogar Tribos? E como conheceu o Tribos?

Ls16: Comecei a jogar tribos quando o 1º Mundo abriu, em conjunto com alguns amigos fundamos a tribo PT. Após isso fizemos algumas fusões e acabamos por parar no TOP2/3.

Além de criarmos uma família enorme conseguimos dominar bastantes continentes, até que todos os nossos Inimigos e potencias TOP´s fundiram e declararam-nos Guerra.

Devido á grande falta de tempo da Liderança, por causa das aulas e tal, eu mais os dois Lideres restantes da Família, desistimos do Mundo 1 PT

Depois de muito tempo fora do Tribos PT, ouvi falar do SpeeD PT, e entrei para ver se encontrava uma cara amiga dos velhos tempos.

Conheci o Tribos a partir do tribal wars BR, mas conheci todo o jogo a partir da publicidade feita num jogo concorrente. Gostei dos gráficos e iniciei a minha carreira.

.

Mc: Certamente, ainda se lembra do nome da tribo. Pode dizer-nos qual era? E qual os outros jogadores com que partilhou a lderança.

Ls16: A tribo inicial chamou-se “Primeira Tribo Noroeste”, e criamos varias tribos com a mesma TAG nos vários cantos do Mundo 1 PT.

Depois unimos a Família a outras tribos, pois nós só não dominávamos todo o Mundo devido a tantos Inimigos.

Dai surgiu a CEL (Celtas), que agora é a TOP2 Mundo 12 BR.

Os outros jogadores com qual partilhava a Liderança eram o Afridi e Tuga, 2 grandes jogadores do Mundo 2 E 3.

.

Mc: Decidiu vir para o Speed, para ver se encontrava alguns jogadores antigos, e acabou por ganhar o Speed. Explique-nos a táctica que utilizou.

Ls16: Eu praticamente usei tudo o que tinha na manga, mas com grande prazer encontrei uma coisa que não se encontra noutros Speed´s, talvez por ser o primeiro do servidor. Isto é, havia muito companheirismo entre todos os jogadores que participaram, e acabei por ganhar graças a isso.

Em especial a minha vitória foi graças ao jogador Carniceiro, ele jogou muito bem até ao fim e ele podia ter vencido o Speed pois era um jogador a altura, mas a determinada altura começamos a conversar e ele acabou por ajudar-me a atacar Inimigos, ele e outros da tribo onde pertencíamos.

E no final eu peguei mais aldeias, muito mais rápido, mas o carniceiro não ficou atrás. Penso que foi um movimento de sorte.

.

Mc: Em que altura percebeu que poderia ganhar o Round?

Ls16: Quando o TOP1 ficou inactivo, a minha tribo aproveitou para ataca-lo em força e limpá-lo, e, quando ele voltou, já era tarde demais pois não tinha tropas para se proteger de tantos fulls, a tanta velocidade. Ai, foi uma passadeira para primeiro lugar.

.

Mc: O que acha que fez, para ganhar o Speed? Já que a diferença entre os 4 primeiros, é bastante curta.

Ls16: Imagina isto como uma pista de atletismo de muitos corredores. Há os que têm resistência e os que correm muito, e há os que têm pouca resistência e correm pouco.

Logo os que têm mais resistência ficam em primeiros e parece, que eu tinha mais resistência e corria mais.

.

Mc: Consegue dizer mais ou menos quantas horas este online durante todo o Speed? E mais ou menos quantas horas dormiu?

Ls16: 23h acordado e 1h a dormir, levo os Speed’s bastante a serio, especialmente quando preciso da premium.

.

Mc: Verifiquei que também ganhou alguns Speeds no Servidor BR. Vencer 3 Round Speeds, não é para qualquer um, e ainda gerir 2 Mundos activamente… como gere o seu tempo?

Ls16: Bem às vezes torna-se difícil, especialmente quando tenho coisas combinadas para ir a festas ou até para à discoteca, festivais, etc.

Mas tento sempre manter a actividade no máximo de tempo disponível que me sobra, mas na verdade é muito difícil jogarmos activamente no Verão pois na minha idade a ideia é apenas curtir e curtir, e não ficar muito tempo colado no PC.

.

Mc: Conte-nos um pouco acerca do seu historial no BR.

Ls16: De momento estou no Mundo 2 e 12. No mundo 2, sou da Família DOM, que é um dos Blocos mais fortes daquele Mundo e que está em Guerra com mais ou menos metade do Mundo, o que torna o Mundo bastante activo e competitivo.

O Mundo está reduzido a uns 1000 e tal jogadores, pois o processo de eliminação dos que tinham menos tempo acabou a algum tempo atrás. A Guerra lá é bastante difícil, mas isso é o que dá divertimento ao jogo, e até agora tive o prazer de jogar com muitos bons jogadores que merecem tudo só pelo seu companheirismo e devoto á tribo.

No Mundo 12 sou Líder da CEL, que é TOP2/3 daquele Mundo. Pertencemos a um grupo de tribos, que se juntam em guerras comuns para uma maior distribuição de pancada no inimigo.

.

Mc: Dando a conhecer um pouco da sua vida pessoal, como é que você se caracteriza?

Ls16: Sou um pouco arrogante e convencido, mas tenho confiança nas minhas capacidades, dentro e fora do jogo.

.

Mc: Quais são os seus hobbies?e o que gostaria de seguir nos estudos?

Ls16: Bem no tempo livre, pratico kick boxing, jogo voleibol e TW, claro.

Estou de momento a fazer o curso de Línguas E humanidades – 11º ano, mas vou entrar na Academia de Policia depois do 12º e tentar juntar-me ao GOI.

Espero eu que tudo corra bem.

.

Mc: Certamente irá correr bem. Voltando ao Tribos, Prevê voltar a jogar no Tribos.pt?

Ls16: Nesta altura ainda não sei. Depende do tempo que tiver este ano, pois uma conta sem actividade é um peso morto em qualquer Mundo e se for para estar a dormir prefiro nem entrar. Bem só o tempo dirá.

.

Mc: Já que joga isto à vários anos, certamente terá opiniões bem formadas acerca do Tribos. O que mais gosta no Jogo?

Ls16: Adoro o companheirismo que se desenvolve ao longo do tempo nas tribos, e a amizade e o afecto que ganhamos a jogadores com que convivemos diariamente no Mundo virtual.

.

Mc: Qual a maior crítica que tem a apontar ao Tribos?

Ls16: Sem dúvida, as traições que se desenrolam nos Speed´s. Todos sabemos que mundos com apenas algum tempo de duração geram uma competitividade enorme, especialmente os jogadores que estão no TOP20 desse mesmo Mundo, que querem ganhar a premium.

.

Mc: Tem alguma sugestão que queira dar para melhorar o Tribos?

Ls16: Sim. Reparei que num dos Rounds Speed, não se podia entrar e sair de qualquer tribo durante um bom tempo. Aconselho a Administração a não deixarem algum jogador sair de uma tribo, mal este entre numa, assim diminuiria a hipótese de traição por parte dos jogadores da mesma tribo.

.

Mc: Agradeço o tempo dispensado na entrevista, e desejo-lhe boa sorte no Tribos, e uma continuação de Boas Férias.

Ls16: Obrigado e continuação de bom trabalho.

.

Neste tópico do fórum, poderão fazer comentários á entrevista: http://forum.tribos.com.pt/showthread.php?t=17301

Entrevista com Doublechesse

Irei começar por um jogador muito conhecido na Comunidade PT do Tribos, que é lider individual do Mundo 3 e do Mundo 5, e que também já jogou no Mundo 1.

Considerado por muitos como o melhor jogador de Tribos, estou a falar do Doublechesse.

Nickname: Doublechesse

Nome Verdadeiro: João

Idade: 20 anos

Localidade: Vila Nova de Gaia

Mundos Activos: m3 e m5

Mc Peralta: Boas Doublechesse, primeiro que tudo, quero agradecer por ter aceite o convite para esta entrevista.

Doublechesse: Boas, o prazer é todo o meu, eu é que agradeço.


Mc: Gostava de saber se ainda se lembra, quando é que começou a jogar Tribos. E como conheceu o Tribos?

DC: Ao contrário do que muitos pensam sou um jogador relativamente recente de tribos, digamos 1 ano e meio a 2 anos.

O Tribos foi me dado a conhecer não só pelos banners de publicidade (de outros jogos semelhantes que jogava) mas também por um grupo de amigos da faculdade que me arrastaram para este jogo.


Mc: Os seus amigos que lhe deram a conhecer o tribos, ainda jogam o jogo consigo?

DC: Eu entrei por arrasto como dito anteriormente por uns amigos e juntamente comigo vierem mais 3. Acontece que fomos para o mundo1 quando já havia mundo 2, e como tal fomos todos parar a continentes distantes, dos amigos que nos arrastaram, no entanto, jogámos na mesma tribo até quando deu e não foi necessário usufruir da ferramenta tribo, para protecção e expansão, pois elementos de continentes tão distantes de nada servem.

Nem ajudam a tribo, nem a tribo os ajuda (era o nosso caso), logo aí deu-se uma ruptura de ligações, e desde aí não mais nos conseguimos encontrar nos mesmos mundos e todos juntos.

Mas como é óbvio estamos no dia-a-dia juntos.


Mc: Ainda se lembra do nome da sua primeira Tribo?

DC: DK – Dark Knights.


Mc: Como explica o seu sucesso no Tribos?

DC: Digamos que parti de uma base sólida e indispensável para esse mesmo sucesso.

Gosto pelo género de jogo, Experiencia em jogos semelhantes, Disponibilidade, Actividade, Vontade de aprender e claro alguma pitada de sorte.

O resto é pelo esforço e mérito.


Mc: Pitada de sorte? Refere-se ao quê, mais especificamente?

DC: a pitada de sorte… É a necessária para no inicio termos um bom desenvolvimento.

Inicio do jogo são momentos críticos na evolução de um jogador, ainda para mais para quem entra nas primeiras horas (como eu) pois basta aparecer alguém sem amor as tropas para te estragar a evolução. Estragando-te a evolução perdes o controlo da vizinhança, vizinhança essa que deve ser sempre dominada desde o primeiro dia.


Mc: O que mais gosta no Tribos? O que o faz continuar a jogar isto á dois anos?

DC: Considero o Tribos um jogo dinâmico desde logo oferece ao jogador um jogo sempre interessante e nada aborrecedor, claro que no aspecto do jogo dinâmico reside também aspectos negativos.

Considero que para nos mantermos neste jogo é essencial os amigos que criamos, para podermos passar bons momentos e troca de experiencias e de gargalhadas, e saber gerir o equilíbrio vida/jogo, equilíbrio esse que pode estar em perigo, mais perto do que achamos por vezes.


Mc: Referiu que há aspectos negativos. Quais esses aspectos negativos a que se refere?

DC: É um dos jogos mais violentos existentes na net para o jogador que queira ser um jogador de meio da classificação para cima. Pois a tal dinâmica obriga-nos a fazer login, se possível, varias vezes ao dia. E ter sempre, ou quase sempre, disponibilidade para lançar ataques e estarmos preparados para conseguir fazer face aquando um dia se vir dezenas de ataques a chegar as nossas aldeias.

Aliado a isso, como que a “cereja em cima do bolo” a duração dos mundos é enorme para um jogo online jogado 24 por 24h todos os dias. Cada mundo pode demorar anos.


Mc: Já que referiu que faz muitas vezes log in, eu acho que os nossos leitores gostavam de saber uma coisa sobre o seu jogo. Quantas vezes é que faz, em média, log in por dia? E quantas horas é que passa “logado”?

DC: Deverei dizer Top Secret? Pois entro os leitores poderão estar potenciais adversários/alvos.

No entanto sou um jogador com disponibilidade, pois como estudante universitário tenho sempre um portátil ou pc por perto com acesso a net. Privilegio as vezes que logo por dia, às horas passadas no jogo.


Mc: Disse que é estudante universitário. Está a licenciar-se em que curso? E qual a escola que está a frequentar?

DC: Engenharia e Gestão Industrial – Eseig.


Mc: Além de ser líder individual no mundo 3, e no mundo 5, ainda é líder da tribo NOM, criada por si, e que está nos 2 mundos e é uma tribo de topo nos 2 mundos. Como é que gere isto tudo?

DC: Se dissesse que é fácil de gerir estaria a mentir, se dissesse que nunca pensei “atirar a toalha ao chão” estaria uma vez mais a mentir, no entanto, umas vezes mais presentes outras menos, não deixo de cumprir ao “fim do dia” com as minhas obrigações e com as esperanças depositadas em mim.

Uma vez mais, rodearmo-nos, de bons amigos de jogo é essencial.


Mc: Com estas lideranças todos, é alvo de muita pressão e de muito protagonismo. Acha que consegue lidar bem com essa pressão?

DC: Um amigo meu, que de certeza lerá isso e reconhecerá de certa forma estas palavras, me disse algo do género ” não te deixes levar tanto pelas emoções e jogos psicológicos, tu não precisas e é apenas um jogo”. Como tal desde aí sempre o tentei fazer, claro que “picardias” saudáveis há sempre, mas sabendo agora distinguir os meus limites.


Mc: Muitos jogadores acusam-no que só é líder dos mundos, porque mais de 50% das suas aldeias são aldeias “dadas”. O que responde a este comentário?

DC: É uma questão que me continua a incomodar, porém tomara eu que não fosse “obrigado” a faze-lo, mas desistentes e inactivos colados as nossas aldeias aparecem, infelizmente vezes demais.

No entanto, todos os jogadores que jogam e têm umas boas dezenas de aldeias têm aldeias “dadas” (quer por desistência e/ou inactividade). Por isso é caso para dizer “quem nunca pecou que atire a primeira pedra”. Claro que falo de jogadores que tem dezenas de aldeias pelo menos e não os mais pequenos, Senão muitas pedras seriam atiradas.

O que posso dizer para me defender? Vejam o meu OD, sempre fui ético (nunca incentivei ninguém a desistir, muito pelo contrario), sempre partilhei as aldeias, se as aldeias não eram da minha zona actual ou a que eu via como zona futura não ia lá “pescar aldeias”. Sou líder de grandes tribos, tenho o melhor currículo do servidor português (a contar com a conta apagada do m1) por isso serão justas as criticas?


Mc: Qual é o seu objectivo a cumprir individualmente? e como líder de tribo?

DC: Objectivos, poucos mais tenho, pois os “goals”,as chamadas metas que um jogador gostaria de atingir, já as atingi. Tenho agora como objectivo manter-me nos mundos onde estou e resistir a vontade de desistir que possa vir a aparecer e explorar digamos o “backstage” do jogo, tentando um “shot” como moderador.

Na vertente líder de tribo, tenho ainda um bom desafio quer no m3 e no m5 para inovar e para revitalizar os jogadores da tribo, no entanto uma vez mais são grandes tribos e que juntamente com o meu conselho tribal temos soluções para continuar a dominar, ou continuar a evoluir, até ao domínio.


Mc: Como tem uma longa carreira, provavelmente terá grandes feitos concretizados. Qual aquele que mais se orgulha?

DC: Resposta difícil, não tanto por não saber o que mais me deu gosto em alcançar, mas por ter dois grandes feitos que me deixarão orgulhosos.

Foram dois grandes feitos em alturas bem distintas.

Um deles passou-se no m1 (minha primeira experiencia de tribal) onde era eu líder do K74 e estava na tal tribo de amigos. Sem esperar, a tribo líder do K74 decidiu ripostar contra mim e contra eles todos, por eu não ter aceite a arrogância do líder da tribo do K74, em falar como queria e pedir-me aldeias para eles deixarem a mim e aos meus amigos em paz. Saí da tribo de amigos em busca de não os envolver, mas não resultou. No entanto, fiquei eu sem tribo contra a tribo TOP1 do meu continente, de onde após muitos dias saí vitorioso (digamos que o nível competitivo do K74 não era dos mais fortes),e venci a todos sem apoios exteriores durante dias, e foram centenas de ataques e sai com saldo positivo, julgo ate não ter perdido nenhuma aldeia).

O outro feito, foi do primeiro mundo em que começo de inicio ter alcançado o top1 e da forma como o alcancei.


Mc: Também deverá ter cometido alguns erros. Qual o erro que cometeu que mais o prejudicou?

DC: Errar é humano, faz parte da nossa natureza, e muitos erros já cometi. Felizmente não passaram de perder aldeias, falhar conquistas de aldeias, não tomar a melhor decisão perante um jogador da tribo, etc.


Mc: Está a prever entrar em algum mundo brevemente?

DC: O meu ritmo era de mundo sim, mundo não (1,3,5) porem o sucesso alcançado em todos eles, o não querer desistir, o querer chegar ao fim, falta de disponibilidade para mais pois se entro gosto de passar horas no jogo para fazer algo e não apenas para ser atacado porque não ligo a um determinado mundo.

Portanto novos mundos? Enquanto a novidade dos novos mundos for igreja, pouco me interessa…


Mc: Acha que o jogo precisa de alguma mudança?

DC: Sim.


Mc: Qual?

DC: Defendo a criação de filtros para a caixa de correio. Não sou obrigado a ter que receber “lixo” e mensagens sem interesse.

A abertura de um speed e oferecer servidores com configurações nada usuais, pois até agora desde o mundo1 ao 8, tirando as velocidades (servidor, movimentação de tropas) pouco altera.


Mc: Agradeço a sua disponibilidade. Quer dizer alguma coisa em especial para a comunidade?

DC: Queria agradecer terem-se lembrado de mim como o primeiro a ser entrevistado e a abrir as entrevistas do jornal que eu espero que tenha sucesso e seja a “voz do povo”.

Já agora de realçar a competência do entrevistador e o bom ambiente criado durante a entrevista e as muitas conversas paralelas. Um obrigado, Mc Peralta.


Mc: Obrigado, pela parte que me toca. Desejo-lhe uma continuação de bom jogo, e muitas conquistas, em conjunto com o melhor sucesso no jogo.


Para comentários a esta entrevista, utilize o nosso forum: http://forum.tribos.com.pt/showthread.php?t=10118